Fomos viajar pras Serras de Córdoba, numa cidadezinha chamada Capilla del Monte.
Não vou me alongar contando tudo que rolou durante nossa estadia na Serra, porque fizemos o que todo casal faz: passeamos, fomos no rio e, acima de tudo, transamos. Transamos pra caralho. Fazíamos de manhã, ao acordar, saíamos pra dar uma volta ou comprar alguma coisa no centro, e quando voltávamos, trepávamos de novo. À noite, na hora de dormir, mais uma vez, gozando a cada vez umas gozadas sublimes, gozadas conjugais, bem diferentes das outras, das de traição, fruto das minhas inúmeras infidelidades. Não tô dizendo que são melhores nem piores, só que são diferentes, intensos e prazerosos ambos, embora diferentes.
Me diverti tanto e terminei tão satisfeita, tão cheia de prazer que comecei a pensar se valia a pena continuar sendo infiel. Naqueles dias, percebi mais do que nunca que amo loucamente meu marido e que ele me basta e me sobra, e que se o tenho ao meu lado, não preciso de mais ninguém. Tava convencida disso, tanto que até parei de me cuidar e cedi ao desejo do meu marido de engravidar, mas... sempre tem um mas. E é que sou uma puta, puta de alma, uma puta incurável, e mesmo que meu coração me diga uma coisa, mais que lógica e razoável, minha buceta sempre vai puxar pro outro lado, pro lado da chifrada. Não é que eu queira ser infiel, a questão é que não consigo evitar, e se eu gosto, por que eu seria tão hipócrita a ponto de negar esses prazeres?
Era nosso último dia em Capilla, um dia lindo, perfeito pra passar no rio. Depois de dar uma trepada gloriosa, como toda manhã, tomei um banho e preparei uns sanduíches pra levar. Lá pelo meio da manhã a gente já tava lá, em cima das pedras, perto da ponte pênsil, que é onde o povo mais se concentra.
Enquanto eu tomava sol, percebi a presença de uma família a poucos metros de onde a gente estava. O pai, a mãe e quatro crianças pequenas, idades próximas, que não paravam quietas nem por um segundo. Eu me imaginava com vários pirralhos correndo ao meu redor, e, sinceramente, isso não passaria de uma simples anedota se não fossem os olhares que aquele pai de família numerosa me lançava de vez em quando. Apesar da penca de filhos que tinha gerado, ele estava em boa forma. Alto, forte, atlético, aproveitava cada distração da esposa para me encarar daquele jeito que entrega um desejo extremo, a pura lascívia no auge.
Não era um simples tarado, mas um pirata de carteirinha, igual a mim, que soube reconhecer em mim uma da mesma laia. Aí eu esqueci tudo o que tinha pensado durante aquelas semanas. É inacreditável o que um simples olhar pode provocar, embora não fosse um olhar comum, mas sim um carregado com o germe da infidelidade. Tirei então os óculos escuros que estava usando e, aproveitando que meu marido estava cochilando na sombra, comecei a devolver os olhares, um por um. Ele sorria pra mim e eu sorria pra ele.
Num certo momento, ele meio que dá uma cabeçada apontando um caminho entre as serras. Fala algo pra esposa dele, pega uma toalha e segue por aquele caminho. Quando passa do meu lado, me joga um olhar cheio de sacanagem e tesão. Vejo ele sumir no meio dos arbustos e das pedras. Fico pensando por um instante, ainda indecisa. Só aí que me decido a segui-lo, afinal, penso comigo, talvez não role nada.
