Quinta à tarde. Um dos primeiros dias de outono, quando antes do sol se pôr faz um calorzinho gostoso que dá vontade de andar solto de roupa, mas que ao anoitecer esfria e pede um agasalho.
Eu tava correndo pra facul porque já tava atrasado, e chegando na esquina, enquanto esperava pra atravessar a rua, alguém toca no meu ombro. Aí eu tiro os fones pra prestar atenção.Me desculpa te incomodar, mano, cê tem uma moeda? Preciso ir pro abrigo e não tenho grana pro busão.Minha cara de surpresa foi enorme quando vi um cara meio loiro, de olhos bem claros, barba meio crescida, pele morena que com certeza já foi clara, mas o sol e a rua deram aquele tom queimado que cria um sex appeal que os manos de cidade classe média só conseguimos ter quando tiramos duas semanas de férias em janeiro em Rocha. Devia ter uns 30 anos, gato pra caralho, altura média, magro, nada mal vestido (uma regata em bom estado e um short esportivo), e uma cara de humilde que me deixou curioso pra continuar conversando com ele.
Eu:Pra um abrigo noturno? Cê tá na rua?OÉ, mano. Umas semanas atrás fiquei na pior e tô tendo que me virar. Cê tem uma moeda aí?
Nunca tinha me dado tanta curiosidade conhecer alguém do nada, ainda mais sendo da rua. Mas esse cara tinha algo que me fez querer dar uma força pra ele.
Eu:Tá com fome? Te convido pra comer alguma coisa, quer? Não vai ficar de barriga vazia até amanhã.Ele:Que vergonha, mano, eu só quero ir embora sem dever nada pra ninguém. Não posso aceitar uma comida sua, não tenho como te pagar.Eu:Tranquilo, de boa. Não tem problema. Vem aqui, do lado tem um posto. Te pago um café e um tira-gosto.EleTem certeza? Olha, não precisa ter pena de mim, não sou um qualquer.Eu:Não queria te ofender, me desculpa, mano. Pensei que ia te fazer bem ter comida no estômago antes de dormir. Imagino que faz horas que você não come, só quero te dar uma força.EleBeleza, valeu, negão. Agradeço de coração.
Claro que já não ia mais pra aula, também não tava com muita vontade, e a real é que isso podia ficar interessante. Primeiro porque ele não era um zé-ninguém qualquer, parecia um maluco gente boa que tava passando por uns perrengues. Segundo, todo mundo sabe que quando a gente tá numa posição de "poder", dá pra fazer eles pagarem do jeito que a gente quer, e eu não tava nem aí pra grana (ou pra manter minha dignidade). Terceiro, a situação tava me dando um tesão do caralho, digno de pornô, onde dois doidos se encontram na rua e acabam se pegando... Será que ia rolar?
Eu:Qual é o teu nome, mano?OFernando, é você?Eu:Gonzalo, prazer! Então você ficou na rua? O que aconteceu com você? Você parece ser alguém de bem, sem ofender, mas se te vejo na rua, não imaginaria que não tem onde morar.Ele:A vida é complicada, mano. Tomara que isso nunca aconteça com você. Minha mina me chutou pra fora, levou os moleques e foi embora com outro cara. Me expulsou de casa, e minha família é toda de fora. Não tenho grana nem pra ir até Salto, então tô juntando pra ver se compro a passagem e vazo dessa merda. Mas a pouca grana que consigo, uso pra comer. É foda ficar na rua o dia inteiro. O pessoal percebe e você vira um fantasma. Ninguém fala com você, te ignoram, te evitam como se você fosse roubar eles. Não entendem que tô com fome e não tenho pra onde ir, saca?
