Fazia quase um ano que eu tinha me mudado pro bairro, me dava bem com todo mundo, menos com a Minerva, que cuidava do único mercadinho perto de casa. Ela se irritava de saber da minha origem espanhola. Minha língua, de certa forma, já tava se moldando ao sotaque mexicano, mas ainda assim é impossível e inevitável não morder certas palavras ou frases. Óbvio, você cresce e é educado onde cresce, de lá você pega tudo. Certa vez, entrei e pedi pra ela separar minha lista de coisas. Logo depois entraram outras pessoas, e ela me deixou por último. Mantive a paciência, sustentada por um sorriso ENORME de orelha a orelha. Ela ficou nervosa, pensei que ia chamar a segurança. Sou, como dizem, moreno de olhos verdes... E foi a primeira coisa que ela disse, com um "Uau" antes... Sem tirar os olhos de mim, se desculpou com todas as palavras que existem em qualquer dicionário, preparou minha mercadoria, e estendi o pagamento sem trocar uma palavra. Ela ficava perguntando coisas, eu só balançava a cabeça com um Sim ou um Não, e ela mesma respondia... Ao sair, só falei: Grazias... arrastando o "z" no lugar do "s"... E com uma voz bem melosa, me disse: . Passaram alguns dias, e ela mandava os meninos perguntarem se eu não ia comprar mais coisas... Ela é um tesão de mulher, gordinha, muito gostosa... demais. O marido dela é militar, 5 filhos em casa, e uns peitos de campeonato... Cada vez que a via, tentava me esconder. Assim se passaram mais de 2 meses, a única coisa que eu fazia era cumprimentá-la com um sorriso e acenando a mão pro vento, sem maiores palavras... Até que uma tarde, passei pra comprar uns cigarros no depósito dela. Ela puxou conversa, deixando de atender as outras pessoas, e depois de 45 minutos, saí de lá... Entrei no carro, e depois de meia hora, bateram no portão. Era a Minerva, que, sem mais, me pediu pra deixar ela entrar.
Claro que tinha motivo pra me preocupar, o marido dela tava armado de serviço, mas mesmo assim, me afastei pra ela passar... com toda confiança do mundo, entrou na minha sala, sentou, e me pediu um cigarro e algo pra "beber", óbvio, não queria água nem refrigerante nenhum, olhou pro relógio, e sorriu bem provocante, talvez eu tenha ficado nervoso, geralmente sou eu quem pega a panela pelo cabo, mas dessa vez, o peixe queria me dizer como queria ser cozinhado... A situação me dava graça, mas mortalmente aterrorizado por ver aquela investida tão direta e sem vergonha, quando trouxe os copos de bebida, ela pediu pra eu sentar do lado dela, e optei por sentar na frente, um pouco distante, e então, as duas pernas foram se abrindo, deixando ver as coxas por dentro, comecei a ficar sem ar, e o sangue subiu pra minha cabeça, um calor intenso tomou conta de mim, se não fosse por aquelas pernas tão carnudas, a buceta dela já estaria à vista, eu tava de olho fixo nela, e de repente ela esticou o braço, pedindo mais um copo de licor... Como assim, eu mal tinha tomado uns dois goles, mas beleza, servi de novo, e ela cruzou as pernas, deu um tapinha no assento, e disse: "vem pra cá, Cheko", não demorei nada, ao caminhar até ela mostrei orgulhoso meu pau duro apertado dentro da calça, quando cheguei do lado dela, começou a acariciar meu pau, e fui direto beijar aquela boca carnuda, agarrando aquelas tetas enormes, massageando com as duas mãos, abri a blusa dela, e as duas pularam pra fora, comecei a chupá-las...
Num instante, ela subiu pra chupar meu pau, engolia com muito prazer, empurrou meu corpo pra trás e começou o jogo de me masturbar só com a boca, e acariciava minhas bolas suavemente com as duas mãos, chupava com força minha cabeçona, me excitando ainda mais e comecei a bombear dentro da boca dela, acariciava meus esfíncteres anais levemente, se atreveu a enfiar parte dos dedos, me fazendo ver estrelinhas, era uma loucura de sensação excitante, e jorrei uma gozada abundante dentro, bem dentro da boca dela.