Me aproximo do meu marido, que ainda está cochilando na sombra de uma árvore, e falo que vou dar uma voltinha, que já volto. Ele responde com um ronco. Levanto e sigo pelo mesmo caminho. Logo me desanimo, porque depois de andar uns metros só encontro pedras e água. Nem sinal daquele pai de família que tinha me encantado tanto com os olhares dele. Fico na dúvida entre continuar ou voltar, decido seguir mais um pouco. Já não tem mais ninguém, só se ouve o barulho constante e persistente da água correndo. De repente, quando já estou quase virando pra voltar, dou de cara com ele. Solto um grito, mas ele logo abafa, tapando minha boca com a mão e me arrastando pro lado do caminho. Não resisto àquele sequestro tão desejado. O susto passa quase na hora quando percebo que era ele meu captor. Já escondidos, sem dizer nada, ele me puxa e me beija com fúria. Não tem rejeição da minha parte, pelo contrário, respondo com o mesmo frenesi, enrolando minha língua na dele, nos fundindo num beijo intenso, arrebatado, cheio de lascívia e promiscuidade.
—Vai botar chifre no seu maridinho? Vai, me fala que você adora botar chifre nele — ele diz, descolando os lábios dos meus.
—Sim… vou botar chifre nele com você… vou fazer ele de corno manso… depois de hoje, ele não vai conseguir passar nem pela porta de tão grande que vai ser o chifre dele! — falo, procurando ansiosa a boca dele, enquanto com uma mão passo a mão no volume que já formou por baixo do short de banho.
Então ela me pega pela mão e me leva pra um lugar que parece isolado, bem afastado do braço principal do rio. Ela encosta as costas numa pedra e abaixa o short, me mostrando uma ereção de proporções soberbas. É bem comprida, chuto uns 18, 19 centímetros, mais ou menos, com uma curva no meio que faz a cabeça apontar pro céu, inchada, tentadora, brilhando. Eu pego ela com uma mão e começo a manobrar, sacudindo forte e ritmado, olho nos olhos dela, não precisa de palavras, em situações assim a gente se comunica sem falar. Nós dois sabemos bem o que queremos e até onde estamos dispostos a ir pra conseguir.
Abro a boca e engulo um bom pedaço, enfio até onde dá, um pouco além das amígdalas, e aí sim, começo a chupar com um frenesi descontrolado, metendo fundo até onde consigo, chorando e até engasgando toda vez que a ponta bate na minha garganta. Sinto ela dura e quente, cheia de veias, transbordando vigor e virilidade. Mesmo tendo aproveitado muito a do meu marido naqueles dias, eu precisava de algo assim, a pica de um desconhecido. Não sei por quê, mas a pica de um estranho sempre me parece muito mais gratificante, e a daquele cara atendia todas as minhas exigências de sobra.
Claro, queria aproveitá-la o máximo de tempo possível, então fui diminuindo o ritmo, mas contrariando minha decisão, ela me agarrou a cabeça com as duas mãos e enfiou o pau dela quase até minha garganta. Achei que ia me afogar, porque ela não soltava, enchendo minha boca com aquele volume enorme, e ainda tampava meu nariz com a mata espessa de pelos. Sentia meus olhos se enchendo de lágrimas e minhas bochechas ficando vermelhas, até que ela tirou bem na hora de eu recuperar o fôlego, tossi, cuspi e aspirei uma longa bocada de ar, e ela meteu de novo, segurou um tempo dentro da minha boca e começou a se mover, devagar, deslizando o pau guerreiro entre meus lábios. De vez em quando tirava e batia na minha cara com ele, dando umas porradas gostosas que me excitavam ainda mais. Eu lambia, passava a língua dos lados, em cima e embaixo, lambia as bolas, chupava elas, tentava enfiar as duas juntas na boca, mas não dava, estavam muito inchadas, cheias de porra, depois de um boquete gostoso ela me levanta, me segura junto dela e me beija longa e apaixonadamente, com os lábios desce pelo meu pescoço, pelo meu peito, abaixando o sutiã da biquíni, pega meus peitos, chupa um, depois o outro, morde meus bicos, mastiga eles deliciosamente, continua descendo, lambendo e beijando minha barriga, tira minha calcinha fio dental, joga numa pedra, tô totalmente nua na beira do rio com um completo estranho, à disposição dele, ninguém fala nada, nesses momentos palavras não são necessárias, só suspiros e gemidos, agora é ele que se ajoelha na minha frente e percorre toda minha fenda com a língua, me chupa tão gostoso que minhas pernas tremem, mal consigo me segurar, mas ele continua, levanto uma perna e coloco no ombro dele, me agarrando nos cabelos dele pra manter o equilíbrio, ele continua bem metido lá dentro, no fundão, serpenteando dentro de mim, me enchendo de Prazeres subjugantes. Sem parar de me chupar, ele me agarra pelas nádegas e enfia um dedo dentro do meu cu, enfia tudo, até o nó, entrando e saindo, enquanto a língua dele faz o mesmo na frente.