Esse jeito de andar, de se vestir, de falar... Era um cara que tinha malícia de rua. E isso me atraía e alimentava minha tara.Eu:Que merda, mano. Que tal se, em vez de ir pra estação, eu te chamar lá pra casa, assim você come alguma coisa mais de boa e pode se refrescar? Talvez eu tenha umas roupas que não uso mais.Ele:Tá afim de deixar qualquer um entrar na sua casa? Eu não vou te roubar nem nada, mas você sempre é tão confiante assim? Cê tá muito na mão, mano.Eu:A gente percebe as pessoas, e você não parece ser um cara ruim. Olha, se te incomodar, tá tudo bem, não quero te deixar mal nem nada disso.Ele:Naa, tranquilo mano, tu é a primeira pessoa que me dá bola em muito tempo, verdade que te agradeço pra caralho. Chegamos em casa. Eu sabia que não tinha ninguém porque naquela hora todo mundo trabalha, e tinha umas horinhas pra ele comer, tomar um banho e ficar um tempo antes de ir embora, embora também não fosse a ideia...Eu:Fica à vontade. O que você quer que eu te faça? Um café com porra tá bom?OPaaaah, sim, a verdade é que não me faria mal.Eu:Quer um reforço bem caprichado? Vou meter no forno pra você comer bem quentinho. Passa no banheiro se quiser, toma um banho sossegado enquanto preparo isso. Já te levo roupa e ponho essa pra lavar e secar, em mais ou menos uma hora tá pronta.Ele:Por que você tá fazendo isso? Ninguém é tão bom do nada assim...Eu:Já te falei, você me parece um maluco gente boa, não merece estar onde está e sinto que se puder te dar uma mão, faço de boa. Só isso. (Detalhe que nem conhecia ele, mas tava me fazendo de bonzinho hahaha).EleValeu, maluco!
E aí ele vem e meio que me dá um abraço fraternal. Senti que foi sincero, até gostei. Dava pra ver que ele tava com vergonha, mas a gente tava sozinho, e eu queria que a gente ficasse mais à vontade.Eu:Nada a agradecer, finge que somos amigos e que você veio passar o tempo. Vem por aqui, vai no banheiro do meu quarto e toma um banho sossegado. Me dá a roupa se quiser que eu coloco pra lavar rapidinho. Tamo sozinhos, então tira tudo tranquilo que ninguém te vê, e eu não vou me assustar com nada, haha. Enquanto isso, vou ver se tem alguma coisa minha que sirva em você.
O cara não hesitou em se pelar de uma vez, e eu também não fiz muito esforço pra desviar o olhar. Já viram aqueles caras super héteros, que não raspam um único pelo do corpo, com aquele físico típico de quem sempre trabalhou pesado, sempre no sol, e nunca teve tempo pra si mesmo? Então, ele era assim: um corpo magro, esbelto, cheio de pelo pra todo lado, normal na real, mas mais marcado na barriga e na virilha. Puta merda! Era um espetáculo ver ele se despindo, mostrando a figura. Nunca mais esqueço quando ele tirou a cueca: o pau saiu dormindo junto com os ovos. Um pau de tamanho normal, com muito pelo cobrindo a base e a cabecinha toda enrolada no prepúcio, uns ovos grandes, que me deram a impressão de que ele não tinha gozado há um bom tempo.
Enquanto isso, o maluco nem tava ligando que eu tava de olho em tudo, e eu com o pau duro, tentando disfarçar, porque, vamos ser sinceros, um cara desses te vê de viado e te quebra na porrada (e olha que eu não sou viado, mas esse tesão é mais forte que eu).
Quando ele termina, me entrega a roupa, e eu, enquanto pegava, dei uma olhada no pau dele, sem muita discrição, porque queria sentir a situação e ver se ele falava alguma coisa. A primeira coisa que ele fez foi se esconder com a mão.
Eu:Tranquilo, parceiro, estamos entre homens, não tem problema.Ele:Bom, mas é estranho, sei lá, nunca tirei a pica na frente de outro cara.Eu:Bom, sempre tem uma primeira vez. Eu tô acostumado com os vestiários quando vou com os caras jogar uma pelada, lá quem tem vergonha a gente enche de porrada por ser viadinho.Ele:Haha, beleza, então aqui tá pra tu ver que não sou viado.
O CARA PEGOU A PIROCA INTEIRA E OS OVO E SACUDIU COM O GESTO TÍPICO DE MACHO, TIPO "ESSSA!". Aí eu perdi as cores. O que eu não daria pra ter controle daquelas mãos. Se ao menos eu pudesse dar uma insinuada sem que o cara se alterasse...
Deixo ele tomar banho tranquilo enquanto vou preparar a comida. Sabia que ele ia demorar, com certeza era a primeira vez que tomava banho em dias, se não semanas, e além da putaria, não podia privar ele desse luxo que ele tava curtindo como a pessoa mais sortuda do mundo. Embora admita que a cada coisa que ele falava, e cada minuto que passava, meu tesão crescia mais e mais, e a cabeça viajava. Bom, as cabeças.
