Se você não leu a primeira parte de como comecei minha aventura com a Karlita, segue o link pra ler:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3360965/La-Practicante-pt-1.html
Depois do meu primeiro encontro com a Karla, nossa interação no trabalho continuou normal, mas quando ela passava perto de mim, sempre esfregava a bunda em mim. Começou a usar saia cada vez mais e se certificava de que eu tivesse a melhor vista das pernas e da raba dela quando estava na frente dela. Eu continuava enchendo o saco dela normalmente quando tinha gente por perto, mas quando ficávamos sozinhos, sempre enfiava minha mão por baixo da saia dela, por trás, agarrando a bunda dela e tentando enfiar um dedo o mais longe possível, alcançando o cuzinho dela. Mais de uma vez quase nos metemos em encrenca porque quase fomos pegos assim. Então, um dia em que almoçamos sozinhos, falei pra ela que a gente precisava parar com aquilo no trabalho, que era melhor esperar nosso dia de folga pra aproveitar de verdade, sem restrições de tempo.
A situação com o namorado dela continuava a mesma, e ela me disse que depois daquele dia, como ainda estava com tesão, deu pro namorado umas duas vezes, mas o cara nem conseguiu fazer ela gozar. Ela teve que terminar sozinha, mas o que ela mais queria era sentir o que sentiu naquela vez. Ela tinha adorado ser penetrada pelo cu e queria fazer aquilo logo. Nosso próximo descanso juntos era daqui a alguns dias, então eu disse que não queria que o namorado tocasse nela até a gente se ver, e que se ela se masturbasse, não enfiasse nada no cu. Queria ele bem apertado pra aproveitar mais aquele cu que mal tinha sido desvirginado pela minha língua, meus dedos e meu pau.
Fui numa sex shop pra comprar um plug anal, já que de brinquedos eu não tinha nada pra esse fim, e achei um bem bonitinho da Booty de slutty. Ia usar só pra brincadeira prévia e pra ela sentir algo no cu enquanto eu comia a buceta suculenta dela. Já tinha um vibrador antes que dava pra usar enquanto arrebentava o rabo dela, pra ela sentir uma dupla penetração.
O dia do nosso descanso chegou e, quando estávamos a caminho do apê, ela me mostrou que também tinha feito compras pra ocasião: uma calcinha fio-dental azul turquesa muito linda, com renda em cima, e um baby doll combinando, de tecido fininho, quase transparente. Já de cara a gente tava se pegando, e ela me deixou de pau duro. Enfiando a mão por baixo da saia dela, percebi que ela já tava toda molhada também. Tirei os dedos pra provar o suquinho dela, e isso fez ela ficar ainda mais excitada.
Finalmente chegamos no apê e, como da primeira vez, eu falei: primeiro no chuveiro, depois na cama. Lembrei ela do banho e, quando ela ia entrar, me pegou pela mão.
- Quer ver? - Me surpreendeu muito ela me querer ali, na real eu não sou desse negócio de scat, nem de golden shower, eu gosto de tudo limpo, gosto de meter a língua no cu dela até onde der sem me preocupar com surpresas, por isso o banho antes, mas a putaria de ver ela cagando e o olhar perverso dela me fizeram aceitar.
Me agachei de cócoras na frente dela no vaso enquanto ela cagava e a gente caiu na risada quando soltou o primeiro barro, percebemos o absurdo da situação mas sabíamos também o que nos esperava, ela se limpou primeiro mas aproveitando o chuveirinho terminei de limpar ela bem eu lavando a bunda dela dessa vez enfiando bem meu dedão no cu dela deixando bem limpinho, o mesmo sabão servia de lubrificante e eu conseguia dedar a buceta dela bem gostoso enquanto pegava na buceta dela que tava bem macia, parecia que ela tinha depilado pra ocasião, ela já tava gemendo e segurava meu pau com força, me masturbando e aproximando ele do cu dela e como já tava meio dilatado e eu tava bem duro não ia aguentar chegar até a cama então ali mesmo com a água quente caindo na gente e ela se segurando com as mãos na parede comecei a enfiar meu pau no cu dela, a sensação foi diferente da primeira vez, a cabeça entrou mais fácil, mas quando tentei penetrar ela por completo senti resistência, não por causa dela, não é que ela tava apertando, só faltava lubrificante, água não serve bem pra isso e o sabão não era suficiente, continuei bombando um pouco mas só com a glande, não entrava mais mas esse vai e vem nos excitou muito, o momento em que eu saio do cu dela causa mais prazer nela, é a sensação ao tirar e ver como fecha rápido e quando entro de novo gosto de sentir essas contrações que são as que me deixam louco.
