Mi madre salió el fin de semana...

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Tarde proibida com a irmãzinha
(Outra) tarde proibida com a irmãzinha

(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Já contei por aqui como minha irmãzinha Leire e eu começamos a ter relações incestuosas. Algo que no começo não me convencia, mas acabei seduzido pelos encantos naturais da minha irmã mais nova. A gente combinou de evitar a presença da minha mãe quando quiséssemos dar vazão aos nossos desejos carnais. Muitas noites a gente se enfiava no quarto um do outro pra curtir nossas perversões.

Mas no fim virou algo tão rotineiro que, aos poucos, fomos deixando de lado. Algumas dessas noites passageiras acabavam sem a gente fazer nada além de dormir, e cada vez era menos frequente a gente se procurar pra sentir o corpo do outro. Então, sem precisar falar nada, abandonamos a parte incestuosa da nossa relação e voltamos a ser só irmão e irmã.

Foi há pouco tempo que a chama reacendeu, mas com certeza de um jeito bem nada convencional. Foi num fim de semana recente. Eu tava voltando pra casa quando minha mãe me ligou. Disse que tinha uma viagem de trabalho, que ia ficar o fim de semana inteiro fora, pra eu cuidar da Leire, etc. Desejei boa viagem e um tempinho depois já tava em casa.

"Oi!", saudei, mas não tinha ninguém em casa.

Bom, então tinha que fazer alguma coisa. Fui pra sala e comecei a procurar algo pra ver. Na programação normal, nada. Fui atrás de canais mais picantes. Talvez desse tempo de ver um pornô antes da minha irmãzinha chegar. É engraçado, apesar de tudo que a gente já fez, eu ia ficar com vergonha se ela me visse.

E ainda bem que não achei nada, porque de repente a porta da rua bateu. Minha irmãzinha, claro. Mas não ouvi uma voz, e sim duas. Merda, minha irmã com companhia. Não era uma reclamação... bom, era. Só que se não tivesse mais ninguém em casa e a Leire tivesse alguém pra conversar, eu ia ficar sozinho.

"Oi, irmãozinho querido", disse a Leire, entrando na sala. "Você já conhece a Esther, — Sério?”.
Me virei pra olhar ela. Esther… me lembrava de ter visto ela em casa um dia. Uma mina de corpo pequenininho. A pele bem pálida. O que mais chamava atenção era que ela costumava pintar o cabelo de cores, como naquele dia, que tava roxo preso numa trança. E os peitos dela… não eram muito grandes, mas a camiseta folgada que ela usava mostrava o decote.

“Oi, beleza?”, perguntei. Não prestei muita atenção também.

“Você é um sem graça”, brincou a Leire. “Vai nos pagar um jantar?”

“Não sou o Banco Central”, falei.

“Tá vendo? Um sem graça”, disse a Leire, zoando. “Anda, pega”, ela me estendeu uma nota de dez. “Vamos pedir comida chinesa pra jantar?”

“Tô dentro. Se a Esther curtir…”

“Ehhh… pra mim tá de boa”, ela falou. Que vozinha mais doce ela tinha.

“Então beleza. Pede logo”, ordenou minha irmã. Ela tava mandona, mas não tava a fim de discutir.

Me mudei pra poltrona pra deixar o sofá pra elas duas. Ficaram aquele tempo todo mais ligadas no celular do que em mim, ou até na TV. Dava pra ouvir elas falando dos caras que apareciam no Instagram e não sei mais o quê. Besteira que não me interessava, já que eu tinha deletado todas as redes sociais. Tava de saco cheio.

Percebi uma parada estranha quando levantei pra abrir a porta pro entregador. A Esther ficava me encarando muito. Ou pelo menos me pareceu. De qualquer forma, paguei e deixei a comida na mesa enquanto a Leire trazia pratos pra servir. A Esther continuava me olhando.

“Então, e as aulas?”, perguntei.

“Tão indo bem. Ainda bem que tenho essa menina dos céus pra me dar uma força”, respondeu a Leire. Vi a Esther ficar vermelha e baixar o olhar devagar. “E aí, como é que tá no escritório?”