Chupou com muita lascívia meu pau, deixando limpo meu membro até a base, mas continuou mamando meu pau até tirar meia ereção. Levantou um pouco minhas duas pernas, dobrando os joelhos, e começou a lamber com perícia meu períneo, levando a língua do ânus aos testículos e vice-versa. Senti meu pau voltar à ereção completa, eu mal conseguia pegar seus peitões grandes, como pude, puxei os bicos e os girei apertando entre os dedos. Segurou meu pau e foi me masturbando de novo, molhou o dedo do meio e o introduziu em mim, e com o resto acariciava meus testículos... Gozei pela segunda vez, e meu esperma caiu na cara e nos peitos dela.
Me acomodei colado com a boca nos lábios da buceta dela, chupando fundo toda aquela ppk, ela teve umas multiorgásmicas gostosas, uma atrás da outra, e com muito prazer eu bebi tudo... E ela segurou minha cabeça com as pernas, puxando meu corpo com os pés, pra me sentir mais dentro... Ela se levantou, juntou minhas pernas, montou em mim e começou a cavalgar por um tempão, o canal da buceta dela ardia por completo, cada orgasmo apertava os anéis dela como se fosse uma mão, e o mais surpreendente é que "subiam e desciam" como se estivessem me masturbando, que jogo dos anéis dela, se movia tão delicioso que eu sentia que a qualquer momento ia gozar, só que ela não deixou, saiu de cima e me chupou uns instantes a pica, subiu de novo montando em mim, mas dessa vez ao contrário,
Virando as costas pra mim, fiquei com ela toda livre, podia acariciar cada parte do corpo que me desse na telha ou na vontade. Foquei na buceta dela, separando os lábios e cuidando daquele clitóris enorme... Os orgasmos dela não paravam, um atrás do outro, dava pra sentir banhando minhas bolas e queimando meu pau desde a cabeça. Também sentia os fios líquidos descendo entre minhas nádegas, a virilha dela tava como se tivesse acabado de tomar banho, mas o mais gostoso era aquele jogo de anéis, apertando meu pau de um jeito doido. Com toda razão chamam de "cachorrinho"... A gente fez mais uns movimentos, e eu soltei mais uma descarga, a primeira dentro da buceta dela.
Descansamos um pouco assim, começamos a conversar, perguntei sobre o marido dela, e ela riu um pouco e disse: . Não consegui evitar um sorriso, a mulher é tão investigadora.... A astúcia dela é baseada no que dizem, e o fundamento é o que querem... Depois de um bom tempo, beijei as nádegas dela, ela estalou os dedos com um barulho bem forte e se ajeitou de 4... A primeira coisa que fiz foi me meter entre elas, chupando com luxúria, e enterrando tão fundo minha língua, pra chupar a destilação dos nossos sucos... enquanto ela se mexia, girando os quadris e apertando as nádegas ao mesmo tempo, passei pro cu dela, tentando abrir os esfíncteres com a língua, e ela gozou de forma surpreendente, o orgasmo dela descia em rios ao longo da entreperna e se aninhava debaixo dos joelhos, ela passou as duas mãos pra trás, segurou minhas mãos e me puxou pra ela, pegou meu pau guiando até o cu dela, fui penetrando com muita suavidade, e assim que minha cabeçona liberou os esfíncteres, meu membro foi até a base... Ela segurou firme meus quadris e começou a se mover selvagemente, me disse que sempre tinha desejado estar assim, penetrada pelo cu, não imaginei que era a primeira vez dela... E então, levei ela de um ritmo suave, de repente ao máximo... Podia sentir os orgasmos dela assim, ela gozou de novo uma cadeia de multiorgasmos, nossos movimentos tinham uma cadência, uma sincronização, simplesmente correta... Entre vai e vens e bombadas passamos um bom tempo, até que meu esperma jorrou dentro do canal anal dela... Ficamos exaustos, mas com uma vontade renovada... Uma segunda conversa rolou, e assim enfiada como estava, ela ligou pro marido, dando beijinhos e avisando que a reunião de vizinhos ainda não tinha acabado... Os dois se professaram tanto amor, e desligaram...
Me safei, abri o registro do chuveiro, chamei ela e a gente tomou banho junto... Passamos a noite cumprindo com aquela reunião de vizinhos... entre México e Espanha... entre Minerva e eu.
