Parte 2 - Lições de pai pra filha
Trouxe pra vocês um novo fanfiction do anime Dragon Ball. Os acontecimentos se passam vários anos depois do que rolou em Super e no filme do Broly. Todos os personagens são maiores de idade.
Espero que curtam essa 2ª e última parte da história picante entre Vegeta e a filha dele 😉
Vegeta confirma todas as suspeitas dele durante o treino na sala de gravidade com a Bra. O que começa como uma brincadeira safada, termina com os dois sem controle, transando sem saber se vão conseguir segurar os impulsos que tão sentindo.
Protagonistas: Bra




A nova sala de gravidade era subterrânea. Chegava-se nela por um elevador que descia sessenta metros abaixo da Capital do Oeste. Era um cômodo retangular tão comprido quanto a Sala do Tempo do Senhor Kami-Sama. Separada por uma parede de vidro, tinha armários, vestiários e chuveiros no que parecia uma academia de clube. Uma porta blindada impedia o acesso de qualquer um que não fosse ele, por isso, sua filha o esperava num banco.
- Finalmente! - Reclamou com toda razão. - A gente ia treinar cedo e já são 11 horas. - Jogou na cara dele com um dedo acusador.
- Você tem os mesmos trejeitos que sua mãe. - Reconheceu enquanto pegava uma armadura de um armário e apoiava a mão na tela de reconhecimento digital. A porta se abriu e eles entraram.
Vegeta vestiu as luvas de batalha enquanto observava com desaprovação o uniforme da filha. Ela usava um top branco em cima e uma legging preta super justa embaixo que não deixava nenhuma curva pra imaginação. Lembrou ele da Videl na 25ª edição do Torneio de Artes Marciais. Embora não fosse uma roupa que ele aprovasse, certa parte do corpo dele achava a silhueta dela uma delícia.
- Repito pra você: é melhor ter cabelo curto pra lutar e usar uniforme saiyajin. Até a Videl entendeu isso.
- E eu repito que essas roupas são horríveis. - Respondeu com arrogância, se posicionando pro treino. - Então, qual vai ser o teste hoje? Mais gravidade? Teste de velocidade?
- Primeiro tem que alongar, é importante, principalmente pra iniciantes, pra evitar lesões. - Explicou didático. - Você devia ter feito enquanto me esperava.
- Me alongar? - Reclamou. - Quero lutar! Não acho que você ou o Goku alonguem antes de uma briga... Por acaso você falou pro Toppo: 'espera aí, antes de começar a luta preciso alongar pra não me machucar'? - Zombou dele com certa graça, fazendo ele rir.
- O Goku e eu temos anos de experiência em batalha, estamos além dessas lesões tão simples. Se você quer chegar no nosso nível, vai ter que fazer direito. as coisas. — explico, secante.
— Muito bem, me diz, por onde eu começo.
Vegeta deu uma revisada em todo o repertório de alongamentos que a filha conhecia, enquanto observava da sala de controle no centro do cômodo.
Ele a viu com atenção fazer pontes, onde, deitada de barriga pra cima, ela levantava a virilha e a barriga nua, marcando tudo. Vegeta indicou que ela devia levantar mais o ventre, colocando a mão nas costas dela e erguendo-a aos poucos, vendo como o umbigo subia cada vez mais.
— E sempre com a cabeça e os pés bem apoiados. Fica assim por uns dois minutos. — sugeriu sem tirar os olhos dela.
Depois, a garota esticou as panturrilhas com a ajuda do pai, que segurava um pé dela no alto, alongando os músculos de uma perna e depois da outra. Vegeta olhou de perto, sem um pingo de disfarce, a calcinha revelando os contornos mais íntimos a cada alongamento, bem pertinho dele. Ela, corada, percebeu.
— Tá doendo? — perguntou ele, se fazendo de desentendido. — Sente como tensiona? — disse colocando a mão na parte de trás da perna dela, apertando de leve, palpando a carne macia numa massagem disfarçada.
— Sim, tá durinho, dói bem pouco. — respondeu num tom parecido com o que usou na noite anterior.
Bra passou então a alongar os peitorais. Ajoelhada no chão, se inclinou pra baixo com os braços esticados como se estivesse rezando, levantando a bunda redonda na direção do pai, cada vez mais surpreso com o que ela fazia e como ele curtia aquilo.
— Já passou um minuto, agora faz um alongamento de isquiotibiais, em pé, com os braços esticados na direção dos pés…
— Tá bom. — falou sem se importar que a bundinha dela apontasse de novo pra Vegeta, dessa vez de um jeito mais insinuante.
— Tá cada vez mais difícil. É normal eu ter cansado só com isso? — perguntou sem largar a pose, embora as pernas tremessem e o suor escorresse pela testa dela.
— Você não percebeu, mas eu fui aumentando a gravidade de Pouco, não. Tá cinco vezes maior que a TerríBooty. — Ele admitiu.
— Por isso! — Ela falou sem um pingo de raiva. Parecia super focada no treino… ou em algo mais. De vez em quando, ela se concentrava no que fazia igual ao pai.
Depois de um minuto, Vegeta deu por encerrada a preparação e propôs as regras do treino.
— Se conseguir me acertar com essa gravidade, coisa que nunca aconteceu até hoje — (não precisava jogar na minha cara, pai) — vou te levar pra fazer compras. Mas, dessa vez, a cada cinco minutos, eu posso dar um ataque. Assim você aprende a controlar o tempo da luta e a desviar. Combinado?
— Não quero ir fazer compras, tenho de tudo. — Ela disse, com toda razão, já que vinha de um aniversário espetacular. — Se eu conseguir te acertar… hum… você vai ter que fazer uma prenda. — Ela decretou, lasciva. — A que eu quiser.
— Uma prenda? Um desses joguinhos idiotas de terráqueos, é? — Perguntou interessado enquanto ajustava a gravidade em X10. — Então não vou deixar me acertar, não vá que você peça algo complicado de cumprir…
Assim que largou o painel de controle, viu um punho vindo na direção do rosto dele. Bra se jogou no ataque sem esperar ordem, de surpresa, desferindo golpes de forma bruta e lenta (para o gosto dele) pela esquerda, pela direita, chutes altos, chutes baixos, tentou dar um tackle e Vegeta pulou por cima com facilidade…
— Você vai se cansar se fizer movimento demais, já sabe. — Disse de braços cruzados, desviando de golpes que nem eram dignos dos primeiros treinos do Trunks.
— Essa era a ideia! — Num milésimo, Bra lançou um soco ascendente do chão, que quase acertou a bochecha do Vegeta e soltou uma coluna de ar quente que o saiyajin sentiu. A garota estava atacando de propósito de forma desordenada pra deixar ele confiante e conseguir dar um golpe de verdade de surpresa, em alta velocidade.
— Estratégia muito boa, mas já vi isso antes. — Disse desviando de golpes furiosos. Sem dúvida, a garota tinha ficado sem um plano B e se Desesperou muito rápido. - Gravidade aumentada para X15 - Ordenou forte e claro.Gravidade aumentada em 15 vezes. - Anunciou uma voz computadorizada.
Embora Vegeta não sentisse, o corpo inexperiente de Bra sentiu uma mudança atmosférica importante. Seus golpes ficaram ainda mais lentos e pausados, ela começou a ofegar e sentir o rigor do treinamento. Após vários minutos em que Vegeta decidiu não contra-atacar, a garota passou dos socos para os chutes, ele nem precisava bloqueá-los, conseguia desviar agachando e pulando.
De surpresa, Bra caiu dura no meio de um ataque, gritando de dor. Lembrou aquele esporte estranho da Terra em que onze homens corriam atrás de uma bola e caíam no chão como se estivessem mutilados ao menor toque.
- Aaaah, minha panturrilha! - Agarrando a própria perna no chão. - Você não devia ter me feito alongar com a gravidade aumentada!
- Mentira, você não pode ter se machucado com tão pouco. Levanta. - Ordenou, prevendo que era uma jogada suja. - É inacreditável que você se machuque.
- Acha que eu brincaria com isso? - Disse enquanto mostrava a perna. Seus olhos estavam lacrimejando e ela esfregava a panturrilha com fervor. - Não consigo me mexer, toca aqui, acho que é uma distensão.
- Tá brincando? Não é possível, você é saiyajin! Nem vi o fraco do meu irmão se machucar uma vez... - Desaprovou Vegeta, que, enternecido pelo gesto de dor de Bra, se abaixou para tocar a perna dela. - Não sinto nada machucado, não é cãibra nem...
- Sem dúvida tem algo machucado... Seu nariz!
A pequena traíra acertou com o punho o rosto de Vegeta e ele, como vítima de um ato reflexo, recuou. Seu nariz estava bem, não tinha sido ferido, no entanto, ele conhecia as regras e tinha caído na armadilha dela, saindo com o orgulho mais ferido que o rosto.
Vegeta se levantou. Sua filha estava de pé, balançando nas pontas dos pés como uma boxeadora, espirrando suor pelo cansaço, mas sorrindo satisfeita.
- Tá bravo? Não fica bravo! Era o mínimo que eu podia fazer por ter olhado pra minha bunda desse jeito babaca.
- Você vai precisar de mais que um ataque sujo. Pra me machucar, Bra.— Agora em guarda, decidido a ir pra valer.— E aliás, você me pediu pra não ficar bravo. Feito. Agora a aposta tá resolvida.
— Quê?! Não é assim que funciona, seu trapaceiro! — Reclamou, perdendo a guarda e fazendo uma pose parecida com a que a Bulma usava quando ficava puta (braços esticados pra baixo, rígidos e com os punhos fechados)
— Você não é a única que sabe usar a tramoia, agora vai ver, se prepara. — Anunciou sem cerimônia, usando sua pose clássica de luta e começando o treino, dessa vez, pra valer.
