Bom dia, amigos! Hoje vou compartilhar uma história que meu amigo Josué (a gente chama ele de Joseph) me contou. Joseph e eu somos tão amigos que trocamos umas histórias bem pesadas sem nenhum pudor, e foi assim que ele me contou sobre quando uma garota nova começou a trabalhar com ele. Deixa eu contar um pouquinho.
Joseph trabalha numa fábrica ou maquila (como preferir), mas ele fica no setor de RH. É uma área meio grande, porque além do pessoal de RH, tem funcionários de outros setores administrativos lá. Uns meses atrás, uma garota nova começou a trabalhar lá: Valéria. Uma mina muito bonita à primeira vista, mas o que mais chama atenção é o corpo dela. Claramente é daquelas que vive na academia, roubando todos os olhares — e foi exatamente isso que aconteceu no trampo do Joseph. Todo mundo virou pra olhar ela. Julguem vocês mesmos.
*Para ter mais fluidez na história, vou contar como se eu fosse meu amigo Joseph*Claro, nem deu um minuto e todos nós, caras do departamento, corremos pra saudar ela, nos apresentar, dar as boas-vindas, oferecer ajuda com tudo e, claro, dar uma olhada de perto.
Como era de se esperar, a Valéria era uma bonequinha feita à mão: um olhar "doce" mas provocante, uma voz com um tom lindo (nem muito grave nem muito agudo), cada linha do corpo dela era perfeita, a roupa vestia como uma luva de látex que, mesmo com roupa, dava pra saber exatamente como ela era pelada, e até o cheiro que o corpo dela exalava ativava os instintos mais primitivos da gente. Uma mulher perfeita.
Mesmo que todos nós estivéssemos loucos por ela (tanto os solteiros quanto os casados), começamos a tratar ela como "uma mina qualquer", talvez porque não quiséssemos parecer desesperados, mas ao mesmo tempo fazíamos favores pra chamar a atenção dela, coisa que a gente nem sabia se surtia algum efeito.
Não sabíamos se ela era solteira, casada, mãe ou se morava sozinha, só tínhamos alguns dados como o nome e a idade (26), que tinha terminado uma faculdade de administração e mais algumas informações básicas.
A gente tem a tradição de fazer brincadeiras com os novatos, como pedir pra eles solicitarem algum documento inútil em outro prédio da maquiladora, avisar de reuniões falsas e outras coisas, brincadeiras bem inocentes. Mas tinha uma brincadeirinha que a gente fazia entre os homens, que era trocar as placas dos banheiros pra eles entrarem no feminino.
Ninguém quis fazer brincadeiras com a Valéria no começo, porque queriam tratar ela de um jeito especial, mas com o tempo a gente foi fazendo umas brincadeiras inocentes, até que um dia eu resolvi fazer a do banheiro com ela, coisa que a gente nunca tinha feito com nenhuma mina porque podia dar problema se fôssemos acusados. Mas a Valéria me dava confiança suficiente pra fazer uma brincadeira dessas e, em vez de ficar puta, ela acabasse rindo.
Enquanto planejava qual pegadinha fazer com ela, fiquei observando pra ver o que poderia ser adequado. Na perfeição total dela, notei uma coisa: todo dia ela ia ao banheiro num certo horário, entre 8 e 9 da manhã. Acho que por causa da rotina de tomar shakes de proteína e beber muita água, ela criou esse hábito de ir ao banheiro nesse horário. Reparei também que ela nunca bloqueava o computador, o que foi muito útil pra esse post.
Um dia, me ofereci pra ajudar com um trabalho. Pra isso, me conectei ao computador dela com o meu usando o TeamViewer, mas ela nunca mudou a senha. Então, assim que ela se levantou, me conectei rapidinho no computador dela, entrei no Google Fotos e compartilhei algumas fotos comigo mesmo — que são as que vocês veem aqui.
Voltando à pegadinha. Quando vi que ela tinha esse horário de ir ao banheiro, decidi fazer a pegadinha do banheiro com algumas mudanças. Já que ela tava há um mês com a gente, obviamente não ia se enganar de banheiro.
