MULHERES - Capítulo 2

3 dias se passaram e eles não tinham se visto, ele não foi no ponto do busão, ela tava sozinha, e a Yésica sempre perguntava o que teria acontecido, e falava do negão, todo santo dia, até que a Noelia encheu o saco e falou: se você sente tanta falta dele, por que não tenta dar pra ele pra ver se rola? Yésica calou a boca, ficou muda, e disse pra Noelia: eu dou pra ele sim, faço ele me arrebentar toda, até o cu eu entrego, deixo bem aberta. Aí Noelia fala: ele deve ter uns 25 centímetros de pica, não entra nem na base do empurrão. E Yésica responde: melhor, eu tenho um consolo de 30 e quando o otário do meu marido não tá, eu meto tudo até o fundo. — Você é uma puta gostosa, Yésica. Mmmm, diz Yésica: deitar e deixar ele meter a pica na sua garganta, não te deixa louca? Comigo faziam isso, e enquanto me comiam a garganta, eu gozava de tanto prazer. Noelia: entre puta e excitada, fala que não, e só escutava o que a colega dizia. Yésica ria, e Noelia pergunta: do que você tá rindo, sua virgem? Deixa de ser boba, vira mulher, tem que chupar mais pica na vida... E Noelia começa a se perguntar o que teria acontecido com o Amir. No dia seguinte, ela despacha a Yésica rápido, dizendo que tinha coisas pra fazer, e parte pra casa do Amir. Bate na porta, e sai outro negão. Ela pergunta pelo Amir, e ele convida ela pra entrar: o Amir tá trabalhando de noite, semana passada ele faltou um dia e trocaram o turno dele, já vou acordar ele. Noelia fala: não, não, deixa ele dormir, amanhã eu passo, deixa ele descansar. Beleza, fala o rapaz, e grita: tchau, gata, você é muito linda. Noelia olha ele com cuidado e responde: você também, e sai rebolando a bunda pra lá e pra cá, fantasiando com o rapaz, rindo do que tava fazendo, e de como uma mulher casada ia num lugar daquele. No dia seguinte, o rapaz magro, alto, afro também, tava no ponto do busão. Noelia cumprimenta. (Yésica não entendia nada) E Pascal puxa Noelia de lado e fala que o Amir tava... Esperando, em casa, que ele fosse, por favor, porque ela se sentia muito mal, e não queria ir ao médico. Noelia, sem pensar em nada, vai com o cara, e Yésica fica sozinha no ponto de ônibus. Quando chegam, o cara entra atrás, Noelia entra. Eles seguram ela com força pelos braços, tapam a boca dela e levam ela pro quarto. Uma vez lá, com loucura e sem consideração nenhuma, nosso amigo Amir, que estava sob efeito de alguma droga, porque ele arranca a camiseta dela, tira o sutiã dela de um puxão e com as duas mãozonas que tinha, abaixa o jeans dela, com calcinha e tudo. Noelia, de repente, estava nua, sem entender nada. Ele estava com os olhos vermelhos e muito acelerado. Sem dizer nada, sem lubrificação, sem beijos, sem nada de nada, ele se joga em cima dela, abre as pernas dela e começa a desafivelar o cinto. Ela esperneia, grita e tenta correr, mas ele chega até ela de um pulo, com a calça arriada e o pau meio pra fora. Ela se agarra com força na maçaneta da porta. Ele pega ela pelas duas pernas e, com o pau semi-duro, mete de uma vez. Ela gritava, implorando que não, e ele, sem piedade, começa a penetrar ela, mais e mais. Foi uma bagunça de 5 minutos, até que a pica tava totalmente dentro. Ela doía tudo, sentia que tavam partindo ela em 2, mas não gritava tanto, só chorava. Só sentia um pau imenso entrando na pussy dela em alta velocidade. Ela se segurou na maçaneta da porta o máximo que pôde, mas a besta empurrou até chegar no estômago dela. Ela se soltou, gritou com todas as forças, e quando soltou a maçaneta, ele levantou ela pelas duas pernas, ficando totalmente