Meu nome é Lorena, tenho 48 anos, fisicamente sou o que poderia ser considerado "normal" pra uma senhora da minha idade que já teve um filho e um casamento fracassado que acabou em divórcio anos atrás.
Nem alta nem baixa, nem gostosa nem feia, mais "cheinha" do que magra, isso nunca foi problema pro meu "ego", já que, tendo que trabalhar pra complementar a pensão, junto com os serviços de casa e o cuidado do meu único filho, me sobrava pouco tempo ou vontade de procurar um novo relacionamento.
Meu filho, Roberto, a alegria da casa, é um garoto de 18 anos, tímido, alto, magro, e seja por "amor de mãe" ou não, bem bonito.
Não podia ser mais feliz com ele, nunca deu trabalho com os estudos, educado, carinhoso, nada problemático ou rebelde, dava pra dizer que era, e é, a inveja de qualquer mãe.
Só um "porém", que é: excessivamente tímido e caseiro, eu gostaria que ele saísse mais de casa e conhecesse garotas, ou se relacionasse mais, percebendo que ele chegava a ficar vermelho (mesmo que de leve e sem ser muito evidente) com comentários ou brincadeiras de cunho erótico de alguma visita (principalmente da minha amiga Lúcia, que, apesar de ser uma excelente pessoa, super extrovertida, não tem vergonha de falar qualquer besteira que vem na cabeça), o que, mesmo sendo culpa do jeito retraído dele, eu temia que pudesse piorar com o tempo por causa da inexperiência dele com outras mulheres.
Fora esse pequeno "porém", que nunca chegou a ser uma preocupação, nossa vida não podia ser mais tranquila e feliz.
Só alguns "incidentes" começaram a mexer com essa "paz". Por exemplo, quando eu procurava alguma calcinha específica nas gavetas do meu criado-mudo, às vezes não achava por mais que virasse tudo de cabeça pra baixo, e dias depois aparecia no lugar dela.
Todo mundo já passou por isso de procurar algum objeto sem sucesso. Durante horas, acaba percebendo que estava bem debaixo do nariz dela, por isso não dava a mínima importância, mesmo que isso se repetisse com uma frequência exagerada.
Outras vezes, notava alguma “variação” minúscula, mas evidente, na arrumação da minha calcinha, coisa que também não encontrava explicação além dos meus próprios descuidos ao guardá-la.
Enfim, besteiras simples das quais não valia a pena se preocupar, a menos que estivesse muito entediada, e eu não tinha tempo pra isso.
Tudo virou de cabeça pra baixo quando aproveitei a ausência dele pra fazer uma “limpeza geral” na casa. Depois de limpar o quarto dele a fundo, decidi arrumar o guarda-roupa.
Notei um cobertor de inverno meio amassado e, ao mexer nele, senti “algo” caindo no chão.
Depois de fixar o olhar naquele “objeto”, petrificada, mal pude acreditar no que meus olhos viam: era… uma das minhas calcinhas!
Nem tive tempo de tentar adivinhar o motivo de uma das minhas calcinhas ter “chovido” do armário do meu filho, porque fiquei absorta olhando as “manchas” do que, por mais inocente que eu me fizesse, eram claros “borrões” de porra.
Quase com nojo, pegando-as por uma ponta com dois dedos, notei que estavam até meio úmidas.
Não encontrava explicação nenhuma pra aquilo, por mais óbvio que tivesse sido pra qualquer outra mulher que não fosse eu, já que, naquele quarto, só dormia uma pessoa que poderia tê-las sujado daquele jeito.
No final (era algo tão óbvio que não dava pra buscar outra explicação), não tive escolha a não ser admitir quem era o “culpado” daquelas “manchas”, mesmo que isso não me ajudasse a entender os “motivos” da presença das minhas calcinhas ali.
Entendia perfeitamente — embora nunca tivesse pensado nisso antes — que um garoto da idade dele se masturbasse (me veio à cabeça um “quem diria, com o tímido que ele parece”), mas não via sentido em usar umas calcinhas (nem Nem me atrevi a usar o pronome possessivo “meus”), em vez de um lenço de papel ou qualquer outra coisa para “se limpar”.
Assustada, deixei elas de volta no mesmo lugar, morrendo de vergonha só de imaginar pedir “explicações” cara a cara com as calcinhas sujas na mão.
Na nossa casa, sexo era um assunto “tabu”, então nem cogitava a possibilidade de ter uma “conversa” mãe/filho sobre algo tão constrangedor quanto as “punhetas” dele.
Quando ele voltou pra casa, foi difícil fingir que nada tinha acontecido, sentindo vergonha dele ao pensar nas “safadezas” que ele fazia na intimidade do quarto.
Sem poder fazer um “drama” daquilo, me incomodou o suficiente pra “desabafar” com a Lucía, minha melhor amiga e com quem eu podia dividir qualquer tipo de problema.
Lucía, da minha idade, casada, cuja amizade vem desde a infância, é uma mulher extrovertida, com quem tenho uma confiança tão absoluta que chego a contar até os casos ou traições dela com outros homens, então dificilmente aquela “besteira” que eu ia contar poderia deixá-la envergonhada.
Nos encontramos numa cafeteria e, depois das fofocas de praxe, contei o que tinha descoberto no quarto do meu filho, enfatizando que não entendia o uso de roupas íntimas nessas “práticas”.
- Lorena, você é boba, já faz tempo que venho te dizendo, mais inocente e acredita em Papai Noel. (Ela disparou depois de me ouvir com atenção).
- E isso?
- Vamos ver… as gavetas onde você guarda SUA lingerie reviradas… SUAS calcinhas escondidas no QUARTO dele, SUAS calcinhas manchadas com o SÊMEN dele… tá na cara!
- …?, não te entendo. (Minha cara devia ser um poema).
- Pois tá bem claro… seu filho se masturba fantasiando com você. (Ela disse com a mesma calma com que segundos depois pediu ao garçom um bolinho de merengue).
- Cê tá Louca? Como é que vai ser… “isso”? Além de ser mãe dele, tenho 48 anos e não sou modelo, né…
- Pode falar o que quiser, mas do jeito que você é inocente, aposto que nem percebeu como ele te olha.
- Me olhar? Claro que me olha, e fala comigo, e me beija, e me abraça, tudo o que você quiser, mas como qualquer filho com a mãe. Acho que a tonta aqui é você. Que maluquice passa pela sua cabeça!
- Ué, se fosse “fetichista”, roubaria calcinha das vizinhas ou compraria, fácil, não usaria a SUA.
- Bom… você sabe que ele é muito tímido, não consigo imaginá-lo comprando esse tipo de coisa, muito menos roubando.
- Então pronto. Fala o que quiser, Lorena, mas vai ver que eu tô certa. Se você realmente quer acreditar que ele usou SUAS calcinhas pra limpar o nariz porque não achou um lenço, é mais idiota do que eu pensava. Mas vamos lá… também não precisa dar tanta importância, essa atração pela mãe acontece com muitos garotos. Por que você acha que nós, “milf”, fazemos tanto sucesso entre eles?
Desconfortável com o rumo que aquilo estava tomando, mudei de assunto, mas não consegui parar de pensar no que ela disse.
Nervosa, continuei ouvindo minha amiga falar de outras coisas bestas, mas sem conseguir prestar atenção, enquanto minha mente viajava por “detalhes” que antes tinham passado “despercebidos”.
E é que, de fato, já tinha pego meu filho “me olhando”, não de forma descarada e óbvia, mas sim “daquele jeito” que toda mulher reconhece.
Lembrei também que, de vez em quando, com alguma desculpa meio sem pé nem cabeça, ele entrava no meu quarto enquanto eu trocava de roupa.
Sem ir longe, naquela mesma tarde, quando o abracei pra dar o beijo de despedida de sempre antes de sair pra conversar com a Lúcia, “sem querer” ele passou a mão na minha bunda, o que agora não estava me parecendo tão “sem querer”.
Apesar de todos os Indícios, aquilo continuava me parecendo impossível e cheguei a pensar que estava me deixando levar sem fundamento pelas "besteiras" da minha amiga. Voltei pra casa mais confusa do que quando saí, encontrando meu filho sentado no sofá vendo um jogo de futebol e tão "normal" como sempre, o que ajudou a me acalmar. Nos dias seguintes, desconfiada e alerta pra qualquer sinal que pudesse dar razão à Lucia, fiquei inquieta ao pegá-lo várias vezes com aquele "olhar" sobre meu corpo, principalmente quando, de costas pra ele, ele se achava a salvo de ser pego. Não eram "olhares" descaradamente obscenos, daqueles que até uma mãe teria dificuldade de ignorar, e, fora isso, também não notei nada de "estranho" nele, então acabei me convencendo de que era só "curiosidade" pelo corpo feminino e que eu tava dando importância demais pra algo que não tinha. Cheguei a deixar o assunto de lado sem nem tocar no assunto com a Lucia de novo, até que, uma tarde, depois de voltar exausta do trabalho e trocar de roupa pra vestir o vestido de "ficar em casa", me joguei no sofá onde meu filho tava sentado antes. Aquilo era normal, a TV ficava de frente pro sofá, sendo o lugar ideal tanto pra ver televisão quanto pra tirar um cochilo, e nunca tinha sido um problema pra ele que eu dormisse a soneca naquele sofá, colocando a cabeça num travesseiro e as pernas sobre o colo dele enquanto ele continuava vendo alguma série na TV. Exausta, não demorei a pegar no sono. Acordei com a boca seca, achei que tinha roncado, mas alguma coisa me "obrigou" a continuar de olhos fechados. Aterrorizada, senti uma mão quente deslizando, quase sem pressão, sobre minhas coxas. Sorrateiramente, mostrando claramente a intenção de não querer me "acordar", aquela mão deslizava sobre minhas coxas, centímetros pra cima, centímetros pra baixo, mas sempre um pouco mais pra cima do que pra baixo. de forma que cada vez se aproximava mais da minha buceta.
Por um momento pensei em dar um tapa no meu filho e acabar com aquilo, mas me aterrorizava a ideia de ter que pedir explicações depois sobre o que ele estava "fazendo" naqueles momentos, ainda mais ao perceber que, com a outra mão, ele tinha dado um jeito de levantar meu vestido o suficiente pra deixar minhas calcinhas à mostra.
