Paola... cada vez mais puta... trans

Depois de dormir algumas horas, acordei e meu cara ainda estava dirigindo pela estrada. A cabine do caminhão era enorme, tinha até um banheirinho com água quente, um frigobar e um fogareiro, entre outras coisas. Então me arrumei um pouco para ficar bonita (ou puta) e preparei uns mates para ele. Cheguei perto, dei um beijinho primeiro e depois os mates. Já estávamos passando por Entre Rios, na rodovia 14. Depois de vários mates, peguei no pau dele e dei um beijo na boca. Com cuidado, tomava mate com uma mão enquanto com a outra masturbava ele devagar. Adoro ver aquele pau, é grosso, duro, com umas veias enormes. Tomei um último mate e, com a boca bem quente pela temperatura da água, comecei a chupar. Ele pirou, gemeu e não demorou para me dar uma boa gozada que engoli com gosto e continuei chupando, massageando a cabeça do pau com minha garganta. Sentia os espasmos dele, ele pedia para parar, soltei um pouco, lambi mais um pouco e começamos a conversar sobre como estávamos nos divertindo. Ele me disse que alguns quilômetros adiante um amigo ia subir... perguntou se eu me importava... era o dono de um posto onde ele sempre para quando viaja. Disse que não me importava nada, e que mesmo preferindo estar sozinha com ele, se já tinha combinado assim, tudo bem... Já tinha passado do meio-dia, era mais ou menos duas da tarde. Descemos para comer num posto onde apareceu o amigo dele, Alberto. Me apresentou, cara bonito, mas muito babão. Me despia com os olhos e não perdia chance de encostar ou esfregar em mim. Já estava me sentindo meio desconfortável, mas enfim, terminamos de almoçar e Antonio foi dormir um pouco no caminhão. Pediu para eu fazer companhia ao Alberto para ele poder dormir bem, nem que fosse uma horinha. Não tive outra opção a não ser dizer que sim, mas Alberto não parava de dar em cima e me apalpar. Perguntou como eu conhecia o Antonio e contei que éramos amigos. Não sei o que ele entendeu por amigos, mas ficou mais insuportável. Disse que lá em cima tinha quartos se a gente fosse um pouquinho para uma... eu disse que não... então ele me mostrou uns reservados do lado, separados só por cortinas de franjas... e comentou que ele tem um parador igual a esse, mas que o dele é muito mais divertido e trabalham várias garotas como eu... aí eu esclareci que já tinha trabalhado nisso, e que em parte pra sair dessa vida foi que vim com o Antonio. Ele falou: "ahhh", mas insistiu em ir pro quarto. Tava muito chato, e pra não acordar o Antonio eu disse: "Não, olha, se quiser te acompanho num reservado, mas só pra continuar conversando". Pensei que em plena luz do dia e atrás de uma cortina de franjas estaria de boa, mas obviamente a ideia dele de conversar era diferente da minha. Mal nos sentamos, ele sacou o pau e me agarrou pelo cabelo pra que eu chupasse. Pra não fazer barulho, chupei. Pra minha sorte ele gozou rápido, mas levantou meu vestido, puxou minha calcinha e me enfiou no cu de uma vez. O pau dele não era muito grande, então não doeu. Ele bombou algumas vezes e gozou de novo... guardando o pau, ele disse: "Que puta gostosa você é". Sentou e dormiu. Deixei ele sozinho e saí, mas era pior: tinha uma manada de machos tarados atrás de mim. Então voltei pro reservado e depois de uns minutos acordei ele. Já era hora de acordar o Antonio, e fomos pro caminhão. Arrancamos e houve poucas palavras no caminho. Eles iam na cabine e eu no dormitório. Deitei e dormi. Algumas horas depois estávamos no parador do Alberto... já perto de Misiones e era mais das 21h. Paramos lá e, convidados pelo Alberto, ficamos pra jantar. Dessa vez só eu e o Antonio, já que o Alberto tinha que cuidar de uns negócios dele, que aparentemente tinham mais a ver com prostituição do que com gastronomia. Era bem parecido com o anterior, os reservados laterais com cortinas de franjas, só que de noite com as luzes ficava diferente. Começaram a aparecer várias garotas, a maioria trans, como eu. Perguntei a... Antonio viu que lá em cima tinha quartos como no outro lugar. Primeiro ficou surpreso, depois me perguntou se o Alberto tinha tentado me levar pra um, e eu disse que sim... Ele soltou uma gargalhada, mas não quis falar sobre o assunto e começou a me contar que de dia os quartos são mais usados pelas garotas que trabalham lá pra dormir e descansar, e à noite ficam vazios, porque se elas querem transar acham mais excitante os reservados, e se querem privacidade fazem nas cabines dos caminhões — embora privacidade não seja um termo muito conhecido por ali, e que ele já viu orgias em cima das mesas de sinuca, então que eu não me espantasse com nada... Mas ele disse: hoje a gente vai dormir num quarto, quero tomar um bom banho e sair cedo pra amanhã chegarmos cedo em Misiones, com sorte descarrego no mesmo dia... Continuamos conversando, ouvindo música, fiquei dengosa, uns beijos e já estávamos no quarto, chupando a rola veiuda do Antonio, desejando o leite dele na minha boca e depois no meu cu... E foi assim que aconteceu... Depois peguei no sono... De manhã acordei e o Antonio não estava, pensei que estivesse lá embaixo. Tomei banho, me vesti, peguei minhas coisas e desci. Vejo o Alberto e, sendo impossível evitá-lo, fui cumprimentá-lo e perguntei pelo Antonio. Ele me disse que o Antonio tinha saído cedo, e também falou que eu tinha que pagar pelo quarto. Indignada, perguntei quanto era e ele disse: mil pesos... Procurei a carteira na minha bolsa — tinha pegado uma boa grana antes de sair, mas pra minha surpresa o Antonio tinha me roubado... Mil dólares, seis mil pesos, meus documentos e meu celular... Comecei a chorar de raiva, como pude ser tão burra... O Alberto tentou me consolar, e até estava conseguindo, até que ele lembrou que pagar eu tinha que pagar... Queria que eu desse de novo pra aquele filho da puta, mas não dei esse gosto pra ele. "Vou te pagar, filho da puta, mas não é te comendo." Ele ficou puto por ter sido rejeitado, me deu um tapa e me arrombou na frente de todos em cima de uma mesa de sinuca... Quando Acabo me disse: "Você ainda me deve o quarto." Todo mundo olhou, mas ninguém fez nada. Fui ao banheiro, chorei, me arrumei (por sorte tinha minhas roupas e minhas maquiagens), me olhei no espelho e disse: "Você chegou nessa vida como puta... vai sair dessa como puta." Sentei no balcão e esperei. Logo um cara se aproximou e deu a entender que queria me comer... Só perguntei se ele ia ficar muito tempo naquele posto, e ele respondeu que não, que já estava indo embora quando me viu. Eu disse: "Paga pro dono minha dívida de mil pesos, me leva com você e faz o que quiser comigo." Ele pagou pro Alberto e nós fomos.