Decidimos ir pra cama pra poder usar o lubrificante e meter até o fundo. Enquanto ela veste o baby doll, conto sobre o presentinho que comprei pra ela.
- Olha, bebê, pra você ficar ainda mais gostosa - mostro o plug de putinha e dou uma gargalhada
- hahahahahaha! Não fode, não sabia que existia isso! Como é que coloca?
- hahaha fácil bebezona, enfio só a ponta no seu cuzinho e a bunda minúscula de putinha fica de fora, é como se fosse a sua, como se você fosse a putinha, a gente testa?
- jijijiji, sou sua putinha! - ela me diz, virando de costas e se ajoelhando na minha frente, mostrando a bunda linda dela.
Ei, mas você vai meter em mim?" — ela me pergunta com aquele olhar maldito, ao mesmo tempo fofo e safado, que me faria fazer quase qualquer coisa.
- Claro, gostosa, se ajeita aí que eu vou meter
Ela se posicionou na cama de quatro, com a bunda empinada e as pernas um pouco afastadas, balançando suavemente pra frente e pra trás e mexendo o rabo de um lado pro outro, me convidando pra entrar. Abri as nadeguinhas dela e a vontade de provar o cuzinho me fez começar a beijar e lamber ele. A buceta dela começou a escorrer na cama quando enfiei a língua, adoro meter ela e rodar em círculos dentro do cu dela, e ela ama sentir isso. Enchi o rabo dela e meus dedos de lubrificante pra começar a dedar, e depois passei o plug primeiro pelas pernas e pela bunda dela. O plug é de metal, então dá uma sensação meio fria, mas esquenta rápido, e comecei a passar ele pela buceta dela, que já tava pegando fogo. Enfiei ele um pouquinho no cu dela, que já tinha fechado de novo, mas o formato do plug facilita a entrada. Mesmo assim, a parte mais larga é mais grossa que meu pau, e até aquele momento ela nunca tinha colocado nada maior do que eu pra dentro, então a experiência de meter o plug fez ela sentir como se fosse a primeira vez de novo, e os gemidos dela ficaram mais intensos. Depois que entrou tudo, comecei o mesmo jogo que fiz antes com meu pau, aquele vai e vem, aproveitando a delícia do rabo dela, vendo como ele dilatava e o buraco que ficava quando eu tirava o plug, que eu aproveitava pra dar lambidas entre as enfiadas. Definitivamente, os olhos não são a janela da alma — é o cu, depois que você penetra ele.
