No dia seguinte à foda com o reitor e os outros, Eva foi pra universidade com seu uniforme de cheerleader e, claro, sem calcinha, pra evitar problemas. Assim que entrou, encontrou o bedel, pra quem o reitor tinha passado a tarefa desagradável de verificar durante aquela semana se Eva tava de calcinha. Eva viu ele, ontem já tinha achado ele horrível, mas hoje ele tava com uma cara especialmente suja, e a barriga dele parecia ainda maior. Deu um calafrio nela só de pensar nas mãos gordas dele levantando a saia dela, mas logo se acalmou: ia ser ela mesma quem levantaria a saia e seria questão de só uns segundos.
- Bom dia, senhorita - disse o bedel - pensei muito na senhora essa noite... tá de calcinha?
- Claro que não
- A senhora entende que eu preciso verificar.
- Claro, claro... mas não aqui no meio, né?
- Não, não, claro. Vai pra sala de limpeza.
Eva entrou no quartinho, a verdade é que mal cabiam os dois naquele cômodo cheio de produtos de limpeza, um vaso sanitário e uma pia. Eva conseguia sentir a respiração dele no rosto, com um cheiro rançoso, uma mistura de mau hálito e tabaco. Pelo menos não precisava beijar ele, pensou pra se animar, a verdade é que preferia mostrar a buceta. Levantou a saia sem olhar na cara dele.
A verdade é que estamos tão perto que não vejo nada, só suas tetonas.
Era verdade, estavam tão apertados naquele quarto cheio de tralhas que o homem, se baixasse a cabeça, só conseguia ver o canal das tetas dela aparecendo pela camiseta. O bedel se abaixou e logo Eva sentiu a respiração quente dele na sua buceta. Ela baixou a saia rapidinho, não ia deixar aquele puto do bedel se deliciar com a xereca dela.
- Moça, espera, espera… não tão rápido.
- Não, já chega, você já viu, vou embora.
- Falei pra esperar, foxy… – e segurou o pulso dela. Eva se assustou, a porta estava atrás do bedel e, se ele não saísse, ela não conseguia ir.
- Por favor, me deixa sair.
- Vai sair, vai… mas antes tem que ser boazinha comigo.
Eva tinha certeza de que não ia dar pra aquele seboso do bedel, então ameaçou gritar.
- Olha, seu filho da puta, se não me deixar sair, vou começar a berrar e você vai se foder todo… já viu que tô sem calcinha, agora me deixa sair… por favor.
- Na sua vida de puta barata, foxy, você vai aprender a não me insultar de novo… nenhuma vagabunda vai me tratar assim, ainda mais uma ninfomaníaca de professoras.
O bedel apertava cada vez mais forte. Eva estava apavorada e prestes a gritar que nem uma louca. Quem esse merdinha pensava que era? Como ousava falar assim com ela? Assim que saísse, ia direto falar com o reitor e contar tudo que o bedel tinha feito. O homem continuou falando sem soltar ela e tirou algo do bolso com a mão livre.
- Gostou? – O bedel segurava uma calcinha na mão. Eva não entendeu o que ele perguntava, então ficou quieta, e ele continuou.
- Perguntei se você gostou… se sair daqui sem ser boazinha, vou falar pro reitor que você tava usando elas e que te peguei no flagra.
Eva ficou horrorizada. Se o bedel dissesse ao reitor que ela estava de calcinha, seria expulsa na hora, sem dúvida. O filho da puta do bedel tinha pensado bem, não podia fazer outra coisa a não ser ceder ao que ele propusesse… um calafrio frio percorreu o corpo dela.
— Passei a noite inteira sonhando com essa bucetinha gostosa, com tocá-la, com chupá-la, com foder ela… tava ansioso pra chegar de manhã. — enquanto dizia isso, soltava o pulso da Eva e colocava a mão na buceta dela. O bedel suspirou de prazer ao sentir o contato da xotinha quente, logo meteu os dedos entre os lábios vaginais dela, depois tirou e se deliciou com os pelinhos macios da buceta da pobre Eva. Finalmente, tirou os dedos e começou a cheirá-los, exclamando:
— Ahh, o cheirinho da porquinha tá uma delícia… aposto que o gosto é melhor ainda — e enfiou o dedo indicador na buceta dela, esfregou várias vezes e levou à boca. — UMMMM, o gosto é maravilhoso.
Colocou ela de costas contra a parede, inclinou um pouco pra frente, obrigando-a a se apoiar com as mãos na parede, e começou a beijar a nuca dela. A pica dele se encaixou perfeitamente entre as nádegas dela, e imediatamente começou um vai e vem como se estivesse penetrando, a rola do bedel deslizando perfeitamente entre as bundas dela.
