vacaciones muy calientes

A verdade é que a gente precisava dessa viagem pra relaxar e curtir o sol e um monte de outras coisas. A gente ficou num hotel que era tudo incluso, ou seja, comida e bebida à vontade, que pra mim era a melhor parte. Tava sendo muito bom, sério, porque a gente ia pra praia, conhecia os pontos turísticos e tudo tava dando certo. Ela usava roupas bem sexy e isso me agradava, já que ela vestia minissaias e blusas bem decotadas, igual todas as minas que estavam no hotel balneário.

Lá tinha uma discoteca boa, que a gente já tinha curtido em noites anteriores, mas essa ia ser bem especial. No dia anterior, tinha chegado no hotel uma excursão de alemães, todos muito bonitos, loiros de olhos verdes e bem atléticos, e alguns deles foram pra discoteca naquela noite. Minha mulher, nessa noite, colocou umas sandálias de plataforma abertas, uma minissaia não muito curta e uma blusa que, por trás, é totalmente aberta, e ela não usava sutiã. A discoteca tava com um clima muito bom, e a gente começou a dançar bem animado. Eu aproveitava e, às vezes, descia minhas mãos e roçava na bunda dela, mas ela não gostava muito disso. A gente tava tomando uísque que pedia no bar.

Nisso, a gente viu que vários alemães se aproximavam de onde a gente tava e começaram a dançar sozinhos, do jeito que eles costumam. Eu notei que minha mulher tava interessada nesses alemães, mas ela não se atrevia a falar nada, sei lá. Dois deles chegaram perto e perguntaram, num espanhol ruim, se podiam sentar na nossa mesa. Eu vi que minha mulher olhava fixamente pra eles e sorria, e eu, sem problema nenhum, falei que sim. Eles ficaram dançando com minha mulher às vezes, mas de um jeito bem sério, e depois sentavam.

Eles trouxeram uma garrafa de Chivas Regal que ainda não tinham aberto. Eu não falei nada. Aí, quando fecharam a discoteca, eles destamparam a garrafa e ofereceram um gole pra gente, dizendo que queriam agradecer pela nossa gentileza. hospitalidade e se podíamos tomar uns drinks com eles.

Walter se desculpou, disse que estava com sono e que preferia ir dormir. Eu vi a cara da minha mulher, a felicidade que estampou no rosto quando viu que o Harold ia ficar sozinho. Então sugeri em inglês subirmos para o nosso quarto para tomar mais uns golinhos de uísque. Ele topou e fomos até o quarto andar, onde ficava nosso quarto.

Entramos, pegamos uns copos que tinha lá e começamos a brindar. Eu percebi que o uísque já estava fazendo efeito. Começamos a jogar pôquer e ele propôs a gente jogar, aí topamos, porque minha mulher e eu adoramos jogar cartas.

Ficamos jogando umas duas horas e já tínhamos bebido mais de meia garrafa, mas eu ainda estava bem lúcido e o alemão também estava de boa. Quem não estava igual era minha esposa, que já estava bem bêbada, dava pra notar pelo jeito de falar e porque quando ela sentava, a minissaia subia bastante, mas só dava pra ver as pernas bonitas dela. Eu notei que o alemão olhava muito pra minha mulher e sorria pra ela, e ela correspondia. Eu, conhecendo ela, sei o quanto ela adora uma rola, ainda mais comigo ali presente.

Foi quando ele propôs um jogo chamado Strip Poker. A regra era que quem perdesse com a carta mais baixa tinha que tomar um gole e tirar uma peça de roupa. Eu me animei e minha mulher, que já estava bem excitada, também topou.

