Eva na Faculdade 2

Eva morou com os três colegas. No começo, era estranho pra ela ficar pelada e fazer a vida normal com três caras sempre vestidos, mas em dois dias ela se acostumou e, sinceramente, curtia a sensação de liberdade que aquilo dava.
Na primeira semana, ela teve que tirar as mãos dos colegas direto, que com as desculpas mais bestas acabavam nas tetas dela, na bunda e na bucetinha, mas no fim parece que eles também se acostumaram com a normalidade de ter uma mina gostosa pra caralho pelada o dia inteiro pela casa.Eva na Faculdade 2

Eva na Faculdade 2A universidade começou e as aulas também, então a Eva só encontrava os colegas à tarde e à noite, o que fez com que as partes dela ficassem menos expostas às mãos dos colegas de apartamento.
Uma tarde, os três caras estavam comentando entre si que ter uma gata pelada em casa e não poder comer ela era um suplício, porque eles andavam de pau duro o dia inteiro.
— Pô, minhas bolas tão doendo pra caralho — comentou o Paco.
— Porra, eu nunca bati tanta punheta seguida — caralho, parece que tenho 14 anos.
— Calma, calma — disse o Alfredo, sorrindo — se quiser, peço pra Eva se cobrir e problema resolvido.
— NÃOOOOOOO — responderam os outros dois ao mesmo tempo.
— Nem pensa em falar isso pra ela, o problema é que em uma semana não conseguimos comer ela e isso fode… mas pelo menos que continue pelada.
— Acho que a gata é uma puta — disse o Alfredo — mas o problema é que ela não sabe, e a gente precisa dar uma ajudinha, talvez aproveitando que ela é meio ingênua…
— O que você tá pensando? Tem um plano pra comer ela?
— Não seja cuzão, ou a gente come ela todo mundo ou ninguém come…
— Calma, Luís, acho que você vai ser o primeiro a comer ela, escuta o plano.
E os dois ouviram o Alfredo com toda atenção.
Assim que abriu a porta, a Eva ouviu os gritos do Luís, que junto com os outros dois estava na sala.
— Que não, porra, Alfredo… QUE NÃO… É IMPOSSÍVEL… vou largar a faculdade… VOU LARGAR.
— Luís, porra, calma, é só um bloqueio, você não pode largar a faculdade por causa disso.
— VOU LARGAR, VOU LARGAR.
A Eva, ainda sem se despir, se aproximou da porta e perguntou:
— O que foi, galera? Dá pra ouvir os gritos lá do corredor.
— O Luís quer largar a faculdade, e olha que só faz uma semana.
— Mas por quê, Luís? Você é um artista, sempre quis ser pintor, pra você a pintura é sua vida…
— Mas Não posso, Eva, não posso… esse curso é caro demais… eu não consigo.
— Mas se seus pais pagam o apartamento e a mensalidade…
— Sim, mas o curso é muito caro e já não posso pedir mais grana pros meus pais, e eu não sei pintar de cabeça.
— Mas a imaginação custa dinheiro? — disse Eva, sem conseguir segurar um sorriso.
— E ainda ri, claro, ri, ri de mim… pra merda da pintura… vou pro interior pastorear cabras.
— Desculpa, não tô rindo, não tô rindo.
— Puta merda, Eva — disse Alfredo com cara séria — ainda se acaba de rir do pobre Luis.
— Que não tô rindo, desculpa Luis, mas não entendi essa parada de imaginação e dinheiro.

Luis olhou pra ela com cara de quem fez uma pergunta idiota, então Eva, que não entendia nada, ficou sem graça.
— O problema é que eu não sei pintar de cabeça… então pra fazer os quadros preciso de modelos, e modelos custam grana. Pelo menos o Alfredo se ofereceu pra ser meu modelo quando precisar de masculinos.
— Bom, isso tem solução… eu me ofereço pros femininos.
— Sério, Eva? Mas não posso te pagar…
— Por favor, Luis, somos colegas de apartamento… além do mais, eu ando sempre pelada.

Pela primeira vez na conversa, o Paco, que já tava no fogo, entrou:
— Ué, Eva, já tá aqui há 10 minutos e não sei por que ainda tá vestida.
— Bom, Paco, entrei pra ver o que rolava… agora vou pro meu quarto.
— Por favor, Eva… não precisa ir pro quarto, pode se pelar aqui mesmo.
— É, claro — disse Eva, hesitante, e começou a tirar a camiseta.

