Eva vai pra África

Finalmente o grande dia tinha chegado. Eva estava animada: ia viajar para a África com Fede, um dos melhores arqueólogos da Espanha, e ainda por cima era amigo dela. Na noite anterior, ela mal conseguiu dormir, e desde que fizeram a conexão em Frankfurt, não tinha pegado no sono. Também porque Fede estava dormindo e tinha apoiado a cabeça nos peitos dela. Coitado, até babou na camisa branca de Eva, e por causa da baba, uma parte do peito direito dela ficou totalmente transparente. Por recomendação de Fede — sem dúvida um expert em viagens —, ela viajava sem sutiã para evitar apertos, mas, por outro lado, ele tinha sugerido que ela usasse uma camisetinha branca bem justa para segurar os peitos. Eva não estava muito convencida, porque a camisa apertava bastante e marcava os bicos dos peitos, e ainda por cima, com o frio do avião, ficava ainda mais evidente.Eva vai pra Áfricamas é claro que ela só tinha viajado de avião uma vez antes daquele dia, e o Fede era um viajante experiente. Como o Fede não parava de mexer a boca enquanto dormia, ela sentia constantemente o roçar da boca dele nos peitos dela. No começo, os lábios e a barba de um dia do Fede faziam cócegas, mas já estava há mais de uma hora naquela "esfregada" labial e começava a doer. Ela se sentia meio desconfortável, sem dúvida a tripulação tinha percebido que um peito dela estava aparecendo, porque toda vez que passavam, não paravam de olhar, principalmente um comissário solícito que vivia se aproximando pra ver se ela precisava de algo.Eva vai pra ÁfricaQuando finalmente pousaram e desceram a escadinha, a primeira coisa que Eva notou foi que uma baita bocada de calor a envolvia. No avião ela tinha sentido um pouco de frio, mas sem dúvida o conselho do Fede de usar uma camisa leve e um short bem curtinho foi bom, porque na África fazia muito, mas muito calor. Assim que entraram no prédio, antes mesmo de chegar ao controle da alfândega, um representante da embaixada espanhola e amigo do professor — sem dúvida por causa das várias viagens que ele já tinha feito antes — estava esperando por eles. — Fala, Fede, bem-vindo mais uma vez. — Oi, Ricardo — disse Fede, estendendo a mão e apertando a dele com muito carinho — quero te apresentar minha nova assistente, Eva. Eva se aproximou e deu dois beijos nele. — Prazer, Eva. — disse Ricardo, enquanto lançava um olhar descarado de cima a baixo, principalmente para a teta direita dela, que continuava aparecendo por baixo da blusa.Eva vai pra ÁfricaEva, por que você não vai na frente? Vai ao banheiro se arrumar um pouco e a gente se encontra na área de controle de passaporte... Enquanto isso, eu vou trocar uma ideia com meu amigo e colocar o papo em dia. Na real, você nem precisa se arrumar — disse Ricardo, dando um sorriso pra Eva enquanto a olhava de cima a baixo. Valeu — respondeu Eva, toda corada, não sei se por causa do calor, do elogio ou por saber que um peito tava aparecendo, e saiu andando em direção ao terminal. Quando Fede e Ricardo ficaram sozinhos, Ricardo comentou: Porra, Fede... você é um filho da puta, cada vez você traz umas ajudantes mais gostosas. É que a arqueologia tem seu charme — disse Fede num tom divertido. Eu não conseguiria trabalhar com uma ajudante assim... mas você viu que peitão que ela tem? Reparei, reparei, e fiquei chupando eles a viagem inteira... e a mina nem percebeu... mas me deixa mais louco ainda.Eva vai pra ÁfricaÉ muito novinha, né? Anteontem fez 18… Porra, mas já é bem desenvolvida… E já comeu ela? Ainda não… mas a gente faz o que dá. Além disso, é amiga da família e te garanto que já tá no ponto há anos. Acho que esse ano vou te visitar muito na escavação, mesmo que poucas chances eu tenha com uma mina tão gostosa. Bom, pelo que eu sei… e olha que conheço ela há anos… é bem complacente… na verdade, fácil de convencer. Sério? – disse um surpreso Ricardo – já comeram ela? Pelo que sei, o serviço da casa do pai dela tá… como dizer?... muito feliz em servi-la. É uma putinha? Curte uma bagunça? Acho que curte… mas não