Quando eu tinha 17, adorava brincar com meu padrasto. Ele me sentava no colo dele e me deixava cair para trás, mas sempre me segurava pelos braços enquanto eu ria. A gente sempre brincava assim. Toda vez que eu caía, a fivela do cinto dele pressionava minha buceta de um jeito gostoso, me dando um formigamento delicioso. Na época, não percebi, mas lembrando bem, ele me apertava bem junto dele pra me pressionar mais... na hora não sabia, mas como eu queria que ele esfregasse os dedos na minha xota.
Quando fiz 18 anos, fui apalpada por um senhor bem velho, devia ter entre 60 e 70 anos. Lembro que tava no depósito de uma amiga da minha mãe, e ela precisava sair urgente pra pagar a conta de luz senão cortavam. Pediu pra eu ficar um pouco, já que minha mãe ia me buscar em alguns minutos. Fiquei esperando junto com um amigo da dona, que parecia interessado em comprar alguma coisa... fiquei de olho nele, pra não aproveitar e roubar algo. E ele roubou sim, minha inocência.
Enquanto olhava as roupas, ele se aproximou e a gente conversou besteira. Ele me contou que era curandeiro, que fazia massagens boas pra relaxar os músculos e poções pra fertilidade. Tudo isso me fez rir, não acreditava nele, mas mesmo assim topei ouvir, porque me arrependi de ter julgado mal, parecia ser um avô gente boa, sem maldade nenhuma. No meio do que falou, comentou que mulheres como eu teriam dificuldade pra parir. Na minha inocência, fiquei preocupada e perguntei por quê...
"Porque tem a saída muito fechadinha, tem lábios pequenos, menina" — ele disse calmo. Eu toquei na boca, e ele sorriu. "Esses não, os da sua coisinha" — falou, me fazendo corar.
"Não são pequenos" — garanti, quase ofendida e corando mais ainda pelo que disse, achava que tinha um tamanho normal pra minha idade.
"Deixa eu apalpar então, a gente tira a dúvida" — eu recusei, mas ele continuou insistindo com muito interesse, até Apesar de parecer mais velho e cansado, a luxúria com que começou a me olhar me esquentou, adorava me sentir desejada a ponto de deixar ele me implorar um pouco mais.
"Tá bom então... mas aqui não dá"
"Claro que dá, olha, vamos até aquele expositor" obedeci e fingi estar procurando entre as blusas em promoção, enquanto ele enfiava a mão debaixo da minha saia e esfregava os dedos contra minha pussy.
O movimento era lento, ele apalpava cuidadosamente por cima da minha calcinha, como se tentasse medir tudo só pelo tato. Continuou esfregando sem parar, e eu estava enojada por ele fazer aquilo e ao mesmo tempo não queria que parasse. Aquele homem tinha uma cara de tesão incrível e isso me esquentava, ver aquele desejo e aquela ansiedade por me tocar me excitava demais.
"Que coisinha pequena você tem... quantos anos você tem, minha menina?"
"...dezoito..." respondi sem fôlego, porque os roçares eram tão insistentes que eu já começava a me molhar
"Ainda não te comeram, gostosa"
"Não..." e era verdade, eu ainda era virgem
"Eu comia essa sua pussy sim... e esses peitos, que delícia te comer por trás, minha menina"
Não respondi, mas me molhei mais e os dedos dele começaram a escorregar nos meus fluidos, sentia tanto tesão naquilo que comecei a me esfregar. Queria que ele me tocasse mais, que não parasse até eu estar completamente encharcada. Pensava no quão vulgar eu estava me comportando na frente daquele desconhecido e que alguém poderia me ver, mas não me importei, estava tão excitada que tive que morder o lábio para não gemer.
"Menina, essa bucetinha tá implorando pra ser comida" ele dizia pressionando minha entrada e me fazendo soltar um gritinho de surpresa e dor, afastei o quadril mas ele continuou sem tirar a mão. "Não tenha medo, a gente vai se divertir pra caralho" prestes a puxar minha calcinha de lado e enfiar os dedos, ele tirou a mão dali porque um cliente tinha chegado perguntando pela dona. Minha pussy ficou escorrendo e sensível, pedia mais atenção e eu teria ficado feliz se aquele velho tivesse me dado, mas meu Mãe chegou junto com a amiga dela e eu tive que ir embora com ela. Quando cheguei em casa, me masturbei a noite toda imaginando aquele velho safado comendo minha buceta e metendo o pau dele sem piedade.