Com o plug bem enfiado e ainda brincando com a bunda dela, me acomodo debaixo dela mostrando meu pau já escorrendo de lubrificante e, como se já estivesse esperando, ela pega com a mãozinha pra levar até a boca, acaricia minhas bolas e enfia meu pau na boca até onde consegue e começa a chupar gostoso pra caralho. Na primeira vez só testei as habilidades dela por uns minutos, mas agora ela tava se soltando de vez. Ela faz uma coisa que eu amo: segura a base da minha cabeça entre os lábios e, com a língua rápida, faz círculos. A boquinha dela não dá pra garganta profunda, mas aos poucos vai enfiando mais e mais até dar a sensação de ter ela toda dentro. Enquanto isso, eu como a buceta deliciosa dela, pequenininha, rosadinha, completamente molhada. Na posição que tô, dá pra lamber os lábios da buceta dela e percorrer toda a entrada com a língua até o clitóris, que já sinto durinho também. Dou uma mordidinha de leve num lado da buceta, onde dá pra sentir a pélvis entre a buceta e a coxa dela — ela adora essa sensação — e combino o movimento com o vai e vem do plug. O corpo todo dela se contrai e se revira. Começo a lamber o clitóris dela intensamente, faço um círculo com meus lábios pra chupar um pouco e lamo bem de leve, quase só roçando com a ponta da língua, mas o mais rápido que consigo, enquanto continuo metendo o plug no cu dela. De repente, sinto que ela para de chupar e os gemidos aumentam de volume. O plug não consigo mais tirar — ela tá contraindo o cu e, por causa do formato, não sai. Ela tá gozando e sinto o corpo todo tremer. Não solto o clitóris dela, continuo lambendo o mais rápido que posso e seguro as nádegas dela pra ela não escapar. Os gemidos viram gritos e, nas convulsões, ela tenta se afastar de mim, mas não deixo ela se mexer. Dessa vez vou fazer ela sofrer. Continuo chupando e noto como a buceta dela começa a dilatar. Ela solta um grito abafado e abaixa a bunda ao arquear as costas pra fora. Eu já sei o que vem. Ela vem, é ela, goza forte, os espasmos que tenho que controlar com meus braços e o squirt dela, intenso, muito intenso, que me acerta na cara. Eu adoro isso e tapo toda a buceta dela com a boca pra beber tudo, dou com a língua enquanto ainda sai suco e ela se contrai quando eu toco. Leva vários segundos até parar de jorrar e mais alguns com pequenos espasmos ainda. Ela se deixa cair sobre meu corpo e me dá beijinhos no meu pau enquanto acaricio suavemente a bunda dela, deixando ela se recuperar.
Todo esse espetáculo maravilhoso quase me levou ao orgasmo também, mas essa pausa me ajudou a relaxar um pouco e me preparar pra penetrar ela. Viro ela de costas e beijo seus lábios, o pescoço, e levanto o baby doll pra beijar os peitos dela, adoro acariciá-los porque são bem formadinhos. Meu pau já desliza pelos lábios da buceta dela, e ela pede pra eu entrar. Coloco ela de lado e pego uma camisinha pra foder ela, levanto a perna direita dela e deixo uma mão livre pra brincar com o plug enquanto meto. Vou enfiando meu pau e, conforme entra, vou tirando o plug, começo um jogo assim: metendo um e tirando o outro, enfiando o pau cada vez mais fundo até que, numa dessas, deixando o plug ainda lá no fundo, enfio toda a minha pica e começo a bombar forte. Ela muda as mãos de posição, ora colocando na testa, ora agarrando firme o lençol, se mexe deliciosamente e me deixa bombar forte. Coloco ela de barriga pra cima e ponho as pernas dela sobre meus ombros, meto o pau forte e até o fundo. Ela não para de gemer e me alcança com as mãos, arranha meu peito, se levanta e ficamos entrelaçados sentados, penetrando ela e nos beijando.
- quero ver a bucetinha da minha putinha - eu digo
Me deito e sinto ela no meu pau, com a bunda virada pra mim, o plug bem enfiado no cu dela e a bundinha minúscula da foxy rebolando, ela começa a subir e descer e eu também tento bombar um pouco, mas nossos ritmos não batem. Seguro ela pelos quadris e sinto ela gritar de uma vez quando recebe meu pau inteiro de um puxão só. Com os mesmos quadris, começo a marcar o movimento que ela tem que fazer, não de cima pra baixo, mas na horizontal, de frente pra trás. Aos poucos, ela começa a sentir mais meu pau se movendo dentro dela e o clitóris roçando nas minhas bolas, e entende o que tem que fazer. Ela se solta nesse movimento e, enquanto eu curto a vista e brinco com a bunda dela, ela goza de novo, com meu pau bem dentro e o cu dela dilatado e vermelho por causa do plug. Ela se contrai forte e tenta ficar parada, eu começo a me mexer rápido e ela grita até que as contrações fazem tanto o plug quanto meu pau pularem pra fora, e logo depois ela jorra tudo em cima de mim. Dessa vez, impossível beber o suco dela, ela goza em cima do meu pau e na cama. Dou umas palmadas na bunda dela que fazem ela pular, e ela vira pra me abraçar e me beijar.
