Nota: Esses contos são baseados na minha história sexual, com algumas mudanças na história e nomes trocados por proteção, mas tanto os anos quanto os lugares são reais. Como a história segue minha vida real, nem tudo vai ser tão rápido quanto em outros contos. É minha primeira publicação, agradeço todos os comentários. Meu e-mail é: pibeplatense@hotmail.com
Até o ano de 2003, minha história é a de qualquer garoto crescendo nos arredores da cidade de La Plata, na Argentina. Mais precisamente em Gonnet, uma família típica de classe média, com uma casa espaçosa, com piscina, localizada numa área mais selecionada, entre as avenidas Centenario e Belgrano. Meu nome é Tomás. Naquele ano, eu tinha 16 anos, minha irmã Lucía tinha 18, meu pai Roberto 45 e minha mãe Vitória 42. Na casa ao lado, num terreno subdividido há tempos, morava minha tia com o marido e os filhos pequenos. Minha tia Cláudia era bem mais nova que minha mãe, tinha 25 anos, e foi fruto de uma gravidez indesejada no começo. Meu tio João tinha 30 anos e os filhos deles tinham 3 e 1 ano. Sempre soubemos que, por causa da história do nascimento da minha tia, tanto ela quanto minha mãe decidiram ter filhos jovens, e a anticoncepção era um assunto comum, vindo das histórias de família.
Em 2003, tudo mudou. A internet chegou na minha casa e, de poder ver alguma revista com os amigos e tentar pegar o canal codificado da TV a cabo, o mundo da putaria explodiu. A possibilidade de ter o computador no meu quarto foi uma briga que valeu a pena. Em poucos meses, eu já tava vendo todo tipo de pornô, até que me deparei com o incesto.
Desde os vídeos pequenos que eu conseguia baixar com minha conexão discada, passei rapidamente pros contos eróticos, que eu copiava num Word gigante pra poder ler sem internet. Em poucas semanas, comecei a viver minha sexualidade muitas horas por dia. E o efeito mais claro: sexualizar meu dia a dia. À explosão de hormônios, eu somava os olhares pra minha irmã e minha mãe, junto com um "carinho" renovado que sentia por elas. Abraços mais demorados, com o corpo inteiro, eram minhas tímidas explorações que minha cabeça me permitia na época. Os melhores momentos vinham de poder ver minha tia, que quase tinha parado de amamentar e tinha uns peitos incríveis. Além disso, ela ainda me via como um menino, então nossos abraços me deixavam sentir o corpo todo dela, e pra mim era ouro — que depois, quando eu batia uma com os contos, rendia em dobro.
Desde sempre fui muito curioso sobre o lado intelectual, então, baseado em relatos e umas buscas apressadas que deram errado no "Altavista", também comecei a ler sobre psicologia. A mistura de prazer sexual e intelectual foi irresistível e, no ano seguinte, quando todo mundo começou a ver qual carreira eu ia seguir, eu já sabia que era psicologia. Isso surpreendeu pra caralho a minha família, que sempre me ouviu dizer que eu seria médico.
A leitura sobre o tabu do incesto me fez parar de sentir culpa por como meus familiares me deixavam com tesão, viver isso como algo mais normal. Além disso, a quantidade de contos que eu devorava me ajudou a entender um pouco mais como me aproximar das minas. Durante o verão de 2003 a 2004, perdi minha virgindade e meu apetite sexual foi se expandindo. Comecei a pensar que meus familiares talvez não fossem indiferentes ao meu corpo e fiquei mais consciente da minha capacidade de seduzir. Durante todo o ano de 2004, me masturbei com roupas da minha mãe e da minha irmã, inclusive com alguma foto na praia das férias. Cada vez gozava mais, gemia mais alto. Em alguma saída onde me encontrava com a Lucía, com o álcool que nós dois tínhamos no corpo, acabávamos até dormindo no sofá da sala, o que resultou nas minhas primeiras "esbarradas" inevitáveis, e minha irmã nunca se afastava muito e até às vezes eu notava como ela empurrava com a bunda dela. Isso nunca passava disso, mas me deixava com tesão por dias. Várias vezes me masturbava sem fechar a porta, adicionando um pouco de voyeurismo à minha vontade de experimentar o incesto. Não tinha a crença de que por me verem elas iam ficar excitadas, mas sim que simplesmente soubessem que eu estava muito tarado, sempre.