Muitos anos depois, eu vi ele de novo, mas já tava muito acabado pela idade, não sei se ainda lembra o que fez comigo, mas quando me vê, ele chupa os dedos e minha bucetinha volta a escorrer.
Quando fiz 18 anos, fui apalpada por um senhor bem velho, devia ter entre 60 e 70 anos. Lembro que tava no depósito de uma amiga da minha mãe, e ela precisava sair urgente pra pagar a conta de luz senão cortavam. Pediu pra eu ficar um pouco, já que minha mãe ia me buscar em alguns minutos. Fiquei esperando junto com um amigo da dona, que parecia interessado em comprar alguma coisa... fiquei de olho nele, pra não aproveitar e roubar algo. E ele roubou sim, minha inocência.
Enquanto olhava as roupas, ele se aproximou e a gente conversou besteira. Ele me contou que era curandeiro, que fazia massagens boas pra relaxar os músculos e poções pra fertilidade. Tudo isso me fez rir, não acreditava nele, mas mesmo assim topei ouvir, porque me arrependi de ter julgado mal, parecia ser um avô gente boa, sem maldade nenhuma. No meio do que falou, comentou que mulheres como eu teriam dificuldade pra parir. Na minha inocência, fiquei preocupada e perguntei por quê...
"Porque tem a saída muito fechadinha, tem lábios pequenos, menina" — ele disse calmo. Eu toquei na boca, e ele sorriu. "Esses não, os da sua coisinha" — falou, me fazendo corar.
"Não são pequenos" — garanti, quase ofendida e corando mais ainda pelo que disse, achava que tinha um tamanho normal pra minha idade.
"Deixa eu apalpar então, a gente tira a dúvida" — eu recusei, mas ele continuou insistindo com muito interesse, até Apesar de parecer mais velho e cansado, a luxúria com que começou a me olhar me esquentou, adorava me sentir desejada a ponto de deixar ele me implorar um pouco mais.
"Tá bom então... mas aqui não dá"
"Claro que dá, olha, vamos até aquele expositor" obedeci e fingi estar procurando entre as blusas em promoção, enquanto ele enfiava a mão debaixo da minha saia e esfregava os dedos contra minha pussy.
O movimento era lento, ele apalpava cuidadosamente por cima da minha calcinha, como se tentasse medir tudo só pelo tato. Continuou esfregando sem parar, e eu estava enojada por ele fazer aquilo e ao mesmo tempo não queria que parasse. Aquele homem tinha uma cara de tesão incrível e isso me esquentava, ver aquele desejo e aquela ansiedade por me tocar me excitava demais.
"Que coisinha pequena você tem... quantos anos você tem, minha menina?"
"...dezoito..." respondi sem fôlego, porque os roçares eram tão insistentes que eu já começava a me molhar
"Ainda não te comeram, gostosa"
"Não..." e era verdade, eu ainda era virgem
"Eu comia essa sua pussy sim... e esses peitos, que delícia te comer por trás, minha menina"
Não respondi, mas me molhei mais e os dedos dele começaram a escorregar nos meus fluidos, sentia tanto tesão naquilo que comecei a me esfregar. Queria que ele me tocasse mais, que não parasse até eu estar completamente encharcada. Pensava no quão vulgar eu estava me comportando na frente daquele desconhecido e que alguém poderia me ver, mas não me importei, estava tão excitada que tive que morder o lábio para não gemer.
"Menina, essa bucetinha tá implorando pra ser comida" ele dizia pressionando minha entrada e me fazendo soltar um gritinho de surpresa e dor, afastei o quadril mas ele continuou sem tirar a mão. "Não tenha medo, a gente vai se divertir pra caralho" prestes a puxar minha calcinha de lado e enfiar os dedos, ele tirou a mão dali porque um cliente tinha chegado perguntando pela dona. Minha pussy ficou escorrendo e sensível, pedia mais atenção e eu teria ficado feliz se aquele velho tivesse me dado, mas meu Mãe chegou junto com a amiga dela e eu tive que ir embora com ela. Quando cheguei em casa, me masturbei a noite toda imaginando aquele velho safado comendo minha buceta e metendo o pau dele sem piedade.
Muitos anos depois, eu vi ele de novo, mas já tava muito acabado pela idade, não sei se ainda lembra o que fez comigo, mas quando me vê, ele chupa os dedos e minha bucetinha volta a escorrer.
2 comentários - Me gustan los viejos