Era um adolescente quando, por acasos do destino, fui morar na casa do meu irmão mais velho. Casado com uma morena, nunca imaginei que naquela casa e com a minha cunhada seria a minha primeira vez. Nunca vi a minha cunhada com maus olhos. Ela era magra, não era muito bonita. Tinha um físico normal, era simpática, isso sim. E muito atenciosa comigo. Ela tinha acabado de ter a primeira filha, minha sobrinha, uns 4 anos. Eu era estudante e nunca tive pensamentos ruins com ela. Até porque estava na época da punheta, da bronha. Mas não tinha pensamentos sexuais para a minha cunhada.
O tempo foi passando e minha tesão aumentando. Eu precisava transar. Tava na urgência de meter o pau em alguém e comecei a reparar nela. Meu irmão saía o dia inteiro pra trabalhar. Às vezes, nos fins de semana, viajava a trabalho. Num desses roles, ficamos só nós três: minha cunhada, minha sobrinha e eu. Chegou a noite e passava um filme de ação na TV. Como no quarto dela tinha uma televisão maior, fomos assistir lá. Eu tava de short e camiseta. Era um guri novo. Sentei numa cadeira e na cama ficaram minha sobrinha com minha cunhada. O filme era interessante no começo, mas foi ficando cada vez mais chato. Lembro que comecei a cochilar de sono sentado na cadeira e acabei dormindo um pouco. Aí minha cunhada falou pra eu deitar na cama com elas. Sem pensar, fui pra cama. Ela colocou minha sobrinha numa ponta, ela no meio e eu na outra ponta. O filme acabou. Eu dormi. Não sei a que horas minha cunhada desligou a TV.
Quando acordei de madrugada, devia ser umas uma ou duas da manhã. Senti o corpo da minha cunhada do meu lado... e eu com o pau bem duro. Minha cunhada tava com um robezinho de dormir. Lembro que quando acordei, o robe cobria até as coxas dela, meio da perna. Ela dormia de barriga pra cima. Eu de lado, do lado dela. Com o pau bem duro roçando a lateral da coxa direita dela. Ela dormia. Placidamente. Meu coração tava a mil por hora. Tinha minha cunhada do meu lado. O tesão era tremendo. Eu ouvia a respiração dela bem coladinha em mim. Sentia o calor do corpo dela. Bem devagar, lentamente, comecei a levantar o roupão dela. Movia minhas mãos a conta-gotas. Era lento o movimento de levantar aquele roupão. Não ousava tocar o corpo dela com as mãos. Só me atrevia a levantar devagarinho o roupão dela. Quando consegui levantar o suficiente, na altura da calcinha dela, fiquei parado. E de repente fiz um movimento brusco, como se estivesse dormindo. Coloquei minha perna por cima das pernas dela. Deixei ali. Ela não se mexeu, tava de barriga pra cima, mas com as pernas juntas. Fiquei assim, quieto por um tempinho. Num outro movimento, com meu joelho, abri delicadamente as pernas dela e encaixei meu joelho entre as coxas dela. Aos poucos, comecei a subir meu joelho, de um jeito que comecei a roçar a bucetinha dela com meu joelho. Ela, não sei se de propósito, se mexeu e abriu mais as pernas, me dando espaço livre pra meu joelho chegar sem problemas na buceta dela. Eu tava emocionadíssimo. Comecei a esfregar devagarinho meu joelho contra a bucetinha dela. Não mexia nenhuma outra parte do corpo, só o joelho. Bem lentamente, eu esfregava meu joelho naquela buceta. Por cima da calcinha, claro. Nossas pernas tavam pele com pele, meu pau bem duro encostado nas coxas dela. A massagem do meu joelho era lenta, suave. Não queria acordar ela. Aos poucos, ela abriu mais as pernas. Já sentia a fenda da buceta dela na minha pele. Eu continuava na minha, dando uma boa massagem com meu joelho. Esfregava devagar, mas firme. Com o passar dos minutos, ela começou a se mexer. Também bem devagar. A respiração dela foi ficando mais ofegante aos poucos. Meu corpo tava agora completamente colado no dela. Ela acelerou os movimentos do quadril pra sentir mais forte o roçar do meu joelho. Já era impossível fazer devagar. Criei coragem e agarrei os peitos dela. Suavemente. Ela se agitava cada vez mais. O quadril dela já se mexia num ritmo selvagem. Não Aguentei mais e montei nela. Comecei a esfregar meu pau na buceta dela... ela abriu as pernas com gosto. Nossos sexos se chocavam, comecei a chupar os peitos dela, meio sem jeito. Ela colocou as mãos na minha bunda e começou a puxar meu short pra baixo. Tirei ele. Ela tirou a calcinha e finalmente estávamos pelados... apontei meu pau pra bucetinha dela e comecei a meter com força. Ela gemia... começou a gritar de prazer e a falar o nome do meu irmão, ASSIM FERNANDO, ASSIM, QUE GOSTOSO. QUE PAU FERNANDO, ME DÁ MAIS... eu continuei bombando. Ela gemia. E continuava gritando. E gozando. Abriu as pernas de vez... eu chupava os peitos dela... acariciava o corpo todo dela... ela dobrava os joelhos nas minhas costas... recebia o pau gostoso pra caralho... continuei bombando até gozar dentro dela. Terminamos exaustos... cansados... foi quando ela fez uma cara de susto, de surpresa. Me disse que não sabia o que tinha acontecido. Que me desculpasse, que me perdoasse, que aquilo não devia me afetar. Que ela era a culpada... eu só fiquei calado... fingi demência... fiz cara de culpado... mas que gostoso foi me vingar da minha cunhada... tudo seguiu normal por uns meses... até meu irmão viajar de novo... eu comi ela de novo... mas agora sem fazer papel de bobo... fiquei metendo o pau nela por uns meses.
