No meu aniversário, passei o dia na escola, recebi abraços de vários amigos e amigas. A Karen me parabenizou por mensagem, mas só isso. Um dia super normal.
Almocei com minha família e às 4 da tarde fui pro meu quarto. Pouco depois, a Daniela apareceu na minha casa de surpresa. Deixaram ela entrar sem problema, e ela me deu a maior surpresa da minha vida. Ela estava na entrada do meu quarto, de macacão e aquele top de oncinha. Além do abraço, me deu um chocolate de presente. Pedi pra ela ficar à vontade, então deitamos na minha cama pra ver vídeos e conversar.
Logo começamos a brincar. Ela se deitava em cima de mim, mordia minha orelha ou tentava me fazer cócegas. Depois de um tempo, ela estava mordendo meu pescoço. Eu só empurrava meu quadril contra o dela, e ela, tímida, esfregava a pélvis na minha.
Quando ela se afastou, tentei beijá-la, mas ela não deixava. Preferia beijar minhas bochechas ou morder meu pescoço. Eu colocava as mãos na bunda dela, mas ela tirava e segurava minhas mãos. Ficamos de frente um pro outro, e ela continuava mexendo a pélvis contra a minha. Ela só beijou minha bochecha e se levantou...
— Preciso ir. Vou trabalhar e já tá tarde.
+ Espera, por que não posso te beijar?
— Quero, mas você tem namorada e isso me limita.
+ Deixa eu fazer uma coisa...
— O quê?
+ Você disse que era minha submisso, não disse?
— O que você quer que eu faça?
Perguntou animada, mas ao mesmo tempo com dúvida.
+ Só senta aqui...
Sentei na beirada da cama e ela sentou no meu colo. Segurei ela pela cintura, e ela jogou a cabeça pra trás. Então peguei nos peitos dela por cima da roupa e perguntei...
— Posso?
Ela abriu o top, porque fechava na frente. Curiosamente, não tava usando nada por baixo. Pegou minha mão e colocou no peito dela. Os mamilos estavam durinhos e eram pequenos, tipo botõezinhos.
+ Você esperava que eu fizesse isso ou por que não tá usando mais nada?
— Mmmmh... Segura o outro também. Pega os dois.
Ela rebolava enquanto eu brincava com os peitos dela. E depois de um tempo, ela se levantou e... vestiu sem que eu pudesse ver os peitos dela. Quando se vestiu, me olhou e me beijou rapidamente.
- Isso tá errado, preciso ir.
E saiu de casa o mais rápido possível, mal consegui acompanhá-la até a porta. Já lá fora, segurei ela pela cintura e nos beijamos de novo.
- Muito errado... É tarde. A gente se fala de noite?
+ Claro.
Passou o dia e chegou a noite. Mony falou comigo de novo e começamos a falar de negócios, que os dois iam pagar com o corpo, mas pra ela eu era um cara precoce e de pau pequeno. Pelo visto, ela odiava caras que se insinuavam, tudo por culpa dos ex.
Quando recebi uma mensagem da Daniela, meu coração disparou. Não sabia se ela tava puta ou ainda afim.
+ Como cê tá? Valeu por me visitar.
- Bem, e você? Gostou?
+ Amei, valeu pelo presente.
- Aquilo não era seu presente, isso sim...
—Sei que você só sentiu e eu adorei, mas não queria ser a culpada de você terminar com sua namorada. Quero fazer, mas não quero ser uma puta.
+Eu nunca te veria assim. Não pensa isso.
—Acha que posso te visitar de vez em quando?
+Meu quarto é seu, só que vai ter que tirar o tênis hahaha, digo, pra ficar mais confortável.
—Claro.
Consegui!!! A garota séria era minha submissa e eu ainda tinha "namorada" — eu era o maior filho da puta, ou pelo menos me sentia assim.
No fim de semana fui numa festa, tudo normal, com meus amigos. O engraçado é que a gente fez na casa de uma amiga deles. Só vi duas minas que me chamaram a atenção: uma chamada Mary (vocês vão saber mais dela em breve) e Caro (peitão do caralho). Tudo normal, álcool, papo de sexo e besteiras...
Como tudo na vida, chegou o dia em que saí com a Karen e terminamos. Algo que eu sabia que ia acontecer, mas não queria. Lembro que chorei pra caralho por ela, e ela também. Terminamos como amigos, mas eu fiquei destruído (foi meu primeiro namoro e eu achava que o mundo ia acabar sem ela). Não queria falar com ninguém, e foi o que fiz.
Por duas semanas, mal falava com a Daniela e a Anna. Minha solidão só mudou na próxima visita da Daniela. Foi ali que ela me trouxe de volta à vida...
Aqui termina a história. Espero que tenham gostado e vou continuar contando minhas aventuras. Cada vez deixo de ser tão idiota nesse assunto e consigo mais e mais. Espero que curtam. Tchau.
