Depois da aula de Metrologia na oficina de processos industriais, o Mario se trancou na sala do professor deixando a porta entreaberta, já que ele ia sair pra uma reunião de Academia, então aproveitou pra tirar a calça, se deitou no sofá, pegou o celular e começou a esfregar o pau pra se excitar. Do lado dele, tinha a mochila com a calcinha da irmã dentro. Ele tava de fone, e não passou nem 5 minutos até o primeiro orgasmo chegar. Ia gozar quando uma mina entrou na sala, abriu a porta e viu ele horrorizada. O cara parou de se masturbar por um instante. A garota, chamada Shaney, cabelo castanho e comprido, corpo escultural, ia deixar o livro de práticas pra ele corrigir, além de pegar a prova que tinha reprovado.
—Como você pode ficar assim? O que vai fazer se o prefeito ou o professor chegar e te ver desse jeito? — gritou Shaney para Mario, enquanto ele só olhava pros peitos médios da garota, retomou o ato carnal e disse. — Se quiser, pode me ajudar, ultimamente não tenho conseguido gozar na hora. — Não tô nem aí pra suas necessidades, além disso, você é devagar pra caralho, alguém como você já teria soltado um jato longo. — falou num tom debochado. — Tá falando isso porque já fez isso com seu namorado? — Shaney parou de sorrir. — Então, vai me dar minha prova ou o quê? — Espera! Aliás, por que ao invés de ficar enchendo o saco, você não vem e me bate uma? — Shaney soltou uma gargalhada que, mesmo sendo de deboche, olhou pro pau de Mario por um tempo. — Por que você quer que eu faça isso, se você tá mandando super bem? Aliás, se quiser, te deixo mais um tempo e você me avisa. — Não, é que já vi seus peitos e tô ficando bem excitado, acho que com sua ajuda eu consigo gozar logo. — Não pense que vou deixar você me tocar. — Talvez, mas se quiser, posso te ajudar com sua nota na prova. — Olhou pra Mario e pro pau dele por um tempo. — ...jura que vai gozar rápido...? — Prometo. — Ele largou o pau, Shaney entrou, deixou a mochila do lado da de Mario e viu de canto a calcinha. — Seu tarado de merda! — pegou o pau de Mario e apertou um pouco, o toque nele era diferente.
— Espera, você tem que lamber sua mão, assim eu consigo fazer mais rápido... — Shaney olhou pra ele com raiva, lambeu a mão e pegou o pau dele, que agora tava mais duro e grudento, agarrou uma das tetas dela. Shaney ficou olhando pra porta e pra parede pra disfarçar o nojo e a repulsa na hora. Não deu nem cinco minutos e Mario gozou um jato longo e grosso que ficou na mão de Shaney. Ela virou pra olhar ele e o pau dele todo branco por cima, tirou a mão e se limpou com o papel que Mario já tinha deixado preparado. Levantou e sentaram juntos. — ...já vai me dar a porra da minha prova ou quer mais alguma coisa? — — Queria mais uma coisa... — e ele colocou a mão na perna de Shaney — mas, melhor deixar assim. — Levantou e foi até a mesa do professor, pegou as provas com uma lista de notas. Shaney se decepcionou consigo mesma ao ver o resultado. — É uma pena, você realmente tinha todos os trabalhos práticos, mas sua prova foi muito ruim, uma das piores da turma. — Shaney olhou pra Mario com dúvida e medo. — O que você me propõe pra me ajudar...? — — Bom, posso aumentar suas notas em alguns pontos, mas seria no próximo bimestre, agora já não dá mais pra fazer nada. — Shaney sorriu um pouco. — Mas, em troca, você vai ter que me deixar fazer várias coisas... — Ele colocou a mão na bochecha dela e foi descendo até o peito esquerdo. Shaney ficou paralisada por um instante. — Não se preocupa, você vai ter mais tempo pra pensar, pelo menos até a semana que vem. — E deu um beijo perto do lábio dela, entregou as coisas dela e Shaney saiu com cara de pavor. Na segunda-feira seguinte, Mario tava sozinho na sala de novo, mas dessa vez não tava se masturbando. Shaney bateu na porta e Mario recebeu ela, mandou sentar. Mario chegou mais perto dela. — ...pensei bem, mas quero deixar uma coisa clara: eu não vou ser a puta de um cara igual você, só quero passar nessa matéria, é só isso... —
—Tá bem... — Mário se levantou do sofá e, desabotoando a calça, Shaney se preparou mentalmente pro que ia ver. Ele deixou o pau sair, já começando a endurecer, pegou a mão de Shaney e colocou no pau dela pra bater uma punheta. Ela mandava bem, lembrou da aulinha da semana passada. Depois de um tempo, ele tirou a mão dela e segurou o queixo de Shaney, o coração batendo mais rápido. Esfregou a cabeça do pau nos lábios dela — "Põe a língua pra fora um pouco" — ela obedeceu e molhou o pau dele um tiquinho, a cara de nojo de Shaney tava cada vez mais clara. Aí ele passou o pau na cara toda dela, da testa até o queixo, adorava esfregar na boca e nos olhos dela. Depois, foi enfiando devagar o membro já duro na boca da mina, que agora tava com uma cara de quem queria vomitar o pouco café da manhã que tinha comido.