Bra se esforçou pra machucar ele e conseguir a tão desejadagostosasem sucesso e, além disso, a cada cinco minutos, levando ataques de Vegeta em forma de ki saindo dos dedos dele, como se fossem uma pistola. Ela sentiu elas bem quentes, mas controladas, não conseguiam machucá-la; na verdade, muitas vezes nem sentia essas rajadas de ki. Pra ela, ele só estava marcando o ritmo.
Conforme a gravidade e a temperatura do ambiente aumentavam, Bra levou dezenas de impactos sem sequer conseguir acertar um golpe no pai. Depois de uma hora de luta intensa, onde a jovem deu tudo de si, mais do que nunca na vida, Vegeta deu o treino por encerrado e desligou o gerador de gravidade com um sorriso estranho.
- Wooaa, sinto que tô voando agora. - Disse ela, ofegante de cansaço, mas com muita vitalidade. No entanto, percebeu algo que durante a batalha não tinha notado. - ¡Qué?! ¡Tô quase nua! - Disse, cobrindo um peito e parte do quadril.
A legging dela estava rasgada nas laterais e na perna, enquanto o top só cobria metade do torso, deixando a outra metade exposta. A sala de gravidade estava cheia de retalhos de roupa espalhados por todo lado, que tinham se soltado com os raios de ki do pai.
- ¡Você me deixou nua! ¡E destruiu minha roupa de ginástica! ¡Você é o pior! - Gritou que nem uma louca enquanto se virava e percebia que a bunda estava de fora; pra piorar, o elástico estava cortado e a peça ameaçava cair.
Vegeta manteve a calma, observando ela brava. Ela era adorável quando ficava com raiva, talvez mais que a Bulma dele.
- Meu treino consistia em calibrar meu poder pra não te machucar; foi um acidente que sua roupa não aguentou igual seu corpo. - Ele se desculpou, provocando mais chiliques. - De qualquer forma, acho que você esqueceu, mas eu disse que tinha um presente pra você e que daria hoje. Vai em frente.
- ¡Não senhor! ¡Vai você primeiro, senão vai ficar olhando minha bunda, tarado! - Reclamou, vermelha que nem um tomate. Vegeta sorriu, satisfeito com o efeito causado...
Vegeta abriu um armário e tirou uma caixa dele, que entregou à filha. Ela pegou rápido com um braço só, tentando não se expor.
- Ontem à noite você não estava tão recatada. - Observou ele, vendo ela tirar um traje saiyajin da caixa. Era um conjunto de uma peça só, azul, parecido com um maiô, mas tinha uma armadura no peito e nos quadris, além das clássicas botas e luvas brancas. - Isso vai aguentar muito mais do que o que você estava usando.
- Bom, esse modelo não é nada mal. - Disse ela, se modelando na frente de um espelho com o conjunto colado no corpo, conferindo que servia direitinho. - Não é como os outros que você me mostrou, que parecem macacão de mecânico... tô gostando. - Admitiu. - Mas, sinceramente, esperava outro presente.
- O que você esperava? - Vegeta se aproximou e, por trás, colocou as mãos nos ombros dela, sentindo o corpo quente contra o dele, o cheiro do corpo dela suado de esforço, o calor da pele. Cada vez mais ele tinha certeza de que certos genes saiyajin estavam levando os dois direto pro incesto.
- Essa manhã eu ia matar minha curiosidade. - Sussurrou Bra, se virando. - Até a mamãe chegar e atrapalhar, pra ser sincera, eu esperava poder brincar de outra coisa. - A pequena safada virou a cabeça, os lábios quase roçando os do pai.
- Sua mãe usava um traje assim, bem parecido, à noite, quando eu acabei de me mudar pra cá. Me deixava louco... - Confessou ele. - Veste isso, vou te dizer em quem fica melhor, e aí a gente vê se eu te ensino uns truques novos.
Bra, toda corada, sabendo que o que tava rolando fugia de qualquer roteiro, concordou sem ter coragem de beijá-lo e foi até um provador de vidro, roçando o corpo musculoso do pai. Não demorou muitos minutos até uma mão sair do provador segurando o top dela destruído, soltando ele. Depois veio a legging, que também foi largada no chão, e o pai teve uma ideia obscena...
Vegeta, sentado num dos bancos na frente dos armários, num surto de luxúria, pegou a legging e aspirou fundo. Força, respirando através da roupa, se embriagando com o perfume adocicado da intimidade da filha, esfregando no nariz a área que até segundos atrás estivera contra a buceta dela.
Embora respeitasse os costumes terráqueos de higiene, como todo bom guerreiro, apreciava o suor feminino, especialmente se tivesse suado depois de uma luta. Era algo no sangue dele, algo nos genes que o fazia perder a razão diante de detalhes como uma buceta suada e uma pele ardente.
Exatamente quando Bra saiu com a vestimenta saiyajin, Vegeta jogou a legging de lado. Ela estava linda pra caralho, com o azul característico, as botas e luvas brancas, e a armadura do peito. Na cintura, tinha duas peças de proteção nas laterais.
— E aí? Fica tão bom em mim quanto na mamãe? — Perguntou, posando para ele como uma modelo. O pai dela a observou de cima a baixo, das botas até o olhar lascivo. A garota se aproximou dele, insinuante, passando uma perna de cada lado do banco, expondo uma entreperna que o traje marcava perfeitamente.
Ela tinha duas montanhinhas discretas e depiladas, que brilhavam de tão molhadas. Vegeta ficou com água na boca.
— Não consigo decidir, pelo menos até você se virar… — Disse ele, igualmente lascivo, prestes a se jogar em cima. A filha, obediente, se virou, mostrando a bunda perfeita e redonda.
— De qualquer forma, essas peças estão meio desconfortáveis… vou tirá-las. — Falou, e removeu as proteções da cintura. — Agora que pensei, não vou lutar, já que a armadura fica bem em mim, vou tirar também. Tô fervendo.
Diante dos olhos do pai, de costas para ele, ela esticou a couraça e a jogou de lado. Vegeta colocou as mãos nas pernas dela, tão jovens quanto firmes, se aproximando da bunda.
— O que você diz agora, hein? Em quem fica melhor?
— Que minha Bulma me perdoe, mas nunca foi tão firme quanto você. — Ele a admirou como se fosse um estranho, apertando as pernas dela e subindo em direção às nádegas. portentosas, que massageei sem nenhuma contenção. Em seguida, pegou a parte do uniforme que cobria a bunda e puxou pra cima, fazendo o tecido se enfiar entre as nádegas, deixando as duas bandas nuas pra ele. Vegeta tirou as luvas e massageou a bunda com as mãos nuas, sentindo o calor da pele, os poros, o peso de cada bandido proibido ao balançá-los.
- Tá gostando do que vê, né? Cê acha que vou fazer sucesso com os caras com essa bunda? – Disse toda excitada com o jeito que o pai tava apalpando as nádegas dela. Vegeta pegou ela pela cintura e sentou no colo dele, deixando ela colada nele, virou o rosto dela e começou a beijá-la.
Os lábios do homem envolveram os da filha e chuparam a boca dela enquanto as mãos começavam a subir pela barriga lisa dela, rumo aos peitos. A pequena saiyajin era bem rústica pra beijar, o pai percebeu o quanto ela era inexperiente, parecia um peixe fora d'água querendo respirar, embora isso facilitasse ele meter a língua.
- Falei que ia te ensinar umas coisas, e uma é que é bom começar pelos lábios com o homem. – Soltou num gemido, enfiando a língua na boca dela. As duas línguas se enroscaram bem molhadas, trocando saliva como se estivessem se banhando uma na outra, o homem sempre que podia agarrava a língua da filha com os lábios, chupando como se fosse um doce. Bra se deixava chupar extasiada enquanto começava a se esfregar no pai e ele, descobria os peitos dela e esfregava os mamilos eretos. Não planejava beijar ela tanto, mas por ser a boca da filha, tinha um gosto especial que fez ele aproveitar os chupões mais do que devia.
- Depois, se você gostar do beijo, pode deixar ele passar pros peitos… – Sugeriu e sem escalas, deixando a boquinha dela toda babada, passou a lamber os mamilos, sugando como se bebesse deles.Ahhh, ahhh, ahhh—Isso é bom demais… — gemeu ela, com a boca toda brilhante, sem se importar de babar enquanto o pai sugava seus mamilos, especialmente o que tinha o piercing, que endurecia numa mistura inédita de dor e prazer enquanto a língua poderosa do homem batia no mamilo dentro da boca dele e mexia o brinco de um lado pro outro.
— Papai, você tá me devorando, pelo menos me deixa tomar um banho… — falou com um dedo na boca, se fazendo de inocente. O pai continuava chupando os seios dela e esfregando o rosto na pele suada.
— Suor é símbolo de uma guerreira e pra um saiyajin é como perfume. — sussurrou enquanto massageava os peitos dela por trás, todos molhados, e passava a língua pelo pescoço.
— Cê gosta de sexo sujo, não gosta, papai? Sua boca cheira à minha buceta, me pergunto por quê. — notou, agarrando o pênis ereto dele por cima do uniforme azul. — Mais alguma lição pra me ensinar ou era só uma desculpa pra chupar meus peitos?
— Você ainda tem muito que aprender. — se desculpou entre um beijo e outro. — Me preocupa que qualquer zé mané atrapalhe seu julgamento e você estreie com ele. A primeira vez é importante pros saiyajins.
Vegeta a virou e, de frente, a beijou de novo, ainda mais obsceno que da primeira vez, língua com língua, abraçados e suados como se fossem dois amantes apaixonados. A mão do pai foi vagando até chegar na buceta, que apalpou por fora, sentindo cada lábio, o clitóris duro e a umidade ardente.
— Você quer que seja comigo, não é? — gemeu Bra, sentindo os dedos fortes e grossos massageando o clitóris. O corpo dela dava um choque cada vez que a mão roçava aquela área tão erógena… — Tudo bem, quero que me ensine tudo… — pediu.
— Só quero que seja memorável. Não cometa o erro da sua mãe. — disse sem parar de massagear a boceta dela. — Ela me contou tudo, e não foi digna de ser lembrada. Talvez a segunda, a terceira, ou as seguintes, mas a mais importante foi um desastre pra ela. Tá me entendendo, Bra?
