Douglas (vendedor de choclos de Bombinhas)

Depois daquela chifrada eleitoral, onde a Ale pôde aproveitar à vontade o pauzão do cara durante uma tarde inteira, enquanto eu via o povo colocando envelopes numa urna, o Sebastião passava o tempo enfiando o pauzão dele, bem duro, em todos os buracos da minha esposa e depositava toda a porra quente dele pra ela sentir e saborear até se saciar por completo. Depois disso, não pensem que os encontros entre eles se repetiram daquele jeito, e muito menos com frequência. Normalmente, as quartas-feiras eram o dia em que o Sebastião passava pra resolver os tramites no escritório, geralmente sempre perto do meio-dia, e por acaso eram os dias em que eu geralmente saía pra percorrer os campos visitando clientes. A coisa não passava de umas apalpadas, em algum tempinho livre sem ninguém por perto que pudessem aproveitar no escritório, onde o mais louco foi um boquete que a Ale deu na pressa, cuidando pra não entrar ninguém, onde era mais a adrenalina que rolava do que o prazer e a diversão de se ter um ao outro sem reservas. Isso a gente conta como introdução, ou melhor, pra que o leitor saiba, mais ou menos, como a coisa seguiu por esses dias com o protagonista anterior.

A verdade é que assim chegamos em dezembro, onde fomos convidados novamente pra festa de fim de ano em Rosário, organizada pela empresa pra qual trabalhamos e temos uma agência na nossa cidade. A festa, a mesma do ano anterior em que encontramos o Sebastião, onde organizaram a "primeira metida de chifre", mas dessa vez não rolou nada lá nem teve nenhuma novidade com conteúdo sexual. Lá, num momento, conversando um pouco de tudo com o Javier, um dos gerentes da companhia e responsável pela região geográfica onde fica nossa agência, ou seja, o cara a quem a gente responde, ele perguntou sobre nossas férias. O Javier é um cinquentão, grandalhão, típico homem que na juventude jogou rugby, se mantinha em forma, com boa aparência. Além de ser bonito fisicamente, ele é um cara muito gentil e de boa energia. Contamos pra ele que estávamos procurando um lugar pra alugar no Brasil, e a partir disso, a gente teria que combinar com ele quem poderia cuidar de algum jeito da nossa agência durante nossa ausência. O que o Javier nos respondeu nos deixou pasmos. "Gente, por favor, nem precisam me falar mais nada. Eu tenho um apê em Bombinhas, inclusive vou pra lá agora em janeiro por uns dias. Com todo prazer, empresto pra vocês sem nenhum compromisso nem custo. A partir de fevereiro ele tá livre, e pela agência de vocês, não se preocupem, eu mesmo cuido pessoalmente." A verdade é que nos pegou de surpresa, embora, sendo sincero, na região do Javier a gente seja talvez não só a mais antiga, mas a que tem o maior fluxo de movimento e, por consequência, a que comissiona melhor. Então não era estranho que ele tentasse nos cuidar e nos premiar de algum jeito. Assim, com as coisas desse jeito, tínhamos hospedagem resolvida em terras brasileiras, só precisávamos nos preocupar com o combustível da viagem, a comida e tentar descansar, relaxar, pegar sol e curtir.

Chegou fevereiro e fomos pra lá. Passei janeiro inteiro imaginando e me iludindo com a ideia de ver a Ale gozando de uma pica preta poderosa. Na verdade, quando íamos dormir, eu colocava os canais pornô e tentava fazer a gente assistir mais sexo interracial, onde negros de pica grande abusavam de mulheres brancas pequenininhas. E até comentei com minha esposa que gostaria que ela fosse no Brasil como a protagonista do vídeo que curtia um macho negro superdotado. Sinceramente, ela não tava muito convencida, como se um negro desse uma certa "coisa" nela, ela dizia. Mas depois de ver tanto sexo interracial e conversar tanto, ela falou: "Olha... não te garanto nada, mas se eu encontrar um negro que me agrade, eu vou fuder ele até ficar desmaiada de prazer." Vocês, nossos seguidores, vão entender que pra mim isso foi a melhor música que meus ouvidos poderiam ouvir.

