Silvia e o pai dela 1

Silvia e o pai dela 1Silvia e o pai dela 1Pra quem não me conhece, vou dizer que me chamo Silvia, tenho 25 anos, sou ruiva, peso 56 kg, tenho 1,70 m e minhas medidas são 93-60-90; além disso, trabalho como instrutora de aeróbica e fitness.

Depois dessa descrição, vou contar que sempre tive vontade de transar com meu pai; meu pai ficou viúvo quando eu era bem jovem, nunca o vi com ninguém, ele até dizia que eu era a cara da minha mãe, e eu, não sei se por pena ou por algum motivo, achava ele um homem muito atraente. Quando comecei a sair com Marcos, percebi que meu pai começou a me olhar de outro jeito, mais como mulher do que como filha, e não perdia chance de me elogiar toda vez que me via. Então, na minha cabeça, também comecei a vê-lo mais como um homem maduro, que se cuidava muito bem, do que como pai.

Marcos, depois de uma das nossas sessões de sexo intenso, começamos a falar do meu pai.

Marcos: Gata, você ainda fica com tesão pelo seu pai, hein?
Silvia: Sinceramente… sim, adoraria que ele me comesse, mas não me sinto capaz.
Marcos: Gata, você consegue o que quiser, com certeza ele tá morrendo de vontade, você não reparou como ele te olha ultimamente?
Silvia: Agora que você falou, sim, parece que ele mudou o jeito de me ver.
Marcos: Pensei num jeito de você conseguir.

Ele me contou como planejava fazer meu pai transar comigo, e na semana antes da Páscoa, colocamos o plano em ação. Liguei pra ele:

Silvia: Oi, pai
Pai: Oi, querida, o que me conta?
Silvia: Pai, você se importa se a gente passar uma semana aí? É que vamos reformar o banheiro. Claro, se não for incômodo?
Pai: Querida, claro que podem, além disso, vocês me deixaram abandonado, faz tempo que não vejo minha menina.

Então, Marcos e eu fomos passar a semana na casa do meu pai, e decidimos dar um show pra ele, pra que finalmente me visse como mulher e não como filha.

Na segunda-feira, enquanto Marcos ainda dormia, levantei da cama pra fazer o café da manhã com uma camisola curta de renda e uma tanga branca. Enquanto preparava No café da manhã, meu pai apareceu e ficou sem graça.
Pai: Filha! Você não vai um pouco leve de roupa?
Silvia: Desculpa, pai, te incomoda?
Pai: Bem... não, mas você não é mais uma criança.
Silvia: Hahaha, já sei, pai, mas entenda que o Marcos gosta assim.
Pai: Bom, e quem não gostaria de uma mulher como você?

Dito isso, meu pai foi para a sala, e eu continuei fazendo o café da manhã, mas era óbvio que ele não me via mais como a filhinha dele, e sim como uma mulher.

Depois do café, o Marcos foi pro banheiro e eu fui atrás dele, o que chocou meu pai.
Pai: Onde você vai?
Silvia: No banheiro.
Pai: Mas o Marcos não tá lá?
Silvia: Tá, por isso que eu vou.
Pai: Como assim?
Silvia: Pai, você entende que ele tem necessidades e, mesmo estando na sua casa, eu tenho que satisfazer ele, né?

Meu pai ficou mudo, e eu fui pro banheiro dar conta do meu boy.

O Marcos já estava me esperando com o pau pra fora e duro, e eu, como sempre, me ajoelhei na frente dele; antes tentei fechar a porta do banheiro, mas ele não deixou.
Marcos: Não fecha, mostra pro seu pai o quão puta você é.
Silvia: Mas... (não terminei de falar, ele já tinha enfiado o pau na minha boca)

A sacanagem de pensar que meu pai podia passar e nos ver era demais, chupei o pau dele como nunca, e ele percebeu.
Marcos: Caralho, gata, você vai arrancar ele fora... Aaaaah continua assim, putinha.

Eu tava ficando muito excitada, meu pai a poucos metros enquanto eu chupava meu namorado, era demais.
Marcos: Você adoraria que fosse o pau do seu pai, hein, vadiazinha?
Silvia: Nnnngh, sim, adoraria, aghh.

O Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, engoli tudo gostoso, adorava o leite dele de manhã.

Quando saímos do banheiro, meu pai tava todo sem graça na sala, e eu também, mas reparei um volume enorme na calça dele que queria sair. O Marcos ainda deixou o clima mais tenso ao comentar:
Marcos: Uffff, que filha hein, sogrão.