Claro que tinha motivo pra me preocupar, o marido dela tava armado de serviço, mas mesmo assim, me afastei pra ela passar... com toda confiança do mundo, entrou na minha sala, sentou, e me pediu um cigarro e algo pra "beber", óbvio, não queria água nem refrigerante nenhum, olhou pro relógio, e sorriu bem provocante, talvez eu tenha ficado nervoso, geralmente sou eu quem pega a panela pelo cabo, mas dessa vez, o peixe queria me dizer como queria ser cozinhado... A situação me dava graça, mas mortalmente aterrorizado por ver aquela investida tão direta e sem vergonha, quando trouxe os copos de bebida, ela pediu pra eu sentar do lado dela, e optei por sentar na frente, um pouco distante, e então, as duas pernas foram se abrindo, deixando ver as coxas por dentro, comecei a ficar sem ar, e o sangue subiu pra minha cabeça, um calor intenso tomou conta de mim, se não fosse por aquelas pernas tão carnudas, a buceta dela já estaria à vista, eu tava de olho fixo nela, e de repente ela esticou o braço, pedindo mais um copo de licor... Como assim, eu mal tinha tomado uns dois goles, mas beleza, servi de novo, e ela cruzou as pernas, deu um tapinha no assento, e disse: "vem pra cá, Cheko", não demorei nada, ao caminhar até ela mostrei orgulhoso meu pau duro apertado dentro da calça, quando cheguei do lado dela, começou a acariciar meu pau, e fui direto beijar aquela boca carnuda, agarrando aquelas tetas enormes, massageando com as duas mãos, abri a blusa dela, e as duas pularam pra fora, comecei a chupá-las...
Num instante, ela subiu pra chupar meu pau, engolia com muito prazer, empurrou meu corpo pra trás e começou o jogo de me masturbar só com a boca, e acariciava minhas bolas suavemente com as duas mãos, chupava com força minha cabeçona, me excitando ainda mais e comecei a bombear dentro da boca dela, acariciava meus esfíncteres anais levemente, se atreveu a enfiar parte dos dedos, me fazendo ver estrelinhas, era uma loucura de sensação excitante, e jorrei uma gozada abundante dentro, bem dentro da boca dela.
Chupou com muita lascívia meu pau, deixando limpo meu membro até a base, mas continuou mamando meu pau até tirar meia ereção. Levantou um pouco minhas duas pernas, dobrando os joelhos, e começou a lamber com perícia meu períneo, levando a língua do ânus aos testículos e vice-versa. Senti meu pau voltar à ereção completa, eu mal conseguia pegar seus peitões grandes, como pude, puxei os bicos e os girei apertando entre os dedos. Segurou meu pau e foi me masturbando de novo, molhou o dedo do meio e o introduziu em mim, e com o resto acariciava meus testículos... Gozei pela segunda vez, e meu esperma caiu na cara e nos peitos dela.
Me acomodei colado com a boca nos lábios da buceta dela, chupando fundo toda aquela ppk, ela teve umas multiorgásmicas gostosas, uma atrás da outra, e com muito prazer eu bebi tudo... E ela segurou minha cabeça com as pernas, puxando meu corpo com os pés, pra me sentir mais dentro... Ela se levantou, juntou minhas pernas, montou em mim e começou a cavalgar por um tempão, o canal da buceta dela ardia por completo, cada orgasmo apertava os anéis dela como se fosse uma mão, e o mais surpreendente é que "subiam e desciam" como se estivessem me masturbando, que jogo dos anéis dela, se movia tão delicioso que eu sentia que a qualquer momento ia gozar, só que ela não deixou, saiu de cima e me chupou uns instantes a pica, subiu de novo montando em mim, mas dessa vez ao contrário,
Virando as costas pra mim, fiquei com ela toda livre, podia acariciar cada parte do corpo que me desse na telha ou na vontade. Foquei na buceta dela, separando os lábios e cuidando daquele clitóris enorme... Os orgasmos dela não paravam, um atrás do outro, dava pra sentir banhando minhas bolas e queimando meu pau desde a cabeça. Também sentia os fios líquidos descendo entre minhas nádegas, a virilha dela tava como se tivesse acabado de tomar banho, mas o mais gostoso era aquele jogo de anéis, apertando meu pau de um jeito doido. Com toda razão chamam de "cachorrinho"... A gente fez mais uns movimentos, e eu soltei mais uma descarga, a primeira dentro da buceta dela.
Descansamos um pouco assim, começamos a conversar, perguntei sobre o marido dela, e ela riu um pouco e disse:
Me safei, abri o registro do chuveiro, chamei ela e a gente tomou banho junto... Passamos a noite cumprindo com aquela reunião de vizinhos... entre México e Espanha... entre Minerva e eu.
0 comentários - O golpe da falsa reunião de condomínio