Minha "Irmã" 3: O Inevitável

Já tinha passado muito tempo quando fiquei sabendo que minha mãe e minha irmã voltariam… ME DEIXOU UM POUCO EMPOLGADO
E então chegou o dia… elas chegaram, Dona Mery tinha falecido e ainda estavam de luto, nos dias seguintes quase não trocávamos palavras, parecia que a relação entre minha irmã e eu já tinha se rompido… uma tarde ela se aproximou de mim bem animada e me pediu para acompanhá-la num passeio… me perguntou se eu realmente ia casar e eu disse que estava planejando isso… me perguntou se eu ainda a amava e eu disse que sim… que ela era minha irmã e eu a amava muito, ela se aproximou, me abraçou e se pendurou no meu pescoço, não consegui evitar segurá-la e abracei ela forte, ela mordeu meu peito mas eu aguentei… senti que ela estava expressando algo naquela reação, continuamos andando, ela de braço dado comigo, eu me sentia tranquilo, já tinha os pensamentos bem claros mas vê-la em casa com roupas muito sexy não era fácil… ela tinha mudado e agora era mais despreocupada com a roupa em casa com a desculpa do calor, comecei a reparar no corpo dela e notei que os quadris estavam largos e que os peitos tinham crescido um pouco e os mamilos apareciam por baixo das camisetas largas que ela usava e os shorts eram muito curtos e às vezes eu tinha a impressão de que ela não usava nada por baixo daquelas camisas… por sorte em poucas semanas começou a época fria e assim ela mudou o jeito de se vestir, mas às vezes ela encostava a bunda em mim ou sentava no meu colo… Ficava desconfortável porque eu amava minha namorada, um dia minha namorada insistiu em conhecer minha mãe e minha irmã, então levei ela para jantar com toda a família e tudo saiu perfeito e ela até virou amiga da minha irmã. Me sentia feliz, no dia seguinte acordei para ir para as aulas da faculdade, em casa só estavam minha avó e minha irmã que me chamou no quarto dela, disse que estava com um pouco de febre, me aproximei e pois é, ela estava muito quente, falei que ela tinha que tirar aquele casaco e ela pediu para eu ajudar enquanto levantava os braços e eu tirava aquele casaco, Fiquei meio nervoso quando vi as costas nuas dela, ela virou a cabeça e pediu pra eu pegar uma blusa… peguei e ajudei ela a vestir, depois pediu pra eu passar um short e fiz isso, minhas mãos tremeram quando ela pediu pra eu ajudar a tirar aquele moletom, ela deitou de bruços e levantou um pouco o quadril pra eu conseguir puxar a calça dela, tava nervoso… ainda mais quando percebi que ela não tava usando nada por baixo, já desconfiava, mas ver ela daquele jeito, a bunda dela nua, ainda mais quando ela mexeu porque eu tava demorando pra tirar a calça, aí ela virou e tirou sozinha, me dando de primeira mão uma visão da buceta dela bem depilada, e depois virou de novo de bruços me mostrando a raba, não aguentei mais e toquei, passei a mão na raba toda, ela arqueou e levantou mais ainda a bunda, não resisti e beijei a bunda dela, queria devorar… passei a mão nas costas dela e comecei a acariciar ela toda, mas me toquei e levantei pra ir embora, mas ela me segurou pelo braço, me puxou e me beijou… minhas mãos foram direto pros peitos dela enquanto ela me ajudava a tirar a camiseta e na hora desceu pro meu short pra abrir o cinto e puxar pra fora meu pau duro, e aí ela desceu… quando senti o hálito dela na minha cabeça, perdi a razão e agarrei o cabelo dela, ela sem mais nem menos meteu tudo na boca, senti a garganta dela, já não dava mais pra parar, levantei ela e chupei os peitos dela enquanto apertava ela contra mim segurando a bunda dela, coloquei a mão na buceta dela que tava toda molhada, macia, suave, procurei o clitóris dela e comecei a estimular, ela se afastou e deitou de bruços abrindo as pernas, me convidando pra meter, e eu meti, me senti no paraíso, ela abafava os gemidos pra minha avó não ouvir nada, montei nela e bombava com força, ela era bem apertada mesmo tendo dito que transava muito e tenho certeza que nesse