Olá de novo, pessoal! E como sempre, beijos pras minhas lindas poringa girls e um boquete da minha filha pros meus amigos poringa boys. Obs: os personagens são maiores de idade.
Há anos, por causa das zoas do meu irmão e dos meus amigos, nunca assisti muito anime, embora eu goste e às vezes vejo nos meus momentos de tédio. Bom, deixando isso de lado, numa sexta à tarde, quando eu tava vendo uma série de anime bem gostosa, sem chegar ao pornô, minha filha tava conversando com uma amiga da faculdade, que já tava quase terminando o curso. Do nada, minha linda filha se acomodou do meu lado enquanto continuava na vídeo chamada, e elas tavam falando sobre coisas que ela precisava. Aí:
K - Amiga Azumi, e quando você termina?
A - Então, na real, já já, uns dois meses e vou fazer a prova pra me titular.
K - Show, amiga, vem aqui em casa que a gente te ajuda.
A - Valeu, amiga, nem sabe o favor que te devo.
Assim, de manhã, quando eu tava descansando depois de correr, ouvi o interfone de casa. Quando liguei, vi uma garota vestida com roupa de uma série que só vi em propaganda de anime. Ela tava com roupa largona, óculos bem fora de moda e cabelo pintado e meio embaraçado. Ninguém olharia pra ela ou repararia, mas pra mim ela era muito linda.
X - Oi, fala aí, no que posso ajudar?
Garota - Ahhh, oi, tô procurando a Karina..., me deram esse endereço.
X - Ah, certo, você é a Azumi?
A - Sim, sou eu. Ela tá em casa?
X - Já vou descer pra abrir pra você.
Então desci e abri pra amiga da minha filha. Enfim, os dias foram passando, ela ia e vinha na minha casa. Aos poucos, dentro de mim, algo me atraiu nela — talvez fosse a estranheza do anime ou algo assim, mas no fim, eu gostava da garota. Bom, pra não prolongar, uma tarde a menina chegou chorando, mas minha filha não estava. Enfim, tive que aguentar o choro dela, e era porque o "crush" a rejeitou. Na real, com o jeito esquisito que ela se veste e tal, óbvio que quase qualquer um a rejeitaria. Enxuguei os olhos dela, consolei. Num impulso meu, plantei um beijo nela, e ela não resistiu — pelo contrário, se entregou como se a vida dependesse daquilo. A- Obrigada, senhor. (Ainda com os olhos marejados) X- Por quê? A- Nunca pensei que alguém fosse gostar de mim. X- Você é muito gostosa, nena, não devia se sentir assim.
Sem mais delongas, nós dois começamos a nos beijar de novo (talvez só na juventude a gente sinta isso, ou talvez não, mas eu me senti como antes, como na primeira vez que transei ou, melhor ainda, quando fiz amor pela primeira vez). Nós dois começamos a nos acariciar mutuamente, sem pressa, e em pouco tempo, por costume, eu já estava segurando a buceta dela, mostrando toda a experiência que eu tinha.
