Silvia e seu pai 1
Pra quem não me conhece, vou dizer que me chamo Silvia, tenho 25 anos, sou ruiva, peso 56 kg, tenho 1,70 e minhas medidas são 93-60-90; além disso trabalho como instrutora de aeróbica e fitness.
Depois dessa descrição, vou contar que sempre desejei transar com meu pai; meu pai ficou viúvo quando eu era muito jovem, nunca o vi em nenhum relacionamento, aliás ele costumava dizer que eu era a cara da minha mãe, e não sei se por pena ou por que motivo, ele me parecia um homem muito atraente. Quando comecei a sair com Marcos, percebi que meu pai começou a me olhar de outro jeito, mais como mulher do que como filha, e não perdia a chance de me elogiar toda vez que me via. Então na minha cabeça também comecei a vê-lo mais como um homem maduro, que se conservava muito bem, do que como pai.
Marcos, depois de uma das nossas sessões de sexo intenso, começamos a falar sobre meu pai.
Marcos: Gata, você continua ficando com tesão no seu pai, né?
Silvia: Sinceramente… sim, adoraria que ele me comesse, mas não me vejo capaz.
Marcos: Gata, você consegue o que quiser, com certeza ele está desejando, você não percebeu como ele tem olhado pra você ultimamente?
Silvia: Agora que você falou, sim, parece que mudou o jeito de me ver.
Marcos: Pensei em como você poderia conseguir isso.
Ele me contou como achava que eu poderia fazer meu pai transar comigo, e na semana antes da Semana Santa, colocamos o plano em ação. Liguei pra ele:
Silvia: Oi, pai.
Pai: Oi, querida, como vai você?
Silvia: Pai, você se importa se a gente passar uma semana aí? É que vamos reformar o banheiro. Claro, se não for incômodo?
Pai: Querida, claro que podem, além do mais você me abandonou, faz tempo que não vejo minha menina.
Então Marcos e eu fomos passar a semana na casa do meu pai, e decidimos dar um espetáculo pra ele, pra que definitivamente me visse como mulher e não como filha.
Na segunda-feira, enquanto Marcos ainda dormia, levantei da cama pra fazer o café da manhã com um camisolão curto de renda e um fio dental branco.
Enquanto fazia o... No café da manhã, meu pai apareceu e ficou sem reação.
Pai: Filha! Você não está um pouco... sem roupa?
Silvia: Desculpa, pai. Te incomoda?
Pai: Bom... não, mas você já não é mais uma menina.
Silvia: Hahaha, qualé pai, mas entende que o Marcos gosta.
Pai: Bom, e quem não gostaria de uma mulher como você?
Dito isso, meu pai foi para a sala, e eu continuei fazendo o café da manhã, mas era óbvio que ele não me via mais como sua menininha, e sim como uma mulher.
Depois do café, Marcos foi ao banheiro e eu fui atrás dele, o que chocou meu pai.
Pai: Aonde você vai?
Silvia: Ao banheiro.
Pai: Mas o Marcos não está lá?
Silvia: Sim, por isso que eu vou.
Pai: Como assim?
Silvia: Pai, você entende que ele tem necessidades e, mesmo estando na sua casa, eu tenho que satisfazê-las, né?
Meu pai ficou mudo e eu fui ao banheiro, cuidar do meu boy.
Marcos estava me esperando com o pau pra fora e duro, e eu, como sempre fazia, me ajoelhei na frente dele; antes tentei fechar a porta do banheiro, mas Marcos não deixou.
Marcos: Não fecha, mostra pro seu pai como você é foxy.
Silvia: Mas... (não terminei de falar quando Marcos já tinha enfiado o pau na minha boca)
A putaria de saber que meu pai podia passar e nos ver era demais, chupo ele como nunca e ele percebeu.
Marcos: Deus, gata, você vai arrancar ele... Aaaaah continua assim, putinha.
Eu estava ficando muito excitada, meu pai a poucos metros enquanto eu chupava meu namorado, era demais.
Marcos: Você adoraria que fosse o pau do seu pai, né, putinha?
Silvia: Nnnngh sim, eu adoraria aghh.
Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, engoli tudo com gosto, adorava o sêmen dele de manhã.
