Ainda meio atordoado pelos últimos acontecimentos — pelo que ia descobrindo sobre a Ceci, mas também sobre mim mesmo —, seguimos a rotina e, às vezes, quando ela tava a fim, à noite ela me provocava e me esquentava até o talo, relembrando o que tinha rolado. Por um lado, eu gostava da segurança que ela tava adquirindo e, por outro, pra que mentir, me esquentava também o quanto ela tava atrevida e gostosa. Às vezes eu me masturbava enquanto ela falava no meu ouvido sobre o Juan e o amigo dele, me levava durante o dia pra comprar lingerie e roupas novas pra sair, e eu ficava louco. Será que eu finalmente tinha uma hotwife?
Ceci me avisou pelo celular que na quinta-feira ia sair com amigas do colégio e que queria que eu fosse ao bar com elas, mas em outra mesa: “Quero que você seja meu anjo da guarda”, escreveu. Submisso, obedeci, embora ela não quisesse responder mais perguntas. Só me pediu pra ajudá-la a se preparar e eu fiz com gosto: ela se perfumou, fez as mãos e os pés, escolhemos um top bem soltinho com lantejoulas, maquiagem escura, uma minissaia de couro que deixava quase tudo à mostra e, como sempre, sandálias de salto bem alto.
Naquela noite, acompanhei ela até o bar e, exatamente como ela tinha mandado, deixei ela com as amigas. A verdade é que tava meio entediado olhando pro meu drink e pro que rolava no bar enquanto elas conversavam e riam, e só “acordei” depois de um tempo, quando, após vários drinques, ficou óbvio que as minas tavam de olho nuns caras no balcão: elas se faziam de desligadas, mas olhavam, provocavam, faziam charminho, e aí a coisa começou a me interessar. Num momento, Ceci levantou pra pegar outra bebida e um cara se aproximou e falou com ela. Parecia que ele tava tentando pegar ela, mas eu não conseguia ouvir o que diziam. Mas logo o cara voltou pro balcão com os amigos e Ceci pros lados dela. Daí a pouco, as amigas começaram a ir embora. Parece que Ceci anunciou que ia ficar, porque elas começaram a discutir um pouco com ela e, entre risadinhas, a olhar pros caras. Mas no final se despediram e foram embora. Enquanto eu as via indo embora, virando de vez em quando pra olhar onde Ceci estava e rindo entre si, também pude ver que o mesmo cara já tinha voltado ao ataque. Dessa vez Ceci deixou ele agir, mesmo ele (como qualquer cara na casa dos vinte) ficando meio enxerido e tocando desajeitadamente no cabelo dela ou roçando nela, numa tentativa meio sem jeito de paquera.
Sinceramente, achei que Ceci ia mandar ele pastar porque ela prefere homens mais velhos, mas me surpreendi quando continuou conversando com ele e, depois de alguns minutos, até apoiou a mão no peito dele. O garoto se empolgou. Enquanto continuava falando com ela e sussurrando coisas no ouvido que eu não conseguia ouvir, Ceci às vezes me olhava de canto e sorria. Aí percebi que, mesmo mantendo ele na linha, ela não tirava a mão do peito dele e ele começava a acariciar o queixo dela e dar uns beijinhos. Ela primeiro se esquivava, mas claramente estava se fazendo de difícil pra deixar ele maluco. Até que ele se cansou, segurou a cabeça dela com as duas mãos e deu um beijo de língua daqueles que durou um tempão, enquanto acariciava os quadris e as coxas da minha esposa e eu começava a ficar excitado.
Depois de um longo tempo de beijos, Ceci pegou o celular e escreveu algo: na hora chegou um coraçãozinho no meu WhatsApp e foi só. Nada mais. Aí ela levou ele pela mão pra fora. Paguei e fui atrás. Eles foram pra um beco ao lado do bar e, me fazendo de desentendido a vários metros de distância, fingindo que olhava pro meu celular, pude ver de canto como eles se beijavam e ele a apalpava sem vergonha. Ceci começou a rebolar e se contorcer. Beijando ela cada vez mais forte, ele puxou o top pra baixo e deixou os peitos dela de fora, e com a outra mão começou a apalpar. Ceci gemia cada vez mais alto, e eu ouvia ela dizer “mmm… mmm… imagina se meu marido me visse!”, e o cara ficava mais excitado e a apalpava cada vez mais sem pudor até puxar a calcinha fio dental dela até os joelhos. Ofegante, fora Claro, ela deixou ele fazer. Estava entregue. Ele a encostou na parede e a masturbou com uma mão, enquanto segurava o pescoço dela contra a parede com a outra, e ela abria bem as pernas, fora de si, jogava a cabeça para trás para gozar melhor e gemia enquanto começava a acariciar o volume que crescia por baixo da calça jeans.
