Mi prima se viste de novia - Capítulo 1

Mi prima se viste de novia - Capítulo 1Fala aí, pessoal! Poringa boys e poringa girls. Esse é meu primeiro post aqui na comunidade e vou aproveitar pra me apresentar.

Faz um tempão que eu escrevo contos, mas essa é minha primeira experiência nessa página. Por causa de uns problemas que tive com direitos autorais, abandonei minhas contas antigas e resolvi criar uma nova aqui. Usuário novo, vida nova.Todo meu conteúdo é autêntico e original.Espero que minha primeira história seja uma boa contribuição.Deixo aqui o primeiro capítulo pra vocês hoje e, se curtirem, tô planejando soltar um capítulo por semana.Sei que parece apressado, mas já vou avisando: eu coleciono fotos dedicadas ao meu usuário, então todas são bem-vindas. Sempre leio os comentários e levo em conta todas as sugestões.

Se tem algo que vocês gostaram, ou algo que não curtiram: não hesitem em me avisar.

Sem mais delongas, apresento a vocês o primeiro capítulo de "Minha prima se veste de noiva".

Espero que seja do agrado de vocês.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


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Minha prima se veste de noiva - Capítulo 1A verdade é que hesitei muito em contar ou não essa história. Mesmo aqui sentado e já decidido a fazer isso, não consigo evitar sentir um pouco de nervoso. Lendo histórias sobre esse tema, consegui encontrar alívio, por assim dizer, de que não sou o único que sente esse tipo de desejo proibido e tarado. Sinto também que a culpa por ter tornado isso realidade tem dificuldade em vencer a excitação de lembrar o que vivi.

Meu nome é Rodrigo. Não sou escritor e nunca pensei em ser um, então é provável que essa redação não seja perfeita. Mas uma coisa é certa: vou tentar ser o mais caprichoso, detalhado e honesto com todas as forças possíveis. Porque é o que todos merecem. Vocês, a história, minha prima Júlia e acho que eu também.

Vou começar contando que, se tivesse que escolher um início para esse relato, seria, mesmo com algumas dúvidas, aquela noite no bairro de Caballito, na Cidade de Buenos Aires. Era meados de novembro de 2016, quando, depois de caminhar sob uma chuva torrencial, toquei a campainha do apartamento da minha prima Júlia, a quem xinguei em silêncio por demorar a me abrir.

— Primo! — Gritou ela, completamente bêbada, de trás da amiga que tinha me atendido e a quem empurrou para me abraçar com força — Que sorte você ter vindo!

Era a despedida de solteira dela, e ali estava eu: o único homem entre quase 20 mulheres. Qualquer um poderia dizer que eu era um sortudo, mas não, nem perto, estava completamente desconfortável. "Mas pela minha prima, o que for", pensava.

A questão é que o namorado e futuro marido dela, Fabián, não tinha me convidado para a dele. Júlia ficou puta da vida, e para evitar que brigassem ainda mais, eu disse que preferia ir na dela. Não queria que nada estragasse nem um segundo daquele momento da vida dela, que eu sabia muito bem que ela desejava com toda a força. "O que for", repetia para mim mesmo.

Minha prima era minha melhor amiga, quase uma alma gêmea. Eu era a dela. Não tinha dúvidas disso. Desde pequenos, sempre fomos muito unidos. Por sermos dois... mais velho que ela, eu me sentia todo um referencial, quase um adulto diante do olhar infantil dela. Sem irmãos no meio, a gente vivia todas as travessuras juntos, qualquer jogo ou aventura sempre tinha duas coisas garantidas com ela: a diversão e a cumplicidade de nunca dedar um ao outro.

A única dificuldade era a distância. Eu morava na Capital e ela no interior, e além de algum fim de semana isolado, feriados ou férias, a gente não se via. Mas como eu disse: era só uma dificuldade, não um impedimento pra nada. Tudo isso melhorou quando, há alguns anos, ela veio estudar Psicologia aqui. Na época, eu morava sozinho, estudava Engenharia e trabalhava consertando computadores. Nunca existiu outra opção senão vir morar comigo, mesmo que fosse por um tempo, até ela se acostumar com a cidade.

