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Tarde proibida com a irmãzinha
(Outra) tarde proibida com a irmãzinha
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Já contei por aqui como minha irmãzinha Leire e eu começamos a ter relações incestuosas. Algo que no começo não me convencia, mas acabei seduzido pelos encantos naturais da minha irmã mais nova. A gente combinou de evitar a presença da minha mãe quando quiséssemos dar vazão aos nossos desejos carnais. Muitas noites a gente se enfiava no quarto um do outro pra curtir nossas perversões.
Mas no fim, virou algo tão rotineiro que a gente foi deixando de lado aos poucos. Em algumas dessas noites fugazes, acabávamos não fazendo nada além de dormir, e cada vez era menos frequente a gente se procurar pra sentir o corpo do outro. Então, sem precisar falar nada, abandonamos a parte incestuosa da nossa relação e voltamos a ser só irmão e irmã.
Foi há pouco tempo que a chama reacendeu, mas com certeza de um jeito bem fora do comum. Foi num fim de semana recente. Eu tava voltando pra casa quando minha mãe me ligou. Disse que tinha uma viagem de trabalho, que ia passar o fim de semana inteiro fora, pra eu cuidar da Leire, etc. Desejei boa viagem e um tempinho depois já tava em casa.
"Oi!", cumprimentei, mas não tinha ninguém em casa.
Bom, então tinha que fazer alguma coisa. Fui pra sala e comecei a procurar algo pra ver. Na programação normal, nada. Fui atrás de canais mais picantes. Talvez desse tempo de ver um filme pornô antes da minha irmãzinha chegar. É engraçado, apesar de tudo que a gente já tinha feito, eu ia ficar com vergonha se ela me visse.
E ainda bem que não achei nada, porque de repente a porta da rua bateu. Minha irmãzinha, claro. Mas não ouvi uma voz, e sim duas. Merda, minha irmã com companhia. Não era uma reclamação… bom, era. Só que se não tinha mais ninguém em casa e a Leire tava com alguém pra conversar, eu ia ficar sozinho.
"Oi, irmãozinho querido", disse a Leire, entrando na sala. "Você já conhece a Esther, “É verdade?”.
Me virei pra olhar ela. Esther… me lembrava de ter visto ela um dia lá em casa. Uma mina de corpo pequenininho. A pele muito pálida. O mais chamativo nela era que ela costumava pintar o cabelo de cores diferentes, como naquele dia, que tava roxo preso numa trança. E os peitos dela… não eram muito grandes, mas a camiseta folgada que ela usava me mostrava o decote.
“Oi, beleza?”, perguntei. Não prestei muita atenção mesmo.
“Você é um sem graça”, brincou a Leire. “Vai nos pagar um jantar?”
“Não sou o Banco Central”, falei.
“Tá vendo? Um sem graça”, disse a Leire, zoando. “Anda, pega”, ela me estendeu uma nota de dez. “Vamos pedir comida chinesa pra jantar?”
“Tô dentro. Se a Esther curtir…”
“Ehhh… eu curto”, ela falou. Que vozinha mais doce ela tinha.
“Então beleza. Pede logo”, ordenou minha irmã. Ela tava mandona, mas não tava a fim de discutir.
Me mandei pro sofá pra deixar o sofá livre pra elas duas. Ficaram aquele tempo todo mais vidradas no celular do que em mim, ou até na TV. Dava pra ouvir elas falando dos caras que tinham no Instagram e não sei mais o quê. Umas bobeiras que não me interessavam, já que eu tinha deletado todas as redes sociais. Tava de saco cheio.
Percebi uma parada estranha quando levantei pra abrir a porta pro entregador. A Esther ficava me encarando muito. Ou pelo menos me pareceu. De qualquer forma, paguei e deixei a comida na mesa enquanto a Leire trazia pratos pra servir. A Esther continuava me olhando.
“Então, e as aulas, como tão?”, perguntei.
“Tão indo bem. Ainda bem que tenho essa menina dos céus pra me dar uma força”, respondeu a Leire. Vi a Esther ficar vermelha e baixar o olhar de leve. “E aí, como tão as coisas no escritório?”
“Tô de saco cheio deles”, ri. “Mas fazer o quê, já é fim de semana e posso esquecer esses babacas.”
“O… o que você faz?”, perguntou a Esther. Sério, que voz mais doce.
“Auxiliar administrativo num escritório”, respondi. “Nada muito empolgante, mas paga as contas.”
“Meu irmãozinho tá juntando grana pra Comprar um apartamento e me deixar na mão", brincou Leire. "Que malvado ele é".
"Com certeza não é tanto assim...", disse Esther.
"Eu só quero um espaço, nada mais", respondi. "Bom, o que vocês vão fazer depois do jantar? Vão ficar pra ver umfilmeNão, a gente vai ver no meu quarto. Vamos te deixar na sua", disse Leire. "A sala é toda sua".
"Pois a sala vai ficar vazia porque eu também não vou ficar. Vou pro meu quarto jogar.Fifa”, falei.
Terminei de jantar, a gente arrumou tudo rapidinho e fui pro meu quarto. Leire e Esther ficaram no quarto da minha irmã, e não soube delas por um bom tempo. Me acomodei na cama, liguei aPlayStatione mandei bem na partida. Ganhei de 5 a 0, meu melhor recorde no videogame, nada mal.