Pode parecer "fácil" fingir que está dormindo, mas posso garantir que quando você sente a mão do seu próprio filho te acariciando e subindo centímetro por centímetro entre suas coxas em direção à sua buceta, não parece tão fácil assim.
Não conseguia acreditar no que estava acontecendo, e que eu não fosse capaz de impedir, ficando paralisada enquanto ele me acariciava daquele jeito tão inadequado.
Aquela mão, mesmo sem quase pressionar minha pele nua, e exalando um calor "gostoso", continuou de forma lenta mas inevitável em direção ao seu objetivo, me causando uma sensação de alarme e expectativa enormes.
Quando, depois de alguns "longos" segundos, aquela mão alcançou sua "meta", e eu senti ela sobre minha buceta, senti uma espécie de "choque" e não consegui evitar dar um pulo que assustou tanto ele quanto eu, fazendo com que ele a retirasse apressadamente e deixasse o vestido cair sobre minhas pernas.
Depois de perceber que eu tinha "acordado", com o rosto tão nervoso quanto de fingida inocência, ele disse:
- Você dormiu bem, mãe?
- Sim... Sim... Sim. Eu ronquei? O que você está fazendo? (Falei sem saber nem o que dizer)
- Você roncou um pouco, sim, mas... como eu estava vendo um documentário chato sobre a "rota da seda e o comércio atual da China com o ocidente", também não tem problema. (Me surpreendi ao ver como ele tinha encontrado a calma suficiente pra responder uma mentira daquelas sem piscar).
Dei um jeito de me levantar do sofá sem mostrar o nervosismo que me dominava por completo.
Tentei me recompor no meu quarto, tentando aceitar que, momentos Antes, meu filho tímido e "inocente" teria ousado se aproveitar de mim enquanto eu dormia, a ponto de levantar meu vestido para passar a mão nas minhas coxas ou tentar tocar na minha buceta.
Suspeitar que ele pudesse ter aproveitado antes meu costume de tirar soneca no sofá para me apalpar também não me ajudou a tentar assimilar o que aconteceu.
A simples ideia de "repreender" meu filho expondo fatos tão escabrosos como aqueles me sufocava por completo, então, sem ideia melhor, decidi ligar para a Lucía e marcar de encontrá-la para "desabafar".
Passei o resto do dia extremamente nervosa, tentando evitar cruzar o olhar com ele com medo de que percebesse minha agitação.
Tive muito trabalho para dormir sem conseguir tirar aquela preocupação da cabeça e virei mil vezes na cama.
Acordei horas depois sentindo meu corpo em plena "ebulição". Tinha sido vítima de um sonho erótico tão intenso que me provocou aquela sensação furiosa de excitação e até molhou minha calcinha.
Aterrorizada, relembrei as imagens e emoções daquele sonho tão intenso. Tinha sonhado com uma mão suave e quente percorrendo meu corpo, acariciando cada centímetro da minha pele, especialmente minhas coxas, peitos e buceta. Tinha ouvido uma voz conhecida que só podia me provocar ternura e amor, me dizendo que me desejava e me amava com todas as forças. Cheguei a me sentir penetrada e possuída pelo dono daquela voz cheia de amor e carinho. Podia ver o rosto feliz do meu filho enquanto me abraçava, me fazendo dele. "Lembrava" perfeitamente daquele rosto de felicidade e amor, por mais que "só" tivesse sido um sonho e que naqueles momentos eu estivesse acordada.
Indubitavelmente, tinha sido algo completamente inconsciente e involuntário, mas isso não diminuía a sensação de vergonha ou imoralidade por me sentir tão excitada a ponto de desejar "me tocar" e me aliviar, quando ainda não tinha conseguido tirar o "rosto" do meu filho da mente. Alterada por aquela sensação tão profunda e intensa, e ajudada pela intimidade e pelo segredo que as paredes do meu quarto guardavam, sem dar conscientemente essa ordem à minha mão, ela deslizou por baixo da calcinha molhada até alcançar meu clitóris já sensibilizado.
Uff, o prazer foi imediato. Nem precisei “salivar” o dedo com que acariciei meu clitóris, por causa da umidade mais que evidente da minha buceta.
Evitei pensar na possível “causa e efeito” entre as carícias roubadas no sofá naquela tarde e o sonho erótico que veio depois, por causa das repercussões perturbadoras que aquilo poderia ter.
Sem parar de me tocar, tentei imaginar o rosto de algum conhecido enquanto fantasiava que era ele quem me tocava, mas, inevitavelmente, acabava “lembrando” do rosto de felicidade e desejo do meu próprio filho.
Em alguns minutos, comecei a tremer, fechando as pernas sobre minha mão, sendo vítima de um orgasmo que me fez morder os lábios para segurar os gemidos.
Aliviada e sufocada, mal consegui dormir depois, “arrependida” e sem conseguir aceitar ou entender que tinha sido capaz de me masturbar com o rosto do meu filho na mente.
Dias depois, incapaz de confessar para minha melhor amiga algo que eu mesma não conseguia “perdoar”, por mais confiança que houvesse entre nós, me limitei a contar (sem muitos detalhes) que tinha pegado meu filho “acariciando” minhas pernas enquanto eu dormia.
— Viu? Não dizia que isso era “impossível”? Pois aí está a prova!
— É… pode ser que você tenha “um pouco” de razão, mas… isso não pode continuar assim, e o que eu faço? Sou incapaz de falar dessas “coisas” com ele, e ele nem imagina que eu sei. Saber que foi descoberto numa situação dessas…
— Também não aconteceu nada tão grave assim, que importância têm umas “pequenas” carícias? Quantas gostariam de ter só esses problemas com os filhos, é só olhar os desastres que a gente vê na rua. Claro, você vê tudo muito fácil, mas eu tô com medo. Se eu botar um ponto final, posso causar um drama, e se não botar... até onde ele pode ir?
- Ha, ha, ha. O que seu filho precisa é que "alguém" "transforme" ele num homem e tire essas bobagens da cabeça.
- Quem me dera!, mas acho difícil com o jeito retraído que ele é.
- Pois pra se masturbar com SUAS calcinhas, ele não parece tão tímido, não.
- Bom... é diferente, imagino que em casa comigo ele se sinta mais "protegido".
- Pois se você não ajudar ele a arrumar uma "namorada", a coisa vai ficar feia.
- Eu?, ha, ha, ha. Como é que vou fazer de "cafetina" do meu filho?
- Eu poderia "ajudar". Ha, ha, ha. (Ela me piscou o olho)
- Ajudar? como?
- Olha... as coisas como são... seu filho é muito gostoso e tem boa aparência... um verdadeiro "tesão" ... ninguém recusa um doce...
- …?
- Que eu mesma poderia "fazer dele um homem"
Levei uns segundos pra entender o que ela queria dizer, e depois de compreender, conhecendo o jeito extrovertido da minha amiga, fiquei na dúvida se ela tava brincando ou não.
- Com você?... sei não... como?...
- Tá claro que ele curte milf, tenho sua idade... fica tranquila... eu dou um jeito de ir na sua casa enquanto você tá trabalhando com qualquer desculpa e lá mesmo eu me "sacrifico" me entregando pra ele. Ha, ha, ha.
- Sei não... a verdade é que prefiro que ele perca a virgindade com uma mulher como você do que acabar indo com alguma puta... mas... com você... na nossa casa... sei não...
- Sua boceta mole!, você me conhece, já te contei minhas "aventurinhas" extraconjugais, e que sou ousada... mas... nem pensar em ir pra um hotel com um guri de 18 anos!
- Bom... vou pensar... você me pegou de surpresa... não tinha pensado em você pra algo assim, mas...
Durante semanas fiquei pensando naquela "oferta" maluca da minha melhor amiga, ora pendendo pros supostos "benefícios" que poderiam me abster de uma experiência sexual dessas com meu filho, e outras pelos “inconvenientes”
Pensava no quão “ridículo” e absurdo era uma mãe procurar uma “amante” para o próprio filho, para livrá-lo da timidez ou afastá-lo de desejos inadequados, e nos múltiplos inconvenientes ou riscos de que essa mulher fosse uma senhora madura, casada, amiga minha e conhecida por ele, por causa das várias visitas dela à nossa casa. Mas também não encontrava outra possibilidade viável, e por outro lado… reconhecia que dificilmente outra mulher iria “tratar melhor” meu filho do que ela.
Durante esse tempo, evitei dormir a sesta no sofá com “medo” de ser vítima novamente das carícias do meu filho, mas ele deu um jeito de satisfazer seus desejos de outras formas tão disfarçadas quanto eficazes.
Fingindo ataques repentinos de “carinho”, me abraçava ou beijava, aproveitando para “se esfregar” no meu corpo, ou para roçar “por acaso” nos meus peitos em algum movimento artificial.
Mas foram meus próprios atos, mais do que os dele, e a consequente confusão que me causaram, que me levaram a decidir aceitar a “proposta” da Lúcia.
E é que, passados alguns meses daquele sonho erótico, no qual meu filho tinha sido o protagonista, e quando já tinha conseguido esquecê-lo, acordei de novo com a mesma ou até maior excitação embriagando meu corpo que naquele dia, sendo novamente meu filho o protagonista involuntário de um sonho extremamente obsceno.
Acordada e ofegante, meu corpo implorava para se aliviar, sem conseguir afastar os detalhes mais sórdidos daquele sonho da minha mente, e sentindo um desejo lascivo incontrolável.
Dessa vez, consegui derrubar as barreiras e me deixei levar pelas fantasias, sem tentar afastar a imagem do meu filho delas. (Sabia que aquilo era “errado”, mas pensei que não passava de uma forma de me aliviar que não sairia daquelas quatro paredes)
Em vez de me masturbar manualmente, levada pela excitação, e com a intenção de Para aumentar o "realismo" daquela fantasia, borrifei levemente o travesseiro com a colônia que meu filho costumava usar.
Depois de me embriagar com aquele aroma que sempre acompanhava os abraços dele, deitei sobre ele, encaixando-o entre minhas coxas de modo que minha buceta entrasse em contato com o tecido.