Lá pra meados de 2005, uma nova fase ia começar. Mesmo sempre tendo tirado notas boas e nunca tendo dificuldade pra estudar, me adaptar à universidade foi um parto. Por causa disso, meus pais me mandaram pra uma psicopedagoga, quando meus primeiros parciais não foram lá essas coisas e minhas saídas e minha vida fora de casa era em tempo integral. Reclamei um pouco, mas como era uma vizinha, a Juliana (37 anos), amiga da minha mãe, acabei indo porque não era o fim do mundo, até podia me ajudar.
Durante vários encontros, a gente revisou métodos básicos de estudo e foi tudo bem tranquilo. Ela não era a mulher mais gostosa, mas tinha uns peitos de bom tamanho, que caíam muito lindos nas camisas que ela usava sempre. Várias vezes eu tinha olhado pra ela e até tinha batido uma no banheiro dela, de puro tesão. Meus pais tinham me tirado um pouco de grana, então eu saía menos e, por isso, transava menos ainda. Quando a gente terminava de trabalhar, sempre batia um papo e várias vezes ela tinha dito que eu era um cara muito bonito. Eu respondia que tomara que encontrasse uma mulher como ela. Nem sempre, mas tinha uma espécie de jogo bem inocente, que nunca passava de uns comentários, embora subissem um pouco de tom quando ela perguntava se eu saía no sábado e eu dizia que chegava tarde, ela especulando que eu estava "cansado do que faria nas minhas saídas" o tempo todo.
Durante as aulas, ela sentava do meu lado na sala de casa, onde ficávamos sozinhos, já que o marido dela trabalhava e o filho tirava uma soneca lá em cima depois de voltar do jardim de infância. Quando eu perguntava alguma coisa, ela pegou o costume de se levantar e, por cima dos meus ombros, me corrigir. Inevitavelmente, os peitos dela encostavam nos meus ombros e até na minha nuca. Nas primeiras vezes, eu ficava tenso e até nervoso, mas fui me soltando. E até comecei a querer avançar devagar. Se ela apoiava os peitos em mim, eu disfarçadamente virava o rosto e perguntava algo, com os peitos dela a centímetros da minha cara. Até tentava respirar perto dela, e juro que vi como a pele dela se arrepiou toda na base dos seios. As ereções durante as aulas eram constantes, e eu já nem ligava mais de disfarçar muito. Esses jogos eram muito excitantes.
Nos segundos exames eu melhorei, mas não tanto quanto meu pai, minha mãe e a Juliana esperavam. Já quase sem conseguir me ensinar coisas novas, chegou uma tarde em que estávamos na casa dela e minha tia passou pra deixar uns papéis. Minha tia veio com um decote bonito, mas o que mais me impressionou foi como a bunda dela marcava. Cego pelo tesão, fiquei olhando até ela sair de casa, o que fez a Juliana perceber. Pra piorar, minha rola ficou muito dura e dava pra notar bastante, principalmente por causa da moça que eu tinha vestido por ter ela por perto na hora de me trocar. Juliana sorriu e me mandou pra casa, pra eu voltar na semana que vem "mais aliviado... dos estudos". A pausa de uns segundos me fez pensar que o comentário dela tinha sido diferente do normal, mas não pra me humilhar, e sim entre engraçado e sedutor.
Na semana seguinte, me esperava uma prova prática, mas a surpresa veio logo no começo: ela estava vestida bem parecido com o jeito que minha tia tinha ido na casa dela. Embora não tivesse aquele bundão enorme, a calça jeans apertava muito. E a camisa, agora com um botão a mais aberto do que o normal, segurava aqueles peitos lindos dela, que ameaçavam o top esportivo que tentava conter.
Foi um sacrifício danado pra não olhar pra ela e a pica já tinha começado a inchar. Vale dizer que não sou um cara de tamanho enorme, hoje tenho 18,5 cm desde a base dos ovos, mas sempre me elogiaram mais por ser um pouco mais grossa que o normal. Vale dizer que com meus 18 anos não estava totalmente desenvolvida, tinha quase 1 cm a menos. O problema é que minha mente tarada me deu a ideia de ir com uma calça de futebol, pequena e que qualquer ereção aparecia. Essa tarde ia ser difícil, sem dúvida.
Minha surpresa veio quando o texto que ela me indicou para fazer as práticas era sobre a relação entre Freud e a cunhada dele, Minna. Baseado no eterno boato sobre o caso dos dois, ela construía um diário íntimo do Freud. No final daquele texto, ela insinuava que Freud sentia atração pela Minna, não só por ela ser cunhada dele, mas também porque a diferença de idade a colocava no lugar de filha. Não demorou nada pra eu ficar excitado pra caralho, tanto que tive que ajeitar a piroca várias vezes por causa da dor que tava me dando. Não tinha como a Juliana não perceber isso.
