No pleno inverno, tivemos uma pequena falha no aquecedor, a Dayan me pediu pra ir no departamento e solicitar o serviço da reparadora, passaram 2 dias e a atenção não foi efetiva, naquela mesma noite, ela trouxe um amigo do irmão dela... Mas ela ia com a mãe dela passar a noite, então eu teria que cuidar desse garoto consertar o negócio... Tava tanto frio, que só faltava ver pinguim, ofereci uma xícara de um bom chocolate fumegante, ele pegou com as mãos tremendo, e não consegui evitar rir... . Falei... .... Ah tá, entendi então.. Fui pra sala e liguei melhor a TV, tavam informando do fechamento de alguns trechos da estrada que ligava a Cidade de Tijuana, na fronteira com os Estados Unidos, quando esse garoto entrou e exclamou com raiva, . Olhei pra ele e ofereci que podia ficar num quarto, que amanhã já teria solução... Com isso, ele voltou pro que tava fazendo... Passaram 2 horas desde que ele começou, bom, pensei que não seria tão fácil, espiei e ele tava lutando pra desentupir um trecho, e bem naquele momento, Zás..! O trecho do cano quebrou, vi ele com cara de pânico... Perguntei se tava tudo bem, ele me olhou e disse: . Ri muito com ironia... .. Falei, e voltei pro meu sofá, Ele continuou "tentando fazer alguma coisa" .... Pensei em deixar pra lá, e amanhã fazer com calma e mais Sol.... Quando fui chamar ele, tava com as mãos no cano, e notei a tremenda ereção dele debaixo da roupa, ele levou uma mão ajeitando o pau, mas não me viu....
Fiquei atrás do muro, e a cortina não me deixava à vista, fiquei observando ele, abaixou o zíper e tirou o grande amigo dele pra fora, começou a acariciar, e foi aí que começou a bater uma de cima pra baixo, não podia acreditar que ele tava fazendo isso no meu corredor, mas não seria eu quem ia impedir, até porque, do jeito dele, de repente ele se virava pra ver se eu não tava percebendo... Ele continuou na dele, várias vezes quase saí do meu esconderijo, mas deixei ele seguir em frente, quando ele se apoiou na parede, a uns 40 centímetros de mim, e soltou uma descarga de esperma bem grosso no chão... Ficou de olhos fechados, soltando suspiros longos e pausados... Ajeitou a roupa, e foi pegar um pano pra limpar...
Nesse momento, aproveitei pra sair dali e fui limpar rápido onde passaria a noite... Ficava pensando em como fazer no outro dia com a soldagem, enquanto arrumava a cama, mas minha cabeça tinha outros planos, já que se encheu daquela imagem dele se arriscando e, sem perceber, acariciava minhas nádegas, desabotoei minha calça e, salivando meus dedos, os levei pro interior do meu cu... Com a mão livre, abria minhas nádegas, depois de sentir meus dedos correndo lá dentro, tentava estimular minha próstata, isso te faz soltar toda sua excitação, e você goza sozinho... Apoiei a mão e me sentei nela, movi o quadril guiando a sensação, e gozei como desejava, sem tocar no meu pau... Depois de terminar, consegui ver Marcos correndo pra sala...
Bueno, não me pesaria na consciência, nem me arrependeria por ele ter me visto... na hora desci e servi outra xícara de chocolate, batemos um papo, e falei pra ele ficar no quarto que eu tinha arrumado... Passava da meia-noite quando fomos dormir, a casa inteira tava um gelo, e antes de 1 hora, o Marcos entrou no quarto, questionei ele só com um sorriso e ele disse por que não juntávamos as cobertas, sentou na ponta da cama, e eu respondi pra ele juntar então, e começamos a conversar mais um pouco... Enquanto arrumava a cama, ele comentou que um bom gole de vinho animaria ele, falei que eu tinha uma garrafa de uísque, pra ele pegar no móvel, ele tentou abrir a porta mas não conseguiu, tirei sarro dele de brincadeira, e pedi pra ele se virar pra eu pegar, me estiquei pra pegar, e quando fui fechar, coloquei a garrafa na cama, então ouvi ele dizer, "A garrafa tá uma delícia..." virei pra olhar ele, e não era bem pela garrafa que ele tava falando.
Bebemos da mesma garrafa e começamos a conversar. Marcos começou com comentários picantes, eu estava sentado, coberto com as cobertas até a cintura. Ele foi tirando a roupa, e logo estava pelado, sentou em cima das cobertas e começou a acariciar o pau duro... enquanto falava um monte de besteira.
Fiquei observando ele, já estava meio tonto com o uísque, mas curioso, sabia pra onde aquilo ia. Olhei pro "cardápio" e era a coisa mais apetitosa possível... Ele me pegou olhando e me ofereceu descaradamente o pau dele. Se aproximou e entrou debaixo das cobertas, rápido, agarrou minhas nádegas acariciando e disse que tinha gostado delas quando viu. Balancei meu corpo pro lado e deixei ele agir à vontade, não demorou muito até os dedos dele já estarem dentro de mim. Ao mesmo tempo, minhas mãos seguravam o pau dele por completo. Depois ele confessou que me viu quando eu estava arrumando a cama e bateu uma punheta. Sorri e disse que também tinha visto ele perto da geladeira. "Ah, viu só? Já tava falado..."
... Virou meu corpo e me colocou de quatro, chupou um bom tempo entre elas, e foi aí que senti ele se ajeitar e atravessar meu cu... Nos movendo numa puta farra de prazer...