Nunca, nunca, mas nunca mesmo até aquela noite chuvosa de novembro eu tinha reparado nela de outra forma que não fosse a normal entre primos. Não porque ela não me parecia bonita, nem nada do tipo. Muito pelo contrário, a atração física dela ninguém podia negar. Ah, como eu sofri quando meus amigos a conheceram! E como eles sofreram quando tentavam engatar com frases tipo “essa bunda minúscula cabe na minha mão” ou “se eu pegar esses peitos, não largo mais”! Ela nunca deu nem bola pra eles.

A verdade é que o corpo dela era perfeito. Não daquelas bombas sexuais que aparecem na TV ou nas revistas. Nada disso. Ela era uma morena de olhos claros, gata, de pernas longas que convidavam a olhar as curvas da bunda quase inevitavelmente, e uns peitos normais, mas que dependendo da roupa pareciam maiores ou menores; a pele branca o ano todo, não importava se era verão ou inverno. Tudo isso somado a um rosto de expressão inocente e angelical era o que tava levando o otário que não me convidou pra festa dele.

- Claro que vim, bobinha! – Falei, levantando ela levemente pela cintura quando ela colocou os braços em volta de mim. Pescoço — Já vi que começou a festa cedo! — Eram só 8 da noite.

Ela sorriu e me puxou pela mão pra dentro, cambaleando um pouco. Por sorte, ela morava no térreo. Eu dei um sorriso quase de pena pra amiga que tinha ficado na porta.

Depois de cumprimentar as amigas, me senti mais à vontade. Tomei umas cervejas e, aproveitando que a Julia já tava na dela, me isolei um pouco das patricinhas. O apartamento tinha uma cozinha pequena e mais dois cômodos: o quarto no fundo e a sala onde tudo rolava. A cozinha era um vai e vem constante de minas pegando bebida. Pensei em ir pro quarto, mas achei exagero. Preferi ficar num canto da sala, perto da janela que dá pra rua, com o cinzeiro, meus cigarros, uma breja, o celular e pronto. Não era tão ruim assim.

Tinham colocado uma música boa, minha prima tava feliz e ali no canto quase nem notavam minha presença. Não podia reclamar. O que eu imaginava que essa festa ia ser era muito pior do que tava rolando.

A gente tem a ideia de que despedida de solteira de patricinha é uma putaria, com uns bombados pelados esfregando a pica na cara da noiva ou alguma amiga chupando ela no meio da roda enquanto as outras, excitadas, incentivam a engolir mais fundo, mas nada a ver. Pelo menos a da Julia era música e bebida, risadas entre elas, algum presente ousado, mas só. O único homem era eu e parecia quase invisível.

Foi assim até meia-noite, quando começaram a fazer jogos. Uma loira veio me chamar pra participar, mas eu disse sorrindo que não, que tava bem assim, que elas jogassem, e sem insistir ela me deixou em paz. Fiquei olhando pra ela dois segundos enquanto ia embora. “Bunda gostosa”. Realmente não podia reclamar.

Apagaram as luzes e a música, um murmúrio baixo pelo silêncio repentino e, na escuridão, ouvi alguém gritar algo tipo: “A gente vai casar —A gostosa! —E todas aplaudiram. —Mas primeiro… primeiro… ela tem que provar que já está pronta pra viver de uma só pica! —E o salão explodiu como se o Maradona tivesse enfiado a bola no ângulo aos 49 do segundo tempo na final de 90 que a gente perdeu pra Alemanha.

“Pronto, chega pra mim” — pensei. “Já cumpri minha parte, a Júlia tá feliz, acho que vai se divertir mais e melhor sem a minha presença”. Mas nem consegui levantar. Botaram música de novo, agora tocava um rock sexy, e acenderam as luzes. No meio do salão, a Júlia tava fantasiada com um vestido de noiva puta que era de cair o cu da bunda. Salto alto, meia arrastão, cinta-liga, uma espécie de tiara com véu na cabeça, uma camisa aberta até o meio e uma minissaia que não cobria nem metade da raba. Tudo branco, menos os lábios, a calcinha e o sutiã, que eram vermelhos. Ela dançava de um jeito tão sensual que me deixou perplexo.

“Não pode ser” — pensei. “Não pode ser” — repeti.

Senti um nervoso, como se estivesse sendo possuído por uma emoção desconhecida. Entrei nos aplausos das gatinhas, tentando disfarçar algo que nem sabia direito o que era. A música acabou, a Júlia sentou sorrindo pras amigas e o som voltou ao volume normal.