No dia da pegadinha, cheguei bem cedo pra trocar a placa do banheiro feminino da nossa área por uma de masculino. Como eu disse, essa pegadinha era comum, então o pessoal do departamento já sabia que era brincadeira e ignorava as placas. Depois, fui pra sala de reunião que fica em outra área. Essa sala também tem banheiro masculino e feminino, mas a diferença é que são banheiros individuais, tipo os de casa, então só uma pessoa podia usar de cada vez. Nesses banheiros, coloquei placa de feminino nos dois. E como essa sala quase nunca era usada, era difícil alguém notar. No final, na nossa área, tinha dois banheiros masculinos, e na sala de reunião, dois femininos.
Como a Valéria tinha pouco tempo trabalhando lá, ela chegava cedo pra causar uma boa impressão, acho. Então, assim que ela chegou, falei que teve uma mudança temporária nos banheiros, que as mulheres tinham que usar o banheiro da sala de reuniões. Mostrei as placas dos banheiros na nossa área e dei instruções de como chegar até a sala de reuniões.
Lá pelas 8, no horário que ela costumava ir ao banheiro, me aproximei dela.Eu: ei, preciso sair e não sei a que horas vou voltar, tenho uma cópia da sala de reunião, vou deixar contigo caso precise usar o banheiro.
Valéria: muito obrigada!Fui quase correndo pra sala de reunião, tranquei ela com chave, igual um dos dois banheiros que tinha, coloquei a chave por dentro e fechei com a luz acesa pra parecer que tava ocupado.
O objetivo da brincadeira em outros casos era a pessoa entrar no banheiro do sexo oposto e ficar sem graça se visse alguém lá, mas como aqui ninguém mais ia ver a Valéria, tive a ideia de abaixar as calças e sentar no vaso esperando ela abrir a porta e me ver com a pica de fora. Não sei por que pensei que seria uma boa brincadeira, não faz sentido, mas na hora achei que ia ser engraçado.
Enquanto tava sentado esperando de calças arriadas, não conseguia parar de pensar no corpo maravilhoso da Valéria, como a roupa ficava justinha nela. Passava pela minha cabeça a imagem dela se inclinando e mostrando o decote, quando se abaixava pra pegar alguma coisa deixando uma vista gostosa da bunda dela. Minha pica ficou dura igual diamante e comecei a me masturbar, era a primeira vez que fazia isso no trabalho.
Passei mais de meia hora ali e comecei a achar que ela não ia vir. Umas 10 minutos depois, ouvi a porta, finalmente ela tinha chegado. O tempo que ela demorou pra ir da entrada da sala de reunião até a porta do banheiro pareceu uma eternidade, meu coração tava a mil. E quando ela bateu na porta pra ver se tinha alguém, o tempo parou pra mim. Na hora ela abriu a porta. O banheiro tava com a luz apagada, então enquanto ela abria a porta, entrava um feixe de luz da sala de reunião. Num instante a porta tava aberta e eu tava sentado com a pica dura, prestes a gozar, na frente dela. Valéria ficou me olhando uns segundos, fechou a porta e foi embora sem dizer nada.
Por algum motivo, eu esperava uma cena pornô, onde ela começasse a chupar minha pica e a gente transasse. Obviamente, não rolou, e provavelmente ela ia me dedurar pros outros.
Ainda com a pica dura, subi a calça e fui pro meu lugar, esperando meu destino. Irônico que eu, sendo de RH, tivesse feito aquilo.
Ninguém falou nada comigo, não recebi ligações estranhas. Era como se nada tivesse acontecido, só que ela não olhava mais na minha cara. No fim do dia, coloquei as placas dos banheiros direitinho.
No dia seguinte, cheguei cedo de novo pra me desculpar com a Valéria.Eu: Valéria, me desculpa, não sei o que tava pensando, queria fazer uma brincadeira.
Valéria: É a primeira vez que me pregam uma peça dessas.
Eu: Foi muito idiota, por favor me perdoa.
Valéria: Esquece, não vou te denunciar.Fiquei me desculpando por um bom tempo, e depois...Valéria: Quanto tempo você me esperou no banheiro?
Eu: Quase uma hora.