— Ele explicou como se não tivesse fazendo nada de errado, como se a voz dele fosse automática e as mãos taradas fossem de outro corpo.
— Linda desculpa, mas acho que não vou esquecer isso nem o que está por vir…
— Ela aceitou, abraçada nele.
— Tá bom, me mostra o caminho. Faz valer a pena, papai.
— Sussurrou no ouvido dele.
Vegeta puxou o pano que escondia a virilha dela, vendo ela toda nua, em toda a sua glória. A buceta dela era lisinha, depilada, virginal, brilhante — dava pra pensar em mais uns dez adjetivos, mas o mais marcante era o quanto ela tava ardendo. O cheiro grudou nos dedos dele e puxou ele igual um afrodisíaco. Deitando no banco, ele acomodou ela em cima da boca e chupou com gosto.
Ele sorveu os sucos dela e lambeu de cima a baixo, do clitóris até o cu, a língua entrando em cada fresta, tão molhada que até espirrava. Até o nariz dele parecia dar prazer, aspirando ela cada vez que se afundava, se encharcando com o que havia de mais íntimo no corpo dela.Ahh, ahhh, ¡Siiim, sim! Aí,ahhhh, ahhh!Mmmm- Ela gemia em todos os idiomas possíveis enquanto balançava o quadril contra a boca do pai, que chupava como se não houvesse amanhã. Com uma das mãos, ele começou a segurá-la para que ficasse quieta e, com a outra, esfregou o clitóris dela para que ela gozasse compulsivamente em cima dele.
Extasiado pelo sabor daquela bucetinha proibida, ele enfiou a língua o mais fundo que a biologia humana permitia dentro da vulva e a fez girar como se quisesse bater cada suco interno. A filha se mexia como se levasse um choque elétrico, revirou os olhos e, em poucos segundos, gozava de novo, e de novo, e de novo, espirrando seus fluidos sexuais para todos os lados enquanto gritava de prazer. O pai parecia se alimentar de cada orgasmo, deixando a boca encher do elixir mais exótico…
- Isso é só um aperitivo, é só a preparação para o prato principal. Você deve exigir do seu futuro homem que seja assim, sempre, toda vez que transar, sem desculpas, senão esse homem não é para você. - Recomendou ele, enquanto a virava (sem largar nem um segundo a massagem vaginal com a mão), deixando ela de bunda em cima dele.
- Papai, o que você está fazendo? - Embora estivesse bem claro o que ia rolar, com ele ali embaixo, as mãos abrindo a bunda dela… a ingênua pensou que talvez ele só quisesse dar uma olhada.
- Qualquer um pode chupar uma buceta, mas seu homem, além disso, tem que chupar seu cu, todo dia, sem desculpas, isso é uma prova de apreço e hombridade imbatível que você deve exigir sem falta.
- Vou anotar, mas você não precisa… ah! Papai, isso é…!
Bra ficou sem palavras assim que a língua do pai lambeu o orifício dela, bem no centro, fazendo círculos como uma pequena furadeira que quisesse entrar. Talvez a jovem quisesse dizer que era nojento, estranho, pouco higiênico ou desnecessário, mas aquele prazer mórbido e estranho a deixou sem fala e ela se deixou chupar o cu. Não podia haver nada mais proibido, o próprio pai beijava a bunda dela e se… Esfregava no buraquinho, esticando ele com as mãos, deixando ele dilatado e molhado, sem se importar com aquela invasão. Depois, saboreava toda a fenda desde o começo no quadril até a bunda, uma e outra vez, se encharcando com o suor quente dela.
Teve que segurá-la para evitar que caísse do banco enquanto continuava chupando com força, enquanto ela gozava de novo, dando por encerrada a tão longa preliminar. Se a primeira vez da filha dele tinha que ser memorável, não podia pular nenhum ponto importante: beijos apaixonados, chupada de peitos, cunnilingus e anilingus pra deixar ela bem desarmada e pronta pro prato principal.
— Acho que tô desidratada… quero gozar mais, mas… tô exausta… — Ofegou.
— É normal, te dei meu tratamento mais especial, não é pra qualquer um. Bra? Cê tá bem? — Ele se preocupou ao vê-la meio perdida, como se tivesse levado uma porrada forte na cabeça.
— Preciso de algo que me alimente, cê sabe. Já tá na hora de eu ver um pouco de carne — Disse ela, olhando pro “pacote” crescido debaixo do uniforme do pai. — Isso é tudo real? Chega no seu umbigo!
Ao ver a forma do pau que a gerou ereto debaixo da roupa, ela passou por várias emoções: empolgação, curiosidade, tesão e, por último, medo.
— Isso vai me machucar, não tem como entrar em mim, vai me partir no meio. — A jovem se aproximou do pai pra comparar o tamanho do pau com a barriga dela, imaginando ele dentro dela. Era loucura achar que cabia.
— Te preparei pra que ele entre em todo lugar, confia em mim… — Embora a boca da Bra negasse, o corpo dela queria mais e começou a despir ele, descobrindo o peito trabalhado que beijou com gosto.
— Agora é minha vez de usar a boca, vou te mostrar que sou uma verdadeira saiyajin, digna filha sua… — Prometeu, passando a língua nos mamilos dele com um olhar pervertido. Mas, quando ia tirar o uniforme inteiro dele, foram interrompidos de novo.
O comunicador tocou, fazendo os dois assustar. Quase soltou ki de susto.
- Vegeta, Bra, vocês ainda estão vivos? A comida tá pronta há uma hora, subam ou eu vou levar algo pra vocês. - Anunciou Bulma pelo comunicador ao lado da porta. - Tô preocupada com vocês.
- Tá me zoando?! - A garota se exasperou, batendo o pé com força. - Primeiro a merda da manhã e agora isso!
- Não percebemos, mas já são umas duas. Toma um banho e vamos comer, vão sobrar outras oportunidades. - Ele a tranquilizou, paciente.
- Claro, já que você fez tudo o que queria! Tarado! Me comeu inteira e eu mal vi seu torso, teria visto mais se a gente fosse pra praia de nudismo como da outra vez...
Vegeta não respondeu. Ficar do lado da Bulma e ir pro elevador fez a morena de cabelo azul se irritar como há tempos não ficava. O pai dela a calou enquanto se vestia e avisava a Bulma que estavam subindo, se desculpando.o tempo voa quando você treinaQuando estava saindo, notou a legging destruída jogada de lado e o homem não conseguiu evitar outro impulso de perversão, talvez o mais estranho de todos.
— Bra, vem aqui. — Pediu calmo.
— Agora o quê? Vai me dar um beijo de despedida? — Disse visivelmente ofendida por ter sido invadida em cada milímetro do corpo, mas sem ter uma provinha da carne saiyajin familiar.
Sem mais delongas, ele pegou a legging destruída e esfregou na entreperna da filha como se fosse uma toalha. Passou pela vulva toda molhada até deixá-la seca, e continuou pela bunda e entre os peitos, até nas axilas.
— E isso? Pra que você tá me secando se eu vou tomar banho? Você tem dano cerebral? — Ela se mostrou confusa.
— Não, idiota, só tô pegando uma lembrança. — Disse sorrindo com malícia, guardando a peça encharcada de fragrâncias como se fosse um troféu. — A gente se vê lá em cima, e cuidado pra não dar pistas. Se a Bulma descobrir, não quero nem pensar...
— Ela não vai descobrir, fica tranquilo. — Disse Bra se despindo completamente pra entrar no chuveiro. — E você não precisa pegar isso pra se lembrar de mim. Mais cedo do que pensa, a gente vai fazer. — Prometeu decidida. — Isso não vai ficar assim. — Sentenciou quase como uma ameaça.
…
Como se tivesse um sexto sentido que a deixava alerta, Bulma estava particularmente sensível e observadora sobre os comportamentos e mudanças na filha mais nova e no marido. Fazia comentários curiosos sobre as mudanças no humor da Bra, mudanças na pele, e até no ambiente, como se insinuasse que sentia cheiro de pecado no ar. Para Vegeta, ela só queria provocar a filha a revelar alguma das suspeitas com algum erro...
Repetidamente perguntava se ela tinha namorado, e essa pergunta a deixava nervosa.
Por sua vez, também notava o marido mais fogoso que o normal e comentava isso toda vez que transavam. Dizia que parecia que eles faziam amor como quando se conheceram, como se ele tivesse ficado preso por vários anos e sentido falta do corpo da mulher. - É como quando você voltou à vida depois da sua luta com o Majin Bu, te notei com muita fome… — Observou Bulma, na cama de casal, à noite. Percebia pelo jeito que ele fazia os boquetes nela, como voltava a dar atenção às tetas e à bunda dela que o marido estava com algo estranho. E claro, o tempo. A trepada durava metade e a preliminar o triplo, tinha desbalanceado.
— Se não gosta, posso voltar a fazer como antes. — Ameaçou meio desconfortável, fingindo que estava com sono.
— Não, não, não, de jeito nenhum. É bom que você ainda lembra como se chupa uma buceta. — Disse beijando a bochecha dele. — Até amanhã.
A tensão só aumentava. Por um motivo ou outro, Bulma não os deixava a sós e a garotinha perdia a paciência. Estava irritadiça, impertinente e alterada. Queria algo e só Vegeta sabia do que se tratava. Temia que, no decorrer dos dias, com o peso da rotina, ela explodisse de alguma forma e, como temia, foi o que aconteceu.
Naquela mesma noite, quando já estava dormindo, foi acordado pela sensação inconfundível e prazerosa da masturbação. Estavam esticando o pau mole dele e acariciando a glande com uma mão molhada e quente. Abriu os olhos devagar e viu que sua Bulma dormia ao lado, destapada e pelada, com uma máscara de dormir… dormia ao lado dele.
Surpreso, virou e notou uma figura conhecida ajoelhada ao lado da cama, do lado dele, que o masturbava disfarçadamente, como se quisesse acordar o pau antes dele.
