Olhando pra trás, anos atrás, ainda consigo lembrar dela tão vividamente como se fosse ontem: o perfume dela, o olhar, o corpo e os fluidos... Ela tinha seus segredos que eu não conhecia. Depois daquela vez no meu carro, sabia que não seria a última vez que a veria.
Os dias passaram, e entre mensagens sem importância, toda essa história foi se desenrolando. E eu sempre buscava uma explicação dentro da minha cabeça: por que ela não me deixava tocar e lamber os peitos dela?
O próximo encontro foi quase igual ao primeiro, só que dessa vez eu estava decidido a contemplar ela de corpo inteiro... 11:30 da noite, entediado, tomando uma cerveja, mando a clássica mensagem: "O que você tá fazendo?" Ela, sem hesitar, respondeu na hora que estava entediada em casa... Propus sair pra dar umas voltas, e ela respondeu que em meia hora eu passasse pra buscar ela, que ia arrumar umas paradas que tinha pendentes.
Um banho rápido e já preparado pro encontro, estacionei na frente da casa dela... Ela sai linda... tão linda que quase não a reconheço... linda e puta. Calça jeans preta, jaqueta colada no corpo, botas pretas altas e cabelo preso, com uma raba de cavalo.
Ela entra no carro, um cruzamento de olhares sem saber como se cumprimentar... momento desconfortável... Decido beijar a boca dela, e ela não fica atrás... Um leve apalpão, agarro a bunda dela com força... O desejo de penetrar aquela raba sempre estava na minha mente!! Subo a mão e quero acariciar os peitos dela... De novo, ela tira minha mão. Um pouco puto com o que aconteceu, engato a primeira e vou em direção à zona das chácaras, onde ninguém enche o saco, longe dos olhares fofoqueiros e carneiros de Rio Gallegos. Ela não liga pra onde vamos, só falamos coisas banais, a conversa sobre o que aconteceu da outra vez, que ela nunca pensou que ia rolar mas gostou, etc.
Estaciono o carro perto do rio Chico, uma noite linda de chuva fechada e sem lua, especial pro que ia rolar. Tanta tensão sexual que dá pra sentir dentro do carro. Abro uma cerveja e começamos a beber. Abraço ela e começo a beijar ela enquanto... Acaricio o rosto dela, arrumo o cabelo dela pra chegar no pescoço e ir descendo. Ela se ajeita devagar, olhando pra fora, de costas pra mim. Abraço ela forte e levanto ela pra cima de mim, na poltrona onde eu tava sentado. Com uma mão, desabotoo o botão da calça dela, enquanto beijo o pescoço dela bem devagar, e com a outra mão, puxo o zíper da jaqueta dela pra poder acariciar a pele dela. Ela começa um movimento suave de quadril e já sente minha pica dura dentro da minha calça roçando a bunda dela... um gemidinho escapa dos lábios dela, que ecoa no campo. Aos poucos, começo a masturbar ela, meu dedo já tinha achado o destino certo, ela tava molhada, bem quente. Começo a tirar a jaqueta dela aos poucos, queria descobrir o segredo dela, segredo que, ao descobrir, seria muito idiota pra mim. Tiro a jaqueta dela, quero fazer o mesmo com a regata, e ela diz que não. Já começo a sentir na minha mão cada vez mais a umidade da buceta dela, ela aperta os dentes, aperta minha pica com a mão dela, a outra mão dela pega a minha pra eu tocar num peito. Aperto o peito dela enquanto beijo as costas dela, o pescoço, e masturbo ela. Ela goza deliciosamente na minha mão, sente como minha pica tá, já dura, só de masturbar ela, e troca de lugar, colocando a melhor cara de puta que tem. Com os olhos cheios de tesão, puxa minha poltrona pra trás e fala: "é sua vez". Desabotoa o botão da minha calça e puxa o zíper desesperadamente, fica de quatro e começa a chupar, devagar, passando a língua na ponta e depois engolindo tudo inteiro. Com uma das mãos, seguro o cabelo dela, que prazer ver como ela comia minha pica centímetro por centímetro e saboreava com a ponta da língua o líquido pré-seminal que ela tinha feito sair quando eu masturbava ela. Com a outra mão, puxo a calça dela até os joelhos, encontro uma calcinha fio-dental violeta gostosa, mais tarde eu saberia que era o conjunto completo. Continuei masturbando ela assim, nessa posição, enquanto ela continuava chupando minha pica de vez em quando. delicadamente e por momentos desesperadamente, minha tara já não aguentava mais, precisava sentir aquela buceta molhada e quente na minha boca!!! A gente passou pro banco de trás, aproveitei pra tirar as botas e a calça dela, deixando ela só de fio dental e regata. Eu, por minha vez, me despi completamente. Quando ela se virou entre os bancos, a bunda e a buceta dela