Depois de terminar todos os métodos de estudo, eu ia dar o trabalho pra ela corrigir, mas ela fez um sinal com a mão dizendo que não.
—Hoje não vou te corrigir desse jeito. Quero que você me faça um resumo oral do texto, já que daqui a pouco você vai ter seus primeiros finais orais.
-Bom, nesse texto explora a relação do Freud com a Minna, a cunhada dele. É uma estrutura de história básica, embora tente usar conceitos acadêmicos pra dar mais veracidade. Na interação entre Freud e Minna, a gente vê uma tensão sexual constante, causada por uma relação desigual, na idade, no acadêmico e no sexual. O final é aberto, onde não resolve de jeito nenhum a tensão sexual que já fica mais evidente.
—Parece que cê resumiu demais do jeito que cê conta, embora cê fale muito bem pro que se espera de um calouro. Vou brincar um pouco de advogada do diabo e fazer cê me explicar como se eu não soubesse de nada, tá? Mas, não sou psicóloga, então sei quase nada, de verdade.
-Bárbaro, me pergunta.
-Que conceitos acadêmicos o texto usa?
- Principalmente, o tabu do incesto.
—Bem… do que se trata?
—Bom, Freud diz que nas relações familiares, especialmente nas de mãe e filho e pai e filha, rolam momentos em que os filhos e filhas expressam desejos sexuais como uma fase de crescimento. E, em alguns casos, esses processos não têm um corte, então acontecem casos de atração e até de relações sexuais.
—Beleza, parece uma boa explicação. E como o texto resolve essa tensão?
- Não resolve. Deixa pra nossa imaginação.
Depois dessa última pergunta, ela fez algumas observações sobre como eu me expressava. Ainda tinham uns minutos, e ela vira minha cadeira, ficando de frente pra mim, com a mesa do lado.
—cara, fiquei meio impactada com essa parada do tabu do incesto. Cê acha que meu filho vai sentir atração por mim?
No momento em que me diz isso, ela fica um pouco vermelha.
- Te incomoda se eu te perguntar isso?
-Não, tudo bem, eu gosto de falar sobre esses assuntos da minha carreira
Minha excitação tinha voltado, fiquei alerta… e comecei a ficar duro.
—Olha… sendo sincero, sim. Teu filho vai sentir atração por você. No geral, isso acontece nessa fase e talvez você passe por uns momentos constrangedores, mas depois passa. Se prolongar, geralmente ele vai fantasiar, vai te olhar… provavelmente vai bater uma pensando nas suas… em você. E muito do tesão pode vir do proibido, do segredo.
Eu tinha me ido de boca. Ela viu como meus olhos desceram. E quando ela levantou o olhar de novo, viu como eu instintivamente ajustei a rola.
-Ai, é muito estranho tudo o que você me conta, mas me dá curiosidade. E valeu por dizer o que não disse, kkkkkk. Mas não é a buceta da sua tia.
Quase morri. Fiquei vermelha que nem pimentão. Tentei disfarçar. Era impossível.
—Nada bom, não é o que você tá pensando…
—Tranquilo, sei que ela é muito gostosa. E se o segredo faz parte do rolê, eu não vou falar nada. Falei só por inveja mesmo.
—Ah, beleza, valeu. Se a gente tá na confiança e guarda segredo, você não tem muito do que reclamar. Seu filho vai ter bastante material…
Terminou de falar isso com um sorriso. Fez-se silêncio. Percebi que, de novo, tinha ido pra merda. Ela demorou uns segundos, parecendo que tava me avaliando.
-Olha só como te dei um pouco de moral e você já se achou…
-Me desculpa, falei sem pensar, não queria dizer isso.
-Já foi, já falou, mas fica entre a gente. Vamos começar a levantar as coisas, tá?
Bom, eu tinha cagado tudo. Sem dúvida. Levantamos tudo, eu ajudei ela com o mate que ela preparou e fomos pra cozinha, em silêncio total. Enquanto ela lavava, eu olhava pro chão (e um pouco pra rabeta dela) e ela volta a falar.
-Uma coisa que ficou pra mim… você sempre falou de filhos e filhas que desejam os pais… isso não rola ao contrário?
