O amigo dotado da minha amiga

Antes de mais nada, quero deixar claro que nunca fui uma "ladra de namorado", como geralmente chamam as minas que pegam os caras das amigas, e olha que já teve uns tentando me cantar. Mas dessa vez fui eu que tomei a iniciativa, e também não é como se eu tivesse roubado ele, só transei com o cara, ou melhor, transei várias vezes, porque o que o Nick, esse é o nome dele, me fez viver naquela tarde no hotel foi algo apoteótico e es-pec-ta-cu-lar. Fiquei praticamente sequinha de tanto me molhar, sem mais orgasmos pra soltar.

Eu sou a Mariela, morena, treino crossfit e malho (pesos). Tenho umas fotos minhas..
O amigo dotado da minha amiga

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namorado

dotado

cornudaNão exagero se disser que esse cara nunca perdia a ereção. Ele gozava uma vez e, como se nada tivesse acontecido, sem nem respirar, já ficava duro de novo, pronto pra segunda rodada, e terceira, e quarta, e quinta…

Minha amiga já tinha me avisado, mas nunca imaginou que eu fosse provar na pele. Que ele era um amante de primeira, um verdadeiro garanhão, e, pra ser sincera, confesso que quando ela me apresentou, me senti atraída por ele de um jeito irresistível. Vocês sabem, os viciados em sexo se cheiram a quilômetros de distância.

Moreno missioneiro, quase 1,90m, corpo robusto e pele morena, virou, de repente, meu maior objeto de desejo. O homem que eu queria desesperadamente levar pra minha cama, ou pra dele, ou pra qualquer lugar. Nunca tinha acontecido algo assim, me sentir atraída pelo namorado de uma amiga, e de uma amiga muito próxima, ainda por cima.

Mas além da aparência do cara, que era boa e bastante, o que mais influenciava nessa atração era o que ela, sem papas na língua, me contava sobre as relações íntimas com um sujeito tão foda.

— Ele tem ela assim de grande! — dizia, separando as palmas das mãos uns trinta centímetros e formando com os dedos um anel bem avantajado, me fazendo saber que também era bem grossa.

— Quando ele me fode, sinto que me parte ao meio! Você não sabe como ele arrebenta minha buceta, o desgraçado! — garantia, expressando no rosto as delícias que sentia naqueles momentos.

Também me contava que, apesar do tamanho e grossura exagerados, ele metia até no cu e que, em troca, ela engolia toda a porra que o cara soltava em forma de cachoeira cremosa e quente. Que isso enlouquecia ele.

— Nunca me senti tão bem comida — afirmava, e dava pra ver no olhar dela.

Obviamente, com tudo que ela me contava, deu uma vontade danada de provar aquele uma máquina de foder daquelas, igualzinha como minha amiga descrevia. Não que eu quisesse cagar o pau, mas... os desejos que ela mesma tinha despertado em mim ao contar as intimidades dela com aquele Adonis comedor já eram incontroláveis.

Então, uma tarde que eu tava à toa e pelando de tesão, não me segurei mais e fui esperar ele na saída do trampo.

Uma vez minha amiga tinha me falado onde ele trabalhava, e não sei por que, mas aquela informação ficou gravada na minha cabeça como se eu soubesse que uma hora ia precisar dela. Mas claro que não ia me fazer de fácil, por mais que eu quisesse me entregar de bandeja pra ele, com laço e tudo. Então fiquei na esquina, na expectativa, esperando ele sair.

Aí, quando vi ele, cruzei com ele como se fosse um encontro casual e espontâneo.

— Mariela, que surpresa, o que você tá fazendo por aqui?! — ele se espantou ao me ver.

— Vim ver uma amiga que mora por aqui, e você? — a desculpa saiu como se eu tivesse pensado nela antes.

— Trabalho aqui, no meio da quadra — ele disse, apontando pro lugar de onde tinha acabado de sair.

— Olha que coincidência — respondi, fingindo surpresa também.

— Já que a gente se encontrou, que tal a gente ir tomar alguma coisa? — ele propôs.

— Você não tem que encontrar a Cecília? — perguntei, me referindo à minha amiga, ou seja, a namorada dele.

— Não, hoje ela tem faculdade, então vai ficar ocupada até tarde — ele falou.

