Já faz um tempo que aconteceu o que vou contar pra vocês agora.
Um dia, conversando com minha esposa, ela comentou que já tava precisando comprar umas roupas íntimas novas porque as que ela tinha já tavam meio acabadas. Eu, brincando, falei que pagava tudo se ela topasse comprar umas lingeries mais ousadas pra usar nos nossos encontros. Porque, deixa eu falar, eu sou louco por ver mulher de fio dental e calcinha cavada, isso me deixa doido, e melhor ainda se for a minha esposa.
Dizendo isso, a resposta dela foi de aceitação, que se eu tava disposto a fazer essas compras, ela até disse que sim e me pediu opinião pra ver o que eu tinha em mente, algum modelo ou cor. Vocês sabem, pode ser fio dental ou triângulo. A única coisa que eu falei foi pra ela me surpreender, e ela disse que tava beleza, que tinha preparado algo que ia até me deixar de boca aberta. Eu aceitei o desafio e pronto, agora tô aqui esperando minha surpresa.
Um dia, quando voltei do trampo, cheguei em casa, larguei minhas coisas e fui pro quarto com a intenção de deitar, relaxar um pouco e achar algo na TV pra espairecer. Quando entrei, a primeira coisa que vi em cima da cama foi uma variedade de lingerie super sexy. Na hora que vi aquilo, já subiu uma puta ereção ao imaginar minha mulher usando essas peças. Tinha de vários modelos: umas tangas de fio dental minúsculas, de renda, calcinhas fio dental, de tudo. Acho que ela se superou com essa surpresa.
No momento da minha surpresa, achei estranho não olhar pra minha esposa. O que fiz foi procurá-la pra agradecer, mas como peguei ela cozinhando e ainda tinha minha cunhada lá, não pude falar nada daquilo. Só falei "cheguei do trabalho", dei um beijo e sentei com elas esperando a comida ficar pronta, aproveitando pra comer junto.
Depois do almoço e sem a minha cunhada por perto, como eu não comentava nada sobre a surpresa, minha mulher pegou nas minhas mãos e me levou até o quarto. A única coisa que ela me disse foi que eu tinha dado sorte e esperava que eu gostasse tanto quanto ela gostou do que estava prestes a me mostrar. Eu já sabia do que se tratava, então minha ereção começou de novo. No quarto, ela me mostrou e desfilou algumas peças, aumentando ainda mais o tesão que eu já tava sentindo. Conversando com ela, percebemos que algumas não serviam direito, porque eram muito justas ou pequenas. Naquela noite, foi inevitável não molhar o biscoito com alguma delas. A gente fez de tudo um pouco, a brincadeira era curtir o momento e satisfazer os dois. Meti pra caralho na minha esposa e repetimos a dose com outro modelo. A gente precisava baixar aquele tesão.
Com relação às roupas que não serviam mais nela, eu sugeri que, em vez de deixar aquelas calcinhas fio dental guardadas ou evitar que ela jogasse fora, por que não dar pra irmã dela? Talvez servissem nela e assim alguém aproveitasse. Mas enfim, isso já era problema dela. E foi o que ela fez, entregou as peças. Só que ela me contou que, quando deu, a resposta da irmã foi que não gostava de usar esse tipo de roupa íntima, mas mesmo assim aceitou. Não sei se foi por vergonha ou o quê, mas foi o que ela respondeu. Tempo depois, eu comprovaria o contrário — o quanto minha cunhada é pervertida e safada.
O tempo passou e um dia, depois do trabalho, eu tinha uma reunião num comitê fora do serviço. Cheguei em casa com o tempo apertado, mas mesmo assim decidi tomar um banho pra ir frescão pra reunião. Minha esposa já tinha separado minhas coisas de banho, porque no caminho pra casa liguei pra ela pedindo pra preparar. Cheguei, calcei meus chinelos de banho e fui me refrescar, mas quando cheguei lá, surpresa: minha cunhada tava usando o banheiro, também tomando banho. Falei com minha esposa sobre a situação e, com a ajuda dela, apertamos pra minha sister-in-law sair logo. Ela não demorou muito pra sair. Lembro que nem se trocou no banheiro, saiu com o corpo molhado, ainda escorrendo gotas de água pelos ombros — foi o que deu pra ver, porque ela só tava com uma toalha cobrindo o corpo, colocada debaixo das axilas, e outra enrolada na cabeça, igual as mulheres costumam usar.