Teve uns dois minutos que as minas que organizaram as brincadeiras usaram pra mexer a mesa, arrumar as cadeiras, preparar os drinks e outras coisas que teriam sido mais que suficientes pra eu ter ido embora pra casa. Mas não fui. Ainda tinha na mente a imagem da minha prima se tocando nos peitos, rebolando a bunda enquanto a calcinha fio dental vermelha se enfiava entre as nádegas. No pequeno volume que formava na buceta, com um pouco de lubrificação que não tinha certeza se tinha visto, mas continuava imaginando.

“Não pode ser”

Não era a primeira vez que a via de lingerie. A gente tinha morado junto por mais de dois anos e era quase normal se ver assim sem querer. Uma porta que abre quando não devia, uma saia ou um vestido que… às vezes ela mostra demais ao sentar, de vez em quando esquece a roupa no banho e sai semi-nua sem saber que o outro estava lá, ou até o clássico "como é que fica isso em mim?" ou "esse fica melhor que aquele?" que as gostosas fazem quando compram roupa nova e se trocam na frente da gente só pra ter uma opinião boa.

Mas dessa vez eu senti muito diferente.

Reagi depois de alguns segundos e fui pro banheiro. Molhei o rosto me sentindo meio tonto e com dor na barriga.

"Tenho que vazar, tenho que vazar", repeti mentalmente várias vezes até me convencer de que era extremamente necessário. E tava decidido a fazer isso quando saí do banheiro, mas nem cheguei a fechar a porta quando ouvi entre risadas:

- Primeira pergunta do verdadeiro ou falso – anunciou uma amiga. O primeiro jogo tinha começado. - É verdade que o Fabián só chupa sua buceta com a calcinha vestida?

Todas riram. Eu mudei meus planos.

Abri outra cerveja e voltei pro meu canto. Acendi um cigarro e curti minha doença. O jogo continuou assim por muitas perguntas mais. Eu tava conhecendo a Júlia de um jeito diferente.

De vez em quando eu repetia: "Não pode ser".

Mas era: Pela primeira vez nos meus 25 anos senti a necessidade urgente de comer minha prima.

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Quando os jogos já tinham acabado, descobri que minha prima parecia ter um fetiche por porra, que o futuro marido dela tinha sido o único foda dela, mas que ela tinha distribuído boquetes pela faculdade inteira, as amigas zoavam ela dizendo que conseguia identificar o sêmen de quase todos os colegas só pelo cheiro.

Fiquei sabendo que o Fabián tinha comido ela num rolê, num ônibus, numa praça, num provador de roupa e até num terreno baldio; mas sempre pela buceta. O cu dela era virgem. "Depois da noite de núpcias não sei se continua assim" brincou quando perguntaram se ia entregar ou não, dando a entender que sim. O lugar preferido dela pra transar era a cama e a fantasia dela era que um estranho comesse ela dormindo. Nunca tinha traído e nunca tinha ficado com uma mulher, mas às vezes ficava com tesão pensando em qual seria o gosto de chupar a buceta de outra gostosa.

Apesar de ser viciada em chupar paus, na primeira vez que mamou o Fabián não gostou porque tinha muito gosto de mijo. Mesmo assim chupou ele todinho e até fez gargarejo com a porra antes de engolir. Também fiquei sabendo que a coisa mais estranha que o namorado dela pediu foi que ela roubasse uma calcinha suada de uma amiga porque queria foder ela usando aquela calcinha. A amiga dela podia estar ali na hora, então ela decidiu não contar se fez ou não. Também confessou que tem vídeos pornô dela mamando, transando e se masturbando na internet.

Já tinha visto ela dançar igual uma puta, beijar uma mina, simular um orgasmo se tocando por cima da fio dental e enfiar uma banana inteira até a garganta. Não aguentava mais! Ser praticamente invisível era mais vantajoso do que eu imaginava.

Lá pelas 4 da manhã vários começaram a ir embora. Só tinham sobrado duas ou três gatinhas que não paravam de beber. Aquela loira que tinha vindo me chamar pra jogar ainda estava na festa e era a única que parecia ter reparado que eu tava ali. Percebi pelo jeito que ela me olhava. Eu tava solteiro, fazia mais ou menos um mês que tinha terminado com minha última namorada e, entre o tesão que essas últimas horas me deram e a rata que marcava por baixo do short, fui encarar ela.

— Que legal encontrar outro sobrevivente numa festa! — falei no ouvido dela, segurando ela pela cintura por trás.