Depois de uns 10 minutos, chego perto do banheiro (que fica dentro do meu quarto, então não tem porta e dá pra ver tudo)...Eu:Ei, a comida tá pronta. O que não consegui arrumar foi roupa do teu tamanho porque sou menor, mas dá uma olhada nesse short... Talvez fique meio apertado em você, mas é só por um tempo até secar as tuas coisas.Ele - saindo do chuveiro, se secando, e me deixando babar naquele desfile de masculinidade que eu não ia achar com qualquer magrelo da esquina:Além disso... Uuuhhh isso é meio pequeno, acho que não vai caber em mim.Eu - depois de ver ele vestindo o short, que eu poderia ter oferecido de propósito sabendo que não ia caber nele:Bom, se não te incomoda, a gente fica aqui no quarto mesmo. Deixa a toalha vestida que eu ligo o ar pra esquentar o ambiente e trago a comida pra cá. Deita na cama de boa que já volto, e liga a TV se quiser.
Quando volto pro quarto, ele tava sentado na cabeceira da cama, com as pernas esticadas e cruzadas, segurando o controle procurando algo pra ver enquanto passava a mão por baixo da toalha, se coçando nas bolas, claramente. Como é que eu ia fazer pra me controlar sem perder a decência?Eu:Quer que eu te dê uma força e fique pelado também pra tu não se sentir tão mal? KkkEle:Bom, se não te importa... A verdade é que me dá vergonha ficar meio pelada na sua casa e você aí me olhando, heheEu - me levantando da cama:Haha, beleza, olha, eu também não tenho vergonha (e pego no pacote todo imitando o que ele tinha feito minutos atrás).Ele:HahaEu:HahaEle:...Eu:...
Nisso eu sento do lado dele na cama, me fazendo de interessado na vida dele, e pedi pra ele me contar sobre si mesmo. A gente bateu um papo sério por um tempo enquanto ele comia, até que ele me deu a deixa pra perguntar coisas mais pessoais, já que a gente tinha criado um vínculo, que ficava ainda mais forte por causa da situação em que a gente tava...Eu:Ei, e o refúgio é só pra homem, né? Não deixam você ter uma namorada lá?Ele:Somos todos homens lá sim, as mulheres têm uma de mulher.Eu:Então não pode receber visitas íntimas? KkkkEle:Haha e não, pra isso tu tem que se virar por fora, tá cheio de milico e se te pegarem em algo suspeito te mandam embora. Uns arriscam, eu prefiro ficar na boa e não perder meu lugar.Eu:Então, quanto tempo faz que você não come ninguém? Desculpa perguntar assim, mas sendo o punheteiro que sou, não conseguiria passar mais de três dias sem aliviar a tensão hahaEle:Haha, verdade mesmo, mas nesses momentos a cabeça tá em outra, minha maior preocupação é se vou comer ou vou morrer de frio, o resto não importa muito... Mas te falar, coloca uma gorda toda feia na minha frente e com a vontade que eu tô, cê sabe como eu meto marcha, né? KkkkEu:Hahaha e sim, e que ninguém ali descuide não, porque capaz que até leva uma peia também, né? HahaEle:Aaahhh sim, se a fome é grande... KkkkEu:Haha
Nisso, a piroca ficou a mil, e dava pra ver por cima da roupa que eu tava usando. E ele viu.EleVocê me trouxe aqui porque quer que eu dê a buceta?Eu:Quêeee? Kkkkk não não, nada a ver! Só te trouxe na moral mesmo.Ele:Porque olha só, até que tá tudo bem, mas não tô nessa não, não sou viado.Eu:Não não, tranquilo mano, não te trouxe pra isso. No caso, seria o contrário kkkkEleComo assim, ao contrário?Eu:Claro, no pior dos casos eu deixava ela me comer KkkkkEleSério? Você quer chupar minha pica?Eu:Haha, e você se deixaria?Ele:Você quer pau?Eu:Você topa?
E o que vem depois fica pra próxima, assim vejo o que vocês acham dessa seção kkkkkk
Prometo postar a parte 2 se fizer sucesso, então vou ficar de olho nos comentários de vocês. Enquanto isso, queria que me dissessem se querem tanto detalhe assim ou preferem que eu vá mais direto ao ponto pra não ficar chato.