Vai bater uma punheta entre meus glúteos, pensou Eva. De repente, ela se ajeitou na entrada da sua bucetinha, e ao sentir a ponta da piroca, Eva deu um pulo, mas não disse nada, só gemeu de nojo e de dor ao sentir a ponta do pau no seu bucetão seco.
O bedel foi penetrando ela entre vários comentários.
- Viu, vadiazinha, que pau mais gostoso?
- Ficou dura a noite inteira só pensando no momento de meter na sua bucetinha.
- Como você é macia, já podia a idiota da minha mulher ter uma buceta tão macia assim.
A língua quente do bedel entrava na orelha dela, ela não sabia o que dava mais nojo: ter aquele pau dentro dela ou aquela língua enchendo ela de cuspe.
- Aposto que você nunca teve um pau tão grosso assim, né?
Eva não respondeu, claro que já tinha visto paus mais grossos... Imediatamente lembrou das aventuras na África e dos paus enormes dos negros da tribo que fizeram ela passar tão bons momentos. Na verdade, lembrar dos momentos gostosos que viveu na África fez ela se excitar um pouco e lubrificar a bucetinha, então o pau já não doía tanto. Como ela não respondia, sem parar de penetrá-la, o bedel puxou o cabelo dela e aproximou o rosto de Eva do dele.
Vadia, te fiz uma pergunta... você é mal-educada? Pra que serve vir pra universidade? Já teve algum pau tão gostoso dentro de você?
Naquele momento, a língua dele entrou na boca dela, pela pressão ela percebeu que ele queria que ela abrisse os dentes, então Eva obedeceu e suas línguas se encontraram. Eva quase sentiu ânsia ao receber o hálito dele dentro dela, notou um gosto desagradável que se somava ao sentir as gengivas dos muitos dentes que faltavam ao bedel. Logo percebeu que, quando a língua dela roçava essas gengivas desdentadas, o bedel gemia de prazer... pra ela era nojento, mas pelo menos a excitação do bedel aumentava e assim ele terminava mais cedo... apesar do nojo que sentia, não conseguia tirar da cabeça suas aventuras na África... porra, se ela ia ter um puto orgasmo com a fodida daquele filho da puta que estava forçando ela.
O bedel tirou a pica pra fora, não tinha gozado e, se tinha, Eva nem tinha notado a porra dele. Com um giro rápido, virou ela de frente, agarrou ela pela bunda, segurando firme nas duas nádegas, levantou ela até que as pernas dela ficassem no ar e imediatamente sentiu de novo a pica do bedel entrando fácil na buceta dela... Eva ficou alucinada, ele tava comendo ela enquanto a mantinha suspensa e segurava com os braços. É verdade que parte do peso dela tava apoiada nas costas contra a parede, mas ela nunca imaginou que o bedel tivesse tanta força pra foder ela no ar. A boca dele foi atrás da boca de Eva, a língua dela percorreu os dentes cariados e as gengivas, e logo sentiu o calor do gozo enchendo a buceta dela. Um jorro quente invadiu a vagina inteira... pra Eva, pareceu uma eternidade o tempo que o cara passou soltando porra enquanto continuava com a pica dentro e apertava ela contra a parede. O bedel respirava exausto, ofegava e tinha um sorriso idiota enorme no rosto.
Tirei o pau dele pra fora e falei.
- Das melhores putas que já comi… essa sua buceta vale ouro.
- Obrigada – disse Eva, que naquele momento se arrependeu… mas será que era burra? Será que realmente tinha agradecido a um cara que tinha forçado ela? Tinha respondido “obrigada” por inércia ao elogio, não tinha pensado… se amaldiçoou por ter dito aquilo.
- Fica tranquila, putinha, não precisa me agradecer… bom, melhor sim, agradece a Deus porque toda manhã às 8h30 você vai estar na frente dessa porta pra receber sua dose de pau gostoso… feliz?... FELIZ?
Eva balançou a cabeça.
- Quem sabe? Talvez daqui a uma semana você esteja louca pelo meu pau e queira aproveitar ele o curso inteiro.
Eva estremeceu só de pensar na possibilidade de ter aquele pau e aquela língua dentro dela por um ano inteiro… passaria a semana como desse… daria pra ele pra não ser expulsa e não dar um desgosto ao pai… mas depois de uma semana, aquele porco nem chegaria perto dela.
- Porquinha, vaza que tenho muito trabalho.
É, muito trabalho. Ficar olhando a bunda das minas que passam… filho da puta, pensou Eva enquanto abria a porta e saía.
- Até amanhã – ouviu Eva, e outro arrepio de nojo percorreu o corpo dela.
Ao virar a esquina no corredor, deu de cara com o capitão do time de basquete… o homem perfeito dela… por quem estava passando tanta humilhação… quase se trombaram… ele tão loiro, tão bonitinho, tão sorridente como sempre… pelo menos o dia tem algo bom, pensou Eva.