A- ummmm ahhhhh que gostoso aahhhhh siii não para mais mais aahhhhh ahhh minha aahhh minha bucetinha aahhhhhhh ahhh assim aahhhhhhh vou gozaroooooooooo. X- ummmm que delícia seu cheiro. Sem mais, puxei suas roupas de uma vez e agora direto minhas carícias na sua pele macia, um leve e suave pelinho coroava sua bucetinha lisinha (sendo que não gosto de peludas) esse detalhe me fazia desejar mais acariciá-la, fazê-la gozar ali mesmo várias vezes. A- aaahhhh ahhhh senhor aahhhhh ahhh que gostoso aahhhhh não para. X- assim assim vou me deixar levar minha pequena. Beijos suaves trocávamos enquanto eu seguia no meu trabalho, ela com pouca experiência mas com iniciativa acariciava meu volume até que meu próprio tesão não aguentou e liberei meu pau. A- aahhhhh ahhh que grande ahhhh ahhb continua aahhh não para aahhhh aahhh ahhhh vou gozaroooooooooo. X- ummmm você é uma safada, dois orgasmos seguidos. Essa menina má tá na hora de eu castigar. Sem pedir, ela se levantou sobre mim e desceu devagar procurando meu pau, assim segurei sua cintura e coloquei onde devia, era macia e quente sua entrada. A- por favor com amor. X- claro amor. Essas palavras me trouxeram de volta da luxúria e devagar coloquei meu pau na sua buceta com dificuldade entrando nela. A- auu auu auuu devagar aahhh ahh uuuuu ahhhh. X- aguenta amor vou entrando. A- aaahhh ahhh ahhh ahhh como aahhh custa aahhhhh uummmm não para ummmm ahhhh Sua carinha mostrava dor mas não deu trégua nem recuou até que entrei totalmente na sua buceta. A- ummm ahhhhh não acreditei que entraria tudo ummm ahhhh sinto ele bem fundo. X- você gosta amor. A- sim muito, dói mas é gostoso, por favor deixa eu me mexer. X- sim amor como você quiser. Devagar subiu e desceu igual mas não parou de fazer, aos poucos ia mais e mais rápido, dava pra ver que já tava gostando. X- pronta? A- ummmm ahhh siiii aahhh siiii aaaaahhh X- me beija. Seu beijo só me deu confiança pra segurar sua cintura e agora sim comecei a ação, num certo ritmo começamos a acelerar as estocadas. A- uuuhhh aahhhh mais mais aahhhh ahhh ahhh ahhh que forte aahhhh ahhh gostoso aahhh ahh ahhh ahh mais mais não para aahhhh. X- cê tá começando a gostar, né amor. A- aahhh sim ahhhhaaaahhh siiiim muito aahhhhh ahhh ahhh nunca aahhhh pensei aahhhh que aahhhh o sexo aahhhh ahhhh ahh fosse assim aahhhh tão gostoso aahhhhhhh. X- claro, por isso que se aproveita tanto. A- ahhh ahhh aaaaahh. mais mais não para aaahhhhh ahhh sinto aahhh que aahhhhh vou gozaaaar aahhhh de novo. X- claro, princesa, não vou parar. A- aahhhh ahhhh aahhhh tô aahh ahhh tô aaahhhhh tô aahhhh ahhh gozandooooooo aahhhhhh. Cai exausta sobre a cama, me deitei ao lado dele.
X- Já cansou? A- aahhh ahh foi intenso aahhhh ele gostou. X- Gostar de mim, amor, a gente só começou. Mal falei isso, peguei a Azumi pela perna e, de conchinha, comi ela de novo, mais forte agora. A- aaahhhh ahhh ahhh ahhh não ahhhh ahhb para ahhh ahhh me aahhhh gosto aahhhhh ahhh X- Se quiser eu paro, mas não fala… A- ahhhh ahhh ahhh não para aahhhh mais mais ahhh ahh mais mais aaaahh ahhh. Mais mais forte, continuei comendo aquela buceta linda. Coloquei ela de quatro e, como boa amante, ela ficou do jeito que eu gosto, rabo pra cima, mais e mais. Ela não parava de gemer e gritar, isso me motivou a continuar comendo aquela bucetinha doce e gostosa, mais e mais, até que nós dois não aguentamos e gozamos juntos numa explosão de orgasmos. X- aahhh nunca gozei tanto, amor. A- aahhh eu nunca gozei tantas vezes ummmmm sinto o leite saindo de mim ummm é muito e bem quente. Mal ela falou isso, caiu rendida e, bom, já era tarde e minha filha tava com a namorada dela até o dia seguinte. Ela não queria ir pra casa, então deixei ela na cama da minha filha. De madrugada, quando eu dormia profundamente, senti alguém subir na minha cama e deitar em cima do cobertor, e devagarzinho se aninhou. Abri meus olhos, peguei ela devagar nos meus braços, a pouca luz que entrava no quarto mostrava que ela tinha