Agora sim, falei que era minha vez e no instante em que ela saiu, eu entrei quase empurrando ela pra sair mais rápido. Fechei a porta, arrumei as coisas de um jeito que não caíssem no chão meio molhado, então decidi puxar a porta do box pra abrir a torneira da água quente. Enquanto tirava a roupa, a água fria caía até sair quente. Mas na hora de puxar a porta, a primeira coisa que vi foi que pendurada nas torneiras estava uma das tangas que minha esposa tinha dado de presente pra irmã dela. Era difícil esquecer ou me enganar, porque eu tinha observado e apalpado cada uma delas quando eram novas. Além disso, o modelo e a cor já eram tantos detalhes que não dava pra confundir com outras. Essa visão fez meu pau reagir com uma ereção na hora, só de imaginar minha cunhada enfiada naquela calcinha minúscula e com aquele rabo enorme que ela tem, fiquei a mil. Devo dizer que minha cunhada tem uma bunda redonda, empinada, um pouco volumosa, mas claro que não chega aos pés da da minha esposa.
Desde que entrei no chuveiro, não consegui tirar os olhos daquela peça pendurada ali e, por isso, a ereção não baixava — ficava firme. Aquela imagem fez sumir da mente a reunião que eu tinha, então aproveitei pra tomar um banho sossegado, podia demorar o quanto fosse preciso. Mil coisas da minha cunhada vinham na cabeça, até que não aguentei mais: peguei a calcinha, estiquei ela pra voltar à forma original e comecei a observar cada detalhe. Sem dúvida, era uma das que minha esposa tinha comprado. Num instante, comecei a cheirar, mas não senti cheiro nenhum, porque descobri que minha *sister in law* é daquelas que, na hora do banho, lava a própria roupa íntima — tava com cheiro puro do shampoo que ela usa. Aproveitei minha ereção e enrolei a *thong* da minha cunhada no tronco do meu pau, comecei a me dar prazer batendo uma punheta. Sentia a água quente caindo na cabeça do meu membro, aquilo era tão gostoso que aumentava o tesão. Não demorei muito e, na hora que gozei com o triângulo que vai bem na bunda, deixei uma quantidade enorme de porra. Com a outra parte que cobre a *pussy*, terminei de limpar meu pau por completo. A ideia era deixar aquela *thong* toda melada de porra. Coloquei no chão, num lugar onde não caísse água, e arrumei de um jeito que, quando ela fosse pegar, ficasse toda lambuzada de porra.
Passei a última ensaboada no corpo e terminei, saí pra me trocar, de short e camiseta fui pro quarto vestir a roupa formal pra reunião, demorei uns 5 a 10 minutos pra voltar ao banheiro, porque ainda tinha que escovar os dentes. Lá, a curiosidade falou mais alto e abri a porta do box do chuveiro pra ver se aquela peça ainda tava lá, e minha surpresa foi maior ainda quando não tava mais: minha cunhada tinha ido pegar ela no tempo que fiquei fora do banheiro. Não conseguia imaginar a reação dela ao encontrar aquela surpresa na calcinha dela, ainda mais porque achou no chão, sabendo perfeitamente que ela tinha deixado pendurada no registro do chuveiro.
Devo admitir que por ter batido aquela bronha no banheiro, perdi tempo demais, cheguei atrasado na reunião, mas não me importei porque, sinceramente, curti o momento e, principalmente, a sacanagem que tinha feito. Naquela mesma noite, quando voltei da reunião, fiquei vendo TV na sala na esperança de ter mais chances de olhar pra minha cunhada, mas não rolou. A oportunidade só apareceu na hora de ir dormir, quando fui no banheiro escovar os dentes e, voltando, entrei na cozinha pra pegar um pouco de água. Quando eu tava saindo, ela tava entrando, então a gente fez aquele movimento de ir pro mesmo lado umas duas vezes — eu tentando sair e ela querendo entrar, porque também ia pegar água. No momento do encontro, eu olhei pra ela, meio sem graça, porque ela desviou o olhar e não me encarou em nenhum momento. Eu, por minha vez, quando fui saindo, desejei boa noite. Ela respondeu, não senti ela brava nem tímida. Não virei pra trás em momento nenhum, só me mandei.
Naquela mesma noite, minha mulher me pediu pica e eu, como bom marido que sou, não pude negar o que ela queria, ainda mais se ela tava usando uma daquelas tangas que me deixam louco. Fui nela do jeito que tava, porque ainda tava com o tesão acumulado do que aconteceu à tarde. Enquanto comia minha esposa, imaginava que tava fazendo aquilo com minha cunhada, então dava ainda mais prazer só de pensar nela. Não perco a esperança de um dia ter um encontro com minha cunhada, a dona da raba grande.