Sem "me tocar", me esfreguei lascivamente no travesseiro, enquanto apertava e soltava as coxas contra ele como se realmente estivesse fazendo aquilo com um homem de carne e osso — método que aprendi quando jovem, mas que, nesse caso, e para minha maior confusão, na minha mente aquele "homem" era meu próprio filho.
Me contorcendo sobre o travesseiro e gemendo intensamente, gozei abraçada nele, tomada por uma excitação sexual furiosa e incontrolável.
Aquilo não podia continuar assim — pensei — aquilo ia contra todos os meus instintos maternais. Uma coisa era o imenso amor e carinho que sentia por ele, e outra era que aquele desejo tão "inapropriado" tivesse ultrapassado os limites do sonho erótico involuntário e eu me masturbasse pensando nele.
No dia seguinte — decidida —, aproveitando uma pausa no trabalho, liguei para a Lúcia e, sem explicar os motivos, "aceitei" a oferta dela, combinando que naquela mesma manhã ela "transformaria meu filho em homem".
As horas seguintes se tornaram eternas; eu estava fisicamente no trabalho, mas minha mente vagava pela minha casa.
Por um lado, não conseguia acreditar que a Lúcia fosse capaz de ir naquela mesma manhã cumprir a promessa, e por outro, temia a reação do meu filho diante de uma "emboscada".
Desejava que tudo desse "certo" e que ele acabasse transando com minha amiga, mas... incompreensivelmente, quando pensava nisso, cheguei a sentir ciúmes da Lúcia.
Minha mente divagava sobre se naqueles momentos meu filho estaria penetrando a Lúcia, se ele estaria se saindo bem ou se daria conta do recado diante de uma mulher experiente como ela.
Eu já dava como certo que ela "perdoaria" a inexperiência dele. Inexperiência e eu faria ele gozar, mas aquilo não afastava aquela sensação estranha de me sentir "ciumenta".
Terminei o expediente e voltei pra casa mais devagar que o normal, pensando em dar "tempo" de sobra pra eles, mas sem conseguir acreditar que tivesse acontecido alguma coisa.
Assim que abri a porta, soube que algo tinha rolado. O rosto do meu filho transparecia um nervosismo "culpado" evidente.
— Como foi o teu dia?
— Bem, mãe.
— O que você andou fazendo?
— Nada, o de sempre…
O tom de voz dele, e o olhar baixo, mostravam que "alguma coisa" tinha acontecido.
Ao passar pela porta do quarto dele, percebi que os lençóis tinham sido recolocados às pressas, o que confirmou de vez minhas suspeitas.
Sorri pensando que finalmente ele tinha perdido a virgindade e, com isso, a insegurança que aquela timidez causava, embora… provavelmente, a partir de agora, seria a Lúcia, e não eu, a nova protagonista dos desejos dele.
Não era isso que eu queria? Por que parecia estar "me incomodando"? Ciúmes? Inveja? Não conseguia entender, mas à satisfação de que aquele plano tinha se concretizado, se juntou uma "inveja" incongruente por não ter sido eu quem recebeu as investidas e os abraços do meu filho.
A "curiosidade" de saber os detalhes do que aconteceu fez com que eu ligasse pra Lúcia escondida.
— Alô?
— Sou a Lorena… você tá sozinha?
— Tô, posso falar. E você?
— Não posso. "Ele" tá aqui.
— Então vem pra minha casa e a gente conversa "tranquilamente", que meu marido só volta à noite.
Me desculpei com meu filho, dizendo que ia visitar um parente, já que, se ele soubesse que eu ia pra casa da Lúcia, teria desconfiado da nossa "cumplicidade" no que aconteceu.
Apareci na casa dela minutos depois, corando ao ver minha amiga sorrindo de orelha a orelha.
— Senta aqui comigo. — apontou pro sofá da sala —
— E aí?, conta logo! O que aconteceu? — perguntei ansiosa — Ufffff. Pode ser todo tímido que quiser, mas… que fera na cama.
- É? Sério?
- E olha que pedaço de “apetrecho” que ele tem. – ela separou as duas mãos pra me mostrar, com aquele gesto, o tamanho do pau do meu filho –
- Nossa!, nunca imaginaria, faz anos que ele “se esconde” pra tomar banho, etc.
Teve horas que aquela conversa me pareceu surrealista e totalmente inadequada entre duas amigas, já que o protagonista era claramente meu filho, mas a falta de vergonha da Lucía, e a “curiosidade” que nublava minha mente, fizeram com que ela fluísse naturalmente.
- Ufff. Pois ele me fez ver estrelas. Que fera…
- Ele já tinha experiência?
- Qual nada! Na primeira vez, ele nem teve tempo de tirar minha calcinha e gozou enquanto me abraçava e apalpava que nem um polvo desesperado.
- Ha ha ha ha. – eu ri, imaginando a cena –
- Mas depois ele “se vingou” e me comeu duas vezes.
- Duas vezes? – eu sorri –
- Que fera. Não sei onde ele guarda tanta porra, parece uma torneira aberta.
As descrições da Lucía foram ficando mais explícitas com o tempo, e eu acabei ficando excitada, recriando as palavras dela na minha cabeça.
Percebi que ela também parecia estar “curtindo” o relato e mexia as pernas “nervosa”.
Com outra mulher, a situação teria sido super constrangedora, mas com a Lucía aquilo não me preocupou, embora eu soubesse que ela também tava percebendo meu “nervosismo”.
Lucía ficou quieta por uns segundos, como se tentasse confirmar as suspeitas sobre a natureza da minha agitação, me encarando.
- Tô sendo muito “explícita”? Não precisa se preocupar se ficar excitada ouvindo isso. Acho que já devia me conhecer. O que a gente conversar aqui nunca vai sair daqui, primeiro pela amizade que a gente tem, e segundo porque sou casada e a última Interessada em um escândalo sou eu.
- Ha, ha, ha. É que são muitos anos de “abstinência”, você está contando de um jeito que não consegui evitar sentir “coisas”.
- Você não precisa se envergonhar nem me dar explicações, eu mesma estou ficando com tesão, e não tenho vergonha de admitir. Você é minha melhor amiga e confio plenamente em você…
Comecei a me sentir “muito” à vontade e relaxada na companhia de Lúcia, que continuou descrevendo e exaltando o prazer que sentiu nos braços do meu filho, sentada tão perto de mim que nossas pernas se roçavam.
Levei um susto ao sentir ela colocar a mão no meu joelho, mas ela não tirou, mesmo percebendo meu nervosismo.
Notei um brilho especial nos olhos dela enquanto aproximava a cabeça da minha, mas, apesar da enorme confusão que aquela atitude me causava — já que jamais suspeitaria que Lúcia se sentisse atraída por outras mulheres, muito menos por mim —, submissa, deixei que seus lábios pousassem nos meus.
Senti o calor dos seus lábios e o aroma feminino que minha amiga exalava, mas, embora meu corpo desejasse, fui incapaz de abrir caminho para aquela língua molhada que insistia em entrar na minha boca.
- Eu te amo… Te desejo… Se deixa levar… Confia em mim… — A voz doce e feminina dela me transmitiu calma.
- E eu em você, Lúcia
Ela tentou de novo, e dessa vez sua língua conseguiu penetrar entre meus lábios e se fundir com a minha num beijo ardente que ultrapassava qualquer limite de amizade.
- Nunca tinha beijado outra mulher…
- Nem eu, Lúcia…
- Mas adoro te beijar…
- E eu também…
- Te desejo…
- Uff, me beija…
Sentadas no sofá, nos abraçamos, aumentando a intensidade do beijo de forma exponencial com o passar do tempo.
Instintivamente, busquei os peitos de Lúcia, os mesmos que meu filho havia acariciado horas antes.
Me surpreendi com a dureza deles, e imaginei o quanto ele teria aproveitando ele passando a mão nelas.
Minha amiga respondeu àquele carinho fazendo o mesmo com as minhas, e nossas mãos viraram uma bagunça confusa que nos fez levantar do sofá em busca de liberdade de movimento.
Sem parar de nos beijar, demos um jeito de tirar a roupa e nos abraçar obscenamente de lingerie.
Senti os peitos macios dela contra os meus, trocando carícias cada vez mais obscenas.
Eu estava me entregando a outra mulher, e pra piorar, ela era a amante do meu filho. Por mais confusa que eu estivesse, isso não diminuía a excitação e o desejo que embriagavam meu corpo.
Senti a mão dela deslizar por baixo da minha calcinha. Ufffff, como mulher que era, Lúcia soube me provocar prazer instantâneo.
Nem sei como chegamos ao quarto dela sem parar de nos beijar e trocar carícias.
Abri os olhos quando já estava deitada na cama dela, vendo o rosto lascivo da minha amiga enquanto ela se deitava sobre mim.
— Vai, se meu marido nos visse agora… ele gozava de prazer! É o sonho da vida dele! — Disse Lúcia.
— Pois se meu filho nos visse… — Respondi instintivamente —
— Ele comia as duas!
— Cala a boca, não fala essas coisas…
— Falo o que eu quiser!
Não quis continuar aquela conversa, embora minha mente divagasse sobre isso.
Nós nos reviramos na cama como gatas no cio, trocando carícias de todo tipo.
A buceta dela molhou minha coxa, onde ela se esfregava, do mesmo jeito que a minha devia estar molhando a dela.
Nós nos masturbamos do mesmo jeito que eu tinha usado o travesseiro, substituindo ele pela coxa da outra.
Senti Lúcia gozar e gemer apertada entre meus braços, o que me fez me deixar levar pela excitação e gozar também, sem moderar a intensidade dos gemidos.
Voltei pra casa atordoada com aquela experiência. Tinha sido extraordinariamente satisfatória. Eu tinha gozado como não lembrava de ter feito em anos, não podia ignorar o óbvio, já que meu corpo tinha convulsionado apertado nos braços da Lúcia pouco antes, mas agora, à confusão de me sentir atraída pelo meu próprio filho, se somava ter sentido “aquilo” pela minha melhor amiga.