- Oi Eva, ontem depois do primeiro teste de cheerleader a gente não conversou nada.
- É, é… não… não conversamos – disse uma Eva nervosa, que não conseguia parar de olhar vidrada na beleza do capitão. Além disso, tava preocupada com como o cabelo dela podia ter ficado.
- Acho que você continua com o costume de andar sem calcinha… porque já vi que tá usando o uniforme de cheerleader, muito bom, muito bom… ontem comentei com os caras que era a que ficava melhor em você.
Eva sorriu. Amplamente, a verdade é que no começo ela reclamou do uniforme, já que era pelo menos dois tamanhos menor do que ela usaria.
mas tinha que admitir que ela tinha um corpaço, que as tetonas dela se destacavam e que, sem dúvida, os bicos dos peitos aparecendo iam agradar o capitão.
— Bom, já que a gente se encontrou, vou aproveitar pra dar uma conferida — e enquanto falava, sorrindo, enfiou a mão por baixo da saia dela, procurando a buceta. Eva sentiu a mão delicada dele… mas com um movimento rápido, ele tirou a mão e olhou pra ela.
— Porra, tia, que nojo… isso é porra… caralho, cê anda com o bagaço tudo na buceta. — O capitão se limpou na camiseta de Eva, bem em cima do peito esquerdo dela.
— Eu, eu… desculpa… é que…
Eva tentou se justificar, mas o capitão já nem tava ouvindo, porque saiu correndo pro banheiro. Eva começou a correr e chorar, o que será que o capitão ia pensar dela? Não ia conseguir olhar na cara dele de novo… que vergonha que a coitada da Eva sentiu. Enquanto corria e chorava, viu o Alfredo… menos mal, pensou. Ele tava na escada da universidade, entrando naquele momento. Ela correu até ele antes que entrasse no prédio e se abraçou, pelo menos o contato com o amigo a confortava. Entre soluços, Eva contou o que tinha acontecido, a parada do bedel e, principalmente, a do capitão.
Calma, calma, ele consolava Alfredo… que filho da puta o bedel… mas fazer o quê, só vai ser uma semana… o pior é a parada do meu capitão.
- Não é mesmo? Que vergonha, não posso ser líder de torcida.
- Calma, pode não ser tão grave assim… espera só pra eu ver sua buceta, não deve ter tanta porra – embora já estivesse quase de saco cheio de ver Eva pelada o dia todo em casa, a ideia de levantar a saia dela na porta da universidade, lá fora, onde todo mundo podia ver, excitou ele pra caralho, e quando digo pra caralho é pra caralho, porque o pauzão que ele carregava esticava pra valer a calça de moletão.
Alfredo se ajoelhou na frente de Eva e com as duas mãos levantou a saia dela. Pra ser sincero, não sabia quanta porra o capitão tinha deixado quando tocou a buceta dela, mas o bedel devia ter umas bolas bem grandes ou passar anos sem gozar, porque a buceta ainda escorria sêmen, e isso que nas coxas de Eva tinha uma quantidade enorme. Eva abaixou a saia mais ou menos rápido, estavam no meio da escada de entrada da universidade e pelo menos uns dois carinhas que subiam já tinham visto a bucetinha dela, já que o
- Puta merda Eva, não podemos deixar essa buceta sofrendo com a foda anterior, tenho certeza que o melhor é você ter um orgasmo agora e ficar bem feliz.
- Não tô te entendendo.
- Olha, a parada do bedel pode ser traumática pra você… talvez você nunca mais queira foder.
- Mas Alfredo… eu gosto de foder… o que não gosto é de foder com aquele nojento do bedel.
- Por isso, por isso… essa memória ruim tem que ser apagada com uma melhor… ainda bem que você me tem aqui e agora… e ainda por cima disposto a te foder.
- Mas Alfredo… não tô traumatizada nem nada disso… só sinto… sei lá, raiva daquele filho da puta, me sinto suja.
Suja você tá mesmo, pensou Alfredo, porra, se tá cheia de porra… e como você tá me deixando tesudo… ou te como ou minhas bolas vão explodir.
Mas essa raiva vai se transformar num trauma… — falou Alfredo enquanto pensava no que disse antes — acredita em mim… sei como é… levei anos pra me recuperar…
— Mas você já foi estuprado?
— Não quero falar sobre isso, Eva, por favor, não me obriga a lembrar. — Naquele momento, ele abaixou a cabeça, pesaroso. Eva não conseguiu ver o sorriso malicioso dele… claro, ele nunca sofreu abuso, mas não ia perder a chance de comer a Eva.