Quando saímos do banheiro, meu pai estava todo sem graça na sala, e eu também, mas pude observar um volume enorme na calça dele que parecia querer sair. Marcos ainda piorou a situação ao comentar.
Marcos: Ufffff, que filha que o senhor tem, sogro.
Meu pai olhou pra ele, mas não disse nada, ficou quieto.
Nós... Fomos todos trabalhar, mas eu não conseguia parar de pensar no meu pai e no que tinha visto na calça dele — ele realmente ficou excitado ao saber o que fiz com Marcos no banheiro.
Naquela noite, quando cheguei, encontrei meu pai na sala, já que Marcos ainda não tinha voltado.
Silvia: Oi, pai, posso tomar um banho?
Pai: Oi, querida, claro, essa casa também é sua.
Então peguei minhas coisas e entrei no chuveiro, claro, com a porta aberta. Em certo momento, ouvi alguém no banheiro. Espiei, pensando que era o Marcos, mas era meu pai urinando. Fiquei sem palavras — nossa, pai! Que pica enorme ele tinha. Meu pai percebeu que eu estava olhando.
Pai: Desculpa, filha, não aguentei mais.
Silvia: A casa é sua, pai.
Aproveitei que ele estava ali para sair do chuveiro — queria ver como ele reagiria.
Pai: O que você está fazendo?!
Silvia: Saindo do chuveiro… me passa a toalha?
Pai: Sim, sim, se cobre.
Silvia: Pai, tem algo errado? Sou tão feia assim que você está desejando que eu me cubra?
Pai: Não, não, claro que não, você é linda, mas você já é uma mulher feita, e eu não sou de pedra.
Ele me passou a toalha e saiu do banheiro bem alterado, mas eu não pensava em desistir do meu plano. Então, peguei uma camiseta larga do time de basquete do meu namorado, com uma calcinha brasileira de renda amarela e sem sutiã.
Meu pai estava assistindo a um filme na TV. Ainda dava pra ver que ele estava desconfortável, mas estava tão perto… tentei forçar um pouco mais.
Silvia: Pai, posso sentar com você ou prefere que não?
Pai: Não, querida, como quiser. Se quer sentar comigo, pra mim não tem problema.
Então me sentei ao lado dele no sofá. A ereção dele ainda era evidente.
Silvia: Pai, tá tudo bem com você? Te noto alterado, deixa eu te ajudar.
Então agarrei e me aproximei dele, colocando minhas mãos no peito dele — o coração dele estava aceleradíssimo!
Silvia: Pai, seu coração está a mil. Vira de costas que vou te dar uma massagem.
Meu pai virou de costas, e eu encostei meus peitos nas costas dele… Isso fez seu coração ficar ainda mais acelerado, e aquele volume suspeito na virilha se tornar mais evidente. Coloquei minhas mãos em seus ombros e comecei a massageá-lo.
Silvia: Pai, relaxa e fecha os olhos (sussurrei no ouvido dele).
Esta era minha chance; meu pai me obedeceu e fechou os olhos. Fui massageando seu peito (ele é um homem forte para a idade), e ele foi se deixando levar; até que desci minha mão até seu volume, então ele deu um salto.
Pai: O que você está fazendo, pelo amor de Deus?
Silvia: Pai, relaxa, deixa eu fazer, não me veja como sua filha, mas como uma mulher que quer te ajudar a aliviar essa tensão (sussurrei novamente no ouvido dele).
Isso fez com que ele não saísse correndo dali.
Então, finalmente, eu tinha aquele pacote entre minhas mãos. Ele começou a respirar cada vez mais forte, enquanto eu acariciava seu pau por cima do pijama. Vendo que tudo estava indo bem, me atrevi a tirá-lo para fora (Deus, minha boca encheu d'água) que pedaço de pau duro como mármore; estava brilhante por causa dos fluidos pré-seminais; comecei a punhetá-lo primeiro suavemente, (queria aproveitar aquele momento), ele devia estar há tempo sem gozar porque deixou minha mão toda melada de pré-gozo.
Silvia: Pai, deita e relaxa.
Pai: O que você vai fazer?
Silvia: Shhhh relaxa, confia em mim, por favor.
Assim consegui que ele se deitasse. Me coloquei a seus pés e aproximei minha boca daquele pau que pulsava, abri minha boca e deixei cair saliva sobre a cabeça (meu Deus, que sensação e que cheiro intenso), comecei a recolher com minha língua minha saliva pelo tronco.