Aguardo as opiniões de vocês!
Abração, poringa boys!!
Eu tava correndo pra facul porque já tava atrasado, e chegando na esquina, enquanto esperava pra atravessar a rua, alguém toca no meu ombro. Aí eu tiro os fones pra prestar atenção.Me desculpa te incomodar, mano, cê tem uma moeda? Preciso ir pro abrigo e não tenho grana pro busão.Minha cara de surpresa foi enorme quando vi um cara meio loiro, de olhos bem claros, barba meio crescida, pele morena que com certeza já foi clara, mas o sol e a rua deram aquele tom queimado que cria um sex appeal que os manos de cidade classe média só conseguimos ter quando tiramos duas semanas de férias em janeiro em Rocha. Devia ter uns 30 anos, gato pra caralho, altura média, magro, nada mal vestido (uma regata em bom estado e um short esportivo), e uma cara de humilde que me deixou curioso pra continuar conversando com ele.
Eu:Pra um abrigo noturno? Cê tá na rua?OÉ, mano. Umas semanas atrás fiquei na pior e tô tendo que me virar. Cê tem uma moeda aí?
Nunca tinha me dado tanta curiosidade conhecer alguém do nada, ainda mais sendo da rua. Mas esse cara tinha algo que me fez querer dar uma força pra ele.
Eu:Tá com fome? Te convido pra comer alguma coisa, quer? Não vai ficar de barriga vazia até amanhã.Ele:Que vergonha, mano, eu só quero ir embora sem dever nada pra ninguém. Não posso aceitar uma comida sua, não tenho como te pagar.Eu:Tranquilo, de boa. Não tem problema. Vem aqui, do lado tem um posto. Te pago um café e um tira-gosto.EleTem certeza? Olha, não precisa ter pena de mim, não sou um qualquer.Eu:Não queria te ofender, me desculpa, mano. Pensei que ia te fazer bem ter comida no estômago antes de dormir. Imagino que faz horas que você não come, só quero te dar uma força.EleBeleza, valeu, negão. Agradeço de coração.
Claro que já não ia mais pra aula, também não tava com muita vontade, e a real é que isso podia ficar interessante. Primeiro porque ele não era um zé-ninguém qualquer, parecia um maluco gente boa que tava passando por uns perrengues. Segundo, todo mundo sabe que quando a gente tá numa posição de "poder", dá pra fazer eles pagarem do jeito que a gente quer, e eu não tava nem aí pra grana (ou pra manter minha dignidade). Terceiro, a situação tava me dando um tesão do caralho, digno de pornô, onde dois doidos se encontram na rua e acabam se pegando... Será que ia rolar?
Eu:Qual é o teu nome, mano?OFernando, é você?Eu:Gonzalo, prazer! Então você ficou na rua? O que aconteceu com você? Você parece ser alguém de bem, sem ofender, mas se te vejo na rua, não imaginaria que não tem onde morar.Ele:A vida é complicada, mano. Tomara que isso nunca aconteça com você. Minha mina me chutou pra fora, levou os moleques e foi embora com outro cara. Me expulsou de casa, e minha família é toda de fora. Não tenho grana nem pra ir até Salto, então tô juntando pra ver se compro a passagem e vazo dessa merda. Mas a pouca grana que consigo, uso pra comer. É foda ficar na rua o dia inteiro. O pessoal percebe e você vira um fantasma. Ninguém fala com você, te ignoram, te evitam como se você fosse roubar eles. Não entendem que tô com fome e não tenho pra onde ir, saca?