- não sabia como me mexer assim, tá muito gostoso.
— e é muito gostoso quando você goza em cima de mim — falei, beijando ela suavemente.
Ficamos assim por um tempo, eu acariciando a bunda dela e ela o meu pau, até que ela sussurra no meu ouvido.
- Hoje você não vai me comer por trás?
- claro que sim, bebê, e tenho outra surpresa pra você também
Tiro o vibrador e começo a passar na buceta dela.
- jijijiji você tá cheio de surpresas hoje!
- Esse aqui você vai ter que usar enquanto eu entro por trás, tá bom?
- Bom, mas só quero você dentro de mim, quero que você goze no meu cu
Pra variar, foi algo que me surpreendeu nela, mas é claro que adorei a ideia. Então a gente se deitou de conchinha e eu coloquei meu pau entre as bundinhas dela, abracei ela e peguei nos peitos dela, beijei o pescoço e as costas, e fui movendo meu pau entre as nádegas dela até enfiar entre as pernas, roçando a buceta dela. Ela rebolou a bunda tentando prender meu pau com as nádegas, e eu comecei a encaixar, já mirando no cuzinho dela — aquele cuzinho que hoje já foi penetrado pela minha língua, meus dedos e o plug, mas ainda falta meter meu pau até o fundo. Ela tá doida por isso, e eu já tô com as bolas prestes a explodir também, depois de todo esse espetáculo.
Eu continuo molhado, mas pego o lubrificante e encho o cu dela e meu pau com ele. Ela se ajeita um pouco melhor pra me receber e eu começo a penetrar. Amo a sensação em etapas: a primeira enfiada, aquela que preciso de força pra meter a cabeça, ficar só com a glande dentro, sentir o calor dela, as contrações, algumas voluntárias, outras não. Vou entrando cada vez mais e bombeando até sentir o impacto da bunda dela no meu corpo, saber que tô até o fundo, sentir que não cabe mais e bombear aquele cu delicioso. Tiro meu pau e vejo como o cu dela fica aberto esperando eu entrar de novo de uma vez, e os gemidos dela, os gritos. Assim, do jeito que a gente tava, consigo pegar nos peitos dela e na buceta dela. Tentei pegar o vibrador pra meter também, mas ela não deixou. Ela me queria, queria meu pau, queria eu dentro dela e que eu gozasse dentro também. A gente trocou de posição umas duas vezes e terminou com ela deitada de barriga pra baixo, com as pernas fechadas, e eu por cima dela penetrando o cu dela por cima. Assim ficava ainda mais apertado, e foi assim que eu gozei dentro dela. Uma carga de porra que tava querendo sair desde que meti a mão por baixo da saia dela no caminho pro apê. Deixei tudo dentro dela. Ela pediu pra eu não sair, e eu fiquei dentro dela por um minuto, enquanto a gente se recuperava. Saí, e ela desceu pra limpar meu pau, limpar e engolir as últimas gotas de sêmen que sobraram, e também provar o próprio cu dela. A gente se abraçou e dormiu.
Karla me fascina, mas não dava pra meter com ela. Não é por causa do namorado, isso eu tô pouco me lixando, é pelo trampo. Se rolar alguma coisa ou se a gente for pego, ela só perde o estágio, mas eu posso perder meu emprego. Então tive que tomar uma decisão e, quando acordamos, falei como a gente poderia transar de novo, se ela quiser e se conseguir cumprir os requisitos.
