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Minha prima se veste de noiva - Capítulo 2
Os dois ou três minutos que ele demorou pra abrir a porta eu aproveitei como se fossem horas. Levantei, cobri minha prima, vesti a calça e deitei no sofá que já tava preparado com um lençol por baixo e até outro pra me cobrir. Fechei os olhos e fingi que tava dormindo.
Passaram vários minutos mais. Tantos que quase dormi de verdade. Ainda dava pra ouvir o som de uma chave entrando, saindo e entrando de novo.
Mais minutos passaram e a paciência acabou. Levantei, vesti a camiseta e fui abrir eu mesmo.
— Valeu, cara, cê nos salvou.
Fabian não tava sozinho. Chegava desmaiado com os braços no pescoço de dois amigos que não tinham conseguido abrir a porta, mesmo tendo tentado um tempão fazendo malabarismo com o quase cadáver do amigo e a ignorância de qual das chaves era a certa.
— Putz, cê perdeu uma festa da porra — falou o mais gordinho. Um sem noção.
“É, tô vendo. O otário do teu amigo devia ter me convidado”, pensei. Mas só falei as duas primeiras palavras. “Quase estrago o presente de casamento.”
Ajudei eles a levar meu futuro primo político até o quarto. Ajeitamos ele vestido do jeito que tava do lado da Julia e me segurei pra não dar um tapa na cabeça do outro amigo que ficou encarando a figura da minha prima debaixo dos lençóis. Dois sem noção.
Fui no banheiro, soltei o mijão mais grosso da minha vida, lavei o rosto e, como já tava de dia, me preparei pra voltar pro meu apê. Quando saí, os dois caras já tinham ido embora. Não liguei que foram sem se despedir. Fodeu foi que, quando foram, levaram a chave do Fabian. Dá pra ser tão, mas tão burro, mano? Me deixaram trancado. A porta fechava de qualquer jeito com a chave. Se eu levasse as chaves da Julia, deixava eles trancados e teria que voltar pra resgatar depois. Não dava.
Resignado, voltei pro quarto. Minha prima tinha se descoberto de novo, dava pra ver a bunda empinada, mas Não quis nem olhar. Me joguei no sofá e, apesar do que a July tinha me dito algumas horas atrás, me enfiei nele dobrado. Ajeitei a cabeça num apoio de braço e percebi que meu olhar batia direto na bunda da minha prima. Nem pensei duas vezes: levantei e coloquei a cabeça no outro apoio de braço. Aquela loucura tinha que acabar ali mesmo. Preferia ficar de olho nos pés sujos do Fabián. Por mais estranho que pareça, ia ser mais fácil pegar no sono assim.
Porra nenhuma. Não conseguia fechar os olhos nem por dois segundos. Tava ultra acordado. Fechava os olhos e eles incomodavam. Abria e lá estavam de novo aqueles pés sujos quase em primeiro plano. Pensei que talvez tudo aquilo fosse um sinal do destino pra eu nunca mais agir como naquela noite. Virei de barriga pra cima e foi pior: desse jeito não cabia. Preferi arriscar perder a vista do que a coluna. Voltei a ficar de lado.
Deve ter passado meia hora até a Julia se mexer. "Finalmente", pensei. Ela sentou na cama e, depois de uns segundos, ficou de pé, olhando pra parede, de costas pra mim. Era minha chance de ir embora e eu tava juntando forças pra levantar também, mas me segurei quando minha prima, com uma mão, tocou a própria raba e olhou pra mão. Com certeza tinha notado que tava meio pegajoso.
"É o líquido pré-seminal que saiu da minha pica quando eu tava com ela encostada na sua calcinha."
Não sei se por medo ou por burrice, mas, em vez de pedir pra ela me abrir, decidi fingir que tava dormindo. Talvez também porque queria ver a bunda dela mais um pouco.
Quando cansou de passar a mão na própria bunda pra olhar pra mão, foi pro banheiro. Na minha cabeça começou a rondar a pergunta se ela estaria se tocando, mas isso me saiu da cabeça na hora quando ela saiu pouco depois.