“Tô de saco cheio desses arrombados”, ri. “Mas fazer o que, já é fim de semana e posso esquecer desses cuzões.”

“O que… o que você faz?”, perguntou a Esther. Sério, que voz mais doce.

“Auxiliar administrativo num escritório”, respondi. “Nada muito empolgante, mas paga as contas.”

“Meu irmãozinho tá juntando grana pra Comprar um apartamento e me deixar na mão", brincou Leire. "Que malvado ele é".
"Com certeza não é tanto assim...", disse Esther.
"Eu só quero um espaço, nada mais", respondi. "Bom, o que vocês vão fazer depois do jantar? Vão ficar pra ver umfilmeNão, a gente vai ver no meu quarto. Vamos te deixar na sua.", disse Leire. "A sala é toda sua."
"Então a sala vai ficar vazia, porque eu também não vou ficar. Vou pro meu quarto jogar.Fifa”, eu disse.
Terminei de jantar, a gente arrumou tudo rápido e fui pro meu quarto. Leire e Esther ficaram no quarto da minha irmã, e não soube delas por um bom tempo. Me acomodei na cama, liguei aPlayStatione mandei um bom jogo. Ganhei de 5 a 0, meu melhor recorde no videogame, nada mal.

Antes de passar pra próxima partida, decidi que tinha que ir no banheiro aliviar o passarinho. Passei pelo banheiro e, quando terminei, ia voltar pro meu quarto. Mas alguma coisa me parou, um barulho no meio da noite. Eram... gemidos. Não podia acreditar. Gemidos no quarto da minha irmã. Não era possível, será que tavam vendo um filme pornô? Isso eu não ia perder.

Me aproximei sem fazer muito barulho, tava curioso pra ver o filme. Normalmente minha irmã deixava a porta do quarto fechada. Mas naquela noite alguma coisa tinha acontecido e ela esqueceu de fechar, então consegui espiar. A primeira coisa que notei, da minha posição, é que a TV do quarto dela tava desligada. Talvez tivessem vendo o pornô no notebook... Não, o pornô elas mesmas tavam fazendo. Porra.

Consegui ver elas na cama da minha irmã. Não era muito larga, então tavam bem juntinhas, corpo colado no corpo. Devia fazer um tempinho já, porque quase não tinham roupa. Só a de baixo. Minha irmã tava com um conjunto de lingerie branco. E a Esther com um sutiã vermelho e uma calcinha fio dental da mesma cor. Peito contra peito, se pegando. Se acariciavam uma na outra.

"Leire... seu irmão vai nos ouvir...", gemeu a Esther, mas sem dar um descanso pros lábios da minha irmã.

"Tô nem aí... faz tempo que a gente espera por isso...", respondeu a Leire. A Esther se esgueirou pra beijar os peitos dela. "E com seus pais em casa não dá..."

"Mas se ele nos pegar..."

"Então que olhe", respondeu a Leire. Ela desceu e pegou os lábios da Esther de novo. "Quero fazer isso, Esther, de verdade..."

"Mas, você já fez isso antes?"

"Com uma garota não... e adoro que você seja a primeira", respondeu minha irmã.

Nem preciso dizer que meu pau tava duríssimo vendo aquela cena. Não é que eu tenha orgulho disso, claro, mas puta merda. Minha irmã se virava tão bem com a Esther que não parecia que era a primeira vez dela. experiência. Leire girou o corpo e colocou Esther debaixo dela. Tinha soltado o sutiã dela. Agora eu via minha irmã de costas, enquanto ela tirava o seu.
Não conseguia desviar o olhar. Leire se posicionou entre as pernas de Esther, levantou-as e puxou suavemente a calcinha fio dental dela para cima. Consegui ver rapidamente a bucetinha depilada da amiga da minha irmã antes de Leire colocar a cabeça no meio. O gemido dela me indicou que, de fato, minha irmã estava lambendo a vagina dela. Leire também tirou a calcinha, e da minha posição eu podia vê-la perfeitamente, com as pernas abertas, exibindo a bucetinha rosada dela. Lembrei das longas tardes que passei penetrando ela.
Tava difícil segurar a vontade de me juntar à festa. Mas não, não devia… mesmo que os gemidos de Esther fossem música para meus ouvidos, os sons da língua de Leire na buceta da amiga eram um coro, os movimentos das mãos dela se acariciando eram hipnóticos… observei aquela garotinha ter um orgasmo provocado pela minha irmã. Leire tava solta, e eu vi ela subir em cima de Esther rapidamente, abrindo as pernas sobre a cabeça dela e descendo devagar pra deixar ela chupar. Me afastei. Por um momento, achei que minha irmã tinha me descoberto. Mas os gemidos dela mostraram que ela ainda tava ávida por sexo. Espiei uma última vez e contemplei elas fazendo um 69 antes de ir pro meu quarto.
Mas não conseguia me concentrar. Tentava curtir a saga de comédias deFilme de Terror, mas era impossível pra mim. Toda hora vinha na minha cabeça a imagem da minha irmã com a amiga dela transando. E minha ereção não baixava. Eu tinha que ser decente, ou pelo menos tentar. Não devia me masturbar com aquela foto na cabeça. Então naquela noite eu não deveria bater uma. Olhei o relógio. Meia-noite. Porra, que noite mais longa.