Se quiser saber quais são os termos que coloquei e ler a 3ª parte, deixa uns pontos e a gente se vê em uns dias.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3360965/La-Practicante-pt-1.html
Depois do meu primeiro encontro com a Karla, nossa interação no trabalho continuou normal, mas quando ela passava perto de mim, sempre esfregava a bunda em mim. Começou a usar saia cada vez mais e se certificava de que eu tivesse a melhor vista das pernas e da raba dela quando estava na frente dela. Eu continuava enchendo o saco dela normalmente quando tinha gente por perto, mas quando ficávamos sozinhos, sempre enfiava minha mão por baixo da saia dela, por trás, agarrando a bunda dela e tentando enfiar um dedo o mais longe possível, alcançando o cuzinho dela. Mais de uma vez quase nos metemos em encrenca porque quase fomos pegos assim. Então, um dia em que almoçamos sozinhos, falei pra ela que a gente precisava parar com aquilo no trabalho, que era melhor esperar nosso dia de folga pra aproveitar de verdade, sem restrições de tempo.
A situação com o namorado dela continuava a mesma, e ela me disse que depois daquele dia, como ainda estava com tesão, deu pro namorado umas duas vezes, mas o cara nem conseguiu fazer ela gozar. Ela teve que terminar sozinha, mas o que ela mais queria era sentir o que sentiu naquela vez. Ela tinha adorado ser penetrada pelo cu e queria fazer aquilo logo. Nosso próximo descanso juntos era daqui a alguns dias, então eu disse que não queria que o namorado tocasse nela até a gente se ver, e que se ela se masturbasse, não enfiasse nada no cu. Queria ele bem apertado pra aproveitar mais aquele cu que mal tinha sido desvirginado pela minha língua, meus dedos e meu pau.
Fui numa sex shop pra comprar um plug anal, já que de brinquedos eu não tinha nada pra esse fim, e achei um bem bonitinho da Booty de slutty. Ia usar só pra brincadeira prévia e pra ela sentir algo no cu enquanto eu comia a buceta suculenta dela. Já tinha um vibrador antes que dava pra usar enquanto arrebentava o rabo dela, pra ela sentir uma dupla penetração.
O dia do nosso descanso chegou e, quando estávamos a caminho do apê, ela me mostrou que também tinha feito compras pra ocasião: uma calcinha fio-dental azul turquesa muito linda, com renda em cima, e um baby doll combinando, de tecido fininho, quase transparente. Já de cara a gente tava se pegando, e ela me deixou de pau duro. Enfiando a mão por baixo da saia dela, percebi que ela já tava toda molhada também. Tirei os dedos pra provar o suquinho dela, e isso fez ela ficar ainda mais excitada.
Finalmente chegamos no apê e, como da primeira vez, eu falei: primeiro no chuveiro, depois na cama. Lembrei ela do banho e, quando ela ia entrar, me pegou pela mão.
- Quer ver? - Me surpreendeu muito ela me querer ali, na real eu não sou desse negócio de scat, nem de golden shower, eu gosto de tudo limpo, gosto de meter a língua no cu dela até onde der sem me preocupar com surpresas, por isso o banho antes, mas a putaria de ver ela cagando e o olhar perverso dela me fizeram aceitar.
Me agachei de cócoras na frente dela no vaso enquanto ela cagava e a gente caiu na risada quando soltou o primeiro barro, percebemos o absurdo da situação mas sabíamos também o que nos esperava, ela se limpou primeiro mas aproveitando o chuveirinho terminei de limpar ela bem eu lavando a bunda dela dessa vez enfiando bem meu dedão no cu dela deixando bem limpinho, o mesmo sabão servia de lubrificante e eu conseguia dedar a buceta dela bem gostoso enquanto pegava na buceta dela que tava bem macia, parecia que ela tinha depilado pra ocasião, ela já tava gemendo e segurava meu pau com força, me masturbando e aproximando ele do cu dela e como já tava meio dilatado e eu tava bem duro não ia aguentar chegar até a cama então ali mesmo com a água quente caindo na gente e ela se segurando com as mãos na parede comecei a enfiar meu pau no cu dela, a sensação foi diferente da primeira vez, a cabeça entrou mais fácil, mas quando tentei penetrar ela por completo senti resistência, não por causa dela, não é que ela tava apertando, só faltava lubrificante, água não serve bem pra isso e o sabão não era suficiente, continuei bombando um pouco mas só com a glande, não entrava mais mas esse vai e vem nos excitou muito, o momento em que eu saio do cu dela causa mais prazer nela, é a sensação ao tirar e ver como fecha rápido e quando entro de novo gosto de sentir essas contrações que são as que me deixam louco.
