Minha prima vestida de noiva - Capítulo 11

Minha prima vestida de noiva - Capítulo 11


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Minha prima se veste de noiva - Capítulo 11Não lembro nem de ter ouvido o barulho do chuveiro. Quando a Júlia saiu da cama, eu apaguei como se tivessem me desligado da tomada. Ou desleiteado, pra quem não curte tanto metáfora. Já era dia e o sol batia na minha cara, mas quando fechei os olhos, fiquei desligado do mundo.

De novo senti que lembrava de um sonho. Dessa vez, a Júlia se apoiava de leve nas minhas pernas, abria a boca e deixava meu pau lá dentro quase sem se mexer, só curtindo, só sentindo o gosto e a textura do meu pau com a língua. Era tão nítido que até sentia o hálito quente dela batendo na cabeça cada vez que respirava. Tão, mas tão nítido que a saliva escorrendo do meu pau marcava um caminho na minha virilha perfeitamente identificável.

Aí eu abri os olhos. Dessa vez não desejei ficar ali. Porque já estava ali. Já estava na boca da minha prima.

Soube que não era um sonho quando, ao me mexer, a Júlia falou comigo.

— Podia dormir mais um pouquinho assim eu continuo chupando. — ela disse.

Eu sorri pra ela. Pra falar de um jeito. Na real, o sorriso nunca tinha saído da minha cara desde aquele banheiro do bar. Se um dia alguém inventasse um despertador que, em vez de som, usasse os lábios da minha prima pra te acordar, ninguém nunca mais chegaria atrasado no trabalho.

Perguntei que horas eram e ela disse que eram 10. Eu tinha dormido 2 horas, mas me sentia como se fossem 20. A Júlia tinha dormido menos e já tava com vontade de foder de novo.

O pau cresceu mais na boca dela e ela me deu um gemido.

— Não continuo dormindo, mas continuo sonhando. Você continua com seu trabalhinho. — falei, acariciando o rosto dela e apertando o lábio inferior entre o polegar e o indicador.

Outro gemido, um beijinho nos dedos e minha prima voltou, como uma escrava do desejo, a chupar meu pau.

Cada vez parecia que eu gostava mais. E aquele jeito que ela tinha de usar só a boquinha, nunca as mãos, era tipo vitamina pro meu tesão. Eu amava.

Soltando um suspiro. Com o esforço, ele se levantou. Eu ia fazer o mesmo para pegar ela em pé, mas aí ela falou.

— Não quero tirar ela da boca nem pra dormir, Rodri. — disse ela, pensando. — Mas agora vamos tomar café.

Ela tinha razão, até certo ponto. Mas sem aquelas vitaminas, meu corpo ficou pesado. O cansaço começava a fazer minha mente procurar uma desculpa pra não ir. Pra ela ir sozinha e eu continuar dormindo. Ir tomar café era sinônimo de voltar a ser primos, e antes disso eu preferia descansar melhor pra quando ela voltasse a ser minha putinha.

Expliquei exatamente como vocês acabaram de ler, quase com as mesmas palavras. Ela sorriu pra mim e disse pra eu ficar tranquilo.

Quando Julia fechou a porta, eu me desliguei de novo. E no segundo seguinte, pelo menos foi o que percebi, o sono voltou. E de novo a mesma realidade linda. Julia me acordou novamente com a pica na boca. Chupando devagar, como se estivesse apaixonada por um pedacinho da minha carne. Dessa vez, ela tinha dois copos de café nas mãos. Só os lábios dela trabalhavam, agora que as mãos estavam ocupadas.

— Trouxe um pra você — disse ela, quando percebeu que eu já estava acordado. Deu mais um beijo babado e, com cuidado pra não derrubar nada, deitou do meu lado e me ofereceu.

O que eu fiz pra merecer isso? Nada. Era só um presente que a vida me dava pelo simples fato de existir.

Sentamos na cabeceira e agradeci com um beijo. Ela merecia um monumento, mas eu era engenheiro, não arquiteto. Mesmo assim, com o beijo, pareceu se contentar.

— Sou meio burra, primo. — disse ela, dando um gole no café. Tinha aquele olhar safado que me deixava louco. — Esqueci de botar gozo.

Ela se levantou e fez sinal pra eu fazer o mesmo. Deixou o café no chão e se ajoelhou.

— Vou ter que ordenhar. — e colocou minha pica na boca de novo. A morbidez da minha prima dava pelo menos duas voltas na minha.

Aí eu me encontrei de novo no paraíso. O boquete que ela fez foi melhor que o anterior. A língua percorria minha pica desde as bolas até a ponta. Deixava o tronco todo molhado de saliva e, sem avisar, de vez em quando, de surpresa, engolia até a garganta. Dessa vez não apertava tanto com os lábios. Ela tinha ela até o fundo com a boca bem aberta e tentava enfiar mais pra dentro.