Nas semanas seguintes, meu corpo passou por uma transformação evidente que me envergonhava completamente, pela aparente falta de controle da minha mente sobre ele.
Eu ficava excitada sem remédio, fantasiando a toda hora, e meu corpo implorava para se aliviar, mergulhado num desejo furioso.
Uma tarde, imersa naquele desejo intenso, e aproveitando que estava sozinha em casa, já que meu filho tinha saído pra “tomar umas” com os amigos, me despi e, depois de procurar algo “duro” pra esfregar minha buceta e me aliviar, me encostei na quina arredondada de madeira polida da mesa da sala.
Ela estava na altura certa pra que, de pé, minha buceta pudesse esfregar e pressionar naquela quina.
De calcinha e sutiã, comecei a me esfregar na quina da mesa, aquela dureza me dava um prazer crescente, deixando minhas mãos livres pra acariciar meus peitos.
Uffa, que delícia. Mordi os lábios, gozando daquela masturbação tão obscena.
Eu podia aumentar ou diminuir a intensidade do contato na quina dura e arredondada, então gozei com ela, prolongando o tempo até chegar ao orgasmo.
De costas pra porta da sala, amparada pela intimidade da solidão, comecei a gemer de forma obscena, gozando de prazer agarrada nos dois lados da mesa, sem parar de me esfregar lascivamente nela.
Ainda agarrada na mesa e com a parte de cima do meu corpo inclinada sobre ela, apavorada, ouvi um barulhinho atrás de mim.
Me virei e, desesperada, vi meu filho me olhando com os olhos arregalados.
— O que você tá fazendo, mãe? — Ele disse com a voz trêmula, sem parar de olhar meu corpo seminu.
O que eu podia responder? De calcinha e sutiã, o rosto vermelho depois de um orgasmo enorme, e percebendo pelo olhar dele que tinha me visto perfeitamente me esfregando obscenamente na mesa da sala, qualquer desculpa que eu inventasse soaria ridícula.
- Na... na... nada... – gaguejei, cada vez mais corada e desejando que a terra me engolisse-
- Não se preocupa, mãe, eu também faço essas "coisas" – ele disse com o olhar fixo na minha calcinha branca-
- Isso... é que... eu... – mal conseguia articular palavra, e muito menos quando vi o "volume" na calça dele-
- Não se envergonha, mãe, eu te amo e te quero do mesmo jeito. Tamos sozinhos, ninguém vai ficar sabendo, mas vamos... é uma bobagem você "fazer" assim... eu podia te ajudar... e ficava entre nós...
- O quê? – Eu sabia na hora como ele queria me "ajudar", mas não acreditava que meu filho tímido tinha acabado de dizer aquilo-
- Eu te amo e te desejo, mãe. Não tenho vergonha de admitir, nunca tive coragem de te falar, mas te desejo, me masturbei centenas de vezes fantasiando com você. – O olhar dele atravessava a roupa íntima e eu me senti completamente nua-
- Não... não... não fala isso... vou me vestir agora – disse procurando minha roupa-
- Não, por favor... adoro te ver assim... você tá linda demais...
- Cala a boca... – falei procurando a roupa com menos vontade-
- Pois eu te acho maravilhosa, gosto de mulher com "curvas", e essa sua bunda me deixa... com tesão.
- Cala a boca, não fala mais besteira. Só quer me bajular.
- Te bajular, mãe? Olha isso, vê se é real ou só elogio. – Ele abaixou a calça e apontou pra ereção enorme do pau dele, cuja ponta aparecia por cima da cueca-
- Mas... o que cê tá fazendo?... sobe essa calça agora. – falei sem conseguir tirar os olhos daquele pau-
- Não seja boba, mãe, com "isso" você vai se divertir mais do que com a mesa.
- Claro! É isso que você queria. – escapou um sorriso-
Encorajado por aquele sorriso, meu filho terminou de se despir em Uns segundos, o que me "deixou inquieta" o bastante pra tentar "me esconder" no meu quarto e saí correndo pelo corredor rindo como se fosse uma brincadeira.
Ele topou a "brincadeira", me perseguindo pelo corredor com o pau duro enquanto me "dava tapas" na bunda e ria pra caralho.
Tentei fechar a porta quando cheguei no quarto, mas ele conseguiu abrir com pouca resistência da minha parte.
Uma vez lá dentro, continuamos rindo como se ainda fosse uma brincadeira inocente, mesmo que a ereção do pau dele apontando pro meu corpo semi-nu ou a cara safada do meu filho indicassem o contrário.
Me afastei da cama sem perceber, como se minha mente tentasse queimar o último cartucho pra evitar o que estava prestes a acontecer.
Meu filho se aproximou e me beijou ternamente por uns segundos, e aquele beijo se transformou em algo extremamente obsceno quando ele fundiu a língua dele com a minha.
Me perguntei se ele teria beijado a Lúcia com tanta paixão, enquanto sentia as mãos dele acariciando minha bunda com tesão e o comprimento do pau dele colado no meu corpo.
- Uff, mamãe. Te amo... Te desejo...
- E eu você... uff
Ele me empurrou na cama, deixando meu corpo exposto ao olhar obsceno dele.
Ele se deliciou tirando devagar minha calcinha. Dessa vez não era pra se masturbar com ela, mas sim, claramente, pra possuir meu corpo.
Ele acariciou meus peitos até meus bicos ficarem durinhos. Minha buceta pulsava de desejo e expectativa, até que a mão do meu filho se molhou nela.
Ele lambeu o dedo safado, saboreando meus fluidos, e depois enfiou na minha boca.
Me beijou de novo e depois percorreu meu corpo com a língua até chegar na minha buceta.
Uff. Na Lúcia ele não tinha feito isso – pelo menos não me contou – aquilo me "alegrou" ainda mais quando a língua dele, depois de brincar nos lábios da buceta, encontrou meu clitóris, me dando um prazer imenso. Meu filho estava chupando minha buceta, não podia acreditar, mas estava acontecendo e eu sentia perfeitamente a língua dele me saboreando sem parar.
Acariciei a cabeça dele enquanto ele me dava onda após onda de prazer.
- Para… para… você vai me fazer gozar… para… uffff.
Ele levantou a cabeça e eu pude ver a boca dele molhada com meus sucos.
Ele se deitou ao meu lado e eu entendi que queria que eu chupasse ele. Nunca tinha gostado de fazer isso, mas dessa vez eu queria me dedicar e dar o maior prazer possível.
Uff. O pau dele era bem grosso e eu lambi enquanto apalpava os ovos dele.
Não me desagradava nada o sabor meio salgado, e tentei colocar na boca.
Foi um pouco difícil e tive medo de machucar com os dentes, mas se fosse o caso, meu filho disfarçava muito bem, porque os gemidos dele indicavam o contrário.
Deitado, com o pau dele na minha boca, ele aproveitava para acariciar minha cabeça com carinho.
- Ufff, mamãe. Como você chupa bem. – Não pude responder porque ele empurrava minha cabeça contra o pau dele.
- Ummmm, que gostoso você está me dando.
- Não aperta tanto minhas bolas com a mão… mais devagar… assim, mamãe.
Saboreei o líquido pré-seminal dele e tive medo que ele gozasse a qualquer momento e eu me engasgasse, mas essa não era a intenção do meu filho, cujo objetivo real era me possuir.
Ele afastou minha cabeça do pau dele e me obrigou a deitar de costas.
Fechei as pernas instintivamente quando o pau dele se aproximou perigosamente da minha xota.
- O que você vai fazer?
- Vou meter em você, mamãe.
O rosto dele, cheio de tesão, mostrava que nada o faria mudar de ideia e, aos poucos, minhas pernas foram deixando o caminho livre.
Senti a ponta do pau dele "brincar" com a minha buceta e se molhar até se colocar no lugar certo.
Só precisava empurrar para me penetrar, o rosto dele expressava uma felicidade e um desejo infinitos.
- Eu te amo, mamãe.
- E eu te amo, meu filho.
Aos poucos, eu fui... Me senti penetrada pelo meu próprio filho. Tava me entregando a ele de corpo e alma, sem que nenhum daqueles receios que eu tinha antes fosse maior que o prazer de ver ele se acabando com o meu corpo.
Ele meteu até o fundo, chegando a sentir o calor das bolas dele no meu rabo.
Senti as investidas desesperadas dele, me comendo como se não houvesse amanhã.
- Ufff, devagar, meu filho, devagar.
- Ummm, que gostoso.
- Para, que você vai gozar antes da hora.
- Fica tranquila, mãe, aguento o que for preciso.
- O que você sabe disso? Não é virgem? – perguntei, achando que ele ia mentir.
- Não, mãe.
- Não? Com quem você já fez isso antes?
- Promete que não vai ficar brava? – ele perguntou entre uma metida e outra.
- Prometo. Ummmm, agssss
- Com a sua amiga Lúcia.
- Com a Lúcia?
- Sim, mãe, mas você é mil vezes mais gostosa.
- Você só fala isso pra me elogiar. Ummmm, agsss
- Ela bem que queria ter uma buceta tão “apertadinha” e quente quanto a sua, e… além disso… eu te amo.
- Mmmm, que coisa você fala…. Mmmmmmm
Eu me arqueava de prazer, sentindo o orgasmo mais perto a cada metida do meu filho no meu corpo.
- Goza, mãe, goza.
- Eu sabia que ele tava prestes a me encher de porra, e me deixei levar num prazer tão imenso que levantei a cabeça e mordi o queixo dele enquanto o orgasmo sacudia meu corpo.
Exausta e com as pernas abertas ao máximo, continuei aguentando as investidas dele por uns minutos, em que fiquei observando o rosto dele enquanto me comia com tudo.
Vermelho que nem um tomate e gemendo que nem um louco, gotas de suor se acumulavam na testa dele e pingavam no meu rosto.
- Goza, meu filho, goza, que vai te dar alguma coisa. – implorei, preocupada.
Senti o calor do esperma dele invadindo minhas entranhas, me surpreendendo com a quantidade. apesar de ter sido "avisada" previamente dessa circunstância pela Lucía.
Depois de se aliviar completamente, ela se agarrou em mim, me beijando de forma meiga e obscena por vários minutos.
