Eu sabia que o que ia acontecer naquela noite era inevitável e, mais do que isso, eu desejava com todo o meu ser. Não conseguia tirar da cabeça a imagem daquele negrão acariciando minha esposa na praia, na frente de todo mundo, e enquanto tomava banho tive que me segurar para não me masturbar. Ao sair, num clima quase febril, ajudei a Ceci a se arrumar: ela se maquiou tranquilamente e se perfumou com os cosméticos importados que eu tinha dado de presente no dia anterior no barco, depois alisou o cabelo com cuidado, eu o penteei e fiz um coque baixinho, e então ela vestiu o conjunto de lingerie de renda preta e as sandálias de salto alto. Por cima, apenas um roupão branco. Nós dois sabíamos o que estava por vir, e queríamos que estivesse à altura. E ela realmente estava radiante.
Às nove em ponto, nosso convidado chegou com uma calça de linho clara e uma camiseta combinando, que destacava ainda mais seu torso musculoso. Ele olhou para a Ceci com aprovação, abrimos o vinho que ele trouxe e começamos a conversar na sala. Enquanto conversávamos, pensei que realmente não dava para conseguir um amante melhor. Paul não só era um verdadeiro portento físico, com um corpo admirável, mas ao mesmo tempo era um interlocutor educado, agradável, gentil, que envolvia os dois na conversa. Apesar de algum ciúme, fui forçado a admitir que gostei muito dele. Sem intervir muito, Ceci o deixava falar, o contemplava como se estivesse maravilhada e acho que, às vezes, eu também.
Mas o que mais nos prendeu foi que, aos poucos, o cara levou a conversa para o tema do sexo sem que percebêssemos e sem forçar em nenhum momento. Pouco depois de conhecê-lo, estávamos relaxados, com total naturalidade, falando sobre o que nos excitava num clima de confiança total. Ele nos tranquilizou contando que tinha muita experiência (o que, afinal, não era estranho, dado o tipo de espécime que ele era) e que tudo sairia como queríamos. Mas o mais impressionante era que ele não tinha o menor pudor ou vergonha em relação ao sexo. Nos ele disse abertamente, olhando nos nossos olhos, num tom neutro que inspirava total segurança, que tinha percebido na hora o que a gente queria: ir pra cama com um macho superior que pudesse levar a Ceci ao êxtase como eu jamais conseguiria, e que ele era justamente a pessoa ideal. Eu não conseguia acreditar no que ouvia: a verdade pura, transparente, implacável, sem rodeios nem disfarces, como se estivesse lendo a gente por dentro. E minha esposa o devorava com os olhos e nós dois estávamos derretendo.
Depois ele largou o drink e disse com o mesmo tom calmo: “Agora vem aqui e tira o roupão, que eu quero te ver direitinho”. A Ceci caminhou como uma gata até o meio da sala e deixou o roupão cair. Ficou olhando pra ele em silêncio. Ela estava espetacular. Ele disse: “Dança pra mim”. E o que eu pensei que ia ser uma situação constrangedora, até meio ridícula, porque mal dava pra ouvir a música que a gente tinha colocado de fundo, se transformou num dos espetáculos mais eróticos que vi na minha vida: ela começou a dançar sensual, sem inibições, jogando a cabeça pra trás, rebolando a bunda, tocando os seios, se exibindo, e eu não conseguia acreditar que aquela mulher era minha esposa – minha esposa, a que eu via todo dia. Desenfreada, cada vez mais solta, ela se rebolava sensual naqueles saltos altíssimos de olhos fechados; se deixava levar pela música e mostrava cada músculo, cada curva, cada fibra pro Paul. Eu olhava pra ela extasiado enquanto meu pau começava a endurecer.
