Comendo o amigo do meu filho

Essa história aconteceu em dezembro de 2005. Sou uma mulher divorciada, de 37 anos, tenho 1,75m, olhos verdes, sou instrutora de spinning na academia onde trabalho, o que, pra minha sorte, me mantém com um corpo muito bom. Tenho peitos grandes e firmes, pernas duras e bem torneadas, sou magra e tenho uma bunda boa, firme e dura.
Moro num apartamento pequeno (que tem 2 quartos, 1 banheiro, sala de jantar e cozinha) com meu filho Alejandro, um jovem de 18 anos que está no último ano.
No começo das férias de dezembro, a mãe do Alfredo, um amigo do meu filho, me perguntou se o Alfre podia ficar uma semana em casa, porque ela e o marido precisavam viajar a negócios e não podiam levá-lo nem tinham com quem deixá-lo. Eu aceitei, já que ele era o melhor amigo do meu filho, conhecia ele e os pais desde que entraram na escola no pré, e ela e eu éramos muito amigas.
O Alfredo chegou em casa numa segunda de manhã. Eu estava na academia onde trabalho até o meio-dia. Quando cheguei, o Alfre e o Ale já tinham se arrumado no quarto deles, que tem uma cama com gaveta, e estavam jogando PlayStation. Preparei o almoço e chamei eles pra comer. Conversamos enquanto comíamos, e eu disse pra ele se sentir em casa, que não tivesse vergonha de nada e que pedisse o que quisesse. Ele respondeu: "Não se preocupa, Andre" (que é como me chama, já que me conhece há muitos anos e é como o irmão que o Ale nunca teve).
Passaram-se dois dias muito bons. Os garotos passavam o tempo saindo, jogando e, à noite, às vezes eu tinha que brigar com eles pra dormirem, porque faziam muito barulho e não me deixavam dormir pra ir trabalhar de manhã.
Na quarta-feira, recebi a ligação do pai do Ale, meu ex-marido, dando a má notícia de que a mãe dele tinha morrido. Ele já tinha comprado a passagem pro Alejandro ir pra Madri assistir ao enterro da avó, que saía naquela mesma noite.
O Alfredo e eu levamos o Ale ao aeroporto. Aeroporto e depois fomos ver um filme no cinema e tomar sorvete. Quando chegamos em casa, falei pro Alfre pra ele não ficar com vergonha, que o Alejandro não tava ali, que era pra fazer as mesmas coisas de antes.
Fui tomar banho e vesti uma camisola pra dormir. Quando entrei no quarto onde o Alfredo tava dormindo, encontrei ele jogando PlayStation sentado na cama, só de cueca, que era a roupa que ele usava pra dormir. Comecei a arrumar um pouco a bagunça que o Ale deixou por causa da pressa de fazer a mala e a organizar o quarto, e de repente percebi que o Alfredo não tirava os olhos de mim. E claro, como a camisola era meio folgada, quando eu me abaixava dava pra ver tudo por dentro, e como eu não tava de sutiã, ele podia ver meus peitos. Isso me fez ficar vermelha e sair rápido de lá, com a desculpa de que ia levar a roupa pro cesto.
Já mais calma, passei de novo, mas só pra dar boa noite. Quando olhei pra ele, sem pensar, comecei a reparar no corpo dele, que tava em muito boa forma, já que ele ia com meu filho pra minha academia e jogavam no time do colégio de futebol e natação, o que mantinha eles em forma. Ele tinha uma costa larga e bem definida, assim como o peito e uns braços bonitos, por causa da natação, e pernas muito fortes por causa do futebol, um abdômen onde os gominhos apareciam. Ele tem uns 1,82, já que é um pouquinho mais alto que meu filho, que tem 1,79, pele bronzeada pelo sol que pega na piscina e cabelo e olhos pretos.
Quando me deitei, não conseguia pegar no sono, porque não tirava da cabeça o jeito que ele me olhava e o corpo espetacular dele. Passou mais de 1 hora até eu dormir.