— Então, aceito — sorri pra ele.

Fomos até um bar perto e pedimos uma cerveja, conversando animadamente sobre vários assuntos, como dois grandes amigos. Num certo momento, tive que ir ao banheiro pra secar a umidade grossa que brotava de dentro da minha buceta e que ameaçava aparecer através da calça branca que eu tava usando.

Só de estar do lado dele, eu já tava ficando terrivelmente excitada, e o que me preocupava era que ficasse muito na cara e ele percebesse meu desespero. Aí me veio à cabeça, minha amiga, e todos os anos de amizade que a gente tinha, e a confiança que rolava entre nós. Decidi que, por mais tesuda que eu estivesse, ela não merecia que eu fizesse uma sacanagem dessas com ela.

Então, quando voltei pra mesa, falei que tava ficando tarde, que eu realmente precisava ir ver aquela amiga que tinha mencionado, a da desculpa. Ele, claro, não reclamou. Pagou o que a gente tinha consumido e se ofereceu pra me acompanhar umas quadras. A gente nem tinha andado uma, quando ele, todo solto, me solta:

— Sabe, Mariela? Tava afim de te levar pra um motel. O que cê acha?

Fiquei paralisada. Era óbvio que ele tinha percebido o quanto eu tava afim dele. Mas o que eu podia fazer? De um lado, minha amiga e todos aqueles anos de amizade que iam pro saco se ela descobrisse alguma coisa; do outro, eu e essa vontade doida de provar um gostoso daqueles. A amizade ou a luxúria? Minha amiga ou minha tesão? Que decisão difícil, pelo amor de Deus! No fim, o bom senso venceu, ou melhor, minha buceta, que como vocês devem saber, pensa por conta própria.

— O que cê acha? — comecei a dizer, e sussurrando no ouvido dele completei: — Que eu adoraria transar com você.

Caminhando como dois conhecidos, sem nem dar as mãos, já que era só isso que a gente era, entramos no primeiro motel que encontramos. Um lugar comum, nada luxuoso, só o suficiente pra matar a vontade. Mal entramos no quarto, já nos enroscamos num abraço apaixonado, nos beijando com um frenesi sem limites, dando vazão àquela atração safada que parecia vir não só de mim, mas também dele. Assim, entrelaçados, caímos na cama, rolando pra lá e pra cá, um tempo eu por cima, no outro ele.

Quando era eu que ficava por cima, o Nick me segurava com as mãos na minha bunda e me puxava ainda mais pra perto do corpo dele, fazendo eu sentir na altura da barriga aquela protuberância famosa que minha amiga tanto tinha falado. E devo dizer que ela não exagerava nem um pouco, porque o que o uruguaio carregava na braguilha superava qualquer previsão que eu tivesse feito antes.

Sem parar de beijá-lo, agarrei aquele tremendo pacote e esfreguei com todo meu entusiasmo, apalpando deliciosamente e provocando. Era algo absurdo, fora de qualquer proporção, e pude comprovar isso quando abaixei o zíper e tirei do seu refúgio quente aquela peça soberana que já na minha mão se ergueu majestosa e imponente. Gloriosa em toda sua magnitude envaidecida. Colossal em todos os sentidos.

Balançando-a ritmadamente, coloquei na boca e chupei com toda minha vontade, tentando engolir o máximo possível daquele volume brutal, mastigando e sugando cada pedaço, enchendo a boca com aquela glória em forma de pau que me desquiciava e enlouquecia.
relato quenteEu chupava até as bolas dele, saboreando tudo que cercava aquela beleza gostosa que me deixava louca sem controle nenhum. Já pelada, me joguei de costas na cama e me ofereci toda aberta e esperando, me entregando sem reservas à virilidade enorme dele, me oferecendo por completo, sem guardar nada.O amigo dotado da minha amigaQuerendo usar e abusar da sua masculinidade, o Nick pegou um dos preservativos que estavam em cima da mesa e rasgou o pacote pra colocar, mas antes que ele fizesse isso, eu o parei.

— Quero que você me coma sem camisinha! — falei pra ele.

— Tem certeza? — ele perguntou.

— Total certeza, quero sentir você assim, de pau pelado! — garanti, passando um dedinho sensual ao longo da minha bucetinha molhada e quente.