Aí o Paul se levantou. Tirou devagar a camiseta e abaixou a calça. Não usava cueca. A Ceci parou de dançar. Abriu os olhos. Eu também me aproximei pra conseguir apreciar de perto. Em comprimento, e principalmente em grossura, era de longe a coisa mais impressionante que a gente já tinha visto na vida. Ele disse, olhando pra mim: “Você nunca teve um pau como esse, amor. Hoje você vai sentir ele dentro de você”. A Ceci caiu de joelhos. “Meu Deus, eu nunca estive com um…” e o Paul deu dois passos e encostou na cara dela aquele pau gigantesco que já estava ficando duro, latejante, reluzente e que parecia ocupar o quarto inteiro. Minhas pernas estavam tremendo. Ceci parecia hipnotizada. "Você nunca vai esquecer isso, bebê", disse Paul. E ele a deu para ela comer. "É tão grande, Fer...", sussurrou ela abrindo a boca, como se nem soubesse por onde começar a chupar, e de fato suas mãos mal conseguiam envolver aquilo. Mas ela lambeu vorazmente, com fome, tentando engolir o máximo possível. Paul desabotoou seu sutiã e Ceci o chupava olhando em seus olhos enquanto tentava recebê-lo inteiro em sua boca. Seus mamilos estavam bem eretos e ela agarrava a bunda musculosa dele com as duas mãos, puxando-o para si, como se tentasse devorá-lo. Ele me olhou: "Vem se quiser". Então eu também me ajoelhei e, junto da minha esposa, compartilhamos aquela pica imponente, nos beijando de vez em quando. Ela me olhou de lado: "É gostoso, Fer, tão gostoso...", e enfiava aquela cabeçona na boca e se esforçava para saboreá-la lentamente para dar o máximo prazer. Paul se agitava e bufava e nossas bocas não davam conta de lambê-lo nem nossas mãos de punhetá-lo, ajoelhados diante daquela espécie de deus negro imponente, colossal, que nos dava de comer.
De repente Ceci me empurrou para o lado, pegou ele pela mão e o levou para o quarto. Com a cabeça girando, eu os segui e me sentei ao lado. Abri minha braguilha para aliviar minha ereção enquanto ele a jogava de costas na cama. Ela abriu as pernas e fechou os olhos: estava entregue. "Vou devagar, bebê", disse Paul, e começou a passar a cabeça no clitóris dela, bem devagar, molhando-a, deixando-a louca, enquanto minha esposa se contorcia de prazer. "Por favor...", murmurou, "por favor...". E Paul a beijou na boca enquanto a montava e começava a penetrá-la lentamente, dando tempo para ela se acostumar com sua grossura. Ceci gemía de dor, e de prazer, abria as pernas o máximo que podia e torcia os lençóis sentindo como aquele animal a rasgava por dentro: "Ai, Deus...", e o beijava e lambia seu rosto enquanto ele empurrava centímetro a centímetro cada vez mais fundo.
"Já está quase, bebê", disse Paul, enquanto ela arqueava o corpo para acomodá-lo melhor e eu percebia que o cara estava chegando onde eu nunca tinha conseguido nem conseguiria chegar: "Ai, meu Deus, está doendo... não acredito!", ela ofegava. "Isso, isso, mais!", ela gemeu, e Paul empurrou com mais força e a levou ao êxtase. Ceci se agarrava nos lençóis e depois no dossel da cama para aguentar aquela penetração brutal, olhava nos olhos dele e dizia: "Nunca me encheram assim...". Ele respondeu "Eu sei" e, segurando seu rosto firmemente contra a cama, começou a se mover devagar, bombando como uma máquina, imparável, brilhante, suado, com total controle da situação, acelerando aos poucos enquanto minha esposa tremia e começava a convulsionar. Ele estava abrindo ela ao meio e eu sabia que ela não conseguiria se segurar mais, e acabou gritando um orgasmo fulminante, em um espasmo violento, enquanto apertava a cintura de Paul com as pernas. Eu me masturbava aproveitando o auge da vida sexual da minha mulher e ele continuava bombando ritmicamente enquanto ela o beijava lambendo o suor do rosto dele e movia os quadris para encaixar melhor cada centímetro daquela coluna de carne que a empalava. Montando ela cada vez mais forte, mais rápido, mais intenso, ele olhou nos olhos dela: "De quem você é, Ceci?". E a embestiu mais: "De quem você é", repetiu, e ela rebolava e ofegava "sua" no ouvido dele, e ele acelerou e perguntou de novo porque não conseguia ouvir, e ela uivou "sua, sua!" enquanto Paul ia ainda mais fundo e eu via minha esposa fora de si, sacudida por aquela besta negra e gritando "me engravida, me engravida!", e o cara se arqueou abrindo as pernas dela até o limite para soltar seu jato dentro dela, e depois desabaram juntos, entrelaçados.