Antes de passar pra próxima partida, decidi que tinha que ir no banheiro aliviar o passarinho. Passei pelo banheiro e, quando terminei, ia voltar pro meu quarto. Mas alguma coisa me parou, um barulho no meio da noite. Eram… gemidos. Não acreditei. Gemidos no quarto da minha irmã. Não podia ser, será que tavam vendo um pornô? Isso eu não ia perder.
Me aproximei sem fazer muito barulho, tava curioso pra ver o filme. Normalmente minha irmã deixava a porta do quarto fechada. Mas naquela noite alguma coisa aconteceu e ela esqueceu, de um jeito que eu consegui espiar. A primeira coisa que notei, da minha posição, é que a TV do quarto dela tava desligada. Talvez tivessem vendo o pornô no notebook… Não, o pornô elas mesmas tavam fazendo. Porra.
Consegui ver elas na cama da minha irmã. Não era muito grande, então tavam bem juntinhas, corpo colado no corpo. Deviam tar nisso há um tempinho, porque quase não tinham roupa. Só a de baixo. Minha irmã tava com um conjunto de lingerie branco. E a Esther com um sutiã vermelho e uma calcinha fio dental da mesma cor. Peito contra peito, se agarrando e se beijando.
"Leire… seu irmão vai nos ouvir…", gemeu a Esther, mas sem dar um descanso pros lábios da minha irmã.
"Tô nem aí… a gente esperou muito tempo…", respondeu a Leire. A Esther deslizou pra beijar os peitos dela. "E com seus pais em casa a gente não pode…"
"Mas se ele nos pegar…"
"Então que olhe", respondeu a Leire. Ela desceu e pegou os lábios da Esther de novo. "Quero fazer isso, Esther, de verdade…"
"Mas, você já fez isso antes?"
"Com uma garota não… e adoro que você seja a primeira", respondeu minha irmã.
Nem preciso dizer que meu pau tava durasso vendo aquela cena. Não é que eu tenha orgulho disso, claro, mas puta merda. Minha irmã se virava tão bem com a Esther que não parecia que era a primeira vez dela. experiência. Leire virou o corpo e colocou Esther debaixo dela. Tinha soltado o sutiã dela. Agora eu via minha irmã de costas, enquanto ela tirava o seu.
Não conseguia desviar o olhar. Leire se colocou entre as pernas de Esther, levantou-as e puxou suavemente a calcinha fio dental dela para cima. Consegui ver rapidamente a bucetinha depilada da amiga da minha irmã antes de Leire enfiar a cabeça no meio. O gemido dela me indicou que, de fato, minha irmã estava lambendo a boceta dela. Leire também tirou a calcinha, e da minha posição eu podia vê-la perfeitamente, com as pernas abertas, exibindo a bucetinha rosada dela. Lembrei das longas tardes que passei penetrando ela.
Eu me segurava muito para não ceder ao desejo de me juntar à festa. Mas não, não devia... apesar de os gemidos de Esther serem música para meus ouvidos, os sons da língua de Leire na boceta da amiga eram um coro, os movimentos das mãos dela se acariciando eram hipnóticos... observei aquela garotinha ter um orgasmo provocado pela minha irmã. Leire estava solta, e eu a vi subir em cima de Esther rapidamente, abrindo as pernas sobre a cabeça dela e descendo devagar para deixar que a outra a chupasse. Recuei. Por um momento, achei que minha irmã tinha me descoberto. Mas os gemidos dela mostraram que ela continuava ávida por sexo. Espiei pela última vez e as vi fazendo um 69 antes de ir para o meu quarto.
No entanto, não conseguia me concentrar. Tentava aproveitar a saga de comédias deFilme de Terror, mas era impossível pra mim. Toda hora vinha na minha cabeça a imagem da minha irmã com a amiga dela transando. E minha ereção não baixava. Eu tinha que ser decente, ou pelo menos tentar. Não devia me masturbar com aquela foto na cabeça. Então, naquela noite, eu não deveria bater uma. Olhei o relógio. Meia-noite. Porra, que noite mais longa.
“Oi…”
Levei um susto. Minha irmã Leire estava na porta do meu quarto. Não tinha se dado ao trabalho de se vestir. Mal estava de calcinha, enquanto o cabelo longo dela caía tapando os peitos. Me recuei na cama.
“Oi”, respondi. “Sua amiga foi embora?”
“Não, tá dormindo”, respondeu Leire suavemente. “Ela tá… cansada.”
“Imagino. Vocês estudam muito.”
“Não. Por causa do sexo”, disse Leire. “Não se faz de bobo. Sabe que a gente passou duas horas nessa.”
“Eu não sabia que…”
“Te vi espiando pela porta”, ela disse. O estranho é que não parecia brava. “Pensei que tinha imaginado, mas te vi. Não percebeu?”
“Desculpa.”
“Não. Quer dizer, não se desculpa”, ela disse. “Não vou ficar brava. Que besteira… Você já me viu fazer mais coisas. E já fez mais coisas comigo”, riu Leire. Sentou na minha cama. “Mas não sou tão idiota a ponto de contar pra Esther que você nos viu, claro.”
“Valeu.”