Pai: Porra, você vai me matar, filha!
Silvia: Shhhh, só estou começando, slurp slurp (Comecei a lamber desde suas bolas até a ponta).
Eu estava encharcada, não aguentava mais para tê-lo na minha garganta, então com minha mão esquerda comecei a massagear suas bolas, e com minha mão direita agarrei forte sua bunda, para em seguida engolir tudo até a base.
Pai: aaaahh Deus, siiiii!
Meu pai já não aguentava mais, abriu os olhos; mas já não me via da mesma forma, porque eu Ele agarrou minha cabeça com suas mãos grandes e fortes e começou a meter na minha garganta.
Papai: Toma, foxy! Não queria o pau do seu pai? Então toma! (Ele empurrou até o fundo da minha garganta)
Silvia: Ahgggg, sii (mal consegui articular, ele estava na minha laringe)
Ele estava fora de si, segurou minha cabeça com as duas mãos, e era ele quem controlava o boquete, cada vez mais profundo e intenso, até que não aguentei mais.
Papai: Aaaaah siiii, vou gozar, engole a porra do seu pai, pequena foxy.
Silvia: Aaahhgg
A porra do meu pai escorria pelos cantos da minha boca (meu Deus, que jato de porra), era muito amarga, grossa e grudava na minha garganta. Tive que tirar as mãos dele de cima de mim porque estava me sufocando.
Silvia: Ufff, quase me afogou, pai.
Papai: Desculpa, falta de costume... Mas o que foi que nós fizemos? (Ele refletiu)
Silvia: Pai, não se preocupe, está tudo bem, não me veja como sua filha, mas como sua mulher. Não quero que se arrependa, eu gostei muito, desejava isso há muito tempo, pai.
E dei um beijo nele; mas eu queria mais... precisava de mais e queria conseguir.
Meu pai foi dormir (com cara de arrependido), e eu fiquei esperando no salão pelo Marcos. Ele chegou um tempo depois.
Marcos: Oi, gata, tudo bem?
Silvia: Consegui. (Disse sorrindo)
Em seguida, me joguei sobre ele e nos beijamos, enrolando nossas línguas com desespero (ainda tinha o gosto do sêmen do meu pai na minha boca e na minha garganta), mas eu precisava de mais e pensava em conseguir.
Peguei o Marcos e o levei para o meu quarto, que fica bem em frente ao do meu pai (precisava ser comida, estava muito cachorra), praticamente arranquei o uniforme dele, e o joguei na cama com desespero (Marcos estava boquiaberto); comecei a chupar o pau dele para deixá-lo pronto, mas não precisou de muito; rapidamente Marcos assumiu o controle.
Marcos: Quer que eu te coma?
Silvia: Siiiiii, claro, me come, me come. (Disse desesperada)
Ele tirou minha calcinha, me colocou de costas contra a parede e me pegou. nos braços. Enfiando o pau dele na minha buceta encharcada, enquanto a gente se beijava loucamente (tudo isso com a porta aberta e meu pai no quarto ao lado, o que me deixava ainda mais excitada).
Enquanto isso, Marcos me fazia pular nos braços dele, e batia nas paredes do meu útero.
Marcos: Porra, como você me deixa louco, gostosa. Toma pau! (Cada vez mais fundo)
Silvia: Siiii, me dá mais, me destrói… aaah aaahh
De repente, meu pai apareceu na porta.
Pai: Que escândalo é esse que vocês estão fazendo.
A gente ficou parado, mas eu não ia desperdiçar a situação, nem o Marcos também.
Marcos: Sogro, tá gostando do rabo da sua filha?
Disse Marcos, enquanto abria minha bunda com as mãos.
Marcos: Ela tá doida pra levar rola.
Meu pai hesitou um pouco, mas eu não deixei ele escapar, então agarrei e beijei ele como se fosse meu namorado. Em seguida, abaixei a calça dele e peguei no pau pra ele me enfiar pelo cu.
Silvia: Pai, por favor, me fode bem os dois, é o que eu quero.
Pai: Que safada você é, filha, mas sou homem e essa bunda é irresistível.
Então ele me colocou contra a parede e se abaixou para comer meu cu, quando já estava bem lubrificado, ele me enfiou.