As cobertas logo atrapalharam a gente, talvez lá fora fizesse frio, mas em cima da cama a temperatura estourava o termômetro de tanto calor que fazia... Uma atrás da outra, cada descarga deixava uma torrente de gozo... Nosso entendimento era tão completo que nem precisava trocar de posição pra não quebrar o ritmo... Dizem que a noite é longa, mas essa foi curta demais... Fiquei cheio, sim, cheio de gozo também, mas tudo passou tão rápido...
No dia seguinte, a gente correu pra terminar o conserto do aquecedor. Mais tarde... Dayan chegou, me beijou, abraçou minha cintura e deu um tapinha na minha bunda, dizendo bem safada: "Depois você me conta como foi que a noite 'escapou'... Esse garoto é um garanhão, e espero que ele tenha sido assim com você. Feliz aniversário, papai..." Deu outro tapinha no meu rabo e entrou em casa com um sorrisão no rosto.
Fiquei atrás do muro, e a cortina não me deixava à vista, fiquei observando ele, abaixou o zíper e tirou o grande amigo dele pra fora, começou a acariciar, e foi aí que começou a bater uma de cima pra baixo, não podia acreditar que ele tava fazendo isso no meu corredor, mas não seria eu quem ia impedir, até porque, do jeito dele, de repente ele se virava pra ver se eu não tava percebendo... Ele continuou na dele, várias vezes quase saí do meu esconderijo, mas deixei ele seguir em frente, quando ele se apoiou na parede, a uns 40 centímetros de mim, e soltou uma descarga de esperma bem grosso no chão... Ficou de olhos fechados, soltando suspiros longos e pausados... Ajeitou a roupa, e foi pegar um pano pra limpar...
Nesse momento, aproveitei pra sair dali e fui limpar rápido onde passaria a noite... Ficava pensando em como fazer no outro dia com a soldagem, enquanto arrumava a cama, mas minha cabeça tinha outros planos, já que se encheu daquela imagem dele se arriscando e, sem perceber, acariciava minhas nádegas, desabotoei minha calça e, salivando meus dedos, os levei pro interior do meu cu... Com a mão livre, abria minhas nádegas, depois de sentir meus dedos correndo lá dentro, tentava estimular minha próstata, isso te faz soltar toda sua excitação, e você goza sozinho... Apoiei a mão e me sentei nela, movi o quadril guiando a sensação, e gozei como desejava, sem tocar no meu pau... Depois de terminar, consegui ver Marcos correndo pra sala...
Bueno, não me pesaria na consciência, nem me arrependeria por ele ter me visto... na hora desci e servi outra xícara de chocolate, batemos um papo, e falei pra ele ficar no quarto que eu tinha arrumado... Passava da meia-noite quando fomos dormir, a casa inteira tava um gelo, e antes de 1 hora, o Marcos entrou no quarto, questionei ele só com um sorriso e ele disse por que não juntávamos as cobertas, sentou na ponta da cama, e eu respondi pra ele juntar então, e começamos a conversar mais um pouco... Enquanto arrumava a cama, ele comentou que um bom gole de vinho animaria ele, falei que eu tinha uma garrafa de uísque, pra ele pegar no móvel, ele tentou abrir a porta mas não conseguiu, tirei sarro dele de brincadeira, e pedi pra ele se virar pra eu pegar, me estiquei pra pegar, e quando fui fechar, coloquei a garrafa na cama, então ouvi ele dizer, "A garrafa tá uma delícia..." virei pra olhar ele, e não era bem pela garrafa que ele tava falando.
Bebemos da mesma garrafa e começamos a conversar. Marcos começou com comentários picantes, eu estava sentado, coberto com as cobertas até a cintura. Ele foi tirando a roupa, e logo estava pelado, sentou em cima das cobertas e começou a acariciar o pau duro... enquanto falava um monte de besteira.Fiquei observando ele, já estava meio tonto com o uísque, mas curioso, sabia pra onde aquilo ia. Olhei pro "cardápio" e era a coisa mais apetitosa possível... Ele me pegou olhando e me ofereceu descaradamente o pau dele. Se aproximou e entrou debaixo das cobertas, rápido, agarrou minhas nádegas acariciando e disse que tinha gostado delas quando viu. Balancei meu corpo pro lado e deixei ele agir à vontade, não demorou muito até os dedos dele já estarem dentro de mim. Ao mesmo tempo, minhas mãos seguravam o pau dele por completo. Depois ele confessou que me viu quando eu estava arrumando a cama e bateu uma punheta. Sorri e disse que também tinha visto ele perto da geladeira. "Ah, viu só? Já tava falado..."
... Virou meu corpo e me colocou de quatro, chupou um bom tempo entre elas, e foi aí que senti ele se ajeitar e atravessar meu cu... Nos movendo numa puta farra de prazer...
As cobertas logo atrapalharam a gente, talvez lá fora fizesse frio, mas em cima da cama a temperatura estourava o termômetro de tanto calor que fazia... Uma atrás da outra, cada descarga deixava uma torrente de gozo... Nosso entendimento era tão completo que nem precisava trocar de posição pra não quebrar o ritmo... Dizem que a noite é longa, mas essa foi curta demais... Fiquei cheio, sim, cheio de gozo também, mas tudo passou tão rápido...
No dia seguinte, a gente correu pra terminar o conserto do aquecedor. Mais tarde... Dayan chegou, me beijou, abraçou minha cintura e deu um tapinha na minha bunda, dizendo bem safada: "Depois você me conta como foi que a noite 'escapou'... Esse garoto é um garanhão, e espero que ele tenha sido assim com você. Feliz aniversário, papai..." Deu outro tapinha no meu rabo e entrou em casa com um sorrisão no rosto.
0 comentários - Gay: desentupidor de canos