Eram minhas primeiras vezes indo nos puteiros, não tinha namorada nem nada. Um dia conheci uma paraguaia, a Nancy. Transamos, paguei ela, e ela me perguntou onde eu morava. Eu quis falar um bairro qualquer e no fim nos despedimos. Passaram uns meses, no dia da primavera, sábado à noite, chego na fila do ônibus e vejo uma loira gostosa pra caralho... bem no ponto onde eu pego o busão. E quem era a loira? A Nanci. Ela me olhou, cumprimentei, conversamos um pouco. A verdade é que não podia acreditar na minha sorte de ver aquela bomba sexual de novo. Ela me passou o telefone dela e... tivemos um relacionamento de 5 anos. Pra ser sincero, com o diário de segunda-feira, o melhor teria sido não pedir o número dela. Talvez tivesse tido outro destino.
1 comentários - Destino da quebrada