Já instalados no Bombinhas, a gente tava num apê, bonito e aconchegante, num prédio pequeno a um quarteirão do mar, e embaixo do nosso prédio tinha um mercadinho. Praticamente a gente se virava andando, indo e voltando da praia todo dia. Só algum dia que a gente resolvia ir pra outras praias da região, senão a caminhonete ficava guardada. Era tão confortável tudo que a gente preferia caminhar aquele quarteirão que separava a gente do mar e se instalar lá direto pra passar o dia. Os dias na praia a gente passava com certo conforto, não tinha tanta gente quanto em janeiro, segundo os locais contavam, e a gente via o desfile dos vendedores ambulantes pela areia. Quem conseguiu chamar nossa atenção foi o vendedor de milho. Douglas, um moreno de mais de 1,80m, uns 28/30 anos, robusto, de bom físico, com um sorriso bem largo e uns lábios bem grossos atrás dos quais brilhavam os dentes brancos e perolados. "Compra um milho pra mim, céu, fiquei com vontade" disse a Ale quando, depois de vários dias vendo ele passar, viu que o moreno se aproximava de onde a gente tava. Levantei a mão pra ele me ver e se aproximar enquanto a Ale, deitada de barriga pra cima tomando sol, apoiada nos cotovelos e com os óculos escuros, olhava ele de cima a baixo fazendo uma radiografia completa daquele exemplar.
— Me vende um milho pra minha esposa?
— Sim, claro, escolhe aí...
— Amor, qual você quer?
— Já sabe, céu, o maior...
— O maior, por favor, seus desejos são ordens pra mim.
Paguei e o Douglas foi embora, enquanto a Ale levava o milho à boca, tentando comer o milho que acabara de comprar dele.
— O neguinho é gostoso, imagina se tivesse a rola igual ao milho. Você ia gostar que o milho fosse a rola dele? (enquanto levava à boca)
Claramente a Ale tinha visto no vendedor de milho um potencial macho pra me botar chifre e tava fazendo de tudo pra eu começar a ficar excitado. Naquela noite a gente transou imaginando que a Ale tava nos braços dele e empalada pela rola do Douglas, e foi muito excitante. O plano estava em andamento, a Ale estava decidida e era hora de botar a mão na massa, porque os dias estavam passando e não tava sobrando muito tempo da nossa estadia no Brasil. No dia seguinte, quando a Ale vê o moreno vindo caminhando, ela me avisa pra chamar ele e se joga de bruços pra pegar sol, com a fio dental bem enfiada na bunda, rebolando e mostrando tudo pro Douglas, colocando os fones de ouvido, sem escutar nada, mas fingindo que tava distraída. Chamo ele, sem me levantar da areia, do lado da minha esposa, pra ficar o mais perto possível e ele poder se deliciar com a vista, e ele vem:

— Pode ser um milho pra minha esposa?
— Sim, senhor, o maior como sempre?
— Não exatamente, queria que ela comesse hoje o mais parecido com o seu pau...

O negão olhava atônito, sem entender muito a indireta bem direta, mas procura e me dá um, falando: esse é o mais parecido. E puxa um milho bem grande, parecido com os dos dias anteriores, não só de comprimento, mas de grossura também.