Então ele se levanta, me pega pela mão e me leva até uma das pedras. Faz eu me deitar nela, de costas pra ele, e se prepara pra me penetrar. A gente tá no meio do rio, sem nenhum lugar por perto pra comprar uma camisinha.
—Pela Booty, eu avisei na época —É que não tô me cuidando—
Sem dizer nada, enfiou dois dedos na minha buceta, girando e girando pra me abrir ainda mais, e aí sim, senti a ponta ardente do pau dele avançando pela minha retaguarda, me abrindo na base do empurrão e mais empurrão, gritei de prazer ao sentir como ele avançava, afundando completamente dentro de mim, queimando, arrasando com a virilidade dele. Quando ele ficou bem metido, parou ali quieto por um instante, ofegando satisfeito, e então começou a se mover com toda a extensão suculenta, me rasgando, me proporcionando de novo, depois de vários dias, o prazer incomparável de me sentir muito bem enrabada.

Bem agarrado na minha cintura, o pai de família entrava e saía num ritmo lento e medido no começo, mas aumentando de pouco em pouco, enfiando tudo até o talo, bem até os pelinhos, empurrando meus intestinos mais pra dentro a cada estocada. Não sei se tinha gente por perto, mas eu gemia à vontade, soltando através de gritos cada vez mais exaltados toda aquela agressão sexual que eu vinha segurando há umas duas semanas. Com meu marido eu faço amor, com os outros é foda, é garcho, é fifo, é culei — a diferença é nítida, embora tudo leve ao mesmo objetivo comum: aproveitar a melhor trepada que der. A vida se resume a isso, ao prazer dos sentidos.
Bem agarrado na minha cintura, aquele pai de família acelerava de vez em quando o ritmo da foda, estourando minhas nádegas com os golpes violentos da pélvis dele. Aí ele cruzou os braços nas minhas costas e, me segurando pelos ombros com as mãos trocadas, acelerou os movimentos de um jeito brutal e acelerado, como se quisesse me partir ao meio com as investidas dele. Meus gritos e gemidos aumentaram de intensidade, tanto que ecoavam no meio das serras. Então, numa dessas estocadas fortes, ele deixou o pau cravado bem fundo e, soltando um urro cheio de prazer, se entregou, enchendo minha bunda com o leite carregado de luxúria e infidelidade.
Era tanta a porra que eu tinha gozado que sentia o caralho escorrendo entre minhas coxas, me encharcando com aquela viscosidade deliciosa. Ele tirou de dentro de mim e, ainda trêmula, esfregou nos meus lábios da buceta, mas sem chegar a entrar. Então me pegou pela mão e me levou para um lado, numa clareira entre o mato. Ali estava estendida a toalha com que eu o tinha visto sumir pelo caminho. Ele se deitou de costas e, com o pau meia-bomba, ainda gotejando, me fez saber que queria que eu chupasse de novo. Parece que tinha gostado do que eu fiz com minha boquinha. Deitei ao lado dele e, inclinando-me sobre o suculento pau daquele pai de família, meti na boca e dei uma mamada daquelas, fazendo dos meus lábios uma verdadeira máquina de sugar. Os suspiros satisfeitos que ele soltava eram minha recompensa merecida, o que me motivava a continuar. Eu chupava até quase a metade, sendo agora eu quem tentava devorar inteiro, me sufocando com tamanha quantidade de carne.