Na manhã seguinte, quando já tava saindo pra academia, ele saiu correndo do quarto e perguntou se podia ir comigo, já que o Ale não tava. Fomos juntos. Quando terminei minha aula de spinning, encontrei ele nas máquinas e ele disse que já tava terminando, que só faltava uma, e eu ajudei ele a terminar.
Fomos pra casa. enquanto preparava o almoço, ele disse que ia tomar banho e entrou no banheiro, saindo só de toalha e me perguntou onde tinha outro sabonete, porque o dele tinha acabado. demorei pra achar só pra poder apreciar o corpo dele com aquela toalha amarrada na cintura.
quando ele saiu do banho, falei que ia tomar banho também. enquanto tirava a roupa, ele gritou da cozinha que tava queimando alguma coisa. abri um pouquinho a porta do quarto e passei as instruções, mas sem querer deixei a porta entreaberta e ele conseguiu me ver terminando de tirar a roupa de academia. quando percebi que ele tava me olhando, fiz que não vi nada e continuei na minha. depois saí com o roupão de banho e falei que ia entrar no chuveiro, pra ele ficar de olho, e fui pro banheiro.
quando entrei, tirei o roupão e notei que ele tava me espiando pelas janelinhas da porta do banheiro. não falei nada, entrei no chuveiro e fiquei me lavando pensando em como adorava que um guri de 18 anos me espiasse. me fazia sentir que meu corpo ainda era gostoso.
quando terminei, abri a cortina do chuveiro e fiquei me enxugando e me penteando devagar pra ele ter tempo de me ver bem. me sequei de um jeito bem sensual, vesti o roupão, e ele teve tempo de voltar pra cozinha. saí pra ver como tava a comida e notei que ele tava com um volume no boxer que ele tentava disfarçar. de propósito, afrouxei um pouco o roupão pra ele abrir quando eu me inclinasse e deixar ele ver um pouco mais. aquilo já tava me deixando com tesão. fui me vestir: coloquei um short daqueles que uso em casa, mas escolhi o mais apertado, e uma camiseta sem sutiã, claro, pra ficar confortável e dar um agrado pro meu hóspede.
comemos e depois ele me ajudou a recolher a mesa, me olhando toda vez que eu me abaixava — e eu me abaixava direto de propósito pra ele me ver. quando terminei, precisei sair um instante pra resolver umas coisas. quando voltei, percebi que ele tinha mexido na gaveta da minha roupa íntima, porque tava meio bagunçada, e isso é uma coisa que eu costumo deixar sempre arrumadinha. Muito arrumado e vi que a tanga fio dental que ela tinha usado pra ir na academia tinha resto de sêmen, o que me fez concluir que ela tinha se masturbado com elas, o que me deixou com o maior tesão e me fez bolar um plano.
À noite, eu tinha alugado um filme pra ver e perguntei se ela queria ver, que viesse pro meu quarto onde estava o videocassete. Eu estava deitada do meu lado e ele sentou no chão, e eu falei pra ele não ter vergonha e subir na cama. Ele sentou na pontinha, e depois de um tempo, perguntei se queria ficar mais confortável e deitar, e ele topou.
Quando o filme terminou, fiz uns movimentos de incômodo no pescoço e falei em voz alta: "Que pena que a Ale não tá aqui pra me dar uma massagem!". E perguntei: "Você sabe fazer massagem no pescoço?" Ele respondeu: "Não deve ser muito difícil, mas nunca fiz." Falei: "Deixa a vergonha de lado e me dá uma, por favor." Ele se posicionou atrás de mim e começou a massagem. Eu abaixei um pouco as alças da camisola pra ele ficar mais à vontade e peguei um creme que tenho com um cheiro bem gostoso e sensual. Ele terminou a massagem, se despediu e foi dormir. Fiquei ali pensando que meu plano não tinha dado certo, o moleque não era tão ousado quanto eu achava e eu tinha que facilitar as coisas um pouco.
Na sexta de manhã, não aconteceu nada de interessante. Fomos pra academia e depois de comer, falei que ia sair e que chegaria um pouco tarde, porque ia no aniversário de uma amiga. Fiquei um tempinho na festa e umas 12 da noite voltei pra casa.