- Agg. Aggg. Agggg – eu ouvia quando a ponta não conseguia ir mais longe e mesmo assim ela tentava. - Aggg. Gagg. Gagg. Aggg. - Depois tirava pra respirar e a saliva caía no chão por causa das ânsias que ela mesma provocava. – Tô engasgada de pica, primo. Quero ganhar a porra.

Eu não conseguia nem falar. Mal conseguia respirar. Só soltava gemidos como resposta.

Como se fosse uma pausa, ela deu um gole no café. Fez bochechos como pra aquecer a gengiva e com a boca quente meteu a rola de novo. Era uma sensação gostosa pra caralho. Experimentem quem tiver a sorte de ter uma parceira chupadora de pica e vão ver do que eu tô falando.

- Dá a porra pra sua prima "a head master" – ela dizia. – Sua prima "a comedora de porra". Sua priminha "a leiteira" quer comer sêmen.

E entre as palavras dela, as técnicas e o prazer dos lábios, não aguentei mais. Julia, que parecia atenta a tudo, percebeu na hora e ficou paradinha com a pica na boca enquanto se enchia de porra. Segurou de novo. Dessa vez era mais quantidade e ela teve que fazer força pra não derrubar nada. Depois abriu a boca pra mostrar cheia de gozo, fez gargarejo como se estivesse brincando e cuspiu tudo no café. Mexeu com um dedo e, levantando o copo como se fizesse um brinde à distância, tomou tudo olhando nos meus olhos.

- O café da manhã das putas. – disse sorrindo quando terminou.

Ver ela se lambendo com aquela cara de puta satisfeita, meter o dedo no copo pra ver se tirava a porra que tinha sobrado no fundo e lamber como se não quisesse desperdiçar nada fez minha pica ficar mais dura do que antes.

- Agora é minha vez. café da manhã pra mim – desabotoei os botões da calça que ela tinha vestido e puxei pra baixo de uma vez. Ela não tava de calcinha, então tudo ficou mais rápido.

Empurrei ela na cama e, assim que encostei minha boca na pussy dela, ela prendeu minha cabeça com as pernas e as mãos.

– Sopa de marisco é tudo que eu como – falei, citando o Indio Solari. E chupei a pussy dela desesperado até fazer ela gozar.

Com a boca lambuzada pelos fluidos dela, beijei ela. Ela segurou meu rosto e lambeu minha cara toda, como se estivesse me limpando por completo.

“Fechem o mundo, vou ficar nos braços da minha prima”, pensei quando deitei ao lado dela. Suspeito que ela pensou a mesma coisa, ou algo parecido. Mesmo em silêncio e relaxados, não conseguíamos parar de tocar nossos corpos. Julia brincava com os dedos no meu abdômen, e os meus acariciavam suavemente os peitos dela. As pontas dos dedos sentiram pela primeira vez os biquinhos moles dela.

Eu tava quase dormindo quando bateram na porta. Julia se vestiu, e eu aproveitei pra ir tomar um banho.

– Se for o chinês, mostra a bunda – falei de brincadeira do banheiro – Que ele me salvou da outra vez.

Quando saí, minha prima ria com uma das calcinhas dela no rosto.

– Parece que hoje tem uma festa à fantasia no terraço – ela disse – Não trouxe nenhuma. Vou assim? O que cê acha? – e pela calcinha de renda rosa eu vi o sorriso dela. A cock ficou dura quando ela começou a se mexer que nem uma slut animada com a ideia de uma festa.

Vestido só com uma toalha na cintura, abracei ela e dei um beijo na calcinha que tampava os lábios dela. Dessa vez, os da boca.

– Não vamos, priminha. Mas tenho uma ideia.

Julia me olhou curiosa e disse que gostava das minhas ideias. Que eu falasse.

– Hoje a gente faz a festa das calcinhas. Você veste todas que trouxe na minha frente, e eu meto na que eu mais gostar.

Minha prima levou um dedo à boca e, depois de pensar um pouco com cara de slut, respondeu.

– Visto todas que traje. Mas você me come com todas. – negociou – Eu visto uma, você me come um pouquinho e te mostro a próxima.

Coloquei minha mão dentro da calça dele pra tocar a buceta dele e tirei a toalha, ficando completamente nu.

– Você prova todas, te fodo com todas. Mas você desfila pra mim como uma puta enquanto se troca.

Ela suspirou excitada. Levantou o olhar pro teto, mesmo de olhos fechados. Com uma mão, agarrou minha piroca e olhou pra mim de novo.

– Eu desfilo como uma puta, mas além de me foder, você chupa um pouquinho minha buceta com cada uma das minhas calcinhas.