Ceci me olhou por um instante e o cara disse: “Não se preocupa, linda, ele é um otário: continua”. Lambeu o pescoço dela por um tempinho, o que a deixa louca, até que ela se ajoelhou, abriu a braguilha dele e puxou o pau pra fora, que nessa altura já estava bem duro, e se esquecendo completamente de mim, mas também de que estava num setor meio escuro, mas afinal de contas na rua, começou a chupá-lo. O garoto apoiava as mãos na parede e ela acariciava os ovos dele com a mão: começou devagar, rodeando o pau, pra fazer ele desejar, depois lambeu os ovos e a virilha, enquanto começavam a se ouvir os gemidos do cara, e em seguida passou a ponta da língua pelo tronco até finalmente engolir a cabeça inteira, soltando uns gemidos enquanto de vez em quando respirava fundo pra continuar. O cara bufava e se arqueava de prazer. Ceci foi acelerando e batia uma punheta com uma mão enquanto ele bombeava na boca dela cada vez mais forte. Achei que não ia durar muito tempo. Até que, de fato, ele apoiou a cabeça dela na parede e, soltando algo que parecia um grunhido, gozou na cara da minha esposa: foi um jato súbito, longo, intenso, e ela abria a boca tentando engolir o esperma que batia no rosto dela. Ainda com ela ajoelhada contra a parede, ele espalhou a porra que tinha na bochecha e no canto da boca dela por toda a cara e disse “Cê gostou, hein?”. E depois a beijou, levantou ela (Ceci nem tentou pegar a calcinha fio dental de volta) e voltaram de mãos dadas até a parte iluminada do beco, onde eu estava com uns caras que saíam do bar. Com o barulho dos saltos da Ceci, os caras se viraram e viram a mesma coisa que eu: o cara arrastando minha esposa pela mão, meio despenteada, com o top desalinhado e o rosto todo brilhando, corada, chamando um táxi pra me deixar sozinho e com o pau duro que nem uma moto.
Ceci me avisou pelo celular que na quinta-feira ia sair com amigas do colégio e que queria que eu fosse ao bar com elas, mas em outra mesa: “Quero que você seja meu anjo da guarda”, escreveu. Submisso, obedeci, embora ela não quisesse responder mais perguntas. Só me pediu pra ajudá-la a se preparar e eu fiz com gosto: ela se perfumou, fez as mãos e os pés, escolhemos um top bem soltinho com lantejoulas, maquiagem escura, uma minissaia de couro que deixava quase tudo à mostra e, como sempre, sandálias de salto bem alto.
Naquela noite, acompanhei ela até o bar e, exatamente como ela tinha mandado, deixei ela com as amigas. A verdade é que tava meio entediado olhando pro meu drink e pro que rolava no bar enquanto elas conversavam e riam, e só “acordei” depois de um tempo, quando, após vários drinques, ficou óbvio que as minas tavam de olho nuns caras no balcão: elas se faziam de desligadas, mas olhavam, provocavam, faziam charminho, e aí a coisa começou a me interessar. Num momento, Ceci levantou pra pegar outra bebida e um cara se aproximou e falou com ela. Parecia que ele tava tentando pegar ela, mas eu não conseguia ouvir o que diziam. Mas logo o cara voltou pro balcão com os amigos e Ceci pros lados dela. Daí a pouco, as amigas começaram a ir embora. Parece que Ceci anunciou que ia ficar, porque elas começaram a discutir um pouco com ela e, entre risadinhas, a olhar pros caras. Mas no final se despediram e foram embora. Enquanto eu as via indo embora, virando de vez em quando pra olhar onde Ceci estava e rindo entre si, também pude ver que o mesmo cara já tinha voltado ao ataque. Dessa vez Ceci deixou ele agir, mesmo ele (como qualquer cara na casa dos vinte) ficando meio enxerido e tocando desajeitadamente no cabelo dela ou roçando nela, numa tentativa meio sem jeito de paquera.