— Claro… se você entende disso e acha que o melhor depois de uma experiência ruim é viver uma melhor, então, se me forçaram a dar e eu não curti, talvez o melhor seja o que você tá dizendo: me foder e me fazer gozar.
Alfredo levantou a cabeça, ainda com cara de triste, e Eva sentiu que o coitado, por causa dela, tava revivendo aquele passado horrível que ele não queria mencionar. Eva continuou falando.
— Hoje à noite em casa a gente transa — disse ela, tentando mostrar uma segurança e indiferença que não sentia, já que no fim ia dar pra ele por pena, não porque achasse que um prego tira outro prego… bom, nesse caso, uma rola tira outra rola, claro.
— Não, não, não, não… isso não pode esperar… tem que ser na hora. O trauma, Eva, o trauma… hoje à noite pode ser tarde demais… tem que ser agora mesmo.
E depois de falar isso, ele pegou ela pela mão e subiu correndo as escadas em direção ao banheiro masculino.
Era um banheiro normal, azulejado de branco, com uma fileira de pias, um espelho grande comprido e as cabines dos vasos. Não tinha ninguém, o que não era estranho porque quase todo mundo tava na aula, mas na universidade sempre tinha gente circulando.
Eva pensou que ele ia meter ela numa das cabines e foder ela na hora, mas ele colocou ela na frente das pias e disse:
— Primeiro, a gente tem que eliminar qualquer resto daquele filho da puta.
Ele desabotoou a saia dela, tirou e apoiou ela na pia. Eva sentiu um arrepio no corpo todo… ia dar. protestar por estar ali no meio, pelada da cintura pra baixo, mas sentia um certo prazer em estar ali nua, exposta pra qualquer um que entrasse ver ela… o contato da água fria e da mão do Alfredo trouxe ela de volta à realidade de que estava pelada no meio de um banheiro de caras. A boca dela começou a se abrir pra protestar, mas naquele momento a porta se abriu e um grupo de três moleques vestidos no estilo roqueiro, com topetes largos bem cheios de gel, entraram no banheiro.
- OHHH
- Porra, tia
- Caralho, que puta…
Rapidamente, Alfredo puxou ela pra dentro de um boxe de privada, fechou a porta, colocou ela de frente pro vaso, mandou ela apoiar as mãos e o rosto no azulejo frio, abriu as pernas dela e começou a meter forte, com uma ansiedade quase selvagem… Alfredo não parava de gemer e Eva podia ouvir os três moleques batendo na porta e falando.
Vem, filho da puta, deixa a gente passar
- Você vai ver como vai se divertir, cara.
- Abre, que a gente tem rola até você se cansar.
- Não tô batendo com o punho… abre e vê com o que eu tô chamando na porta.
Alfredo, alheio a toda a bagunça lá fora, continuava metendo na bucetinha dela de forma selvagem… mas Eva não conseguia se desligar, com aqueles três falando putaria pra ela e sabendo que eles sabiam, porque Alfredo não parava de gemer, que ele tava fodendo ela atrás da porta.
Alfredo gozou quase na hora e, pela segunda vez em menos de 30 minutos, a bucetinha dela tava cheia de porra… tiveram que esperar quase 10 minutos até os roqueiros se cansarem de pedir buceta e falar obscenidades, e ouviram a porta do banheiro se fechar.
— Parece que já foram — disse Alfredo.
— Porra, sim… mas eles me viram… sabem que a gente transou… caralho, entre isso, estar sem calcinha e a parada do capitão, vou ficar com fama de puta na universidade inteira.
— Não fala besteira, Eva — embora ele tivesse certeza de que ela já tinha essa fama, e bem merecida, por sinal.
Alfredo saiu primeiro e conferiu se não tinha ninguém. Percebeu que a saia estava em cima da pia e, claro, não resistiu: pegou e guardou, imaginando como Eva sairia do banheiro sem a saia, só vestindo uma camiseta justinha de cheerleader… o pau dele já ficou duro só de pensar na cena.
— Melhor eu sair primeiro, e daqui a dois minutos você sai.
E sem deixar Eva protestar — já que ela achava melhor ele sair antes ou pelo menos passar a saia pra ela — a porta se ouviu de novo, porque Alfredo já tinha saído.
Eva saiu e descobriu, horrorizada, que a saia não estava mais lá. Como é que ia sair só com aquela camiseta? Por mais que puxasse pra baixo, não cobria nada. Aliás, se puxasse demais, os peitos iam escapar, e não iam ver só a bunda dela, mas os peitos também.
Ao sair, tinha acontecido a pior coisa que podia acontecer, era horrível… a saia tinha sumido.
Eva já não podia entrar na aula que já tinha começado, eram 9h15 da manhã e já tinha sido comida por dois caras. Melhor ir pra cafeteria, tomar um café e matar tempo até a aula das 10… mal podia imaginar que antes do dia acabar, ela seria fodida várias vezes, não pelo bedel, não… mas isso já é parte do próximo capítulo.