Pai: Deus, como entra, porra.
Silvia: Siiii, pai, siii. (Marcos enquanto incentivava meu pai)
Marcos: Vai com força, sogro, que não quebra não, ela é uma boa safada.
Meu pai, animado pelo meu namorado, me segurou forte na cintura com as duas mãos, e aumentava cada vez mais a intensidade e a profundidade; até que senti as bolas dele batendo na minha buceta.
Pai: Toma, toma, safada.
Silvia: Siii, vou ser a putinha particular de vocês, aaahh.
Quando meu pai viu que o Marcos estava se masturbando nos vendo, ele me tirou da parede e me abaixou para chupar o pau do Marcos.
Pai: Vamos, safada, chupa o pau do seu namorado. (E com a mão dele empurrou minha cabeça em direção ao pau)
Silvia: uhhhg
Marcos me pegou pelo cabelo e meu pai pelas mãos, puxando meus pulsos para trás, enquanto me penetrava com força pelo meu cu.
Eu estava no paraíso, tinha os dois homens que mais amo comendo-me.
Marcos: Vamos, gata, engole. (Ele dizia, enquanto puxava meu cabelo)
Papai: Deus, que puta você é, como eu estava com vontade de você, raposa. (Meu pai estava fora de si, me comendo sem piedade)
Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, chegando até meu estômago.
Marcos: aaaaah siiii aaahh, que boca você tem, puta.
Quando terminou de gozar, pegou meu rosto e me obrigou a abrir a boca.
Marcos: Abre a boca, putinha. (E cuspiu na minha boca)
Papai: Vou gozar, aaahh porra. (Puxou-me com força para trás e senti seu gozo quente inundando minhas entranhas)
Silvia: aaaaah tô gozandooo siiiiii ahhh ahhh.
Caí destruída no chão, mas muito satisfeita.
Marcos: Gata, se recompõe, porque acho que seu pai não teve o suficiente.
Olhei para meu pai e ele ainda estava duro.
Papai: Querida, você despertou em mim algo que estava morto, então não pode me deixar assim.
Marcos: Gata, a noite vai ser longa... (eles sorriram)
Continua…
Pra quem não me conhece, vou dizer que me chamo Silvia, tenho 25 anos, sou ruiva, peso 56 kg, tenho 1,70 e minhas medidas são 93-60-90; além disso trabalho como instrutora de aeróbica e fitness. Depois dessa descrição, vou contar que sempre desejei transar com meu pai; meu pai ficou viúvo quando eu era muito jovem, nunca o vi em nenhum relacionamento, aliás ele costumava dizer que eu era a cara da minha mãe, e não sei se por pena ou por que motivo, ele me parecia um homem muito atraente. Quando comecei a sair com Marcos, percebi que meu pai começou a me olhar de outro jeito, mais como mulher do que como filha, e não perdia a chance de me elogiar toda vez que me via. Então na minha cabeça também comecei a vê-lo mais como um homem maduro, que se conservava muito bem, do que como pai.
Marcos, depois de uma das nossas sessões de sexo intenso, começamos a falar sobre meu pai.
Marcos: Gata, você continua ficando com tesão no seu pai, né?
Silvia: Sinceramente… sim, adoraria que ele me comesse, mas não me vejo capaz.
Marcos: Gata, você consegue o que quiser, com certeza ele está desejando, você não percebeu como ele tem olhado pra você ultimamente?
Silvia: Agora que você falou, sim, parece que mudou o jeito de me ver.
Marcos: Pensei em como você poderia conseguir isso.
Ele me contou como achava que eu poderia fazer meu pai transar comigo, e na semana antes da Semana Santa, colocamos o plano em ação. Liguei pra ele:
Silvia: Oi, pai.
Pai: Oi, querida, como vai você?
Silvia: Pai, você se importa se a gente passar uma semana aí? É que vamos reformar o banheiro. Claro, se não for incômodo?
Pai: Querida, claro que podem, além do mais você me abandonou, faz tempo que não vejo minha menina.
Então Marcos e eu fomos passar a semana na casa do meu pai, e decidimos dar um espetáculo pra ele, pra que definitivamente me visse como mulher e não como filha.
Na segunda-feira, enquanto Marcos ainda dormia, levantei da cama pra fazer o café da manhã com um camisolão curto de renda e um fio dental branco.