“Oi…”

Levei um susto. Minha irmã Leire estava na porta do meu quarto. Não tinha se dado ao trabalho de se vestir. Mal estava de calcinha, enquanto o cabelo comprido dela caía tapando os peitos. Me recostei na cama.

“Oi”, respondi. “Sua amiga foi embora?”

“Não, tá dormindo”, respondeu Leire suavemente. “Ela tá… cansada.”

“Imagino. Vocês estudam muito.”

“Não. Por causa do sexo”, disse Leire. “Não se faz de bobo. Sabe que a gente passou duas horas nessa pegada.”

“Eu não sabia que…”

“Te vi espiando pela porta”, ela disse. O estranho é que não parecia brava. “Achei que tinha imaginado, mas te vi. Não percebeu?”

“Desculpa.”

“Não. Quer dizer, não se desculpa”, ela disse. “Não vou ficar puta. Que besteira… Você já me viu fazer mais coisas. E já fez mais coisas comigo”, riu Leire. Sentou na minha cama. “Mas não sou tão burra de contar pra Esther que você nos viu, claro.”

“Valeu.”

“Acho que tenho que te contar uma coisa. Esther…”

“Escuta, não precisa me contar nada que não quiser”, falei. “Se você curte garotas…”

“Não, não é tão simples, tá?”, a voz suave dela me encantava. Meus olhos pousaram um instante nos peitos dela. Dava pra ver um pouco do bico. “Esther… ébi— Quando ela me contou, foi meio brusca. Me comeu a boca na hora — riu. — E sei lá, me surpreendeu que não foi algo desagradável, ela beijava muito bem. Isso foi uns dias atrás. A gente tinha pensado em... experimentar, já que ela era virgem — explicou. — E na casa dela é impossível, então pensei em aproveitar a viagem da mamãe pra trazer ela aqui, e testar...

— Já entendi. Beleza. Não vou atrapalhar nada... Vocês são livres pra fazer o que quiserem. Você sempre vai ser minha irmãzinha — falei.

Leire se apoiou em cima de mim. Passei um braço sobre ela e a puxei pra perto. Era meio estranho, por tudo aquilo proibido que a gente tinha feito, mas eu amava muito minha irmã e ela gostar de mulheres não ia mudar isso. Dei um beijinho na testa dela. Nessa hora, os cabelos dela escorregaram, mostrando os peitos lindos dela no ar. Ela nem se preocupou em se cobrir.

— Sabe? Você ter nos visto antes... me excitou. Gostei de saber que você ficou olhando.

— Prometo que não vai se repetir — falei. — Devia se cobrir, vai pegar um resfriado...

— Sou um monstro...

— Leire, que isso?

— Sou uma pessoa horrível...

— O que você tá dizendo?

— Me excita que meu próprio irmão me veja transando... E não consegui evitar... Nunca te contei, mas nunca transei com outro cara, sabe? Não teve outro depois de você...

— Ei...

— Lembro muito de quando você me comia...

Eu a calei com um beijo. Não consegui segurar o impulso. Não foi um beijo forte. Fui bem delicado. Acariciei as bochechas dela. Senti que ela ficou tensa, mas logo relaxou. Parei finalmente.