“Acho que tenho que te contar uma coisa. Esther…”
“Escuta, não precisa me contar nada que não quiser”, falei. “Se você gosta de garotas…”
“Não, não é tão simples, tá?”, a voz suave dela me encantava. Meus olhos pousaram um instante nos peitos dela. Dava pra ver um pouco do mamilo. “Esther… ébi— Quando ela me confessou, foi meio brusca. Me comeu de boca na hora — riu. — E sei lá, me surpreendeu que não foi nada desagradável, ela beijava muito bem. Isso foi uns dias atrás. A gente tinha pensado em… experimentar, já que ela era virgem — me explicou. — E na casa dela é impossível, então pensei em aproveitar a viagem da mãe pra trazer ela aqui, e testar…
— Já entendi. Beleza. Eu não vou atrapalhar nada… Vocês são livres pra fazer o que quiserem. Você sempre vai ser minha irmãzinha — falei.
Leire se apoiou em cima de mim. Passei um braço sobre ela e a puxei pra perto. Era meio estranho, por tudo aquilo proibido que a gente tinha feito, mas eu amava muito minha irmã e ela gostar de mulheres não ia mudar isso. Dei um beijinho na testa dela. Nessa hora, os cabelos dela escorregaram, mostrando os peitos lindos dela no ar. Ela nem se preocupou em se cobrir.
— Sabe? Você ter nos visto antes… me excitou. Gostei de saber que você ficou olhando.
— Prometo que não vai se repetir — falei. — Devia se cobrir, vai pegar um resfriado…
— Eu sou um monstro…
— Leire, que isso?
— Sou uma pessoa horrível…
— O que você tá dizendo?
— Me excita saber que meu próprio irmão me vê transando… E não consegui evitar… Nunca te contei, mas nunca transei com outro cara, sabe? Não teve mais ninguém depois de você…
— Ei…
— Lembro muito de quando você me comia…
Eu a calei com um beijo. Não consegui segurar o impulso. Não foi um beijo forte. Fui bem delicado. Acariciei as bochechas dela. Senti que ela ficou tensa, mas logo relaxou. Parei finalmente.
— A gente nunca chegou a conversar sobre parar de se ver, Leire. Simplesmente aconteceu. Talvez a gente devesse ter dito que ia parar.
— E se eu não quiser parar? — ela me olhou com os olhos brilhando.
— Você sabe que é errado.
— Você não me respondeu.
— Você tem sua amiga dormindo na sua cama, recém-comida… — falei.
— E você não me responde — ela sorriu, e dessa vez foi ela quem me beijou. — Não devia ter parado de vir te ver… eu amava o que você fazia comigo. fazia…”
“Se sua amiga nos pegar…”
“EstherSabe.O que rolou entre a gente… só te lembrando que foi ela quem me amarrou naquela tarde pra você… se ela nos pegar… acho que ia querer entrar na brincadeira”, e deu uma risada.
Sem falar mais nada, ela partiu pra cima de mim. A língua dela foi atrás da minha. Passei a mão no corpo todo dela e tirei a calcinha. Massageei a bunda dela, as nádegas, acariciei o cuzinho. A gente tava solto. Só mais uma última vez, uma única vez… Virei pra ficar por cima. Tirei a camiseta enquanto ela abria o botão da minha calça.
“Mmmmm… que durinho que ele tá”, ela sussurrou enquanto passava a mão no meu pau por cima da cueca. Ela puxou o pano pra baixo, e ele apontava direto pra carinha dela. “Tem certeza que quer fazer isso?”
“Sim… quero fazer.”
E naquele momento ela colocou as mãos nas minhas nádegas e me puxou pra perto. Abriu a boca, recebendo meu pau lá dentro. A língua dela brincou com a minha cabeça, os lábios quentes envolveram minha ereção inteira. Fui devagar, e ela soltou minha bunda, deixando eu meter na boquinha dela. Minha irmãzinha fazendo aquilo, sempre me parecia impossível que alguém com uma cara tão inocente topasse essas putarias.
Senti ela passar a mão no meu saco enquanto continuava cuidando direitinho do meu pau. Acelerei um pouco mais as metidas.
“Gosto de ver que você também tava com vontade…” ela falou numa pausa. As mãos dela continuaram trabalhando no meu pau. “Será que… dá pra você gozar na mão? Tô com dificuldade…”
“Leire, não posso te obrigar a nadaaaaaaaah” suspirei quando ela começou a bater uma punheta gostosa com as duas mãos. Porra… eu gostava mais quando ela chupava, mesmo que eu não gozasse, mas naquele ritmo… antes de perceber, gozei. Sujei a cara dela, os peitos dela… sempre me perguntei como uma coisa tão nojenta quanto porra podia ficar bonita num rostinho.
“Deixa…”, ela falou, e levou minha ereção de volta pra boca. Erro dela, gozei mais um pouco. Mas ela não parou até meu pau ficar bem limpinho. “O que a gente faz agora?”, perguntou.
“Você devia… se lavar…”, falei enquanto via ela se esfregando. os peitos, esfregando meu sêmen neles.
"Pra ser sincero, no rosto é chato... Tem alguma coisa pra eu me limpar?"
Peguei uns lenços da gaveta e ajudei ela a limpar o rosto.