A boca dela era quente demais, derretia o pau dele, enfiando mais fundo na garganta dela. Shaney segurou nas pernas do Mario pra se firmar, Mario só gemia e Shaney suspirava e respirava rápido, tirava o pau e esfregava de novo no rosto todo dele, e enfiava, dessa vez mais rápido. Shaney suava, a cara já toda molhada de suor e a saliva dela se acostumava mais com o gosto e com o movimento que agora era mais rápido. Mario adorava sentir o pau no fundo da garganta dele. Ficaram assim por um bom tempo, até que ele tirou o pau, puxou Shaney pelo cabelo pra trás e gozou vários jatos longos e grossos no rosto dela, que escorriam até a boca. Ele sentou, guardou o pau e levou ela até um lavabo que tinha dentro da sala pra ela lavar o rosto, deu a toalha e virou pra olhar ele.
—...É isso que eu tenho que fazer, sério?...— Mario assentiu com a cabeça, levou ela até o escritório e se sentaram. —Ainda tem mais coisas que eu queria que a gente fizesse, enquanto o parcial não passa, eu vou te ajudar— ele colocou a mão na perna dela e foi subindo. Saindo do escritório, eles se beijaram, Mario apertou a bunda esquerda dela e ela resistiu, depois ele segurou o queixo dela e lambeu os lábios dela. Nas semanas seguintes, eles foram se encontrando no escritório para se masturbar, se beijar, ele fazer sexo oral nela. Num dos encontros, ele deu a ela um cartão de um hotel, o encontro era para sexta-feira às 8 da noite, o hotel era perto da escola. Quando saíram de lá, Mario subiu no carro dele e ligou pra irmã dele pra avisar que tava indo pra casa, e que já tinha entregado o cartão de reserva pra Shaney.
Naquela sexta-feira, Shaney foi pra escola pras aulas normais, voltou pra casa e disse pra mãe que ia passar o fim de semana na casa de uma amiga. Chegou no endereço do hotel com uma bolsa no braço, foi na recepção confirmar a reserva, subiu pro quarto andar, andou pelo corredor com o coração batendo acelerado demais, bateu na porta. Dava pra ouvir a TV ligada. Alguém parou no olho mágico, abriu a porta, e era o Mario, peladão. Shaney ficou paralisada. Ele pegou na mão dela e fez ela entrar, levou ela até as duas camas que tinham no quarto. Na cama da esquerda tava a roupa do Mario e uma mala. Na cama da direita, o celular dele tocando um pornô no volume alto. Shaney ficou no meio das duas camas, pegou a bolsa e colocou na cadeira do lado do criado-mudo. Ela não se mexia, não falava, só suava frio, sentia que ia ter um infarto. Mario pegou o celular dela, achou e guardou na gaveta da mesa. Depois tirou a jaqueta que ela tava usando e colocou em cima da roupa dele. Desabotoou a calça dela, desligou a TV, fez ela virar de frente pra ele e ficaram parados um na frente do outro. Shaney começou a chorar um pouco, e Mario enxugou as lágrimas dela. Beijou ela até meter a língua na boca dela. Depois levantou a camiseta dela e tirou. Abraçados, desabotoou o sutiã, deixando à mostra dois peitos médios, bem formados, suados e meio vermelhos. Começou a chupar eles enquanto se masturbava. Depois desceu até a buceta dela e tirou a calça junto com a calcinha. Os tênis ficaram pra trás, perto da porta. Enquanto fazia sexo oral nela, ela