ficaram à minha mercê. Ela apoiou os braços no banco de trás enquanto eu enfiava a língua na boceta dela, por Deus! Que cheiro gostoso! Que sabor maravilhoso! Ela gemia e mexia os quadris no ritmo da minha língua, tentando enfiar mais fundo. Resolvi aumentar a aposta e enfiar um dedo. Ela gemeu, balançando a cabeça em sinal de aceitação. Aumentei a aposta e minha língua começou a lamber o cuzinho dela, o que a deixou louca e ela gozou abundantemente nas minhas mãos... Ela pediu pra eu soltar ela e ir pro banco de trás com ela. Num pulo, me acomodei sentado e ela sentou em cima de mim. Começou a cavalgar devagar enquanto eu beijava o pescoço dela e com as mãos agarrava a bunda dela, que me deixava louco! Beijava o pescoço e a boca dela enquanto ela olhava pro teto do carro. O movimento lento dela, em círculos, a subida e descida no meu pau me deixavam mais duro. Eu não reconhecia mais meu próprio pau. Tentei chupar um peito dela, e ela tirou minha cara de lá, parando todo o movimento. Brava, disse que não! Perguntei bravo por quê, e ela disse que os peitos dela eram muito pequenos e ela não gostava deles. Esse era o estúpido segredo número 1 dela... Agarrei com uma mão os braços dela e com a outra levantei a regata dela. Ela dizia que não, mas eu não ia desistir! Finalmente consegui ver! Eram pequenos, com mamilos e auréolas pretas debaixo de um sutiã roxo. Enfiei a boca no peito dela e comecei a chupar com muita vontade... Senti ela gozar só com uma chupada nos peitos. Adorei, ela disse, e começou a se mexer mais excitada do que antes enquanto eu chupava os peitos dela e ela se contorcia no meu pau. Deitei ela no banco e levantei as pernas dela pra meus ombros enquanto beijava o pé dela e tocava os peitos dela que antes eram proibidos pra mim, continuei bombando nessa posição até ela pedir pra trocar pra de quatro, me coloquei atrás dela e comecei a chupar a buceta dela com uma loucura incontrolável, ela só jogava o corpo pra trás e gemia, tirei a língua da buceta dela e apontei a pica pra ela, de uma só vez meti, ela deu um grito mas se jogou pra trás querendo mais! segurei ela pela cintura e comecei a me mexer violentamente comendo aquela pussy suculenta e completamente depilada até sentir que enchia ela de porra... suados e exaustos, pelados e já mais relaxados abrimos outra cerveja e começamos a beber, falei pra ela que tinha uns peitos lindos que adorava chupar, lamber e morder, ela agradeceu o elogio e prometeu não esconder mais eles de mim porque gostou que eu tinha feito aquilo... já mais relaxados depois da conversa ela começou a me masturbar, aí eu comecei a masturbar ela enquanto lambia os peitos dela, aos poucos foi esquentando, o que era a mão dela na minha pica passou a ser a boca, lambia minha pica, as bolas, subia, descia, brincava à vontade até que pediu pra subir, se colocou de costas e sozinha enfiou a pica em si enquanto eu beijava as costas dela, o pescoço e segurava as tetas lindas que ela tinha, num momento ela se levanta deixando minha pica no ar e passa a mão por baixo das pernas pegando na minha pica, vira o rosto e fala "agora assim"... sozinha com a mão levou minha pica até o buraco do cu dela e devagar foi descendo pra ir engolindo ela toda enquanto gemia e de repente começou a cavalgar forte, só consegui com uma mão masturbar o clitóris dela e com a outra segurar uma teta, ela gemia, se mexia desesperada, possuída por ter uma pica no cu, eu gozava enquanto subia e descia, ela acariciava minhas bolas com as mãos, ficamos um tempo assim até que não aguentei mais e falei que já ia gozar, goza em mim! Goza no meu cu! Me enche de Gozei! Foi assim que ela falou, o que me deixou ainda mais excitado!... Senti meu pau explodir dentro dela, uma quantidade enorme de porra ficou lá dentro, uma parte escorrendo pelos lados do meu pau. Exaustos, começamos a nos vestir, um ajudando o outro, depois de satisfazer nossos corpos.
Levei ela em casa, deviam ser umas 06:30 da manhã, ela trabalhava às 08:00... Não ligou de não ter dormido depois daquela noite de prazer... Nos despedimos com um beijo longo e gostoso, ela prometeu uma surpresa a mais pro nosso próximo encontro. Eu mal podia esperar pra saber o que era, e fui pra casa dormir, esperando a mensagem dela pra descobrir qual surpresa ela tinha pra mim. Essa história vai continuar com muitas surpresas e segredos, espero que vocês gostem e deixem o pau duro igual o meu enquanto escrevia, e se tão se perguntando, tudo é verdade!