Lembrei que tinha comido a Lucia duas vezes, quando senti a nova ereção dela e soube o que ia rolar em seguida…
Nem alta nem baixa, nem gostosa nem feia, mais "cheinha" do que magra, isso nunca foi problema pro meu "ego", já que, tendo que trabalhar pra complementar a pensão, junto com os serviços de casa e o cuidado do meu único filho, me sobrava pouco tempo ou vontade de procurar um novo relacionamento.
Meu filho, Roberto, a alegria da casa, é um garoto de 18 anos, tímido, alto, magro, e seja por "amor de mãe" ou não, bem bonito.
Não podia ser mais feliz com ele, nunca deu trabalho com os estudos, educado, carinhoso, nada problemático ou rebelde, dava pra dizer que era, e é, a inveja de qualquer mãe.
Só um "porém", que é: excessivamente tímido e caseiro, eu gostaria que ele saísse mais de casa e conhecesse garotas, ou se relacionasse mais, percebendo que ele chegava a ficar vermelho (mesmo que de leve e sem ser muito evidente) com comentários ou brincadeiras de cunho erótico de alguma visita (principalmente da minha amiga Lúcia, que, apesar de ser uma excelente pessoa, super extrovertida, não tem vergonha de falar qualquer besteira que vem na cabeça), o que, mesmo sendo culpa do jeito retraído dele, eu temia que pudesse piorar com o tempo por causa da inexperiência dele com outras mulheres.
Fora esse pequeno "porém", que nunca chegou a ser uma preocupação, nossa vida não podia ser mais tranquila e feliz.
Só alguns "incidentes" começaram a mexer com essa "paz". Por exemplo, quando eu procurava alguma calcinha específica nas gavetas do meu criado-mudo, às vezes não achava por mais que virasse tudo de cabeça pra baixo, e dias depois aparecia no lugar dela.
Todo mundo já passou por isso de procurar algum objeto sem sucesso. Durante horas, acaba percebendo que estava bem debaixo do nariz dela, por isso não dava a mínima importância, mesmo que isso se repetisse com uma frequência exagerada.
Outras vezes, notava alguma “variação” minúscula, mas evidente, na arrumação da minha calcinha, coisa que também não encontrava explicação além dos meus próprios descuidos ao guardá-la.
Enfim, besteiras simples das quais não valia a pena se preocupar, a menos que estivesse muito entediada, e eu não tinha tempo pra isso.
Tudo virou de cabeça pra baixo quando aproveitei a ausência dele pra fazer uma “limpeza geral” na casa. Depois de limpar o quarto dele a fundo, decidi arrumar o guarda-roupa.
Notei um cobertor de inverno meio amassado e, ao mexer nele, senti “algo” caindo no chão.
Depois de fixar o olhar naquele “objeto”, petrificada, mal pude acreditar no que meus olhos viam: era… uma das minhas calcinhas!
Nem tive tempo de tentar adivinhar o motivo de uma das minhas calcinhas ter “chovido” do armário do meu filho, porque fiquei absorta olhando as “manchas” do que, por mais inocente que eu me fizesse, eram claros “borrões” de porra.
Quase com nojo, pegando-as por uma ponta com dois dedos, notei que estavam até meio úmidas.
Não encontrava explicação nenhuma pra aquilo, por mais óbvio que tivesse sido pra qualquer outra mulher que não fosse eu, já que, naquele quarto, só dormia uma pessoa que poderia tê-las sujado daquele jeito.
No final (era algo tão óbvio que não dava pra buscar outra explicação), não tive escolha a não ser admitir quem era o “culpado” daquelas “manchas”, mesmo que isso não me ajudasse a entender os “motivos” da presença das minhas calcinhas ali.
Entendia perfeitamente — embora nunca tivesse pensado nisso antes — que um garoto da idade dele se masturbasse (me veio à cabeça um “quem diria, com o tímido que ele parece”), mas não via sentido em usar umas calcinhas (nem Nem me atrevi a usar o pronome possessivo “meus”), em vez de um lenço de papel ou qualquer outra coisa para “se limpar”.
Assustada, deixei elas de volta no mesmo lugar, morrendo de vergonha só de imaginar pedir “explicações” cara a cara com as calcinhas sujas na mão.
Na nossa casa, sexo era um assunto “tabu”, então nem cogitava a possibilidade de ter uma “conversa” mãe/filho sobre algo tão constrangedor quanto as “punhetas” dele.
Quando ele voltou pra casa, foi difícil fingir que nada tinha acontecido, sentindo vergonha dele ao pensar nas “safadezas” que ele fazia na intimidade do quarto.
Sem poder fazer um “drama” daquilo, me incomodou o suficiente pra “desabafar” com a Lucía, minha melhor amiga e com quem eu podia dividir qualquer tipo de problema.
Lucía, da minha idade, casada, cuja amizade vem desde a infância, é uma mulher extrovertida, com quem tenho uma confiança tão absoluta que chego a contar até os casos ou traições dela com outros homens, então dificilmente aquela “besteira” que eu ia contar poderia deixá-la envergonhada.
Nos encontramos numa cafeteria e, depois das fofocas de praxe, contei o que tinha descoberto no quarto do meu filho, enfatizando que não entendia o uso de roupas íntimas nessas “práticas”.
- Lorena, você é boba, já faz tempo que venho te dizendo, mais inocente e acredita em Papai Noel. (Ela disparou depois de me ouvir com atenção).
- E isso?
- Vamos ver… as gavetas onde você guarda SUA lingerie reviradas… SUAS calcinhas escondidas no QUARTO dele, SUAS calcinhas manchadas com o SÊMEN dele… tá na cara!
- …?, não te entendo. (Minha cara devia ser um poema).
- Pois tá bem claro… seu filho se masturba fantasiando com você. (Ela disse com a mesma calma com que segundos depois pediu ao garçom um bolinho de merengue).
- Cê tá Louca? Como é que vai ser… “isso”? Além de ser mãe dele, tenho 48 anos e não sou modelo, né…
- Pode falar o que quiser, mas do jeito que você é inocente, aposto que nem percebeu como ele te olha.
- Me olhar? Claro que me olha, e fala comigo, e me beija, e me abraça, tudo o que você quiser, mas como qualquer filho com a mãe. Acho que a tonta aqui é você. Que maluquice passa pela sua cabeça!
- Ué, se fosse “fetichista”, roubaria calcinha das vizinhas ou compraria, fácil, não usaria a SUA.
- Bom… você sabe que ele é muito tímido, não consigo imaginá-lo comprando esse tipo de coisa, muito menos roubando.
- Então pronto. Fala o que quiser, Lorena, mas vai ver que eu tô certa. Se você realmente quer acreditar que ele usou SUAS calcinhas pra limpar o nariz porque não achou um lenço, é mais idiota do que eu pensava. Mas vamos lá… também não precisa dar tanta importância, essa atração pela mãe acontece com muitos garotos. Por que você acha que nós, “milf”, fazemos tanto sucesso entre eles?
Desconfortável com o rumo que aquilo estava tomando, mudei de assunto, mas não consegui parar de pensar no que ela disse.
Nervosa, continuei ouvindo minha amiga falar de outras coisas bestas, mas sem conseguir prestar atenção, enquanto minha mente viajava por “detalhes” que antes tinham passado “despercebidos”.
E é que, de fato, já tinha pego meu filho “me olhando”, não de forma descarada e óbvia, mas sim “daquele jeito” que toda mulher reconhece.
Lembrei também que, de vez em quando, com alguma desculpa meio sem pé nem cabeça, ele entrava no meu quarto enquanto eu trocava de roupa.
Sem ir longe, naquela mesma tarde, quando o abracei pra dar o beijo de despedida de sempre antes de sair pra conversar com a Lúcia, “sem querer” ele passou a mão na minha bunda, o que agora não estava me parecendo tão “sem querer”.
Apesar de todos os Indícios, aquilo continuava me parecendo impossível e cheguei a pensar que estava me deixando levar sem fundamento pelas "besteiras" da minha amiga. Voltei pra casa mais confusa do que quando saí, encontrando meu filho sentado no sofá vendo um jogo de futebol e tão "normal" como sempre, o que ajudou a me acalmar. Nos dias seguintes, desconfiada e alerta pra qualquer sinal que pudesse dar razão à Lucia, fiquei inquieta ao pegá-lo várias vezes com aquele "olhar" sobre meu corpo, principalmente quando, de costas pra ele, ele se achava a salvo de ser pego. Não eram "olhares" descaradamente obscenos, daqueles que até uma mãe teria dificuldade de ignorar, e, fora isso, também não notei nada de "estranho" nele, então acabei me convencendo de que era só "curiosidade" pelo corpo feminino e que eu tava dando importância demais pra algo que não tinha. Cheguei a deixar o assunto de lado sem nem tocar no assunto com a Lucia de novo, até que, uma tarde, depois de voltar exausta do trabalho e trocar de roupa pra vestir o vestido de "ficar em casa", me joguei no sofá onde meu filho tava sentado antes. Aquilo era normal, a TV ficava de frente pro sofá, sendo o lugar ideal tanto pra ver televisão quanto pra tirar um cochilo, e nunca tinha sido um problema pra ele que eu dormisse a soneca naquele sofá, colocando a cabeça num travesseiro e as pernas sobre o colo dele enquanto ele continuava vendo alguma série na TV. Exausta, não demorei a pegar no sono. Acordei com a boca seca, achei que tinha roncado, mas alguma coisa me "obrigou" a continuar de olhos fechados. Aterrorizada, senti uma mão quente deslizando, quase sem pressão, sobre minhas coxas. Sorrateiramente, mostrando claramente a intenção de não querer me "acordar", aquela mão deslizava sobre minhas coxas, centímetros pra cima, centímetros pra baixo, mas sempre um pouco mais pra cima do que pra baixo. de forma que cada vez se aproximava mais da minha buceta.
Por um momento pensei em dar um tapa no meu filho e acabar com aquilo, mas me aterrorizava a ideia de ter que pedir explicações depois sobre o que ele estava "fazendo" naqueles momentos, ainda mais ao perceber que, com a outra mão, ele tinha dado um jeito de levantar meu vestido o suficiente pra deixar minhas calcinhas à mostra.
