viagem bem gostosa

fomos viajar para as Serras de Córdoba, numa cidadezinha chamada Capilla del Monte.
Não vou alongar muito sobre o que aconteceu durante nossa estadia na Serra, já que fizemos o que todo casal faz: passeamos, fomos ao rio e, acima de tudo, fizemos amor. Fizemos muito, fazíamos de manhã ao acordar, saíamos para dar uma volta ou comprar algo no centro e quando voltávamos fazíamos de novo, à noite, ao deitar, mais uma vez, despejando cada vez umas ejaculações sublimes, ejaculações conjugais, bem diferentes das outras, das traiçoeiras, produto das minhas numerosas infidelidades. Não digo que sejam melhores nem piores, só que são diferentes, intensos e prazerosos ambos, embora diferentes.
Eu me diverti tanto e fiquei tão satisfeita, tão cheia de prazer, que comecei a me perguntar se valia a pena continuar sendo infiel. Naqueles dias, percebi mais do que nunca que amo loucamente meu marido e que ele me basta e me sobra, e que tê-lo ao meu lado significa não precisar de mais ninguém. Eu estava convencida disso, a ponto de até parar de me cuidar, cedendo ao desejo do meu marido de me engravidar, mas... sempre tem um mas. E a questão é que eu sou uma puta, uma puta de alma, uma puta incurável, e mesmo que meu coração me diga uma coisa, mais do que lógica e razoável, minha buceta sempre puxa pro outro lado, pro lado da traição. Não é que eu queira ser infiel, a questão é que não consigo evitar, e se eu gosto, por que eu seria tão hipócrita a ponto de negar esses prazeres?
Era nosso último dia em Capilla, um dia esplêndido, perfeito para passar no rio. Depois de uma foda gloriosa, como todas as manhãs, tomei um banho e preparei uns sanduíches para levar. Lá pela metade da manhã estávamos lá, sobre as pedras, perto da ponte pênsil onde sempre tem mais gente.
Enquanto eu tomava sol, percebi a presença de uma família a poucos metros de onde estávamos. O pai, a mãe e quatro crianças pequenas de idades próximas, que não paravam quietas nem por um segundo. Eu me imaginava com vários pirralhos correndo ao meu redor, e a verdade é que esse detalhe não passaria de uma simples anedota, se não fossem os olhares que aquele pai de família numerosa me dava de vez em quando. Apesar da prole abundante que havia gerado, ele estava em ótima forma. Alto, forte, atlético, aproveitava cada distração da esposa para me olhar daquela forma que entrega um desejo extremo, a ânsia da luxúria no seu ponto mais intenso.
Não era um simples observador, mas um pirata de verdade, igual a mim, que soube reconhecer em mim uma da sua mesma espécie. Então esqueci tudo que tinha considerado durante aquelas semanas. É incrível o que um simples olhar pode despertar, embora não fosse um olhar comum, mas sim um carregado com o germe da infidelidade. Tirei então os óculos de sol que estava usando e, aproveitando que meu marido estava cochilando na sombra, comecei a devolver os olhares, um por um. Ele sorria e eu sorria de volta.
Em certo momento, ele dá uma acenada de cabeça indicando um caminho entre as serras. Diz algo pra esposa dele, pega uma toalha e vai em direção àquele caminho, e ao passar do meu lado me lança um olhar carregado de tesão e provocação. Vejo ele desaparecer entre os arbustos e as pedras. Fico pensando por um momento, ainda indecisa. Só então tomo a decisão de segui-lo, afinal, penso, talvez não aconteça nada.
Me aproximo do meu marido, que ainda está cochilando na sombra de uma árvore, e digo que vou dar uma volta, que já volto. Ele responde com um ronco. Me levanto e sigo pelo mesmo caminho. Logo fico desanimada, pois depois de andar vários metros só encontro pedras e água. Nenhum sinal daquele pai de família que tanto me encantou com seus olhares. Fico em dúvida entre continuar ou voltar, decido seguir mais um pouco. Não há mais ninguém, só se ouve o contínuo e persistente fluir das águas. Eis que, quando já estou quase desistindo, o encontro de frente. Solto um grito que ele imediatamente abafa, tapando minha boca com uma mão e me arrastando para o lado do caminho. Não resisto a esse sequestro tão desejado. O susto passa quase no mesmo instante, ao perceber que ele era meu captor. Já a salvo e sem dizer nada, ele me atrai e me bebe com fúria. Não há rejeição da minha parte, pelo contrário, respondo com o mesmo frenesi, entrelaçando minha língua com a dele, nos fundindo em um beijo intenso, arrebatador, carregado de lascívia e promiscuidade.
- Você vai dar chifre no seu maridinho? Vai, me diz que você gosta de trair ele - ela diz, afastando os lábios dos meus.