Enquanto fazia o... No café da manhã, meu pai apareceu e ficou sem reação.
Pai: Filha! Você não está um pouco... sem roupa?
Silvia: Desculpa, pai. Te incomoda?
Pai: Bom... não, mas você já não é mais uma menina.
Silvia: Hahaha, qualé pai, mas entende que o Marcos gosta.
Pai: Bom, e quem não gostaria de uma mulher como você?
Dito isso, meu pai foi para a sala, e eu continuei fazendo o café da manhã, mas era óbvio que ele não me via mais como sua menininha, e sim como uma mulher.
Depois do café, Marcos foi ao banheiro e eu fui atrás dele, o que chocou meu pai.
Pai: Aonde você vai?
Silvia: Ao banheiro.
Pai: Mas o Marcos não está lá?
Silvia: Sim, por isso que eu vou.
Pai: Como assim?
Silvia: Pai, você entende que ele tem necessidades e, mesmo estando na sua casa, eu tenho que satisfazê-las, né?
Meu pai ficou mudo e eu fui ao banheiro, cuidar do meu boy.
Marcos estava me esperando com o pau pra fora e duro, e eu, como sempre fazia, me ajoelhei na frente dele; antes tentei fechar a porta do banheiro, mas Marcos não deixou.
Marcos: Não fecha, mostra pro seu pai como você é foxy.
Silvia: Mas... (não terminei de falar quando Marcos já tinha enfiado o pau na minha boca)
A putaria de saber que meu pai podia passar e nos ver era demais, chupo ele como nunca e ele percebeu.
Marcos: Deus, gata, você vai arrancar ele... Aaaaah continua assim, putinha.
Eu estava ficando muito excitada, meu pai a poucos metros enquanto eu chupava meu namorado, era demais.
Marcos: Você adoraria que fosse o pau do seu pai, né, putinha?
Silvia: Nnnngh sim, eu adoraria aghh.
Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, engoli tudo com gosto, adorava o sêmen dele de manhã.
Quando saímos do banheiro, meu pai estava todo sem graça na sala, e eu também, mas pude observar um volume enorme na calça dele que parecia querer sair. Marcos ainda piorou a situação ao comentar.
Marcos: Ufffff, que filha que o senhor tem, sogro.
Meu pai olhou pra ele, mas não disse nada, ficou quieto.
Nós... Fomos todos trabalhar, mas eu não conseguia parar de pensar no meu pai e no que tinha visto na calça dele — ele realmente ficou excitado ao saber o que fiz com Marcos no banheiro.
Naquela noite, quando cheguei, encontrei meu pai na sala, já que Marcos ainda não tinha voltado.
Silvia: Oi, pai, posso tomar um banho?
Pai: Oi, querida, claro, essa casa também é sua.
Então peguei minhas coisas e entrei no chuveiro, claro, com a porta aberta. Em certo momento, ouvi alguém no banheiro. Espiei, pensando que era o Marcos, mas era meu pai urinando. Fiquei sem palavras — nossa, pai! Que pica enorme ele tinha. Meu pai percebeu que eu estava olhando.
Pai: Desculpa, filha, não aguentei mais.
Silvia: A casa é sua, pai.
Aproveitei que ele estava ali para sair do chuveiro — queria ver como ele reagiria.
Pai: O que você está fazendo?!
Silvia: Saindo do chuveiro… me passa a toalha?
Pai: Sim, sim, se cobre.
Silvia: Pai, tem algo errado? Sou tão feia assim que você está desejando que eu me cubra?
Pai: Não, não, claro que não, você é linda, mas você já é uma mulher feita, e eu não sou de pedra.
Ele me passou a toalha e saiu do banheiro bem alterado, mas eu não pensava em desistir do meu plano. Então, peguei uma camiseta larga do time de basquete do meu namorado, com uma calcinha brasileira de renda amarela e sem sutiã.
Meu pai estava assistindo a um filme na TV. Ainda dava pra ver que ele estava desconfortável, mas estava tão perto… tentei forçar um pouco mais.
Silvia: Pai, posso sentar com você ou prefere que não?
Pai: Não, querida, como quiser. Se quer sentar comigo, pra mim não tem problema.
Então me sentei ao lado dele no sofá. A ereção dele ainda era evidente.
