Depois de terminar o sexo com a Yami, a gente decidiu que ia se encontrar de novo em algum momento, pra ajudar ela a comer a Clara, óbvio, e quem sabe de quebra dar mais uma foda. As cadeiras dela eram divinas e ela se mexia como uma deusa. Depois disso, já tava escurecendo, e meu melhor amigo Markus me ligou pra gente se encontrar num bar. Aceitei, não me faria mal bater um papo por um tempo.
Depois de uma hora, cheguei no nosso ponto de encontro. Tomamos umas cervejas enquanto batíamos papo. Ele era um cara de pele morena, olhos cinzentos e cabelo levemente ondulado, castanho escuro. Umas duas horas de conversa depois, falei que já ia embora. Não conversamos sobre nada muito interessante, mas ele parecia querer continuar o papo. Acabei convidando ele pra ir lá em casa naquele dia. Ele topou na hora e disse que ia comprar mais cerveja pra gente beber lá. Depois de comprar mais, fomos pra minha casa, onde a gente ia ficar sozinho. Minha ideia era ouvir uma música e talvez ficar mais uma hora, só isso, porque já tava com sono e não queria ficar até tarde pra poder descansar.
Quando cheguei em casa, a gente sentou na sala, só tinha um aparelho de som. Na mesa, colocamos as cervejas e, como minha casa é um lugar rústico, sentamos em duas das quatro cadeiras que tinham. A conversa foi rolando e lembrei que a Clara tava me botando chifre com ele, fiquei excitado só de pensar nisso e, já meio alto por causa das bebidas, perguntei sobre o assunto. — Me diz, Markus, você andou transando com a Clara ultimamente? Notei que quando ela monta em mim, a cintura dela se mexe melhor, parece que andou treinando com você. Ele me olhou e sorriu. — Sim, tô comendo ela umas duas vezes, como essa mulher geme. A buceta dela é uma deusa completa. Comentei curioso. — Então você dá bem nela e tem uma rola boa, suponho. Ele respondeu. — Se quiser, te mostro, pra você ver o que sua mulher tá papando. — Beleza, mostra aí. Falei sem pensar duas vezes. Ele baixou a calça e vi o pau dele, firme e orgulhoso, duro de tesão por estar me mostrando.
Curosei com o olhar, observando cada centímetro e pensando em como a Clara pulava naquela porra. — Toca se quiser. O Markus comentou, e sem hesitar, peguei aquilo entre meus dedos, imaginando como a buceta da Clara engolia aquilo direto, isso só deixava meu pau mais duro, e dava pra ver através da calça. — Deixa eu ver a sua, quero ver o que a Clara engole quando não tá comigo. Puxei pra fora sem pensar mais, e o Markus olhou extasiado. — Quando eu tiver namorada, vou ter orgulho desse teu pau gostoso sendo engolido por ela. Respondeu ele, mexendo no meu pau, e eu só me deixei levar pelas mãos tão doces dele, que provavelmente era assim que pegavam nos peitos da Clara enquanto ela pulava.
Sem conseguir me segurar, me aproximei e olhei bem de perto. —Chupa se quiser. —Markus comentou, e eu passei a língua suavemente pela glande. Sim, aquela glande era a mesma que passava direto pela buceta da Clara, era a primeira vez que eu a devorava aos poucos, mas indiretamente já tinha comido um montão de vezes. Que pau mais tentador, enfiei ele inteiro na boca e comecei a chupar devagar, tomando cuidado pra não arranhar com os dentes demais.
Depois de uns minutos chupando ele, explorando cada centímetro da pica dele com minha língua, o Markus gemeu alto. — Vamos fazer isso. Fiquei ansioso, nunca tinha transado com um homem, mas minha pica tava duríssima. — Beleza. Respondi, e baixei a calça. Ele me abraçou por trás e começou a beijar meu pescoço. É assim que a Clara se sente? É erótico, pensei, e me confirmei. Ele colocou a camisinha e começou a me penetrar devagar, senti a pica dele entrando no meu cu. A mesma que a Clara montava, a mesma que a Clara chupava, sim, as imagens vinham na minha mente dela se balançando e gemendo enquanto o Markus metia nela, era uma delícia. — Fala pra mim como você come a Clara. Falei, com a voz firme.
Ele então começou a me contar coisas enquanto o pau dele entrava no meu cu. — Foi assim devagar que eu meti pela primeira vez no cu da Clara, ela gemia docemente, no começo era toda uma princesa, mas com o tempo começou a virar uma puta louca pelo meu pau sem controle. Senti o fundo que o pau do Markus alcançou enquanto ele me contava, gemi sem querer e as mãos dele seguraram minha cintura. — Me conta mais. — falei. — Tem vezes que ela corre pra baixar minha calça, uma vez a gente transou aqui enquanto você tava no banheiro. Teve outra ocasião que a gente ficou os três aqui, e enquanto você foi comprar alguma coisa, ela me bateu uma punheta até eu gozar. Gozei na sua cerveja, e nós duas vimos você beber sem saber. Naquela noite, a Clara gritou entre gemidos com aquela imagem na cabeça. — Sim, lembro que ouvi vocês dois transando no quarto ao lado, me masturbei a noite inteira com isso, e quando a Clara voltou, senti a buceta dela usada por você. Meu tesão foi tanto que o sêmen vazou, manchando o chão. Senti também o pau dele pulsando dentro de mim, que depois de uns movimentos ele tirou. Imaginei que aqueles movimentos foram o orgasmo dele, vi a camisinha cheia da porra grossa dele. Depois disso a gente limpou e ele foi embora, já tinha ficado tarde. Então eu soube que amanhã ia ser mais divertida do que nunca a buceta da Clara.