Quando já estava pronta, no ponto máximo de dureza, sentei em cima, de cócoras sobre o corpo dele e encaixando aquela pica na porta do cu, sentei de uma vez só, fazendo ela deslizar até o fundo. Fiquei ali sentada, me mexendo com gosto, sentindo meus esfíncteres se dilatando, e então comecei a subir e descer, aumentando o ritmo aos poucos, enfiando toda aquela rola quente e pulsante enquanto, com meus próprios dedos, massageava meu clitóris, afinando ele, endurecendo ele, me guiando em direção a um orgasmo de proporções monumentais, igual ao que eu tinha tido só alguns instantes atrás.
Minhas tetas balançavam pra todo lado por causa da cavalgada agitada, mas ele pegava elas de vez em quando e apertava, me derretendo com essas carícias tão excitantes, até que outra explosão leitosa se desencadeou dentro de mim, me transbordando com suas delícias gostosas. Eu também gozei junto com ele, aproveitando até a loucura aquele jorro intenso que me dava tantas gratificações. Nós dois gememos quase ao mesmo tempo, nos complementando, nos desmanchando de prazer, nos elevando a puro sentimento até o topo do Céu. Ficamos um tempinho ali, bem encaixados, deixando o êxtase fluir, até que a pica do pai de família numerosa desinchou e saiu sozinha de dentro de mim, soltando um som aguado que foi seguido por um jorro de porra que escorreu entre minhas coxas.
Levantei, apertei bem a buceta pra expulsar todo o sêmen de dentro, e procurei meu biquíni entre as pedras, vesti e voltei pelo mesmo caminho. Meu marido ainda estava cochilando na sombra. Deitei ao lado dele, coloquei os óculos de sol e fiz de conta que nada tinha acontecido, embora a porra que ainda escorria entre minhas pernas e as pontadas que sentia na buceta confirmassem que sim, tinha acontecido alguma coisa — e algo muito bom, diga-se de passagem.
Voltei pra Buenos Aires convencida de que o caminho escolhido era o certo e que não devia mudar ele, porque quando uma mulher escolhe, tem que ser pra sempre.
Não vou me alongar contando tudo que rolou durante nossa estadia na Serra, porque fizemos o que todo casal faz: passeamos, fomos no rio e, acima de tudo, transamos. Transamos pra caralho. Fazíamos de manhã, ao acordar, saíamos pra dar uma volta ou comprar alguma coisa no centro, e quando voltávamos, trepávamos de novo. À noite, na hora de dormir, mais uma vez, gozando a cada vez umas gozadas sublimes, gozadas conjugais, bem diferentes das outras, das de traição, fruto das minhas inúmeras infidelidades. Não tô dizendo que são melhores nem piores, só que são diferentes, intensos e prazerosos ambos, embora diferentes.
Me diverti tanto e terminei tão satisfeita, tão cheia de prazer que comecei a pensar se valia a pena continuar sendo infiel. Naqueles dias, percebi mais do que nunca que amo loucamente meu marido e que ele me basta e me sobra, e que se o tenho ao meu lado, não preciso de mais ninguém. Tava convencida disso, tanto que até parei de me cuidar e cedi ao desejo do meu marido de engravidar, mas... sempre tem um mas. E é que sou uma puta, puta de alma, uma puta incurável, e mesmo que meu coração me diga uma coisa, mais que lógica e razoável, minha buceta sempre vai puxar pro outro lado, pro lado da chifrada. Não é que eu queira ser infiel, a questão é que não consigo evitar, e se eu gosto, por que eu seria tão hipócrita a ponto de negar esses prazeres?
Era nosso último dia em Capilla, um dia lindo, perfeito pra passar no rio. Depois de dar uma trepada gloriosa, como toda manhã, tomei um banho e preparei uns sanduíches pra levar. Lá pelo meio da manhã a gente já tava lá, em cima das pedras, perto da ponte pênsil, que é onde o povo mais se concentra.