Fiquei parecendo um idiota. Aí percebi que tinha bebido demais. Mas a mina também, porque entrou na onda. Ela encostou um pouco pra trás e apoiou a raba na pica que já tava dura há um tempão. Daí a pouco ela virou pra olhar na minha cara. Sinceramente, senti como um alívio: se eu se eu apoiasse um pouco mais, enchia a calça dele de porra.

- Você aguentou bem - brincou. - Deve ser meio foda ouvir tudo isso da sua prima.

"Foi uma tortura", pensei. Mas falei que sim, que era difícil, mas que aguentaria isso e muito mais pelo carinho que tenho pela minha priminha.

- Awww - suspirou com cara de puta mimada - Você é muito foda.

- Siiiiiiiii! Ele é muito fodão, meu primo! - Julia se meteu entre os dois, ainda vestida de noiva e com um copo cheio na mão - Sabe quem não é tão foda quanto ele? Eu. - falou apontando pra uma teta - Vaza daqui, puta!

A mina caiu na risada e foi procurar as outras garotas que ainda estavam lá.

- Tirei ela do seu pé, Rodri.

Em cinco minutos, todas já tinham ido embora. A festa tinha acabado. Comecei a arrumar um pouco o salão quando minha prima entrou no quarto dela pra se trocar. Daqui a pouco saiu correndo pra vomitar no banheiro. Entrei com ela, me abaixei e segurei o cabelo dela pra não sujar, mas cheguei tarde. Tinha trocado a fantasia por uma camiseta comprida. Lá no chão, abraçada no vaso, pude ver claramente que ela já não estava mais de sutiã e ainda usava a mesma calcinha.

- July, você tá bem? - perguntei - Vou fazer um café pra você.
- Não, não... tô bem.

Ela se levantou e, quando lavou o rosto, viu pelo espelho como tinha se sujado de vômito.

- Que burra que eu sou! Olha como me sujei! - reclamou mais um pouco. Tentou se lavar na pia, mas não adiantou nada. - Vou ter que tomar um banho. Vai me fazer bem mesmo - disse finalmente resignada.

Ela se apoiou no meu peito, fez biquinho e eu abracei ela, como sempre fazia quando acontecia algo que ela não gostava.

- É. Vai te fazer bem, bobinha. Você bebeu demais.

Ficamos um tempinho em silêncio, acariciei o rosto dela e pedi se, antes de tomar banho, ela podia abrir a porta pra mim. Que já era tarde e eu tava um pouco cansado.

- Você tá louco? Não me deixa sozinha, fica pra dormir aqui. Vai saber a que horas ela chega. Fabián da despedida dela!

Não consegui recusar. Nunca consegui recusar os pedidos da Júlia e não ia começar a fazer isso naquela noite. Falei que tava tudo bem, que ia ficar. Mesmo não chovendo mais, a ideia de sair na rua e esperar uma hora pelo ônibus também não me agradava. Ela entrou no chuveiro e eu fui pro quarto, peguei um jogo de lençóis e coloquei no sofá que geralmente ficava na sala, mas que com a festa tinha ido parar no pé da cama. A Júlia saiu do chuveiro e, ao me ver, começou a rir.

- Não vai dormir aí, você não cabe nem dobrado. Não seja idiota. – ela falou da porta e foi pra geladeira ver o que tinha pra beber. – A cama é grande – gritou da cozinha.

Eu tava num transe. Entre o álcool, o que tinha visto e ouvido, somado ao cansaço e ao estresse que todas aquelas sensações novas me causavam, tava difícil pensar com clareza. Fui também buscar algo pra beber, mas em vez disso acendi um cigarro. Já minha prima continuava bebendo vodka como se a festa fosse começar. Ela tinha colocado outra camiseta, não tão comprida quanto a anterior, também não tava de sutiã e dava pra ver uma calcinha fio dental branca transparecendo. Não conseguia me concentrar em mais nada.

Devemos ter ficado meia hora conversando sobre como a gente tinha se divertido e coisas assim, quando ela passou mal de novo. Saiu correndo pro banheiro e vomitou outra vez, mas agora ficou quase inconsciente abraçada no vaso.

- Já foi, July – falei enquanto ajudava ela a se levantar – Vou te levar pra cama.

Devagar, deitei ela e cobri. Tava prestes a me jogar no sofá quando minha prima se levantou bruscamente.