Meu pai olhou pra ele, mas não disse nada, ficou calado. Fomos todos trabalhar, mas eu não consegui parar de pensar no meu pai e no que tinha visto na calça dele. Ele realmente tinha ficado excitado ao saber o que eu fiz com o Marcos no banheiro.
Naquela noite, quando cheguei, encontrei meu pai na sala, já que o Marcos ainda não tinha chegado.
Silvia: Oi, pai, posso tomar um banho?
Pai: Oi, querida, claro, essa também é sua casa.
Então fui e entrei no chuveiro, claro, com a porta aberta, e em um dado momento ouvi alguém no banheiro. Espiei pensando que era o Marcos, mas era meu pai urinando. Fiquei sem palavras — caramba, pai! Que pau enorme ele tinha. Meu pai me viu olhando.
Pai: Desculpa, filha, não aguentei mais.
Silvia: É sua casa, pai.
Aproveitei que ele estava ali para sair do chuveiro. Queria ver como ele reagiria.
Pai: O que você está fazendo?!
Silvia: Ué, saindo do chuveiro. Me passa a toalha?
Pai: Sim, sim, se cubra.
Silvia: Pai, aconteceu alguma coisa? Sou tão feia assim que você está morrendo de vontade de que eu me cubra?
Pai: Não, não, claro que não. Você é linda, mas já é toda uma mulher, e eu não sou de pedra.
Ele me passou a toalha e saiu do banheiro bem alterado, mas eu não ia desistir do meu plano. Então peguei uma camiseta larga do time de basquete do meu namorado, com uma calcinha brasileira de renda amarela e sem sutiã.
Meu pai estava vendo um filme na TV. Ainda dava pra ver que ele estava desconfortável — mas ele estava tão perto! Tentei forçar um pouco mais.
Silvia: Pai, posso sentar com você ou prefere que não?
Pai: Não, querida, como quiser. Se quiser sentar comigo, pra mim não tem problema.
Então sentei ao lado dele no sofá. A ereção dele ainda era evidente.
Silvia: Pai, aconteceu alguma coisa? Te vejo alterado. Deixa eu te ajudar.
Então me encostei nele, colocando minhas mãos no peito dele — o coração dele estava a mil!
Silvia: Pai, seu coração está a mil. Vira de costas que vou te dar uma massagem.
Meu pai virou de costas, e eu encostei meus peitos nas costas dele. fez com que seu coração ficasse ainda mais acelerado, e aquele volume suspeito ficasse ainda mais evidente na virilha. Coloquei minhas mãos nos ombros dele e comecei a massagear.

Silvia: Papai, relaxa e fecha os olhos (sussurrei no ouvido dele).

Essa era minha chance; meu pai me obedeceu e fechou os olhos. Fui massageando o peito dele (ele é um homem forte pra idade), e ele foi se deixando levar; até que desci minha mão até o volume dele, aí ele deu um pulo.

Papai: O que cê tá fazendo, pelo amor de Deus?

Silvia: Papai, relaxa, me deixa fazer, não me vê como sua filha, mas como uma mulher que quer te ajudar a soltar essa tensão (sussurrei de novo no ouvido dele).

Isso fez com que ele não saísse correndo dali.

Então finalmente eu tinha aquele pacote entre minhas mãos, ele começou a respirar cada vez mais forte, enquanto eu acariciava a rola dele por cima da calça de pijama. Vendo que tudo ia bem, me atrevi a tirar aquela (nossa, deu água na boca) que pedaço de rola dura como mármore; tava brilhando por causa dos fluidos pré-seminais; comecei a bater uma pra ele primeiro de leve (queria aproveitar aquele momento), devia estar há tempos sem gozar porque deixou minha mão escorrendo de pré-gozo.

Silvia: Papai, deita e relaxa.

Papai: O que cê vai fazer?

Silvia: Shhhh relaxa, me obedece, por favor.

Assim consegui que ele se deitasse, fiquei aos pés dele e aproximei minha boca daquela rola que pulsava, abri minha boca e deixei cair saliva na cabecinha dele (meu Deus, que sensação e que cheiro tão forte), comecei a recolher com minha língua minha saliva pelo tronco.

Papai: Porra, cê vai me matar, filha!

Silvia: Shhhh, só tô começando, slurp slurp (comecei a lamber desde os ovos dele até a ponta).

Eu tava toda molhada, não aguentava mais esperar pra ter ela na minha garganta, então com a mão esquerda comecei a massagear os ovos dele, e com a mão direita agarrei forte a bunda dele, pra em seguida engolir ela até a base.

Papai: aaaahh Deus, siiiiiim!

