Conhecendo um Casal - O Marido Primeiro

Sempre gostei de olhar pra mulher dos outros e vivia fantasiando em comer elas, mas era só isso, uma fantasia que nunca achei que fosse realizar. Ficava em vários chats procurando gente com desejos opostos aos meus, que curtissem exibir as mulheres e fantasiar um pouco.

Uns só queriam mostrar, outros já falavam que queriam ver elas sendo comidas, uns diziam que queriam estar presentes e outros, pelo contrário, não estar e ela contar depois. Bom, quem já conhece o assunto sabe, é um tesão danado, não importa a opção que você escolha.

O negócio é que num desses dias, conheci o Carlos, da mesma cidade que eu, que me contou que a mulher dele já sabia da condição dele de corno manso, e embora já tivessem ficado com um cara que ele conheceu igual a mim, a parada não foi tudo que ela esperava e ela já tinha desistido, então, pelo que eu sabia, no começo o Carlos só queria alguém pra trocar umas ideias safadas.

A gente conversava bastante e foi criando intimidade. Ele foi me mostrando fotos do corpo da mulher sem rosto no começo, uma loira baixinha de 1,65 (eu tenho 1,70, então achei o tamanho perfeito pra mim) chamada Lidia, com uns peitos lindos e uma bunda deliciosa que me deixava louco só de ver na foto. Conforme a gente foi conversando e ficando mais à vontade, ele começou a sugerir a possibilidade de a gente se encontrar um dia, ver as fotos ao vivo e eu poder bater uma na frente dele.

Cada vez que a gente conversava, o papo ficava mais quente. Um dia, o Carlos me perguntou se eu já tinha batido uma na frente de outro cara. No começo, a ideia não me agradou, não era o que eu tava procurando, mas quanto mais ele falava nisso e mais fotos da mulher dele me mostrava, mais tesão eu sentia em pelo menos tentar uma vez. Por que não? pensei comigo.

No fim de semana, só uns dias depois, ele me mandou um WhatsApp:

- Esse fim de semana tô sozinho em casa, então se quiser ver ela ao vivo, a gente pode se encontrar.
- Claro, adoraria!

Não vou mentir pra ninguém. ninguém pode dizer que eu não tava cagado de medo, eu tinha confiança por todas as vezes que a gente tinha conversado, mas vocês sabem como é, talvez pessoalmente fosse diferente, ou não fosse como os dois esperavam, bom, vocês podem imaginar todas as dúvidas que vêm na cabeça da gente, mas imagino que ele também tava na mesma. E se a gente já se conhecesse? Eu teria surtado, uff, tentei não pensar muito nisso porque senão acho que nunca daria esse primeiro passo (mas necessário).

O fato é que finalmente aceitei, ele me passou o endereço da casa dele e fui conhecê-lo. A primeira impressão foi boa, era como eu esperava, um cara legal que adorava exibir a mulher dele e eu que adorava olhar pra ela... genial!! Já tínhamos contado como éramos fisicamente, então não teve surpresa. No fim das contas, íamos aproveitar a mulher dele!!!

Ele me ofereceu uma bebida e ficamos um tempinho conversando sobre tudo, e ele me mostrou um tour pela lingerie da mulher dele, destacando as calcinhas que ela mais gostava de usar. Até que finalmente surgiu o assunto que me levou até lá, que não era outro senão ver a linda esposa dele. Ele ligou o notebook e começou a passar as fotos, vestida no começo e cada vez com menos roupa, no final, quando ele mostrou as nuas, eu já tava a mil.

Posso jurar que não lembro o motivo, acho que os dois estavam meio sem graça, mas eu não cheguei a tirar a rola pra fora da calça naquele momento, terminamos a bebida e nos despedimos até outra ocasião, não sem antes dizer o quanto eu tinha gostado da mulher dele. Acho que os dois ficaram com vontade de mais, então durante a tarde continuamos conversando pelo whatsapp sobre o que a gente gostaria de ter feito e não teve coragem.

Eu tinha naquela mesma noite um jantar com uns amigos, aproveitando que minha mulher tinha viajado no fim de semana. Durante o jantar, continuei conversando com Carlos pelo whatsapp e lamentando não ter feito algo a mais, a gente tinha perdido a oportunidade e eu não sabia quando poderia voltar a se encontrar. Ele me disse pra ir depois do jantar de novo na casa dele, pra ver se dessa vez a gente dava um passo a mais. Não precisei ouvir muito mais, assim que terminei de jantar, falei pros meus amigos que tava cansado e que ia dormir. Peguei o carro e apareci na casa dele em uns 15 minutos.