Pode parecer "fácil" fingir que está dormindo, mas posso garantir que quando você sente a mão do seu próprio filho te acariciando e subindo centímetro por centímetro entre suas coxas em direção à sua buceta, não parece tão fácil assim.
Não conseguia acreditar no que estava acontecendo, e que eu não fosse capaz de impedir, ficando paralisada enquanto ele me acariciava daquele jeito tão inadequado.
Aquela mão, mesmo sem quase pressionar minha pele nua, e exalando um calor "gostoso", continuou de forma lenta mas inevitável em direção ao seu objetivo, me causando uma sensação de alarme e expectativa enormes.
Quando, depois de alguns "longos" segundos, aquela mão alcançou sua "meta", e eu senti ela sobre minha buceta, senti uma espécie de "choque" e não consegui evitar dar um pulo que assustou tanto ele quanto eu, fazendo com que ele a retirasse apressadamente e deixasse o vestido cair sobre minhas pernas.
Depois de perceber que eu tinha "acordado", com o rosto tão nervoso quanto de fingida inocência, ele disse:
- Você dormiu bem, mãe?
- Sim... Sim... Sim. Eu ronquei? O que você está fazendo? (Falei sem saber nem o que dizer)
- Você roncou um pouco, sim, mas... como eu estava vendo um documentário chato sobre a "rota da seda e o comércio atual da China com o ocidente", também não tem problema. (Me surpreendi ao ver como ele tinha encontrado a calma suficiente pra responder uma mentira daquelas sem piscar).
Dei um jeito de me levantar do sofá sem mostrar o nervosismo que me dominava por completo.
Tentei me recompor no meu quarto, tentando aceitar que, momentos Antes, meu filho tímido e "inocente" teria ousado se aproveitar de mim enquanto eu dormia, a ponto de levantar meu vestido para passar a mão nas minhas coxas ou tentar tocar na minha buceta.
Suspeitar que ele pudesse ter aproveitado antes meu costume de tirar soneca no sofá para me apalpar também não me ajudou a tentar assimilar o que aconteceu.
A simples ideia de "repreender" meu filho expondo fatos tão escabrosos como aqueles me sufocava por completo, então, sem ideia melhor, decidi ligar para a Lucía e marcar de encontrá-la para "desabafar".
Passei o resto do dia extremamente nervosa, tentando evitar cruzar o olhar com ele com medo de que percebesse minha agitação.
Tive muito trabalho para dormir sem conseguir tirar aquela preocupação da cabeça e virei mil vezes na cama.
Acordei horas depois sentindo meu corpo em plena "ebulição". Tinha sido vítima de um sonho erótico tão intenso que me provocou aquela sensação furiosa de excitação e até molhou minha calcinha.
Aterrorizada, relembrei as imagens e emoções daquele sonho tão intenso. Tinha sonhado com uma mão suave e quente percorrendo meu corpo, acariciando cada centímetro da minha pele, especialmente minhas coxas, peitos e buceta. Tinha ouvido uma voz conhecida que só podia me provocar ternura e amor, me dizendo que me desejava e me amava com todas as forças. Cheguei a me sentir penetrada e possuída pelo dono daquela voz cheia de amor e carinho. Podia ver o rosto feliz do meu filho enquanto me abraçava, me fazendo dele. "Lembrava" perfeitamente daquele rosto de felicidade e amor, por mais que "só" tivesse sido um sonho e que naqueles momentos eu estivesse acordada.
Indubitavelmente, tinha sido algo completamente inconsciente e involuntário, mas isso não diminuía a sensação de vergonha ou imoralidade por me sentir tão excitada a ponto de desejar "me tocar" e me aliviar, quando ainda não tinha conseguido tirar o "rosto" do meu filho da mente. Alterada por aquela sensação tão profunda e intensa, e ajudada pela intimidade e pelo segredo que as paredes do meu quarto guardavam, sem dar conscientemente essa ordem à minha mão, ela deslizou por baixo da calcinha molhada até alcançar meu clitóris já sensibilizado.
Uff, o prazer foi imediato. Nem precisei “salivar” o dedo com que acariciei meu clitóris, por causa da umidade mais que evidente da minha buceta.
Evitei pensar na possível “causa e efeito” entre as carícias roubadas no sofá naquela tarde e o sonho erótico que veio depois, por causa das repercussões perturbadoras que aquilo poderia ter.
Sem parar de me tocar, tentei imaginar o rosto de algum conhecido enquanto fantasiava que era ele quem me tocava, mas, inevitavelmente, acabava “lembrando” do rosto de felicidade e desejo do meu próprio filho.
Em alguns minutos, comecei a tremer, fechando as pernas sobre minha mão, sendo vítima de um orgasmo que me fez morder os lábios para segurar os gemidos.
Aliviada e sufocada, mal consegui dormir depois, “arrependida” e sem conseguir aceitar ou entender que tinha sido capaz de me masturbar com o rosto do meu filho na mente.
Dias depois, incapaz de confessar para minha melhor amiga algo que eu mesma não conseguia “perdoar”, por mais confiança que houvesse entre nós, me limitei a contar (sem muitos detalhes) que tinha pegado meu filho “acariciando” minhas pernas enquanto eu dormia.
— Viu? Não dizia que isso era “impossível”? Pois aí está a prova!
— É… pode ser que você tenha “um pouco” de razão, mas… isso não pode continuar assim, e o que eu faço? Sou incapaz de falar dessas “coisas” com ele, e ele nem imagina que eu sei. Saber que foi descoberto numa situação dessas…
— Também não aconteceu nada tão grave assim, que importância têm umas “pequenas” carícias? Quantas gostariam de ter só esses problemas com os filhos, é só olhar os desastres que a gente vê na rua. Claro, você vê tudo muito fácil, mas eu tô com medo. Se eu botar um ponto final, posso causar um drama, e se não botar... até onde ele pode ir?
- Ha, ha, ha. O que seu filho precisa é que "alguém" "transforme" ele num homem e tire essas bobagens da cabeça.
- Quem me dera!, mas acho difícil com o jeito retraído que ele é.
- Pois pra se masturbar com SUAS calcinhas, ele não parece tão tímido, não.
- Bom... é diferente, imagino que em casa comigo ele se sinta mais "protegido".
- Pois se você não ajudar ele a arrumar uma "namorada", a coisa vai ficar feia.
- Eu?, ha, ha, ha. Como é que vou fazer de "cafetina" do meu filho?
- Eu poderia "ajudar". Ha, ha, ha. (Ela me piscou o olho)
- Ajudar? como?
- Olha... as coisas como são... seu filho é muito gostoso e tem boa aparência... um verdadeiro "tesão" ... ninguém recusa um doce...
- …?
- Que eu mesma poderia "fazer dele um homem"
Levei uns segundos pra entender o que ela queria dizer, e depois de compreender, conhecendo o jeito extrovertido da minha amiga, fiquei na dúvida se ela tava brincando ou não.
- Com você?... sei não... como?...
- Tá claro que ele curte milf, tenho sua idade... fica tranquila... eu dou um jeito de ir na sua casa enquanto você tá trabalhando com qualquer desculpa e lá mesmo eu me "sacrifico" me entregando pra ele. Ha, ha, ha.
- Sei não... a verdade é que prefiro que ele perca a virgindade com uma mulher como você do que acabar indo com alguma puta... mas... com você... na nossa casa... sei não...
- Sua boceta mole!, você me conhece, já te contei minhas "aventurinhas" extraconjugais, e que sou ousada... mas... nem pensar em ir pra um hotel com um guri de 18 anos!
- Bom... vou pensar... você me pegou de surpresa... não tinha pensado em você pra algo assim, mas...
Durante semanas fiquei pensando naquela "oferta" maluca da minha melhor amiga, ora pendendo pros supostos "benefícios" que poderiam me abster de uma experiência sexual dessas com meu filho, e outras pelos “inconvenientes”
Pensava no quão “ridículo” e absurdo era uma mãe procurar uma “amante” para o próprio filho, para livrá-lo da timidez ou afastá-lo de desejos inadequados, e nos múltiplos inconvenientes ou riscos de que essa mulher fosse uma senhora madura, casada, amiga minha e conhecida por ele, por causa das várias visitas dela à nossa casa. Mas também não encontrava outra possibilidade viável, e por outro lado… reconhecia que dificilmente outra mulher iria “tratar melhor” meu filho do que ela.
Durante esse tempo, evitei dormir a sesta no sofá com “medo” de ser vítima novamente das carícias do meu filho, mas ele deu um jeito de satisfazer seus desejos de outras formas tão disfarçadas quanto eficazes.
Fingindo ataques repentinos de “carinho”, me abraçava ou beijava, aproveitando para “se esfregar” no meu corpo, ou para roçar “por acaso” nos meus peitos em algum movimento artificial.
Mas foram meus próprios atos, mais do que os dele, e a consequente confusão que me causaram, que me levaram a decidir aceitar a “proposta” da Lúcia.
E é que, passados alguns meses daquele sonho erótico, no qual meu filho tinha sido o protagonista, e quando já tinha conseguido esquecê-lo, acordei de novo com a mesma ou até maior excitação embriagando meu corpo que naquele dia, sendo novamente meu filho o protagonista involuntário de um sonho extremamente obsceno.
Acordada e ofegante, meu corpo implorava para se aliviar, sem conseguir afastar os detalhes mais sórdidos daquele sonho da minha mente, e sentindo um desejo lascivo incontrolável.
Dessa vez, consegui derrubar as barreiras e me deixei levar pelas fantasias, sem tentar afastar a imagem do meu filho delas. (Sabia que aquilo era “errado”, mas pensei que não passava de uma forma de me aliviar que não sairia daquelas quatro paredes)
Em vez de me masturbar manualmente, levada pela excitação, e com a intenção de Para aumentar o "realismo" daquela fantasia, borrifei levemente o travesseiro com a colônia que meu filho costumava usar.
Depois de me embriagar com aquele aroma que sempre acompanhava os abraços dele, deitei sobre ele, encaixando-o entre minhas coxas de modo que minha buceta entrasse em contato com o tecido.
