Mi cuñada la caliente

E aí, meus queridos leitores, vou contar pra vocês sobre aquela vez que, por obra do destino, tive a chance de apalpar a minha cunhada e consegui fazer ela gozar na calcinha de renda dela.
Vou descrever rapidinho minha cunhada. Ela é baixinha perto de mim, morena, rosto bonito, uns lábios grossos e carnudos. É um pouco cheinha, no ponto de ser gordinha gostosa. Tem uns peitos enormes e firmes, e uma raba de tirar o sono. Tanto os peitos quanto a bunda são proporcionais ao corpo dela.
Tudo aconteceu em dezembro do ano passado, na noite de Natal. Naquele dia, marquei com minha namorada de ir a uma confraternização com algumas amigas do trabalho dela. Como minha namorada não é do mesmo estado que eu, não pude dizer não; já que não queria que ela ficasse deprimida naquele dia por não ter a família por perto. Por outro lado, não imaginei que minha cunhada também fosse aparecer nessa festa. Combinamos um horário, passei na casa das duas e fomos direto pra festa.
Já sabe, na festa não podia faltar a bebida, então eu já fui preparado. Comprei duas garrafas de Torres 10, porque nós três somos loucos por conhaque. Começamos a beber todo mundo animado, jantamos e dançamos. Como minha cunhada não tem namorado, tive o prazer de dançar várias músicas com ela, já que quando minha namorada não queria dançar, eu tirava ela pra dançar.
Chegou a hora de cair fora da festa por dois motivos: um é que minha mina já tava meio tonta, porque o álcool já tinha batido nela, e o outro é que já tava tarde e a maioria dos amigos já tinha ido embora. Na casa da minha mina, me chamaram pra entrar, dizendo que a gente podia continuar bebendo lá, e eu topei. Conforme o tempo passava, nós três ficávamos cada vez mais bêbados. Minha mina foi a primeira a cair, apagou na mesa. Eu tinha ido no banheiro e, quando voltei, vi minha cunhada inclinada, cochichando no ouvido da irmã dela. Nessa posição, consegui ver que da calça dela aparecia uma calcinha preta de renda, que mais tarde eu descobriria que era uma fio dental. Esse espetáculo me deixou a mil, meu pau subiu na hora. Cheguei mais perto e perguntei pra minha cunhada o que ela tava tentando fazer com a minha mina. Ela respondeu que ia levar ela pro quarto pra descansar melhor. Aí, rapidão, me ofereci pra ajudar. Com dificuldade, levantamos ela e, pra evitar que caísse, falei pra gente ficar um de cada lado e cruzar os braços — isso ajudaria a segurar ela e dar mais estabilidade pra gente, já que também estávamos tontos. Nesse momento de cruzar os braços, sem querer, acabei roçando um dos peitos dela, mas como a gente tava carregando a irmã, focamos em não deixar ela cair, então ela nem ligou, porque foi sem querer.
Como deixamos ela na cama, completamente anestesiada pelo álcool, saímos do quarto e fomos pra mesa continuar bebendo nós dois, batendo papo com minha cunhada sobre um assunto e outro. Chegou um ponto em que perguntei por que ela não tinha namorado, e ela me respondeu que tinha sim, mas que não podia apresentar ele pra gente ainda. Em confiança e em segredo, ela me disse que era um homem casado, motivo pelo qual não podia se dar ao luxo de sair nem de andar de mãos dadas, como se diz. Então me pediu pra não contar nada pra irmã dela. A única coisa que respondi foi que meu peito era cofre, que ela não se preocupasse, que o segredo dela tava seguro comigo.
De novo levantei pra ir no banheiro e quando voltei encontrei minha cunhada com os olhos cheios de lágrima e um olhar triste. Perguntei se tava tudo bem e ela me disse que o namorado começou a mandar fotos dele curtindo com a família, e isso deu uma saudade danada nela, porque ela também queria que ele convivesse assim com ela, mas infelizmente na maioria das vezes que se viam era só pra satisfazer as necessidades sexuais dele, ou seja, era só pra transar. Eu, como bom cunhado, peguei na mão dela e falei que podia desabafar à vontade, que eu ia ouvir e, se desse, até um conselho eu daria.
Acho que o álcool ajudou ela a abrir o coração e desabafar tudo que tava guardado, porque ela continuou chorando. Mas como eu vi que ela já tava mais bebida e a garrafa quase no fim, falei que o melhor era eu ir embora e a gente se via depois. Ela só pediu pra eu acompanhar ela até o quarto, porque tava muito tonta e não queria cair. Levantei e levei ela até o quarto — como eu disse, ela é bem mais baixinha, então tive que me abaixar pra caramba pra passar o braço dela no meu pescoço. Nessa posição, minha cabeça e meu olhar ficaram na altura dos peitões enormes dela, e isso me deu outra ereção, porque sou muito fetichista em mulher peituda.