A Eva não se importava de ficar pelada, como vocês bem sabem, mas achava estranho o ato de tirar a roupa na frente dos colegas… pode parecer bobeira, mas pra ela não era a mesma coisa se despir na frente deles do que já sair nua do quarto. A verdade é que os colegas estavam a fim de ver ela se despindo, tinha um componente erótico que, depois de… Semana de vê-la pelada, eles queriam sentir. Enquanto Luís falava e explicava pra que precisava dela, foi se desfazendo aos poucos da calça, do sutiã e, finalmente, com um pouco de hesitação, da calcinha.Eva na Faculdade 2Você vai ver, Eva, a gente precisa refletir o estilo Prandejol
- Ah – disse Eva, sem fazer ideia do que era esse estilo
- E claro, me disseram que tem que ser bem realista e bem erótico… bom, pornográfico
- Pornográfico? – Perguntou Eva
- Olha, cara, a gente não tem a menor ideia do que é o estilo Pradecon – disse Alfredo
- Ah, desculpa, é o estilo Prandejol, um ilustrador da revista Coelhos Quentes… os desenhos dele são os mais valorizados… consiste em mostrar a mulher do jeito mais sensual possível e fazer o desenho dar uma boa ereção… tem que estar numa posição muito, mas muito mesmo, promíscua.
- Então o que você precisa é que ela pose de forma promíscua – disse Alfredo.
- Bom, você não, cara, o estilo Prandejol é conhecido por retratar mulheres, não homens.
- Então tem que ser a Eva – sentenciou Alfredo – você não precisa do meu corpo… ele disse com um tom de mulher despeitada, brincando, claro, o que fez todo mundo rir.
- Bom, se tem que fazer, faz. Já te falei que, como sua colega, me oferecia. Como é que eu fico?
- Bom, a verdade é que o melhor é ir testando várias poses e a gente vai vendo qual te faz parecer mais puta e pronta pra receber a rola de qualquer um que te olhar.

Eva se surpreendeu com a linguagem, mas claro, as pessoas só veriam um quadro dela. Ela começou a fazer várias poses, cada uma mais provocante que a outra, e na verdade colocava uma cara de safada e, a cada pose, perguntava pros três caras que olhavam sem perder um detalhe…Eva na Faculdade 2

Eva na Faculdade 2

Eva na Faculdade 2

Eva na Faculdade 2- Fico mais gostosa assim?
Luis finalmente respondeu
- Acho que a gente precisa fazer um teste científico
- Um teste? Perguntou uma Eva surpresa
- Sim, você fica fazendo poses e a gente três senta no sofá pra bater uma punheta... quando você ver que nosso ritmo começa a acelerar, é porque a pose é excitante o suficiente
- Que ideia genial - disse Eva

Os três ficaram chocados por ela achar uma boa ideia, mas, na real, depois de vários dias de pau duro toda vez que viam a Eva... ia ser um alívio danado pras bolas deles. Logo se sentaram pelados no sofá.

Eva não perdia detalhe dos três paus, que com as poses anteriores já estavam durinhos... como Eva pensava, o pauzão do Alfredo se destacava dos outros dois... além disso, ele tinha umas bolas enormes... aquele cara precisava de uma boa esvaziada nas bolas... Eva se surpreendeu com o pensamento tão vulgar... e ficou vermelha, mas ficou tranquila porque os caras iam achar que era por causa da situação de todo mundo pelado.

Nessa hora, Alfredo se levantou e saiu da sala com o pau duro do jeito que tava, Eva estranhou a saída repentina, mas logo entendeu o motivo quando ele voltou com um rolo de papel toalha e começou a distribuir pros colegas.
- Tô fora de limpar o sofá de porra...
- Claro, disse Eva, claro.

Eva se colocou na frente deles, dobrou as pernas bem abertas e com a mão esquerda brincava com a bucetinha enquanto um dedo da mão direita se enfiava sensualmente na boca dela, fazia caras de safada... bem, mais que cara de safada, de puta viciada... que grande atriz.