"Seu tarado. Olha como você já tá de novo", riu Leire. Meu pau tava duro outra vez. "Vem, maninho. Faz tempo que não sinto você dentro de mim."
"Você não quer que eu te coma a...?"
"Isso a Esther já fez, e muito bem. Mas você tem uma coisa que ela não tem", ela disse. Me deitei na cama e Leire ficou por cima de mim. Ela apontou minha ereção pra ela. Se deixou cair, enfiando todo o meu pau. Não lembrava como era bom estar dentro dela. Ficou parada um momento. Sorria.
"Adoro", sussurrou. "Você também gosta?"
"Demais... Leire, a gente podia parar por aqui...", ela se assustou. "Fazer de novo outro dia, quando estivermos sozinhos... A Esther pode nos descobrir..."
"O que vocês tão fazendo?"
Com certeza eu tinha invocado ela, mas da minha posição dava pra ver a Esther espiando pela porta. Sem discrição nenhuma, sem olhar pela fresta. Ela entrou pela porta. A garota não tinha se dado ao trabalho de se vestir, e tava completamente nua.
"Leire... você me disse que isso tinha acabado...", ela falou. Parecia chateada, mas não escandalizada.
"Vem", disse minha irmã. Estendeu a mão pra ela. Eu me surpreendi ao ver a amiga dela subir também na cama. "Você não mentiu quando disse que era virgem?", Esther balançou a cabeça. "Que tal se hoje você também estrear com um cara?"
"Leire... isso é estranho...", falei.
"Você é um cara hétero, vai recusar fazer com duas minas?", ela perguntou.
"Ela não quer..."
"E por que eu não quero?", perguntou Esther. "É gostoso o que você faz?"
Como resposta, minha irmã fechou os olhos e se deixou levar. Subiu e desceu várias vezes no meu corpo, gemeu de prazer, e eu mesmo tava excitado. Esther se deitou sobre meu corpo, olhando como eu penetrava minha irmã. O olhar dela parecia fixo no ponto onde meu pau afundava dentro da Buceta da minha irmã.
Enquanto Leire subia e descia na minha ereção, enrolei um braço em volta da Esther e comecei a acariciar um peito dela. Estava molinho, e parecia que ela tava excitada. Ela me olhou e me deu um beijo meio com medo. Gostei dos lábios dela, e do som dos gemidos da Leire mostrando que tava com tesão. Minha mão deslizou suavemente do peito da Esther pra buceta dela e explorei com cuidado. Que surpresa tive ao ver que tava completamente encharcada.
“Aaaaah… eu gosto… mais… mais…”, pediu enquanto meus dedos brincavam de entrar e sair da bucetinha rosada dela.
“Esther… Leire… eu vou…”, não consegui terminar a frase e gozei de repente, enchendo a buceta da minha irmã com meu esperma. Ela se mexeu um pouco mais, aproveitando os últimos momentos do orgasmo dela. “Valeu…”
“Nem me agradece”, disse Leire. “Vem, Esther”.
A amiga obedeceu, e eu fiquei besta vendo a garota limpar os restos do meu esperma da buceta da minha irmã com a língua. Leire acariciou a cabeça dela enquanto fazia isso. Depois se aninharam em volta do meu pau, e Leire começou a mostrar pra ela como chupar.
“Isso aqui ele adora”, afirmou e começou a fazer círculos na minha glande com a língua antes de engolir. “Vai, me mostra como você consegue fazer”.
E deixou a Esther chupando meu pau por uns minutos até a garota se deitar de quatro na minha frente. Fiquei atrás dela e com um empurrãozinho comecei a meter, segurando na cintura dela. Leire se colocou debaixo dela por um momento e eu soube que estavam se beijando enquanto eu tava comendo a Esther.
“Eu gosto… adoro, é maravilhoso…”, gemeu Esther. Senti vontade de segurar ela pelas tranças, mas me segurei.
Leire se mexeu e veio na minha direção com as pernas abertas. Sorri. Puxei as pernas da Esther até ela ficar com a pélvis apoiada no colchão, e continuei metendo nela enquanto Leire colocava a bucetinha na minha cara pra eu chupar. Adorava o gosto dos sucos dela, e continuei devorando enquanto comia a amiga dela. Embora talvez desde aquele momento ela também fosse minha amiga.
Enchi aquela buceta de porra. Vi escorrendo enquanto ela se recomponha do sexo que a gente tinha tido. Leire sorriu. Ela também tinha gozado, graças à minha língua.
"Você podia ter me proposto isso logo de cara", disse Esther. Tava deitada em cima de mim, acariciando meu pau.
"Acho que foi melhor improvisar", respondeu Leire. Tava deitada do meu outro lado, também cuidando do meu pau.
"Mas a gente precisa falar sobre limites", lembrei elas. Eu tava ocupado com os peitos das duas.
"Limites, sim... um fim de semana sem a mãe, e um canal pornô que pode nos dar muitas ideias", disse Leire.
Os limites estavam claros.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada transexual(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia: troca de papéis com a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especialDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em rola de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso realizar essa tradução.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando)A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A namorada da minha filha
Meus amigos(continuando)Confissões delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite louca pra caralho
Aqui estão alguns contos curtos.