— A gente nunca chegou a conversar sobre parar de se ver, Leire. Simplesmente aconteceu. Talvez a gente devesse ter dito que ia parar.

— E se eu não quiser parar? — ela me olhou com os olhos brilhando.

— Você sabe que é errado.

— Você não me respondeu.

— Você tem sua amiga dormindo na sua cama, recém-comida... — falei.

— E você não me responde — ela sorriu, e dessa vez foi ela quem me beijou. — Não devia ter parado de vir te ver... eu amava o que você me fazia. fazia…”
“Se sua amiga nos pegar…”
“EstherSabe.O que rolou entre a gente… só te lembrando que foi ela quem me amarrou naquela tarde pra você… se ela nos pegar… acho que ia querer entrar na brincadeira”, e deu risada.

Sem falar mais nada, ela se jogou em cima de mim. A língua dela foi atrás da minha. Passei a mão no corpo todo dela e tirei a calcinha. Massageei a bunda dela, as nádegas, acariciei o cu dela. A gente tava solto. Só mais uma última vez, uma única vez… Virei pra ficar por cima dela. Tirei a camiseta enquanto ela abria o botão da minha calça.

“Mmmmm… que durinho que ele tá”, ela sussurrou enquanto passava a mão no meu pau por cima da cueca. Ela puxou o pano pra baixo, e tava apontando direto pra carinha dela. “Você tem certeza que quer fazer isso?”

“Sim… quero fazer.”

E naquele momento ela colocou as mãos nas minhas nádegas e me puxou pra perto. Abriu a boca, recebendo meu pau lá dentro. A língua dela brincou com a minha cabeça, os lábios quentinhos envolveram minha ereção inteira. Fui devagar, e ela soltou minha bunda, deixando eu meter na boquinha dela. Minha irmãzinha fazendo aquilo, sempre parecia impossível que alguém com uma cara tão inocente curtisse essas putarias.

Senti ela passando a mão no meu saco enquanto continuava cuidando direitinho do meu pau. Acelerei um pouco mais as metidas.

“Adoro ver que você também tava com vontade…” ela falou numa pausa. As mãos dela continuaram trabalhando no meu pau. “Será que… dá pra você gozar na minha mão? Tô achando difícil…”

“Leire, não posso te obrigar a nadaaaaaaaah” suspirei quando ela começou a bater uma punheta gostosa com as duas mãos. Porra… eu gostava mais quando ela chupava, mesmo sem gozar, mas naquele ritmo… antes que eu percebesse, gozei. Sujei a cara dela, os peitos dela… sempre me perguntei como uma coisa tão nojenta quanto porra podia ficar bonita numa cara.

“Deixa…”, ela falou, e levou meu pau de volta pra boca. Erro dela, gozei mais um pouco. Mas ela não parou até meu pau ficar bem limpinho. “O que a gente faz agora?”, ela perguntou.