Às nove em ponto, nosso convidado chegou com uma calça de linho clara e uma camiseta combinando, que destacava ainda mais seu torso musculoso. Ele olhou para a Ceci com aprovação, abrimos o vinho que ele trouxe e começamos a conversar na sala. Enquanto conversávamos, pensei que realmente não dava para conseguir um amante melhor. Paul não só era um verdadeiro portento físico, com um corpo admirável, mas ao mesmo tempo era um interlocutor educado, agradável, gentil, que envolvia os dois na conversa. Apesar de algum ciúme, fui forçado a admitir que gostei muito dele. Sem intervir muito, Ceci o deixava falar, o contemplava como se estivesse maravilhada e acho que, às vezes, eu também.
Mas o que mais nos prendeu foi que, aos poucos, o cara levou a conversa para o tema do sexo sem que percebêssemos e sem forçar em nenhum momento. Pouco depois de conhecê-lo, estávamos relaxados, com total naturalidade, falando sobre o que nos excitava num clima de confiança total. Ele nos tranquilizou contando que tinha muita experiência (o que, afinal, não era estranho, dado o tipo de espécime que ele era) e que tudo sairia como queríamos. Mas o mais impressionante era que ele não tinha o menor pudor ou vergonha em relação ao sexo. Nos ele disse abertamente, olhando nos nossos olhos, num tom neutro que inspirava total segurança, que tinha percebido na hora o que a gente queria: ir pra cama com um macho superior que pudesse levar a Ceci ao êxtase como eu jamais conseguiria, e que ele era justamente a pessoa ideal. Eu não conseguia acreditar no que ouvia: a verdade pura, transparente, implacável, sem rodeios nem disfarces, como se estivesse lendo a gente por dentro. E minha esposa o devorava com os olhos e nós dois estávamos derretendo.
Depois ele largou o drink e disse com o mesmo tom calmo: “Agora vem aqui e tira o roupão, que eu quero te ver direitinho”. A Ceci caminhou como uma gata até o meio da sala e deixou o roupão cair. Ficou olhando pra ele em silêncio. Ela estava espetacular. Ele disse: “Dança pra mim”. E o que eu pensei que ia ser uma situação constrangedora, até meio ridícula, porque mal dava pra ouvir a música que a gente tinha colocado de fundo, se transformou num dos espetáculos mais eróticos que vi na minha vida: ela começou a dançar sensual, sem inibições, jogando a cabeça pra trás, rebolando a bunda, tocando os seios, se exibindo, e eu não conseguia acreditar que aquela mulher era minha esposa – minha esposa, a que eu via todo dia. Desenfreada, cada vez mais solta, ela se rebolava sensual naqueles saltos altíssimos de olhos fechados; se deixava levar pela música e mostrava cada músculo, cada curva, cada fibra pro Paul. Eu olhava pra ela extasiado enquanto meu pau começava a endurecer.