—Sim, claro. Alguns dos casos têm a ver com traumas de nascimento, como doenças de bebê que deixam laços profundos. Outros, com não conseguir lidar com certas questões, tipo mães que ficam excitadas porque amamentam e isso cria um vínculo bem sexualizado. Também tem a ver com a diferença de idade, a ideia de que os pais podem guiar os filhos em tudo na vida e isso gera um vínculo de poder e atração total, que transborda pro sexual. Aí a ideia de transar com quem a gente tá ensinando é muito espelhada na de transar com quem nos ensina. E, sem dúvida, o proibido funciona pra caralho com mães e pais. Algumas correntes defendem que quem sente atração por gente muito mais nova ou muito mais velha são substitutos parciais de uma pulsão incestuosa…
-Olha, essa última eu não sabia… Pode me passar um copo?
Me viro pra pegar o copo, que tava em cima de uma bancada de café da manhã, e quando volto, ela continua falando, mas agora me olhando de frente e percebo que os bicos do peito dela tavam mais marcados. Será que ela tinha ficado excitada? Entrego o copo pra ela e ela começa a falar.
—Quero te dar um feedback rápido dessas semanas e na semana que vem vou te entregar um relatório pros seus pais. Acho que você é um aluno foda e domina todos os métodos, mas tem um problema… me passa mais um copo, por favor.
Me viro pra pegar mais copos, que estavam num armário em cima de uma bancada de café da manhã. Ouço a voz dela se aproximando.
—Seu problema vem de uma questão de atenção, que só hoje enxergo claramente.
Cada vez eu ouvia ela mais perto, e sinto como, com uma mão dela, ela imobiliza as minhas que estavam procurando os copos e eu fico esticado na ponta dos pés. Sem mudar o tom, ela continua.
—Não sou psicóloga, mas acho que você se interessa por isso mais do que academicamente. Do jeito que me olha desde o primeiro dia, como nossa conexão rolou… NÃO SE VIRA.
O tom dela foi firme, bem na hora que eu quis olhar pra ela sem entender nada. Na mesma hora clareou tudo, pra minha maior surpresa.
—Esse é o problema do seu estudo e do seu desempenho.
E aí ela me agarrou, com a mão livre dela, a pica por cima da calça de futebol. Não esperava por isso, pensei que era brincadeira. Ela tava me segurando. Quase tive um treco e o primeiro instinto foi me mexer como quem foge, mas ela me manteve parado. E eu gemi.
-Desde o primeiro dia que você vem com essa pica dura assim. E ainda se masturbou no meu banheiro. Não aguento mais só olhar e não fazer nada.
Com a mão que me segurava, ela soltou e puxou minha calça e a cueca pra baixo. E com a mão livre, começou a me bater uma punheta.
—E ainda por cima tudo o que você soltou hoje sobre incesto, poder, quem te educa… Não dá pra provocar assim, garoto. Você é um sem noção falando que meu filho vai ficar excitado comigo…
Eu tava no céu, mas consegui me recuperar um pouco e falar alguma coisa.
-Com uma mãe dessas, quem não ia querer...
Me virei, virei o rosto e olhei pra ela.
—Me dá uma tetinha?
Sem hesitar, pegou uma daquelas cadeiras altas típicas de balcão e me sentou. Começa a desabotoar a camisa e põe um peito pra fora do sutiã.
- Se o comentário sobre ficar com tesão enquanto amamentava foi uma tentativa, você acertou em cheio, eu ficava toda molhada.
—Você é a melhor mãe, falei quase sem parar de chupar o mamilo dela.
Abaxi a mão e comecei a passar a mão por cima da calça dele, mas ele tirou.
- Aqui quem manda sou eu, gatinho... Como sua pica dura me deixa com tesão.
Isso me deixou a mil. Sentia o sangue subir. Tava sentado numa cadeira alta, com o short e a cueca no joelho, enquanto a Juliana me fazia uma punheta gostosa e eu chupava o peito direito dela.
-Ai sim, vai, chupa meus peitos, me chupa toda!! Chupa o outro! ela ordenou enquanto, muito excitada, rasgou o top esportivo e os dois caíram, soltos e livres.
Você me esquenta mais do que quando meu filho me chupava, não aguento mais!! Me dá seu gozo!!
Só aguentamos mais 5 minutos. Ela teve um orgasmo curto e intenso só de eu chupar os peitos dela, e eu explodi numa gozada enorme e longa, que sujou toda a bancada da cozinha e o chão, além da mão dela. Gemi pra caralho com os peitos na minha boca, até mordisquei um mamilo, coisa que sei que ela adorou.