Valéria: Quanto tempo, mas pelo que vi você tava ocupado brincando, né?Não falei nada, fiquei com cara de espantoValéria: E pelo menos você terminou o seu jogo?Fiquei calado, ela soltou uma gargalhada debochada, virou as costas e foi pro lugar dela trabalhar.
Naquele dia mais tarde, no início da hora do descanso pra gente comer, todo mundo começou a sair, eu fui no banheiro mijar antes de ir. Parei no mictório, tirei a rola pra fora e, antes de começar a mijar, ouvi a porta. Na hora, ignorei, mas aí alguém parou atrás de mim e falou no meu ouvido.Então você gozou ou não?. Obviamente era a Valéria.
Quando ela sussurrou isso, fiquei paralisado, senti a respiração dela no meu ouvido e perdi a vontade de mijar. Aí ela, como se soubesse o que tava rolando, pegou no meu pau e disse:Valéria: Perdeu a vontade ou cheguei tarde?Enquanto ela segurava meu pau, ele ficou duro quase na hora e eu comecei a mijar. Ela apontava meu pau pro mictório, mas com a ereção minha urina começou a espirrar e cair fora do mictório. Enquanto eu mijava, ela esfregava meu pau, me masturbava. Sujei a parede, o chão e as mãos dela. Quando terminei de mijar, ela continuou me masturbando, parada atrás de mim. Ela fazia muito bem.
Tentei me virar, mas ela me segurou.Valéria: Quem manda aqui sou eu.Me masturbo por mais um tempo e vou para um dos vasos (os banheiros da nossa área são como os de shoppings, com vários vasos separados), me empurro para dentro de um deles de forma que fico sentado com as calças abaixadas.Valéria: Acaba pra mim.
Eu: O que cê tá dizendo?
Valéria: Ou você se masturba agora, ou eu começo a gritar.Ela estava me chantageando, se vingando da minha brincadeira. Eu obedeci e comecei a me masturbar. Ela pegou o celular e começou a me gravar, me olhando com uma expressão ameaçadora, como se algo ruim fosse acontecer se eu não obedecesse. O corpo gostoso dela deixava minha piroca dura pra caralho, mas o medo do que ela ia fazer me impedia de gozar. Depois de alguns minutos, ela colocou o rosto perto do meu e deixou cair cuspe pra lubrificar minha piroca e eu me masturbar melhor. Depois de quase 10 minutos batendo uma, eu gozei. Saiu bastante porra com muita pressão, respingando no braço dela, que segurava a câmera. Ela pegou uma bola de papel, limpou minha piroca e cuspiu de novo nela.Valéria: Agora é minha vez.Ela abaixou a calcinha sem tirar a saia e montou em mim, acho que me fez gozar pra não gozar dentro dela, pelo menos não tão cedo. Peguei na bunda dela pra movê-la pra cima e pra baixo, mas ela me parou com a mão que tava livre (continuava gravando no modo selfie de cima).Valéria: Quem dá as ordens aqui sou eu.
Eu: Se minha donaFalei isso só pra entrar na brincadeira dela de que ela é quem manda, mas ela não achou graça. Me olhou meio irritada e depois voltou pro que tava fazendo.
Aos poucos, ela foi sentando mais e mais no meu pau, que, mesmo depois de gozar, continuou duro por ter aquela deusa em cima de mim. Depois de sentar completamente devagar, ela se levantou e desceu de novo, começou a cavalgar em mim. A respiração dela acelerou, mas ela ainda não gemia.
Devagar, peguei nas nádegas dela de novo, e dessa vez ela não me impediu. Tava tão focada no sexo que ignorou. Enquanto ela cavalgava e eu apertava a bunda dela, ela me deu um tapa e se levantou. Virou de costas, se inclinou e colocou a raba na minha cara.Valéria: Anda logo!Ela gritou pra mim, queria que eu lambesse enquanto continuava se gravando de selfie.
Comecei a lamber a buceta dela devagar, mas ela pareceu não gostar. Estendeu a mão até minha cabeça, me puxou pelo cabelo com força e enfiou minha cara na bunda dela. O cu dela tava na minha boca, então comecei a lamber. Diferente de quando ela montava em mim, agora eu ouvia gemidos. Usei uma mão pra me masturbar e a outra pra acariciar o clitóris dela, ela não me parou.