Sem "me tocar", me esfreguei lascivamente no travesseiro, enquanto apertava e soltava as coxas contra ele como se realmente estivesse fazendo aquilo com um homem de carne e osso — método que aprendi quando jovem, mas que, nesse caso, e para minha maior confusão, na minha mente aquele "homem" era meu próprio filho.
Me contorcendo sobre o travesseiro e gemendo intensamente, gozei abraçada nele, tomada por uma excitação sexual furiosa e incontrolável.
Aquilo não podia continuar assim — pensei — aquilo ia contra todos os meus instintos maternais. Uma coisa era o imenso amor e carinho que sentia por ele, e outra era que aquele desejo tão "inapropriado" tivesse ultrapassado os limites do sonho erótico involuntário e eu me masturbasse pensando nele.
No dia seguinte — decidida —, aproveitando uma pausa no trabalho, liguei para a Lúcia e, sem explicar os motivos, "aceitei" a oferta dela, combinando que naquela mesma manhã ela "transformaria meu filho em homem".
As horas seguintes se tornaram eternas; eu estava fisicamente no trabalho, mas minha mente vagava pela minha casa.
Por um lado, não conseguia acreditar que a Lúcia fosse capaz de ir naquela mesma manhã cumprir a promessa, e por outro, temia a reação do meu filho diante de uma "emboscada".
Desejava que tudo desse "certo" e que ele acabasse transando com minha amiga, mas... incompreensivelmente, quando pensava nisso, cheguei a sentir ciúmes da Lúcia.
Minha mente divagava sobre se naqueles momentos meu filho estaria penetrando a Lúcia, se ele estaria se saindo bem ou se daria conta do recado diante de uma mulher experiente como ela.
Eu já dava como certo que ela "perdoaria" a inexperiência dele. Inexperiência e eu faria ele gozar, mas aquilo não afastava aquela sensação estranha de me sentir "ciumenta".
Terminei o expediente e voltei pra casa mais devagar que o normal, pensando em dar "tempo" de sobra pra eles, mas sem conseguir acreditar que tivesse acontecido alguma coisa.
Assim que abri a porta, soube que algo tinha rolado. O rosto do meu filho transparecia um nervosismo "culpado" evidente.
— Como foi o teu dia?
— Bem, mãe.
— O que você andou fazendo?
— Nada, o de sempre…
O tom de voz dele, e o olhar baixo, mostravam que "alguma coisa" tinha acontecido.
Ao passar pela porta do quarto dele, percebi que os lençóis tinham sido recolocados às pressas, o que confirmou de vez minhas suspeitas.
Sorri pensando que finalmente ele tinha perdido a virgindade e, com isso, a insegurança que aquela timidez causava, embora… provavelmente, a partir de agora, seria a Lúcia, e não eu, a nova protagonista dos desejos dele.
Não era isso que eu queria? Por que parecia estar "me incomodando"? Ciúmes? Inveja? Não conseguia entender, mas à satisfação de que aquele plano tinha se concretizado, se juntou uma "inveja" incongruente por não ter sido eu quem recebeu as investidas e os abraços do meu filho.
A "curiosidade" de saber os detalhes do que aconteceu fez com que eu ligasse pra Lúcia escondida.
— Alô?
— Sou a Lorena… você tá sozinha?
— Tô, posso falar. E você?
— Não posso. "Ele" tá aqui.
— Então vem pra minha casa e a gente conversa "tranquilamente", que meu marido só volta à noite.
Me desculpei com meu filho, dizendo que ia visitar um parente, já que, se ele soubesse que eu ia pra casa da Lúcia, teria desconfiado da nossa "cumplicidade" no que aconteceu.
Apareci na casa dela minutos depois, corando ao ver minha amiga sorrindo de orelha a orelha.
— Senta aqui comigo. — apontou pro sofá da sala —
— E aí?, conta logo! O que aconteceu? — perguntei ansiosa — Ufffff. Pode ser todo tímido que quiser, mas… que fera na cama.
- É? Sério?
- E olha que pedaço de “apetrecho” que ele tem. – ela separou as duas mãos pra me mostrar, com aquele gesto, o tamanho do pau do meu filho –
- Nossa!, nunca imaginaria, faz anos que ele “se esconde” pra tomar banho, etc.
Teve horas que aquela conversa me pareceu surrealista e totalmente inadequada entre duas amigas, já que o protagonista era claramente meu filho, mas a falta de vergonha da Lucía, e a “curiosidade” que nublava minha mente, fizeram com que ela fluísse naturalmente.
- Ufff. Pois ele me fez ver estrelas. Que fera…
- Ele já tinha experiência?
- Qual nada! Na primeira vez, ele nem teve tempo de tirar minha calcinha e gozou enquanto me abraçava e apalpava que nem um polvo desesperado.
- Ha ha ha ha. – eu ri, imaginando a cena –
- Mas depois ele “se vingou” e me comeu duas vezes.
- Duas vezes? – eu sorri –
- Que fera. Não sei onde ele guarda tanta porra, parece uma torneira aberta.
As descrições da Lucía foram ficando mais explícitas com o tempo, e eu acabei ficando excitada, recriando as palavras dela na minha cabeça.
Percebi que ela também parecia estar “curtindo” o relato e mexia as pernas “nervosa”.
Com outra mulher, a situação teria sido super constrangedora, mas com a Lucía aquilo não me preocupou, embora eu soubesse que ela também tava percebendo meu “nervosismo”.
Lucía ficou quieta por uns segundos, como se tentasse confirmar as suspeitas sobre a natureza da minha agitação, me encarando.
- Tô sendo muito “explícita”? Não precisa se preocupar se ficar excitada ouvindo isso. Acho que já devia me conhecer. O que a gente conversar aqui nunca vai sair daqui, primeiro pela amizade que a gente tem, e segundo porque sou casada e a última Interessada em um escândalo sou eu.
- Ha, ha, ha. É que são muitos anos de “abstinência”, você está contando de um jeito que não consegui evitar sentir “coisas”.
- Você não precisa se envergonhar nem me dar explicações, eu mesma estou ficando com tesão, e não tenho vergonha de admitir. Você é minha melhor amiga e confio plenamente em você…
Comecei a me sentir “muito” à vontade e relaxada na companhia de Lúcia, que continuou descrevendo e exaltando o prazer que sentiu nos braços do meu filho, sentada tão perto de mim que nossas pernas se roçavam.
Levei um susto ao sentir ela colocar a mão no meu joelho, mas ela não tirou, mesmo percebendo meu nervosismo.
Notei um brilho especial nos olhos dela enquanto aproximava a cabeça da minha, mas, apesar da enorme confusão que aquela atitude me causava — já que jamais suspeitaria que Lúcia se sentisse atraída por outras mulheres, muito menos por mim —, submissa, deixei que seus lábios pousassem nos meus.
Senti o calor dos seus lábios e o aroma feminino que minha amiga exalava, mas, embora meu corpo desejasse, fui incapaz de abrir caminho para aquela língua molhada que insistia em entrar na minha boca.
- Eu te amo… Te desejo… Se deixa levar… Confia em mim… — A voz doce e feminina dela me transmitiu calma.
- E eu em você, Lúcia
Ela tentou de novo, e dessa vez sua língua conseguiu penetrar entre meus lábios e se fundir com a minha num beijo ardente que ultrapassava qualquer limite de amizade.
- Nunca tinha beijado outra mulher…
- Nem eu, Lúcia…
- Mas adoro te beijar…
- E eu também…
- Te desejo…
- Uff, me beija…
Sentadas no sofá, nos abraçamos, aumentando a intensidade do beijo de forma exponencial com o passar do tempo.
Instintivamente, busquei os peitos de Lúcia, os mesmos que meu filho havia acariciado horas antes.
Me surpreendi com a dureza deles, e imaginei o quanto ele teria aproveitando ele passando a mão nelas.
Minha amiga respondeu àquele carinho fazendo o mesmo com as minhas, e nossas mãos viraram uma bagunça confusa que nos fez levantar do sofá em busca de liberdade de movimento.
Sem parar de nos beijar, demos um jeito de tirar a roupa e nos abraçar obscenamente de lingerie.
Senti os peitos macios dela contra os meus, trocando carícias cada vez mais obscenas.
Eu estava me entregando a outra mulher, e pra piorar, ela era a amante do meu filho. Por mais confusa que eu estivesse, isso não diminuía a excitação e o desejo que embriagavam meu corpo.
Senti a mão dela deslizar por baixo da minha calcinha. Ufffff, como mulher que era, Lúcia soube me provocar prazer instantâneo.
Nem sei como chegamos ao quarto dela sem parar de nos beijar e trocar carícias.
Abri os olhos quando já estava deitada na cama dela, vendo o rosto lascivo da minha amiga enquanto ela se deitava sobre mim.
— Vai, se meu marido nos visse agora… ele gozava de prazer! É o sonho da vida dele! — Disse Lúcia.
— Pois se meu filho nos visse… — Respondi instintivamente —
— Ele comia as duas!
— Cala a boca, não fala essas coisas…
— Falo o que eu quiser!
Não quis continuar aquela conversa, embora minha mente divagasse sobre isso.
Nós nos reviramos na cama como gatas no cio, trocando carícias de todo tipo.
A buceta dela molhou minha coxa, onde ela se esfregava, do mesmo jeito que a minha devia estar molhando a dela.
Nós nos masturbamos do mesmo jeito que eu tinha usado o travesseiro, substituindo ele pela coxa da outra.
Senti Lúcia gozar e gemer apertada entre meus braços, o que me fez me deixar levar pela excitação e gozar também, sem moderar a intensidade dos gemidos.
Voltei pra casa atordoada com aquela experiência. Tinha sido extraordinariamente satisfatória. Eu tinha gozado como não lembrava de ter feito em anos, não podia ignorar o óbvio, já que meu corpo tinha convulsionado apertado nos braços da Lúcia pouco antes, mas agora, à confusão de me sentir atraída pelo meu próprio filho, se somava ter sentido “aquilo” pela minha melhor amiga.
Nas semanas seguintes, meu corpo passou por uma transformação evidente que me envergonhava completamente, pela aparente falta de controle da minha mente sobre ele.