Em silêncio, nos vestimos. Ela se limpou. Quando eu estava indo embora, ela me disse.
-Semana que vem, o relatório completo pros teus pais.
Até o ano de 2003, minha história é a de qualquer garoto crescendo nos arredores da cidade de La Plata, na Argentina. Mais precisamente em Gonnet, uma família típica de classe média, com uma casa espaçosa, com piscina, localizada numa área mais selecionada, entre as avenidas Centenario e Belgrano. Meu nome é Tomás. Naquele ano, eu tinha 16 anos, minha irmã Lucía tinha 18, meu pai Roberto 45 e minha mãe Vitória 42. Na casa ao lado, num terreno subdividido há tempos, morava minha tia com o marido e os filhos pequenos. Minha tia Cláudia era bem mais nova que minha mãe, tinha 25 anos, e foi fruto de uma gravidez indesejada no começo. Meu tio João tinha 30 anos e os filhos deles tinham 3 e 1 ano. Sempre soubemos que, por causa da história do nascimento da minha tia, tanto ela quanto minha mãe decidiram ter filhos jovens, e a anticoncepção era um assunto comum, vindo das histórias de família.
Em 2003, tudo mudou. A internet chegou na minha casa e, de poder ver alguma revista com os amigos e tentar pegar o canal codificado da TV a cabo, o mundo da putaria explodiu. A possibilidade de ter o computador no meu quarto foi uma briga que valeu a pena. Em poucos meses, eu já tava vendo todo tipo de pornô, até que me deparei com o incesto.
Desde os vídeos pequenos que eu conseguia baixar com minha conexão discada, passei rapidamente pros contos eróticos, que eu copiava num Word gigante pra poder ler sem internet. Em poucas semanas, comecei a viver minha sexualidade muitas horas por dia. E o efeito mais claro: sexualizar meu dia a dia. À explosão de hormônios, eu somava os olhares pra minha irmã e minha mãe, junto com um "carinho" renovado que sentia por elas. Abraços mais demorados, com o corpo inteiro, eram minhas tímidas explorações que minha cabeça me permitia na época. Os melhores momentos vinham de poder ver minha tia, que quase tinha parado de amamentar e tinha uns peitos incríveis. Além disso, ela ainda me via como um menino, então nossos abraços me deixavam sentir o corpo todo dela, e pra mim era ouro — que depois, quando eu batia uma com os contos, rendia em dobro.
Desde sempre fui muito curioso sobre o lado intelectual, então, baseado em relatos e umas buscas apressadas que deram errado no "Altavista", também comecei a ler sobre psicologia. A mistura de prazer sexual e intelectual foi irresistível e, no ano seguinte, quando todo mundo começou a ver qual carreira eu ia seguir, eu já sabia que era psicologia. Isso surpreendeu pra caralho a minha família, que sempre me ouviu dizer que eu seria médico.
A leitura sobre o tabu do incesto me fez parar de sentir culpa por como meus familiares me deixavam com tesão, viver isso como algo mais normal. Além disso, a quantidade de contos que eu devorava me ajudou a entender um pouco mais como me aproximar das minas. Durante o verão de 2003 a 2004, perdi minha virgindade e meu apetite sexual foi se expandindo. Comecei a pensar que meus familiares talvez não fossem indiferentes ao meu corpo e fiquei mais consciente da minha capacidade de seduzir. Durante todo o ano de 2004, me masturbei com roupas da minha mãe e da minha irmã, inclusive com alguma foto na praia das férias. Cada vez gozava mais, gemia mais alto. Em alguma saída onde me encontrava com a Lucía, com o álcool que nós dois tínhamos no corpo, acabávamos até dormindo no sofá da sala, o que resultou nas minhas primeiras "esbarradas" inevitáveis, e minha irmã nunca se afastava muito e até às vezes eu notava como ela empurrava com a bunda dela. Isso nunca passava disso, mas me deixava com tesão por dias. Várias vezes me masturbava sem fechar a porta, adicionando um pouco de voyeurismo à minha vontade de experimentar o incesto. Não tinha a crença de que por me verem elas iam ficar excitadas, mas sim que simplesmente soubessem que eu estava muito tarado, sempre.
Lá pra meados de 2005, uma nova fase ia começar. Mesmo sempre tendo tirado notas boas e nunca tendo dificuldade pra estudar, me adaptar à universidade foi um parto. Por causa disso, meus pais me mandaram pra uma psicopedagoga, quando meus primeiros parciais não foram lá essas coisas e minhas saídas e minha vida fora de casa era em tempo integral. Reclamei um pouco, mas como era uma vizinha, a Juliana (37 anos), amiga da minha mãe, acabei indo porque não era o fim do mundo, até podia me ajudar.