Depois de uma hora, cheguei no nosso ponto de encontro. Tomamos umas cervejas enquanto batíamos papo. Ele era um cara de pele morena, olhos cinzentos e cabelo levemente ondulado, castanho escuro. Umas duas horas de conversa depois, falei que já ia embora. Não conversamos sobre nada muito interessante, mas ele parecia querer continuar o papo. Acabei convidando ele pra ir lá em casa naquele dia. Ele topou na hora e disse que ia comprar mais cerveja pra gente beber lá. Depois de comprar mais, fomos pra minha casa, onde a gente ia ficar sozinho. Minha ideia era ouvir uma música e talvez ficar mais uma hora, só isso, porque já tava com sono e não queria ficar até tarde pra poder descansar.
Quando cheguei em casa, a gente sentou na sala, só tinha um aparelho de som. Na mesa, colocamos as cervejas e, como minha casa é um lugar rústico, sentamos em duas das quatro cadeiras que tinham. A conversa foi rolando e lembrei que a Clara tava me botando chifre com ele, fiquei excitado só de pensar nisso e, já meio alto por causa das bebidas, perguntei sobre o assunto. — Me diz, Markus, você andou transando com a Clara ultimamente? Notei que quando ela monta em mim, a cintura dela se mexe melhor, parece que andou treinando com você. Ele me olhou e sorriu. — Sim, tô comendo ela umas duas vezes, como essa mulher geme. A buceta dela é uma deusa completa. Comentei curioso. — Então você dá bem nela e tem uma rola boa, suponho. Ele respondeu. — Se quiser, te mostro, pra você ver o que sua mulher tá papando. — Beleza, mostra aí. Falei sem pensar duas vezes. Ele baixou a calça e vi o pau dele, firme e orgulhoso, duro de tesão por estar me mostrando.
Curosei com o olhar, observando cada centímetro e pensando em como a Clara pulava naquela porra. — Toca se quiser. O Markus comentou, e sem hesitar, peguei aquilo entre meus dedos, imaginando como a buceta da Clara engolia aquilo direto, isso só deixava meu pau mais duro, e dava pra ver através da calça. — Deixa eu ver a sua, quero ver o que a Clara engole quando não tá comigo. Puxei pra fora sem pensar mais, e o Markus olhou extasiado. — Quando eu tiver namorada, vou ter orgulho desse teu pau gostoso sendo engolido por ela. Respondeu ele, mexendo no meu pau, e eu só me deixei levar pelas mãos tão doces dele, que provavelmente era assim que pegavam nos peitos da Clara enquanto ela pulava.
Sem conseguir me segurar, me aproximei e olhei bem de perto. —Chupa se quiser. —Markus comentou, e eu passei a língua suavemente pela glande. Sim, aquela glande era a mesma que passava direto pela buceta da Clara, era a primeira vez que eu a devorava aos poucos, mas indiretamente já tinha comido um montão de vezes. Que pau mais tentador, enfiei ele inteiro na boca e comecei a chupar devagar, tomando cuidado pra não arranhar com os dentes demais.
Depois de uns minutos chupando ele, explorando cada centímetro da pica dele com minha língua, o Markus gemeu alto. — Vamos fazer isso. Fiquei ansioso, nunca tinha transado com um homem, mas minha pica tava duríssima. — Beleza. Respondi, e baixei a calça. Ele me abraçou por trás e começou a beijar meu pescoço. É assim que a Clara se sente? É erótico, pensei, e me confirmei. Ele colocou a camisinha e começou a me penetrar devagar, senti a pica dele entrando no meu cu. A mesma que a Clara montava, a mesma que a Clara chupava, sim, as imagens vinham na minha mente dela se balançando e gemendo enquanto o Markus metia nela, era uma delícia. — Fala pra mim como você come a Clara. Falei, com a voz firme.
Ele então começou a me contar coisas enquanto o pau dele entrava no meu cu. — Foi assim devagar que eu meti pela primeira vez no cu da Clara, ela gemia docemente, no começo era toda uma princesa, mas com o tempo começou a virar uma puta louca pelo meu pau sem controle. Senti o fundo que o pau do Markus alcançou enquanto ele me contava, gemi sem querer e as mãos dele seguraram minha cintura. — Me conta mais. — falei. — Tem vezes que ela corre pra baixar minha calça, uma vez a gente transou aqui enquanto você tava no banheiro. Teve outra ocasião que a gente ficou os três aqui, e enquanto você foi comprar alguma coisa, ela me bateu uma punheta até eu gozar. Gozei na sua cerveja, e nós duas vimos você beber sem saber. Naquela noite, a Clara gritou entre gemidos com aquela imagem na cabeça. — Sim, lembro que ouvi vocês dois transando no quarto ao lado, me masturbei a noite inteira com isso, e quando a Clara voltou, senti a buceta dela usada por você. Meu tesão foi tanto que o sêmen vazou, manchando o chão. Senti também o pau dele pulsando dentro de mim, que depois de uns movimentos ele tirou. Imaginei que aqueles movimentos foram o orgasmo dele, vi a camisinha cheia da porra grossa dele. Depois disso a gente limpou e ele foi embora, já tinha ficado tarde. Então eu soube que amanhã ia ser mais divertida do que nunca a buceta da Clara.
0 comentários - Capítulo 2: a rola que comeu minha mina