chorava um pouco mais. Aí ele beijou ela enquanto fazia a mão dela pegar no pau dele pra masturbar. Na frente da TV tinha um pacote de camisinhas. Ele pegou uma, deu pra ela. Nervosa, ela abriu e colocou no pau dele. Hesitando, ela... Ela se agachou pra ter uma boa perspectiva do tamanho do pau, que agora tava mais duro e latejante. Depois, levantou ela e colocou de quatro na cama da direita, enfiando o pau até o fundo. Shaney não conseguiu segurar um gemido meio dolorido. Ele foi devagar, depois mais rápido, várias vezes, enquanto Shaney chorava e gemia. Aí ele fez ela levantar um pouco, colocou a mão direita na buceta peluda dela e a esquerda na bunda direita, e começou a meter rápido. O tempo passava devagar pra Shaney, mas já tava meia hora. De repente, Shaney parou de reclamar e ficou com os olhos meio perdidos. Então ele jogou ela nas almofadas, virou ela bruscamente e subiu em cima, enfiando o pau ainda duro. Os movimentos dele ficaram mais rápidos e brutos, chupava os peitos dela, dava tapas na cara. Ele teve orgasmos a ponto de gozar um jorro longo e líquido dentro dela. Os dois estavam suados. Ele tirou o pau ainda duro, arrancou a camisinha, deu um nó e deixou no criado-mudo ao lado das duas camas. Deitou do lado direito dela, virou a cabeça dela pro pau e enfiou até o fundo pra ela limpar, várias vezes. Depois, deixou ela na cama e foi no banheiro mijar. Quando voltou, apagou as luzes e deitou do lado dela. Virou ela pra esquerda, enfiou o pau ainda duro no cu dela — que, mesmo sendo apertado, entrou inteiro. Ele se movia devagar, às vezes parava, outras ia mais rápido, até gozar dentro dela. Chegou perto do rosto dela, respirou fundo, deu um beijo na bochecha e outro mais longo na boca dela. Dormiu do lado dela sem tirar o pau.
—Como você pode ficar assim? O que vai fazer se o prefeito ou o professor chegar e te ver desse jeito? — gritou Shaney para Mario, enquanto ele só olhava pros peitos médios da garota, retomou o ato carnal e disse. — Se quiser, pode me ajudar, ultimamente não tenho conseguido gozar na hora. — Não tô nem aí pra suas necessidades, além disso, você é devagar pra caralho, alguém como você já teria soltado um jato longo. — falou num tom debochado. — Tá falando isso porque já fez isso com seu namorado? — Shaney parou de sorrir. — Então, vai me dar minha prova ou o quê? — Espera! Aliás, por que ao invés de ficar enchendo o saco, você não vem e me bate uma? — Shaney soltou uma gargalhada que, mesmo sendo de deboche, olhou pro pau de Mario por um tempo. — Por que você quer que eu faça isso, se você tá mandando super bem? Aliás, se quiser, te deixo mais um tempo e você me avisa. — Não, é que já vi seus peitos e tô ficando bem excitado, acho que com sua ajuda eu consigo gozar logo. — Não pense que vou deixar você me tocar. — Talvez, mas se quiser, posso te ajudar com sua nota na prova. — Olhou pra Mario e pro pau dele por um tempo. — ...jura que vai gozar rápido...? — Prometo. — Ele largou o pau, Shaney entrou, deixou a mochila do lado da de Mario e viu de canto a calcinha. — Seu tarado de merda! — pegou o pau de Mario e apertou um pouco, o toque nele era diferente.