— Não quero que leve a mal, mas quando tô 100%, talvez seja maior que o milho... — ele disse.
— E me diz, você queria comer isso? (enquanto acariciava a raba da minha mulher)
— Sua mulher é realmente uma gostosa, qualquer homem queria ter ela.
— Tô te oferecendo ela. E ela topa, se você não mentiu sobre o tamanho do seu pau — falei, enquanto passava o milho pra Ale. — Somos um casal bem liberal. Queremos que você curta uma mulher com um negão bem dotado como você. Só que tudo na minha frente.
— Sem problema, eu topo. Se esse é o preço que tenho que pagar pra comer essa gostosa, aceito.
— Te esperamos hoje à noite nesse endereço. (e entreguei o papel com o endereço, além de falar que ficava a uma quadra de onde estávamos)

No horário combinado, o interfone tocou e desci pra abrir pro Douglas, enquanto a Ale lá em cima já tava pronta. Vestida pra ocasião, ela usava um par de sandálias com plataforma que valorizavam as pernas e a raba dela, com uma fio dental de renda preta bem pequena e uma regata. blanca colada no corpo sem sutiã, onde os mamilos se destacavam com total evidência. Fomos para a sacada, tomar umas cervejas e conversar como velhos conhecidos, onde depois das perguntas e apresentações de praxe, a conversa foi ficando mais quente.

— Douglas, nós somos um casal bem liberal, mas falta realizar a fantasia da minha esposa ficar com um homem de cor preta. Sempre tiveram fama de serem bem dotados, por isso o tamanho do negão.
— É, a verdade é que já ouvimos muitas histórias sobre caras como você, e estamos a fim de viver a experiência, quero saber como é. Já cansei de ouvir, quero sentir e saber de verdade o que se sente!!!!… — interrompeu Ale, que já estava tomando as rédeas da situação.
— Não tem medo de ficar muito dilatada? — perguntou o negão.
— Ah… sei lá… Talvez você tenha um pau tão grande que não entre.
— Deixa eu ver… Me mostra? — E fomos para dentro, para que Ale se ajoelhasse no sofá, exibindo a bunda com a tanga sumida entre as nádegas, para o negão se deliciar muito mais do que já tinha feito à tarde.
— Por que você não tira a tanga e mostra a buceta pro Douglas, meu amor?
— Sim, adoraria… — disse o negão, com os olhos vidrados.
— Viu, é bem pequenininho… — interrompi eu.
— Por isso, tenho um pouco de medo, não sei se vai entrar por aí… — acrescentou Ale, enquanto chupava um dedo e o levava até o cu. Ela estava muito excitada e decidida a se entregar por completo, exatamente como tinha me prometido antes de sair de casa. Tirava o dedo do cu e o saboreava, para depois enfiá-lo de novo, sob o olhar atento do vendedor de choclos, que por um momento não sabia o que fazer nem quando poderia intervir. Ale abandonou aquela posição e se deitou no sofá com as pernas bem abertas, se tocando na buceta encharcada, enquanto via o volume do negão crescer por baixo da calça…
— Você gosta da minha buceta, Douglas?
— É linda…
— Eu quero uma pica… uma pica preta, brasileira e grandona.
Enquanto o negão me Olho e vejo que, numa cadeira, de longe, ele tava se tocando por cima da calça. Eu concordei com a cabeça e ele entendeu que era hora de botar a mão na massa. Baixou a bermuda e saltou um pau preto descomunal, grosso e bem veiudo, na nossa frente.

— Vai, dá pra ela chupar um pouco… — falei, enquanto ele se aproximava pelo lado da Ale.

— Ahhhhh… beleeeza… olha o pedaço de pau que ele tem!!! — enquanto se sentava pra pegar aquele pau de frente com as duas mãos e começar a saborear. Envolveu ele com uma mão, puxando a pele pra baixo, colocou a mão em volta daquele mastro preto de carne, e ainda sobrava um pedaço do tronco e a cabeça, que ela começou a percorrer devagar com a língua, pra aos poucos tentar enfiar a cabeça dele dentro da boca. Coisa que custava, assim como custava conseguir envolver na mão o primeiro pau preto que ela provava na vida. Aos poucos, foi ensalivando, cuspindo e enfiando um pouco mais da cabeça daquele pau dentro da boca, tirava da boca, passava a língua de cima a baixo, ia nos ovos depilados e pesados e voltava pro glande inchado pra lamber como se fosse um sorvete, tentando enfiar o tronco inteiro na boca, enquanto o preto olhava e não acreditava na situação em que tava.