sei se ela saca muito que tão se aproveitando dela. É burra? Não, não, tem um QI altíssimo… digamos que é meio ingênua com homens. Você conhece os policiais do controle de passaportes? Cara, passo o dia recebendo gente aqui… claro que conheço. Então escuta, pode ser que você coma ela antes de nos visitar no acampamento… Fede explicou o plano dele. Isso não pode dar certo – disse Ricardo depois de ouvir o plano do amigo. Perdemos alguma coisa tentando? Eva confia totalmente em mim… vamos pra lá, eu distraio ela um pouco e você fala com a polícia. Fede e Ricardo chegaram no terminal e encontraram Eva com a camisa já seca, então, embora os peitões marcassem e o mundo inteiro pudesse imaginá-los, não dava pra ver. Enquanto Ricardo se aproximava do controle, Fede ficou procurando o passaporte por quase 10 minutos, pra dar tempo do Ricardo preparar tudo. Quando Ricardo fez um sinal, Fede finalmente achou. Eva, finalmente achei… ainda bem, senão não entro nesse país. Ufa, ainda bem… que susto você me deu. Imagina se depois de tanto preparo a gente não consegue entrar? A primeira a passar no controle foi Eva. Dois policiais negros fizeram um monte de perguntas enquanto Ricardo traduzia. Tudo Tava tudo tranquilo até que, do nada, Ricardo começou a falar em árabe e parecia puto, e os dois policiais balançavam a cabeça. Nessa hora apareceu um policial com mais patentes e um monte de firula dourada pela jaqueta, devia ser o chefe. O escritório dele não devia ter ar condicionado, porque a camisa tava cheia de manchas de suor, e a camisa devia ter servido nele há anos, porque os botões estavam prestes a estourar na altura da barriga. Ainda bem que os do peito estavam desabotoados, porque senão com certeza não cabia naquela barriga enorme. Entre os botões da farda, os rolinhos de gordura da barriga dele escapavam. "Algum problema, Dom Ricardo?" – ele falou com um sorrisão num castelhano quase perfeito. "Sim, Amed, obrigado por sair da sua sala. Seus homens insistem em revistar meus amigos… eu me recuso… este senhor e a assistente dele vieram contribuir com a cultura deste país." "Bem, bem… com certeza podemos resolver isso" – Ele se virou pros seus homens numa língua que Eva não entendeu, e eles responderam. Claro, Eva não sacou nada. "Sinto muito, Dom Ricardo, mas meus homens só estão fazendo o trabalho deles." "Por favor, Amed" – disse Ricardo – "Somos países amigos." "Por favor, Dom Ricardo… não me coloque numa saia justa, o senhor sabe que eu admiro e respeito o senhor, e que não quero conflito com a Espanha, mas meus homens indicam que tem algo suspeito." "Protesto veementemente e vou levar isso aos seus superiores." "Por favor, Dom Ricardo, quanto mais cedo começarmos a revista, mais cedo terminamos." "Então exijo que venha uma policial mulher." "Por favor, Dom Ricardo, o senhor sabe que não tem policial mulher no meu país… não peça o impossível" – falou Amed com uma voz cansada. "Então não permitimos a revista." "Então seus cidadãos não vão entrar no país… Boa tarde, Dom Ricardo" – ele disse enquanto se virava pra voltar pro escritório. Pela primeira vez, Eva se meteu. "Ricardo, o que tá rolando?" "Eles querem revistar vocês antes de entrar no país… e aqui as revistas são bem invasivas… se vocês não aceitarem, eles não deixam vocês entrarem. Permissão de entrada. Não é pra tanto – disse Eva.
Bom, eu já fui revistada uma vez… e pra ser sincera, não é nada agradável. Te garanto que eles procuram bem fundo, mas bem fundo mesmo. Mas eu não volto pra Espanha – interveio Fede.
Eu também não – garantiu Eva.
Tem certeza? – perguntou Ricardo – Aqui não tem mulher policial.
Claro que sim, se o Fede vai fazer, eu também vou.
Talvez você devesse estar presente durante a revista – sugeriu Fede – pra garantir os direitos da Eva, claro.
Acho que consigo isso… Amed, por favor, volte – disse Ricardo, levantando a voz – Aceitamos a revista, mas eu vou participar dela.
Claro, claro, Dom Ricardo… sem dúvida. Começamos pela moça ou pelo senhor?
Pela moça, pela moça – disse Ricardo, com a voz ansiosa.