Os três batiam uma punheta com gosto.Eva na Faculdade 2Foi mudando de posição, virou de costas, mostrando a bunda e abrindo as pernas pra deixar uma parte da bucetinha à mostra... ia trocando as mãos da bunda pra boceta, abrindo os lábios vaginais...
Em apenas 5 minutos os três tinham gozado e enchido os papéis de porra.. Eva, como uma garota educada que era, esperou vários minutos pros colegas se recuperarem... estavam tão legais ali, os três sentados, com os paus relaxando, mas ainda bem inchados... finalmente Eva falou.
- Pois não sei qual foi a melhor... a verdade é que o ritmo da punheta foi rápido...
- A verdade é que eu também não sei... talvez tenha sido pela tensão sexual acumulada... melhor a gente repetir e decidir - disse Luis com tom inocente
- Sim - disse Eva
- Só uma coisa... Eva - disse Alfredo - acho que precisamos de uma ajudinha pra isso aqui levantar - as mãos dele apontaram pro pauzão dele.
- E o que mais a gente pode fazer? Esperamos mais alguns minutos?
- NÃOOOOOOO! Já é tarde... talvez você possa ajudar com uns beijinhos.
- Hã? uns beijinhos? - perguntou Eva
- Sim, uns beijinhos de nada.
Eva se aproximou de Alfredo e começou a dar beijos na bochecha dele.
- Ha ha ha - riu Alfredo - mas o que você tá fazendo?
- Te dando beijinhos... não era isso que você disse?
- Porra Eva, não seja boba... uns beijinhos... mas no pau... como você pretende me excitar com uns beijinhos de vó na bochecha?
Os três riram, Eva morreu de vergonha, tinha ficado feita de idiota... no que ela tava pensando beijando ele na bochecha, era lógico que ele tava falando do pau e sem pensar mais nem considerar que pela primeira vez ia cruzar a linha de nudista e tocar nos paus dos colegas, ela começou a beijar o pauzão do Alfredo, bem, beijar e lamber a cabecinha que tava meio salgada pelo gosto dos restos de porra da gozada anterior. Foi um santo remédio, em poucos segundos o pau do Alfredo tava pronto... Eva até lamentou que fosse Logo. Ela não precisou mais beijar as outras picas, porque parece que o show que ela deu já tinha excitado os companheiros dela. Além disso, quando ela estava inclinada lambendo a rola, os outros dois aproveitaram pra passar a mão na bunda dela... estavam encantados, depois de dias admirando aquele corpo, finalmente puderam tocar aquela bunda macia e delicada. A Eva ficou irritada por terem passado a mão nela, pensou em não falar nada, mas se deixasse eles meterem a mão à vontade, iam achar que tinham o direito de tocá-la sempre... definitivamente, não ia permitir isso.Eva na Faculdade 2- Não exagerem, até pode olhar, mas não pode tocar… mas como é que vocês ousam tocar na minha bunda sem minha permissão?
Na hora, Luis reagiu.
- Porra, tia, era pra ganhar tempo e você não ter que chupar nossas rolas… mas tá visto que não podemos te fazer um favor.
Eva se amaldiçoou por ter falado demais, os caras tinham tido consideração por ela e ela tinha pensado mal deles, era uma idiota, os caras tinham mostrado esses dias que respeitavam ela, até pediam ajuda como agora e ela só tinha pensado mal deles… definitivamente se considerava uma sem noção.
- Desculpa, você tem razão mesmo… vocês me perdoam?
- Com uma condição – comentou Luis fingindo cara de indignado.
- Vale o que for, se servir pra você me perdoar, o que for.
- A gente fez isso pra você não chupar nossa rola… seu castigo vai ser chupar ela.
Eva abriu a boca… mas não pra chupar, seus mal pensados… e sim de surpresa com esse castigo. Claro que ia recusar, Luis percebeu na cara dela… mais que isso, se cagou de medo de perder a mamata por ter tentado fazer ela chupar antes de Eva protestar, ele corrigiu.
- Na verdade soou mal… quero dizer, você limpa elas depois dessa gozada… não que você vai mamar.
- Ahhh – disse Eva se alegrando por não ter falado e dado a entender que Luis queria que chupassem a rola – bom, parece justo por não ter beijado a rola de vocês.
Alfredo se admirou da habilidade de Luis, ele tinha enrolado tanto Eva que parecia que era ela que tinha se recusado a chupar as rolas e devia ser castigada “limpando” elas.
Eva voltou a fazer as poses enquanto os três se masturbavam, dessa vez com menos ansiedade e aproveitando mais a punheta e o espetáculo que Eva oferecia. Finalmente gozaram, deixando a porra escorrer livremente pelos corpos deles, pra que Eva tivesse tarefa de limpeza.
Sem trocar palavra, Eva cumpriu com o combinado. missão: sua boquinha e língua precisas começaram a percorrer o corpo dos três, a princípio com certa repulsa, já que as quantidades de porra eram consideráveis e Eva engolia com certo desgosto. Claro, as picas dos três reagiram, mesmo já tendo gozado duas vezes (bendita juventude hehehe). Deixou Alfredo por último, nunca admitiria, mas estava com vontade de chupar aquela pica enorme.
Com Alfredo, ela caprichou na limpeza, quase todo o sêmen estava seco, o que a obrigou a lamber com mais pressão. Deixou a pica para o final, se deliciando por vários minutos lambendo as coxas dele e, principalmente, a tábua bem definida do abdômen. Alfredo tinha um monte de pelos no púbis, Eva os acariciava e passava os dedos como se fossem um pente. Nessa altura, a pica de Alfredo já estava bem dura, os joelhos de Eva doíam por causa da posição, mas acima de tudo ela lamentava não poder se masturbar… estava muito excitada, mas claro, seus colegas iam achar que ela era meio puta se, enquanto limpava, Eva nunca pensou que estava mamando, teria metido os dedinhos na sua bucetinha escorrendo.
Além disso, teria sido uma falta de educação com os outros dois colegas de apartamento. Finalmente, sua língua começou a lamber a pica, primeiro enfiou ela toda na boca, só pra umedecer um pouco, claro, e depois com a ponta da língua começou a percorrê-la e, acima de tudo, a curtir… a área da cabecinha estava cheia de sêmen seco, então Eva teve que se "esforçar" bastante para tirar os restos, também enfiava a glande e girava a língua em volta dela. Alfredo não conseguiu evitar soltar um suspiro de prazer.


Continua...

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