— Bra? Você ficou maluca? — Sussurrou alterado, virando para conferir se Bulma continuava dormindo tranquilamente.
A garota, com a mão livre, fez sinal de silêncio e continuou com seu trabalho na noite. Conforme os olhos do homem se acostumavam com a penumbra, percebia que a filha estava com a camiseta da Capsule Corp que usava pra dormir e uma calcinha bem pequena.
Muito concentrada, babava na cabeça do pau e o masturbava ruidosamente. Aos poucos, foi se aproximando cada vez mais ao sentir o tronco mais duro e, depois de descobrir a glande, lambeu pra provar. Fez círculos na base, na ponta, e passou a língua pelas bordas da pele, como se estivesse limpando. Vegeta virava nervoso pra ver se a esposa não acordava.
Tava encantado com o que tava rolando, mas por outro lado, Bra tava sendo muito sem vergonha naquele jogo.
Quase escapou um gemido quando a jovem deu um beijo na cabeça do pau, alto demais pro gosto dele. Vegeta olhou pro lado de novo, sem conseguir se concentrar, com o pau ainda meio mole, mesmo com a filha masturbando e lambendo. Bra segurou o rosto dele e sussurrou…
- Quero que você olhe só pra mim, ela não vai acordar. - Dando um beijo de língua cheio de sabores que não agradaram tanto. Depois foi descendo de beijinhos até a virilha pra continuar o serviço. Mais concentrado, aceitando o jogo perigoso, tirou a camiseta da filha pra soltar aqueles peitos lindos e virou de lado pra ela chupar mais confortável, sem tirar os olhos dela. Ela devolvia o olhar, toda tarada.
Só de ver Bra balançando a cabeça e o prazer de sentir a glande na boca, sendo lambida com gosto, já fez efeito: o pau endureceu, ficou igual a um mastro apontando pra boca da filha, que lambia e engolia sem parar.
As respirações ficaram mais pesadas à medida que o boquete ficava mais gostoso pros dois. A novinha balançava a cabeça, toda empolgada de ter o pau do pai batendo até a garganta, e começou a se tocar na virilha. Vegeta, já no limite, se concentrava pra não gozar e segurar a onda diante do puta tesão da situação.
Levantando uma perna, guiou a cabeça de Bra até as bolas dele, e ela lambeu com gosto, uma por uma, com devoção, pegando elas com as mãos e enfiando na boca sem tirar os olhos dele, como quem dizolha pra mim, tenho suas bolas na minha boca, papaideixando-os brilhantes e babados. Sem um pingo de vergonha, chupou a fábrica que a criou e foi passando a língua do escroto até o tronco, chegando na cabeça, pra recomeçar com a típica cabeçada funda.
Vegeta, o mais silencioso que conseguiu, sentou pra pegar a cabeça da filha e controlar o ritmo do jeito que queria, com uma mão nos cabelos dela e outra na nuca. A garota relaxou e deixou usar a boquinha dela como bem entendesse, Vegeta esfregou a cabeça vermelha e latejante contra a parte de dentro das bochechas da filha, contra os lábios dela e até bateu na cara dela com o tronco, vendo o quanto ela era grande em comparação. Depois Bra retomou o controle e continuou mamando ele, cada vez menos preocupada em ser silenciosa. Tentava engolir ele inteiro sem conseguir e se engasgava, tossindo baba pra todo lado, a cabeça chegava no fundo da boca dela estimulando a produção de saliva, deixando tudo encharcado e grudento.
Os dois viravam toda vez que Bra se engasgava, pra ver se Bulma tinha acordado, mas ela continuava dormindo, e seguiram com o joguinho noturno, onde Bra se levantava pra sussurrar uma ideia no ouvido dele.
- É muito grande, me engasgo, melhor usar meus peitos...
Vegeta não podia acreditar, sem dúvida, ela tinha herdado da mãe o gene da paixão, pensou enquanto a filha cuspia várias vezes no pau e nos peitos dela sem tirar o olhar pervertido. Enrolou o pau entre os peitos e começou a se mexer pra masturbar ele com a fricção molhada entre as tetas dela, bem apertadinhas contra o tronco.
A temperatura aumentava, assim como a velocidade. A lubrificação com saliva passou a deixar a ação áspera e a garota continuou cuspindo, engrossando a baba entre as tetas dela formando uma pasta esbranquiçada. De vez em quando, abaixava a cabeça até a ponta pra lamber a cabeça enquanto as tetas dela masturbavam ele.
A visão da filha tão devota ao pau, ao pai dela, tão comprometida com o sexo mesmo sendo incesto, mesmo sendo proibido e até com a mãe presente na quarto, injetou uma quantidade irracional de prazer em Vegeta, que em um segundo se levantou, pegou seu pau e se descarregou até a última gota de porra na boca e no rosto de Bra, que com a boquinha aberta, recebeu jatos e jatos do esperma grosso.
Quase como se fosse um ejaculador múltiplo, o vigoroso saiyajin deixou sua filha banhada, com jatos no cabelo, nas bochechas e em um olho, claro, a maior parte tinha entrado na boca, que estava inundada pela substância cremosa e escorria pelo queixo. Ela estava tão cheia que mexeu a língua e um jato grande escorreu para os peitos dela.
A razão voltou a Vegeta depois de ter cometido o ato. Não podia acreditar que estava ali, de pé, ao lado da cama de casal, com a filha encharcada de porra e a boca cheia dessa substância. Após alguns momentos de agonia, ele indicou para a filha se levantar e ela obedeceu.
Vegeta colocou um dedo no queixo dela e fechou sua boca. Bra entendeu o recado e engoliu o conteúdo. Viu seu pescoço grácil se dilatar três vezes, era tanta porra que ela engoliu em três partes para não se engasgar. Em seguida, seu pai juntou os jatos de cum espalhados pelo rosto dela e colocou tudo carregado na boca de Bra, que chupou bem devota.
- Tava muito tasty, papai. - Sussurrou no ouvido dele depois de sair e deixar o quarto como uma sombra. Vegeta ficou de pé, sem conseguir entender como tudo tinha acontecido tão rápido. O que ele achava que era uma possibilidade remota, uma chance mínima num horizonte distante, uma tradição esquecida desenterrada por seus desejos perversos, tinha acontecido em questão de dias e mais satisfatório do que ele jamais imaginou. Os saiyajins deviam guiar seus filhos no sexo, deviam ser os primeiros a ensiná-los a amar e era isso que estava acontecendo com Bra. Ele garantiria que a primeira vez dela fosse memorável.
- Ela chupa melhor que eu? - Perguntou uma voz conhecida atrás dele.
Vegeta se virou achando que estava alucinando, mas não. Bulma Acendia um cigarro no conforto da cama, relaxada, nua, e soltava a fumaça com sensualidade.
— E então? Não vai me dizer que não percebi nada?
— Bulma… Eu posso explicar, tudo aconteceu muito rápido. — Tentou se desculpar, vendo uma tempestade como nunca tinha visto antes, uma que não podia machucar seu corpo, mas sim seu espírito.
— Notei que algo estranho estava rolando, talvez você tenha esquecido, mas tenho câmeras na casa toda, até na…
— Sala de gravidade. — Percebeu com pavor, sentando na cama, se sentindo derrotado de um jeito que nunca tinha se sentido.
— Vi que demoraram pra subir pra almoçar, e quando olhei a câmera, não encontrei vocês treinando, mas pude ver vocês atrás da parede de vidro, mesmo vendo só as silhuetas borradas, não era difícil sacar o que tava rolando.
— Não vai acontecer de novo, tive uma… fraqueza, fui um inseto, fiquei obcecado com, eu não…
Vegeta se interrompeu, sua esposa sentou do lado dele, parando seus balbucios, passando um braço sobre o ombro dele. Talvez fosse tentar estrangulá-lo. Ia virar uma situação muito chata, ela não podia machucá-lo fisicamente e ele jamais colocaria a mão nela. Esperava que ela conseguisse controlar o gênio.
— Meu Vegeta, depois de tantos anos, depois de viver tanta coisa, não conhecia esse seu lado tão… divertido.
— Divertido? Você devia estar furiosa, não sei como conseguiu ficar tão calma depois de nos ver pela câmera, como agiu esse tempo todo. O que você tá tramando?
— Melhor dizer o que você tá tramando. — Retrucou — E não respondeu minha pergunta. Quem chupa melhor?
Vegeta virou pra olhar nos olhos dela. Sua Bulma brilhava de um jeito único, mal iluminada pela luz que entrava pela janela, não parecia brava, furiosa, agressiva, pelo contrário, parecia interessada, curiosa, quase como ele quando a conheceu. Ela soprou a fumaça no rosto dele, esperando.
— Precisa de umas lições, tem garra e vontade, mas não tem a experiência. — Respondeu por fim. Calmo, percebendo que as coisas não estavam saindo como ele imaginava.
- Dizem que as paredes têm ouvidos, mas eu prefiro a cama. A cama fala. Esses dias você me deu uma surra como não fazia há anos, seu safado. Agora sei por que tanta intensidade.
- Estava pensando em você! Talvez isso tenha me excitado, mas não preciso pensar em…
- Eu sei, idiota. – Ela o interrompeu, colocando um dedo nos lábios dele. – Do meu ponto de vista, todo mundo sai ganhando. Você tem seu fetiche, eu tenho o que preciso à noite, e aquela pequena pervertida mata a vontade dela…
- Você deveria estar furiosa, você é muito ciumenta. – Ele admitiu, surpreso. Tinha sido uma noite cheia de surpresas.
- Era ciumenta. – Ela afirmou. – Fui transformada em chocolate, soube que você se sacrificou por todos, fui espancada por um Deus e fiquei com o coração na boca durante a porra toda do torneio do poder. Você acha que depois de tanta merda eu vou criar esse drama todo?
Vegeta, muito mais calmo com a confissão, contou para Bulma sobre o antigo costume dos saiyajins.
- Você não precisa inventar uma tradição primitiva pra se desculpar, seu filho da puta. – Ela o repreendeu enquanto dava as últimas tragadas no cigarro.