Almocei com minha família e às 4 da tarde fui pro meu quarto. Pouco depois, a Daniela apareceu na minha casa de surpresa. Deixaram ela entrar sem problema, e ela me deu a maior surpresa da minha vida. Ela estava na entrada do meu quarto, de macacão e aquele top de oncinha. Além do abraço, me deu um chocolate de presente. Pedi pra ela ficar à vontade, então deitamos na minha cama pra ver vídeos e conversar.
Logo começamos a brincar. Ela se deitava em cima de mim, mordia minha orelha ou tentava me fazer cócegas. Depois de um tempo, ela estava mordendo meu pescoço. Eu só empurrava meu quadril contra o dela, e ela, tímida, esfregava a pélvis na minha.
Quando ela se afastou, tentei beijá-la, mas ela não deixava. Preferia beijar minhas bochechas ou morder meu pescoço. Eu colocava as mãos na bunda dela, mas ela tirava e segurava minhas mãos. Ficamos de frente um pro outro, e ela continuava mexendo a pélvis contra a minha. Ela só beijou minha bochecha e se levantou...
— Preciso ir. Vou trabalhar e já tá tarde.
+ Espera, por que não posso te beijar?
— Quero, mas você tem namorada e isso me limita.
+ Deixa eu fazer uma coisa...
— O quê?
+ Você disse que era minha submisso, não disse?
— O que você quer que eu faça?
Perguntou animada, mas ao mesmo tempo com dúvida.
+ Só senta aqui...
Sentei na beirada da cama e ela sentou no meu colo. Segurei ela pela cintura, e ela jogou a cabeça pra trás. Então peguei nos peitos dela por cima da roupa e perguntei...
— Posso?
Ela abriu o top, porque fechava na frente. Curiosamente, não tava usando nada por baixo. Pegou minha mão e colocou no peito dela. Os mamilos estavam durinhos e eram pequenos, tipo botõezinhos.
+ Você esperava que eu fizesse isso ou por que não tá usando mais nada?
— Mmmmh... Segura o outro também. Pega os dois.
Ela rebolava enquanto eu brincava com os peitos dela. E depois de um tempo, ela se levantou e... vestiu sem que eu pudesse ver os peitos dela. Quando se vestiu, me olhou e me beijou rapidamente.
- Isso tá errado, preciso ir.
E saiu de casa o mais rápido possível, mal consegui acompanhá-la até a porta. Já lá fora, segurei ela pela cintura e nos beijamos de novo.
- Muito errado... É tarde. A gente se fala de noite?
+ Claro.
Passou o dia e chegou a noite. Mony falou comigo de novo e começamos a falar de negócios, que os dois iam pagar com o corpo, mas pra ela eu era um cara precoce e de pau pequeno. Pelo visto, ela odiava caras que se insinuavam, tudo por culpa dos ex.
Quando recebi uma mensagem da Daniela, meu coração disparou. Não sabia se ela tava puta ou ainda afim.
+ Como cê tá? Valeu por me visitar.
- Bem, e você? Gostou?
+ Amei, valeu pelo presente.
- Aquilo não era seu presente, isso sim...

—Sei que você só sentiu e eu adorei, mas não queria ser a culpada de você terminar com sua namorada. Quero fazer, mas não quero ser uma puta.+Eu nunca te veria assim. Não pensa isso.
—Acha que posso te visitar de vez em quando?
+Meu quarto é seu, só que vai ter que tirar o tênis hahaha, digo, pra ficar mais confortável.
—Claro.
Consegui!!! A garota séria era minha submissa e eu ainda tinha "namorada" — eu era o maior filho da puta, ou pelo menos me sentia assim.
No fim de semana fui numa festa, tudo normal, com meus amigos. O engraçado é que a gente fez na casa de uma amiga deles. Só vi duas minas que me chamaram a atenção: uma chamada Mary (vocês vão saber mais dela em breve) e Caro (peitão do caralho). Tudo normal, álcool, papo de sexo e besteiras...
Como tudo na vida, chegou o dia em que saí com a Karen e terminamos. Algo que eu sabia que ia acontecer, mas não queria. Lembro que chorei pra caralho por ela, e ela também. Terminamos como amigos, mas eu fiquei destruído (foi meu primeiro namoro e eu achava que o mundo ia acabar sem ela). Não queria falar com ninguém, e foi o que fiz.
Por duas semanas, mal falava com a Daniela e a Anna. Minha solidão só mudou na próxima visita da Daniela. Foi ali que ela me trouxe de volta à vida...
Aqui termina a história. Espero que tenham gostado e vou continuar contando minhas aventuras. Cada vez deixo de ser tão idiota nesse assunto e consigo mais e mais. Espero que curtam. Tchau.
1 comentários - Cumpleaños... Daniela.