Dessa vez sim, a gente conversou desde o começo sobre a mulher dele, sem rodeios, e ele pegou o notebook de novo. Sentamos no sofá e, enquanto ele passava as fotos, eu ia passando a mão no meu pau por cima da calça, até que no final tava duro e falei que ia tirar ele pra continuar me masturbando.

Ele não se importou, muito pelo contrário, tava morrendo de vontade de eu soltar meu pau e ver como ele ficava mais e mais excitado com as fotos que ele me mostrava. Eu abaixei a calça e mostrei meu pau já duro. Fiquei me masturbando por uns minutos, e de repente o Carlos falou que ia pegar umas calcinhas da mulher dele pra eu bater punheta com elas.

- Cê gosta da minha mulher? O que cê faria com ela? Cê queria foder ela?
- Uff, claro que sim, cara, adoraria, chupar esses peitos, agarrar essa bunda gostosa enquanto ela monta em mim.
- Onde cê metia a pica nela?
- Agora mesmo eu levava ela pra cama de vocês, abria as pernas dela e chupava a buceta dela enquanto você olha eu fazendo isso e bate punheta vendo eu fazer a Lidia gozar.

O Carlos parecia que tava gostando do que eu tava falando, porque ele tirou o pau dele e com a mão livre começou a se masturbar. Ele tinha um belo de um pau, na verdade maior que o meu, mas parecia que isso não importava pra ele. Quero acreditar que a sacanagem de ter meu pau na mão dele já era suficiente pra satisfazer o tesão dele e não precisava de nenhum pauzão pra isso, embora eu ache que também não teria feito diferença se fosse maior.

Ele parou um momento e foi pro quarto, pra trazer umas calcinhas brancas da Lidia. Ele me entregou, dizendo que ela usava muito e que queria que eu continuasse me masturbando com elas no meu pau. Enrolei a calcinha no meu pau, deixando a cabecinha à mostra pro Carlos, e parece que ele Gostei do que tava vendo.
Sabia, pelo que a gente vinha conversando nos dias anteriores, que ele queria ser quem me batesse uma punheta enquanto eu via as fotos. Nunca tinha feito isso com um cara, mas o tesão me dominou e eu tava louco de pau duro, então incentivei ele a continuar a punheta. Nunca tinha feito aquilo antes, até tinha um pouco de medo de broxar, mas não foi nada disso — ele colocou a mão no meu pau e me bateu uma enquanto eu ia passando as fotos da mulher dele. A sensação era estranha, ver um cara com meu pau na mão dele, mas admito que, apesar da estranheza da situação por ser minha primeira vez, eu tava perdido de tesão e curtindo uma boa punheta.

Num dado momento, ele falou:
— Queria chupar teu pau.

Uffa, verdade é que a gente já tinha falado sobre isso e no chat parecia muito excitante, tenho que admitir. Talvez pessoalmente não fosse tanto, mas eu não ia saber se não me decidisse. Então criei coragem e respondi:
— Pode ir, é todo teu.

Pela primeira vez, um cara tava me fazendo um boquete!! E com certeza meu pau não reclamou nada — continuava bem duro, aproveitando o boquete, enquanto as fotos iam passando no computador e mostravam aqueles peitões lindos dela. Carlos já tinha me contado que já tinha chupado paus antes, e dava pra perceber — nada a invejar das que eu tinha recebido até então. Eu tava no sétimo céu, sendo chupado e punhetado por um marido corno, com os peitos da Lidia a poucos centímetros dos meus olhos.

Carlos continuava me chupando e acariciando minhas bolas quando o telefone tocou — era a Lidia. Então ele tirou o pau da boca pra atender e continuou me batendo uma com a mão. Eu tava prestes a gozar. Carlos falando no telefone com a Lidia (que nem imaginava que o marido tava naquela situação) sobre como já tinham chegado, que a viagem tinha sido boa e outras coisas normais. conta pra alguém nessa situação) e o Carlos enquanto batendo uma como se nada. Quando estavam quase se despedindo, ele acelerou o ritmo, queria que eu gozasse enquanto continuava falando com a mulher dele e, na real, eu já tava prestes a explodir de tanto tempo que ele tava me masturbando. Poucos segundos depois de desligar, gozei e posso quase dizer que foi como nunca, por causa do tesão da situação, encharcando a calcinha dela com porra recém-espremida pelo Carlos.

A gente se despediu e fui pra casa aliviado e feliz com uma experiência nova que com certeza (e foi o que aconteceu) eu repetiria outras vezes.

2 comentários - Conhecendo um Casal - O Marido Primeiro

esta bueno...! éste debe querer que se la mandes a guardar...jeje!