- Vou mesmo botar chifre nele com você… vou fazer ele de corno bem feito… depois de hoje ele não vai nem conseguir passar pela porta de tanto chifre que vai ter! - digo, procurando ansiosa sua boca, enquanto com uma mão esfrego a barraca que já se formou debaixo do short de banho dele.
Ele então agarra minha mão e me leva para um lugar aparentemente isolado, bem afastado do braço principal do rio. Encosta as costas numa pedra e abaixa o shorts, revelando uma ereção de proporções soberbas. Ele tem um pau bem comprido, imagino que uns 18, 19 centímetros aproximadamente, pouco mais, pouco menos, com uma curvatura no meio que faz a cabeça apontar para o céu, inchada, tentadora, reluzente. Eu a agarro com uma mão e começo a manobrar com ela, sacudindo forte e ritmicamente, olho nos olhos dele, palavras não são necessárias, em situações como essas pessoas como nós se comunicam sem precisar falar. Nós dois sabemos muito bem o que queremos e até onde estamos dispostos a ir para conseguir.
Abro a boca e engulo um bom pedaço, enfio até onde dá, um pouco além das amígdalas, e aí sim, começo a chupar com um frenesi descontrolado, enfiando até onde consigo, chorando e até engasgando toda vez que a ponta bate na minha garganta. Sinto ela dura e quente, excessivamente veiuda, transbordando vigor e virilidade. Mesmo tendo aproveitado bastante a do meu marido durante aqueles dias, eu precisava de algo assim, o pau de um desconhecido, não sei porquê mas o pau de um estranho sempre me satisfaz muito mais, e o daquele cara superava todas as minhas expectativas.
Claro que eu queria aproveitar ao máximo, então fui desacelerando o ritmo, mas contra minha vontade ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau quase até minha garganta. Achei que ia sufocar, já que ele não soltava, enchendo minha boca com seu volume impressionante, e ainda tampava meu nariz com sua mata grossa de pelos. Senti meus olhos encherem de lágrimas e minhas bochechas ficarem vermelhas, até que ele tirou bem na hora de eu recuperar o fôlego, tossi, cuspi e inspirei um grande gole de ar, e ele enfiou de novo, deixou um tempo dentro da minha boca e começou a se mover, devagar, deslizando seu pau durão entre meus lábios. De vez em quando ele tirava e batia na minha cara com ele, dando uns tapas gostosos que me excitavam ainda mais. Eu lambia, passava a língua pelos lados, por cima e por baixo, lambia as bolas, chupava, tentava colocar as duas juntas na boca, mas não dava, estavam muito inchadas, cheias de porra, depois de uma mamada deliciosa ele me levanta, me segura perto dele e me beija longa e apaixonadamente, com seus lábios desce pelo meu pescoço, pelo meu peito, abaixando o top do biquíni ele toma meus seios, chupa um, depois o outro, morde meus mamilos, mastiga deliciosamente, continua descendo, lambendo e beijando minha barriga, abaixa minha calcinha, tira e joga numa pedra, estou totalmente nua à beira do rio com um completo estranho, totalmente à disposição dele, ninguém diz nada, nesses momentos palavras não são necessárias, só suspiros e gemidos, agora é ele que se ajoelha diante de mim e percorre toda minha fenda com a língua, me chupa tão gostoso que minhas pernas tremem, mal consigo me segurar, mas ele continua, levanto uma perna e coloco sobre um dos ombros dele, me agarrando nos cabelos para manter o equilíbrio, ele continua bem lá dentro, no mais profundo, serpentando por dentro, me enchendo de delícias subjugantes. Sem parar de me chupar, ele agarra minhas nádegas e enfia um dedo dentro do meu cu, mete tudo, até a junta, entrando e saindo, enquanto sua língua faz o mesmo pela frente.
Então ele se levanta, me pega pela mão e me leva até uma das pedras. Me faz deitar de costas para ele sobre a rocha e se prepara para me penetrar. Estamos no meio do rio, sem nenhum lugar por perto para comprar uma camisinha.
Pela bunda, eu avisei na hora – É que eu não tô me cuidando –
Sem dizer nada, ele enfiou alguns dedos na minha bunda, girando e girando para me abrir ainda mais, e então sim, senti a ponta ardente do seu pau avançando pela minha retaguarda, me abrindo à força de empurrões e mais empurrões. Gritei de prazer ao sentir como ele avançava, afundando-se completamente dentro de mim, me queimando, me arrasando com sua virilidade imponente. Quando estava bem enfiado, ficou ali parado por um instante, ofegante e satisfeito, após o que começou a se mover em toda sua suculenta extensão, me rasgando, me proporcionando novamente, depois de vários dias, o prazer inigualável de me sentir bem enrabada.