- Vem cá, Ro! – disse quase chorando – Vem dormir comigo. – completou ao apoiar a cabeça no travesseiro de novo.

Tirei a camiseta, abri os lençóis e me acomodei do lado dela. De barriga pra cima e com a calça vestida. A Júlia virou pro meu lado, tocou meu rosto e colocou a mão no meu peito. Minha cabeça tava a mil por hora. Realmente Eu estava vivendo um tormento. Psicológico, moral e, acima de tudo, físico.

Ficava me perguntando se minha prima sentia o mesmo. Se tinha sido parte de um plano me excitar daquele jeito. Me pedir pra dormir com ela. Tocar meu peito.

"Minha fantasia é ser comida dormindo, que um estranho, sem permissão, meta a mão em mim e se aproveite."

Não podia ser simplesmente uma coincidência. Ou será que podia?

Sabia que dormir assim seria impossível. Tentei uma e outra vez tirar todos aqueles pensamentos perversos que vinham à minha mente, mas falhei em cada tentativa. Era uma luta desgastante entre o bem e o mal que eu não parava de perder.

Em poucos minutos, Julia se virou, me dando as costas, e quase murmurando me pediu pra abraçá-la.

— Me abraça, Rodro! — insistiu — Tô me sentindo mal.

Foi nesse momento que mandei tudo pro caralho. Tirei a calça e fiquei só de cueca. Junto com a calça, parecia ter me livrado também de todo sentimento de culpa. O mal tinha vencido.

Assim que a abracei por trás, minha prima pegou minha mão e levou até o rosto dela, ao mesmo tempo que se encostou mais no meu corpo, deixando minha pica completamente apoiada na bunda dela. Só a camiseta dela, minha cueca e a calcinha branca dela me separavam de estar dentro dela. Não lembrava de uma situação em que tivesse me sentido tão excitado. Pensei em virá-la, beijá-la com força e comê-la ali mesmo, mas queria aproveitar aquela sensação gostosa de sentir a bunda dela na minha pica, que estava prestes a explodir.

Ela ficou imóvel, e eu comecei a apertar mais. Decidi que tinha roupa demais entre nós e tirei a mão que estava na bochecha dela, segurando-a suavemente pela cintura. No caminho, tive o prazer de apalpar um pouco os peitos dela, e um arrepio percorreu meu corpo. Julia continuava quieta, respirando normalmente como se estivesse profundamente dormindo, mas isso não me parou. Descobri ela completamente, e ela também não reagiu.

"Que me comam dormida", pensei.

Com a mão que estava na cintura já dava pra sentir o elástico da calcinha dela. Usei pra ir subindo a camiseta dela devagar e finalmente consegui descobrir a bunda dela em todo o esplendor. A centímetros do meu pau.

Não podia acreditar: a bunda da minha prima, empinada, a centímetros do meu pau e à minha mercê!
Era um sonho que se tornava realidade assim que surgiu.

"Que me toquem sem permissão e se aproveitem" também era agora minha maior fantasia.

Apoiei a palma da mão numa das nádegas dela e com os dedos fui apalpando a calcinha. Passei de cima a baixo, uma vez atrás da outra. E em cada carícia tentava tirar a calcinha pra apalpar mais por dentro. Quando consegui abrir espaço até tocar o buraco do cu dela completamente depilado, outro arrepio tomou conta de mim. Fiquei ali uns segundos.

"Meu dedo no cu da Julia!" Deve ser assim que se sente no paraíso, pensei. Apertado, meio pegajoso e sem um único pelo: quem diria que assim descreveria o paraíso.

Imediatamente quis chegar até a buceta dela, mas pela posição em que estava era impossível. Tentei mexer ela um pouco, mas não consegui. Ficava desesperado pra saber se ela estava molhada, se teria a chance de sentir a umidade dela, juntar um pouco dos fluidos dela com os dedos pra provar, comer tudo. Sentia que se conseguisse isso, nunca mais na vida deixaria de desejar chupar a buceta dela por horas e horas. Empurrei ela um pouco mais, já sem tanta sutileza como da outra vez, mas também não consegui.

Se ela só estava bêbada, dormindo profundamente e nada disso era desejo dela, teria muitos problemas se acordasse. Mas naquela altura nem isso conseguia pensar com clareza.