De novo, ela sentou no meu pau, dessa vez de costas. Eu tentei penetrar o cu dela, mas nem consegui tentar direito. Com a mão, ela guiou meu pau direto pra buceta dela, enfiou de novo e começou a quicar. Eu tava quase gozando de novo, mas não falei nada, não queria que aquele momento gostoso acabasse. Comecei a agarrar os peitos dela por cima da roupa (ela só tinha tirado a calcinha e levantado a saia). Mesmo ela tentando meio que tirar minhas mãos, acabou apertando elas e cravando as unhas em mim.
Transamos por mais um tempinho, ela montada no meu pau, entre gemidos e o suor escorrendo da lombar dela, passando pelo cu e chegando no meu pau que tava metendo nela. Não aguentei mais, enfiei meu pau o mais fundo que pude e gozei. Ela gemeu mais ao me sentir tão dentro quanto possível, soltando meus fluidos. Acho que ela também gozou, porque se levantou, ficou de joelhos encolhida num canto, e o celular dela, ainda com a câmera ligada, tava no chão. Não sei até que ponto ela continuou gravando. Tentei levantar ela, mas ela não aceitou minha ajuda.Valéria: Veste e fica de boa, não podemos sair juntos.
Eu: Ainda tem tempo do horário de almoço, acho que não tem ninguém aqui.
Valeria: Acabei de gozar! Preciso me limpar.Eu obedeci, saí até do prédio pra pegar um refri na máquina de fora, comprei um pra recuperar as energias. Faltavam uns 20 minutos do intervalo, nunca vi a Valéria sair, então achei que ela tinha ficado no escritório. Quando entrei junto com o pessoal que tava chegando, ela não estava. Dei uma olhada no banheiro, mas também não. Ela não voltou pelo resto do dia, nem nos dias seguintes.
Meus colegas que ligaram pra ela pedindo pra se apresentar disseram que o número de celular que ela deixou (e o único) não dava linha, tinham o endereço dela, mas por causa do pouco tempo que ela ficou no escritório, optaram por dar baixa. Claro que eu poderia investigar o endereço dela e ir atrás, mas preferi não me meter numa puta enrascada, então fico só com a lembrança gostosa de ter conhecido ela.
Joseph trabalha numa fábrica ou maquila (como preferir), mas ele fica no setor de RH. É uma área meio grande, porque além do pessoal de RH, tem funcionários de outros setores administrativos lá. Uns meses atrás, uma garota nova começou a trabalhar lá: Valéria. Uma mina muito bonita à primeira vista, mas o que mais chama atenção é o corpo dela. Claramente é daquelas que vive na academia, roubando todos os olhares — e foi exatamente isso que aconteceu no trampo do Joseph. Todo mundo virou pra olhar ela. Julguem vocês mesmos.
*Para ter mais fluidez na história, vou contar como se eu fosse meu amigo Joseph*Claro, nem deu um minuto e todos nós, caras do departamento, corremos pra saudar ela, nos apresentar, dar as boas-vindas, oferecer ajuda com tudo e, claro, dar uma olhada de perto.Como era de se esperar, a Valéria era uma bonequinha feita à mão: um olhar "doce" mas provocante, uma voz com um tom lindo (nem muito grave nem muito agudo), cada linha do corpo dela era perfeita, a roupa vestia como uma luva de látex que, mesmo com roupa, dava pra saber exatamente como ela era pelada, e até o cheiro que o corpo dela exalava ativava os instintos mais primitivos da gente. Uma mulher perfeita.
Mesmo que todos nós estivéssemos loucos por ela (tanto os solteiros quanto os casados), começamos a tratar ela como "uma mina qualquer", talvez porque não quiséssemos parecer desesperados, mas ao mesmo tempo fazíamos favores pra chamar a atenção dela, coisa que a gente nem sabia se surtia algum efeito.
Não sabíamos se ela era solteira, casada, mãe ou se morava sozinha, só tínhamos alguns dados como o nome e a idade (26), que tinha terminado uma faculdade de administração e mais algumas informações básicas.