Enquanto eu tomava sol, percebi a presença de uma família a poucos metros de onde a gente estava. O pai, a mãe e quatro crianças pequenas, idades próximas, que não paravam quietas nem por um segundo. Eu me imaginava com vários pirralhos correndo ao meu redor, e, sinceramente, isso não passaria de uma simples anedota se não fossem os olhares que aquele pai de família numerosa me lançava de vez em quando. Apesar da penca de filhos que tinha gerado, ele estava em boa forma. Alto, forte, atlético, aproveitava cada distração da esposa para me encarar daquele jeito que entrega um desejo extremo, a pura lascívia no auge.
Não era um simples tarado, mas um pirata de carteirinha, igual a mim, que soube reconhecer em mim uma da mesma laia. Aí eu esqueci tudo o que tinha pensado durante aquelas semanas. É inacreditável o que um simples olhar pode provocar, embora não fosse um olhar comum, mas sim um carregado com o germe da infidelidade. Tirei então os óculos escuros que estava usando e, aproveitando que meu marido estava cochilando na sombra, comecei a devolver os olhares, um por um. Ele sorria pra mim e eu sorria pra ele.
Num certo momento, ele meio que dá uma cabeçada apontando um caminho entre as serras. Fala algo pra esposa dele, pega uma toalha e segue por aquele caminho. Quando passa do meu lado, me joga um olhar cheio de sacanagem e tesão. Vejo ele sumir no meio dos arbustos e das pedras. Fico pensando por um instante, ainda indecisa. Só aí que me decido a segui-lo, afinal, penso comigo, talvez não role nada.
Me aproximo do meu marido, que ainda está cochilando na sombra de uma árvore, e falo que vou dar uma voltinha, que já volto. Ele responde com um ronco. Levanto e sigo pelo mesmo caminho. Logo me desanimo, porque depois de andar uns metros só encontro pedras e água. Nem sinal daquele pai de família que tinha me encantado tanto com os olhares dele. Fico na dúvida entre continuar ou voltar, decido seguir mais um pouco. Já não tem mais ninguém, só se ouve o barulho constante e persistente da água correndo. De repente, quando já estou quase virando pra voltar, dou de cara com ele. Solto um grito, mas ele logo abafa, tapando minha boca com a mão e me arrastando pro lado do caminho. Não resisto àquele sequestro tão desejado. O susto passa quase na hora quando percebo que era ele meu captor. Já escondidos, sem dizer nada, ele me puxa e me beija com fúria. Não tem rejeição da minha parte, pelo contrário, respondo com o mesmo frenesi, enrolando minha língua na dele, nos fundindo num beijo intenso, arrebatado, cheio de lascívia e promiscuidade.
—Vai botar chifre no seu maridinho? Vai, me fala que você adora botar chifre nele — ele diz, descolando os lábios dos meus.
—Sim… vou botar chifre nele com você… vou fazer ele de corno manso… depois de hoje, ele não vai conseguir passar nem pela porta de tão grande que vai ser o chifre dele! — falo, procurando ansiosa a boca dele, enquanto com uma mão passo a mão no volume que já formou por baixo do short de banho.
Então ela me pega pela mão e me leva pra um lugar que parece isolado, bem afastado do braço principal do rio. Ela encosta as costas numa pedra e abaixa o short, me mostrando uma ereção de proporções soberbas. É bem comprida, chuto uns 18, 19 centímetros, mais ou menos, com uma curva no meio que faz a cabeça apontar pro céu, inchada, tentadora, brilhando. Eu pego ela com uma mão e começo a manobrar, sacudindo forte e ritmado, olho nos olhos dela, não precisa de palavras, em situações assim a gente se comunica sem falar. Nós dois sabemos bem o que queremos e até onde estamos dispostos a ir pra conseguir.
Abro a boca e engulo um bom pedaço, enfio até onde dá, um pouco além das amígdalas, e aí sim, começo a chupar com um frenesi descontrolado, metendo fundo até onde consigo, chorando e até engasgando toda vez que a ponta bate na minha garganta. Sinto ela dura e quente, cheia de veias, transbordando vigor e virilidade. Mesmo tendo aproveitado muito a do meu marido naqueles dias, eu precisava de algo assim, a pica de um desconhecido. Não sei por quê, mas a pica de um estranho sempre me parece muito mais gratificante, e a daquele cara atendia todas as minhas exigências de sobra.