Durante vários encontros, a gente revisou métodos básicos de estudo e foi tudo bem tranquilo. Ela não era a mulher mais gostosa, mas tinha uns peitos de bom tamanho, que caíam muito lindos nas camisas que ela usava sempre. Várias vezes eu tinha olhado pra ela e até tinha batido uma no banheiro dela, de puro tesão. Meus pais tinham me tirado um pouco de grana, então eu saía menos e, por isso, transava menos ainda. Quando a gente terminava de trabalhar, sempre batia um papo e várias vezes ela tinha dito que eu era um cara muito bonito. Eu respondia que tomara que encontrasse uma mulher como ela. Nem sempre, mas tinha uma espécie de jogo bem inocente, que nunca passava de uns comentários, embora subissem um pouco de tom quando ela perguntava se eu saía no sábado e eu dizia que chegava tarde, ela especulando que eu estava "cansado do que faria nas minhas saídas" o tempo todo.
Durante as aulas, ela sentava do meu lado na sala de casa, onde ficávamos sozinhos, já que o marido dela trabalhava e o filho tirava uma soneca lá em cima depois de voltar do jardim de infância. Quando eu perguntava alguma coisa, ela pegou o costume de se levantar e, por cima dos meus ombros, me corrigir. Inevitavelmente, os peitos dela encostavam nos meus ombros e até na minha nuca. Nas primeiras vezes, eu ficava tenso e até nervoso, mas fui me soltando. E até comecei a querer avançar devagar. Se ela apoiava os peitos em mim, eu disfarçadamente virava o rosto e perguntava algo, com os peitos dela a centímetros da minha cara. Até tentava respirar perto dela, e juro que vi como a pele dela se arrepiou toda na base dos seios. As ereções durante as aulas eram constantes, e eu já nem ligava mais de disfarçar muito. Esses jogos eram muito excitantes.
Nos segundos exames eu melhorei, mas não tanto quanto meu pai, minha mãe e a Juliana esperavam. Já quase sem conseguir me ensinar coisas novas, chegou uma tarde em que estávamos na casa dela e minha tia passou pra deixar uns papéis. Minha tia veio com um decote bonito, mas o que mais me impressionou foi como a bunda dela marcava. Cego pelo tesão, fiquei olhando até ela sair de casa, o que fez a Juliana perceber. Pra piorar, minha rola ficou muito dura e dava pra notar bastante, principalmente por causa da moça que eu tinha vestido por ter ela por perto na hora de me trocar. Juliana sorriu e me mandou pra casa, pra eu voltar na semana que vem "mais aliviado... dos estudos". A pausa de uns segundos me fez pensar que o comentário dela tinha sido diferente do normal, mas não pra me humilhar, e sim entre engraçado e sedutor.
Na semana seguinte, me esperava uma prova prática, mas a surpresa veio logo no começo: ela estava vestida bem parecido com o jeito que minha tia tinha ido na casa dela. Embora não tivesse aquele bundão enorme, a calça jeans apertava muito. E a camisa, agora com um botão a mais aberto do que o normal, segurava aqueles peitos lindos dela, que ameaçavam o top esportivo que tentava conter.
Foi um sacrifício danado pra não olhar pra ela e a pica já tinha começado a inchar. Vale dizer que não sou um cara de tamanho enorme, hoje tenho 18,5 cm desde a base dos ovos, mas sempre me elogiaram mais por ser um pouco mais grossa que o normal. Vale dizer que com meus 18 anos não estava totalmente desenvolvida, tinha quase 1 cm a menos. O problema é que minha mente tarada me deu a ideia de ir com uma calça de futebol, pequena e que qualquer ereção aparecia. Essa tarde ia ser difícil, sem dúvida.
Minha surpresa veio quando o texto que ela me indicou para fazer as práticas era sobre a relação entre Freud e a cunhada dele, Minna. Baseado no eterno boato sobre o caso dos dois, ela construía um diário íntimo do Freud. No final daquele texto, ela insinuava que Freud sentia atração pela Minna, não só por ela ser cunhada dele, mas também porque a diferença de idade a colocava no lugar de filha. Não demorou nada pra eu ficar excitado pra caralho, tanto que tive que ajeitar a piroca várias vezes por causa da dor que tava me dando. Não tinha como a Juliana não perceber isso.