A gente tem a tradição de fazer brincadeiras com os novatos, como pedir pra eles solicitarem algum documento inútil em outro prédio da maquiladora, avisar de reuniões falsas e outras coisas, brincadeiras bem inocentes. Mas tinha uma brincadeirinha que a gente fazia entre os homens, que era trocar as placas dos banheiros pra eles entrarem no feminino.
Ninguém quis fazer brincadeiras com a Valéria no começo, porque queriam tratar ela de um jeito especial, mas com o tempo a gente foi fazendo umas brincadeiras inocentes, até que um dia eu resolvi fazer a do banheiro com ela, coisa que a gente nunca tinha feito com nenhuma mina porque podia dar problema se fôssemos acusados. Mas a Valéria me dava confiança suficiente pra fazer uma brincadeira dessas e, em vez de ficar puta, ela acabasse rindo.
Enquanto planejava qual pegadinha fazer com ela, fiquei observando pra ver o que poderia ser adequado. Na perfeição total dela, notei uma coisa: todo dia ela ia ao banheiro num certo horário, entre 8 e 9 da manhã. Acho que por causa da rotina de tomar shakes de proteína e beber muita água, ela criou esse hábito de ir ao banheiro nesse horário. Reparei também que ela nunca bloqueava o computador, o que foi muito útil pra esse post.Um dia, me ofereci pra ajudar com um trabalho. Pra isso, me conectei ao computador dela com o meu usando o TeamViewer, mas ela nunca mudou a senha. Então, assim que ela se levantou, me conectei rapidinho no computador dela, entrei no Google Fotos e compartilhei algumas fotos comigo mesmo — que são as que vocês veem aqui.
Voltando à pegadinha. Quando vi que ela tinha esse horário de ir ao banheiro, decidi fazer a pegadinha do banheiro com algumas mudanças. Já que ela tava há um mês com a gente, obviamente não ia se enganar de banheiro.
No dia da pegadinha, cheguei bem cedo pra trocar a placa do banheiro feminino da nossa área por uma de masculino. Como eu disse, essa pegadinha era comum, então o pessoal do departamento já sabia que era brincadeira e ignorava as placas. Depois, fui pra sala de reunião que fica em outra área. Essa sala também tem banheiro masculino e feminino, mas a diferença é que são banheiros individuais, tipo os de casa, então só uma pessoa podia usar de cada vez. Nesses banheiros, coloquei placa de feminino nos dois. E como essa sala quase nunca era usada, era difícil alguém notar. No final, na nossa área, tinha dois banheiros masculinos, e na sala de reunião, dois femininos.
Como a Valéria tinha pouco tempo trabalhando lá, ela chegava cedo pra causar uma boa impressão, acho. Então, assim que ela chegou, falei que teve uma mudança temporária nos banheiros, que as mulheres tinham que usar o banheiro da sala de reuniões. Mostrei as placas dos banheiros na nossa área e dei instruções de como chegar até a sala de reuniões.Lá pelas 8, no horário que ela costumava ir ao banheiro, me aproximei dela.Eu: ei, preciso sair e não sei a que horas vou voltar, tenho uma cópia da sala de reunião, vou deixar contigo caso precise usar o banheiro.
Valéria: muito obrigada!Fui quase correndo pra sala de reunião, tranquei ela com chave, igual um dos dois banheiros que tinha, coloquei a chave por dentro e fechei com a luz acesa pra parecer que tava ocupado.
O objetivo da brincadeira em outros casos era a pessoa entrar no banheiro do sexo oposto e ficar sem graça se visse alguém lá, mas como aqui ninguém mais ia ver a Valéria, tive a ideia de abaixar as calças e sentar no vaso esperando ela abrir a porta e me ver com a pica de fora. Não sei por que pensei que seria uma boa brincadeira, não faz sentido, mas na hora achei que ia ser engraçado.
Enquanto tava sentado esperando de calças arriadas, não conseguia parar de pensar no corpo maravilhoso da Valéria, como a roupa ficava justinha nela. Passava pela minha cabeça a imagem dela se inclinando e mostrando o decote, quando se abaixava pra pegar alguma coisa deixando uma vista gostosa da bunda dela. Minha pica ficou dura igual diamante e comecei a me masturbar, era a primeira vez que fazia isso no trabalho.
