Eva Vai pra África 2

Calma, calma" —disse Ricardo— "Parece que não tem nada, mas não tenho certeza" —e começou a falar na língua dele, incompreensível para Eva, se dirigindo ao outro policial, que imediatamente colocou outra luva na mão. Eva entendeu o que tinham mandado ele fazer. Iam enfiar os dedos no cu dela de novo. Ricardo se agachou e perguntou a Eva: "Doeu?" Eva, com lágrimas nos olhos, balançou a cabeça que sim. "Amed" —disse Ricardo— "espera um momento, por favor" (algo incompreensível) —disse Amed se dirigindo ao seu policial, e em espanhol para Ricardo— "Você manda." Quando o policial parou, já tinha enfiado os dedos até a primeira falange. E Eva estava sentindo dor. "Você não tem vaselina? Pra lubrificar um pouco a área." "Vaselina? Nunca usamos vaselina… sorte que temos luvas de látex, antes a gente tinha que fazer na mão, sem luva." Eva interveio: "Na minha bolsa de viagem, no nécessaire, tem cremes… pode passar um pouco de creme… por favor." Tanto Ricardo quanto Amed se olharam surpresos, sem dúvida a proposta de Eva não encaixava nos planos deles, mas Amed reagiu rápido. "Não" —disse Amed, categórico— "não vamos usar cremes ocidentais. Eles usam gordura de porco, não vou tocar em porco." "Mas" —protestou Eva— "eles não usam gordura de…" "Cala a boca… não tem creme, não tem creme." "Bom, então podemos tentar lubrificar a área… com saliva" —disse Ricardo, com um tom de dúvida. "Sim, por favor, pelo menos isso" —propôs Eva.Eva Vai pra África 2Vale, mas as luvas tão sujas da sua bunda… não vou chupar a luva e meu agente também não… e só posso gastar uma por revista. Não precisa — disse Ricardo. Ufa, ainda bem, pensou Eva, Ricardo encontrou uma solução… E claro que encontrou, Ricardo se ajoelhou na frente da bunda de Eva e, segurando-a com as duas mãos pelos quadris, enfiou a cara no cu dela e começou a lamber o rabo. Eva sentia perfeitamente a língua de Ricardo forçando o cu dela, tentando abrir caminho. Sem dúvida, pensou a confiante Eva, pra relaxar ela mais, a mão direita de Ricardo começou a passar suavemente pelos lábios da buceta de Eva, e logo o corpo dela reagiu aos carinhos e às lambidas na bunda.Eva Vai pra África 2Ricardo tirando a cara da bunda dela, perguntou pra Eva: "Já tá bom? Hein?" "Não, não, não sei... talvez mais um pouco" – e o solicito Ricardo fez exatamente isso, claro, aumentando o ritmo da chupada e principalmente dos dedos na bucetinha da Eva. Em poucos minutos, Ricardo sentiu perfeitamente a convulsão do corpo de Eva, causada sem dúvida por um orgasmo suave. Sentia na língua como o esfíncter da Eva abria e contraía por causa do prazer... naquele momento, ele considerou que Eva já estava pronta pra revista. Eva abriu os olhos e viu que o policial negro, cujo nome ela desconhecia, estava pelado da cintura pra baixo, com uma pica enorme ereta, mas o que mais assustou Eva foi o olhar de desejo do policial. Será que ele ia meter aquela pica enorme no cu dela? Não iam enfiar o dedo? Por que ele tinha baixado a calça?Eva Vai pra África 2Ricardo — disse Eva, assustada. Calma, calma… o dedo é curto e fino, então aqui eles usam os paus deles pra garantir… já te avisei que aqui os registros são bem profundos. Mas vai me rasgar… isso não cabe em mim. Te garanto que sim… todo mundo já aguentou… até o Fede. O Fede? O Fede passou por isso? Claro… quando chega a vez do registro, é foda… mas acho que o Fede não quer que eu fale muito sobre isso. Eva pensou que, se o Fede aguentou… ela não ia ser menos. Bom, eu também não gosto muito de falar disso — disse Ricardo —, ajudei um pouco o Fede. Então me ajuda, por favor, me ajuda. Tem certeza? — perguntou Ricardo. Sim, por favor, me ajuda igual ajudou o Fede. Pra facilitar a entrada daqueles paus tão grandes — porque, verdade seja dita, os dois policiais tinham paus enormes — e dilatar um pouco mais o cu… melhor começar com um calibre mais… como dizer… acima da média europeia. Naquele momento, Ricardo introduziu levemente dois dedos no cu de Eva e puxou os lados do esfíncter, e um instante depois Eva sentiu a ponta da rola encostada na entrada do cu. Tô realmente sendo penetrada pela rola, pensou Eva, aceitando o inevitável. Ricardo agarrou ela pela cintura com as duas mãos, sentindo o doce prazer de penetrar o cu virgem de Eva. Apertou primeiro um pouco e devagar; curiosamente, o esfíncter não ofereceu muita resistência, possivelmente graças à lubrificação da saliva. Assim que a cabeça entrou, ele parou um momento, saboreando a vitória sobre aquela garota inocente que agora recebia a rola dele. Depois, sem piedade e apertando os dentes, desejando possuir ela e machucar, penetrou ela de forma selvagem, enfiando a rola até o fundo do cu. Eva gemeu e gritou de dor.Eva Vai pra África 2Quando Ricardo finalmente gozou e tirou o pau, mal sentiu alívio. Quase