Eva pensava que nada podia piorar, mal podia imaginar que antes do dia acabar e fora da universidade, ela seria fodida repetidas vezes por quatro homens,
Continua...
- Bom dia, senhorita - disse o bedel - pensei muito na senhora essa noite... tá de calcinha?
- Claro que não
- A senhora entende que eu preciso verificar.
- Claro, claro... mas não aqui no meio, né?
- Não, não, claro. Vai pra sala de limpeza.
Eva entrou no quartinho, a verdade é que mal cabiam os dois naquele cômodo cheio de produtos de limpeza, um vaso sanitário e uma pia. Eva conseguia sentir a respiração dele no rosto, com um cheiro rançoso, uma mistura de mau hálito e tabaco. Pelo menos não precisava beijar ele, pensou pra se animar, a verdade é que preferia mostrar a buceta. Levantou a saia sem olhar na cara dele.
A verdade é que estamos tão perto que não vejo nada, só suas tetonas. Era verdade, estavam tão apertados naquele quarto cheio de tralhas que o homem, se baixasse a cabeça, só conseguia ver o canal das tetas dela aparecendo pela camiseta. O bedel se abaixou e logo Eva sentiu a respiração quente dele na sua buceta. Ela baixou a saia rapidinho, não ia deixar aquele puto do bedel se deliciar com a xereca dela.
- Moça, espera, espera… não tão rápido.
- Não, já chega, você já viu, vou embora.
- Falei pra esperar, foxy… – e segurou o pulso dela. Eva se assustou, a porta estava atrás do bedel e, se ele não saísse, ela não conseguia ir.
- Por favor, me deixa sair.
- Vai sair, vai… mas antes tem que ser boazinha comigo.
Eva tinha certeza de que não ia dar pra aquele seboso do bedel, então ameaçou gritar.
- Olha, seu filho da puta, se não me deixar sair, vou começar a berrar e você vai se foder todo… já viu que tô sem calcinha, agora me deixa sair… por favor.
- Na sua vida de puta barata, foxy, você vai aprender a não me insultar de novo… nenhuma vagabunda vai me tratar assim, ainda mais uma ninfomaníaca de professoras.
O bedel apertava cada vez mais forte. Eva estava apavorada e prestes a gritar que nem uma louca. Quem esse merdinha pensava que era? Como ousava falar assim com ela? Assim que saísse, ia direto falar com o reitor e contar tudo que o bedel tinha feito. O homem continuou falando sem soltar ela e tirou algo do bolso com a mão livre.
- Gostou? – O bedel segurava uma calcinha na mão. Eva não entendeu o que ele perguntava, então ficou quieta, e ele continuou.
- Perguntei se você gostou… se sair daqui sem ser boazinha, vou falar pro reitor que você tava usando elas e que te peguei no flagra.
Eva ficou horrorizada. Se o bedel dissesse ao reitor que ela estava de calcinha, seria expulsa na hora, sem dúvida. O filho da puta do bedel tinha pensado bem, não podia fazer outra coisa a não ser ceder ao que ele propusesse… um calafrio frio percorreu o corpo dela.
— Passei a noite inteira sonhando com essa bucetinha gostosa, com tocá-la, com chupá-la, com foder ela… tava ansioso pra chegar de manhã. — enquanto dizia isso, soltava o pulso da Eva e colocava a mão na buceta dela. O bedel suspirou de prazer ao sentir o contato da xotinha quente, logo meteu os dedos entre os lábios vaginais dela, depois tirou e se deliciou com os pelinhos macios da buceta da pobre Eva. Finalmente, tirou os dedos e começou a cheirá-los, exclamando:
— Ahh, o cheirinho da porquinha tá uma delícia… aposto que o gosto é melhor ainda — e enfiou o dedo indicador na buceta dela, esfregou várias vezes e levou à boca. — UMMMM, o gosto é maravilhoso.
Colocou ela de costas contra a parede, inclinou um pouco pra frente, obrigando-a a se apoiar com as mãos na parede, e começou a beijar a nuca dela. A pica dele se encaixou perfeitamente entre as nádegas dela, e imediatamente começou um vai e vem como se estivesse penetrando, a rola do bedel deslizando perfeitamente entre as bundas dela.
Vai bater uma punheta entre meus glúteos, pensou Eva. De repente, ela se ajeitou na entrada da sua bucetinha, e ao sentir a ponta da piroca, Eva deu um pulo, mas não disse nada, só gemeu de nojo e de dor ao sentir a ponta do pau no seu bucetão seco.
O bedel foi penetrando ela entre vários comentários. - Viu, vadiazinha, que pau mais gostoso?