Esse jeito de andar, de se vestir, de falar... Era um cara que tinha malícia de rua. E isso me atraía e alimentava minha tara.Eu:Que merda, mano. Que tal se, em vez de ir pra estação, eu te chamar lá pra casa, assim você come alguma coisa mais de boa e pode se refrescar? Talvez eu tenha umas roupas que não uso mais.Ele:Tá afim de deixar qualquer um entrar na sua casa? Eu não vou te roubar nem nada, mas você sempre é tão confiante assim? Cê tá muito na mão, mano.Eu:A gente percebe as pessoas, e você não parece ser um cara ruim. Olha, se te incomodar, tá tudo bem, não quero te deixar mal nem nada disso.Ele:Naa, tranquilo mano, tu é a primeira pessoa que me dá bola em muito tempo, verdade que te agradeço pra caralho. Chegamos em casa. Eu sabia que não tinha ninguém porque naquela hora todo mundo trabalha, e tinha umas horinhas pra ele comer, tomar um banho e ficar um tempo antes de ir embora, embora também não fosse a ideia...Eu:Fica à vontade. O que você quer que eu te faça? Um café com porra tá bom?OPaaaah, sim, a verdade é que não me faria mal.Eu:Quer um reforço bem caprichado? Vou meter no forno pra você comer bem quentinho. Passa no banheiro se quiser, toma um banho sossegado enquanto preparo isso. Já te levo roupa e ponho essa pra lavar e secar, em mais ou menos uma hora tá pronta.Ele:Por que você tá fazendo isso? Ninguém é tão bom do nada assim...Eu:Já te falei, você me parece um maluco gente boa, não merece estar onde está e sinto que se puder te dar uma mão, faço de boa. Só isso. (Detalhe que nem conhecia ele, mas tava me fazendo de bonzinho hahaha).EleValeu, maluco!
E aí ele vem e meio que me dá um abraço fraternal. Senti que foi sincero, até gostei. Dava pra ver que ele tava com vergonha, mas a gente tava sozinho, e eu queria que a gente ficasse mais à vontade.Eu:Nada a agradecer, finge que somos amigos e que você veio passar o tempo. Vem por aqui, vai no banheiro do meu quarto e toma um banho sossegado. Me dá a roupa se quiser que eu coloco pra lavar rapidinho. Tamo sozinhos, então tira tudo tranquilo que ninguém te vê, e eu não vou me assustar com nada, haha. Enquanto isso, vou ver se tem alguma coisa minha que sirva em você.
O cara não hesitou em se pelar de uma vez, e eu também não fiz muito esforço pra desviar o olhar. Já viram aqueles caras super héteros, que não raspam um único pelo do corpo, com aquele físico típico de quem sempre trabalhou pesado, sempre no sol, e nunca teve tempo pra si mesmo? Então, ele era assim: um corpo magro, esbelto, cheio de pelo pra todo lado, normal na real, mas mais marcado na barriga e na virilha. Puta merda! Era um espetáculo ver ele se despindo, mostrando a figura. Nunca mais esqueço quando ele tirou a cueca: o pau saiu dormindo junto com os ovos. Um pau de tamanho normal, com muito pelo cobrindo a base e a cabecinha toda enrolada no prepúcio, uns ovos grandes, que me deram a impressão de que ele não tinha gozado há um bom tempo.
Enquanto isso, o maluco nem tava ligando que eu tava de olho em tudo, e eu com o pau duro, tentando disfarçar, porque, vamos ser sinceros, um cara desses te vê de viado e te quebra na porrada (e olha que eu não sou viado, mas esse tesão é mais forte que eu).
Quando ele termina, me entrega a roupa, e eu, enquanto pegava, dei uma olhada no pau dele, sem muita discrição, porque queria sentir a situação e ver se ele falava alguma coisa. A primeira coisa que ele fez foi se esconder com a mão.
Eu:Tranquilo, parceiro, estamos entre homens, não tem problema.Ele:Bom, mas é estranho, sei lá, nunca tirei a pica na frente de outro cara.Eu:Bom, sempre tem uma primeira vez. Eu tô acostumado com os vestiários quando vou com os caras jogar uma pelada, lá quem tem vergonha a gente enche de porrada por ser viadinho.Ele:Haha, beleza, então aqui tá pra tu ver que não sou viado.
O CARA PEGOU A PIROCA INTEIRA E OS OVO E SACUDIU COM O GESTO TÍPICO DE MACHO, TIPO "ESSSA!". Aí eu perdi as cores. O que eu não daria pra ter controle daquelas mãos. Se ao menos eu pudesse dar uma insinuada sem que o cara se alterasse...
Deixo ele tomar banho tranquilo enquanto vou preparar a comida. Sabia que ele ia demorar, com certeza era a primeira vez que tomava banho em dias, se não semanas, e além da putaria, não podia privar ele desse luxo que ele tava curtindo como a pessoa mais sortuda do mundo. Embora admita que a cada coisa que ele falava, e cada minuto que passava, meu tesão crescia mais e mais, e a cabeça viajava. Bom, as cabeças.
