A quente com a Precep (1/4)

-Relato Próprio- !!!!REPOSTADO!!!! POR CULPA DO "ACEBY" VOU PARAR DE POSTAR RELATOS E SE POSTAR, VOU FAZER QUANDO EU QUISER, ENTÃO SE QUEREM XINGAR ALGUÉM, XINGUEM ELE. Na Escola/Colégio/Instituto todos ou quase todos temos ou tivemos uma professora ou, neste caso, uma preceptora que nos enlouquece ao vê-la andar com um corpo esbelto e excitante. (Pra quem não sabe, "Preceptora/Precep" é uma pessoa que trabalha na escola fazendo chamada/faltas e presenças dos alunos). Bom, estávamos eu e um amigo, os dois com quase a mesma idade, cursando o Ensino Médio. Quando voltamos das férias de verão, a gente comentava que esse ano ia cair a "Maru" (Maria Julieta Z.) como preceptora. Nunca tivemos ela, mas já conhecíamos de ver nos recreios e cruzar com ela na saída da escola. Ela é alta, 1,80m descalça (sem salto), mais ou menos, magra, mas grandona e esbelta. O que mais chamava a atenção e enlouquecia a gente e todos os alunos da escola que a conheciam era a bunda/rabo grande e gordo dela. Ela não tinha peitos tão grandes, mas não dava pra dizer que eram pequenos. Pra ser um pouco mais gráfico, as medidas dela seriam 75, 82, 105/110. Cabelo castanho puxando pro loiro até a metade das costas, 27 anos. Eu e meu amigo éramos garotos normais, altura normal, 1,75m a 1,80m, éramos magros mas com uma barriguinha, só um pouco. Eu um pouco mais que ele, pele branca, ele é mais pálido. Sabendo que a gente ia ter que ver a "Precep" "Maru" todo dia de manhã e de tarde, começamos a conversar e elogiar o corpo dela, embora a parte que mais elogiávamos fosse a bunda dela. Já era algo que nos provocava, ainda mais a gente que tinha 15/16 anos e nunca tinha transado com ninguém. Então a gente conversou até passar o tempo e ter que ir cada um pra sua casa. Nos despedimos e fomos embora. O tempo passou e as aulas começaram. Cruzei com meu amigo a alguns metros da escola e a gente conversou um pouco, depois ficamos em silêncio... Pra... Pra quebrar o gelo, falei: —Uuuh, hoje a gente vai ter que ver a bunda gostosa da "Precep" Maru. — Ele sorriu e confessou que tava morrendo de vontade de comer ela, e eu confirmei: —Óbvio, quem não ia? — E a gente continuou conversando e alongando o assunto. Quando a gente tava chegando, não tinha ninguém, ou pelo menos quase ninguém, e depois lembramos que a gente tinha mania de chegar cedo sem perceber. Entre os inspetores e professores do colégio, essa era nossa "fama": éramos os dois loucos que sempre chegavam 20 ou 30 minutos antes de entrar. Como a gente tava meio excitado com a conversa que teve sobre a "Precep", do jeito que ela é e o que a gente faria se tivesse a chance de transar com ela, decidimos ir pra Preceptoria (o lugar da escola onde os inspetores e professores descansam), pensando em encontrá-la no caminho. Quando chegamos, não tinha ninguém, mas as coisas dos outros estavam lá (por exemplo: mochilas, bolsas, carteiras e casacos pendurados nas cadeiras). A gente andou um pouco por lá, soltando uns comentários sem graça, e vimos uns saltos pretos. Achamos estranho. Quando a gente tava quase saindo pela porta, ela deu de cara com a gente. Tava linda, cabelo solto, um moletom/blusa justa que marcava a silhueta e uma calça jeans azul que destacava perfeitamente aquela bunda grande, carnuda e redonda que enlouquecia a gente, e os pés descalços, brancos, com uma aparência macia. Ela sorriu pra gente e deu um beijo a uns 3 ou 4 cm dos lábios, entrou apressada enquanto arrumava umas pastas e folhas soltas, calçou aqueles saltos e a gente trocava uns comentários de que ela ia ser nossa Preceptora. Depois, ela pediu desculpas por a gente ter encontrado ela assim, meio informal, porque tava arrumando umas plantas no pátio e no jardim da escola e, como não tinha ninguém, aproveitou pra tirar os saltos. Nessa hora, tocou o sinal pra entrar na sala e, como não tinha ninguém na... Preceptoria, a gente decidiu ajudar ela e, quando tinha oportunidade, a gente olhava com um olhar cheio de tesão. Quando terminamos de ajudar, ela agradeceu com um sorriso lindo. A gente tentou se fazer de esperto e falou: — A gente ajuda com o resto? — aí ela respondeu sorrindo, com uma risadinha leve: — Não, não, vocês têm que ir pra aula — enquanto nos levava até a porta. Depois, entramos na nossa sala de aula e cumprimentamos os outros colegas e amigos. Depois de um tempo ouvindo a aula, ela chegou um pouco mais arrumada e com o rosto recém-lavado, porque como estava arrumando o pátio, organizando e colocando plantas, tinha um pouco de terra. Quando ela entrou, a maioria, mais tarados que a gente, cumprimentou ela com um beijo e um abraço leve, junto com boas-vindas e parabéns por ser nossa Preceptora. Eu e meu amigo ficamos meio putos de ver como abraçavam ela, enquanto a gente, que era mais na nossa, só cumprimentava com palavras ou um beijo no rosto. Quando terminaram de cumprimentar, ela começou a chamar a lista de presença e falta, meio ofegante mas sorrindo, apoiando uma mão na nossa mesa e com a outra anotando quem veio e quem faltou. Eu e ele acabamos vendo um pouco do decote dela, o que a gente não queria olhar muito pra ela não perceber. Enquanto ela chamava a lista, a gente viu como cada colega que entrava ficava olhando fixamente enquanto ia pro lugar, pro rabo dela, que era uma beleza de ver. A gente ficou com uma inveja boa de como conseguiram ver aquele rabão enorme. Quando ela terminou, se retirou e cumprimentou todo mundo, mas pra nós dois ela sorriu, e a gente sorriu de volta. Depois, percebi que tinha umas gotas na mesa e na minha pasta; imaginei que era por ela ter lavado o rosto e limpo um pouco a roupa. Não me importei muito, porque já tinha visto ela com gotas de água no rosto e na roupa. Passou uns minutos e, baixinho, falaram: — A Precep com certeza acabou de dar uma trepada por aí, viram que Ela estava agitada e molhada, levaram toda a porra (sêmen/leite) e ela não teve tempo de se limpar — o que eu não acreditava, porque não tinha passado muito tempo desde que estávamos na Preceptoria até agora, então não teria dado tempo. Mas aquela imagem de ver ela com toda a porra na cara me deixou bem excitado. Depois comentei isso com meu amigo, e pensávamos igual; era algo excitante imaginá-la assim, e ele também confirmou o mesmo. Depois continuamos a aula até tocar o sinal do recreio/descanso. Enquanto todo mundo saía pra fora, nós ficamos conversando. Quando todos foram embora, meu amigo me pergunta: — Imagina como seria foder com ela? Tocar aquele corpo gostoso. Se você tivesse a oportunidade de ficar com ela, com que roupa você gostaria que ela estivesse? — Rindo um pouco, eu disse: — Pelada/nua — e depois confirmei. Aí eu pergunto: — E você? — Ele me diz: — De colegial (uma camisa branca e uma saia curta), igual a roupa que usam nos vídeos de hentai, ou com um vestido completo de látex preto. Eu sempre tive interesse ou fetiche por pés de mulher (sempre falando que sejam saudáveis, limpos e bonitos), então perguntei o que ele achava dos pés dela, já que me veio à mente vê-la descalça na Preceptoria. Ele responde: — Os pés dela são bonitos sim. A conversa se estendeu, perguntando e falando mais sobre como gostaríamos de fazer com ela se estivéssemos juntos. O tempo passou e terminou a hora da aula. Antes de sair, ela chega e nos comunica que no outro dia íamos fazer um evento pelo primeiro dia de aula, só que não deu porque não tinha lugar. Terminou de falar isso e fomos cada um pra casa. No outro dia, como sempre, encontrei meu amigo a alguns metros da escola e começamos a conversar. Só que dessa vez tínhamos em mente como nossos colegas tinham abraçado e beijado a Preceptora, então meu amigo propôs ganhar mais confiança com ela, até mais do que nossos colegas mostraram ontem. Tinham com ela. Achei estranho ela falar isso, já que era tão tranquilo, então perguntei:
— Tem certeza?
E ela respondeu firmemente, franzindo um pouco a testa:
— Óbvio, cê não viu como abraçavam e beijavam ela, e a gente só fala "Bom dia" ou "Tchau" e uma ou outra pergunta sobre alguma matéria? E olha que ela nos conhece mais.
Aí eu concordei com a cabeça, dizendo que sim, porque como a gente sempre chegava mais cedo, ela olhava pra gente, ou seja, nos conhecia um pouco mais. Então decidimos fazer isso...

1 comentários - A quente com a Precep (1/4)

Edita y cambia la edad xd ya me paso que me borren post por ser relato de -18 😉