A negociação tava me deixando louco. Era daquelas negociações que, conforme as palavras rolavam, os dois ganhavam mais. Assenti com a cabeça e não me segurei mais. Tirei a roupa dela, virei ela e, assim de pé como estávamos, penetrei ela por trás. A buceta da minha prima parecia sempre lubrificada.

– Ahhh – ela gritou quando sentiu entrar. – Que foda gostosa você me dá, pelo amor!

Julia apoiou as mãos na parede e se ajeitou, empinando a raba. Eu segurei ela pela cintura, com força empurrei a piroca até o fundo e deixei parada. Quando minha prima tentou se mexer, eu parei ela com uma palmada na bunda. Queria curtir a buceta dela um pouquinho daquele jeito: empalada pela minha piroca, com as batidas e espasmos que a gente dava de tesão sendo os únicos movimentos.

Mesmo assim, imóveis, minha prima parecia que ia gozar a qualquer momento. Ela gemia e balançava a cabeça como se tivesse fazendo uma espécie de dança ritual. Passei uma das mãos da cintura dela pra bunda, acariciei a racha do cu com o polegar e, sem aviso, enfiei no cu dela. Dessa vez, o dedo entrou mais da metade.

– Te fodo e chupo sua buceta, mas arrebento teu cu com a calcinha que eu mais gostei.

Ela ficou em silêncio. Por um momento, só uma mistura de sorrisos e suspiros saía da boca dela. Com cuidado pra piroca não sair de dentro da buceta, ela colocou uma de suas mãos sobre a minha e tirou o dedo que estava enfiado no meu cu.

- O cu não, Rodrigo! – ela disse, fingindo raiva – Você não pode ser tão perverso de querer desvirginar o rabo da sua prima.

- A bunda da minha prima me deixa louco – respondi. – Quero que a puta da minha prima nunca mais esqueça que fui eu quem fez o cuzinho dela pela primeira vez.

Julia começou a suspirar mais fundo. Não conseguia nem disfarçar que a ideia também a deixava louca. Ela voltou a se mover, tomada pela excitação, dessa vez bem devagar, como se tivesse medo de levar outra palmada. Praticamente implorando pra ser comida igual um bicho.

- O cu não, Rodri. Sério. O que você quiser, menos o cu. – as palavras dela soavam cada vez mais forçadas, nada sinceras. Até ela mesma sabia que era só conversa jogada pro ar, fruto do medo do proibido. O desejo dela queria dizer sim. – Te entrego tudo, menos a bunda.

Decidi acabar com a tortura que nós dois estávamos sofrendo e comecei a comê-la com mais força.

Do jeito que estávamos, com minha prima quase de quatro e minhas mãos na cintura dela, parecíamos dois selvagens tomados pela sacanagem e pela paixão. O vai e vinha era acompanhado por um "plaf plaf plaf" do impacto cada vez mais forte da minha pélvis contra as nádegas dela.

Mais uma vez enfiei até o fundo, e o orgasmo nos invadiu ao mesmo tempo.

Encher a buceta da minha prima de porra era meu novo hobby. Deixar escorrer pelas pernas dela era meu novo fetiche. Ouvir ela respirar depois de gozar era minha nova música favorita.

Como já era de costume depois de foder, Julia segurou meu rosto e me agradeceu com um beijo.

- Adoro ser a puta do meu primo – ela disse, mordendo o lábio antes de me beijar de novo. – A chupadora de pica. – outro beijo – A boqueteira. – outro beijo – a comedora de porra do meu primo.

- Não vou parar de insistir pra você ser também a arrombada do seu primo. Pode saber. – respondi, apoiando a mão de novo na bunda dela. Ela ainda estava soltando porra.
Fincou o olhar no meu, como me desafiando. Virou os lábios para o lado da boca pra me dar a entender que tava pensando. Ela manejava os gestos de um jeito que não dava pra não ficar de pau duro. Nunca. Só de olhar pra ela já bastava pra eu ficar de pau duro a vida inteira.

— Adoro que você insiste. Mas vamos almoçar agora. Quando voltar, começa a festa das calcinhas e eu preciso de você forte.

Sorri pra ela e respondi que sim.

Dos quatro minutos que falei no capítulo anterior, o primeiro já tinha passado.
Continua...



Bunda


Capítulo Seguinte:


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cu rachada

11 comentários - Minha prima vestida de noiva - Capítulo 11

Impecable. De lo mejor que lei. Me sacas la leche pero me dejas siempre algo para aprender! +10
que ganas de tener un primo que la tenga tan clara como rodri ♨♨😝😝
Buena historia esperando con ansias el proximo capitulo
Que envidia, tanta energía y no se le acaba la leche a ése man. Buena historia 👍👍