Sinceramente, achei que Ceci ia mandar ele pastar porque ela prefere homens mais velhos, mas me surpreendi quando continuou conversando com ele e, depois de alguns minutos, até apoiou a mão no peito dele. O garoto se empolgou. Enquanto continuava falando com ela e sussurrando coisas no ouvido que eu não conseguia ouvir, Ceci às vezes me olhava de canto e sorria. Aí percebi que, mesmo mantendo ele na linha, ela não tirava a mão do peito dele e ele começava a acariciar o queixo dela e dar uns beijinhos. Ela primeiro se esquivava, mas claramente estava se fazendo de difícil pra deixar ele maluco. Até que ele se cansou, segurou a cabeça dela com as duas mãos e deu um beijo de língua daqueles que durou um tempão, enquanto acariciava os quadris e as coxas da minha esposa e eu começava a ficar excitado.
Depois de um longo tempo de beijos, Ceci pegou o celular e escreveu algo: na hora chegou um coraçãozinho no meu WhatsApp e foi só. Nada mais. Aí ela levou ele pela mão pra fora. Paguei e fui atrás. Eles foram pra um beco ao lado do bar e, me fazendo de desentendido a vários metros de distância, fingindo que olhava pro meu celular, pude ver de canto como eles se beijavam e ele a apalpava sem vergonha. Ceci começou a rebolar e se contorcer. Beijando ela cada vez mais forte, ele puxou o top pra baixo e deixou os peitos dela de fora, e com a outra mão começou a apalpar. Ceci gemia cada vez mais alto, e eu ouvia ela dizer “mmm… mmm… imagina se meu marido me visse!”, e o cara ficava mais excitado e a apalpava cada vez mais sem pudor até puxar a calcinha fio dental dela até os joelhos. Ofegante, fora Claro, ela deixou ele fazer. Estava entregue. Ele a encostou na parede e a masturbou com uma mão, enquanto segurava o pescoço dela contra a parede com a outra, e ela abria bem as pernas, fora de si, jogava a cabeça para trás para gozar melhor e gemia enquanto começava a acariciar o volume que crescia por baixo da calça jeans.
Ceci me olhou por um instante e o cara disse: “Não se preocupa, linda, ele é um otário: continua”. Lambeu o pescoço dela por um tempinho, o que a deixa louca, até que ela se ajoelhou, abriu a braguilha dele e puxou o pau pra fora, que nessa altura já estava bem duro, e se esquecendo completamente de mim, mas também de que estava num setor meio escuro, mas afinal de contas na rua, começou a chupá-lo. O garoto apoiava as mãos na parede e ela acariciava os ovos dele com a mão: começou devagar, rodeando o pau, pra fazer ele desejar, depois lambeu os ovos e a virilha, enquanto começavam a se ouvir os gemidos do cara, e em seguida passou a ponta da língua pelo tronco até finalmente engolir a cabeça inteira, soltando uns gemidos enquanto de vez em quando respirava fundo pra continuar. O cara bufava e se arqueava de prazer. Ceci foi acelerando e batia uma punheta com uma mão enquanto ele bombeava na boca dela cada vez mais forte. Achei que não ia durar muito tempo. Até que, de fato, ele apoiou a cabeça dela na parede e, soltando algo que parecia um grunhido, gozou na cara da minha esposa: foi um jato súbito, longo, intenso, e ela abria a boca tentando engolir o esperma que batia no rosto dela. Ainda com ela ajoelhada contra a parede, ele espalhou a porra que tinha na bochecha e no canto da boca dela por toda a cara e disse “Cê gostou, hein?”. E depois a beijou, levantou ela (Ceci nem tentou pegar a calcinha fio dental de volta) e voltaram de mãos dadas até a parte iluminada do beco, onde eu estava com uns caras que saíam do bar. Com o barulho dos saltos da Ceci, os caras se viraram e viram a mesma coisa que eu: o cara arrastando minha esposa pela mão, meio despenteada, com o top desalinhado e o rosto todo brilhando, corada, chamando um táxi pra me deixar sozinho e com o pau duro que nem uma moto.
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