Sem fazer cerimônia, ele se jogou em cima de mim e meteu de uma só vez, assim, na carne viva, sem camisinha nenhuma, do jeito que eu queria sentir, enfiando até o fundo, apesar do volume exorbitante que ele tinha. Já dentro de mim, começou a se mexer de um jeito virtuoso e implacável, me dando com tudo, bombeando puro prazer através das minhas fibras mais íntimas e sagradas.
amigaEle enfiava tudo, até os pelos e além, batendo nas minhas bolas com aqueles sacos pretos e peludos que acendiam e volatilizavam conforme a força e a energia das penetrações aceleravam sistematicamente.

Enlaçando minhas pernas em volta do corpo agitado dele, eu o segurava dentro de mim o máximo que podia, sentindo ele pulsar lá dentro, cada vez mais fundo, cada vez mais no fundo das minhas entranhas.

Ali, em cima de mim, o namorado da minha amiga me comeu até arrancar uma enxurrada de gozadas seguidas, uma atrás da outra, sem pausa nem interrupção. Depois disso, ele besuntou a pica com bastante creme lubrificante e me furou o cu, e mesmo tendo ele bem arrombado e rasgado, me estraçalhou de novo sem piedade nem compaixão alguma.

Ele me partiu no meio com uma só sentada, empurrando meus intestinos muito mais para dentro com aquele volume irracional que ele manobrava com uma desenvoltura e habilidade fascinantes. Eu estava de quatro, com a bunda bem levantada, me oferecendo sem hesitação alguma àquele imenso prodígio que lacerava e estremecia todo o meu corpo. Ele me comeu pelo cu até arrebentar, até derreter de tanto enfiar e pica desmedida que me aplicava, me dando satisfação por cada poro da pele.
namoradoE como corolário dessas gozadas que acabávamos de dar, me desprendi da porra magnífica dele e, metendo na boca, engoli toda a essência íntima dele, cada gota, me lambendo mais que gostosa enquanto sentia a semente dele escorrendo grossa pela minha garganta e esôfago.dotadoMe engasguei com o esperma dele, bebendo até o último gole daquela iguaria tão caramelizada e nutritiva, me lambuzando sem nenhuma relutância, pra depois descer com a língua por todo aquele volume descomunal e lamber ele com gosto, lambendo as bolas também, saboreando até a última gota das torrentes brutais de gozo dele.cornudaAcabei toda arrebentada, igualzinho minha amiga tinha dito, e posso confirmar que ela não exagerou nada. Arrebentada e feliz, porque é uma delícia ser comida assim, com aquele tesão e vigor, como se não houvesse amanhã depois da trepada que vão te dar.

Foi assim minha experiência com o namorado da minha amiga, e, embora depois tenha batido um pouco de culpa por ter traído ela daquele jeito, a verdade é que não me arrependo nem um pouco. O que vivi com Nick foi alucinante, e quando o assunto é transar, amiga nenhuma vale, ainda mais quando ela tem um namorado superdotado.

Arrebentada e feliz..


relato quente

18 comentários - O amigo dotado da minha amiga

Dios lo que daria por tener la sierte de este tipo!!!!
Divina perra sos yo también te parto al medio como un queso, muy buena las fotos van 10 puntos porque no puedo poner más
Ojetep +1
Te encanta que te rompan el culo.. y te den toda la leche... Bien putita sos
muy buen relato....! pero, lo que mas me gusto es tu orto, Nena....! prestamelo un ratito y te hago refeliz..jeje!! (no te chupo la concha ni un ratito..? ). un beso.
Bbs1t0 +1
Ufff .. tenía rato que no tenía una erección leyendo ..jajj
Las Minas tienen una fantasía tremenda con el Tema del Tamaño. No Madre !!! Cuando uno está a full no piensa en Eso.supe de un Tipo que tenía 26 cm dicen que se tenía que poner una Goma y ponerle como 3/4 de chota. Toda la Desgarra a la Mina.
pito corto 😂
pito corto 😂
Y si soy Pito 18 cm para mí es corto. Dormida 13 cm. Melo medi hee
muy buen relato alguien sabe como se llama esa petisa ya vi varios videos de ella pero no me acuerdo saludos y espero si alguno sabe
Pasalos