“Você devia… se lavar…”, falei enquanto via ela se esfregando. os peitos, esfregando meu sêmen neles.
“Sinceramente, no rosto é chato… Você tem algo pra me limpar?”
Peguei uns lenços da gaveta e ajudei ela a limpar o rosto.
“Você é um tarado. Olha como ela já tá dura de novo”, riu Leire. Meu pau tava duro mais uma vez. “Vamos, maninho. Faz tempo que não sinto você dentro de mim.”
“Você não quer que eu coma sua…?”
“Isso a Esther já fez, e muito bem. Mas você tem algo que ela não tem”, ela disse. Deitei na cama e Leire ficou por cima de mim. Ela apontou minha ereção pra ela. Se deixou cair, enfiando meu pau inteiro. Não lembrava como era bom estar dentro dela. Ela ficou parada por um momento. Sorria.
“Adoro”, sussurrou. “Você também gosta?”
“Muito… Leire, a gente podia parar por aqui…”, ela se assustou. “Fazer de novo outro dia, quando estivermos sozinhos… A Esther pode nos descobrir…”
“O que vocês estão fazendo?”
Com certeza eu tinha invocado ela, mas da minha posição dava pra ver a Esther espiando pela porta. Sem discrição nenhuma, sem olhar pela fresta. Ela entrou pela porta. A garota não tinha se dado ao trabalho de se vestir, e estava completamente nua.
“Leire… você me disse que isso tinha acabado…”, ela falou. Parecia chateada, mas não escandalizada.
“Vem”, disse minha irmã. Estendeu a mão pra ela. Fiquei surpreso ao ver a amiga dela subir também na cama. “Você não mentiu quando disse que era virgem?”, Esther balançou a cabeça. “Que tal se hoje você também estrear com um cara?”
“Leire… isso é estranho…”, falei.
“Você é um cara hétero, vai negar foder com duas minas?”, ela perguntou.
“Ela não quer…”
“E por que eu não quero?”, perguntou Esther. “É gostoso isso que você faz?”
Como resposta, minha irmã fechou os olhos e se deixou levar. Subiu e desceu várias vezes no meu corpo, gemeu de prazer, e eu mesmo tava excitado. Esther se deitou sobre meu corpo, olhando como eu penetrava minha irmã. O olhar dela parecia fixo no ponto onde meu pau sumia dentro da Buceta da minha irmã.
Enquanto Leire subia e descia na minha ereção, envolvi Esther com um braço e comecei a acariciar um peito dela. Estava molinho, e parecia que ela tava gostando. Ela me olhou e me deu um beijo meio com medo. Gostei dos lábios dela, e do som dos gemidos da Leire mostrando que tava com tesão. Minha mão deslizou suave do peito de Esther pra buceta dela e explorei com cuidado. Que surpresa tive ao ver que tava completamente encharcada.

“Aaaaah… eu gosto… mais… mais…”, pediu enquanto meus dedos brincavam de entrar e sair da bucetinha rosada dela.

“Esther… Leire… eu vou…”, não consegui terminar a frase e gozei de repente, enchendo a buceta da minha irmã com meu esperma. Ela se mexeu um pouco mais, aproveitando os últimos momentos do orgasmo dela. “Valeu…”

“Não precisa agradecer”, disse Leire. “Vem, Esther”.

A amiga obedeceu, e eu fiquei besta vendo a garota limpar os restos do meu esperma da buceta da minha irmã com a língua. Leire acariciou a cabeça dela enquanto fazia isso. Depois se aninharam em volta do meu pau, e Leire começou a mostrar pra ela como chupar.

“Isso ele adora”, afirmou e começou a fazer círculos na minha glande com a língua antes de engolir. “Vai, me mostra como você consegue fazer”.

E deixou Esther chupando meu pau por uns minutos antes da garota se ajoelhar de quatro na minha frente. Fiquei atrás dela e com um empurrãozinho suave comecei a foder ela, segurando na cintura. Leire se colocou debaixo dela por um momento e eu soube que estavam se beijando enquanto eu tava comendo Esther.

“Eu gosto… adoro, é maravilhoso…”, gemeu Esther. Senti vontade de segurar ela pelas tranças, mas me segurei.

Leire se mexeu e chegou perto de mim com as pernas abertas. Sorri. Puxei as pernas de Esther até a pélvis dela ficar apoiada no colchão, e continuei fodendo ela enquanto Leire colocava a bucetinha dela na minha cara pra eu chupar. Adorava o gosto dos sucos dela, e continuei devorando enquanto comia a amiga dela. Embora talvez desde aquele momento ela também fosse minha amiga.

Enchi aquela buceta de porra. Vi escorrendo enquanto ela se recomponha do sexo que a gente tinha tido. Leire sorriu. Ela também tinha gozado, graças à minha língua.

"Você podia ter me proposto isso logo de cara", disse Esther. Tava deitada em cima de mim, acariciando meu pau.

"Acho que foi melhor improvisar", respondeu Leire. Tava deitada do meu outro lado, também cuidando do meu pau.

"Mas a gente precisa falar sobre limites", lembrei elas. Eu tava ocupado com os peitos das duas.

"Limites, sim... um fim de semana sem a mãe, e um canal pornô que pode nos dar muitas ideias", disse Leire.

Os limites estavam claros.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas

Sara, namorada transexual(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em rola de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bixsexual (ou parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga

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