Depois de terminar todos os métodos de estudo, eu ia dar o trabalho pra ela corrigir, mas ela fez um sinal com a mão dizendo que não.
—Hoje não vou te corrigir desse jeito. Quero que você me faça um resumo oral do texto, já que daqui a pouco você vai ter seus primeiros finais orais.
-Bom, nesse texto explora a relação do Freud com a Minna, a cunhada dele. É uma estrutura de história básica, embora tente usar conceitos acadêmicos pra dar mais veracidade. Na interação entre Freud e Minna, a gente vê uma tensão sexual constante, causada por uma relação desigual, na idade, no acadêmico e no sexual. O final é aberto, onde não resolve de jeito nenhum a tensão sexual que já fica mais evidente.
—Parece que cê resumiu demais do jeito que cê conta, embora cê fale muito bem pro que se espera de um calouro. Vou brincar um pouco de advogada do diabo e fazer cê me explicar como se eu não soubesse de nada, tá? Mas, não sou psicóloga, então sei quase nada, de verdade.
-Bárbaro, me pergunta.
-Que conceitos acadêmicos o texto usa?
- Principalmente, o tabu do incesto.
—Bem… do que se trata?
—Bom, Freud diz que nas relações familiares, especialmente nas de mãe e filho e pai e filha, rolam momentos em que os filhos e filhas expressam desejos sexuais como uma fase de crescimento. E, em alguns casos, esses processos não têm um corte, então acontecem casos de atração e até de relações sexuais.
—Beleza, parece uma boa explicação. E como o texto resolve essa tensão?
- Não resolve. Deixa pra nossa imaginação.
Depois dessa última pergunta, ela fez algumas observações sobre como eu me expressava. Ainda tinham uns minutos, e ela vira minha cadeira, ficando de frente pra mim, com a mesa do lado.
—cara, fiquei meio impactada com essa parada do tabu do incesto. Cê acha que meu filho vai sentir atração por mim?
No momento em que me diz isso, ela fica um pouco vermelha.
- Te incomoda se eu te perguntar isso?
-Não, tudo bem, eu gosto de falar sobre esses assuntos da minha carreira
Minha excitação tinha voltado, fiquei alerta… e comecei a ficar duro.
—Olha… sendo sincero, sim. Teu filho vai sentir atração por você. No geral, isso acontece nessa fase e talvez você passe por uns momentos constrangedores, mas depois passa. Se prolongar, geralmente ele vai fantasiar, vai te olhar… provavelmente vai bater uma pensando nas suas… em você. E muito do tesão pode vir do proibido, do segredo.
Eu tinha me ido de boca. Ela viu como meus olhos desceram. E quando ela levantou o olhar de novo, viu como eu instintivamente ajustei a rola.
-Ai, é muito estranho tudo o que você me conta, mas me dá curiosidade. E valeu por dizer o que não disse, kkkkkk. Mas não é a buceta da sua tia.
Quase morri. Fiquei vermelha que nem pimentão. Tentei disfarçar. Era impossível.
—Nada bom, não é o que você tá pensando…
—Tranquilo, sei que ela é muito gostosa. E se o segredo faz parte do rolê, eu não vou falar nada. Falei só por inveja mesmo.
—Ah, beleza, valeu. Se a gente tá na confiança e guarda segredo, você não tem muito do que reclamar. Seu filho vai ter bastante material…
Terminou de falar isso com um sorriso. Fez-se silêncio. Percebi que, de novo, tinha ido pra merda. Ela demorou uns segundos, parecendo que tava me avaliando.
-Olha só como te dei um pouco de moral e você já se achou…
-Me desculpa, falei sem pensar, não queria dizer isso.
-Já foi, já falou, mas fica entre a gente. Vamos começar a levantar as coisas, tá?
Bom, eu tinha cagado tudo. Sem dúvida. Levantamos tudo, eu ajudei ela com o mate que ela preparou e fomos pra cozinha, em silêncio total. Enquanto ela lavava, eu olhava pro chão (e um pouco pra rabeta dela) e ela volta a falar.
-Uma coisa que ficou pra mim… você sempre falou de filhos e filhas que desejam os pais… isso não rola ao contrário?