— Espera, você tem que lamber sua mão, assim eu consigo fazer mais rápido... — Shaney olhou pra ele com raiva, lambeu a mão e pegou o pau dele, que agora tava mais duro e grudento, agarrou uma das tetas dela. Shaney ficou olhando pra porta e pra parede pra disfarçar o nojo e a repulsa na hora. Não deu nem cinco minutos e Mario gozou um jato longo e grosso que ficou na mão de Shaney. Ela virou pra olhar ele e o pau dele todo branco por cima, tirou a mão e se limpou com o papel que Mario já tinha deixado preparado. Levantou e sentaram juntos. — ...já vai me dar a porra da minha prova ou quer mais alguma coisa? — — Queria mais uma coisa... — e ele colocou a mão na perna de Shaney — mas, melhor deixar assim. — Levantou e foi até a mesa do professor, pegou as provas com uma lista de notas. Shaney se decepcionou consigo mesma ao ver o resultado. — É uma pena, você realmente tinha todos os trabalhos práticos, mas sua prova foi muito ruim, uma das piores da turma. — Shaney olhou pra Mario com dúvida e medo. — O que você me propõe pra me ajudar...? — — Bom, posso aumentar suas notas em alguns pontos, mas seria no próximo bimestre, agora já não dá mais pra fazer nada. — Shaney sorriu um pouco. — Mas, em troca, você vai ter que me deixar fazer várias coisas... — Ele colocou a mão na bochecha dela e foi descendo até o peito esquerdo. Shaney ficou paralisada por um instante. — Não se preocupa, você vai ter mais tempo pra pensar, pelo menos até a semana que vem. — E deu um beijo perto do lábio dela, entregou as coisas dela e Shaney saiu com cara de pavor. Na segunda-feira seguinte, Mario tava sozinho na sala de novo, mas dessa vez não tava se masturbando. Shaney bateu na porta e Mario recebeu ela, mandou sentar. Mario chegou mais perto dela. — ...pensei bem, mas quero deixar uma coisa clara: eu não vou ser a puta de um cara igual você, só quero passar nessa matéria, é só isso... —
—Tá bem... — Mário se levantou do sofá e, desabotoando a calça, Shaney se preparou mentalmente pro que ia ver. Ele deixou o pau sair, já começando a endurecer, pegou a mão de Shaney e colocou no pau dela pra bater uma punheta. Ela mandava bem, lembrou da aulinha da semana passada. Depois de um tempo, ele tirou a mão dela e segurou o queixo de Shaney, o coração batendo mais rápido. Esfregou a cabeça do pau nos lábios dela — "Põe a língua pra fora um pouco" — ela obedeceu e molhou o pau dele um tiquinho, a cara de nojo de Shaney tava cada vez mais clara. Aí ele passou o pau na cara toda dela, da testa até o queixo, adorava esfregar na boca e nos olhos dela. Depois, foi enfiando devagar o membro já duro na boca da mina, que agora tava com uma cara de quem queria vomitar o pouco café da manhã que tinha comido.
A boca dela era quente demais, derretia o pau dele, enfiando mais fundo na garganta dela. Shaney segurou nas pernas do Mario pra se firmar, Mario só gemia e Shaney suspirava e respirava rápido, tirava o pau e esfregava de novo no rosto todo dele, e enfiava, dessa vez mais rápido. Shaney suava, a cara já toda molhada de suor e a saliva dela se acostumava mais com o gosto e com o movimento que agora era mais rápido. Mario adorava sentir o pau no fundo da garganta dele. Ficaram assim por um bom tempo, até que ele tirou o pau, puxou Shaney pelo cabelo pra trás e gozou vários jatos longos e grossos no rosto dela, que escorriam até a boca. Ele sentou, guardou o pau e levou ela até um lavabo que tinha dentro da sala pra ela lavar o rosto, deu a toalha e virou pra olhar ele.
—...É isso que eu tenho que fazer, sério?...— Mario assentiu com a cabeça, levou ela até o escritório e se sentaram. —Ainda tem mais coisas que eu queria que a gente fizesse, enquanto o parcial não passa, eu vou te ajudar— ele colocou a mão na perna dela e foi subindo. Saindo do escritório, eles se beijaram, Mario apertou a bunda esquerda dela e ela resistiu, depois ele segurou o queixo dela e lambeu os lábios dela. Nas semanas seguintes, eles foram se encontrando no escritório para se masturbar, se beijar, ele fazer sexo oral nela. Num dos encontros, ele deu a ela um cartão de um hotel, o encontro era para sexta-feira às 8 da noite, o hotel era perto da escola. Quando saíram de lá, Mario subiu no carro dele e ligou pra irmã dele pra avisar que tava indo pra casa, e que já tinha entregado o cartão de reserva pra Shaney.