O tempo foi passando e minha tesão aumentando. Eu precisava transar. Tava na urgência de meter o pau em alguém e comecei a reparar nela. Meu irmão saía o dia inteiro pra trabalhar. Às vezes, nos fins de semana, viajava a trabalho. Num desses roles, ficamos só nós três: minha cunhada, minha sobrinha e eu. Chegou a noite e passava um filme de ação na TV. Como no quarto dela tinha uma televisão maior, fomos assistir lá. Eu tava de short e camiseta. Era um guri novo. Sentei numa cadeira e na cama ficaram minha sobrinha com minha cunhada. O filme era interessante no começo, mas foi ficando cada vez mais chato. Lembro que comecei a cochilar de sono sentado na cadeira e acabei dormindo um pouco. Aí minha cunhada falou pra eu deitar na cama com elas. Sem pensar, fui pra cama. Ela colocou minha sobrinha numa ponta, ela no meio e eu na outra ponta. O filme acabou. Eu dormi. Não sei a que horas minha cunhada desligou a TV.
Quando acordei de madrugada, devia ser umas uma ou duas da manhã. Senti o corpo da minha cunhada do meu lado... e eu com o pau bem duro. Minha cunhada tava com um robezinho de dormir. Lembro que quando acordei, o robe cobria até as coxas dela, meio da perna. Ela dormia de barriga pra cima. Eu de lado, do lado dela. Com o pau bem duro roçando a lateral da coxa direita dela. Ela dormia. Placidamente. Meu coração tava a mil por hora. Tinha minha cunhada do meu lado. O tesão era tremendo. Eu ouvia a respiração dela bem coladinha em mim. Sentia o calor do corpo dela. Bem devagar, lentamente, comecei a levantar o roupão dela. Movia minhas mãos a conta-gotas. Era lento o movimento de levantar aquele roupão. Não ousava tocar o corpo dela com as mãos. Só me atrevia a levantar devagarinho o roupão dela. Quando consegui levantar o suficiente, na altura da calcinha dela, fiquei parado. E de repente fiz um movimento brusco, como se estivesse dormindo. Coloquei minha perna por cima das pernas dela. Deixei ali. Ela não se mexeu, tava de barriga pra cima, mas com as pernas juntas. Fiquei assim, quieto por um tempinho. Num outro movimento, com meu joelho, abri delicadamente as pernas dela e encaixei meu joelho entre as coxas dela. Aos poucos, comecei a subir meu joelho, de um jeito que comecei a roçar a bucetinha dela com meu joelho. Ela, não sei se de propósito, se mexeu e abriu mais as pernas, me dando espaço livre pra meu joelho chegar sem problemas na buceta dela. Eu tava emocionadíssimo. Comecei a esfregar devagarinho meu joelho contra a bucetinha dela. Não mexia nenhuma outra parte do corpo, só o joelho. Bem lentamente, eu esfregava meu joelho naquela buceta. Por cima da calcinha, claro. Nossas pernas tavam pele com pele, meu pau bem duro encostado nas coxas dela. A massagem do meu joelho era lenta, suave. Não queria acordar ela. Aos poucos, ela abriu mais as pernas. Já sentia a fenda da buceta dela na minha pele. Eu continuava na minha, dando uma boa massagem com meu joelho. Esfregava devagar, mas firme. Com o passar dos minutos, ela começou a se mexer. Também bem devagar. A respiração dela foi ficando mais ofegante aos poucos. Meu corpo tava agora completamente colado no dela. Ela acelerou os movimentos do quadril pra sentir mais forte o roçar do meu joelho. Já era impossível fazer devagar. Criei coragem e agarrei os peitos dela. Suavemente. Ela se agitava cada vez mais. O quadril dela já se mexia num ritmo selvagem. Não Aguentei mais e montei nela. Comecei a esfregar meu pau na buceta dela... ela abriu as pernas com gosto. Nossos sexos se chocavam, comecei a chupar os peitos dela, meio sem jeito. Ela colocou as mãos na minha bunda e começou a puxar meu short pra baixo. Tirei ele. Ela tirou a calcinha e finalmente estávamos pelados... apontei meu pau pra bucetinha dela e comecei a meter com força. Ela gemia... começou a gritar de prazer e a falar o nome do meu irmão, ASSIM FERNANDO, ASSIM, QUE GOSTOSO. QUE PAU FERNANDO, ME DÁ MAIS... eu continuei bombando. Ela gemia. E continuava gritando. E gozando. Abriu as pernas de vez... eu chupava os peitos dela... acariciava o corpo todo dela... ela dobrava os joelhos nas minhas costas... recebia o pau gostoso pra caralho... continuei bombando até gozar dentro dela. Terminamos exaustos... cansados... foi quando ela fez uma cara de susto, de surpresa. Me disse que não sabia o que tinha acontecido. Que me desculpasse, que me perdoasse, que aquilo não devia me afetar. Que ela era a culpada... eu só fiquei calado... fingi demência... fiz cara de culpado... mas que gostoso foi me vingar da minha cunhada... tudo seguiu normal por uns meses... até meu irmão viajar de novo... eu comi ela de novo... mas agora sem fazer papel de bobo... fiquei metendo o pau nela por uns meses.
2 comentários - Minha estreia com minha cunhada