Eu e meu marido fomos pra Cuba e, claro, sabíamos bem o que íamos fazer: transar, transar e transar mais um pouco. Nosso hotel ficava em Havana, uma suíte de luxo com jacuzzi. Chegamos depois de 8 horas de voo, exaustos, e eu fui tomar um banho relaxante enquanto ele se jogava na cama. Jantamos num dos restaurantes e fisgamos nossa primeira vítima: um garçom negro, alto e forte. Eu sabia que ele tava a fim pelo jeito que me olhava. Coloquei um vestidinho curto de alças, de linho branco, sem calcinha e com uma certa transparência. Toda vez que ele servia alguma coisa, eu me inclinava pra frente pra deixar ele ver meus peitos. Meu marido falou pra ele:
- Muito trabalho?
— Seu senhor, tô aqui desde as 7 da manhã, respondeu.
- E a que horas você sai? Disse meu marido
- dentro de uma hora, senhor. Respondeu
- a gente queria te convidar pra um drink pela simpatia.
- Obrigado, senhor. Mas não nos deixam ter contato com os clientes. Respondeu.
— Mas você ia gostar? Meu marido disse.
- claro, senhor
- Estamos na suíte 200. Se quiser, sobe daqui a uma hora. Ele disse, deixando uma gorjeta pra ela.
- até logo, eu disse com um sorriso safado.
Fomos pra um dos bares e umas uma hora depois subimos pro quarto, e quando chegamos no corredor, vimos ele esperando na porta.
— Você se decidiu. Desculpa pela demora, agora minha mulher vai te recompensar por esperar. Disse meu marido.
Entramos e coloquei uns copos e uma música baixinha. Eles dois estavam conversando.
Vi o Rafael, que era o nome dele, indo pro banheiro.
— Meu marido me disse que pediu pra tomar banho um pouco.
Estávamos nós dois na sala sentados e o cubano se lavando.
- Se despe e vai tomar banho com carinho, meu bem. Ela me disse
Me levantei, tirei o vestido e, com um sorriso safado, mandei um beijo pra ele e entrei no banheiro.
- posso? perguntei
- Se a love passar. Ela me disse
Ele se levantou e me ajudou a entrar na jacuzzi. Fiquei tão excitada ao ver aquela pica preta, devia ser três vezes maior que a do meu marido. Sem pensar duas vezes, peguei nela e comecei a acariciar, aos poucos foi ficando dura. Ele lambia meus peitos, me abaixei e enfiei a cabeça na boca. Ele apertava pra eu engolir mais fundo.
—que bem você chupa, hein. Ela me dizia.
Meu marido entrou pelado e sentou, vendo eu chupar ele. E o Rafael ficou meio sem graça.
- Fica de boa e come essa puta, eu gosto de olhar.
Depois de um bom tempo chupando. Fomos pra cama, fiquei de quatro e ele começou a me comer.
Deita na beirada da cama. Foi o que Rafael me disse.
Eu me deitei e o filho da puta levantou minhas pernas. Quando ele ia meter, fiz uma manobra e coloquei no meu cu.
—Tem certeza, mamãe? — perguntou Rafael.
- Devagar, meu negão. Respondi.
Aos poucos, ele foi enfiando. A pressão dentro da minha buceta era fortíssima. Mas, ao mesmo tempo que ele metia mais, a dor ia sumindo. Ele me dilatou tanto que acho que caberia um punho. Ele metia e gozava uma vez atrás da outra. Até que gozou na minha boca. Ofereci o sêmen dele pro meu marido. Dormimos os três na cama abraçados e pelados. E de vez em quando eu acordava eles pra me comerem. Essa foi só a nossa primeira vítima em Cuba, mas teve muitos mais que vou contar em outros relatos.
- Muito trabalho?
— Seu senhor, tô aqui desde as 7 da manhã, respondeu.
- E a que horas você sai? Disse meu marido
- dentro de uma hora, senhor. Respondeu
- a gente queria te convidar pra um drink pela simpatia.
- Obrigado, senhor. Mas não nos deixam ter contato com os clientes. Respondeu.
— Mas você ia gostar? Meu marido disse.
- claro, senhor
- Estamos na suíte 200. Se quiser, sobe daqui a uma hora. Ele disse, deixando uma gorjeta pra ela.
- até logo, eu disse com um sorriso safado.
Fomos pra um dos bares e umas uma hora depois subimos pro quarto, e quando chegamos no corredor, vimos ele esperando na porta.
— Você se decidiu. Desculpa pela demora, agora minha mulher vai te recompensar por esperar. Disse meu marido.
Entramos e coloquei uns copos e uma música baixinha. Eles dois estavam conversando.
Vi o Rafael, que era o nome dele, indo pro banheiro.
— Meu marido me disse que pediu pra tomar banho um pouco.
Estávamos nós dois na sala sentados e o cubano se lavando.
- Se despe e vai tomar banho com carinho, meu bem. Ela me disse
Me levantei, tirei o vestido e, com um sorriso safado, mandei um beijo pra ele e entrei no banheiro.
- posso? perguntei
- Se a love passar. Ela me disse
Ele se levantou e me ajudou a entrar na jacuzzi. Fiquei tão excitada ao ver aquela pica preta, devia ser três vezes maior que a do meu marido. Sem pensar duas vezes, peguei nela e comecei a acariciar, aos poucos foi ficando dura. Ele lambia meus peitos, me abaixei e enfiei a cabeça na boca. Ele apertava pra eu engolir mais fundo.
—que bem você chupa, hein. Ela me dizia.
Meu marido entrou pelado e sentou, vendo eu chupar ele. E o Rafael ficou meio sem graça.
- Fica de boa e come essa puta, eu gosto de olhar.
Depois de um bom tempo chupando. Fomos pra cama, fiquei de quatro e ele começou a me comer.
Deita na beirada da cama. Foi o que Rafael me disse.
Eu me deitei e o filho da puta levantou minhas pernas. Quando ele ia meter, fiz uma manobra e coloquei no meu cu.
—Tem certeza, mamãe? — perguntou Rafael.
- Devagar, meu negão. Respondi.
Aos poucos, ele foi enfiando. A pressão dentro da minha buceta era fortíssima. Mas, ao mesmo tempo que ele metia mais, a dor ia sumindo. Ele me dilatou tanto que acho que caberia um punho. Ele metia e gozava uma vez atrás da outra. Até que gozou na minha boca. Ofereci o sêmen dele pro meu marido. Dormimos os três na cama abraçados e pelados. E de vez em quando eu acordava eles pra me comerem. Essa foi só a nossa primeira vítima em Cuba, mas teve muitos mais que vou contar em outros relatos.
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