- Ficou dura a noite inteira só pensando no momento de meter na sua bucetinha.
- Como você é macia, já podia a idiota da minha mulher ter uma buceta tão macia assim.
A língua quente do bedel entrava na orelha dela, ela não sabia o que dava mais nojo: ter aquele pau dentro dela ou aquela língua enchendo ela de cuspe.
- Aposto que você nunca teve um pau tão grosso assim, né?
Eva não respondeu, claro que já tinha visto paus mais grossos... Imediatamente lembrou das aventuras na África e dos paus enormes dos negros da tribo que fizeram ela passar tão bons momentos. Na verdade, lembrar dos momentos gostosos que viveu na África fez ela se excitar um pouco e lubrificar a bucetinha, então o pau já não doía tanto. Como ela não respondia, sem parar de penetrá-la, o bedel puxou o cabelo dela e aproximou o rosto de Eva do dele.
Vadia, te fiz uma pergunta... você é mal-educada? Pra que serve vir pra universidade? Já teve algum pau tão gostoso dentro de você?Naquele momento, a língua dele entrou na boca dela, pela pressão ela percebeu que ele queria que ela abrisse os dentes, então Eva obedeceu e suas línguas se encontraram. Eva quase sentiu ânsia ao receber o hálito dele dentro dela, notou um gosto desagradável que se somava ao sentir as gengivas dos muitos dentes que faltavam ao bedel. Logo percebeu que, quando a língua dela roçava essas gengivas desdentadas, o bedel gemia de prazer... pra ela era nojento, mas pelo menos a excitação do bedel aumentava e assim ele terminava mais cedo... apesar do nojo que sentia, não conseguia tirar da cabeça suas aventuras na África... porra, se ela ia ter um puto orgasmo com a fodida daquele filho da puta que estava forçando ela.
O bedel tirou a pica pra fora, não tinha gozado e, se tinha, Eva nem tinha notado a porra dele. Com um giro rápido, virou ela de frente, agarrou ela pela bunda, segurando firme nas duas nádegas, levantou ela até que as pernas dela ficassem no ar e imediatamente sentiu de novo a pica do bedel entrando fácil na buceta dela... Eva ficou alucinada, ele tava comendo ela enquanto a mantinha suspensa e segurava com os braços. É verdade que parte do peso dela tava apoiada nas costas contra a parede, mas ela nunca imaginou que o bedel tivesse tanta força pra foder ela no ar. A boca dele foi atrás da boca de Eva, a língua dela percorreu os dentes cariados e as gengivas, e logo sentiu o calor do gozo enchendo a buceta dela. Um jorro quente invadiu a vagina inteira... pra Eva, pareceu uma eternidade o tempo que o cara passou soltando porra enquanto continuava com a pica dentro e apertava ela contra a parede. O bedel respirava exausto, ofegava e tinha um sorriso idiota enorme no rosto.
Tirei o pau dele pra fora e falei. - Das melhores putas que já comi… essa sua buceta vale ouro.
- Obrigada – disse Eva, que naquele momento se arrependeu… mas será que era burra? Será que realmente tinha agradecido a um cara que tinha forçado ela? Tinha respondido “obrigada” por inércia ao elogio, não tinha pensado… se amaldiçoou por ter dito aquilo.
- Fica tranquila, putinha, não precisa me agradecer… bom, melhor sim, agradece a Deus porque toda manhã às 8h30 você vai estar na frente dessa porta pra receber sua dose de pau gostoso… feliz?... FELIZ?
Eva balançou a cabeça.
- Quem sabe? Talvez daqui a uma semana você esteja louca pelo meu pau e queira aproveitar ele o curso inteiro.
Eva estremeceu só de pensar na possibilidade de ter aquele pau e aquela língua dentro dela por um ano inteiro… passaria a semana como desse… daria pra ele pra não ser expulsa e não dar um desgosto ao pai… mas depois de uma semana, aquele porco nem chegaria perto dela.
- Porquinha, vaza que tenho muito trabalho.
É, muito trabalho. Ficar olhando a bunda das minas que passam… filho da puta, pensou Eva enquanto abria a porta e saía.
- Até amanhã – ouviu Eva, e outro arrepio de nojo percorreu o corpo dela.
Ao virar a esquina no corredor, deu de cara com o capitão do time de basquete… o homem perfeito dela… por quem estava passando tanta humilhação… quase se trombaram… ele tão loiro, tão bonitinho, tão sorridente como sempre… pelo menos o dia tem algo bom, pensou Eva.
- Oi Eva, ontem depois do primeiro teste de cheerleader a gente não conversou nada.
- É, é… não… não conversamos – disse uma Eva nervosa, que não conseguia parar de olhar vidrada na beleza do capitão. Além disso, tava preocupada com como o cabelo dela podia ter ficado.