Naquela sexta-feira, Shaney foi pra escola pras aulas normais, voltou pra casa e disse pra mãe que ia passar o fim de semana na casa de uma amiga. Chegou no endereço do hotel com uma bolsa no braço, foi na recepção confirmar a reserva, subiu pro quarto andar, andou pelo corredor com o coração batendo acelerado demais, bateu na porta. Dava pra ouvir a TV ligada. Alguém parou no olho mágico, abriu a porta, e era o Mario, peladão. Shaney ficou paralisada. Ele pegou na mão dela e fez ela entrar, levou ela até as duas camas que tinham no quarto. Na cama da esquerda tava a roupa do Mario e uma mala. Na cama da direita, o celular dele tocando um pornô no volume alto. Shaney ficou no meio das duas camas, pegou a bolsa e colocou na cadeira do lado do criado-mudo. Ela não se mexia, não falava, só suava frio, sentia que ia ter um infarto. Mario pegou o celular dela, achou e guardou na gaveta da mesa. Depois tirou a jaqueta que ela tava usando e colocou em cima da roupa dele. Desabotoou a calça dela, desligou a TV, fez ela virar de frente pra ele e ficaram parados um na frente do outro. Shaney começou a chorar um pouco, e Mario enxugou as lágrimas dela. Beijou ela até meter a língua na boca dela. Depois levantou a camiseta dela e tirou. Abraçados, desabotoou o sutiã, deixando à mostra dois peitos médios, bem formados, suados e meio vermelhos. Começou a chupar eles enquanto se masturbava. Depois desceu até a buceta dela e tirou a calça junto com a calcinha. Os tênis ficaram pra trás, perto da porta. Enquanto fazia sexo oral nela, ela chorava um pouco mais. Aí ele beijou ela enquanto fazia a mão dela pegar no pau dele pra masturbar. Na frente da TV tinha um pacote de camisinhas. Ele pegou uma, deu pra ela. Nervosa, ela abriu e colocou no pau dele. Hesitando, ela... Ela se agachou pra ter uma boa perspectiva do tamanho do pau, que agora tava mais duro e latejante. Depois, levantou ela e colocou de quatro na cama da direita, enfiando o pau até o fundo. Shaney não conseguiu segurar um gemido meio dolorido. Ele foi devagar, depois mais rápido, várias vezes, enquanto Shaney chorava e gemia. Aí ele fez ela levantar um pouco, colocou a mão direita na buceta peluda dela e a esquerda na bunda direita, e começou a meter rápido. O tempo passava devagar pra Shaney, mas já tava meia hora. De repente, Shaney parou de reclamar e ficou com os olhos meio perdidos. Então ele jogou ela nas almofadas, virou ela bruscamente e subiu em cima, enfiando o pau ainda duro. Os movimentos dele ficaram mais rápidos e brutos, chupava os peitos dela, dava tapas na cara. Ele teve orgasmos a ponto de gozar um jorro longo e líquido dentro dela. Os dois estavam suados. Ele tirou o pau ainda duro, arrancou a camisinha, deu um nó e deixou no criado-mudo ao lado das duas camas. Deitou do lado direito dela, virou a cabeça dela pro pau e enfiou até o fundo pra ela limpar, várias vezes. Depois, deixou ela na cama e foi no banheiro mijar. Quando voltou, apagou as luzes e deitou do lado dela. Virou ela pra esquerda, enfiou o pau ainda duro no cu dela — que, mesmo sendo apertado, entrou inteiro. Ele se movia devagar, às vezes parava, outras ia mais rápido, até gozar dentro dela. Chegou perto do rosto dela, respirou fundo, deu um beijo na bochecha e outro mais longo na boca dela. Dormiu do lado dela sem tirar o pau.
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