- Quem dera fosse invenção. Sinto que nesses últimos dias, aquilo que eu sabia mas não era importante, parece que cresceu, como se tivesse despertado.
A esposa dele acendeu a luz, sentou-se para fechar a porta e foi até algumas gavetas. Vegeta notou como as curvas dela eram lindas, sua voluptuosidade, quão sortudo ele tinha sido por, além de ter tudo o que desejava, ela ainda perdoava tamanha putaria, e até incentivava.
- Me deram isso como reconhecimento pelos meus inventos há um ano. – Mostrando dois ingressos. – Não dei importância porque temos nosso cruzeiro, nossa ilha, e além disso você não é muito romântico, mas acho que agora tem alguém com quem aproveitar e pode usar.
Eram dois ingressos para uma viagem de cruzeiro de luxo chamado Neptunia. Vegeta não entendeu direito e olhou para ela confuso.
- São para você. E aí, bra, tonto. Se é uma tradição do teu povo, acho que o mínimo que posso fazer é ajudar. Afinal, você se adaptou às tradições humanas. Aniversários, horários, decoro, tomar banho todo dia…
- Por que você tá fazendo isso? Pensei que ia te dar nojo e nem te desarrumou. – Ele tentou entender, confuso. Ainda achava que tinha alguma pegadinha. – Se o cruzeiro explodir, não vai me matar. – Bulma riu pra caramba.
- Às vezes você é tão tonto quanto o Goku. – Ela comparou, deixando ele puto. – Olha, não achei que você fosse tão...flexível— Entendeu? Quero que você se divirta, enquanto eu vou ter umas aventuras aqui e ali, e quando você voltar, tudo volta ao normal. — Ela sugeriu quase rindo enquanto acendia outro cigarro.
— Não tô entendendo.
A de cabelo azul franziu a testa. Sem dúvida, ele podia ser burro que nem o Kakaroto.
— Vou considerar isso como um passe livre, te perdoo pelo que fez, mas não vou ficar de braços cruzados, e eu também vou me divertir. Agora ficou claro?
— Se você queria incluir um terceiro na diversão ou fazer uma suruba, devia ter me falado. — Ele admitiu, corado. Essa conversa devia ter rolado anos atrás. Embora Vegeta falasse com ela numa boa (na intimidade), tinha uns assuntos que ele custava a expressar.
— Essa é a questão, não achei que você fosse levar numa boa nem que fosse do tipo que tem aventuras. Digamos que você ficou muito mais interessante, e agora você sabe. Ah, e mais uma coisa: quando você voltar da sua aventura, a gente recomeça do zero e conta tudo um pro outro, sem segredos, sem tradições antigas, nem nada. Entendido? — A esposa impôs a condição enquanto se deitava.
Vegeta sorriu.
— Sabe, tanta conversa, tanta surpresa, me tiraram o sono. — Ele disse, olhando pra ela de outro jeito e se aproximando devagar, cheio de malícia.
— Mmmm, gostei da sua atitude. Espera aí que eu apago o cigarro. Vou te lembrar o que é uma profissional…
— Não vai ser necessário. Vou te pedir desculpas por ter segredos do único jeito que sei…
— Boa ideia, esse é o Vegeta com quem eu casei. — Ela sorriu, soltando uma longa baforada de fumaça enquanto seu marido intrépido beijava seu pescoço, seu peito, seus seios, e continuava descendo cada vez mais até seu destino favorito.
— Uma falha dessas no nosso casamento vai te custar, digamos, pra ser generosa, 30 minutos de sexo oral. Combinado?
— Acende outro cigarro, não vou te soltar até o amanhecer…
Valeu por ler! Já tô trabalhando em outra fanfic de DB com outros personagens, não quero dar spoiler, mas uma dupla conhecida e uma milf vão ser as protagonistas (:o)
Se curtiram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês tão afim desse tipo de história!
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.html
Trouxe pra vocês um novo fanfiction do anime Dragon Ball. Os acontecimentos se passam vários anos depois do que rolou em Super e no filme do Broly. Todos os personagens são maiores de idade.
Espero que curtam essa 2ª e última parte da história picante entre Vegeta e a filha dele 😉
Vegeta confirma todas as suspeitas dele durante o treino na sala de gravidade com a Bra. O que começa como uma brincadeira safada, termina com os dois sem controle, transando sem saber se vão conseguir segurar os impulsos que tão sentindo.
Protagonistas: Bra




A nova sala de gravidade era subterrânea. Chegava-se nela por um elevador que descia sessenta metros abaixo da Capital do Oeste. Era um cômodo retangular tão comprido quanto a Sala do Tempo do Senhor Kami-Sama. Separada por uma parede de vidro, tinha armários, vestiários e chuveiros no que parecia uma academia de clube. Uma porta blindada impedia o acesso de qualquer um que não fosse ele, por isso, sua filha o esperava num banco.
- Finalmente! - Reclamou com toda razão. - A gente ia treinar cedo e já são 11 horas. - Jogou na cara dele com um dedo acusador.
- Você tem os mesmos trejeitos que sua mãe. - Reconheceu enquanto pegava uma armadura de um armário e apoiava a mão na tela de reconhecimento digital. A porta se abriu e eles entraram.
Vegeta vestiu as luvas de batalha enquanto observava com desaprovação o uniforme da filha. Ela usava um top branco em cima e uma legging preta super justa embaixo que não deixava nenhuma curva pra imaginação. Lembrou ele da Videl na 25ª edição do Torneio de Artes Marciais. Embora não fosse uma roupa que ele aprovasse, certa parte do corpo dele achava a silhueta dela uma delícia.
- Repito pra você: é melhor ter cabelo curto pra lutar e usar uniforme saiyajin. Até a Videl entendeu isso.
- E eu repito que essas roupas são horríveis. - Respondeu com arrogância, se posicionando pro treino. - Então, qual vai ser o teste hoje? Mais gravidade? Teste de velocidade?
- Primeiro tem que alongar, é importante, principalmente pra iniciantes, pra evitar lesões. - Explicou didático. - Você devia ter feito enquanto me esperava.
- Me alongar? - Reclamou. - Quero lutar! Não acho que você ou o Goku alonguem antes de uma briga... Por acaso você falou pro Toppo: 'espera aí, antes de começar a luta preciso alongar pra não me machucar'? - Zombou dele com certa graça, fazendo ele rir.
- O Goku e eu temos anos de experiência em batalha, estamos além dessas lesões tão simples. Se você quer chegar no nosso nível, vai ter que fazer direito. as coisas. — explico, secante.
— Muito bem, me diz, por onde eu começo.
Vegeta deu uma revisada em todo o repertório de alongamentos que a filha conhecia, enquanto observava da sala de controle no centro do cômodo.
Ele a viu com atenção fazer pontes, onde, deitada de barriga pra cima, ela levantava a virilha e a barriga nua, marcando tudo. Vegeta indicou que ela devia levantar mais o ventre, colocando a mão nas costas dela e erguendo-a aos poucos, vendo como o umbigo subia cada vez mais.
— E sempre com a cabeça e os pés bem apoiados. Fica assim por uns dois minutos. — sugeriu sem tirar os olhos dela.
Depois, a garota esticou as panturrilhas com a ajuda do pai, que segurava um pé dela no alto, alongando os músculos de uma perna e depois da outra. Vegeta olhou de perto, sem um pingo de disfarce, a calcinha revelando os contornos mais íntimos a cada alongamento, bem pertinho dele. Ela, corada, percebeu.
— Tá doendo? — perguntou ele, se fazendo de desentendido. — Sente como tensiona? — disse colocando a mão na parte de trás da perna dela, apertando de leve, palpando a carne macia numa massagem disfarçada.
— Sim, tá durinho, dói bem pouco. — respondeu num tom parecido com o que usou na noite anterior.
Bra passou então a alongar os peitorais. Ajoelhada no chão, se inclinou pra baixo com os braços esticados como se estivesse rezando, levantando a bunda redonda na direção do pai, cada vez mais surpreso com o que ela fazia e como ele curtia aquilo.
— Já passou um minuto, agora faz um alongamento de isquiotibiais, em pé, com os braços esticados na direção dos pés…
— Tá bom. — falou sem se importar que a bundinha dela apontasse de novo pra Vegeta, dessa vez de um jeito mais insinuante.
— Tá cada vez mais difícil. É normal eu ter cansado só com isso? — perguntou sem largar a pose, embora as pernas tremessem e o suor escorresse pela testa dela.
— Você não percebeu, mas eu fui aumentando a gravidade de Pouco, não. Tá cinco vezes maior que a TerríBooty. — Ele admitiu.
— Por isso! — Ela falou sem um pingo de raiva. Parecia super focada no treino… ou em algo mais. De vez em quando, ela se concentrava no que fazia igual ao pai.
Depois de um minuto, Vegeta deu por encerrada a preparação e propôs as regras do treino.
— Se conseguir me acertar com essa gravidade, coisa que nunca aconteceu até hoje — (não precisava jogar na minha cara, pai) — vou te levar pra fazer compras. Mas, dessa vez, a cada cinco minutos, eu posso dar um ataque. Assim você aprende a controlar o tempo da luta e a desviar. Combinado?
— Não quero ir fazer compras, tenho de tudo. — Ela disse, com toda razão, já que vinha de um aniversário espetacular. — Se eu conseguir te acertar… hum… você vai ter que fazer uma prenda. — Ela decretou, lasciva. — A que eu quiser.
— Uma prenda? Um desses joguinhos idiotas de terráqueos, é? — Perguntou interessado enquanto ajustava a gravidade em X10. — Então não vou deixar me acertar, não vá que você peça algo complicado de cumprir…
Assim que largou o painel de controle, viu um punho vindo na direção do rosto dele. Bra se jogou no ataque sem esperar ordem, de surpresa, desferindo golpes de forma bruta e lenta (para o gosto dele) pela esquerda, pela direita, chutes altos, chutes baixos, tentou dar um tackle e Vegeta pulou por cima com facilidade…
— Você vai se cansar se fizer movimento demais, já sabe. — Disse de braços cruzados, desviando de golpes que nem eram dignos dos primeiros treinos do Trunks.