Decidimos ir pra cama pra poder usar o lubrificante e meter até o fundo. Enquanto ela veste o baby doll, conto sobre o presentinho que comprei pra ela.
- Olha, bebê, pra você ficar ainda mais gostosa - mostro o plug de putinha e dou uma gargalhada
- hahahahahaha! Não fode, não sabia que existia isso! Como é que coloca?
- hahaha fácil bebezona, enfio só a ponta no seu cuzinho e a bunda minúscula de putinha fica de fora, é como se fosse a sua, como se você fosse a putinha, a gente testa?
- jijijiji, sou sua putinha! - ela me diz, virando de costas e se ajoelhando na minha frente, mostrando a bunda linda dela.
Ei, mas você vai meter em mim?" — ela me pergunta com aquele olhar maldito, ao mesmo tempo fofo e safado, que me faria fazer quase qualquer coisa.
- Claro, gostosa, se ajeita aí que eu vou meter
Ela se posicionou na cama de quatro, com a bunda empinada e as pernas um pouco afastadas, balançando suavemente pra frente e pra trás e mexendo o rabo de um lado pro outro, me convidando pra entrar. Abri as nadeguinhas dela e a vontade de provar o cuzinho me fez começar a beijar e lamber ele. A buceta dela começou a escorrer na cama quando enfiei a língua, adoro meter ela e rodar em círculos dentro do cu dela, e ela ama sentir isso. Enchi o rabo dela e meus dedos de lubrificante pra começar a dedar, e depois passei o plug primeiro pelas pernas e pela bunda dela. O plug é de metal, então dá uma sensação meio fria, mas esquenta rápido, e comecei a passar ele pela buceta dela, que já tava pegando fogo. Enfiei ele um pouquinho no cu dela, que já tinha fechado de novo, mas o formato do plug facilita a entrada. Mesmo assim, a parte mais larga é mais grossa que meu pau, e até aquele momento ela nunca tinha colocado nada maior do que eu pra dentro, então a experiência de meter o plug fez ela sentir como se fosse a primeira vez de novo, e os gemidos dela ficaram mais intensos. Depois que entrou tudo, comecei o mesmo jogo que fiz antes com meu pau, aquele vai e vem, aproveitando a delícia do rabo dela, vendo como ele dilatava e o buraco que ficava quando eu tirava o plug, que eu aproveitava pra dar lambidas entre as enfiadas. Definitivamente, os olhos não são a janela da alma — é o cu, depois que você penetra ele.