chorado. Verdade, me lembrou algo de mim, e peguei ela nos braços com amor e suavidade, mas acho que ela não soube o que fazer, ou talvez soubesse, e me beijou. Mas não era como beijar minhas amantes, era algo que desde minha juventude eu não sentia. Claro, não sabia como fazer, mas era carinho, algo único que fez meu coração dar uma revirada que nunca senti. A- Desculpa, é que eu gostei de você, senhor Xdriel. X- ufff caramba, desculpa isso, mas é que tô pasmo, gostosa. De novo ela me beijou, duas vezes me pega desprevenido, o que tá acontecendo com essa jovem? Ninguém nunca tinha feito isso comigo, muito menos me feito sentir isso. Minha luxúria natural se misturou com meu carinho e, naquele mesmo beijo, comecei a acariciar o corpo dela e era óbvio que ela se arrepiava com cada carícia, mas ela não cedia terreno. Mais vontade e mais vontade eu colocava no meu trabalho, era como uma retroalimentação: quanto mais um fazia, o outro não conseguia parar. Aos poucos, ela pegou meu pau e começou a masturbar devagar, sem perder terreno. Eu tocando sua linda buceta, que ficava mais molhada a cada carícia. A- Aaahhh, senhor Xdriel, que gostoso você me faz, hummm, não aguento mais, me sinto aaaahhh, estranha. X- Vai, Sweetie, goza assim, minha linda. A- Aaahhhhhhh, não aguento mais, aaahhhhhhhhhhh. X- Isso, isso, aproveita, hummm, que orgasmo gostoso. Era uma delícia o rosto dela, o cheiro, enfim, meu coração batia por ela de novo. Mas como se fosse má sorte, ela caiu no sono nos meus braços. Com o orgulho de comedor ferido, mas o coração feliz, abracei ela e dormimos juntos como um belo casal. Na manhã seguinte, envergonhada, ela se desculpou. X- Não, estou muito bravo por você ter me assaltado assim na minha cama, e vai ter que receber um castigo adequado. A- Por favor, não conta nada pros meus pais. X- Sinto muito. A- Mas mas... (chorando baixinho) X- (Peguei ela e dei um beijo) Não vou te dedurar pros seus pais nem nada disso, muito menos. Levanta, temos o que fazer. Assim, levei ela pra fazer compras numa parte da cidade que eu só visitava sozinho, porque era meu segredo. Enfim, levei ela num shopping que vendia muitos produtos japoneses, roupas e algumas curiosidades assim. Ao chegar numa loja, pedi pra atendente roupas e coisas que servissem nela e que realçassem a beleza dela. Pra falar a verdade, pouco me importou o preço. Enfim, compramos roupas muito lindas e justas que realmente mostravam o rosto e o corpo lindo que ela escondia debaixo daquelas roupas velhas. Levei ela num salão de beleza ali mesmo e pedi pra mudarem o visual dela pra realçar a beleza. Fui comprar algo pra gente comer, e quando voltei, me entregaram uma beleza única. Pra falar a verdade, até fiquei besta. A- (com aquela voz tão suave e linda) Tô bonita? X- Uau, uau, você tá linda. Acho que ela já tinha se acostumado a me pegar desprevenido, e de novo me Beijei na frente de todo mundo, deixando mais de um com cara de inveja.
A- Valeu por tudo isso, me sinto uma idol de k-pop.
X- Não conheço k-pop, mas gosto de como tudo fica em você. Agora vem, a gente tem mais o que fazer.
Aos poucos contei o plano e fomos pra universidade onde ela estudava. Eu a acompanhava de longe até que ela viu o cara que a rejeitou (era um cara até bonitinho, mas nada demais). Ela chegou perto dos amigos dela e o babaca, ao vê-la, pediu pra conversar.
A- Já sei o que você vai dizer, e esquece. Ontem eu te ofereci meu carinho, hoje cai fora que já tem outro. Vim só pegar o trabalho, então tô indo.
Todo mundo riu do cara e da rejeição violenta que ele levou. Peguei minha otaku gostosa e fomos embora. Nem preciso dizer que viramos namorados. Contei minha vida pra ela (claro que não tudo, porque nem minha namorada vai me tirar a putaria) e ela aceitou. Desde aquele dia saíamos como namorados, e às vezes ela me visita no escritório. Até fui no exame de conclusão dela e na festa de formatura, e lá conheci meus sogros. Mas isso é história pra outra ocasião suculenta.