Meu pai já não aguentou mais, abriu os olhos; mas já não me via do mesmo jeito, porque eu agarrou minha cabeça com as mãos grandes e fortes, e começou a foder minha garganta.
Papai: Toma, foxy! Não queria o pau do seu pai? Então toma! (Empurrou até o fundo da minha garganta)
Silvia: ahgggg, siii (mal consegui falar, ele tava na minha laringe)
Ele tava fora de si, segurava minha cabeça com as duas mãos, e ele quem controlava o boquete, cada vez mais fundo e intenso, até que não aguentei mais.
Papai: aaaaah siiii vou gozar, engole a porra do seu pai, pequena foxy.
Silvia: aaahhgg
A porra do meu pai escorria pelos cantos da minha boca (meu deus, que jorro de porra), era muito amarga, grossa, e grudava na minha garganta. Tive que tirar as mãos dele de cima de mim porque tava me sufocando.
Silvia: ufff quase me afogou, papai.
Papai: Desculpa, a falta de costume... Mas o que a gente fez? (Refletiu)
Silvia: Papai, não se preocupa, tá tudo bem, não me vê como sua filha, mas como sua mulher. Não quero que se arrependa, eu aproveitei muito, desejava isso há muito tempo, papai.
E dei um beijo nele; mas queria mais... precisava de mais e queria conseguir.
Meu pai foi dormir (com cara de arrependimento), e eu esperei na sala pelo Marcos. Ele chegou um tempo depois.
Marcos: Oi, gostosa, tudo bem?
Silvia: Consegui. (Falei sorrindo)
Na mesma hora, me joguei nele e a gente se beijou, enrolando as línguas com desespero (ainda tinha o gosto da porra do meu pai na boca e na garganta), mas eu precisava de mais e pensava em conseguir.
Peguei o Marcos e levei pro meu quarto, que fica bem na frente do do meu pai (precisava ser fodida, tava muito puta), praticamente arranquei o uniforme dele, e joguei ele na cama com desespero (Marcos ficou de boca aberta); comecei a chupar o pau dele pra deixar ele pronto, mas não precisou muito; rápido, Marcos tomou o controle.
Marcos: Quer que eu te foda?
Silvia: Siiiiii claro, me fode, me fode. (Falei desesperada)
Ele tirou minha calcinha, me colocou de costas contra a parede e me pegou. Nos braços. Enfiando o pau dele na minha buceta toda molhada, enquanto a gente se comia de boca (tudo isso com a porta aberta e meu pai no quarto da frente, o que me deixava muito mais excitada).
Enquanto isso, Marcos me fazia pular nos braços dele e batia nas paredes do meu útero.
Marcos: Porra, como você me deixa tesudo, buceta. Toma esse pau! (Cada vez mais fundo)
Silvia: Siiiiim, me dá mais, me destrói… aaah aaahh
De repente, meu pai apareceu na porta.
Pai: Que escândalo vocês estão armando.
A gente parou, mas eu não ia desperdiçar a situação, nem o Marcos.
Marcos: Sogro, cê gosta da bunda da sua filha?
Falou Marcos, enquanto abria minha bunda com as mãos.
Marcos: Ela tá morrendo de vontade de levar uma pirocada.
Meu pai hesitou um pouco, mas eu não deixei ele escapar, então peguei e beijei ele como se fosse meu namorado. Na sequência, baixei as calças dele e peguei no pau dele pra ele me enfiar no meu cu.
Silvia: Pai, por favor, me fode bem os dois, é o que eu quero.
Pai: Que gostosa você é, filha, mas sou homem e essa bunda é irresistível.
Então ele me encostou na parede e se abaixou pra chupar meu cu, e quando já tava bem lubrificado, me enfiou.
Pai: Deus, como entra, porra.
Silvia: Siiim, pai, siim. (Marcos enquanto isso incentivava meu pai)
Marcos: Mete forte, sogro, que não quebra não, ela é uma putinha gostosa.
Meu pai, animado pelo meu namorado, me segurou firme pela cintura com as duas mãos e aumentava cada vez mais a intensidade e a profundidade; até que eu senti os ovos dele batendo na minha buceta.
Pai: Toma, toma, gostosa.
Silvia: Siiim, vou ser a putinha de vocês, aaahh.
Quando meu pai viu que Marcos tava batendo uma nos vendo, ele me tirou da parede e me abaixou pra eu chupar o Marcos.
Pai: Vai, gostosa, chupa o pau do seu namorado. (E com a mão dele empurrou minha cabeça pro pau dele)
Silvia: uhhhg
Marcos me pegou pelo cabelo e meu pai pelas mãos, puxando meus pulsos pra trás, enquanto me penetrava com força pelo meu cu.
Eu tava no paraíso, tinha os dois homens que mais amo. Fodendo comigo.
Marcos: Vem, gatinha, me dá. (Ele dizia, enquanto puxava meu cabelo)
Papai: Deus, que puta você é, como tava com vontade de te comer, raposinha. (Meu pai estava fora de si, me fodia sem piedade)
Marcos não aguentou mais e gozou na minha boca, descendo até meu estômago.
Marcos: aaaaah sim aaaah, que boca você tem, puta.
Quando terminou de gozar, pegou meu rosto e me obrigou a abrir a boca.
Marcos: Abre a boca, vadiazinha. (E cuspiu na minha boca)
Papai: Vou gozar, aaaah porra. (Puxou com força, pra trás, e senti o leite quente dele inundar minhas entranhas)
Silvia: aaaaah vou gozar sim aaaah ahhh ahhh.
Cai no chão, destruída, mas muito satisfeita.
Marcos: Gatinha, se recomponha, porque acho que seu pai não se satisfez ainda.
Olhei pro meu pai e ele ainda tava duro.
Papai: Querida, você despertou em mim algo que tava morto, então não pode me deixar assim.
Marcos: Gatinha, a noite vai ser longa... (eles sorriram)
Continua...Silvia e o pai dela 1

2 comentários - Silvia e o pai dela 1

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
Prefiero al revés, q el papa se aproveche de la hija y doble vaginal