Depois de uns 10 minutos, chego perto do banheiro (que fica dentro do meu quarto, então não tem porta e dá pra ver tudo)...Eu:Ei, a comida tá pronta. O que não consegui arrumar foi roupa do teu tamanho porque sou menor, mas dá uma olhada nesse short... Talvez fique meio apertado em você, mas é só por um tempo até secar as tuas coisas.Ele - saindo do chuveiro, se secando, e me deixando babar naquele desfile de masculinidade que eu não ia achar com qualquer magrelo da esquina:Além disso... Uuuhhh isso é meio pequeno, acho que não vai caber em mim.Eu - depois de ver ele vestindo o short, que eu poderia ter oferecido de propósito sabendo que não ia caber nele:Bom, se não te incomoda, a gente fica aqui no quarto mesmo. Deixa a toalha vestida que eu ligo o ar pra esquentar o ambiente e trago a comida pra cá. Deita na cama de boa que já volto, e liga a TV se quiser.
Quando volto pro quarto, ele tava sentado na cabeceira da cama, com as pernas esticadas e cruzadas, segurando o controle procurando algo pra ver enquanto passava a mão por baixo da toalha, se coçando nas bolas, claramente. Como é que eu ia fazer pra me controlar sem perder a decência?Eu:Quer que eu te dê uma força e fique pelado também pra tu não se sentir tão mal? KkkEle:Bom, se não te importa... A verdade é que me dá vergonha ficar meio pelada na sua casa e você aí me olhando, heheEu - me levantando da cama:Haha, beleza, olha, eu também não tenho vergonha (e pego no pacote todo imitando o que ele tinha feito minutos atrás).Ele:HahaEu:HahaEle:...Eu:...
Nisso eu sento do lado dele na cama, me fazendo de interessado na vida dele, e pedi pra ele me contar sobre si mesmo. A gente bateu um papo sério por um tempo enquanto ele comia, até que ele me deu a deixa pra perguntar coisas mais pessoais, já que a gente tinha criado um vínculo, que ficava ainda mais forte por causa da situação em que a gente tava...Eu:Ei, e o refúgio é só pra homem, né? Não deixam você ter uma namorada lá?Ele:Somos todos homens lá sim, as mulheres têm uma de mulher.Eu:Então não pode receber visitas íntimas? KkkkEle:Haha e não, pra isso tu tem que se virar por fora, tá cheio de milico e se te pegarem em algo suspeito te mandam embora. Uns arriscam, eu prefiro ficar na boa e não perder meu lugar.Eu:Então, quanto tempo faz que você não come ninguém? Desculpa perguntar assim, mas sendo o punheteiro que sou, não conseguiria passar mais de três dias sem aliviar a tensão hahaEle:Haha, verdade mesmo, mas nesses momentos a cabeça tá em outra, minha maior preocupação é se vou comer ou vou morrer de frio, o resto não importa muito... Mas te falar, coloca uma gorda toda feia na minha frente e com a vontade que eu tô, cê sabe como eu meto marcha, né? KkkkEu:Hahaha e sim, e que ninguém ali descuide não, porque capaz que até leva uma peia também, né? HahaEle:Aaahhh sim, se a fome é grande... KkkkEu:Haha
Nisso, a piroca ficou a mil, e dava pra ver por cima da roupa que eu tava usando. E ele viu.EleVocê me trouxe aqui porque quer que eu dê a buceta?Eu:Quêeee? Kkkkk não não, nada a ver! Só te trouxe na moral mesmo.Ele:Porque olha só, até que tá tudo bem, mas não tô nessa não, não sou viado.Eu:Não não, tranquilo mano, não te trouxe pra isso. No caso, seria o contrário kkkkEleComo assim, ao contrário?Eu:Claro, no pior dos casos eu deixava ela me comer KkkkkEleSério? Você quer chupar minha pica?Eu:Haha, e você se deixaria?Ele:Você quer pau?Eu:Você topa?
E o que vem depois fica pra próxima, assim vejo o que vocês acham dessa seção kkkkkk
Prometo postar a parte 2 se fizer sucesso, então vou ficar de olho nos comentários de vocês. Enquanto isso, queria que me dissessem se querem tanto detalhe assim ou preferem que eu vá mais direto ao ponto pra não ficar chato.
Aguardo as opiniões de vocês!
Abração, poringa boys!!
4 comentários - Fernando da Rua - Parte I
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