Una noche internacional

Meu nome é Fede, é meu primeiro relato e é uma história real, espero que vocês curtam.

Tudo começa numa noite de verão, não era uma noite qualquer, tinha feito 30 anos uma semana antes, mas não tinha conseguido comemorar com um grande amigo que não pôde vir. Marcamos de tomar uma cerveja num bar onde começava o evento Pub Crawl. Pra quem não conhece, você paga uma entrada, vai de bar em bar e termina numa balada, muito divertido por sinal, muitos estrangeiros conhecendo Buenos Aires. Tudo normal na noite, estávamos jantando, observando um pouco a galera com quem íamos fazer o tour. Tinha um grupo de brasileiras. De repente, vejo um grupo de 3 loiras, claramente não eram argentinas, a pele branca delas me indicava isso. Aparentemente não entendiam muito o que tava rolando e como era o evento. Uma amiga que estava com a gente encontra elas no banheiro e convence elas pra se juntarem. Tudo indo vento em popa, de repente estávamos no grupo conversando com as loiras e tudo indicava que ia ser uma boa noite. Não sou um grande bilíngue, mas me viro. Comecei a falar com uma das minas, que se chamava Camila, 22 anos, muito gata, olhos azuis, loira e a pele branca que parecia uma tela sem pintura. Depois do jantar e de terminar o primeiro bar, começa o tour. Vamos em grupo, todo mundo andando pro primeiro bar dos 3 que íamos. Chegamos todos ainda bem sóbrios, tomamos uns shots, tinham uma mesa de beer pong, decidimos comprar uma ficha pra jogar com as loiras. Quando demos conta, elas tinham ido jantar com a expectativa de voltarem, mas claramente não voltaram até depois. Mas aconteceu algo ainda mais interessante. Como tinha um grupo de brasileiras, demos ideia de fazer um Argentina vs Brasil. Elas toparam na hora e começamos a jogar. Dentro desse grupo estava a Rachel, uma brasileira, muito alegre como todos os cariocas, gente boa, uns peitos tremendos, uma cinturinha divina e uma bunda que te convida a dar uma volta pra olhar em detalhe. Olhares e mais olhares... chegam, o tempo acaba no primeiro bar e vamos para o segundo, já o grupo do tour estava mais animado, no caminho conversando com a Rachel, o que eu entendia porque português eu entendo menos que inglês, tudo me dava a entender que a vibe que existia era muita e eu não pensava em deixar passar a oportunidade. Ao chegar no segundo bar, era muito maior, tinha menos gente já que éramos só os do tour, em um momento vejo que a Rachel vai sozinha para o banheiro, eu sigo e antes de dizer nada começamos a nos beijar apaixonadamente, tinha muita tesão da parte dos dois e as bebidas já estavam fazendo efeito, entramos no banheiro e continuamos a todo vapor, o banheiro era bem pouco privado e embora eu insistisse ela não queria fazer mais nada, então com o pau durão voltei para onde estava toda a gente. Ao voltar me encontro com a surpresa de que as norueguesas tinham voltado, de repente me encontro com a Camila vindo falar comigo, a brasileira me encarava com cara de "qual é a sua?", mas eu já estava bastante bêbado pensando como poderia fazer para não perder a oportunidade de ficar com as duas. Ao chegar no terceiro bar, já éramos os que éramos, continuamos bebendo, e a verdade é que tudo já estava bastante alegre, muita boa vibe, tudo mais aberto, vou ao banheiro e praticamente tinha uma mini-habitación, aí eu disse bingo é minha, saio e vou direto para a Rachel, me aproximo e digo no ouvido, "vamos ao banheiro que este sim é privado" ao que ela responde, vai que eu vou em 5, meus olhos se abriram meu pau já começou a ficar duro de pensar em ter aquela morena bombada no banheiro do bar, vou entro e espero, aos 2 min bate a porta e lá estava a Rachel, com um olhar lindo e cheio de tesão, nos fundimos em um beijo, apoiando ela toda, e sem mais palavras ela se abaixa e tira ele para fora e começa a me dar uma chupada monumental, tiro os peitos dela para fora, batem na porta, tudo que pode acontecer no banheiro de um bar, né? Aí ela queria ir embora mas claramente eu não ia deixar ela me deixar no meio daquilo, comi ela todinha. Incrível como ela adorava que eu comesse ela todinha. Levantei ela, virei, abaixei a calça e me deparei com um fio dental que marcava toda a bunda dela. Eu tava pegando fogo, botei uma camisinha e enfiei tudo. Na real, com o tesão que eu tava, não durou muito, ainda mais quando ela disse que queria tudo na boca. Então foi só metendo, não sei quanto tempo foi, mas queria que tivesse durado mais. Avisei que ia gozar, ela se agachou, tirei a camisinha e ela engoliu até a última gota, brincando com meu pau e me olhando com aquela carinha de safada. A gente se vestiu, ela saiu e pouco depois eu saí também.