O fato é que nos minutos seguintes de jogo, eu era quem perdia com a pontuação mais baixa. Ela já estava no tesão como uma puta, e ainda mais sabendo como a buceta dela ficava molhada. Quando ela se levantou pra ir ao banheiro, quase caiu, mas eu segurei ela e perguntei como estava. "Bem, mas vou pegar um pouco de água." O Harold olhava pra ela, e eu sentia como se ele a despisse com os olhos. Foi aí que pensei que ali eu poderia ver minha mulher em ação de novo. Dei um jeito de fazer o Harold encher mais o copo de uísque da minha mulher. Ela voltou e quando pedi pra ela tomar... A última, com muito esforço, tomei mais ou menos meio copo. Nós três brindamos e continuamos jogando, e minha mulher já estava completamente fora de si e com tesão. Foi aí que eu propus que, pra gente ir embora, quem ganhasse poderia dar um beijo bem longo nela e tirar as peças de roupa que ainda restassem. O Alemão aceitou, e minha mulher, no meio da bebedeira dela, também topou. Com meu plano feito, começamos a jogar, e a partida ficou mais séria por um bom tempo. No final, Harold foi quem ganhou. Então ele se aproximou e me disse:
— Então, posso cobrar o prêmio?
— Claro, fica à vontade — falei. Eu disse que ia entrar no banheiro e já voltava. Aí eu não fechei a porta completamente; ele foi até onde minha mulher estava. Ela estava sentada, e ele a colocou de pé e disse:
— Bom, vou buscar meu prêmio.
Ela não falou nada, só com os olhos semiabertos aceitou, e ele foi se aproximando e começou a beijá-la. De onde eu estava, dava pra ver tudo muito bem.
Ele continuava beijando ela, de um jeito apaixonado, porque mexia a cabeça pra vários lados, e foi quando começou a apalpar a bunda dela por cima da minissaia. Percebi que ele tirou a tanga dela. Ele seguia com os beijos, e ela, de olhos fechados, aceitava tudo. No quarto tinha uma cama de hóspedes, e eu já imaginava onde aqueles beijos iam parar. Ela se deixou deitar na cama, mas num momento em que ele parou de beijá-la, ela disse:
— Quero que você me coma, entendeu? Quero sua pica.
Depois ele se deitou na cama e colocou ela por cima dele, e eu pude ver as nádegas dela e as mãos de Harold em cima. Nessa hora, com muita habilidade, ele desabotoou a blusa dela pelas costas e levantou um pouco pra conseguir tirar. Quando ela ficou erguida sobre ele, já muito excitada, ela disse:
— Isso não estava no jogo.
Ele não respondeu; na verdade, mal entendia, e quando eu olhei, a boca dele já tinha se apossado de um mamilo das tetas gostosas dela e começou a chupar, enquanto com a outra mão começou a enfiar os dedos nela.
— Não, espera, isso não... — ela não conseguiu terminar. não disse nada porque ele continuava beijando ela, mas dessa vez virou ela, deixou ela em cima da cama e eu percebi ele tirando a calça, ficando totalmente pelado.
– Lá estavam os dois pelados; ele por cima dela, chupando os peitos dela e as mãos dele acariciando a buceta dela, enfiando três dedos.
Ahhh, por favor, mais, não sei o que pode acontecer – ela disse. Mas ele continuou, e agora o que eu via era ele afastando as pernas dela com as mãos e tentando se encaixar entre elas. Ela só gemia:
. ahhh, ohhhhh, mais… – Quando eu olhei de novo, o inevitável já estava prestes a acontecer: as duas pernas dela estavam seguras pelas mãos do Harold, e ele já tinha o pau dele pronto. Na hora, começou a meter e tirar bem forte, quase tirando o pau dele por completo, e eu conseguia ver a cabeça dele pra fora e como entrava de novo. Ele se ajeitou, apoiou os pés na cama e, agora melhor posicionado, continuou a metida e tirada bem rápida.
ahhh ….ahhhhha…. me…. me parte,……. para,… para – ela dizia, com o rosto banhado de suor, olhos fechados, mas de repente os braços dela abraçaram as costas do alemão, e as pernas dela se enrolaram nas costas dele. Assim, por meia hora, continuaram transando até que ela gozou, gemeu forte. Depois, ele continuou montando nela até que eu vi ele tirar o pau e apoiar nos peitos dela,
e soltou todo o gozo dele dentro dos peitos dela. Ela se abraçou forte nele, e então ele saiu da cama, depois saiu de cima dela e se vestiu rápido. E lá estava ela, pelada, toda nua, com os peitos cheios de gozo, e ele foi embora. Em outro relato, vou contar como continuaram nossas férias com esses novos amigos. Saudações minhas e da minha esposa.vacaciones muy calientes

2 comentários - vacaciones muy calientes

muy buen relato . unas vacaciones bien disfrutadas . preciosa mujer