- Acho que você continua com o costume de andar sem calcinha… porque já vi que tá usando o uniforme de cheerleader, muito bom, muito bom… ontem comentei com os caras que era a que ficava melhor em você.
Eva sorriu. Amplamente, a verdade é que no começo ela reclamou do uniforme, já que era pelo menos dois tamanhos menor do que ela usaria.
mas tinha que admitir que ela tinha um corpaço, que as tetonas dela se destacavam e que, sem dúvida, os bicos dos peitos aparecendo iam agradar o capitão.
— Bom, já que a gente se encontrou, vou aproveitar pra dar uma conferida — e enquanto falava, sorrindo, enfiou a mão por baixo da saia dela, procurando a buceta. Eva sentiu a mão delicada dele… mas com um movimento rápido, ele tirou a mão e olhou pra ela. — Porra, tia, que nojo… isso é porra… caralho, cê anda com o bagaço tudo na buceta. — O capitão se limpou na camiseta de Eva, bem em cima do peito esquerdo dela.
— Eu, eu… desculpa… é que…
Eva tentou se justificar, mas o capitão já nem tava ouvindo, porque saiu correndo pro banheiro. Eva começou a correr e chorar, o que será que o capitão ia pensar dela? Não ia conseguir olhar na cara dele de novo… que vergonha que a coitada da Eva sentiu. Enquanto corria e chorava, viu o Alfredo… menos mal, pensou. Ele tava na escada da universidade, entrando naquele momento. Ela correu até ele antes que entrasse no prédio e se abraçou, pelo menos o contato com o amigo a confortava. Entre soluços, Eva contou o que tinha acontecido, a parada do bedel e, principalmente, a do capitão.
Calma, calma, ele consolava Alfredo… que filho da puta o bedel… mas fazer o quê, só vai ser uma semana… o pior é a parada do meu capitão.- Não é mesmo? Que vergonha, não posso ser líder de torcida.
- Calma, pode não ser tão grave assim… espera só pra eu ver sua buceta, não deve ter tanta porra – embora já estivesse quase de saco cheio de ver Eva pelada o dia todo em casa, a ideia de levantar a saia dela na porta da universidade, lá fora, onde todo mundo podia ver, excitou ele pra caralho, e quando digo pra caralho é pra caralho, porque o pauzão que ele carregava esticava pra valer a calça de moletão.
Alfredo se ajoelhou na frente de Eva e com as duas mãos levantou a saia dela. Pra ser sincero, não sabia quanta porra o capitão tinha deixado quando tocou a buceta dela, mas o bedel devia ter umas bolas bem grandes ou passar anos sem gozar, porque a buceta ainda escorria sêmen, e isso que nas coxas de Eva tinha uma quantidade enorme. Eva abaixou a saia mais ou menos rápido, estavam no meio da escada de entrada da universidade e pelo menos uns dois carinhas que subiam já tinham visto a bucetinha dela, já que o
- Puta merda Eva, não podemos deixar essa buceta sofrendo com a foda anterior, tenho certeza que o melhor é você ter um orgasmo agora e ficar bem feliz.
- Não tô te entendendo.
- Olha, a parada do bedel pode ser traumática pra você… talvez você nunca mais queira foder.
- Mas Alfredo… eu gosto de foder… o que não gosto é de foder com aquele nojento do bedel.
- Por isso, por isso… essa memória ruim tem que ser apagada com uma melhor… ainda bem que você me tem aqui e agora… e ainda por cima disposto a te foder.
- Mas Alfredo… não tô traumatizada nem nada disso… só sinto… sei lá, raiva daquele filho da puta, me sinto suja.
Suja você tá mesmo, pensou Alfredo, porra, se tá cheia de porra… e como você tá me deixando tesudo… ou te como ou minhas bolas vão explodir.
Mas essa raiva vai se transformar num trauma… — falou Alfredo enquanto pensava no que disse antes — acredita em mim… sei como é… levei anos pra me recuperar…— Mas você já foi estuprado?
— Não quero falar sobre isso, Eva, por favor, não me obriga a lembrar. — Naquele momento, ele abaixou a cabeça, pesaroso. Eva não conseguiu ver o sorriso malicioso dele… claro, ele nunca sofreu abuso, mas não ia perder a chance de comer a Eva.
— Claro… se você entende disso e acha que o melhor depois de uma experiência ruim é viver uma melhor, então, se me forçaram a dar e eu não curti, talvez o melhor seja o que você tá dizendo: me foder e me fazer gozar.
Alfredo levantou a cabeça, ainda com cara de triste, e Eva sentiu que o coitado, por causa dela, tava revivendo aquele passado horrível que ele não queria mencionar. Eva continuou falando.