Com o plug bem enfiado e ainda brincando com a bunda dela, me acomodo debaixo dela mostrando meu pau já escorrendo de lubrificante e, como se já estivesse esperando, ela pega com a mãozinha pra levar até a boca, acaricia minhas bolas e enfia meu pau na boca até onde consegue e começa a chupar gostoso pra caralho. Na primeira vez só testei as habilidades dela por uns minutos, mas agora ela tava se soltando de vez. Ela faz uma coisa que eu amo: segura a base da minha cabeça entre os lábios e, com a língua rápida, faz círculos. A boquinha dela não dá pra garganta profunda, mas aos poucos vai enfiando mais e mais até dar a sensação de ter ela toda dentro. Enquanto isso, eu como a buceta deliciosa dela, pequenininha, rosadinha, completamente molhada. Na posição que tô, dá pra lamber os lábios da buceta dela e percorrer toda a entrada com a língua até o clitóris, que já sinto durinho também. Dou uma mordidinha de leve num lado da buceta, onde dá pra sentir a pélvis entre a buceta e a coxa dela — ela adora essa sensação — e combino o movimento com o vai e vem do plug. O corpo todo dela se contrai e se revira. Começo a lamber o clitóris dela intensamente, faço um círculo com meus lábios pra chupar um pouco e lamo bem de leve, quase só roçando com a ponta da língua, mas o mais rápido que consigo, enquanto continuo metendo o plug no cu dela. De repente, sinto que ela para de chupar e os gemidos aumentam de volume. O plug não consigo mais tirar — ela tá contraindo o cu e, por causa do formato, não sai. Ela tá gozando e sinto o corpo todo tremer. Não solto o clitóris dela, continuo lambendo o mais rápido que posso e seguro as nádegas dela pra ela não escapar. Os gemidos viram gritos e, nas convulsões, ela tenta se afastar de mim, mas não deixo ela se mexer. Dessa vez vou fazer ela sofrer. Continuo chupando e noto como a buceta dela começa a dilatar. Ela solta um grito abafado e abaixa a bunda ao arquear as costas pra fora. Eu já sei o que vem. Ela vem, é ela, goza forte, os espasmos que tenho que controlar com meus braços e o squirt dela, intenso, muito intenso, que me acerta na cara. Eu adoro isso e tapo toda a buceta dela com a boca pra beber tudo, dou com a língua enquanto ainda sai suco e ela se contrai quando eu toco. Leva vários segundos até parar de jorrar e mais alguns com pequenos espasmos ainda. Ela se deixa cair sobre meu corpo e me dá beijinhos no meu pau enquanto acaricio suavemente a bunda dela, deixando ela se recuperar.
Todo esse espetáculo maravilhoso quase me levou ao orgasmo também, mas essa pausa me ajudou a relaxar um pouco e me preparar pra penetrar ela. Viro ela de costas e beijo seus lábios, o pescoço, e levanto o baby doll pra beijar os peitos dela, adoro acariciá-los porque são bem formadinhos. Meu pau já desliza pelos lábios da buceta dela, e ela pede pra eu entrar. Coloco ela de lado e pego uma camisinha pra foder ela, levanto a perna direita dela e deixo uma mão livre pra brincar com o plug enquanto meto. Vou enfiando meu pau e, conforme entra, vou tirando o plug, começo um jogo assim: metendo um e tirando o outro, enfiando o pau cada vez mais fundo até que, numa dessas, deixando o plug ainda lá no fundo, enfio toda a minha pica e começo a bombar forte. Ela muda as mãos de posição, ora colocando na testa, ora agarrando firme o lençol, se mexe deliciosamente e me deixa bombar forte. Coloco ela de barriga pra cima e ponho as pernas dela sobre meus ombros, meto o pau forte e até o fundo. Ela não para de gemer e me alcança com as mãos, arranha meu peito, se levanta e ficamos entrelaçados sentados, penetrando ela e nos beijando.
- quero ver a bucetinha da minha putinha - eu digo
Me deito e sinto ela no meu pau, com a bunda virada pra mim, o plug bem enfiado no cu dela e a bundinha minúscula da foxy rebolando, ela começa a subir e descer e eu também tento bombar um pouco, mas nossos ritmos não batem. Seguro ela pelos quadris e sinto ela gritar de uma vez quando recebe meu pau inteiro de um puxão só. Com os mesmos quadris, começo a marcar o movimento que ela tem que fazer, não de cima pra baixo, mas na horizontal, de frente pra trás. Aos poucos, ela começa a sentir mais meu pau se movendo dentro dela e o clitóris roçando nas minhas bolas, e entende o que tem que fazer. Ela se solta nesse movimento e, enquanto eu curto a vista e brinco com a bunda dela, ela goza de novo, com meu pau bem dentro e o cu dela dilatado e vermelho por causa do plug. Ela se contrai forte e tenta ficar parada, eu começo a me mexer rápido e ela grita até que as contrações fazem tanto o plug quanto meu pau pularem pra fora, e logo depois ela jorra tudo em cima de mim. Dessa vez, impossível beber o suco dela, ela goza em cima do meu pau e na cama. Dou umas palmadas na bunda dela que fazem ela pular, e ela vira pra me abraçar e me beijar.