Como uma boba, comecei a chorar, contei o que tinha acontecido. Ele me ouviu, tentou distrair minha cabeça falando de outras coisas, fazendo piadas, cantando... Logo eu já estava rindo de novo... Me aproximei e coloquei minha mão no pau dele. Tentei tirar pra chupar, e ele disse que não precisava. "Eu quero fazer isso," respondi, "por favor deixa." Chupei e adorei, engoli toda a porra dele e pedi pra ele me comer. Ele procurou um lugar pra parar o caminhão e na beira da estrada me deu duro pelo cu. O pau dele não era muito comprido, mas era bem grosso. Acho que desde o consolo da Vanesa que não levava tão forte na bunda.

Perguntei se ele podia me deixar em algum puteiro que conhecesse, onde nunca mais fosse cruzar com Alberto ou Antonio. Ele disse: "Olha, eu vou pro sul, são vários dias de viagem e é meio inóspito, mas lá você vai encontrar gente boa. Além disso, vou te ter por perto se quiser que eu te visite."

Passamos três dias de viagem juntos, transando toda hora. Em Puerto Santa Cruz, ele me deixou numa casa de massagem. Tinha uma madame, a maioria eram garotas, e até agora só uma travesti como eu. Agora somos duas. Vamos ver o que o sul nos reserva.

3 comentários - Paola... cada vez mais puta... trans

Hola soy de caleta olivia,santa cruz si algun dia vienes por aca me gustaria conocerte,y si kieres te pasa mi numero.
Holaa...gracias , pásame tu número por privado 💋💋
@Penedeto como hago eso.2975361787,dale amiga
Como estas amor,como te trata el sur,te gusta aca corazon.
Como estas amor como te trata el sur,espero qe te guste.