Aí o Paul se levantou. Tirou devagar a camiseta e abaixou a calça. Não usava cueca. A Ceci parou de dançar. Abriu os olhos. Eu também me aproximei pra conseguir apreciar de perto. Em comprimento, e principalmente em grossura, era de longe a coisa mais impressionante que a gente já tinha visto na vida. Ele disse, olhando pra mim: “Você nunca teve um pau como esse, amor. Hoje você vai sentir ele dentro de você”. A Ceci caiu de joelhos. “Meu Deus, eu nunca estive com um…” e o Paul deu dois passos e encostou na cara dela aquele pau gigantesco que já estava ficando duro, latejante, reluzente e que parecia ocupar o quarto inteiro. Minhas pernas estavam tremendo. Ceci parecia hipnotizada. "Você nunca vai esquecer isso, bebê", disse Paul. E ele a deu para ela comer. "É tão grande, Fer...", sussurrou ela abrindo a boca, como se nem soubesse por onde começar a chupar, e de fato suas mãos mal conseguiam envolver aquilo. Mas ela lambeu vorazmente, com fome, tentando engolir o máximo possível. Paul desabotoou seu sutiã e Ceci o chupava olhando em seus olhos enquanto tentava recebê-lo inteiro em sua boca. Seus mamilos estavam bem eretos e ela agarrava a bunda musculosa dele com as duas mãos, puxando-o para si, como se tentasse devorá-lo. Ele me olhou: "Vem se quiser". Então eu também me ajoelhei e, junto da minha esposa, compartilhamos aquela pica imponente, nos beijando de vez em quando. Ela me olhou de lado: "É gostoso, Fer, tão gostoso...", e enfiava aquela cabeçona na boca e se esforçava para saboreá-la lentamente para dar o máximo prazer. Paul se agitava e bufava e nossas bocas não davam conta de lambê-lo nem nossas mãos de punhetá-lo, ajoelhados diante daquela espécie de deus negro imponente, colossal, que nos dava de comer.
De repente Ceci me empurrou para o lado, pegou ele pela mão e o levou para o quarto. Com a cabeça girando, eu os segui e me sentei ao lado. Abri minha braguilha para aliviar minha ereção enquanto ele a jogava de costas na cama. Ela abriu as pernas e fechou os olhos: estava entregue. "Vou devagar, bebê", disse Paul, e começou a passar a cabeça no clitóris dela, bem devagar, molhando-a, deixando-a louca, enquanto minha esposa se contorcia de prazer. "Por favor...", murmurou, "por favor...". E Paul a beijou na boca enquanto a montava e começava a penetrá-la lentamente, dando tempo para ela se acostumar com sua grossura. Ceci gemía de dor, e de prazer, abria as pernas o máximo que podia e torcia os lençóis sentindo como aquele animal a rasgava por dentro: "Ai, Deus...", e o beijava e lambia seu rosto enquanto ele empurrava centímetro a centímetro cada vez mais fundo.
"Já está quase, bebê", disse Paul, enquanto ela arqueava o corpo para acomodá-lo melhor e eu percebia que o cara estava chegando onde eu nunca tinha conseguido nem conseguiria chegar: "Ai, meu Deus, está doendo... não acredito!", ela ofegava. "Isso, isso, mais!", ela gemeu, e Paul empurrou com mais força e a levou ao êxtase. Ceci se agarrava nos lençóis e depois no dossel da cama para aguentar aquela penetração brutal, olhava nos olhos dele e dizia: "Nunca me encheram assim...". Ele respondeu "Eu sei" e, segurando seu rosto firmemente contra a cama, começou a se mover devagar, bombando como uma máquina, imparável, brilhante, suado, com total controle da situação, acelerando aos poucos enquanto minha esposa tremia e começava a convulsionar. Ele estava abrindo ela ao meio e eu sabia que ela não conseguiria se segurar mais, e acabou gritando um orgasmo fulminante, em um espasmo violento, enquanto apertava a cintura de Paul com as pernas. Eu me masturbava aproveitando o auge da vida sexual da minha mulher e ele continuava bombando ritmicamente enquanto ela o beijava lambendo o suor do rosto dele e movia os quadris para encaixar melhor cada centímetro daquela coluna de carne que a empalava. Montando ela cada vez mais forte, mais rápido, mais intenso, ele olhou nos olhos dela: "De quem você é, Ceci?". E a embestiu mais: "De quem você é", repetiu, e ela rebolava e ofegava "sua" no ouvido dele, e ele acelerou e perguntou de novo porque não conseguia ouvir, e ela uivou "sua, sua!" enquanto Paul ia ainda mais fundo e eu via minha esposa fora de si, sacudida por aquela besta negra e gritando "me engravida, me engravida!", e o cara se arqueou abrindo as pernas dela até o limite para soltar seu jato dentro dela, e depois desabaram juntos, entrelaçados.
5 comentários - Cornos em Aventuras 8
Los felicito a los 2