tempo todo ela comeu outros caras, isso me dava ciúmes e eu metia com mais força ainda, começou a vir à tona tudo que eu reprimi quando ela foi embora… cansei e tirei, aí ela respondeu levantando a bunda como seguindo meu pau pra não deixar ele sair de dentro, se levantou, ficou na minha frente e eu beijei ela enquanto acariciava a buceta gostosa dela e ela me masturbava, me empurrou e montou em mim, pegou minhas mãos e levou pros peitos dela pra eu apertar, aos poucos aumentou a velocidade, continuou assim mas de repente ficou de cócoras e sentava com muita força que começou a fazer barulho pelo choque da bunda dela na minha pélvis, enterrava até o fundo com força e raiva enquanto me dizia que eu era dela e de mais ninguém, isso mexeu com meu ciúme e eu cobrei dela o fato de que ela talvez comeu muito nesse tempo enquanto segurava os quadris dela e subia minha pélvis pra penetrar até o fundo, tanto que minhas bolas batiam no cu dela, era raiva e prazer, ela procurou minha boca e me beijou, abracei ela e me levantei com ela, carreguei até a porta com ela enfiada e metendo a cada passo, tranquei a porta, abaixei ela e penetrei por trás e fiz ela andar assim até chegar num sofá do quarto dela, coloquei ela de quatro arqueando bem as costas e abrindo bem as pernas pra ter toda a xota inchada, vermelha e babada, lambi e comecei a meter com tudo que quando percebi tava em cima dela, em pé no sofá tentando chegar o mais fundo que podia, ela tava tremendo e jorrando como nunca tinha visto, deitei na cama, ela engatinhando chegou e começou a chupar meu pau, não tinha gozado mas tava cansado e minha ereção tava diminuindo, ela continuou chupando até que de repente se levantou, ficou em pé na cama deixando minha cara entre as pernas dela e se agachou esfregando a buceta molinha na minha cara… chupei o clitóris dela e ela encharcou minha cara, afastei ela, levantei na cama, ergui ela pelos quadris, as pernas abertas dela acordaram minha ereção de novo, coloquei uns travesseiros nas costas dela pra ela se apoiar melhor e comecei a penetrar, ela disse que já queria gozar, falei que ainda não saía, então ela começou a me diz que eu posso te foder, que essa bunda gostosa que eu tô comendo vai ser minha sempre que eu quiser, pra sempre, que eu vou deixar ela cheia de porra, as pernas dela tremendo igual asas, as batidas eram fortes, não conseguia gozar mas minha ereção não passava, sentei no sofá e ela sentou na minha frente, deixando eu ficar entre as pernas dela, ela se masturbava enquanto me dizia "qual é... quero essa porra, sua irmã tá sedenta e quero sentir seu leite queimando por dentro", ela montou em mim e me agarrou forte pelos ombros, começou a bater com força até perder o controle, começou a gemer e pedir pra eu gozar logo, enquanto eu chupava os peitos dela, queria devorar eles, e finalmente senti que ia gozar... ela se esfregava com mais força e eu segurava ela firme, queria encher ela bem fundo, ela começou a tremer de tanto gozar enquanto eu bombeava jatos de porra dentro dela... enchi ela bem, e a gente tava tão cansado que ela dormiu em cima de mim, eu consegui levantar ela e carregar ela ainda enfiada até a cama, deitei do lado dela, ela me abraçou e a gente dormiu, acordamos porque minha mãe chegou e começou a bater na porta chamando minha irmã, ela disse "já vou", todo mundo achava que eu não tava lá, então fiquei no quarto até todo mundo se distrair e fingir que tinha acabado de chegar, mas depois de meia hora minha namorada chegou perguntando se eu tava bem, minha mãe não entendeu nada mas consegui chegar a tempo e cortar, saí pra caminhar com minha namorada e fomos comer, tava faminto, depois disso fiquei obcecado pela minha irmã e a gente ficou muito safado, ela voltou a estudar, eu casei mas sempre que dava a gente transava daquele jeito selvagem, pra falar a verdade, queria muito gozar dentro dela agora, porque quero ser pai.

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