Claro, queria aproveitá-la o máximo de tempo possível, então fui diminuindo o ritmo, mas contrariando minha decisão, ela me agarrou a cabeça com as duas mãos e enfiou o pau dela quase até minha garganta. Achei que ia me afogar, porque ela não soltava, enchendo minha boca com aquele volume enorme, e ainda tampava meu nariz com a mata espessa de pelos. Sentia meus olhos se enchendo de lágrimas e minhas bochechas ficando vermelhas, até que ela tirou bem na hora de eu recuperar o fôlego, tossi, cuspi e aspirei uma longa bocada de ar, e ela meteu de novo, segurou um tempo dentro da minha boca e começou a se mover, devagar, deslizando o pau guerreiro entre meus lábios. De vez em quando tirava e batia na minha cara com ele, dando umas porradas gostosas que me excitavam ainda mais. Eu lambia, passava a língua dos lados, em cima e embaixo, lambia as bolas, chupava elas, tentava enfiar as duas juntas na boca, mas não dava, estavam muito inchadas, cheias de porra, depois de um boquete gostoso ela me levanta, me segura junto dela e me beija longa e apaixonadamente, com os lábios desce pelo meu pescoço, pelo meu peito, abaixando o sutiã da biquíni, pega meus peitos, chupa um, depois o outro, morde meus bicos, mastiga eles deliciosamente, continua descendo, lambendo e beijando minha barriga, tira minha calcinha fio dental, joga numa pedra, tô totalmente nua na beira do rio com um completo estranho, à disposição dele, ninguém fala nada, nesses momentos palavras não são necessárias, só suspiros e gemidos, agora é ele que se ajoelha na minha frente e percorre toda minha fenda com a língua, me chupa tão gostoso que minhas pernas tremem, mal consigo me segurar, mas ele continua, levanto uma perna e coloco no ombro dele, me agarrando nos cabelos dele pra manter o equilíbrio, ele continua bem metido lá dentro, no fundão, serpenteando dentro de mim, me enchendo de Prazeres subjugantes. Sem parar de me chupar, ele me agarra pelas nádegas e enfia um dedo dentro do meu cu, enfia tudo, até o nó, entrando e saindo, enquanto a língua dele faz o mesmo na frente.
Então ele se levanta, me pega pela mão e me leva até uma das pedras. Faz eu me deitar nela, de costas pra ele, e se prepara pra me penetrar. A gente tá no meio do rio, sem nenhum lugar por perto pra comprar uma camisinha.
—Pela Booty, eu avisei na época —É que não tô me cuidando—
Sem dizer nada, enfiou dois dedos na minha buceta, girando e girando pra me abrir ainda mais, e aí sim, senti a ponta ardente do pau dele avançando pela minha retaguarda, me abrindo na base do empurrão e mais empurrão, gritei de prazer ao sentir como ele avançava, afundando completamente dentro de mim, queimando, arrasando com a virilidade dele. Quando ele ficou bem metido, parou ali quieto por um instante, ofegando satisfeito, e então começou a se mover com toda a extensão suculenta, me rasgando, me proporcionando de novo, depois de vários dias, o prazer incomparável de me sentir muito bem enrabada.

Bem agarrado na minha cintura, o pai de família entrava e saía num ritmo lento e medido no começo, mas aumentando de pouco em pouco, enfiando tudo até o talo, bem até os pelinhos, empurrando meus intestinos mais pra dentro a cada estocada. Não sei se tinha gente por perto, mas eu gemia à vontade, soltando através de gritos cada vez mais exaltados toda aquela agressão sexual que eu vinha segurando há umas duas semanas. Com meu marido eu faço amor, com os outros é foda, é garcho, é fifo, é culei — a diferença é nítida, embora tudo leve ao mesmo objetivo comum: aproveitar a melhor trepada que der. A vida se resume a isso, ao prazer dos sentidos.