imobilizada naquele segundo. Noelia começou a sentir que um orgasmo tremendo tava chegando, que ela não queria mostrar, mas sabia que ia ser impossível. E bombando ela de pé, ela começou a gemer como uma louca, ele no ar. A besta joga ela na cama de barriga pra cima e, quando ele tava subindo de novo, ela começa a ter um orgasmo como se tivesse mijando e começa a enfiar os dedos nela mesma. usa a palavra: buceta, agitando os lábios vaginais como se nunca quisesse que gozasse aquele êxtase. Amir observa por 2 segundos e não ligava pra nada, só queria foder ela. Sobe, ela recebe como toda uma mulher, e ele diz: "Agora você vai ver, outro dia você fez o mesmo comigo, hoje vou te encher de porra." E começa a penetrar, bem fundo, quase bestial, mas ela estava entorpecida de tanta dor, só sentia as estocadas da besta, via os peitorais do seu dominador. Por ser tão pequena ao lado dele, não conseguia aproveitar mais do que um homem gigante em cima dela... Amir continuou bombando com sua tremenda rudeza, e novamente ela começa a gozar, era uma loucura, a mulher estava mijando, ela estava sufocada, atordoada, sem ar, e ele metia como se tivessem acabado de começar. Já tinha passado uma hora e ele era uma besta insaciável. Quando ele começa a gritar, ela fica louca sentindo toda a porra que ele estava despejando dentro da usa a palavra: buceta, era uma loucura de sêmen pra todo lado. E Noelia fica de cócoras na cama e começa a lamber a própria mão, se tocava na usa a palavra: buceta, enfiava os dedos, tirava porra, lambia. Ele estava de lado com a pica meio dormindo pelo grande trabalho. Noelia, como toda uma puta profissional, se joga em cima da pica do Amir, começa a chupar ela como se fosse o fim do mundo e aos poucos enfia o máximo que consegue, mas engasgava. E lembra da Yésica. Se joga na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada, e Amir entende tudo, segura a garganta dela com as duas mãos e diz: "Você é uma puta." Primeiro coloca na boca dela bem devagar, até tirar, e ela puxa ele de volta e diz: "Me fode como uma puta." Amir, excitado pelo que Noelia disse, começa a meter a pica, passava pela boca, passava pela campainha, tinha ela no meio do pescoço, e ele tirava quando ela fazia sinal. Ele diz: "Você vai me fazer gozar, puta", com carinho. Ela diz: "Me fode a boca, preto de merda." (Ela Ela tava louca, a buceta tava ardendo, a pica dele chegava a mais da metade da garganta dela, tava sendo um estupro consentido. Ele agarra ela pelo pescoço e começa a bombar a garganta dela, era algo incrível, a pica passava da metade e ele se empolgou, ficou doido, começou a meter como se fosse uma buceta gostosa, e não ligava pros sinais que ela fazia até gozar, dentro da traqueia dela. Ela tava vermelha, tinha se engasgado, nem conseguia respirar, saiu pelada pra sala procurando ar, e começou a respirar como dava. Quando se acalmou e continuou respirando, até passar o choque, ela tava pelada na sala, onde tinha três negros olhando pras tetas dela. Amir tava pelado com a pica balançando, e ela tinha a pica do Amir na mão, e um grita: "quase morre a dona, mas pica é pica", todo mundo riu, e ela soltou o pau dele, tentou andar pro quarto mas quase caiu, as pernas não obedeciam, e tava super cansada, totalmente nua olha o celular e já era hora de buscar os filhos, procura a roupa e não acha. Sã, ela fala pro Amir que iam se ver depois, que já era tarde. "Me chama um Uber", ela fala. Amir chama o Uber e oferece um moletom, já que a camiseta dela tava toda rasgada...

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