A garota do tremDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Por um erroDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me pediram um favor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia dela, fantasia dos doisDesculpe, não posso realizar essa tradução.Duas geraçõesDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Férias no hotelDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Três não é multidão, quatro é prazer.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A gostosa do estágio.
Tarde proibida com a irmãzinha
(Outra) tarde proibida com a irmãzinha
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Já contei por aqui como minha irmãzinha Leire e eu começamos a ter relações incestuosas. Algo que no começo não me convencia, mas acabei seduzido pelos encantos naturais da minha irmã mais nova. A gente combinou de evitar a presença da minha mãe quando quiséssemos dar vazão aos nossos desejos carnais. Muitas noites a gente se enfiava no quarto um do outro pra curtir nossas perversões.
Mas no fim, virou algo tão rotineiro que a gente foi deixando de lado aos poucos. Em algumas dessas noites fugazes, acabávamos não fazendo nada além de dormir, e cada vez era menos frequente a gente se procurar pra sentir o corpo do outro. Então, sem precisar falar nada, abandonamos a parte incestuosa da nossa relação e voltamos a ser só irmão e irmã.
Foi há pouco tempo que a chama reacendeu, mas com certeza de um jeito bem fora do comum. Foi num fim de semana recente. Eu tava voltando pra casa quando minha mãe me ligou. Disse que tinha uma viagem de trabalho, que ia passar o fim de semana inteiro fora, pra eu cuidar da Leire, etc. Desejei boa viagem e um tempinho depois já tava em casa.
"Oi!", cumprimentei, mas não tinha ninguém em casa.
Bom, então tinha que fazer alguma coisa. Fui pra sala e comecei a procurar algo pra ver. Na programação normal, nada. Fui atrás de canais mais picantes. Talvez desse tempo de ver um filme pornô antes da minha irmãzinha chegar. É engraçado, apesar de tudo que a gente já tinha feito, eu ia ficar com vergonha se ela me visse.
E ainda bem que não achei nada, porque de repente a porta da rua bateu. Minha irmãzinha, claro. Mas não ouvi uma voz, e sim duas. Merda, minha irmã com companhia. Não era uma reclamação… bom, era. Só que se não tinha mais ninguém em casa e a Leire tava com alguém pra conversar, eu ia ficar sozinho.
"Oi, irmãozinho querido", disse a Leire, entrando na sala. "Você já conhece a Esther, “É verdade?”.
Me virei pra olhar ela. Esther… me lembrava de ter visto ela um dia lá em casa. Uma mina de corpo pequenininho. A pele muito pálida. O mais chamativo nela era que ela costumava pintar o cabelo de cores diferentes, como naquele dia, que tava roxo preso numa trança. E os peitos dela… não eram muito grandes, mas a camiseta folgada que ela usava me mostrava o decote.
“Oi, beleza?”, perguntei. Não prestei muita atenção mesmo.
“Você é um sem graça”, brincou a Leire. “Vai nos pagar um jantar?”
“Não sou o Banco Central”, falei.
“Tá vendo? Um sem graça”, disse a Leire, zoando. “Anda, pega”, ela me estendeu uma nota de dez. “Vamos pedir comida chinesa pra jantar?”
“Tô dentro. Se a Esther curtir…”
“Ehhh… eu curto”, ela falou. Que vozinha mais doce ela tinha.
“Então beleza. Pede logo”, ordenou minha irmã. Ela tava mandona, mas não tava a fim de discutir.
Me mandei pro sofá pra deixar o sofá livre pra elas duas. Ficaram aquele tempo todo mais vidradas no celular do que em mim, ou até na TV. Dava pra ouvir elas falando dos caras que tinham no Instagram e não sei mais o quê. Umas bobeiras que não me interessavam, já que eu tinha deletado todas as redes sociais. Tava de saco cheio.
Percebi uma parada estranha quando levantei pra abrir a porta pro entregador. A Esther ficava me encarando muito. Ou pelo menos me pareceu. De qualquer forma, paguei e deixei a comida na mesa enquanto a Leire trazia pratos pra servir. A Esther continuava me olhando.
“Então, e as aulas, como tão?”, perguntei.
“Tão indo bem. Ainda bem que tenho essa menina dos céus pra me dar uma força”, respondeu a Leire. Vi a Esther ficar vermelha e baixar o olhar de leve. “E aí, como tão as coisas no escritório?”
“Tô de saco cheio deles”, ri. “Mas fazer o quê, já é fim de semana e posso esquecer esses babacas.”
“O… o que você faz?”, perguntou a Esther. Sério, que voz mais doce.
“Auxiliar administrativo num escritório”, respondi. “Nada muito empolgante, mas paga as contas.”
“Meu irmãozinho tá juntando grana pra Comprar um apartamento e me deixar na mão", brincou Leire. "Que malvado ele é".
"Com certeza não é tanto assim...", disse Esther.
"Eu só quero um espaço, nada mais", respondi. "Bom, o que vocês vão fazer depois do jantar? Vão ficar pra ver umfilmeNão, a gente vai ver no meu quarto. Vamos te deixar na sua", disse Leire. "A sala é toda sua".
"Pois a sala vai ficar vazia porque eu também não vou ficar. Vou pro meu quarto jogar.Fifa”, falei.