Um dia, conversando com minha esposa, ela comentou que já tava precisando comprar umas roupas íntimas novas porque as que ela tinha já tavam meio acabadas. Eu, brincando, falei que pagava tudo se ela topasse comprar umas lingeries mais ousadas pra usar nos nossos encontros. Porque, deixa eu falar, eu sou louco por ver mulher de fio dental e calcinha cavada, isso me deixa doido, e melhor ainda se for a minha esposa.
Dizendo isso, a resposta dela foi de aceitação, que se eu tava disposto a fazer essas compras, ela até disse que sim e me pediu opinião pra ver o que eu tinha em mente, algum modelo ou cor. Vocês sabem, pode ser fio dental ou triângulo. A única coisa que eu falei foi pra ela me surpreender, e ela disse que tava beleza, que tinha preparado algo que ia até me deixar de boca aberta. Eu aceitei o desafio e pronto, agora tô aqui esperando minha surpresa.
Um dia, quando voltei do trampo, cheguei em casa, larguei minhas coisas e fui pro quarto com a intenção de deitar, relaxar um pouco e achar algo na TV pra espairecer. Quando entrei, a primeira coisa que vi em cima da cama foi uma variedade de lingerie super sexy. Na hora que vi aquilo, já subiu uma puta ereção ao imaginar minha mulher usando essas peças. Tinha de vários modelos: umas tangas de fio dental minúsculas, de renda, calcinhas fio dental, de tudo. Acho que ela se superou com essa surpresa.
No momento da minha surpresa, achei estranho não olhar pra minha esposa. O que fiz foi procurá-la pra agradecer, mas como peguei ela cozinhando e ainda tinha minha cunhada lá, não pude falar nada daquilo. Só falei "cheguei do trabalho", dei um beijo e sentei com elas esperando a comida ficar pronta, aproveitando pra comer junto.
Depois do almoço e sem a minha cunhada por perto, como eu não comentava nada sobre a surpresa, minha mulher pegou nas minhas mãos e me levou até o quarto. A única coisa que ela me disse foi que eu tinha dado sorte e esperava que eu gostasse tanto quanto ela gostou do que estava prestes a me mostrar. Eu já sabia do que se tratava, então minha ereção começou de novo. No quarto, ela me mostrou e desfilou algumas peças, aumentando ainda mais o tesão que eu já tava sentindo. Conversando com ela, percebemos que algumas não serviam direito, porque eram muito justas ou pequenas. Naquela noite, foi inevitável não molhar o biscoito com alguma delas. A gente fez de tudo um pouco, a brincadeira era curtir o momento e satisfazer os dois. Meti pra caralho na minha esposa e repetimos a dose com outro modelo. A gente precisava baixar aquele tesão.
Com relação às roupas que não serviam mais nela, eu sugeri que, em vez de deixar aquelas calcinhas fio dental guardadas ou evitar que ela jogasse fora, por que não dar pra irmã dela? Talvez servissem nela e assim alguém aproveitasse. Mas enfim, isso já era problema dela. E foi o que ela fez, entregou as peças. Só que ela me contou que, quando deu, a resposta da irmã foi que não gostava de usar esse tipo de roupa íntima, mas mesmo assim aceitou. Não sei se foi por vergonha ou o quê, mas foi o que ela respondeu. Tempo depois, eu comprovaria o contrário — o quanto minha cunhada é pervertida e safada.
O tempo passou e um dia, depois do trabalho, eu tinha uma reunião num comitê fora do serviço. Cheguei em casa com o tempo apertado, mas mesmo assim decidi tomar um banho pra ir frescão pra reunião. Minha esposa já tinha separado minhas coisas de banho, porque no caminho pra casa liguei pra ela pedindo pra preparar. Cheguei, calcei meus chinelos de banho e fui me refrescar, mas quando cheguei lá, surpresa: minha cunhada tava usando o banheiro, também tomando banho. Falei com minha esposa sobre a situação e, com a ajuda dela, apertamos pra minha sister-in-law sair logo. Ela não demorou muito pra sair. Lembro que nem se trocou no banheiro, saiu com o corpo molhado, ainda escorrendo gotas de água pelos ombros — foi o que deu pra ver, porque ela só tava com uma toalha cobrindo o corpo, colocada debaixo das axilas, e outra enrolada na cabeça, igual as mulheres costumam usar.