— Essa era a ideia! — Num milésimo, Bra lançou um soco ascendente do chão, que quase acertou a bochecha do Vegeta e soltou uma coluna de ar quente que o saiyajin sentiu. A garota estava atacando de propósito de forma desordenada pra deixar ele confiante e conseguir dar um golpe de verdade de surpresa, em alta velocidade.
— Estratégia muito boa, mas já vi isso antes. — Disse desviando de golpes furiosos. Sem dúvida, a garota tinha ficado sem um plano B e se Desesperou muito rápido. - Gravidade aumentada para X15 - Ordenou forte e claro.Gravidade aumentada em 15 vezes. - Anunciou uma voz computadorizada.
Embora Vegeta não sentisse, o corpo inexperiente de Bra sentiu uma mudança atmosférica importante. Seus golpes ficaram ainda mais lentos e pausados, ela começou a ofegar e sentir o rigor do treinamento. Após vários minutos em que Vegeta decidiu não contra-atacar, a garota passou dos socos para os chutes, ele nem precisava bloqueá-los, conseguia desviar agachando e pulando.
De surpresa, Bra caiu dura no meio de um ataque, gritando de dor. Lembrou aquele esporte estranho da Terra em que onze homens corriam atrás de uma bola e caíam no chão como se estivessem mutilados ao menor toque.
- Aaaah, minha panturrilha! - Agarrando a própria perna no chão. - Você não devia ter me feito alongar com a gravidade aumentada!
- Mentira, você não pode ter se machucado com tão pouco. Levanta. - Ordenou, prevendo que era uma jogada suja. - É inacreditável que você se machuque.
- Acha que eu brincaria com isso? - Disse enquanto mostrava a perna. Seus olhos estavam lacrimejando e ela esfregava a panturrilha com fervor. - Não consigo me mexer, toca aqui, acho que é uma distensão.
- Tá brincando? Não é possível, você é saiyajin! Nem vi o fraco do meu irmão se machucar uma vez... - Desaprovou Vegeta, que, enternecido pelo gesto de dor de Bra, se abaixou para tocar a perna dela. - Não sinto nada machucado, não é cãibra nem...
- Sem dúvida tem algo machucado... Seu nariz!
A pequena traíra acertou com o punho o rosto de Vegeta e ele, como vítima de um ato reflexo, recuou. Seu nariz estava bem, não tinha sido ferido, no entanto, ele conhecia as regras e tinha caído na armadilha dela, saindo com o orgulho mais ferido que o rosto.
Vegeta se levantou. Sua filha estava de pé, balançando nas pontas dos pés como uma boxeadora, espirrando suor pelo cansaço, mas sorrindo satisfeita.
- Tá bravo? Não fica bravo! Era o mínimo que eu podia fazer por ter olhado pra minha bunda desse jeito babaca.
- Você vai precisar de mais que um ataque sujo. Pra me machucar, Bra.— Agora em guarda, decidido a ir pra valer.— E aliás, você me pediu pra não ficar bravo. Feito. Agora a aposta tá resolvida.
— Quê?! Não é assim que funciona, seu trapaceiro! — Reclamou, perdendo a guarda e fazendo uma pose parecida com a que a Bulma usava quando ficava puta (braços esticados pra baixo, rígidos e com os punhos fechados)
— Você não é a única que sabe usar a tramoia, agora vai ver, se prepara. — Anunciou sem cerimônia, usando sua pose clássica de luta e começando o treino, dessa vez, pra valer.
Bra se esforçou pra machucar ele e conseguir a tão desejadagostosasem sucesso e, além disso, a cada cinco minutos, levando ataques de Vegeta em forma de ki saindo dos dedos dele, como se fossem uma pistola. Ela sentiu elas bem quentes, mas controladas, não conseguiam machucá-la; na verdade, muitas vezes nem sentia essas rajadas de ki. Pra ela, ele só estava marcando o ritmo.
Conforme a gravidade e a temperatura do ambiente aumentavam, Bra levou dezenas de impactos sem sequer conseguir acertar um golpe no pai. Depois de uma hora de luta intensa, onde a jovem deu tudo de si, mais do que nunca na vida, Vegeta deu o treino por encerrado e desligou o gerador de gravidade com um sorriso estranho.
- Wooaa, sinto que tô voando agora. - Disse ela, ofegante de cansaço, mas com muita vitalidade. No entanto, percebeu algo que durante a batalha não tinha notado. - ¡Qué?! ¡Tô quase nua! - Disse, cobrindo um peito e parte do quadril.
A legging dela estava rasgada nas laterais e na perna, enquanto o top só cobria metade do torso, deixando a outra metade exposta. A sala de gravidade estava cheia de retalhos de roupa espalhados por todo lado, que tinham se soltado com os raios de ki do pai.
- ¡Você me deixou nua! ¡E destruiu minha roupa de ginástica! ¡Você é o pior! - Gritou que nem uma louca enquanto se virava e percebia que a bunda estava de fora; pra piorar, o elástico estava cortado e a peça ameaçava cair.
Vegeta manteve a calma, observando ela brava. Ela era adorável quando ficava com raiva, talvez mais que a Bulma dele.
- Meu treino consistia em calibrar meu poder pra não te machucar; foi um acidente que sua roupa não aguentou igual seu corpo. - Ele se desculpou, provocando mais chiliques. - De qualquer forma, acho que você esqueceu, mas eu disse que tinha um presente pra você e que daria hoje. Vai em frente.
- ¡Não senhor! ¡Vai você primeiro, senão vai ficar olhando minha bunda, tarado! - Reclamou, vermelha que nem um tomate. Vegeta sorriu, satisfeito com o efeito causado...
Vegeta abriu um armário e tirou uma caixa dele, que entregou à filha. Ela pegou rápido com um braço só, tentando não se expor.
- Ontem à noite você não estava tão recatada. - Observou ele, vendo ela tirar um traje saiyajin da caixa. Era um conjunto de uma peça só, azul, parecido com um maiô, mas tinha uma armadura no peito e nos quadris, além das clássicas botas e luvas brancas. - Isso vai aguentar muito mais do que o que você estava usando.
- Bom, esse modelo não é nada mal. - Disse ela, se modelando na frente de um espelho com o conjunto colado no corpo, conferindo que servia direitinho. - Não é como os outros que você me mostrou, que parecem macacão de mecânico... tô gostando. - Admitiu. - Mas, sinceramente, esperava outro presente.
- O que você esperava? - Vegeta se aproximou e, por trás, colocou as mãos nos ombros dela, sentindo o corpo quente contra o dele, o cheiro do corpo dela suado de esforço, o calor da pele. Cada vez mais ele tinha certeza de que certos genes saiyajin estavam levando os dois direto pro incesto.
- Essa manhã eu ia matar minha curiosidade. - Sussurrou Bra, se virando. - Até a mamãe chegar e atrapalhar, pra ser sincera, eu esperava poder brincar de outra coisa. - A pequena safada virou a cabeça, os lábios quase roçando os do pai.
- Sua mãe usava um traje assim, bem parecido, à noite, quando eu acabei de me mudar pra cá. Me deixava louco... - Confessou ele. - Veste isso, vou te dizer em quem fica melhor, e aí a gente vê se eu te ensino uns truques novos.
Bra, toda corada, sabendo que o que tava rolando fugia de qualquer roteiro, concordou sem ter coragem de beijá-lo e foi até um provador de vidro, roçando o corpo musculoso do pai. Não demorou muitos minutos até uma mão sair do provador segurando o top dela destruído, soltando ele. Depois veio a legging, que também foi largada no chão, e o pai teve uma ideia obscena...
Vegeta, sentado num dos bancos na frente dos armários, num surto de luxúria, pegou a legging e aspirou fundo. Força, respirando através da roupa, se embriagando com o perfume adocicado da intimidade da filha, esfregando no nariz a área que até segundos atrás estivera contra a buceta dela.
Embora respeitasse os costumes terráqueos de higiene, como todo bom guerreiro, apreciava o suor feminino, especialmente se tivesse suado depois de uma luta. Era algo no sangue dele, algo nos genes que o fazia perder a razão diante de detalhes como uma buceta suada e uma pele ardente.
Exatamente quando Bra saiu com a vestimenta saiyajin, Vegeta jogou a legging de lado. Ela estava linda pra caralho, com o azul característico, as botas e luvas brancas, e a armadura do peito. Na cintura, tinha duas peças de proteção nas laterais.
— E aí? Fica tão bom em mim quanto na mamãe? — Perguntou, posando para ele como uma modelo. O pai dela a observou de cima a baixo, das botas até o olhar lascivo. A garota se aproximou dele, insinuante, passando uma perna de cada lado do banco, expondo uma entreperna que o traje marcava perfeitamente.
Ela tinha duas montanhinhas discretas e depiladas, que brilhavam de tão molhadas. Vegeta ficou com água na boca.
— Não consigo decidir, pelo menos até você se virar… — Disse ele, igualmente lascivo, prestes a se jogar em cima. A filha, obediente, se virou, mostrando a bunda perfeita e redonda.
— De qualquer forma, essas peças estão meio desconfortáveis… vou tirá-las. — Falou, e removeu as proteções da cintura. — Agora que pensei, não vou lutar, já que a armadura fica bem em mim, vou tirar também. Tô fervendo.
Diante dos olhos do pai, de costas para ele, ela esticou a couraça e a jogou de lado. Vegeta colocou as mãos nas pernas dela, tão jovens quanto firmes, se aproximando da bunda.
— O que você diz agora, hein? Em quem fica melhor?
— Que minha Bulma me perdoe, mas nunca foi tão firme quanto você. — Ele a admirou como se fosse um estranho, apertando as pernas dela e subindo em direção às nádegas. portentosas, que massageei sem nenhuma contenção. Em seguida, pegou a parte do uniforme que cobria a bunda e puxou pra cima, fazendo o tecido se enfiar entre as nádegas, deixando as duas bandas nuas pra ele. Vegeta tirou as luvas e massageou a bunda com as mãos nuas, sentindo o calor da pele, os poros, o peso de cada bandido proibido ao balançá-los.