— Hoje à noite em casa a gente transa — disse ela, tentando mostrar uma segurança e indiferença que não sentia, já que no fim ia dar pra ele por pena, não porque achasse que um prego tira outro prego… bom, nesse caso, uma rola tira outra rola, claro.
— Não, não, não, não… isso não pode esperar… tem que ser na hora. O trauma, Eva, o trauma… hoje à noite pode ser tarde demais… tem que ser agora mesmo.
E depois de falar isso, ele pegou ela pela mão e subiu correndo as escadas em direção ao banheiro masculino.
Era um banheiro normal, azulejado de branco, com uma fileira de pias, um espelho grande comprido e as cabines dos vasos. Não tinha ninguém, o que não era estranho porque quase todo mundo tava na aula, mas na universidade sempre tinha gente circulando.
Eva pensou que ele ia meter ela numa das cabines e foder ela na hora, mas ele colocou ela na frente das pias e disse:
— Primeiro, a gente tem que eliminar qualquer resto daquele filho da puta.
Ele desabotoou a saia dela, tirou e apoiou ela na pia. Eva sentiu um arrepio no corpo todo… ia dar. protestar por estar ali no meio, pelada da cintura pra baixo, mas sentia um certo prazer em estar ali nua, exposta pra qualquer um que entrasse ver ela… o contato da água fria e da mão do Alfredo trouxe ela de volta à realidade de que estava pelada no meio de um banheiro de caras. A boca dela começou a se abrir pra protestar, mas naquele momento a porta se abriu e um grupo de três moleques vestidos no estilo roqueiro, com topetes largos bem cheios de gel, entraram no banheiro.
- OHHH
- Porra, tia
- Caralho, que puta…
Rapidamente, Alfredo puxou ela pra dentro de um boxe de privada, fechou a porta, colocou ela de frente pro vaso, mandou ela apoiar as mãos e o rosto no azulejo frio, abriu as pernas dela e começou a meter forte, com uma ansiedade quase selvagem… Alfredo não parava de gemer e Eva podia ouvir os três moleques batendo na porta e falando.
Vem, filho da puta, deixa a gente passar - Você vai ver como vai se divertir, cara.
- Abre, que a gente tem rola até você se cansar.
- Não tô batendo com o punho… abre e vê com o que eu tô chamando na porta.
Alfredo, alheio a toda a bagunça lá fora, continuava metendo na bucetinha dela de forma selvagem… mas Eva não conseguia se desligar, com aqueles três falando putaria pra ela e sabendo que eles sabiam, porque Alfredo não parava de gemer, que ele tava fodendo ela atrás da porta.
Alfredo gozou quase na hora e, pela segunda vez em menos de 30 minutos, a bucetinha dela tava cheia de porra… tiveram que esperar quase 10 minutos até os roqueiros se cansarem de pedir buceta e falar obscenidades, e ouviram a porta do banheiro se fechar.
— Parece que já foram — disse Alfredo. — Porra, sim… mas eles me viram… sabem que a gente transou… caralho, entre isso, estar sem calcinha e a parada do capitão, vou ficar com fama de puta na universidade inteira.
— Não fala besteira, Eva — embora ele tivesse certeza de que ela já tinha essa fama, e bem merecida, por sinal.
Alfredo saiu primeiro e conferiu se não tinha ninguém. Percebeu que a saia estava em cima da pia e, claro, não resistiu: pegou e guardou, imaginando como Eva sairia do banheiro sem a saia, só vestindo uma camiseta justinha de cheerleader… o pau dele já ficou duro só de pensar na cena.
— Melhor eu sair primeiro, e daqui a dois minutos você sai.
E sem deixar Eva protestar — já que ela achava melhor ele sair antes ou pelo menos passar a saia pra ela — a porta se ouviu de novo, porque Alfredo já tinha saído.
Eva saiu e descobriu, horrorizada, que a saia não estava mais lá. Como é que ia sair só com aquela camiseta? Por mais que puxasse pra baixo, não cobria nada. Aliás, se puxasse demais, os peitos iam escapar, e não iam ver só a bunda dela, mas os peitos também.
Ao sair, tinha acontecido a pior coisa que podia acontecer, era horrível… a saia tinha sumido. Eva já não podia entrar na aula que já tinha começado, eram 9h15 da manhã e já tinha sido comida por dois caras. Melhor ir pra cafeteria, tomar um café e matar tempo até a aula das 10… mal podia imaginar que antes do dia acabar, ela seria fodida várias vezes, não pelo bedel, não… mas isso já é parte do próximo capítulo.
Eva pensava que nada podia piorar, mal podia imaginar que antes do dia acabar e fora da universidade, ela seria fodida repetidas vezes por quatro homens,
Continua...
1 comentários - Eva Vai pra Facul 4