Parada e de costas pra mim de novo, agora olhando pro guarda-roupa, do lado da cama onde dormia o futuro marido dela, pude ver como ela abriu uma gaveta, tirou outra calcinha e, ali mesmo, tirou a branca e trocou por essa limpa, que era rosa com bolinhas amarelas. Pra poder ver bem. Tive que esticar o pescoço o máximo que dava, mas não consegui evitar. Mesmo a camiseta me impedindo de ver a bunda dela pelada, só o ato já tinha me deixado louco. De novo ela tinha feito minha pica ficar dura que nem um ferro. A tortura parecia ter voltado.
Ela jogou a calcinha fio dental branca no chão e, como um ato de piedade, pegou um pijama e vestiu. Ainda dava pra ver a marca da bunda dela no tecido, mesmo não sendo justo, era um pijama folgado, daqueles parecidos com uma calça hippie que nunca soube de que pano são feitos. Mesmo vestida, eu continuava vendo ela como uma puta.
Naquela altura do dia, pensei que o show tinha acabado. Que ela ia dormir, que na hora eu também ia capotar e lá pelas quatro da tarde ela viria me acordar com chimarrão. Mas nunca tive criatividade suficiente pra planejar um show. Tava totalmente enganado. O show só tava começando.
Julia se ajoelhou no chão, desabotoou o cinto da calça do Fabián, abriu os botões e puxou a pica dele. Com uma mão, batia uma punheta pra ele, enquanto com a outra tocava o rosto dele e sussurrava o nome como se quisesse acordá-lo. O cara nem reagia, continuava respirando de um jeito que até me dava raiva.
Ela nunca foi de desistir fácil, foi além e, sem pensar duas vezes, colocou a pica na boca.
Eu agradeci aos céus por ter trocado de apoio de braço: se minha atenção passasse da barreira daqueles pés sujos, encontrava uma imagem sublime: minha prima ajoelhada, de olhos fechados, chupando uma pica como toda uma profissional.
Ela abria a boca, engolia inteira, dava lambidas curtas, beijava, lubrificava deixando cair saliva e de novo engolia inteira enquanto com a mão tentava bater uma punheta. Uma vez atrás da outra. E acredita que o cara não endurecia? Não tô falando pra ele acordar, mas pelo menos uma reação fisiológica ou algo assim…
Ela tava visivelmente excitada. Comecei a pensar se ela tinha Excitado pela minha mão ou era simplesmente verdade o que as amigas dela tinham dito sobre ela e o amor dela por sexo oral.
Curti aquele espetáculo como pude. Percebi tanta doçura, tanta inocência, tanto carinho da minha prima pela pica que senti de novo que ia gozar, dessa vez sem nem me tocar.
De novo fiquei em transe. Aquele lugar onde o desejo e a perversão me levavam. "Daria a vida sem hesitar pra ser o dono da próxima pica que minha prima tiver na boca."
De novo sentir a dor física na pica por querer sair da minha calça.
De novo a dor moral de saber que tudo aquilo era errado.
De novo a dor psicológica de saber que provavelmente nunca vou entrar no corpo dela nem provar o suco da buceta dela. De saber que ela nunca provaria, provavelmente, o gosto do meu esperma.
Era muita dor. E muito mais quando a gente se dá conta disso. "Esse deve ser o fim do show", pensei agora. "Essa seria a cena perfeita pra começar a fechar as cortinas: Minha prima chupando com carinho o futuro marido dela."
Era muita dor, é verdade, mas ficou em segundo plano quando a Júlia, ainda com a pica na boca, abriu os olhos e encontrou os meus olhando fixamente pra ela.
Definitivamente nunca vou ter a criatividade necessária pra organizar um show. Por sorte...Continua...

Próximo Capítulo:
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11 comentários - Minha prima vestida de noiva - Capítulo 2
Imposible no querer leer más 👍