Terminei de jantar, a gente arrumou tudo rapidinho e fui pro meu quarto. Leire e Esther ficaram no quarto da minha irmã, e não soube delas por um bom tempo. Me acomodei na cama, liguei aPlayStatione mandei bem na partida. Ganhei de 5 a 0, meu melhor recorde no videogame, nada mal.
Antes de passar pra próxima partida, decidi que tinha que ir no banheiro aliviar o passarinho. Passei pelo banheiro e, quando terminei, ia voltar pro meu quarto. Mas alguma coisa me parou, um barulho no meio da noite. Eram… gemidos. Não acreditei. Gemidos no quarto da minha irmã. Não podia ser, será que tavam vendo um pornô? Isso eu não ia perder.
Me aproximei sem fazer muito barulho, tava curioso pra ver o filme. Normalmente minha irmã deixava a porta do quarto fechada. Mas naquela noite alguma coisa aconteceu e ela esqueceu, de um jeito que eu consegui espiar. A primeira coisa que notei, da minha posição, é que a TV do quarto dela tava desligada. Talvez tivessem vendo o pornô no notebook… Não, o pornô elas mesmas tavam fazendo. Porra.
Consegui ver elas na cama da minha irmã. Não era muito grande, então tavam bem juntinhas, corpo colado no corpo. Deviam tar nisso há um tempinho, porque quase não tinham roupa. Só a de baixo. Minha irmã tava com um conjunto de lingerie branco. E a Esther com um sutiã vermelho e uma calcinha fio dental da mesma cor. Peito contra peito, se agarrando e se beijando.
"Leire… seu irmão vai nos ouvir…", gemeu a Esther, mas sem dar um descanso pros lábios da minha irmã.
"Tô nem aí… a gente esperou muito tempo…", respondeu a Leire. A Esther deslizou pra beijar os peitos dela. "E com seus pais em casa a gente não pode…"
"Mas se ele nos pegar…"
"Então que olhe", respondeu a Leire. Ela desceu e pegou os lábios da Esther de novo. "Quero fazer isso, Esther, de verdade…"
"Mas, você já fez isso antes?"
"Com uma garota não… e adoro que você seja a primeira", respondeu minha irmã.
Nem preciso dizer que meu pau tava durasso vendo aquela cena. Não é que eu tenha orgulho disso, claro, mas puta merda. Minha irmã se virava tão bem com a Esther que não parecia que era a primeira vez dela. experiência. Leire virou o corpo e colocou Esther debaixo dela. Tinha soltado o sutiã dela. Agora eu via minha irmã de costas, enquanto ela tirava o seu.
Não conseguia desviar o olhar. Leire se colocou entre as pernas de Esther, levantou-as e puxou suavemente a calcinha fio dental dela para cima. Consegui ver rapidamente a bucetinha depilada da amiga da minha irmã antes de Leire enfiar a cabeça no meio. O gemido dela me indicou que, de fato, minha irmã estava lambendo a boceta dela. Leire também tirou a calcinha, e da minha posição eu podia vê-la perfeitamente, com as pernas abertas, exibindo a bucetinha rosada dela. Lembrei das longas tardes que passei penetrando ela.
Eu me segurava muito para não ceder ao desejo de me juntar à festa. Mas não, não devia... apesar de os gemidos de Esther serem música para meus ouvidos, os sons da língua de Leire na boceta da amiga eram um coro, os movimentos das mãos dela se acariciando eram hipnóticos... observei aquela garotinha ter um orgasmo provocado pela minha irmã. Leire estava solta, e eu a vi subir em cima de Esther rapidamente, abrindo as pernas sobre a cabeça dela e descendo devagar para deixar que a outra a chupasse. Recuei. Por um momento, achei que minha irmã tinha me descoberto. Mas os gemidos dela mostraram que ela continuava ávida por sexo. Espiei pela última vez e as vi fazendo um 69 antes de ir para o meu quarto.
No entanto, não conseguia me concentrar. Tentava aproveitar a saga de comédias deFilme de Terror, mas era impossível pra mim. Toda hora vinha na minha cabeça a imagem da minha irmã com a amiga dela transando. E minha ereção não baixava. Eu tinha que ser decente, ou pelo menos tentar. Não devia me masturbar com aquela foto na cabeça. Então, naquela noite, eu não deveria bater uma. Olhei o relógio. Meia-noite. Porra, que noite mais longa.
“Oi…”
Levei um susto. Minha irmã Leire estava na porta do meu quarto. Não tinha se dado ao trabalho de se vestir. Mal estava de calcinha, enquanto o cabelo longo dela caía tapando os peitos. Me recuei na cama.
“Oi”, respondi. “Sua amiga foi embora?”
“Não, tá dormindo”, respondeu Leire suavemente. “Ela tá… cansada.”
“Imagino. Vocês estudam muito.”
“Não. Por causa do sexo”, disse Leire. “Não se faz de bobo. Sabe que a gente passou duas horas nessa.”
“Eu não sabia que…”
“Te vi espiando pela porta”, ela disse. O estranho é que não parecia brava. “Pensei que tinha imaginado, mas te vi. Não percebeu?”
“Desculpa.”