Bem agarrado na minha cintura, aquele pai de família acelerava de vez em quando o ritmo da foda, estourando minhas nádegas com os golpes violentos da pélvis dele. Aí ele cruzou os braços nas minhas costas e, me segurando pelos ombros com as mãos trocadas, acelerou os movimentos de um jeito brutal e acelerado, como se quisesse me partir ao meio com as investidas dele. Meus gritos e gemidos aumentaram de intensidade, tanto que ecoavam no meio das serras. Então, numa dessas estocadas fortes, ele deixou o pau cravado bem fundo e, soltando um urro cheio de prazer, se entregou, enchendo minha bunda com o leite carregado de luxúria e infidelidade.
Era tanta a porra que eu tinha gozado que sentia o caralho escorrendo entre minhas coxas, me encharcando com aquela viscosidade deliciosa. Ele tirou de dentro de mim e, ainda trêmula, esfregou nos meus lábios da buceta, mas sem chegar a entrar. Então me pegou pela mão e me levou para um lado, numa clareira entre o mato. Ali estava estendida a toalha com que eu o tinha visto sumir pelo caminho. Ele se deitou de costas e, com o pau meia-bomba, ainda gotejando, me fez saber que queria que eu chupasse de novo. Parece que tinha gostado do que eu fiz com minha boquinha. Deitei ao lado dele e, inclinando-me sobre o suculento pau daquele pai de família, meti na boca e dei uma mamada daquelas, fazendo dos meus lábios uma verdadeira máquina de sugar. Os suspiros satisfeitos que ele soltava eram minha recompensa merecida, o que me motivava a continuar. Eu chupava até quase a metade, sendo agora eu quem tentava devorar inteiro, me sufocando com tamanha quantidade de carne.
Quando já estava pronta, no ponto máximo de dureza, sentei em cima, de cócoras sobre o corpo dele e encaixando aquela pica na porta do cu, sentei de uma vez só, fazendo ela deslizar até o fundo. Fiquei ali sentada, me mexendo com gosto, sentindo meus esfíncteres se dilatando, e então comecei a subir e descer, aumentando o ritmo aos poucos, enfiando toda aquela rola quente e pulsante enquanto, com meus próprios dedos, massageava meu clitóris, afinando ele, endurecendo ele, me guiando em direção a um orgasmo de proporções monumentais, igual ao que eu tinha tido só alguns instantes atrás.
Minhas tetas balançavam pra todo lado por causa da cavalgada agitada, mas ele pegava elas de vez em quando e apertava, me derretendo com essas carícias tão excitantes, até que outra explosão leitosa se desencadeou dentro de mim, me transbordando com suas delícias gostosas. Eu também gozei junto com ele, aproveitando até a loucura aquele jorro intenso que me dava tantas gratificações. Nós dois gememos quase ao mesmo tempo, nos complementando, nos desmanchando de prazer, nos elevando a puro sentimento até o topo do Céu. Ficamos um tempinho ali, bem encaixados, deixando o êxtase fluir, até que a pica do pai de família numerosa desinchou e saiu sozinha de dentro de mim, soltando um som aguado que foi seguido por um jorro de porra que escorreu entre minhas coxas.
Levantei, apertei bem a buceta pra expulsar todo o sêmen de dentro, e procurei meu biquíni entre as pedras, vesti e voltei pelo mesmo caminho. Meu marido ainda estava cochilando na sombra. Deitei ao lado dele, coloquei os óculos de sol e fiz de conta que nada tinha acontecido, embora a porra que ainda escorria entre minhas pernas e as pontadas que sentia na buceta confirmassem que sim, tinha acontecido alguma coisa — e algo muito bom, diga-se de passagem.
Voltei pra Buenos Aires convencida de que o caminho escolhido era o certo e que não devia mudar ele, porque quando uma mulher escolhe, tem que ser pra sempre.
6 comentários - Viagem gostosa pra caralho
Y que lindo que le entregaste igual la colita aun no teniendo preservativo a mano ... me re calentó eso.