Os dias passaram, e entre mensagens sem importância, toda essa história foi se desenrolando. E eu sempre buscava uma explicação dentro da minha cabeça: por que ela não me deixava tocar e lamber os peitos dela?
O próximo encontro foi quase igual ao primeiro, só que dessa vez eu estava decidido a contemplar ela de corpo inteiro... 11:30 da noite, entediado, tomando uma cerveja, mando a clássica mensagem: "O que você tá fazendo?" Ela, sem hesitar, respondeu na hora que estava entediada em casa... Propus sair pra dar umas voltas, e ela respondeu que em meia hora eu passasse pra buscar ela, que ia arrumar umas paradas que tinha pendentes.
Um banho rápido e já preparado pro encontro, estacionei na frente da casa dela... Ela sai linda... tão linda que quase não a reconheço... linda e puta. Calça jeans preta, jaqueta colada no corpo, botas pretas altas e cabelo preso, com uma raba de cavalo.
Ela entra no carro, um cruzamento de olhares sem saber como se cumprimentar... momento desconfortável... Decido beijar a boca dela, e ela não fica atrás... Um leve apalpão, agarro a bunda dela com força... O desejo de penetrar aquela raba sempre estava na minha mente!! Subo a mão e quero acariciar os peitos dela... De novo, ela tira minha mão. Um pouco puto com o que aconteceu, engato a primeira e vou em direção à zona das chácaras, onde ninguém enche o saco, longe dos olhares fofoqueiros e carneiros de Rio Gallegos. Ela não liga pra onde vamos, só falamos coisas banais, a conversa sobre o que aconteceu da outra vez, que ela nunca pensou que ia rolar mas gostou, etc.
Estaciono o carro perto do rio Chico, uma noite linda de chuva fechada e sem lua, especial pro que ia rolar. Tanta tensão sexual que dá pra sentir dentro do carro. Abro uma cerveja e começamos a beber. Abraço ela e começo a beijar ela enquanto... Acaricio o rosto dela, arrumo o cabelo dela pra chegar no pescoço e ir descendo. Ela se ajeita devagar, olhando pra fora, de costas pra mim. Abraço ela forte e levanto ela pra cima de mim, na poltrona onde eu tava sentado. Com uma mão, desabotoo o botão da calça dela, enquanto beijo o pescoço dela bem devagar, e com a outra mão, puxo o zíper da jaqueta dela pra poder acariciar a pele dela. Ela começa um movimento suave de quadril e já sente minha pica dura dentro da minha calça roçando a bunda dela... um gemidinho escapa dos lábios dela, que ecoa no campo. Aos poucos, começo a masturbar ela, meu dedo já tinha achado o destino certo, ela tava molhada, bem quente. Começo a tirar a jaqueta dela aos poucos, queria descobrir o segredo dela, segredo que, ao descobrir, seria muito idiota pra mim. Tiro a jaqueta dela, quero fazer o mesmo com a regata, e ela diz que não. Já começo a sentir na minha mão cada vez mais a umidade da buceta dela, ela aperta os dentes, aperta minha pica com a mão dela, a outra mão dela pega a minha pra eu tocar num peito. Aperto o peito dela enquanto beijo as costas dela, o pescoço, e masturbo ela. Ela goza deliciosamente na minha mão, sente como minha pica tá, já dura, só de masturbar ela, e troca de lugar, colocando a melhor cara de puta que tem. Com os olhos cheios de tesão, puxa minha poltrona pra trás e fala: "é sua vez". Desabotoa o botão da minha calça e puxa o zíper desesperadamente, fica de quatro e começa a chupar, devagar, passando a língua na ponta e depois engolindo tudo inteiro. Com uma das mãos, seguro o cabelo dela, que prazer ver como ela comia minha pica centímetro por centímetro e saboreava com a ponta da língua o líquido pré-seminal que ela tinha feito sair quando eu masturbava ela. Com a outra mão, puxo a calça dela até os joelhos, encontro uma calcinha fio-dental violeta gostosa, mais tarde eu saberia que era o conjunto completo. Continuei masturbando ela assim, nessa posição, enquanto ela continuava chupando minha pica de vez em quando. delicadamente e por momentos desesperadamente, minha tara já não aguentava mais, precisava sentir aquela buceta molhada e quente na minha boca!!! A gente passou pro banco de trás, aproveitei pra tirar as botas e a calça dela, deixando ela só de fio dental e regata. Eu, por minha vez, me despi completamente. Quando ela se virou entre os bancos, a bunda e a buceta dela ficaram à minha mercê. Ela apoiou os braços no banco de trás enquanto eu enfiava a língua na boceta dela, por Deus! Que cheiro gostoso! Que sabor maravilhoso! Ela