- Tá gostando do que vê, né? Cê acha que vou fazer sucesso com os caras com essa bunda? – Disse toda excitada com o jeito que o pai tava apalpando as nádegas dela. Vegeta pegou ela pela cintura e sentou no colo dele, deixando ela colada nele, virou o rosto dela e começou a beijá-la.
Os lábios do homem envolveram os da filha e chuparam a boca dela enquanto as mãos começavam a subir pela barriga lisa dela, rumo aos peitos. A pequena saiyajin era bem rústica pra beijar, o pai percebeu o quanto ela era inexperiente, parecia um peixe fora d'água querendo respirar, embora isso facilitasse ele meter a língua.
- Falei que ia te ensinar umas coisas, e uma é que é bom começar pelos lábios com o homem. – Soltou num gemido, enfiando a língua na boca dela. As duas línguas se enroscaram bem molhadas, trocando saliva como se estivessem se banhando uma na outra, o homem sempre que podia agarrava a língua da filha com os lábios, chupando como se fosse um doce. Bra se deixava chupar extasiada enquanto começava a se esfregar no pai e ele, descobria os peitos dela e esfregava os mamilos eretos. Não planejava beijar ela tanto, mas por ser a boca da filha, tinha um gosto especial que fez ele aproveitar os chupões mais do que devia.
- Depois, se você gostar do beijo, pode deixar ele passar pros peitos… – Sugeriu e sem escalas, deixando a boquinha dela toda babada, passou a lamber os mamilos, sugando como se bebesse deles.Ahhh, ahhh, ahhh—Isso é bom demais… — gemeu ela, com a boca toda brilhante, sem se importar de babar enquanto o pai sugava seus mamilos, especialmente o que tinha o piercing, que endurecia numa mistura inédita de dor e prazer enquanto a língua poderosa do homem batia no mamilo dentro da boca dele e mexia o brinco de um lado pro outro.
— Papai, você tá me devorando, pelo menos me deixa tomar um banho… — falou com um dedo na boca, se fazendo de inocente. O pai continuava chupando os seios dela e esfregando o rosto na pele suada.
— Suor é símbolo de uma guerreira e pra um saiyajin é como perfume. — sussurrou enquanto massageava os peitos dela por trás, todos molhados, e passava a língua pelo pescoço.
— Cê gosta de sexo sujo, não gosta, papai? Sua boca cheira à minha buceta, me pergunto por quê. — notou, agarrando o pênis ereto dele por cima do uniforme azul. — Mais alguma lição pra me ensinar ou era só uma desculpa pra chupar meus peitos?
— Você ainda tem muito que aprender. — se desculpou entre um beijo e outro. — Me preocupa que qualquer zé mané atrapalhe seu julgamento e você estreie com ele. A primeira vez é importante pros saiyajins.
Vegeta a virou e, de frente, a beijou de novo, ainda mais obsceno que da primeira vez, língua com língua, abraçados e suados como se fossem dois amantes apaixonados. A mão do pai foi vagando até chegar na buceta, que apalpou por fora, sentindo cada lábio, o clitóris duro e a umidade ardente.
— Você quer que seja comigo, não é? — gemeu Bra, sentindo os dedos fortes e grossos massageando o clitóris. O corpo dela dava um choque cada vez que a mão roçava aquela área tão erógena… — Tudo bem, quero que me ensine tudo… — pediu.
— Só quero que seja memorável. Não cometa o erro da sua mãe. — disse sem parar de massagear a boceta dela. — Ela me contou tudo, e não foi digna de ser lembrada. Talvez a segunda, a terceira, ou as seguintes, mas a mais importante foi um desastre pra ela. Tá me entendendo, Bra?
— Ele explicou como se não tivesse fazendo nada de errado, como se a voz dele fosse automática e as mãos taradas fossem de outro corpo.
— Linda desculpa, mas acho que não vou esquecer isso nem o que está por vir…
— Ela aceitou, abraçada nele.
— Tá bom, me mostra o caminho. Faz valer a pena, papai.
— Sussurrou no ouvido dele.
Vegeta puxou o pano que escondia a virilha dela, vendo ela toda nua, em toda a sua glória. A buceta dela era lisinha, depilada, virginal, brilhante — dava pra pensar em mais uns dez adjetivos, mas o mais marcante era o quanto ela tava ardendo. O cheiro grudou nos dedos dele e puxou ele igual um afrodisíaco. Deitando no banco, ele acomodou ela em cima da boca e chupou com gosto.
Ele sorveu os sucos dela e lambeu de cima a baixo, do clitóris até o cu, a língua entrando em cada fresta, tão molhada que até espirrava. Até o nariz dele parecia dar prazer, aspirando ela cada vez que se afundava, se encharcando com o que havia de mais íntimo no corpo dela.Ahh, ahhh, ¡Siiim, sim! Aí,ahhhh, ahhh!Mmmm- Ela gemia em todos os idiomas possíveis enquanto balançava o quadril contra a boca do pai, que chupava como se não houvesse amanhã. Com uma das mãos, ele começou a segurá-la para que ficasse quieta e, com a outra, esfregou o clitóris dela para que ela gozasse compulsivamente em cima dele.
Extasiado pelo sabor daquela bucetinha proibida, ele enfiou a língua o mais fundo que a biologia humana permitia dentro da vulva e a fez girar como se quisesse bater cada suco interno. A filha se mexia como se levasse um choque elétrico, revirou os olhos e, em poucos segundos, gozava de novo, e de novo, e de novo, espirrando seus fluidos sexuais para todos os lados enquanto gritava de prazer. O pai parecia se alimentar de cada orgasmo, deixando a boca encher do elixir mais exótico…
- Isso é só um aperitivo, é só a preparação para o prato principal. Você deve exigir do seu futuro homem que seja assim, sempre, toda vez que transar, sem desculpas, senão esse homem não é para você. - Recomendou ele, enquanto a virava (sem largar nem um segundo a massagem vaginal com a mão), deixando ela de bunda em cima dele.
- Papai, o que você está fazendo? - Embora estivesse bem claro o que ia rolar, com ele ali embaixo, as mãos abrindo a bunda dela… a ingênua pensou que talvez ele só quisesse dar uma olhada.
- Qualquer um pode chupar uma buceta, mas seu homem, além disso, tem que chupar seu cu, todo dia, sem desculpas, isso é uma prova de apreço e hombridade imbatível que você deve exigir sem falta.
- Vou anotar, mas você não precisa… ah! Papai, isso é…!
Bra ficou sem palavras assim que a língua do pai lambeu o orifício dela, bem no centro, fazendo círculos como uma pequena furadeira que quisesse entrar. Talvez a jovem quisesse dizer que era nojento, estranho, pouco higiênico ou desnecessário, mas aquele prazer mórbido e estranho a deixou sem fala e ela se deixou chupar o cu. Não podia haver nada mais proibido, o próprio pai beijava a bunda dela e se… Esfregava no buraquinho, esticando ele com as mãos, deixando ele dilatado e molhado, sem se importar com aquela invasão. Depois, saboreava toda a fenda desde o começo no quadril até a bunda, uma e outra vez, se encharcando com o suor quente dela.
Teve que segurá-la para evitar que caísse do banco enquanto continuava chupando com força, enquanto ela gozava de novo, dando por encerrada a tão longa preliminar. Se a primeira vez da filha dele tinha que ser memorável, não podia pular nenhum ponto importante: beijos apaixonados, chupada de peitos, cunnilingus e anilingus pra deixar ela bem desarmada e pronta pro prato principal.
— Acho que tô desidratada… quero gozar mais, mas… tô exausta… — Ofegou.
— É normal, te dei meu tratamento mais especial, não é pra qualquer um. Bra? Cê tá bem? — Ele se preocupou ao vê-la meio perdida, como se tivesse levado uma porrada forte na cabeça.
— Preciso de algo que me alimente, cê sabe. Já tá na hora de eu ver um pouco de carne — Disse ela, olhando pro “pacote” crescido debaixo do uniforme do pai. — Isso é tudo real? Chega no seu umbigo!
Ao ver a forma do pau que a gerou ereto debaixo da roupa, ela passou por várias emoções: empolgação, curiosidade, tesão e, por último, medo.
— Isso vai me machucar, não tem como entrar em mim, vai me partir no meio. — A jovem se aproximou do pai pra comparar o tamanho do pau com a barriga dela, imaginando ele dentro dela. Era loucura achar que cabia.
— Te preparei pra que ele entre em todo lugar, confia em mim… — Embora a boca da Bra negasse, o corpo dela queria mais e começou a despir ele, descobrindo o peito trabalhado que beijou com gosto.
— Agora é minha vez de usar a boca, vou te mostrar que sou uma verdadeira saiyajin, digna filha sua… — Prometeu, passando a língua nos mamilos dele com um olhar pervertido. Mas, quando ia tirar o uniforme inteiro dele, foram interrompidos de novo.
O comunicador tocou, fazendo os dois assustar. Quase soltou ki de susto.
- Vegeta, Bra, vocês ainda estão vivos? A comida tá pronta há uma hora, subam ou eu vou levar algo pra vocês. - Anunciou Bulma pelo comunicador ao lado da porta. - Tô preocupada com vocês.
- Tá me zoando?! - A garota se exasperou, batendo o pé com força. - Primeiro a merda da manhã e agora isso!
- Não percebemos, mas já são umas duas. Toma um banho e vamos comer, vão sobrar outras oportunidades. - Ele a tranquilizou, paciente.
- Claro, já que você fez tudo o que queria! Tarado! Me comeu inteira e eu mal vi seu torso, teria visto mais se a gente fosse pra praia de nudismo como da outra vez...