— Mmmmm… que pica gostosa… que delíciaaa… toda essa pica é minha!!! — dizia enquanto tirava da boca pra mostrar a língua, enquanto o preto, segurando a porra do pau pela base, usava ele como martelo pra bater com o glande na língua da minha esposa, que tirava a boca sequinha de vontade de sentir aquela barra de chocolate, e depois voltava com o repertório de saliva, língua e chupadas, tentando cobrir o máximo de superfície possível e levar a cabeça daquele pau o mais fundo na garganta.

— Mmmmm… que pau lindo… me deixa louca… — e voltava ao ataque com todo o repertório oral.

— Como a senhora chupa bem… mais devagar que vou gozar.

— Vamos pro quarto, deita que eu quero você. montar
E fomos pro quarto, a Ale deitou o negão de barriga pra cima depois que os dois terminaram de se despir, o negão ficou com as pernas penduradas na altura dos joelhos e a Ale foi montar nele de costas, ficando de frente pro sofá onde eu tava sentado. Ela foi descendo devagar até que toda aquela pica preta inundasse a buceta dela, ficando parada um tempo pra ela se acostumar — aquela buceta que no dia anterior tinha recebido minha pica minúscula e agora tava com uma ferramenta daquelas. Depois ela se inclinou um pouco pra trás, dando liberdade pro Douglas começar a se mexer, tentando perfurar a buceta depilada e molhada da minha amada esposa.
— Ahhhhh… como eu sinto ela, meu Deus… é enorme… uhhhhhhh… vem cá, cuckold, chupa meu clitóris enquanto ele enterra toda a pica preta dele em mim
Fui lá chupar o clitóris dela por um tempo enquanto o negão ia buscando a dilatação da buceta da minha esposa. Quando conseguiu essa dilatação, mudaram de posição: agora foi a Ale montar nele de frente, deixando o negão pegar as nádegas dela com as duas mãos enquanto minha esposa colocava os peitos na boca dele pra Douglas brincar com a língua e os lábios grossos nos mamilos duros da Ale.
— Uhhhhh, que pica… ohhhh, por favor!!!… que pica eu tô comendo, cuck…
O negão foi se animando e começou a dar uns tapas nas nádegas da minha mulher
— Mmmmm… olha como ele me trata na sua frente, me dá tapas na bunda, cuck… uhhhhhh… ahhhhhh… que pica grande!!! Enquanto a Ale tentava se mexer, buscando enfiar o máximo possível daquele pica preta pra dentro.
— Mmmmmm… que pica linda ele tem!!
— Você gosta, amor?
— Eu amo essa pica, cuck… EU AMO!!!… ela entra toda… viu? Toda a pica preta dele entra na minha buceta…
Enquanto o negão, de baixo, dava tapas nas nádegas dela até deixá-las bem vermelhas e aumentava o ritmo das estocadas, assim por uns minutos até que a Ale sai de cima dele e diz:
— Tanto que você olhou pra minha bunda e me Você molhou tudo, pensei que queria comer ela, pensei que ia meter esse pau no meu cu
— Não vou sair daqui sem comer essa bunda divina
E a Ale se deitou de bruços, deixando o peito na cama, com as pernas penduradas, enquanto o negão foi dar um beijo grego como de costume, tentando dilatar o ânus dela pra depois ir enfiando um dedo pra preparar a bucetinha que ia engolir o pauzão preto dele
— Cê gosta de como eu chupo seu cu, céu?
— Mmmmmmm………. Adoro…. Agora quero que me coma…. Mete na minha bunda pequena, Douglas
— Sim, putinha…. Vou encher ela de pica.
Enquanto com uma mão o negão tentava separar as bandas do cu, com a outra apoiava a cabeçona do pau na portinha do cu da minha esposa
— Mmmmm…. Devagar, docinho…. Tá? …. Cê tem ele enorme…..
Enquanto devagar, mas sem recuar, foi ganhando dilatação e centímetros aquele pau preto dentro do cu da minha amada mulher
— Uhhhhh…. Ahhhhh…. Devagar……..devagar…… ayyy…… como eu sinto ele….. como ele me abre toda……ayyyyyy
De vez em quando o negão dava um tapinha nas bandas do cu da Ale, pra depois pegar ela pelas mãos e levar até a bunda pra que ela mesma separasse as bandas, facilitando o caminho pra furadeira de chocolate
Um repertório interminável de onomatopeias que iam aumentando o volume diretamente proporcional à medida que aquele pau de chocolate se enterrava na bunda da minha esposa, dilatando o esfíncter dela, fazendo ela também bufar como um cavalo, como uma gostosa na verdade, totalmente puta
— Uhhhhh…..ahhhhh…..ayyyyy….. que pau enorme!!!!
— Que foi, amor? O Douglas tá te machucando???
— Ele tá arrombando minha bunda….. ele tá me dando o prazer que você nunca vai poder dar, corno….. eu tô gozando com um macho brasileiro bem pica grossa na sua cara, corno
Quando conseguiu enfiar ele todo dentro do cu, tirava um pouquinho pra segurar o pau pela base e fazia movimentos como quem mexe a colher dentro da xícara de café pra o ânus ir se acostumando Maior dilatação ainda. Claro, consegui enfiar tudo, mas precisava que o esfínter dilatasse mais pra poder começar o vai e vem que desse prazer e mais velocidade nas investidas. Aos poucos fui conseguindo e passei a segurá-la pela cintura, aumentando gradualmente a velocidade das investidas enquanto Ale continuava separando as próprias nádegas com as duas mãos.