gemia e mexia os quadris no ritmo da minha língua, tentando enfiar mais fundo. Resolvi aumentar a aposta e enfiar um dedo. Ela gemeu, balançando a cabeça em sinal de aceitação. Aumentei a aposta e minha língua começou a lamber o cuzinho dela, o que a deixou louca e ela gozou abundantemente nas minhas mãos... Ela pediu pra eu soltar ela e ir pro banco de trás com ela. Num pulo, me acomodei sentado e ela sentou em cima de mim. Começou a cavalgar devagar enquanto eu beijava o pescoço dela e com as mãos agarrava a bunda dela, que me deixava louco! Beijava o pescoço e a boca dela enquanto ela olhava pro teto do carro. O movimento lento dela, em círculos, a subida e descida no meu pau me deixavam mais duro. Eu não reconhecia mais meu próprio pau. Tentei chupar um peito dela, e ela tirou minha cara de lá, parando todo o movimento. Brava, disse que não! Perguntei bravo por quê, e ela disse que os peitos dela eram muito pequenos e ela não gostava deles. Esse era o estúpido segredo número 1 dela... Agarrei com uma mão os braços dela e com a outra levantei a regata dela. Ela dizia que não, mas eu não ia desistir! Finalmente consegui ver! Eram pequenos, com mamilos e auréolas pretas debaixo de um sutiã roxo. Enfiei a boca no peito dela e comecei a chupar com muita vontade... Senti ela gozar só com uma chupada nos peitos. Adorei, ela disse, e começou a se mexer mais excitada do que antes enquanto eu chupava os peitos dela e ela se contorcia no meu pau. Deitei ela no banco e levantei as pernas dela pra meus ombros enquanto beijava o pé dela e tocava os peitos dela que antes eram proibidos pra mim, continuei bombando nessa posição até ela pedir pra trocar pra de quatro, me coloquei atrás dela e comecei a chupar a buceta dela com uma loucura incontrolável, ela só jogava o corpo pra trás e gemia, tirei a língua da buceta dela e apontei a pica pra ela, de uma só vez meti, ela deu um grito mas se jogou pra trás querendo mais! segurei ela pela cintura e comecei a me mexer violentamente comendo aquela pussy suculenta e completamente depilada até sentir que enchia ela de porra... suados e exaustos, pelados e já mais relaxados abrimos outra cerveja e começamos a beber, falei pra ela que tinha uns peitos lindos que adorava chupar, lamber e morder, ela agradeceu o elogio e prometeu não esconder mais eles de mim porque gostou que eu tinha feito aquilo... já mais relaxados depois da conversa ela começou a me masturbar, aí eu comecei a masturbar ela enquanto lambia os peitos dela, aos poucos foi esquentando, o que era a mão dela na minha pica passou a ser a boca, lambia minha pica, as bolas, subia, descia, brincava à vontade até que pediu pra subir, se colocou de costas e sozinha enfiou a pica em si enquanto eu beijava as costas dela, o pescoço e segurava as tetas lindas que ela tinha, num momento ela se levanta deixando minha pica no ar e passa a mão por baixo das pernas pegando na minha pica, vira o rosto e fala "agora assim"... sozinha com a mão levou minha pica até o buraco do cu dela e devagar foi descendo pra ir engolindo ela toda enquanto gemia e de repente começou a cavalgar forte, só consegui com uma mão masturbar o clitóris dela e com a outra segurar uma teta, ela gemia, se mexia desesperada, possuída por ter uma pica no cu, eu gozava enquanto subia e descia, ela acariciava minhas bolas com as mãos, ficamos um tempo assim até que não aguentei mais e falei que já ia gozar, goza em mim! Goza no meu cu! Me enche de Gozei! Foi assim que ela falou, o que me deixou ainda mais excitado!... Senti meu pau explodir dentro dela, uma quantidade enorme de porra ficou lá dentro, uma parte escorrendo pelos lados do meu pau. Exaustos, começamos a nos vestir, um ajudando o outro, depois de satisfazer nossos corpos.
Levei ela em casa, deviam ser umas 06:30 da manhã, ela trabalhava às 08:00... Não ligou de não ter dormido depois daquela noite de prazer... Nos despedimos com um beijo longo e gostoso, ela prometeu uma surpresa a mais pro nosso próximo encontro. Eu mal podia esperar pra saber o que era, e fui pra casa dormir, esperando a mensagem dela pra descobrir qual surpresa ela tinha pra mim. Essa história vai continuar com muitas surpresas e segredos, espero que vocês gostem e deixem o pau duro igual o meu enquanto escrevia, e se tão se perguntando, tudo é verdade!
1 comentários - O segredo de Mirta (continuação de ela e eu)