PRIMEIRO SWINGER - AS DEPRAVAÇÕES DA SALTEÑA CARLITA
Já fazia um tempão que eu tava comendo a Carlita toda vez que voltava pra Salta. Cada experiência que a gente vivia era mais gostosa, mais excitante, mais selvagem. Acho que foi com ela que vivi minhas maiores depravações e fantasias.
O que mais me pegava nela era o jeito puta que ela tinha, o jeito que se vestia quando saía, que fazia todo mundo olhar e desejar ela. Aliás, eu mandava ela se vestir bem puta mesmo. Com minissaia, bota, blusinha, tudo que ajudasse a parecer uma puta de verdade.
Por muito tempo, fui esquentando ela com a ideia de fazer um menage: ela com dois caras, ou eu, ela e outra mina. No começo, ela não topava, ou talvez a moral dela fizesse parecer algo nojento, mas não dava pra disfarçar que aquilo a excitava. A ideia de ser comida por dois caras... não sei se ela ficava mais tesuda com a ideia de estar com outra mulher e comigo.
Não consigo evitar bater uma punheta lembrando dessas experiências. E aquela sensação de que todo mundo queria comer ela, mas naquela noite quem ia comer era eu, era uma delícia.
Um dia, organizei um encontro na minha casa, que virou uma festa. Muita bebida, e sem perceber, encheu de amigas e amigos.
A noite foi rolando, dançando, bebendo sem limites, mas cada momento que a gente tinha, a gente se apalpava inteiro. A gente fazia sexo oral no escuro. Ela chupava minha pica até deixar quase gozando, aí guardava pra continuar depois. Eu, por minha vez, levantava a minissaia dela e comia toda a bunda dela, fazendo força pra minha língua entrar no cu dela, chupava a buceta dela até fazer ela explodir.
O fato é que numa das escapadas, a gente entrou no meu quarto, tudo escuro. Ela começou chupando minha pica. Aí a gente ouviu uns barulhos e percebeu que tinha gente no quarto. Quem era? Meu amigo Edu com uma amiga. Tavam transando na minha cama, os filhos da puta! Foi um momento estranho, mas o Edu e eu nos olhamos como cúmplices e continuamos o que a gente tava fazendo. O tesão de estar dividindo o quarto fodeu a cabeça de todos nós quatro. Carla chupou minha pica com muito mais força, e edu, que já tava com a sofi de quatro, começou a meter com mais vontade, até ouvir os gemidos da que tava sendo penetrada. Isso esquentou todo mundo, inclusive a carla começou a gemer com meu pau na boca. Peguei ela pelo cabelo e joguei na cama do lado da sofi, deixando ela de quatro do lado esquerdo, aí comecei a comer ela. Era uma cena dos sonhos ver duas mulheres sendo penetradas ao mesmo tempo, digna de filme pornô.
O tesão tava voando na minha cabeça, eu queria definitivamente que o Eduardo comesse a carla. Com medo, sem saber a reação da carlita, fiz sinal pro edu meter nela. Ele não hesitou nem um segundo em fazer a rotação e usar a buceta. E começou a comer ela. Eu fiquei atrás da sofi, comecei a lamber o cu dela e depois enfiei de uma vez até o fundo meu pau.
(A carla já descrevi em posts anteriores; sofi é uma morena, de um metro e sessenta de altura, cinturinha fininha, uma bunda linda, sem peitos)
Me dava muito mais êxtase ver o edu comendo a carla sem controle. Num momento elas perceberam a rotação, mas não ligaram, continuaram gemendo.
Num momento da sessão de sexo múltiplo, elas começaram a se beijar, isso acabou com todo mundo, gozamos na hora, enchemos as camisinhas de porra, elas se viraram e começaram a chupar as picas.
A gente se arrumou, saiu do quarto como se nada tivesse acontecido e continuou curtindo a festa.
Já fazia um tempão que eu tava comendo a Carlita toda vez que voltava pra Salta. Cada experiência que a gente vivia era mais gostosa, mais excitante, mais selvagem. Acho que foi com ela que vivi minhas maiores depravações e fantasias.
O que mais me pegava nela era o jeito puta que ela tinha, o jeito que se vestia quando saía, que fazia todo mundo olhar e desejar ela. Aliás, eu mandava ela se vestir bem puta mesmo. Com minissaia, bota, blusinha, tudo que ajudasse a parecer uma puta de verdade.
Por muito tempo, fui esquentando ela com a ideia de fazer um menage: ela com dois caras, ou eu, ela e outra mina. No começo, ela não topava, ou talvez a moral dela fizesse parecer algo nojento, mas não dava pra disfarçar que aquilo a excitava. A ideia de ser comida por dois caras... não sei se ela ficava mais tesuda com a ideia de estar com outra mulher e comigo.
Não consigo evitar bater uma punheta lembrando dessas experiências. E aquela sensação de que todo mundo queria comer ela, mas naquela noite quem ia comer era eu, era uma delícia.
Um dia, organizei um encontro na minha casa, que virou uma festa. Muita bebida, e sem perceber, encheu de amigas e amigos.
A noite foi rolando, dançando, bebendo sem limites, mas cada momento que a gente tinha, a gente se apalpava inteiro. A gente fazia sexo oral no escuro. Ela chupava minha pica até deixar quase gozando, aí guardava pra continuar depois. Eu, por minha vez, levantava a minissaia dela e comia toda a bunda dela, fazendo força pra minha língua entrar no cu dela, chupava a buceta dela até fazer ela explodir.
O fato é que numa das escapadas, a gente entrou no meu quarto, tudo escuro. Ela começou chupando minha pica. Aí a gente ouviu uns barulhos e percebeu que tinha gente no quarto. Quem era? Meu amigo Edu com uma amiga. Tavam transando na minha cama, os filhos da puta! Foi um momento estranho, mas o Edu e eu nos olhamos como cúmplices e continuamos o que a gente tava fazendo. O tesão de estar dividindo o quarto fodeu a cabeça de todos nós quatro. Carla chupou minha pica com muito mais força, e edu, que já tava com a sofi de quatro, começou a meter com mais vontade, até ouvir os gemidos da que tava sendo penetrada. Isso esquentou todo mundo, inclusive a carla começou a gemer com meu pau na boca. Peguei ela pelo cabelo e joguei na cama do lado da sofi, deixando ela de quatro do lado esquerdo, aí comecei a comer ela. Era uma cena dos sonhos ver duas mulheres sendo penetradas ao mesmo tempo, digna de filme pornô.
O tesão tava voando na minha cabeça, eu queria definitivamente que o Eduardo comesse a carla. Com medo, sem saber a reação da carlita, fiz sinal pro edu meter nela. Ele não hesitou nem um segundo em fazer a rotação e usar a buceta. E começou a comer ela. Eu fiquei atrás da sofi, comecei a lamber o cu dela e depois enfiei de uma vez até o fundo meu pau.
(A carla já descrevi em posts anteriores; sofi é uma morena, de um metro e sessenta de altura, cinturinha fininha, uma bunda linda, sem peitos)
Me dava muito mais êxtase ver o edu comendo a carla sem controle. Num momento elas perceberam a rotação, mas não ligaram, continuaram gemendo.
Num momento da sessão de sexo múltiplo, elas começaram a se beijar, isso acabou com todo mundo, gozamos na hora, enchemos as camisinhas de porra, elas se viraram e começaram a chupar as picas.
A gente se arrumou, saiu do quarto como se nada tivesse acontecido e continuou curtindo a festa.
3 comentários - Primeiro swing - Carlita la Salteña