Silvia: Pai, tá tudo bem com você? Te noto alterado, deixa eu te ajudar.
Então agarrei e me aproximei dele, colocando minhas mãos no peito dele — o coração dele estava aceleradíssimo!
Silvia: Pai, seu coração está a mil. Vira de costas que vou te dar uma massagem.
Meu pai virou de costas, e eu encostei meus peitos nas costas dele… Isso fez seu coração ficar ainda mais acelerado, e aquele volume suspeito na virilha se tornar mais evidente. Coloquei minhas mãos em seus ombros e comecei a massageá-lo.
Silvia: Pai, relaxa e fecha os olhos (sussurrei no ouvido dele).
Esta era minha chance; meu pai me obedeceu e fechou os olhos. Fui massageando seu peito (ele é um homem forte para a idade), e ele foi se deixando levar; até que desci minha mão até seu volume, então ele deu um salto.
Pai: O que você está fazendo, pelo amor de Deus?
Silvia: Pai, relaxa, deixa eu fazer, não me veja como sua filha, mas como uma mulher que quer te ajudar a aliviar essa tensão (sussurrei novamente no ouvido dele).
Isso fez com que ele não saísse correndo dali.
Então, finalmente, eu tinha aquele pacote entre minhas mãos. Ele começou a respirar cada vez mais forte, enquanto eu acariciava seu pau por cima do pijama. Vendo que tudo estava indo bem, me atrevi a tirá-lo para fora (Deus, minha boca encheu d'água) que pedaço de pau duro como mármore; estava brilhante por causa dos fluidos pré-seminais; comecei a punhetá-lo primeiro suavemente, (queria aproveitar aquele momento), ele devia estar há tempo sem gozar porque deixou minha mão toda melada de pré-gozo.
Silvia: Pai, deita e relaxa.
Pai: O que você vai fazer?
Silvia: Shhhh relaxa, confia em mim, por favor.
Assim consegui que ele se deitasse. Me coloquei a seus pés e aproximei minha boca daquele pau que pulsava, abri minha boca e deixei cair saliva sobre a cabeça (meu Deus, que sensação e que cheiro intenso), comecei a recolher com minha língua minha saliva pelo tronco.
Pai: Porra, você vai me matar, filha!
Silvia: Shhhh, só estou começando, slurp slurp (Comecei a lamber desde suas bolas até a ponta).
Eu estava encharcada, não aguentava mais para tê-lo na minha garganta, então com minha mão esquerda comecei a massagear suas bolas, e com minha mão direita agarrei forte sua bunda, para em seguida engolir tudo até a base.
Pai: aaaahh Deus, siiiii!
Meu pai já não aguentava mais, abriu os olhos; mas já não me via da mesma forma, porque eu Ele agarrou minha cabeça com suas mãos grandes e fortes e começou a meter na minha garganta.
Papai: Toma, foxy! Não queria o pau do seu pai? Então toma! (Ele empurrou até o fundo da minha garganta)
Silvia: Ahgggg, sii (mal consegui articular, ele estava na minha laringe)
Ele estava fora de si, segurou minha cabeça com as duas mãos, e era ele quem controlava o boquete, cada vez mais profundo e intenso, até que não aguentei mais.
Papai: Aaaaah siiii, vou gozar, engole a porra do seu pai, pequena foxy.
Silvia: Aaahhgg
A porra do meu pai escorria pelos cantos da minha boca (meu Deus, que jato de porra), era muito amarga, grossa e grudava na minha garganta. Tive que tirar as mãos dele de cima de mim porque estava me sufocando.
Silvia: Ufff, quase me afogou, pai.
Papai: Desculpa, falta de costume... Mas o que foi que nós fizemos? (Ele refletiu)
Silvia: Pai, não se preocupe, está tudo bem, não me veja como sua filha, mas como sua mulher. Não quero que se arrependa, eu gostei muito, desejava isso há muito tempo, pai.
E dei um beijo nele; mas eu queria mais... precisava de mais e queria conseguir.
Meu pai foi dormir (com cara de arrependido), e eu fiquei esperando no salão pelo Marcos. Ele chegou um tempo depois.
Marcos: Oi, gata, tudo bem?