Agora sim, falei que era minha vez e no instante em que ela saiu, eu entrei quase empurrando ela pra sair mais rápido. Fechei a porta, arrumei as coisas de um jeito que não caíssem no chão meio molhado, então decidi puxar a porta do box pra abrir a torneira da água quente. Enquanto tirava a roupa, a água fria caía até sair quente. Mas na hora de puxar a porta, a primeira coisa que vi foi que pendurada nas torneiras estava uma das tangas que minha esposa tinha dado de presente pra irmã dela. Era difícil esquecer ou me enganar, porque eu tinha observado e apalpado cada uma delas quando eram novas. Além disso, o modelo e a cor já eram tantos detalhes que não dava pra confundir com outras. Essa visão fez meu pau reagir com uma ereção na hora, só de imaginar minha cunhada enfiada naquela calcinha minúscula e com aquele rabo enorme que ela tem, fiquei a mil. Devo dizer que minha cunhada tem uma bunda redonda, empinada, um pouco volumosa, mas claro que não chega aos pés da da minha esposa.
Desde que entrei no chuveiro, não consegui tirar os olhos daquela peça pendurada ali e, por isso, a ereção não baixava — ficava firme. Aquela imagem fez sumir da mente a reunião que eu tinha, então aproveitei pra tomar um banho sossegado, podia demorar o quanto fosse preciso. Mil coisas da minha cunhada vinham na cabeça, até que não aguentei mais: peguei a calcinha, estiquei ela pra voltar à forma original e comecei a observar cada detalhe. Sem dúvida, era uma das que minha esposa tinha comprado. Num instante, comecei a cheirar, mas não senti cheiro nenhum, porque descobri que minha *sister in law* é daquelas que, na hora do banho, lava a própria roupa íntima — tava com cheiro puro do shampoo que ela usa. Aproveitei minha ereção e enrolei a *thong* da minha cunhada no tronco do meu pau, comecei a me dar prazer batendo uma punheta. Sentia a água quente caindo na cabeça do meu membro, aquilo era tão gostoso que aumentava o tesão. Não demorei muito e, na hora que gozei com o triângulo que vai bem na bunda, deixei uma quantidade enorme de porra. Com a outra parte que cobre a *pussy*, terminei de limpar meu pau por completo. A ideia era deixar aquela *thong* toda melada de porra. Coloquei no chão, num lugar onde não caísse água, e arrumei de um jeito que, quando ela fosse pegar, ficasse toda lambuzada de porra.
Passei a última ensaboada no corpo e terminei, saí pra me trocar, de short e camiseta fui pro quarto vestir a roupa formal pra reunião, demorei uns 5 a 10 minutos pra voltar ao banheiro, porque ainda tinha que escovar os dentes. Lá, a curiosidade falou mais alto e abri a porta do box do chuveiro pra ver se aquela peça ainda tava lá, e minha surpresa foi maior ainda quando não tava mais: minha cunhada tinha ido pegar ela no tempo que fiquei fora do banheiro. Não conseguia imaginar a reação dela ao encontrar aquela surpresa na calcinha dela, ainda mais porque achou no chão, sabendo perfeitamente que ela tinha deixado pendurada no registro do chuveiro.
Devo admitir que por ter batido aquela bronha no banheiro, perdi tempo demais, cheguei atrasado na reunião, mas não me importei porque, sinceramente, curti o momento e, principalmente, a sacanagem que tinha feito. Naquela mesma noite, quando voltei da reunião, fiquei vendo TV na sala na esperança de ter mais chances de olhar pra minha cunhada, mas não rolou. A oportunidade só apareceu na hora de ir dormir, quando fui no banheiro escovar os dentes e, voltando, entrei na cozinha pra pegar um pouco de água. Quando eu tava saindo, ela tava entrando, então a gente fez aquele movimento de ir pro mesmo lado umas duas vezes — eu tentando sair e ela querendo entrar, porque também ia pegar água. No momento do encontro, eu olhei pra ela, meio sem graça, porque ela desviou o olhar e não me encarou em nenhum momento. Eu, por minha vez, quando fui saindo, desejei boa noite. Ela respondeu, não senti ela brava nem tímida. Não virei pra trás em momento nenhum, só me mandei.
Naquela mesma noite, minha mulher me pediu pica e eu, como bom marido que sou, não pude negar o que ela queria, ainda mais se ela tava usando uma daquelas tangas que me deixam louco. Fui nela do jeito que tava, porque ainda tava com o tesão acumulado do que aconteceu à tarde. Enquanto comia minha esposa, imaginava que tava fazendo aquilo com minha cunhada, então dava ainda mais prazer só de pensar nela. Não perco a esperança de um dia ter um encontro com minha cunhada, a dona da raba grande.
2 comentários - A thong da minha cunhada gostosa