—Sim, claro. Alguns dos casos têm a ver com traumas de nascimento, como doenças de bebê que deixam laços profundos. Outros, com não conseguir lidar com certas questões, tipo mães que ficam excitadas porque amamentam e isso cria um vínculo bem sexualizado. Também tem a ver com a diferença de idade, a ideia de que os pais podem guiar os filhos em tudo na vida e isso gera um vínculo de poder e atração total, que transborda pro sexual. Aí a ideia de transar com quem a gente tá ensinando é muito espelhada na de transar com quem nos ensina. E, sem dúvida, o proibido funciona pra caralho com mães e pais. Algumas correntes defendem que quem sente atração por gente muito mais nova ou muito mais velha são substitutos parciais de uma pulsão incestuosa…
-Olha, essa última eu não sabia… Pode me passar um copo?
Me viro pra pegar o copo, que tava em cima de uma bancada de café da manhã, e quando volto, ela continua falando, mas agora me olhando de frente e percebo que os bicos do peito dela tavam mais marcados. Será que ela tinha ficado excitada? Entrego o copo pra ela e ela começa a falar.
—Quero te dar um feedback rápido dessas semanas e na semana que vem vou te entregar um relatório pros seus pais. Acho que você é um aluno foda e domina todos os métodos, mas tem um problema… me passa mais um copo, por favor.
Me viro pra pegar mais copos, que estavam num armário em cima de uma bancada de café da manhã. Ouço a voz dela se aproximando.
—Seu problema vem de uma questão de atenção, que só hoje enxergo claramente.
Cada vez eu ouvia ela mais perto, e sinto como, com uma mão dela, ela imobiliza as minhas que estavam procurando os copos e eu fico esticado na ponta dos pés. Sem mudar o tom, ela continua.
—Não sou psicóloga, mas acho que você se interessa por isso mais do que academicamente. Do jeito que me olha desde o primeiro dia, como nossa conexão rolou… NÃO SE VIRA.
O tom dela foi firme, bem na hora que eu quis olhar pra ela sem entender nada. Na mesma hora clareou tudo, pra minha maior surpresa.
—Esse é o problema do seu estudo e do seu desempenho.
E aí ela me agarrou, com a mão livre dela, a pica por cima da calça de futebol. Não esperava por isso, pensei que era brincadeira. Ela tava me segurando. Quase tive um treco e o primeiro instinto foi me mexer como quem foge, mas ela me manteve parado. E eu gemi.
-Desde o primeiro dia que você vem com essa pica dura assim. E ainda se masturbou no meu banheiro. Não aguento mais só olhar e não fazer nada.
Com a mão que me segurava, ela soltou e puxou minha calça e a cueca pra baixo. E com a mão livre, começou a me bater uma punheta.
—E ainda por cima tudo o que você soltou hoje sobre incesto, poder, quem te educa… Não dá pra provocar assim, garoto. Você é um sem noção falando que meu filho vai ficar excitado comigo…
Eu tava no céu, mas consegui me recuperar um pouco e falar alguma coisa.
-Com uma mãe dessas, quem não ia querer...
Me virei, virei o rosto e olhei pra ela.
—Me dá uma tetinha?
Sem hesitar, pegou uma daquelas cadeiras altas típicas de balcão e me sentou. Começa a desabotoar a camisa e põe um peito pra fora do sutiã.
- Se o comentário sobre ficar com tesão enquanto amamentava foi uma tentativa, você acertou em cheio, eu ficava toda molhada.
—Você é a melhor mãe, falei quase sem parar de chupar o mamilo dela.
Abaxi a mão e comecei a passar a mão por cima da calça dele, mas ele tirou.
- Aqui quem manda sou eu, gatinho... Como sua pica dura me deixa com tesão.
Isso me deixou a mil. Sentia o sangue subir. Tava sentado numa cadeira alta, com o short e a cueca no joelho, enquanto a Juliana me fazia uma punheta gostosa e eu chupava o peito direito dela.
-Ai sim, vai, chupa meus peitos, me chupa toda!! Chupa o outro! ela ordenou enquanto, muito excitada, rasgou o top esportivo e os dois caíram, soltos e livres.
Você me esquenta mais do que quando meu filho me chupava, não aguento mais!! Me dá seu gozo!!
Só aguentamos mais 5 minutos. Ela teve um orgasmo curto e intenso só de eu chupar os peitos dela, e eu explodi numa gozada enorme e longa, que sujou toda a bancada da cozinha e o chão, além da mão dela. Gemi pra caralho com os peitos na minha boca, até mordisquei um mamilo, coisa que sei que ela adorou.
Em silêncio, nos vestimos. Ela se limpou. Quando eu estava indo embora, ela me disse.
-Semana que vem, o relatório completo pros teus pais.
9 comentários - El camino del deseo incestuoso I: La profesora (Parte 1)