- não sabia como me mexer assim, tá muito gostoso.
— e é muito gostoso quando você goza em cima de mim — falei, beijando ela suavemente.
Ficamos assim por um tempo, eu acariciando a bunda dela e ela o meu pau, até que ela sussurra no meu ouvido.
- Hoje você não vai me comer por trás?
- claro que sim, bebê, e tenho outra surpresa pra você também
Tiro o vibrador e começo a passar na buceta dela.
- jijijiji você tá cheio de surpresas hoje!
- Esse aqui você vai ter que usar enquanto eu entro por trás, tá bom?
- Bom, mas só quero você dentro de mim, quero que você goze no meu cu
Pra variar, foi algo que me surpreendeu nela, mas é claro que adorei a ideia. Então a gente se deitou de conchinha e eu coloquei meu pau entre as bundinhas dela, abracei ela e peguei nos peitos dela, beijei o pescoço e as costas, e fui movendo meu pau entre as nádegas dela até enfiar entre as pernas, roçando a buceta dela. Ela rebolou a bunda tentando prender meu pau com as nádegas, e eu comecei a encaixar, já mirando no cuzinho dela — aquele cuzinho que hoje já foi penetrado pela minha língua, meus dedos e o plug, mas ainda falta meter meu pau até o fundo. Ela tá doida por isso, e eu já tô com as bolas prestes a explodir também, depois de todo esse espetáculo.
Eu continuo molhado, mas pego o lubrificante e encho o cu dela e meu pau com ele. Ela se ajeita um pouco melhor pra me receber e eu começo a penetrar. Amo a sensação em etapas: a primeira enfiada, aquela que preciso de força pra meter a cabeça, ficar só com a glande dentro, sentir o calor dela, as contrações, algumas voluntárias, outras não. Vou entrando cada vez mais e bombeando até sentir o impacto da bunda dela no meu corpo, saber que tô até o fundo, sentir que não cabe mais e bombear aquele cu delicioso. Tiro meu pau e vejo como o cu dela fica aberto esperando eu entrar de novo de uma vez, e os gemidos dela, os gritos. Assim, do jeito que a gente tava, consigo pegar nos peitos dela e na buceta dela. Tentei pegar o vibrador pra meter também, mas ela não deixou. Ela me queria, queria meu pau, queria eu dentro dela e que eu gozasse dentro também. A gente trocou de posição umas duas vezes e terminou com ela deitada de barriga pra baixo, com as pernas fechadas, e eu por cima dela penetrando o cu dela por cima. Assim ficava ainda mais apertado, e foi assim que eu gozei dentro dela. Uma carga de porra que tava querendo sair desde que meti a mão por baixo da saia dela no caminho pro apê. Deixei tudo dentro dela. Ela pediu pra eu não sair, e eu fiquei dentro dela por um minuto, enquanto a gente se recuperava. Saí, e ela desceu pra limpar meu pau, limpar e engolir as últimas gotas de sêmen que sobraram, e também provar o próprio cu dela. A gente se abraçou e dormiu.
Karla me fascina, mas não dava pra meter com ela. Não é por causa do namorado, isso eu tô pouco me lixando, é pelo trampo. Se rolar alguma coisa ou se a gente for pego, ela só perde o estágio, mas eu posso perder meu emprego. Então tive que tomar uma decisão e, quando acordamos, falei como a gente poderia transar de novo, se ela quiser e se conseguir cumprir os requisitos.
Se quiser saber quais são os termos que coloquei e ler a 3ª parte, deixa uns pontos e a gente se vê em uns dias.
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