- Uuuuuuuuuhhhhhhh... ahhhhhhhh... como ele me come... tão rasgando meu cu todo, cuck...

Num momento, o preto precisou dar uma pausa senão ia gozar, e tirou o pau do cu da Ale. O que vi me deixou pasmo: a dilatação que o esfínter dela tinha era tremenda, a ponto de um desodorante "Dove" entrar sem problemas, e eu falei:

- Você não sabe o tamanho que o buraquinho tá, love...

- É... consigo sentir bem aberto, mesmo não vendo.

Agora Ale se virou de conchinha na beira da cama, enquanto o preto, em pé na borda, apontou o pau pro cu da minha esposa pra continuar enfiando à vontade. Mal colocou, ela já me avisou:

- Ayyyyy... ayyyy, pussy... ayyyy... QUE PIJADIOSA!!!!... Como ele me come... Você não sabe como esse negrinho me come bem... ayyyy... sim... não para, por favor!!!... Tá gostando da minha bunda bombom???

- Sim... muito... ahhhhh... - o preto bufava como um touro enfurecido enquanto aumentava a velocidade das investidas na bunda da minha amada esposa.

Nisso, ele passou a colocar Ale de barriga pra cima e os travesseiros debaixo da cintura dela pra deixar o cu mais elevado e exposto, pra poder comer com mais conforto, enquanto minha esposa colocou os calcanhares nos ombros do preto e com as mãos tentava alcançar a cintura do brasuca pra puxá-lo pra perto, fazendo a penetração ser o mais fundo possível. Ajeitados nessa posição, ele foi aumentando a velocidade e a enxurrada de coisas que Ale falava já era qualquer uma:

- Ayyyy... uhhhhhh... ahhhhhhhhhhh... como ele me come bem... que pau enorme que ele tem... como esse preto me dá prazer, love... você tá contente com sua... chifres??....... sou muito puta?......sou muito puta???......aiiii….. que filho da puta que você é, Douglas….. um animal!!!!
Eu não conseguia parar de bater uma pra aquele espetáculo que passava na minha frente e o negão se soltava cada vez mais. Agora ele tirava ela por completo e de uma vez só enfiava de novo numa estocada certeira com toda a pica até o fundo do cu da Ale, o que fazia ela delirar, virando os olhos. Douglas era realmente um exemplar digno de ser um bull que ninguém tinha que invejar dos outros machos que a Ale curtia, nem mesmo o Sergio.
Mas claro, tinham que trocar de posição pra que o final leitoso durasse o máximo possível. Nessa onda, foi o vendedor de milho que deitou de barriga pra cima e a Ale montou nele de frente, mas agora continuava comendo aquela rola pelo cú.
Alternavam não só o ritmo, mas também a iniciativa: às vezes a Ale enfiava até o fundo subindo e descendo sozinha, depois passava a rebolar a cintura com todo aquele tronco preto no cú, e em outros momentos era o negão que de baixo metia na bunda da minha esposa, que imóvel se deixava comer e usar como a excelente puta que é. Eu realmente não conseguia fazer outra coisa senão chegar bem perto pra apreciar como aquela barra preta de carne sumia dentro do rabo da minha mulher, olhava hipnotizado o vai e vem daquele cacete preto e grossudo dentro das entranhas dela, enquanto a Ale não cansava de elogiar a pica e repetir a cada instante coisas como: “que pedaço de pica, que pica enorme, como é grande e dura, como eu sinto ela entrando e rasgando tudo por dentro” e outras expressões do tipo.
— tira um pouquinho…. Quero mostrar pro corno do meu marido como você abriu minha tiny ass
E o negão foi obediente, tirou. E não minto se disser que o cu dela tava mais dilatado que os lábios da buceta, era uma imagem sublime que ia me acompanhar pra sempre.
— espera, Douglas, vamos gozar os 3….. ela saiu de cima dele e agora montava de costas, de cócoras, com toda a pica enterrada no Booty me pediu pra eu passar pra ver bem de pertinho e chupar a buceta dela enquanto o preto por baixo metia sem parar dentro das entranhas dela
- uhhhhh……ahhhhhhhh…….que pau……..que pau por favor……..você gosta de chupar minha buceta quando eu tenho um pau preto enorme enfiado na bunda?..... cuck!!!
- sim love eu adoro…….. e eu voltava a atacar com meus lábios o clitóris da minha esposa
- tira ele um pouquinho buceta…. Assim o cuck do meu marido vê como você abriu meu cu e passa a linguinha pra sentir o gosto de um macho brasileiro no meu rabinho.
O preto obedecia e obviamente eu também, percorrendo agora com minha língua todo o buraco do cu da minha esposa
- aí tá tudo aberto como eu prometi antes de vir…. Vai, agora chupa ele, vai, saboreia seus chifres, vai…. Que eu quero ter ele de novo dentro…. Você gosta? Era isso que você queria cuck?
- sim love…. Era isso que eu queria…. Uns chifres bem grandes e pretos….
E ela voltava a enfiar aquele mastro preto de carne preta com as veias marcadas, cavalgando com toda a raiva. Foram trocando de posição, agora de conchinha e bem colado no corpo dela era o preto quem por trás controlava o ritmo e metia com toda força enquanto Ale esticava a bunda o máximo que podia pra fora pra ter o maior pedaço de morcilha preta dentro do cu dela, levantando uma perna dela facilitando a abertura e me mandando chupar a buceta da minha esposa
- uhhhhh………ahhhhh…….. que pauzão que ele tem…….. vão me fazer gozar…….ele com o pau no cu e você chupando minha buceta como um corno
O preto tava enfurecido. Agora pegou ela pela cintura e colocou de quatro no meio da cama pra montar nela enfiando toda a pica primeiro e depois que tivesse completamente dentro começou o vai e vem que ia aumentando a velocidade, enquanto ele colocava as mãos grandes nos ombros da Ale e puxava ela pra perto pra penetração ser bem forte e bem funda. Eu me aproximei atrás deles e podia ver de um lugar imbatível Close, como todo aquele pijão desaparecia dentro do cuzinho dela, a ponto dos ovos raspados, enormes e pesados de tanto leite, batendo nos lábios molhados da buceta da minha mulher. Às vezes, Douglas ficava parado com a pica toda enfiada no cu da Ale, e era ela quem mexia a rabeta em círculos, adorando se sentir completamente cheia. Outras vezes, trocavam, e minha esposa quieta aproveitava as estocadas animalescas que o vendedor de milho dava nela.