Já no quarto, só sentei ela na beira da cama. Quando fiz isso, o rosto dela ficou na altura da minha cintura e ela não conseguiu evitar de olhar pra ereção que ela mesma tinha causado em mim. Ela perguntou se tava tudo bem e o que tinha passado na minha cabeça pra acontecer aquilo. Eu só sorri e, com voz bem baixinha, falei que o álcool tinha feito isso, que o conhaque me deixa com tesão. Ela me olhou e disse que comigo já eram duas pessoas que ficam no pique com conhaque. Fiquei sem graça e sem saber o que dizer, só me virei pra sair do quarto e ir embora de casa. Mas antes de sair, ela segurou meu braço e deu um puxão pra eu virar. Na hora que virei, ela me agarrou pela cabeça e me deu um beijo. Disse que só ia me recompensar pelo que eu tinha feito por ela e pela irmã dela, ou seja, minha namorada. Ela me levou até a cama, deitou, e eu caí do lado dela. Ali, a primeira coisa que fiz foi me atracar nos peitões enormes dela, que eram bem duros e firmes. Pensei que, pelo tamanho, fossem ser moles e que o sutiã segurava eles pra cima, mas não é assim, porque eu conferi com minhas mãos habilidosas. Tirei a blusa e o sutiã dela num piscar de olhos, deixei os peitos dela de fora e beijei eles. Eu massageava, mordia e me perdia neles. Eu, por minha vez, parecia um bebê mamando, já que não me separava deles. Não perdia tempo: com minhas mãos, comecei a percorrer o corpo dela até chegar na pussy. Antes de chegar lá, comecei a sentir o calor dela. A pussy dela pedia aos gritos para ser tomada. Ela, por sua vez, acariciava meu pau por cima da calça. Quem tomou a iniciativa foi ela, porque queria ver ele de fora. Então, ela desabotoou meu cinto e minha calça, puxou ele pra fora e começou a massagear meu pau. Ela tinha muita experiência: retraía todo o prepúcio até deixar só a cabeça à mostra. Nessa hora, já tinha saído um pouco de lubrificante do meu pau, mas ela, pra dar mais lubrificação, cuspiu no meu pau e continuou a massagem. Enquanto isso, mordia o lábio inferior, sinal de que estava muito excitada. Isso só fez com que eu ficasse igual ou mais excitado que ela.

Por mim, também aproveitei pra desabotoar a calça dela e enfiar a mão na buceta dela. Antes, acariciei por cima da calcinha, mas como o espaço entre o corpo dela e a calça era muito pequeno — já que a roupa ficava bem justa por causa da bunda enorme e das coxas grossas que ela tem —, o que fiz foi puxar a calça um pouco pra baixo, pra ter mais espaço pra dedar ela e observar melhor a buceta dela, com uma linha de pelos pubianos, lábios vaginais grandes e inchados de tão excitada que tava. Quando enfiei a mão por baixo da calcinha e tive contato direto com a buceta dela, ela soltou um gemido que quase fez eu gozar nas mãos dela. Nessa altura, ela já tava ensopada com os próprios fluidos vaginais, não precisei me esforçar muito; só fiquei brincando com os dedos na boceta molhada dela. Daí a pouco, ela soltou um suspiro bem longo e eu senti ela gozar — saiu bastante líquido quente. Foi tanto líquido que a calcinha dela ficou toda molhada. Eu, por outro lado, ainda não tinha conseguido gozar. Ela ficou tão relaxada depois de gozar, e por causa das bebidas que a gente tinha tomado, que enquanto eu tava batendo uma punheta, ela acabou dormindo com meu pau nas mãos dela. O que eu fiz foi virar ela de lado pra observar aquela bunda enorme que ameaçava rasgar a calcinha fio-dental de renda que ela tava usando. Dei umas palmadas nela e saí do quarto, mas antes vesti a calça e fechei o cinto. Espiei o quarto da minha namorada e ela continuava dormindo, não percebeu nada do que tinha rolado no quarto da irmã dela.
Fui pra sala, me deitei no sofá maior e comecei a ver pornô batendo uma bronha, porque de um jeito ou de outro eu tinha que tirar o veneno. Não consegui evitar levar os dedos à boca pra sentir o gosto dos sucos da buceta da minha cunhada. Fazendo isso, consegui gozar uma porrada de porra que deixei toda espalhada no sofá da sala da minha namorada. Não quis transar com ela porque tava muito bebida e assim não dá pra aproveitar direito, e também porque tava com o cheiro do perfume da irmã dela na minha camisa e o que menos queria era que ela fosse questionar o motivo do cheiro.Bem cedinho eu levantei e fui pra minha casa. Quando cheguei, entrei no banho, com a água quentinha, bati mais uma punheta lembrando do momento que acariciei a buceta enorme da minha cunhada. Já no fim da tarde, voltei pra casa da minha namorada. Nós três agíamos como se nada tivesse acontecido. Minha cunhada sorria pra mim, como que me agradecendo por ter feito ela molhar a calcinha e a cama dela. Não perco a esperança de conseguir algo mais com ela, só depende da gente dois querer. Tudo isso ficou em segredo entre eu e minha cunhada.

2 comentários - Mi cuñada la caliente