Silvia: Consegui. (Disse sorrindo)
Em seguida, me joguei sobre ele e nos beijamos, enrolando nossas línguas com desespero (ainda tinha o gosto do sêmen do meu pai na minha boca e na minha garganta), mas eu precisava de mais e pensava em conseguir.
Peguei o Marcos e o levei para o meu quarto, que fica bem em frente ao do meu pai (precisava ser comida, estava muito cachorra), praticamente arranquei o uniforme dele, e o joguei na cama com desespero (Marcos estava boquiaberto); comecei a chupar o pau dele para deixá-lo pronto, mas não precisou de muito; rapidamente Marcos assumiu o controle.
Marcos: Quer que eu te coma?
Silvia: Siiiiii, claro, me come, me come. (Disse desesperada)
Ele tirou minha calcinha, me colocou de costas contra a parede e me pegou. nos braços. Enfiando o pau dele na minha buceta encharcada, enquanto a gente se beijava loucamente (tudo isso com a porta aberta e meu pai no quarto ao lado, o que me deixava ainda mais excitada).
Enquanto isso, Marcos me fazia pular nos braços dele, e batia nas paredes do meu útero.
Marcos: Porra, como você me deixa louco, gostosa. Toma pau! (Cada vez mais fundo)
Silvia: Siiii, me dá mais, me destrói… aaah aaahh
De repente, meu pai apareceu na porta.
Pai: Que escândalo é esse que vocês estão fazendo.
A gente ficou parado, mas eu não ia desperdiçar a situação, nem o Marcos também.
Marcos: Sogro, tá gostando do rabo da sua filha?
Disse Marcos, enquanto abria minha bunda com as mãos.
Marcos: Ela tá doida pra levar rola.
Meu pai hesitou um pouco, mas eu não deixei ele escapar, então agarrei e beijei ele como se fosse meu namorado. Em seguida, abaixei a calça dele e peguei no pau pra ele me enfiar pelo cu.
Silvia: Pai, por favor, me fode bem os dois, é o que eu quero.
Pai: Que safada você é, filha, mas sou homem e essa bunda é irresistível.
Então ele me colocou contra a parede e se abaixou para comer meu cu, quando já estava bem lubrificado, ele me enfiou.
Pai: Deus, como entra, porra.
Silvia: Siiii, pai, siii. (Marcos enquanto incentivava meu pai)
Marcos: Vai com força, sogro, que não quebra não, ela é uma boa safada.
Meu pai, animado pelo meu namorado, me segurou forte na cintura com as duas mãos, e aumentava cada vez mais a intensidade e a profundidade; até que senti as bolas dele batendo na minha buceta.
Pai: Toma, toma, safada.
Silvia: Siii, vou ser a putinha particular de vocês, aaahh.
Quando meu pai viu que o Marcos estava se masturbando nos vendo, ele me tirou da parede e me abaixou para chupar o pau do Marcos.
Pai: Vamos, safada, chupa o pau do seu namorado. (E com a mão dele empurrou minha cabeça em direção ao pau)
Silvia: uhhhg
Marcos me pegou pelo cabelo e meu pai pelas mãos, puxando meus pulsos para trás, enquanto me penetrava com força pelo meu cu.
Eu estava no paraíso, tinha os dois homens que mais amo comendo-me.
Marcos: Vamos, gata, engole. (Ele dizia, enquanto puxava meu cabelo)
Papai: Deus, que puta você é, como eu estava com vontade de você, raposa. (Meu pai estava fora de si, me comendo sem piedade)
Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, chegando até meu estômago.
Marcos: aaaaah siiii aaahh, que boca você tem, puta.
Quando terminou de gozar, pegou meu rosto e me obrigou a abrir a boca.
Marcos: Abre a boca, putinha. (E cuspiu na minha boca)
Papai: Vou gozar, aaahh porra. (Puxou-me com força para trás e senti seu gozo quente inundando minhas entranhas)
Silvia: aaaaah tô gozandooo siiiiii ahhh ahhh.
Caí destruída no chão, mas muito satisfeita.
Marcos: Gata, se recompõe, porque acho que seu pai não teve o suficiente.
Olhei para meu pai e ele ainda estava duro.
Papai: Querida, você despertou em mim algo que estava morto, então não pode me deixar assim.
Marcos: Gata, a noite vai ser longa... (eles sorriram)
Continua…
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