Passei mais de meia hora ali e comecei a achar que ela não ia vir. Umas 10 minutos depois, ouvi a porta, finalmente ela tinha chegado. O tempo que ela demorou pra ir da entrada da sala de reunião até a porta do banheiro pareceu uma eternidade, meu coração tava a mil. E quando ela bateu na porta pra ver se tinha alguém, o tempo parou pra mim. Na hora ela abriu a porta. O banheiro tava com a luz apagada, então enquanto ela abria a porta, entrava um feixe de luz da sala de reunião. Num instante a porta tava aberta e eu tava sentado com a pica dura, prestes a gozar, na frente dela. Valéria ficou me olhando uns segundos, fechou a porta e foi embora sem dizer nada.
Por algum motivo, eu esperava uma cena pornô, onde ela começasse a chupar minha pica e a gente transasse. Obviamente, não rolou, e provavelmente ela ia me dedurar pros outros.Ainda com a pica dura, subi a calça e fui pro meu lugar, esperando meu destino. Irônico que eu, sendo de RH, tivesse feito aquilo.
Ninguém falou nada comigo, não recebi ligações estranhas. Era como se nada tivesse acontecido, só que ela não olhava mais na minha cara. No fim do dia, coloquei as placas dos banheiros direitinho.
No dia seguinte, cheguei cedo de novo pra me desculpar com a Valéria.Eu: Valéria, me desculpa, não sei o que tava pensando, queria fazer uma brincadeira.
Valéria: É a primeira vez que me pregam uma peça dessas.
Eu: Foi muito idiota, por favor me perdoa.
Valéria: Esquece, não vou te denunciar.Fiquei me desculpando por um bom tempo, e depois...Valéria: Quanto tempo você me esperou no banheiro?
Eu: Quase uma hora.
Valéria: Quanto tempo, mas pelo que vi você tava ocupado brincando, né?Não falei nada, fiquei com cara de espantoValéria: E pelo menos você terminou o seu jogo?Fiquei calado, ela soltou uma gargalhada debochada, virou as costas e foi pro lugar dela trabalhar.
Naquele dia mais tarde, no início da hora do descanso pra gente comer, todo mundo começou a sair, eu fui no banheiro mijar antes de ir. Parei no mictório, tirei a rola pra fora e, antes de começar a mijar, ouvi a porta. Na hora, ignorei, mas aí alguém parou atrás de mim e falou no meu ouvido.Então você gozou ou não?. Obviamente era a Valéria.
Quando ela sussurrou isso, fiquei paralisado, senti a respiração dela no meu ouvido e perdi a vontade de mijar. Aí ela, como se soubesse o que tava rolando, pegou no meu pau e disse:Valéria: Perdeu a vontade ou cheguei tarde?Enquanto ela segurava meu pau, ele ficou duro quase na hora e eu comecei a mijar. Ela apontava meu pau pro mictório, mas com a ereção minha urina começou a espirrar e cair fora do mictório. Enquanto eu mijava, ela esfregava meu pau, me masturbava. Sujei a parede, o chão e as mãos dela. Quando terminei de mijar, ela continuou me masturbando, parada atrás de mim. Ela fazia muito bem.
Tentei me virar, mas ela me segurou.Valéria: Quem manda aqui sou eu.Me masturbo por mais um tempo e vou para um dos vasos (os banheiros da nossa área são como os de shoppings, com vários vasos separados), me empurro para dentro de um deles de forma que fico sentado com as calças abaixadas.Valéria: Acaba pra mim.
Eu: O que cê tá dizendo?
Valéria: Ou você se masturba agora, ou eu começo a gritar.Ela estava me chantageando, se vingando da minha brincadeira. Eu obedeci e comecei a me masturbar. Ela pegou o celular e começou a me gravar, me olhando com uma expressão ameaçadora, como se algo ruim fosse acontecer se eu não obedecesse. O corpo gostoso dela deixava minha piroca dura pra caralho, mas o medo do que ela ia fazer me impedia de gozar. Depois de alguns minutos, ela colocou o rosto perto do meu e deixou cair cuspe pra lubrificar minha piroca e eu me masturbar melhor. Depois de quase 10 minutos batendo uma, eu gozei. Saiu bastante porra com muita pressão, respingando no braço dela, que segurava a câmera. Ela pegou uma bola de papel, limpou minha piroca e cuspiu de novo nela.Valéria: Agora é minha vez.Ela abaixou a calcinha sem tirar a saia e montou em mim, acho que me fez gozar pra não gozar dentro dela, pelo menos não tão cedo. Peguei na bunda dela pra movê-la pra cima e pra baixo, mas ela me parou com a mão que tava livre (continuava gravando no modo selfie de cima).Valéria: Quem dá as ordens aqui sou eu.