Tirei a mão da bunda da minha prima e usei pra tirar a cueca e deixar meu pau livre. Ao fazer isso, senti um alívio tremendo. Tava realmente apertando muito. Sem hesitar, apoiei ele entre as nádegas dela e segurei ela pela cintura de novo. Outro arrepio. Pressentia que a qualquer momento ia gozar, mas queria aguentar mais, muito mais. Imaginar a bunda da Julia lambuzada com meu esperma não ajudava.

De novo, toquei a bunda dela. Abri as nádegas, apertei, percorri a calcinha dela. Queria fazer a Booty nela com toda a minha vontade.

"A Booty nunca fizeram em mim", lembrei, imaginando até a voz dela.

Peguei meu pau pela base e agora todo o caminho que eu tinha feito com as mãos, eu fazia com o pau. Sentir o contato da minha glande com a pele dela, a calcinha fio dental, era um êxtase indescritível, mas achei que ia morrer quando puxei a calcinha dela pro lado e encostei de vez na entrada do cu.

"Meu pau encostado no cu da minha prima!" Tava quentinho, molhado pelo meu líquido pré-seminal, quase lubrificado, quase pronto pra ser arrombado. Encostei com mais pressão, esfreguei por toda a fenda da bunda, encostei de novo. Não conseguia parar. Ao sentir tão fechado, tão apertado, me animei a pressionar ainda mais.

Ela continuava quieta. Imóvel. Ou tava gostando ou tava muito bêbada mesmo. De qualquer forma, arrombar o cu dela antes do casamento me parecia demais. Até no estado de possessão em que eu me encontrava.

A bunda tava descartada. Usei a palavra: buceta inacessível. Ou eu batia uma punheta e deixava um puta leitão na calcinha dela, ou me levantava, ia pro outro lado da cama e enfiava na boca dela. Decidi pensar um pouco enquanto continuava acariciando e encharcando as nádegas e a calcinha fio dental com os fluidos que saíam devagar do meu pau. Finalmente, optei pelo leitão: continuar aguentando era praticamente insalubre e, se ela tivesse dormindo, podia acordar se engasgasse com meu esperma na garganta.

De novo, puxei a calcinha dela pro lado e encostei a ponta do meu pau no cu virgem da minha prima, fiz pressão, mais pressão, mais quentinho ficava quanto mais eu apertava. Percorri a fenda mais uma vez e comecei a me masturbar apontando pro centro da bunda.

Com uma mão, eu batia punheta e com a outra, eu apalpava ela. De vez em quando, voltava a encostar a cabeça da pica no cu dela, molhava ele, passava a ponta e continuava batendo uma. Já não aguentava mais.

“Gozar no cu”, pensava. “Gozar no cu da minha priminha”

E quando eu tava quase gozando, um barulho forte me interrompeu e me deixou completamente paralisado.
Alguém tava abrindo a porta do apartamento. Fabián tinha voltado da festa dele.

Toda a excitação foi embora na hora quando percebi que nunca ia conseguir explicar por que eu tava pelado, com a pica pressionando o buraco do cu da futura esposa dele, que dormia com a calcinha puxada pro lado e a bunda toda melada pelos líquidos que saíam do pau do primo dela.
Continua...
  




Mi prima se viste de novia - Capítulo 1


Capítulo 2:

http://www.poringa.net/posts/relatos/3365416/Mi-prima-se-viste-de-novia---Capitulo-2.html


borracha

tangas


MUITO OBRIGADO POR LER, COMENTAR E AVALIAR MEU TRABALHO.

TENHAM TODOS UM EXCELENTE FIM DE SEMANA

ATÉ A PRÓXIMA!



vagabundas

8 comentários - Mi prima se viste de novia - Capítulo 1

Me lo lei todo en tres dias. Releyendo hasta la proxima entrega. Bravoo
Excelente relato.
Ideal para quien busca una buena lectura erótica con mucho morbo y una trama entretenida y realista 👏👏👏

Te dejo 10 puntos, lo guardo en favoritos y sigo leyendo el resto 😉
Descubro este tesoro literario y lujurioso. Una maravilla.
Un año despues descubro esta joyita. Amo los relatos eroticos, y muchisimo más si están tán bien narrados ( con todas las comas y los acentos digo jajaja) como éste. Muchas gracias por tu aporte. Estoy seguro que la senda de tu letra no va a tener tantas curvas en su transitar. Saludos.
Ufffff tremendo relato man. Excelente como escribis y los climas que creas. Más 10 de una