De pouquinho, nossos encontros furtivos foram ficando mais frequentes e mais quentes… qualquer desculpa servia pra uma ligação e um encontro de sexo selvagem pra aliviar a tesão…Inevitavelmente, cada ligação virava conversa de putaria… foi numa dessas que ela me confessou que, quando era estudante no colégio, se juntava com uma colega pra fazer o dever de casa… até que essa colega, entre brincadeira e tesão, começou a beijar o pescoço dela e a apalpar… tirou a camiseta dela, deixando as tetinhas pequenas no ar, e ficou chupando a boca dela e os biquinhos pequenos mas durinhos pra caralho… (vou pedir pra ela contar isso com todos os detalhes, igual fez comigo)..
A conversa no telefone não podia terminar de outro jeito senão com uma punheta violenta da minha parte, imaginando aquela cena.
Lembro que naquela época a gente não dormia… a gente fodia a noite inteira… amanhecia às 6 da manhã como se fosse nada… lembro de acompanhar ela em casa naquela hora, toda gozada, toda melada, exalando cheiro de sexo…
E a única coisa que eu pensava durante o dia era em comer ela de novo.
A glória foi descobrir que ela era multi-esguichadora… uma vez que começava a gozar, era uma enxurrada e não parava mais… gozava igual uma besta, jorros e jorros dos fluidos majestosos dela, deliciosos, e a única coisa que ela queria era continuar gozando e levar pica.
Então, aquilo virou uma obsessão pra mim… eu vivia obcecado em ver ela gozar…
Nessa época, o ritual era ela sentar no meu peito, com as pernas abertas na frente da minha cara… eu dobrava minhas pernas, que ficavam de encosto pra ela… e assim eu começava a chupar a buceta dela enquanto ela se masturbava… cada vez mais forte, até ela jorrar as gozadas majestosas dela… ela gozava assim, pelo menos umas dez vezes antes de trocar de posição, pra começar a foder desenfreadamente, tirando meu gozo do jeito que ela queria… até me deixar exausto, espremido… lembro de ter que jogar fora mais de Deu um jogo de lençóis porque ficaram inutilizáveis, e ter que secar o colchão no sol pra poder dormir na noite seguinte... as gozadas passavam de lado a lado, literalmente... e tudo isso que tô contando é real, não tem invenção, nem uma vírgula.



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