Um dos dois guardas, Ricardo e Amed, o chefe da polícia, entraram com Eva numa sala. Eva ficou surpresa com a sobriedade do lugar: tinha uma mesa e uma linha no chão feita com um pedaço de fita isolante. A sala era muito iluminada porque entrava bastante luz por duas janelas altas, mas eram tão altas que Eva não conseguia ver o lado de fora.

Amed colocou Eva de mal jeito na frente da linha e ordenou:
– Tira a roupa.

Eva olhou interrogativamente para Ricardo, que assentiu. Então ela foi soltando lentamente os botões da blusa até tirá-la. Por alguns segundos, ficou parada, até que o guarda negro puxou levemente os shorts curtos que Eva usava, indicando que ela deveria tirá-los.

Lá estava Eva, soltando os shorts na frente daquela linha, enquanto os três homens não tiravam os olhos dela. Ela abaixou a calça e ficou só com uma linda calcinha fio dental branca.Eva vai pra ÁfricaNaquele momento, Amed exclamou: "Ohh... a calcinha dela tá rasgada". Eva olhou para Ricardo, estranhando o comentário, e ele interveio: "Ele acha que sua calcinha tá rasgada porque não tem... não tem parte de trás... Viu, Amed, na Europa agora se usa esse tipo de roupa íntima, não tá rasgada... chama-se fio dental, Lankita". Amed repetiu, fazendo Eva rir. "Não, não", corrigiu Ricardo, "fio dental, fio dental com 'f' de foda, que você adora quando eu trago da Espanha". "Ahh, fio dental, fio dental... nome bonito pra essa peça. Por favor, Eva, tira o fio dental". Eva tirou e, como o resto das roupas, deixou no chão ao lado dela. Ela devia estar linda, toda depiladinha, já que era uma recomendação que Fede tinha feito pra ela não precisar se depilar no acampamento e evitar cortes e infecções. Lá estava ela, num país estrangeiro, na frente de dois policiais negros, completamente pelada... ainda bem que pelo menos o Ricardo estava lá.Eva vai pra África— É uma menina — disse Amed enquanto pegava o passaporte e olhava a data de nascimento — mas aqui diz que é maior… o passaporte é falso.
— Não, o passaporte não é falso — disse uma Eva assustada, que temia não conseguir entrar no país se pensassem que era falso — eu tenho 18 anos. No meu país sou maior de idade.
— Mas isto — disse um Amed confuso, apontando e tocando com o dedo indicador a bucetinha de Eva.
— Por favor, Amed, você vai ter que visitar meu país e suas praias… quem não tem pelinhos em… nisso — disse apontando a bucetinha de Eva e também apoiando o dedinho — não quer dizer que seja uma menina… muitas mulheres depilam, aliás, para essas viagens é recomendado… também muitos homens.
— Homens? Os europeus são loucos… vocês são pouco homens… viados.
— Por favor, Amed… não fala besteira, isso não tem nada a ver.
— Homens sempre com pelo — e dizendo isso, abaixou o zíper, soltou o botão da calça e deixou no ar um pau meio salsichudo, bem cheio de pelos, verdade. — Viu? Homem tem pelo.Eva vai pra ÁfricaSe Alá não quisesse que a gente tivesse pelo, ele teria tirado. Por favor, Amed, vamos parar com isso e sobe essa calça — insistiu Ricardo. Eva estava alucinando um pouco, pra ser sincera, ali no meio, plantada nua e rodeada por Ricardo e aqueles dois policiais negros… ela achava que pelo menos entendia o que eles diziam, mas o outro coitado do policial, que não tava sacando nada, via o chefe dele tirando o pau… verdade seja dita, a pobre da Eva sentia pena daquele policial. Os pensamentos dela foram interrompidos quando Amed falou, já tendo metido o pau pra dentro. Coloca as mãos na cabeça. Eva obedeceu, e Amed fez um sinal pro outro policial negro, que começou a revistar o corpo nu de Eva. As mãos começaram pelos tornozelos, mas logo percorreram cada centímetro da pele dela, os joelhos, as pernas… e quando chegaram na bunda dela, separaram as nádegas e esfregaram o interior. As mãos passavam mais ou menos rápido e, como Eva já temia, logo pousaram na buceta dela e percorreram os lábios vaginais. Eva olhou com cara de surpresa pra Ricardo, que não perdia nenhum detalhe da revista. Ricardo entendeu o olhar dela e respondeu em voz alta. Tão procurando possíveis drogas ou armas grudadas na pele, aqui os traficantes colam pedaços de látex e escondem essas coisas. Ahh — disse Eva, que pelo menos agora entendia o motivo do apalpamento. Nessa altura, as mãos do policial já estavam nos peitos branquinhos e perfeitos dela… Eva achou que as mãos se demoravam mais do que o necessário, mas como Ricardo não falou nada, pensou que era coisa da cabeça dela. Pelo menos já tava acabando, já estavam revistando o cabelo loiro e perfeito dela. O policial negro disse algo que Eva não entendeu, mas Ricardo traduziu na hora. Ele disse que você tá limpa. Eva se acalmou, mas naquele momento viu Amed colocando uma luva de plástico, o que a deixou um pouco inquieta. Abre a boca, Eva. Ela obedeceu e sentiu Amed enfiar o dedo por todos os dentes dela e bem fundo na garganta. Vira de costas e se curva, não, não é assim. flexiona, é flexionar, sim, isso é… meu espanhol tá cada vez pior. Flexiona as costas pra frente e toca os pés com a mão. Seu espanhol é fantástico, Amed, disse um sempre atencioso e diplomático Ricardo. Lá estava Eva de novo, agora com a bunda pra fora, enquanto os três homens olhavam pra ela e dois deles trocavam elogios sobre se ela falava bem ou mal o espanhol. Ficaram pelo menos um minuto se elogiando, Ricardo e Amed, enquanto Eva estava "oferecendo" a bunda pra eles e imaginando o que ia acontecer com ela.Eva vai pra ÁfricaAmed teve que pedir pro guarda separar os glúteos dela, e ele obedeceu. Sem aviso nenhum, Eva sentiu pelo menos dois dedos gordinhos de Amed entrando no cu virgem dela… doeu pra caralho, pra ser sincera, primeiro porque o cu dela tava contraído de medo e, claro, o filho da puta do Amed não usou lubrificante nenhum.Eva vai pra ÁfricaAhhh, Eva gritou. Continua...

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