Ele tava acordado vendo um filme no quarto dele e, quando me sentiu, saiu pra me cumprimentar. Eu tinha bebido um pouco e tava meio alegre (isso era parte do meu novo plano pra ter um pouco de iniciativa), mas quando vi ele, fingi que tava mais bêbada do que realmente tava e, cambaleando, sentei no sofá. Ele perguntou se eu tava bem e eu falei que só um pouquinho passada da conta, que me desculpasse, e ele sorriu. Fingi que tava dormindo por uns minutos, deixando um olho meio aberto. aberta, mas sem que ele percebesse, e ele aproveitou pra me dar uma olhadinha. Eu tava com uma minissaia de couro bem curta e justa, e uma blusa com um decote enorme nas costas, o que fez com que eu não usasse sutiã. Disfarçadamente, me deitei de lado, abrindo um pouco as pernas, e ele não tirava os olhos de mim, porque dava pra ver tudo. Nisso, acordei e pedi pra ele me ajudar a ir pro meu quarto. Ele me deixou sentada na cama e foi saindo, fechando a porta, mas claro, não completamente. Tirei a blusa e a saia e vesti a roupa de dormir mais sexy que eu tinha. Ele não parava de me olhar pela fresta da porta. Eu me joguei na cama, fingindo que tava dormindo de novo, sem me cobrir nem apagar a luz. Cinco minutos depois, senti ele entrar e me chamar pra ver se eu tava acordada. Como não respondi, ele achou que não.

Lá estava ele, admirando meu corpo jogado na cama, só de calcinha branca minúscula e uma camisola branca sexy de renda, que deixava meus peitos aparecendo. Me mexi um pouco, e uma das minhas tetas escapou da camisola pequenina. Ouvi um "oh!" saindo da boca dele. Ele me mexeu um pouco e, como não acordei, se atreveu a tocar com cuidado minha teta que tava de fora. Acariciou bem devagar até meu mamilo ficar duro e empinado. Depois, deu uma chupadinha, e eu não aguentei mais, soltei um gemido que fez ele recuar.

Quando percebeu que eu ainda tava dormindo, começou a passar a mão nas minhas pernas e, como num reflexo, eu as abri. Já tava bem molhada, e quando ele tocou minha buceta, não aguentei mais e falei: "Alfredo, quero que você me coma." Ele deu um pulo de susto, quase chegando na porta do quarto. Falei: "Não tenha medo, sempre estive acordada e quero isso tanto quanto você." Ele disse: "André, você não tava dormindo?" Respondi: "Não, também vi quando você me olhava por dentro da blusa, pela porta do banheiro, e que eu vestia a roupa mais curta e sexy que tinha pra te provocar. E parece que consegui." Sorri. Me levantei e Tirei meu pijama, fiquei só de calcinha fio dental, abracei ele e dei um beijo longo, que ele correspondeu enfiando a língua na minha boca e apertando minha bunda.
Levei ele pra cama e deitei ele, coloquei de barriga pra cima com os braços abertos e mandei ele não me tocar nem beijar até eu falar. Ele perguntou: "O que você vai fazer comigo?" e eu disse que ia fazer ele sentir a melhor coisa do mundo. Ele falou que tava com medo e confessou que era virgem, mas se deixou levar pelas minhas ordens.
Comecei a beijar ele inteiro, esfregando meu corpo no dele. Tirei a cueca dele com os dentes e o pau enorme e grosso dele saltou pra fora. Peguei com as mãos e comecei a masturbar devagar. Ele respirava pesado e se contorcia de prazer. Depois levei à boca e comecei a lamber, primeiro a cabeça, descendo até o tronco, depois as bolas e me deliciei naquela parte de pele que fica embaixo das bolas, antes do cu.
Quando ele tava no auge, enfiei o pau inteiro na boca e chupei até ele jorrar todo o leite quente na minha garganta. Deitei do lado dele e falei que era a vez dele.
