Comprei o carro da minha comadre (parte 4)

Bom, já eram umas onze da manhã de sábado, a gente tinha descansado bem os dois e de manhã pintou uma transa matinal gostosa. A Sabry preparou o mate, eu peguei uma cadeira de descanso da varanda e uma cadeira de plástico, e descemos pra praia bem em frente de onde a gente tava hospedado. O dia não tava tão ensolarado, umas nuvens tampavam o sol, mas tava quente. A gente se acomodou bem perto da beira, não tinha quase ninguém, a gente tava longe da área central e já era o último fim de semana de março. Ficamos mateando e conversando, contando histórias de sexo. Ela me contou de um negão que comeu no Brasil, que foi uma das fantasias dela, mas que falta outra: ficar com alguma mulher.

Sabry — Muitas vezes eu fico de putaria com uma mulher.
Eu — Você e uma mulher sozinhas, as duas?
Sabry — Não, mulher, homem, mulher. Uma rola nunca pode me faltar.
Eu — Duas picas e você, não?
Sabry — Não, rola eu já conheço.
Eu — Ah, já te enfiaram num menage?
Sabry — Não, nunca, mas me intriga ficar com uma gatinha e um cara. Você já fez menage com duas minas?
Eu — Não, verdade, nunca tinha pensado nisso, mas seria muito bom.
Sabry — Não conhece nenhuma que tope?
Eu — Se você tá pensando na minha mulher, duvido. Mas não, não conheço.
Sabry — Eu tenho uma guria que você conhece, quando a gente voltar, vou dar em cima dela.
Eu — Me diz quem é?
Sabry — Não, quando a gente voltar, preparo um encontro. Ela tá afim de você, além disso é uma puta, vive fazendo menage. Se eu falar pra ela, é capaz dela vir agora mesmo.
Eu — Huuuu, não me deixa assim. Liga pra ela. É a Belén? É a Gi? É sua prima? Quem é?

Fiquei com uma curiosidade do caralho. Ela disse que eu conhecia, mas não soltava quem era. Insisti pra ela me contar, mas não teve jeito, ela não queria falar. "Liga pra ela, e se eu não gostar?", falei.