Eu ficava excitada sem remédio, fantasiando a toda hora, e meu corpo implorava para se aliviar, mergulhado num desejo furioso.
Uma tarde, imersa naquele desejo intenso, e aproveitando que estava sozinha em casa, já que meu filho tinha saído pra “tomar umas” com os amigos, me despi e, depois de procurar algo “duro” pra esfregar minha buceta e me aliviar, me encostei na quina arredondada de madeira polida da mesa da sala.
Ela estava na altura certa pra que, de pé, minha buceta pudesse esfregar e pressionar naquela quina.
De calcinha e sutiã, comecei a me esfregar na quina da mesa, aquela dureza me dava um prazer crescente, deixando minhas mãos livres pra acariciar meus peitos.
Uffa, que delícia. Mordi os lábios, gozando daquela masturbação tão obscena.
Eu podia aumentar ou diminuir a intensidade do contato na quina dura e arredondada, então gozei com ela, prolongando o tempo até chegar ao orgasmo.
De costas pra porta da sala, amparada pela intimidade da solidão, comecei a gemer de forma obscena, gozando de prazer agarrada nos dois lados da mesa, sem parar de me esfregar lascivamente nela.
Ainda agarrada na mesa e com a parte de cima do meu corpo inclinada sobre ela, apavorada, ouvi um barulhinho atrás de mim.
Me virei e, desesperada, vi meu filho me olhando com os olhos arregalados.
— O que você tá fazendo, mãe? — Ele disse com a voz trêmula, sem parar de olhar meu corpo seminu.
O que eu podia responder? De calcinha e sutiã, o rosto vermelho depois de um orgasmo enorme, e percebendo pelo olhar dele que tinha me visto perfeitamente me esfregando obscenamente na mesa da sala, qualquer desculpa que eu inventasse soaria ridícula.
- Na... na... nada... – gaguejei, cada vez mais corada e desejando que a terra me engolisse-
- Não se preocupa, mãe, eu também faço essas "coisas" – ele disse com o olhar fixo na minha calcinha branca-
- Isso... é que... eu... – mal conseguia articular palavra, e muito menos quando vi o "volume" na calça dele-
- Não se envergonha, mãe, eu te amo e te quero do mesmo jeito. Tamos sozinhos, ninguém vai ficar sabendo, mas vamos... é uma bobagem você "fazer" assim... eu podia te ajudar... e ficava entre nós...
- O quê? – Eu sabia na hora como ele queria me "ajudar", mas não acreditava que meu filho tímido tinha acabado de dizer aquilo-
- Eu te amo e te desejo, mãe. Não tenho vergonha de admitir, nunca tive coragem de te falar, mas te desejo, me masturbei centenas de vezes fantasiando com você. – O olhar dele atravessava a roupa íntima e eu me senti completamente nua-
- Não... não... não fala isso... vou me vestir agora – disse procurando minha roupa-
- Não, por favor... adoro te ver assim... você tá linda demais...
- Cala a boca... – falei procurando a roupa com menos vontade-
- Pois eu te acho maravilhosa, gosto de mulher com "curvas", e essa sua bunda me deixa... com tesão.
- Cala a boca, não fala mais besteira. Só quer me bajular.
- Te bajular, mãe? Olha isso, vê se é real ou só elogio. – Ele abaixou a calça e apontou pra ereção enorme do pau dele, cuja ponta aparecia por cima da cueca-
- Mas... o que cê tá fazendo?... sobe essa calça agora. – falei sem conseguir tirar os olhos daquele pau-
- Não seja boba, mãe, com "isso" você vai se divertir mais do que com a mesa.
- Claro! É isso que você queria. – escapou um sorriso-
Encorajado por aquele sorriso, meu filho terminou de se despir em Uns segundos, o que me "deixou inquieta" o bastante pra tentar "me esconder" no meu quarto e saí correndo pelo corredor rindo como se fosse uma brincadeira.
Ele topou a "brincadeira", me perseguindo pelo corredor com o pau duro enquanto me "dava tapas" na bunda e ria pra caralho.
Tentei fechar a porta quando cheguei no quarto, mas ele conseguiu abrir com pouca resistência da minha parte.
Uma vez lá dentro, continuamos rindo como se ainda fosse uma brincadeira inocente, mesmo que a ereção do pau dele apontando pro meu corpo semi-nu ou a cara safada do meu filho indicassem o contrário.
Me afastei da cama sem perceber, como se minha mente tentasse queimar o último cartucho pra evitar o que estava prestes a acontecer.
Meu filho se aproximou e me beijou ternamente por uns segundos, e aquele beijo se transformou em algo extremamente obsceno quando ele fundiu a língua dele com a minha.
Me perguntei se ele teria beijado a Lúcia com tanta paixão, enquanto sentia as mãos dele acariciando minha bunda com tesão e o comprimento do pau dele colado no meu corpo.
- Uff, mamãe. Te amo... Te desejo...
- E eu você... uff
Ele me empurrou na cama, deixando meu corpo exposto ao olhar obsceno dele.
Ele se deliciou tirando devagar minha calcinha. Dessa vez não era pra se masturbar com ela, mas sim, claramente, pra possuir meu corpo.
Ele acariciou meus peitos até meus bicos ficarem durinhos. Minha buceta pulsava de desejo e expectativa, até que a mão do meu filho se molhou nela.
Ele lambeu o dedo safado, saboreando meus fluidos, e depois enfiou na minha boca.
Me beijou de novo e depois percorreu meu corpo com a língua até chegar na minha buceta.
Uff. Na Lúcia ele não tinha feito isso – pelo menos não me contou – aquilo me "alegrou" ainda mais quando a língua dele, depois de brincar nos lábios da buceta, encontrou meu clitóris, me dando um prazer imenso. Meu filho estava chupando minha buceta, não podia acreditar, mas estava acontecendo e eu sentia perfeitamente a língua dele me saboreando sem parar.
Acariciei a cabeça dele enquanto ele me dava onda após onda de prazer.
- Para… para… você vai me fazer gozar… para… uffff.
Ele levantou a cabeça e eu pude ver a boca dele molhada com meus sucos.
Ele se deitou ao meu lado e eu entendi que queria que eu chupasse ele. Nunca tinha gostado de fazer isso, mas dessa vez eu queria me dedicar e dar o maior prazer possível.
Uff. O pau dele era bem grosso e eu lambi enquanto apalpava os ovos dele.
Não me desagradava nada o sabor meio salgado, e tentei colocar na boca.
Foi um pouco difícil e tive medo de machucar com os dentes, mas se fosse o caso, meu filho disfarçava muito bem, porque os gemidos dele indicavam o contrário.
Deitado, com o pau dele na minha boca, ele aproveitava para acariciar minha cabeça com carinho.
- Ufff, mamãe. Como você chupa bem. – Não pude responder porque ele empurrava minha cabeça contra o pau dele.
- Ummmm, que gostoso você está me dando.
- Não aperta tanto minhas bolas com a mão… mais devagar… assim, mamãe.
Saboreei o líquido pré-seminal dele e tive medo que ele gozasse a qualquer momento e eu me engasgasse, mas essa não era a intenção do meu filho, cujo objetivo real era me possuir.
Ele afastou minha cabeça do pau dele e me obrigou a deitar de costas.
Fechei as pernas instintivamente quando o pau dele se aproximou perigosamente da minha xota.
- O que você vai fazer?
- Vou meter em você, mamãe.
O rosto dele, cheio de tesão, mostrava que nada o faria mudar de ideia e, aos poucos, minhas pernas foram deixando o caminho livre.
Senti a ponta do pau dele "brincar" com a minha buceta e se molhar até se colocar no lugar certo.
Só precisava empurrar para me penetrar, o rosto dele expressava uma felicidade e um desejo infinitos.
- Eu te amo, mamãe.
- E eu te amo, meu filho.
Aos poucos, eu fui... Me senti penetrada pelo meu próprio filho. Tava me entregando a ele de corpo e alma, sem que nenhum daqueles receios que eu tinha antes fosse maior que o prazer de ver ele se acabando com o meu corpo.
Ele meteu até o fundo, chegando a sentir o calor das bolas dele no meu rabo.
Senti as investidas desesperadas dele, me comendo como se não houvesse amanhã.
- Ufff, devagar, meu filho, devagar.
- Ummm, que gostoso.
- Para, que você vai gozar antes da hora.
- Fica tranquila, mãe, aguento o que for preciso.
- O que você sabe disso? Não é virgem? – perguntei, achando que ele ia mentir.
- Não, mãe.
- Não? Com quem você já fez isso antes?
- Promete que não vai ficar brava? – ele perguntou entre uma metida e outra.
- Prometo. Ummmm, agssss
- Com a sua amiga Lúcia.
- Com a Lúcia?
- Sim, mãe, mas você é mil vezes mais gostosa.
- Você só fala isso pra me elogiar. Ummmm, agsss
- Ela bem que queria ter uma buceta tão “apertadinha” e quente quanto a sua, e… além disso… eu te amo.
- Mmmm, que coisa você fala…. Mmmmmmm
Eu me arqueava de prazer, sentindo o orgasmo mais perto a cada metida do meu filho no meu corpo.
- Goza, mãe, goza.
- Eu sabia que ele tava prestes a me encher de porra, e me deixei levar num prazer tão imenso que levantei a cabeça e mordi o queixo dele enquanto o orgasmo sacudia meu corpo.
Exausta e com as pernas abertas ao máximo, continuei aguentando as investidas dele por uns minutos, em que fiquei observando o rosto dele enquanto me comia com tudo.
Vermelho que nem um tomate e gemendo que nem um louco, gotas de suor se acumulavam na testa dele e pingavam no meu rosto.
- Goza, meu filho, goza, que vai te dar alguma coisa. – implorei, preocupada.
Senti o calor do esperma dele invadindo minhas entranhas, me surpreendendo com a quantidade. apesar de ter sido "avisada" previamente dessa circunstância pela Lucía.
Depois de se aliviar completamente, ela se agarrou em mim, me beijando de forma meiga e obscena por vários minutos.
Lembrei que tinha comido a Lucia duas vezes, quando senti a nova ereção dela e soube o que ia rolar em seguida…
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