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Bem agarrado na minha cintura, o pai de família entrava e saía com um ritmo lento e medido no começo, mas foi aumentando aos poucos, enfiando tudo, até os pelos, empurrando meus intestinos mais pra dentro a cada investida. Não sei se tinha gente por perto, mas eu gemía à vontade, soltando em gritos cada vez mais exaltados toda aquela agressão sexual que vinha segurando fazia umas duas semanas. Com meu marido faço amor, com os outros é foda, trepo, meto, a diferença é notória, embora tudo leve a um mesmo fim em comum, curtir a melhor transa possível. É a isso que se reduz a vida, ao prazer dos sentidos.
Bem agarrado na minha cintura, aquele pai de família acelerava de vez em quando o ritmo da foda, estourando minhas nádegas com os golpes violentos da sua pélvis. Então ele cruzou os braços nas minhas costas e, me segurando com as mãos trocadas nos ombros, acelerou seus movimentos de uma forma brutal e acelerada demais, como se quisesse me partir ao meio com suas investidas. Meus gritos e gemidos aumentaram de intensidade, tanto que ecoavam entre as serras. Então, em um daqueles empurrões fortes, ele deixou ela cravada bem fundo e, soltando um rugido prazeroso demais, se deixou ir, enchendo minha bunda com sua porra carregada de luxúria e infidelidade.
Era tanta porra que ele tinha gozado que eu sentia a porra escorrendo entre minhas coxas, me encharcando com sua deliciosa viscosidade. Ele tirou o pau e, ainda trêmula, ele o esfregou sobre os lábios da minha buceta, mas sem chegar a entrar. Então ele me pegou pela mão e me levou para o lado, para uma clareira no meio do mato. Lá estava estendida a toalha com a qual eu o tinha visto desaparecer pela estrada, ele se deitou de costas e com o pau ainda meio duro, pingando ainda, me fez saber que queria que eu chupasse de novo. Parece que ele tinha gostado do que fiz com minha boquinha. Me deitei ao lado dele e, inclinando-me sobre o pau suculento daquele pai de família, enfiei na boca e dei uma chupada daquelas, fazendo dos meus lábios uma verdadeira máquina de sucção. Os suspiros de satisfação que ele soltava eram minha merecida recompensa, o que me motivava a continuar. Eu comia quase até a metade, sendo agora eu quem tentava devorar ele inteiro, me sufocando com tanta carne.
Quando já estava bem dura, no ponto máximo de rigidez, eu sentei por cima, de cócoras sobre o corpo dele, e posicionando na porta do cu, sentei de uma só vez, fazendo com que deslizasse até o fundo. Fiquei ali sentada, me mexendo com gosto, sentindo meus esfíncteres se dilatando, depois do que comecei a subir e descer, aumentando aos poucos o ritmo, enterrando toda aquela rola quente e pulsante enquanto com meus próprios dedos massageava meu clitóris, excitando-o, endurecendo-o, me guiando em direção a um orgasmo de proporções monumentais, como o que eu tinha tido há apenas alguns instantes.
Meus peitos balançavam de um lado pro outro com a minha cavalgada acelerada, mesmo ele agarrando eles de vez em quando e apertando, me derretendo com carícias tão provocantes, até que outra explosão de leite disparou dentro de mim, me inundando com suas delícias deliciosas. Eu também gozei junto com ele, aproveitando até a loucura aquela jorrada intensa que me dava tanto prazer. Nós dois gememos quase ao mesmo tempo, nos completando, nos desfazendo de prazer, subindo puro sentimento até o topo do Céu. Ficamos um tempinho ali, bem grudados, deixando o êxtase fluir, até que o pau do pai de família numerosa amoleceu e saiu de dentro de mim sozinho, fazendo um som molhado que foi seguido por um vazamento de porra escorrendo entre minhas coxas.
Me levantei, apertei bem a bunda pra espremer todo o sêmen de dentro, e procurei meu biquíni entre as pedras, coloquei e voltei por onde tinha vindo. Meu marido ainda estava cochilando na sombra. Deitei do lado dele, coloquei meus óculos escuros e finji que nada tinha acontecido, embora a porra que ainda escorria entre minhas pernas e as fisgadas que sentia na minha bunda me confirmassem que sim, tinha acontecido alguma coisa, e devo dizer, alguma coisa muito boa.
Voltei para Buenos Aires convencida de que o caminho escolhido era o certo e que não devia mudá-lo, e é que quando a gente escolhe, tem que ser pra sempre.

6 comentários - viagem bem gostosa

Qué linda garchada le pegaron! Qué bien la.pasan. abrazo.
Que relato, ojala tuviese tanta suerte con el hombre de flia, que cogida te meteria
Está perfecto! Si el cuerpo llama, hay que atenderlo.
Y que lindo que le entregaste igual la colita aun no teniendo preservativo a mano ... me re calentó eso.