na sequência, Amed se posicionou atrás dela e agarrou seus quadris. Eva sentia a glande de Amed tocando seu cu dolorido, sem dúvida o pau dele buscava se encaixar e, claro, encontrou a posição. Na frente dela, agora estava Ricardo, limpando o pau sujo de merda, porra e um pouco de sangue com o lenço que até então descansava no bolso do paletó. Amed empurrou um pouquinho o pênis e, naquele momento, Eva fechou os olhos com força; ele a incentivava a relaxar com palavras suaves, enquanto o pau entrava mais fundo. Eva sentiu os pelos do púbis de Amed nos glúteos e a pele das bolas dele batendo contra a buceta dela. Eva entendeu que ele estava todo dentro dela, e assim a manteve até que ela se acostumasse um pouco, e ele começou seu ritual de tirar não completamente e meter de novo. Eva sentia uma queimação terrível no cu e uma vontade imensa de cagar, mas ele não parava; a dor a dominou e ela começou a gritar desesperadamente, não era orgasmo, era outra coisa bem diferente. Amed a segurou com mais força e começou a gozar dentro do reto dela, até tirar o pau por completo.Eva Vai pra África 2Eva estava exausta, além da dor terrível, sentia o sêmen escorrendo do cu dela pelas pernas, sem dúvida estava sangrando muito. "Ela realmente não tem nada no cu", disse Amed. "Já te falei que era uma boa garota", respondeu Ricardo, mal conseguindo segurar o riso. "Mas você entende que a gente precisava verificar, né?" "Claro, Amed, lógico." Eva mal se lembra dessa parte, sentiu quando a levantaram do chão — ela tinha se deitado de barriga pra cima, apoiando a bunda no chão frio pra buscar um pouco de alívio — e a colocaram de costas na mesa. Ouviu Amed falar algo com o outro policial, mas Ricardo não se deu ao trabalho de traduzir. De qualquer forma, ela logo sacou o que ele disse. O policial negro se posicionou na frente das pernas de Eva, ela não conseguia ver, mas sentiu a rola dele completamente dura. Eva sentiu os dedos do policial tocando a buceta dela… ele não chegou a enfiar os dedos na vulva, só passou por fora dos lábios vaginais. O policial tirou a mão, levou até a boca ou o nariz, Eva não tinha certeza, e de repente cuspiu na própria mão umas duas vezes pra voltar a tocar com a mão molhada a buceta de Eva e lubrificar. Em seguida, sentiu a rola do policial entrando na buceta dela. Foi um movimento tão rápido que pegou a pobre Eva de surpresa. Tinha chegado a vez da buceta dela, ele tava metendo de forma quase automática, rápida, de um jeito que quando Eva sentia a rola dentro dela, já tinha quase saído de novo pra entrar outra vez.Eva Vai pra África 2Eva tentou relaxar e imaginar alguma situação agradável pra tentar curtir um pouco… mas ainda não tinha se decidido quando sentiu a pica sair e um jato de porra quente espirrar na barriga dela, chegando até a pegar na teta esquerda. Ela levantou o rosto surpresa, e um segundo jato acertou o queixo e parte do lábio dela, enquanto via pela primeira vez a pica enorme do policial que tinha comido ela e que ainda segurava a própria pica com a mão direita.Eva Vai pra África 2Quando finalmente recuperei a respiração normal, o policial disse algo e balançou a cabeça. "Bom, Ricardo, meu homem confirma que ela não está escondendo nada ali" – disse ele, apontando pra buceta da Eva – "Podem sair e deixar ela mostrar o passaporte. Foi um prazer te ver." "V-Valeu, Amed" – disse Ricardo com uma voz quase fininha, já que sem dúvida estava impressionado com a puta foda que o negro deu e, acima de tudo, surpreso que o plano do Fede tinha dado certo. "Senhorita Eva" – disse Amed – "pode se vestir, espero que sua estadia no meu país seja agradável." E, com um aceno de cabeça pro outro policial, saíram da sala, deixando lá uma Eva nua e cheia de porra com o Ricardo. "Bom, Eva… você já teve seu batismo na África." Eva não disse nada, estava cansada e, acima de tudo, dolorida e preocupada com o sangue no cu. Nem olhou pro Ricardo. No fim, ele falou: "Melhor eu te deixar sozinha pra você se arrumar um pouco… a gente comenta depois, mas me temo que, se você passar por revista aqui, é sempre assim." Quando Ricardo já tinha a mão na maçaneta pra sair, virou a cabeça ao ouvir Eva dizer: "Por favor, Ricardo… não conta nada disso pro Fede." Ricardo se virou. "Mas, Eva, o Fede já passou por isso… já te expliquei." "Mas não fala que eu chorei… fala que fui muito corajosa." Ricardo se aproximou de Eva e acariciou o cabelo dela, com um certo nojo, já que ela ainda tinha porra na cara. "Mas, Eva, você foi muito corajosa… o Fede vai ficar orgulhoso." "Por favor, não conta nada… por favor." "Como quiser, vou dizer que você foi muito corajosa… vai, se arruma um pouco e sai." E Ricardo saiu pra comentar e, acima de tudo, agradecer ao amigo Fede. Continua...

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