Fui encontrar meus amigos, que ainda tavam conversando com as norueguesas. Eu, como se nada tivesse acontecido, entrei no grupo e seguimos na zoeira. Depois fomos pra balada, não lembro direito qual era, acho que Jet ou alguma dessas de Palermo. Muito vip, muito putaria, interessante pra um sábado, mas sendo quinta não tinha muita gente, só no super vip mesmo.

Chegamos todos dançando, continuamos bebendo. A Rachel me disse que ia embora com as amigas porque no dia seguinte tinha excursão, sei lá o quê. Falei pra ela ficar comigo, mas não adiantou. Elas foram embora, eu voltei pra dentro e pensei: "agora é a minha vez com a Mica". Entrei e ela tava com as amigas. Voltei pro meu grupo, que já tinha aumentado — minha amiga tinha pegado o alemão, meu amigo uma argentina. Então seguimos bebendo e dançando.

De repente, a Camila aparece sozinha. As duas amigas tinham ido embora e ela tinha ficado sozinha com a gente. Chamei ela pra dançar e não estávamos pra rodeio — já começamos a pegar. Eu entendia inglês, mas falar direito no estado que eu tava era complicado. Aí chegou um amigo dizendo que tinham expulsado meu irmão da balada por algum motivo. Expliquei como pude que ia sair, ela meio que ficou brava e eu pensei: "já era, fica pra próxima". Tô lá fora com meu irmão e meu amigo, e vejo ela saindo sozinha me procurando.

Então lá estávamos nós, 5 da manhã, chovendo. Falei: "vamos pra um hotel". Obrigado, Google, pelo tradutor e pelo Maps — você salva a gente, haha. Ela aceitou e a gente foi. Chegamos... entramos e foi uma loucura, a gente se despiu e eu comecei a chupar toda aquela buceta, linda, doce, até ela explodir num orgasmo incrível. Eu já estava a mil, então ela desceu e começou a me fazer um boquete glorioso. Ela me olhava com aqueles olhos azuis e eu ficava ainda mais louco. Falei pra ela ficar de quatro e enfiei tudo até o fundo, ela soltou um grito abafado e eu comecei a me mover devagar. Aumentei a velocidade e senti ela começando a apertar meu pau, até que ela explodiu de novo, um fluxo molhando absolutamente tudo. Era uma loucura, eu não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo naquela noite, a brasileira, agora a norueguesa. Continuamos transando, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar, aumentamos o ritmo e eu acabei explodindo dentro dela. Ficamos deitados na cama, os dois destruídos. Ela disse que às 8h tinha um ferry para o Uruguai, e já eram 7h da manhã. Saímos correndo para pegar um táxi, chegamos, eu desci e nos despedimos sabendo que provavelmente seria a primeira e única vez que nos veríamos, mas os dois sabíamos muito bem que havíamos feito o que tínhamos que fazer...

Espero que tenham gostado, tenho fotos mas não sei se posto pra respeitar as minas, passo no MD! Valeu!

2 comentários - Una noche internacional