Há anos, por causa das zoas do meu irmão e dos meus amigos, nunca assisti muito anime, embora eu goste e às vezes vejo nos meus momentos de tédio. Bom, deixando isso de lado, numa sexta à tarde, quando eu tava vendo uma série de anime bem gostosa, sem chegar ao pornô, minha filha tava conversando com uma amiga da faculdade, que já tava quase terminando o curso. Do nada, minha linda filha se acomodou do meu lado enquanto continuava na vídeo chamada, e elas tavam falando sobre coisas que ela precisava. Aí:K - Amiga Azumi, e quando você termina?
A - Então, na real, já já, uns dois meses e vou fazer a prova pra me titular.
K - Show, amiga, vem aqui em casa que a gente te ajuda.
A - Valeu, amiga, nem sabe o favor que te devo.
Assim, de manhã, quando eu tava descansando depois de correr, ouvi o interfone de casa. Quando liguei, vi uma garota vestida com roupa de uma série que só vi em propaganda de anime. Ela tava com roupa largona, óculos bem fora de moda e cabelo pintado e meio embaraçado. Ninguém olharia pra ela ou repararia, mas pra mim ela era muito linda.
X - Oi, fala aí, no que posso ajudar?
Garota - Ahhh, oi, tô procurando a Karina..., me deram esse endereço.
X - Ah, certo, você é a Azumi?
A - Sim, sou eu. Ela tá em casa?
X - Já vou descer pra abrir pra você.
Então desci e abri pra amiga da minha filha. Enfim, os dias foram passando, ela ia e vinha na minha casa. Aos poucos, dentro de mim, algo me atraiu nela — talvez fosse a estranheza do anime ou algo assim, mas no fim, eu gostava da garota. Bom, pra não prolongar, uma tarde a menina chegou chorando, mas minha filha não estava. Enfim, tive que aguentar o choro dela, e era porque o "crush" a rejeitou. Na real, com o jeito esquisito que ela se veste e tal, óbvio que quase qualquer um a rejeitaria. Enxuguei os olhos dela, consolei. Num impulso meu, plantei um beijo nela, e ela não resistiu — pelo contrário, se entregou como se a vida dependesse daquilo. A- Obrigada, senhor. (Ainda com os olhos marejados) X- Por quê? A- Nunca pensei que alguém fosse gostar de mim. X- Você é muito gostosa, nena, não devia se sentir assim.
Sem mais delongas, nós dois começamos a nos beijar de novo (talvez só na juventude a gente sinta isso, ou talvez não, mas eu me senti como antes, como na primeira vez que transei ou, melhor ainda, quando fiz amor pela primeira vez). Nós dois começamos a nos acariciar mutuamente, sem pressa, e em pouco tempo, por costume, eu já estava segurando a buceta dela, mostrando toda a experiência que eu tinha.