“Não. Quer dizer, não se desculpa”, ela disse. “Não vou ficar brava. Que besteira… Você já me viu fazer mais coisas. E já fez mais coisas comigo”, riu Leire. Sentou na minha cama. “Mas não sou tão idiota a ponto de contar pra Esther que você nos viu, claro.”
“Valeu.”
“Acho que tenho que te contar uma coisa. Esther…”
“Escuta, não precisa me contar nada que não quiser”, falei. “Se você gosta de garotas…”
“Não, não é tão simples, tá?”, a voz suave dela me encantava. Meus olhos pousaram um instante nos peitos dela. Dava pra ver um pouco do mamilo. “Esther… ébi— Quando ela me confessou, foi meio brusca. Me comeu de boca na hora — riu. — E sei lá, me surpreendeu que não foi nada desagradável, ela beijava muito bem. Isso foi uns dias atrás. A gente tinha pensado em… experimentar, já que ela era virgem — me explicou. — E na casa dela é impossível, então pensei em aproveitar a viagem da mãe pra trazer ela aqui, e testar…
— Já entendi. Beleza. Eu não vou atrapalhar nada… Vocês são livres pra fazer o que quiserem. Você sempre vai ser minha irmãzinha — falei.
Leire se apoiou em cima de mim. Passei um braço sobre ela e a puxei pra perto. Era meio estranho, por tudo aquilo proibido que a gente tinha feito, mas eu amava muito minha irmã e ela gostar de mulheres não ia mudar isso. Dei um beijinho na testa dela. Nessa hora, os cabelos dela escorregaram, mostrando os peitos lindos dela no ar. Ela nem se preocupou em se cobrir.
— Sabe? Você ter nos visto antes… me excitou. Gostei de saber que você ficou olhando.
— Prometo que não vai se repetir — falei. — Devia se cobrir, vai pegar um resfriado…
— Eu sou um monstro…
— Leire, que isso?
— Sou uma pessoa horrível…
— O que você tá dizendo?
— Me excita saber que meu próprio irmão me vê transando… E não consegui evitar… Nunca te contei, mas nunca transei com outro cara, sabe? Não teve mais ninguém depois de você…
— Ei…
— Lembro muito de quando você me comia…
Eu a calei com um beijo. Não consegui segurar o impulso. Não foi um beijo forte. Fui bem delicado. Acariciei as bochechas dela. Senti que ela ficou tensa, mas logo relaxou. Parei finalmente.
— A gente nunca chegou a conversar sobre parar de se ver, Leire. Simplesmente aconteceu. Talvez a gente devesse ter dito que ia parar.
— E se eu não quiser parar? — ela me olhou com os olhos brilhando.
— Você sabe que é errado.
— Você não me respondeu.
— Você tem sua amiga dormindo na sua cama, recém-comida… — falei.
— E você não me responde — ela sorriu, e dessa vez foi ela quem me beijou. — Não devia ter parado de vir te ver… eu amava o que você fazia comigo. fazia…”
“Se sua amiga nos pegar…”
“EstherSabe.O que rolou entre a gente… só te lembrando que foi ela quem me amarrou naquela tarde pra você… se ela nos pegar… acho que ia querer entrar na brincadeira”, e deu uma risada.
Sem falar mais nada, ela partiu pra cima de mim. A língua dela foi atrás da minha. Passei a mão no corpo todo dela e tirei a calcinha. Massageei a bunda dela, as nádegas, acariciei o cuzinho. A gente tava solto. Só mais uma última vez, uma única vez… Virei pra ficar por cima. Tirei a camiseta enquanto ela abria o botão da minha calça.
“Mmmmm… que durinho que ele tá”, ela sussurrou enquanto passava a mão no meu pau por cima da cueca. Ela puxou o pano pra baixo, e ele apontava direto pra carinha dela. “Tem certeza que quer fazer isso?”
“Sim… quero fazer.”
E naquele momento ela colocou as mãos nas minhas nádegas e me puxou pra perto. Abriu a boca, recebendo meu pau lá dentro. A língua dela brincou com a minha cabeça, os lábios quentes envolveram minha ereção inteira. Fui devagar, e ela soltou minha bunda, deixando eu meter na boquinha dela. Minha irmãzinha fazendo aquilo, sempre me parecia impossível que alguém com uma cara tão inocente topasse essas putarias.
Senti ela passar a mão no meu saco enquanto continuava cuidando direitinho do meu pau. Acelerei um pouco mais as metidas.
“Gosto de ver que você também tava com vontade…” ela falou numa pausa. As mãos dela continuaram trabalhando no meu pau. “Será que… dá pra você gozar na mão? Tô com dificuldade…”
“Leire, não posso te obrigar a nadaaaaaaaah” suspirei quando ela começou a bater uma punheta gostosa com as duas mãos. Porra… eu gostava mais quando ela chupava, mesmo que eu não gozasse, mas naquele ritmo… antes de perceber, gozei. Sujei a cara dela, os peitos dela… sempre me perguntei como uma coisa tão nojenta quanto porra podia ficar bonita num rostinho.
“Deixa…”, ela falou, e levou minha ereção de volta pra boca. Erro dela, gozei mais um pouco. Mas ela não parou até meu pau ficar bem limpinho. “O que a gente faz agora?”, perguntou.