Eu: Se minha donaFalei isso só pra entrar na brincadeira dela de que ela é quem manda, mas ela não achou graça. Me olhou meio irritada e depois voltou pro que tava fazendo.
Aos poucos, ela foi sentando mais e mais no meu pau, que, mesmo depois de gozar, continuou duro por ter aquela deusa em cima de mim. Depois de sentar completamente devagar, ela se levantou e desceu de novo, começou a cavalgar em mim. A respiração dela acelerou, mas ela ainda não gemia.
Devagar, peguei nas nádegas dela de novo, e dessa vez ela não me impediu. Tava tão focada no sexo que ignorou. Enquanto ela cavalgava e eu apertava a bunda dela, ela me deu um tapa e se levantou. Virou de costas, se inclinou e colocou a raba na minha cara.Valéria: Anda logo!Ela gritou pra mim, queria que eu lambesse enquanto continuava se gravando de selfie.
Comecei a lamber a buceta dela devagar, mas ela pareceu não gostar. Estendeu a mão até minha cabeça, me puxou pelo cabelo com força e enfiou minha cara na bunda dela. O cu dela tava na minha boca, então comecei a lamber. Diferente de quando ela montava em mim, agora eu ouvia gemidos. Usei uma mão pra me masturbar e a outra pra acariciar o clitóris dela, ela não me parou.
De novo, ela sentou no meu pau, dessa vez de costas. Eu tentei penetrar o cu dela, mas nem consegui tentar direito. Com a mão, ela guiou meu pau direto pra buceta dela, enfiou de novo e começou a quicar. Eu tava quase gozando de novo, mas não falei nada, não queria que aquele momento gostoso acabasse. Comecei a agarrar os peitos dela por cima da roupa (ela só tinha tirado a calcinha e levantado a saia). Mesmo ela tentando meio que tirar minhas mãos, acabou apertando elas e cravando as unhas em mim.
Transamos por mais um tempinho, ela montada no meu pau, entre gemidos e o suor escorrendo da lombar dela, passando pelo cu e chegando no meu pau que tava metendo nela. Não aguentei mais, enfiei meu pau o mais fundo que pude e gozei. Ela gemeu mais ao me sentir tão dentro quanto possível, soltando meus fluidos. Acho que ela também gozou, porque se levantou, ficou de joelhos encolhida num canto, e o celular dela, ainda com a câmera ligada, tava no chão. Não sei até que ponto ela continuou gravando. Tentei levantar ela, mas ela não aceitou minha ajuda.Valéria: Veste e fica de boa, não podemos sair juntos.
Eu: Ainda tem tempo do horário de almoço, acho que não tem ninguém aqui.
Valeria: Acabei de gozar! Preciso me limpar.Eu obedeci, saí até do prédio pra pegar um refri na máquina de fora, comprei um pra recuperar as energias. Faltavam uns 20 minutos do intervalo, nunca vi a Valéria sair, então achei que ela tinha ficado no escritório. Quando entrei junto com o pessoal que tava chegando, ela não estava. Dei uma olhada no banheiro, mas também não. Ela não voltou pelo resto do dia, nem nos dias seguintes.
Meus colegas que ligaram pra ela pedindo pra se apresentar disseram que o número de celular que ela deixou (e o único) não dava linha, tinham o endereço dela, mas por causa do pouco tempo que ela ficou no escritório, optaram por dar baixa. Claro que eu poderia investigar o endereço dela e ir atrás, mas preferi não me meter numa puta enrascada, então fico só com a lembrança gostosa de ter conhecido ela.
2 comentários - A nova funcionária gostosa