A- ummmm ahhhhh que gostoso aahhhhh siii não para mais mais aahhhhh ahhh minha aahhh minha bucetinha aahhhhhhh ahhh assim aahhhhhhh vou gozaroooooooooo. X- ummmm que delícia seu cheiro. Sem mais, puxei suas roupas de uma vez e agora direto minhas carícias na sua pele macia, um leve e suave pelinho coroava sua bucetinha lisinha (sendo que não gosto de peludas) esse detalhe me fazia desejar mais acariciá-la, fazê-la gozar ali mesmo várias vezes. A- aaahhhh ahhhh senhor aahhhhh ahhh que gostoso aahhhhh não para. X- assim assim vou me deixar levar minha pequena. Beijos suaves trocávamos enquanto eu seguia no meu trabalho, ela com pouca experiência mas com iniciativa acariciava meu volume até que meu próprio tesão não aguentou e liberei meu pau. A- aahhhhh ahhh que grande ahhhh ahhb continua aahhh não para aahhhh aahhh ahhhh vou gozaroooooooooo. X- ummmm você é uma safada, dois orgasmos seguidos. Essa menina má tá na hora de eu castigar. Sem pedir, ela se levantou sobre mim e desceu devagar procurando meu pau, assim segurei sua cintura e coloquei onde devia, era macia e quente sua entrada. A- por favor com amor. X- claro amor. Essas palavras me trouxeram de volta da luxúria e devagar coloquei meu pau na sua buceta com dificuldade entrando nela. A- auu auu auuu devagar aahhh ahh uuuuu ahhhh. X- aguenta amor vou entrando. A- aaahhh ahhh ahhh ahhh como aahhh custa aahhhhh uummmm não para ummmm ahhhh Sua carinha mostrava dor mas não deu trégua nem recuou até que entrei totalmente na sua buceta. A- ummm ahhhhh não acreditei que entraria tudo ummm ahhhh sinto ele bem fundo. X- você gosta amor. A- sim muito, dói mas é gostoso, por favor deixa eu me mexer. X- sim amor como você quiser. Devagar subiu e desceu igual mas não parou de fazer, aos poucos ia mais e mais rápido, dava pra ver que já tava gostando. X- pronta? A- ummmm ahhh siiii aahhh siiii aaaaahhh X- me beija. Seu beijo só me deu confiança pra segurar sua cintura e agora sim comecei a ação, num certo ritmo começamos a acelerar as estocadas. A- uuuhhh aahhhh mais mais aahhhh ahhh ahhh ahhh que forte aahhhh ahhh gostoso aahhh ahh ahhh ahh mais mais não para aahhhh. X- cê tá começando a gostar, né amor. A- aahhh sim ahhhhaaaahhh siiiim muito aahhhhh ahhh ahhh nunca aahhhh pensei aahhhh que aahhhh o sexo aahhhh ahhhh ahh fosse assim aahhhh tão gostoso aahhhhhhh. X- claro, por isso que se aproveita tanto. A- ahhh ahhh aaaaahh. mais mais não para aaahhhhh ahhh sinto aahhh que aahhhhh vou gozaaaar aahhhh de novo. X- claro, princesa, não vou parar. A- aahhhh ahhhh aahhhh tô aahh ahhh tô aaahhhhh tô aahhhh ahhh gozandooooooo aahhhhhh. Cai exausta sobre a cama, me deitei ao lado dele.
X- Já cansou? A- aahhh ahh foi intenso aahhhh ele gostou. X- Gostar de mim, amor, a gente só começou. Mal falei isso, peguei a Azumi pela perna e, de conchinha, comi ela de novo, mais forte agora. A- aaahhhh ahhh ahhh ahhh não ahhhh ahhb para ahhh ahhh me aahhhh gosto aahhhhh ahhh X- Se quiser eu paro, mas não fala… A- ahhhh ahhh ahhh não para aahhhh mais mais ahhh ahh mais mais aaaahh ahhh. Mais mais forte, continuei comendo aquela buceta linda. Coloquei ela de quatro e, como boa amante, ela ficou do jeito que eu gosto, rabo pra cima, mais e mais. Ela não parava de gemer e gritar, isso me motivou a continuar comendo aquela bucetinha doce e gostosa, mais e mais, até que nós dois não aguentamos e gozamos juntos numa explosão de orgasmos. X- aahhh nunca gozei tanto, amor. A- aahhh eu nunca gozei tantas vezes ummmmm sinto o leite saindo de mim ummm é muito e bem quente. Mal ela falou isso, caiu rendida e, bom, já era tarde e minha filha tava com a namorada dela até o dia seguinte. Ela não queria ir pra casa, então deixei ela na cama da minha filha. De madrugada, quando eu dormia profundamente, senti alguém subir na minha cama e deitar em cima do cobertor, e devagarzinho se aninhou. Abri meus olhos, peguei ela devagar nos meus braços, a pouca luz que entrava no quarto mostrava que ela tinha chorado. Verdade, me lembrou