— Ohhhhhhh… ahhhhhhhhh… Que prazer!!!... Siiiiii…

Num momento, Douglas tirou, e a Ale foi com a mão tocar o próprio cu.

— Ahhhh… Não… Olha como você deixou meu cu aberto, amor… Viu como deixaram o cu da puta da sua esposa, corno?

Enquanto eu balançava a cabeça concordando e me masturbava como um adolescente vendo um pornô.

— É… Bate punheta… Bate muita punheta nessa piroquinha… Porque isso você nunca vai conseguir fazer… Nunca vai conseguir deixar minha rabeta assim nem me dar esse prazer, corno!

A Ale examinava o próprio cu com os dedos, e três dos dedos entravam com toda facilidade no ânus dela. Ela estava totalmente surpresa e disse:

— Agora quero a porra, quero ela bem quentinha… Você vai me dar, Dou?

— Onde você quer, puta?

— Quero no meu rostinho… Toda no meu rostinho, quero.

Enquanto o preto passou a ficar de pé na cama, e a Ale, sentada na cama, chupava as bolas do Douglas enquanto ele, se masturbando, apressava a gozada.

— Quero comer toda essa porra, yummy… Ohhhhh… Uhhhhh… Siiii… Viu que pica eu comi, corno?... Você vai me dar o leite quentinho?... Na cara?

— Vou encher sua boca de porra.

— Ahhhhh… Que bom… Adoro porra quentinha na cara… Porra de pica grande de macho… Ohhhhh… É… Sabe quanta porra vai sair daí, corno?... Ahhhhhh… Siiii… No rostinho, toda quentinha… Como eu gosto… Sou sua puta, Douglas… Até a gente ir embora, quero que você meta em mim todo dia, sabia?

— Siiiiii… Puta… Putaaaaaaaaa… Toma o leite achocolatado de um preto. brasileiro...........ahhhhhhhhhhhhh...........tomaaaaaaaaa............

E aí, Ale fechou os olhos e a boca enquanto o negão espalhava tudo que tinha dentro por toda a superfície do rosto dela, enchendo ela de porra desde a testa, os olhos, o nariz, a boca, as bochechas, enquanto um pouco dessa porra caía nos peitos da minha mulher, enquanto ela com a mão espalhava com os dedos por toda a cara e levava os dedos à boca pra saborear o que tinha sobrado, enquanto me pedia pra ir beijar ela pra limpar com minha boca e minha língua toda aquela porra que o negão tinha espalhado no rosto dela e nos peitos dela.

- uhhhhh..... quanto leite...... me limpa bem, cuck..... viu que porra gostosa que ele tem?..... amei!!!!.... você vai deixar eu vir dar pra ele todas as noites daqui até a gente voltar pra casa, cuck? .........Quer?

Acho que não precisa continuar a história. Todo mundo já sabe exatamente qual foi minha resposta e o que rolou naqueles 4 dias que ainda faltavam da nossa estadia em terras brasileiras...

6 comentários - Douglas (vendedor de choclos de Bombinhas)

Por Diosssss ,que caliente pura que tenes se rebanco la verga negra en la concha y en el culo como una Diosa ,te dejo gozar del espectaculo y compartió la leche del macho con vos,mas no podes pedir ,van pts.
Shiwwo1 +1
Muy excitante como nos tiene acostumbrados tu mujer!!!
Que relatos muy bueno es una puta esa mujer y como debe coger debe ser un espectaculo ver hacer,ahi van mis puntos y x mas relatos calientes
Como siempre los mejores relatos seguí así que hermoso morbo 👏👏