Sabry — Você vai gostar, ela é parecida comigo, só que com peitos maiores.
Eu — Sim, mas se eu conheço e não quiser pegar porque conheço?
Sabry — Ela é bem quietinha, você nem imagina. Tá desesperado, quer fazer um menage?
Eu — Bom, você tem razão, desculpa.
Sabry — Não me irrita nada, pelo contrário, é uma fantasia que... tenho ela, se eu pudesse comer ela, não sei, me dá curiosidade o quão puta ela é - Eu - bom, chega, me diz quem é - Sabry - bom, vamos pra casa que deixei o telefone lá e pergunto se ela topa vir. - Levantei tudo apressadinho e fomos pra lá.casaChegamos. Ela foi pegar o celular que ficou lá em cima e eu sentei na mesa pra preparar mais mate. Escutei ela mandar uma mensagem de voz cumprimentando alguém e já me deu mais nervoso e vontade de estar com duas mulheres. Fiquei muito curioso pra saber quem era a tal pra farrear, já queria pegar o carro, deixar o trampo pra outra ocasião e conhecer a amiga peituda e festeira da minha comadre. Revisei o Facebook da minha comadre, todos os contatos mulheres de peitão, e fiquei pensando em três, mas não imaginava nenhuma delas farreando, além de que as três têm parceiro. Tava desesperado. Nisso, a Sabry desce, senta na ponta da mesa com o celular na mão e mandava áudios. "É, burra, tô na costa com ele. O Maurito não me deixou na mão, já era, não é Maurito. Você várias vezes me perguntou por ele e aqui tô eu, amiga, estamos na costa sozinhos." Soltou uma gargalhada no final do áudio. "Já vem", ela disse, "é uma puta gostosa." Eu passei um mate pra ela e tocava a perna dela, me fazendo de besta, querendo espiar o contato no celular dela. Ela percebeu, pegou minha mão e levou até a virilha dela, como se fosse pra eu me entreter ali. Abri bem a mão e comecei a apalpar toda a buceta dela. "É, vem pra cá, fica tudo aqui, a gente tira todas as vontades: você a dele, ele o nosso, e eu a de fazer um trio." Falei que era você, vai ser surpresa, assim ela respondeu com outro áudio e caiu na risada. Eu ri junto sem saber pra quem ela tava falando. "Como a gente vai te comer essa noite", ela disse e se deitou na mesa. Eu tirei as coisas do mate, encostei a cadeira na cabeceira da mesa, tirei o short dela, deixei a buceta servida como se fosse um prato em cima da mesa e comecei a chupar ela. Logo ela começou a ficar bem suculenta, enquanto ainda mexia no celular. Que delícia, a buceta da minha comadre tem lábios carnudos, rosadinhos, um clitóris grande. Com dois dedos, abri bem o papo dela e enfiei minha língua dentro da buceta pra saborear bem os sucos dela. Levantei as pernas dela, chupei um pouco o cu e voltei pra usar a palavra: buceta que tava mais gostosa, comecei a mexer a pelve como se tivesse uma rola dentro. – Amiga, tu não sabe como ela tá chupando minha buceta, se apressa que ele tá muito tarado, meu amigo. Acho que vou comer ele antes de tu chegar – mandei outro áudio. Filho da puta, pra que vou gozar, ele me disse. Enquanto tirava uma foto pra mandar pra amiga dela. Não liguei, porque tava aproveitando um tesão, enfiei dois dedos bem fundo na buceta e fiz um pouco de força pra mexer eles lá dentro. Cada vez mais molhada, ela começou a gemer. Me ajoelhei na cadeira, estiquei a outra mão por baixo da camiseta dela e apertei os peitos um por um, ela me segurou no braço com as duas mãos e começou a rebolar mais a pelve. – Aí, vou gozar, toma, filho da puta, chupa ela, toma – gritou enquanto eu abria a boca como se fosse pegar bem a buceta dela e chupar como se fosse uma boca. Não parava de gritar, minha comadre deitada na mesa – continua, continua, que porra, mais um pouco – pediu. Eu, com a boca cheia dos sucos dela, me levantei e encostei a rola, só a cabeça enfiei e ela se masturbou, dei umas metidas e ela gozou de novo. Tirei a rola pra bater na buceta dela, pra sentir como tava dura, enquanto ela a cada golpe se contorcia como quando faz cócegas nas costelas de alguém. Tava ofegante, mal dava pra ouvir ela dizer – como me faz gozar. Tem mais, falei, e enfiei a rola de novo, coloquei ela mais na borda da mesa, pus as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter forte como se fosse uma máquina, ouvia plaf plaf plaf e os gritos dela – isso, isso, isso, me dá, isso, arrebenta tudo. Como me excita ouvir ela gozar e ver a cara vermelha. Enfiei e tirei a rola umas vezes, brincando com a buceta dela, pra depois dar mais umas porradas bem fundo. Dessa vez agarrei os tornozelos dela e abri as pernas pra ver bem como a buceta dela se engolia meu pau. E ver a buceta dela me deu vontade de novo depois de mais uns bombados comecei a chupar a buceta dela toda arrombada aberta pelo meu pau. Filha da puta deixa eu chupar teu pau ela disse. Ela desceu da mesa eu me apoiei na mesa ela se ajoelhou e começou a me chupar e pedir minha porra ela colocava a cabeça do pau só na boca e com uma mão me batia uma forte me olhando nos olhos enquanto mal mexia a cabeça pra chupar tudo sem parar de me punhetar até que não aguentei mais a tesão de ver ela ali ajoelhada me sacudindo a pica o mais forte que podia. Peguei meu pau comecei a bater uma na frente da cara dela tava com o pau duro pra caralho. Soltei um jato de porra perto do olho dela ela ao ver como saía a porra do meu pau logo aproximou a boca pra saborear. -Sim papai sim me dá me dá que eu engulo tudo - ela disse enquanto me mostrava a língua cheia de porra fechou a boca engoliu e me mostrou de novo a boca sem mais porra. Aproximei o pau de novo na boca dela - pega até a última gotinha ela me deu mais umas chupadas até o pau ir desinchando. Como a gente transava como se nos conhecêssemos a vida toda sabíamos dizer as palavras certas nos tocar no momento certo era minha puta ideal ainda por cima me arrumou um menage com a amiga dela. -Me dá o celular- ela disse ainda ajoelhada na frente do pau. Colocou ele na boca e tirou uma selfie ainda com restos de porra na cara. Pra minha amiga ela disse. Até aqui vai esse relato continuo em outro o que aconteceu comigo e minha comadre puta do caralho. Deixem comentários pra ver se vocês gostam não posto fotos da minha comadre ela tem várias tatuagens e não quer que eu divulgue já contei pra ela que tô contando nossa história por aqui já que com medo de alguém falar não contamos pra ninguém e ela não gostou muito que eu conte mas fazer o que já tá feitoComprei o carro da minha comadre (parte 4)

9 comentários - Comprei o carro da minha comadre (parte 4)

tremendo como vas pasando el fin de semana y ahora se viene el trio sin palabras espero el proximo. Saludos
huinca +1
Muy bueno el relato; Felicitaciones
Excelente saga...van puntos y a la espera del nuevo cap.
Muy bueno, espero que sigas contando me encantaría cojerme tu comadre hermosa puta como a mí me gustan, van 10 puntos y a seguir
Podes pixelar los tatuajes y listo! Debe tener mucha mala suerte q la reconozcan y además "ventilen". Van bien los relatos, dale pa'delante