Ele começou com um beijo quente e apaixonado, enquanto apertava meus peitos. Depois desceu pra eles, começou a lamber e chupar, massageando e mordiscando com muita doçura. Em seguida, desceu beijando minha barriga enquanto tirava minha calcinha, me deixando completamente pelada diante dos olhos dele. Abriu minhas pernas o máximo que pôde e começou a beijar minha buceta molhada e depilada. Com os dedos, ele separou um pouco e enfiou a língua, brincando com meu clitóris enquanto me penetrava com um dedo. Eu já tava muito excitada, gemendo desesperada. Ele colocou dois e até três dedos, aumentando os movimentos, e quando senti a língua dele de novo dentro de mim, gozei na boca dele, enchendo ela com meus fluidos vaginais.
Essa chupada sensacional fez ele ficar duro de novo, e sem pensar pedi pra ele me penetrar, que eu queria sentir o pau enorme dele dentro de mim. Fiquei deitada com De pernas abertas, ele se acomodou por cima e apontou seu pau enorme e duro na entrada da minha buceta molhada e quente e, com um empurrão, meteu tudo de uma vez só, o que me fez soltar um grito de dor, já que tava há meses sem namorado e sem transar fazia tempo. Ele começou devagar com o vai e vem, e a dor foi sumindo, se transformando em gemidos de prazer. Ele foi acelerando enquanto chupava meus peitos, quando de repente soltou um grito e gozou, enchendo minha buceta com seu leite morno, o que me deu um orgasmo na hora. Quando ele tirou o pau já mole, lambi ele até deixar bem limpinho, mas ao ver que com minha limpeza ele já tava endurecendo de novo, fiquei de quatro e perguntei se ele tava cansado, e ele respondeu enfiando o troço inteiro dentro da minha buceta dilatada e começou a rebolar de novo. Enquanto fazia isso, com o dedo do meio cheio de saliva, ele começou a enfiar no buraco do meu cu virgem, e eu falei que não, mas ele não ligou e disse que queria ver como era a sensação, e eu aceitei pela mesma curiosidade. Depois de ter dilatado um pouco, ele começou a enfiar a cabeça e eu, chorando, implorava pra ele parar. Ao ouvir meu choro, ele ficou mais excitado e empurrou mais um pouco, deixando pra abrir meu cu apertado. Ele me segurava pelos quadris enquanto eu me debatia pra ele tirar, e beijando minha bochecha, meteu o resto de uma só vez, fazendo eu gritar de tanta dor que sentia, enquanto as lágrimas escorriam. Quando me acalmei um pouco, ele começou com um movimento suave, e eu passei a trocar meus gemidos de choro por gemidos de prazer, o que fez ele aumentar a velocidade e me deu meu primeiro orgasmo com penetração anal. Ele segurava meus peitos balançando com o movimento, quando notei que ele acelerou ao máximo e, entre nossos gritos de prazer, gozou dentro do meu cu, me dando outro orgasmo sensacional. Nós ficamos mortos de cansaço e dormimos abraçados.
Na manhã seguinte, quando acordei, peguei um pote de mel que tinha na cozinha e espalhei pelo corpo todo dele enquanto dormia, comecei a lamber, o que fez ele acordar e me comer mais duas vezes antes de entrarmos no banho juntos pra terminar fazendo tudo ensaboados no chuveiro. Tomamos café da manhã e fomos juntos buscar meu filho Alejandro, que voltava pra Venezuela.
Quando chegamos em casa, não perdíamos nenhuma chance de nos beijar e nos tocar escondido do meu filho, o que nos excitava pra caralho e, quando ele entrava no banho, a gente transava em qualquer canto do apartamento.
Alfredo continua sendo o melhor amigo do Ale, meu filho, agora dorme aqui com mais frequência do que antes e, sempre que pode, viaja com a gente. Agora ele não é só o amigo do meu filho, virou meu amante e parceiro de cama.

3 comentários - Comendo o amigo do meu filho

Muy bueno el relato, lástima que me perdí el tema de Madrid y Venezuela...! Te leí con mucha atención. Te felicito por tu experiencia. Vive con toda la intensidad que puedas la vida... A tus órdenes.
Muy buen relato me encanto
Ya quisiera ser yo amigo de tu hijo