algo de mim, e peguei ela nos braços com amor e suavidade, mas acho que ela não soube o que fazer, ou talvez soubesse, e me beijou. Mas não era como beijar minhas amantes, era algo que desde minha juventude eu não sentia. Claro, não sabia como fazer, mas era carinho, algo único que fez meu coração dar uma revirada que nunca senti. A- Desculpa, é que eu gostei de você, senhor Xdriel. X- ufff caramba, desculpa isso, mas é que tô pasmo, gostosa. De novo ela me beijou, duas vezes me pega desprevenido, o que tá acontecendo com essa jovem? Ninguém nunca tinha feito isso comigo, muito menos me feito sentir isso. Minha luxúria natural se misturou com meu carinho e, naquele mesmo beijo, comecei a acariciar o corpo dela e era óbvio que ela se arrepiava com cada carícia, mas ela não cedia terreno. Mais vontade e mais vontade eu colocava no meu trabalho, era como uma retroalimentação: quanto mais um fazia, o outro não conseguia parar. Aos poucos, ela pegou meu pau e começou a masturbar devagar, sem perder terreno. Eu tocando sua linda buceta, que ficava mais molhada a cada carícia. A- Aaahhh, senhor Xdriel, que gostoso você me faz, hummm, não aguento mais, me sinto aaaahhh, estranha. X- Vai, Sweetie, goza assim, minha linda. A- Aaahhhhhhh, não aguento mais, aaahhhhhhhhhhh. X- Isso, isso, aproveita, hummm, que orgasmo gostoso. Era uma delícia o rosto dela, o cheiro, enfim, meu coração batia por ela de novo. Mas como se fosse má sorte, ela caiu no sono nos meus braços. Com o orgulho de comedor ferido, mas o coração feliz, abracei ela e dormimos juntos como um belo casal. Na manhã seguinte, envergonhada, ela se desculpou. X- Não, estou muito bravo por você ter me assaltado assim na minha cama, e vai ter que receber um castigo adequado. A- Por favor, não conta nada pros meus pais. X- Sinto muito. A- Mas mas... (chorando baixinho) X- (Peguei ela e dei um beijo) Não vou te dedurar pros seus pais nem nada disso, muito menos. Levanta, temos o que fazer. Assim, levei ela pra fazer compras numa parte da cidade que eu só visitava sozinho, porque era meu segredo. Enfim, levei ela num shopping que vendia muitos produtos japoneses, roupas e algumas curiosidades assim. Ao chegar numa loja, pedi pra atendente roupas e coisas que servissem nela e que realçassem a beleza dela. Pra falar a verdade, pouco me importou o preço. Enfim, compramos roupas muito lindas e justas que realmente mostravam o rosto e o corpo lindo que ela escondia debaixo daquelas roupas velhas. Levei ela num salão de beleza ali mesmo e pedi pra mudarem o visual dela pra realçar a beleza. Fui comprar algo pra gente comer, e quando voltei, me entregaram uma beleza única. Pra falar a verdade, até fiquei besta. A- (com aquela voz tão suave e linda) Tô bonita? X- Uau, uau, você tá linda. Acho que ela já tinha se acostumado a me pegar desprevenido, e de novo me Beijei na frente de todo mundo, deixando mais de um com cara de inveja. A- Valeu por tudo isso, me sinto uma idol de k-pop.
X- Não conheço k-pop, mas gosto de como tudo fica em você. Agora vem, a gente tem mais o que fazer.
Aos poucos contei o plano e fomos pra universidade onde ela estudava. Eu a acompanhava de longe até que ela viu o cara que a rejeitou (era um cara até bonitinho, mas nada demais). Ela chegou perto dos amigos dela e o babaca, ao vê-la, pediu pra conversar.
A- Já sei o que você vai dizer, e esquece. Ontem eu te ofereci meu carinho, hoje cai fora que já tem outro. Vim só pegar o trabalho, então tô indo.
Todo mundo riu do cara e da rejeição violenta que ele levou. Peguei minha otaku gostosa e fomos embora. Nem preciso dizer que viramos namorados. Contei minha vida pra ela (claro que não tudo, porque nem minha namorada vai me tirar a putaria) e ela aceitou. Desde aquele dia saíamos como namorados, e às vezes ela me visita no escritório. Até fui no exame de conclusão dela e na festa de formatura, e lá conheci meus sogros. Mas isso é história pra outra ocasião suculenta.
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