“Você devia… se lavar…”, falei enquanto via ela se esfregando. os peitos, esfregando meu sêmen neles.
"Pra ser sincero, no rosto é chato... Tem alguma coisa pra eu me limpar?"
Peguei uns lenços da gaveta e ajudei ela a limpar o rosto.
"Seu tarado. Olha como você já tá de novo", riu Leire. Meu pau tava duro outra vez. "Vem, maninho. Faz tempo que não sinto você dentro de mim."
"Você não quer que eu te coma a...?"
"Isso a Esther já fez, e muito bem. Mas você tem uma coisa que ela não tem", ela disse. Me deitei na cama e Leire ficou por cima de mim. Ela apontou minha ereção pra ela. Se deixou cair, enfiando todo o meu pau. Não lembrava como era bom estar dentro dela. Ficou parada um momento. Sorria.
"Adoro", sussurrou. "Você também gosta?"
"Demais... Leire, a gente podia parar por aqui...", ela se assustou. "Fazer de novo outro dia, quando estivermos sozinhos... A Esther pode nos descobrir..."
"O que vocês tão fazendo?"
Com certeza eu tinha invocado ela, mas da minha posição dava pra ver a Esther espiando pela porta. Sem discrição nenhuma, sem olhar pela fresta. Ela entrou pela porta. A garota não tinha se dado ao trabalho de se vestir, e tava completamente nua.
"Leire... você me disse que isso tinha acabado...", ela falou. Parecia chateada, mas não escandalizada.
"Vem", disse minha irmã. Estendeu a mão pra ela. Eu me surpreendi ao ver a amiga dela subir também na cama. "Você não mentiu quando disse que era virgem?", Esther balançou a cabeça. "Que tal se hoje você também estrear com um cara?"
"Leire... isso é estranho...", falei.
"Você é um cara hétero, vai recusar fazer com duas minas?", ela perguntou.
"Ela não quer..."
"E por que eu não quero?", perguntou Esther. "É gostoso o que você faz?"
Como resposta, minha irmã fechou os olhos e se deixou levar. Subiu e desceu várias vezes no meu corpo, gemeu de prazer, e eu mesmo tava excitado. Esther se deitou sobre meu corpo, olhando como eu penetrava minha irmã. O olhar dela parecia fixo no ponto onde meu pau afundava dentro da Buceta da minha irmã.
Enquanto Leire subia e descia na minha ereção, enrolei um braço em volta da Esther e comecei a acariciar um peito dela. Estava molinho, e parecia que ela tava excitada. Ela me olhou e me deu um beijo meio com medo. Gostei dos lábios dela, e do som dos gemidos da Leire mostrando que tava com tesão. Minha mão deslizou suavemente do peito da Esther pra buceta dela e explorei com cuidado. Que surpresa tive ao ver que tava completamente encharcada.
“Aaaaah… eu gosto… mais… mais…”, pediu enquanto meus dedos brincavam de entrar e sair da bucetinha rosada dela.
“Esther… Leire… eu vou…”, não consegui terminar a frase e gozei de repente, enchendo a buceta da minha irmã com meu esperma. Ela se mexeu um pouco mais, aproveitando os últimos momentos do orgasmo dela. “Valeu…”
“Nem me agradece”, disse Leire. “Vem, Esther”.
A amiga obedeceu, e eu fiquei besta vendo a garota limpar os restos do meu esperma da buceta da minha irmã com a língua. Leire acariciou a cabeça dela enquanto fazia isso. Depois se aninharam em volta do meu pau, e Leire começou a mostrar pra ela como chupar.
“Isso aqui ele adora”, afirmou e começou a fazer círculos na minha glande com a língua antes de engolir. “Vai, me mostra como você consegue fazer”.
E deixou a Esther chupando meu pau por uns minutos até a garota se deitar de quatro na minha frente. Fiquei atrás dela e com um empurrãozinho comecei a meter, segurando na cintura dela. Leire se colocou debaixo dela por um momento e eu soube que estavam se beijando enquanto eu tava comendo a Esther.
“Eu gosto… adoro, é maravilhoso…”, gemeu Esther. Senti vontade de segurar ela pelas tranças, mas me segurei.
Leire se mexeu e veio na minha direção com as pernas abertas. Sorri. Puxei as pernas da Esther até ela ficar com a pélvis apoiada no colchão, e continuei metendo nela enquanto Leire colocava a bucetinha na minha cara pra eu chupar. Adorava o gosto dos sucos dela, e continuei devorando enquanto comia a amiga dela. Embora talvez desde aquele momento ela também fosse minha amiga.
Enchi aquela buceta de porra. Vi escorrendo enquanto ela se recomponha do sexo que a gente tinha tido. Leire sorriu. Ela também tinha gozado, graças à minha língua.
"Você podia ter me proposto isso logo de cara", disse Esther. Tava deitada em cima de mim, acariciando meu pau.
"Acho que foi melhor improvisar", respondeu Leire. Tava deitada do meu outro lado, também cuidando do meu pau.
"Mas a gente precisa falar sobre limites", lembrei elas. Eu tava ocupado com os peitos das duas.
"Limites, sim... um fim de semana sem a mãe, e um canal pornô que pode nos dar muitas ideias", disse Leire.
Os limites estavam claros.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
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