Vegeta não respondeu. Ficar do lado da Bulma e ir pro elevador fez a morena de cabelo azul se irritar como há tempos não ficava. O pai dela a calou enquanto se vestia e avisava a Bulma que estavam subindo, se desculpando.o tempo voa quando você treinaQuando estava saindo, notou a legging destruída jogada de lado e o homem não conseguiu evitar outro impulso de perversão, talvez o mais estranho de todos.
— Bra, vem aqui. — Pediu calmo.
— Agora o quê? Vai me dar um beijo de despedida? — Disse visivelmente ofendida por ter sido invadida em cada milímetro do corpo, mas sem ter uma provinha da carne saiyajin familiar.
Sem mais delongas, ele pegou a legging destruída e esfregou na entreperna da filha como se fosse uma toalha. Passou pela vulva toda molhada até deixá-la seca, e continuou pela bunda e entre os peitos, até nas axilas.
— E isso? Pra que você tá me secando se eu vou tomar banho? Você tem dano cerebral? — Ela se mostrou confusa.
— Não, idiota, só tô pegando uma lembrança. — Disse sorrindo com malícia, guardando a peça encharcada de fragrâncias como se fosse um troféu. — A gente se vê lá em cima, e cuidado pra não dar pistas. Se a Bulma descobrir, não quero nem pensar...
— Ela não vai descobrir, fica tranquilo. — Disse Bra se despindo completamente pra entrar no chuveiro. — E você não precisa pegar isso pra se lembrar de mim. Mais cedo do que pensa, a gente vai fazer. — Prometeu decidida. — Isso não vai ficar assim. — Sentenciou quase como uma ameaça.
…
Como se tivesse um sexto sentido que a deixava alerta, Bulma estava particularmente sensível e observadora sobre os comportamentos e mudanças na filha mais nova e no marido. Fazia comentários curiosos sobre as mudanças no humor da Bra, mudanças na pele, e até no ambiente, como se insinuasse que sentia cheiro de pecado no ar. Para Vegeta, ela só queria provocar a filha a revelar alguma das suspeitas com algum erro...
Repetidamente perguntava se ela tinha namorado, e essa pergunta a deixava nervosa.
Por sua vez, também notava o marido mais fogoso que o normal e comentava isso toda vez que transavam. Dizia que parecia que eles faziam amor como quando se conheceram, como se ele tivesse ficado preso por vários anos e sentido falta do corpo da mulher. - É como quando você voltou à vida depois da sua luta com o Majin Bu, te notei com muita fome… — Observou Bulma, na cama de casal, à noite. Percebia pelo jeito que ele fazia os boquetes nela, como voltava a dar atenção às tetas e à bunda dela que o marido estava com algo estranho. E claro, o tempo. A trepada durava metade e a preliminar o triplo, tinha desbalanceado.
— Se não gosta, posso voltar a fazer como antes. — Ameaçou meio desconfortável, fingindo que estava com sono.
— Não, não, não, de jeito nenhum. É bom que você ainda lembra como se chupa uma buceta. — Disse beijando a bochecha dele. — Até amanhã.
A tensão só aumentava. Por um motivo ou outro, Bulma não os deixava a sós e a garotinha perdia a paciência. Estava irritadiça, impertinente e alterada. Queria algo e só Vegeta sabia do que se tratava. Temia que, no decorrer dos dias, com o peso da rotina, ela explodisse de alguma forma e, como temia, foi o que aconteceu.
Naquela mesma noite, quando já estava dormindo, foi acordado pela sensação inconfundível e prazerosa da masturbação. Estavam esticando o pau mole dele e acariciando a glande com uma mão molhada e quente. Abriu os olhos devagar e viu que sua Bulma dormia ao lado, destapada e pelada, com uma máscara de dormir… dormia ao lado dele.
Surpreso, virou e notou uma figura conhecida ajoelhada ao lado da cama, do lado dele, que o masturbava disfarçadamente, como se quisesse acordar o pau antes dele.
— Bra? Você ficou maluca? — Sussurrou alterado, virando para conferir se Bulma continuava dormindo tranquilamente.
A garota, com a mão livre, fez sinal de silêncio e continuou com seu trabalho na noite. Conforme os olhos do homem se acostumavam com a penumbra, percebia que a filha estava com a camiseta da Capsule Corp que usava pra dormir e uma calcinha bem pequena.
Muito concentrada, babava na cabeça do pau e o masturbava ruidosamente. Aos poucos, foi se aproximando cada vez mais ao sentir o tronco mais duro e, depois de descobrir a glande, lambeu pra provar. Fez círculos na base, na ponta, e passou a língua pelas bordas da pele, como se estivesse limpando. Vegeta virava nervoso pra ver se a esposa não acordava.
Tava encantado com o que tava rolando, mas por outro lado, Bra tava sendo muito sem vergonha naquele jogo.
Quase escapou um gemido quando a jovem deu um beijo na cabeça do pau, alto demais pro gosto dele. Vegeta olhou pro lado de novo, sem conseguir se concentrar, com o pau ainda meio mole, mesmo com a filha masturbando e lambendo. Bra segurou o rosto dele e sussurrou…
- Quero que você olhe só pra mim, ela não vai acordar. - Dando um beijo de língua cheio de sabores que não agradaram tanto. Depois foi descendo de beijinhos até a virilha pra continuar o serviço. Mais concentrado, aceitando o jogo perigoso, tirou a camiseta da filha pra soltar aqueles peitos lindos e virou de lado pra ela chupar mais confortável, sem tirar os olhos dela. Ela devolvia o olhar, toda tarada.
Só de ver Bra balançando a cabeça e o prazer de sentir a glande na boca, sendo lambida com gosto, já fez efeito: o pau endureceu, ficou igual a um mastro apontando pra boca da filha, que lambia e engolia sem parar.
As respirações ficaram mais pesadas à medida que o boquete ficava mais gostoso pros dois. A novinha balançava a cabeça, toda empolgada de ter o pau do pai batendo até a garganta, e começou a se tocar na virilha. Vegeta, já no limite, se concentrava pra não gozar e segurar a onda diante do puta tesão da situação.
Levantando uma perna, guiou a cabeça de Bra até as bolas dele, e ela lambeu com gosto, uma por uma, com devoção, pegando elas com as mãos e enfiando na boca sem tirar os olhos dele, como quem dizolha pra mim, tenho suas bolas na minha boca, papaideixando-os brilhantes e babados. Sem um pingo de vergonha, chupou a fábrica que a criou e foi passando a língua do escroto até o tronco, chegando na cabeça, pra recomeçar com a típica cabeçada funda.
Vegeta, o mais silencioso que conseguiu, sentou pra pegar a cabeça da filha e controlar o ritmo do jeito que queria, com uma mão nos cabelos dela e outra na nuca. A garota relaxou e deixou usar a boquinha dela como bem entendesse, Vegeta esfregou a cabeça vermelha e latejante contra a parte de dentro das bochechas da filha, contra os lábios dela e até bateu na cara dela com o tronco, vendo o quanto ela era grande em comparação. Depois Bra retomou o controle e continuou mamando ele, cada vez menos preocupada em ser silenciosa. Tentava engolir ele inteiro sem conseguir e se engasgava, tossindo baba pra todo lado, a cabeça chegava no fundo da boca dela estimulando a produção de saliva, deixando tudo encharcado e grudento.
Os dois viravam toda vez que Bra se engasgava, pra ver se Bulma tinha acordado, mas ela continuava dormindo, e seguiram com o joguinho noturno, onde Bra se levantava pra sussurrar uma ideia no ouvido dele.
- É muito grande, me engasgo, melhor usar meus peitos...
Vegeta não podia acreditar, sem dúvida, ela tinha herdado da mãe o gene da paixão, pensou enquanto a filha cuspia várias vezes no pau e nos peitos dela sem tirar o olhar pervertido. Enrolou o pau entre os peitos e começou a se mexer pra masturbar ele com a fricção molhada entre as tetas dela, bem apertadinhas contra o tronco.
A temperatura aumentava, assim como a velocidade. A lubrificação com saliva passou a deixar a ação áspera e a garota continuou cuspindo, engrossando a baba entre as tetas dela formando uma pasta esbranquiçada. De vez em quando, abaixava a cabeça até a ponta pra lamber a cabeça enquanto as tetas dela masturbavam ele.
A visão da filha tão devota ao pau, ao pai dela, tão comprometida com o sexo mesmo sendo incesto, mesmo sendo proibido e até com a mãe presente na quarto, injetou uma quantidade irracional de prazer em Vegeta, que em um segundo se levantou, pegou seu pau e se descarregou até a última gota de porra na boca e no rosto de Bra, que com a boquinha aberta, recebeu jatos e jatos do esperma grosso.
Quase como se fosse um ejaculador múltiplo, o vigoroso saiyajin deixou sua filha banhada, com jatos no cabelo, nas bochechas e em um olho, claro, a maior parte tinha entrado na boca, que estava inundada pela substância cremosa e escorria pelo queixo. Ela estava tão cheia que mexeu a língua e um jato grande escorreu para os peitos dela.
A razão voltou a Vegeta depois de ter cometido o ato. Não podia acreditar que estava ali, de pé, ao lado da cama de casal, com a filha encharcada de porra e a boca cheia dessa substância. Após alguns momentos de agonia, ele indicou para a filha se levantar e ela obedeceu.
Vegeta colocou um dedo no queixo dela e fechou sua boca. Bra entendeu o recado e engoliu o conteúdo. Viu seu pescoço grácil se dilatar três vezes, era tanta porra que ela engoliu em três partes para não se engasgar. Em seguida, seu pai juntou os jatos de cum espalhados pelo rosto dela e colocou tudo carregado na boca de Bra, que chupou bem devota.
- Tava muito tasty, papai. - Sussurrou no ouvido dele depois de sair e deixar o quarto como uma sombra. Vegeta ficou de pé, sem conseguir entender como tudo tinha acontecido tão rápido. O que ele achava que era uma possibilidade remota, uma chance mínima num horizonte distante, uma tradição esquecida desenterrada por seus desejos perversos, tinha acontecido em questão de dias e mais satisfatório do que ele jamais imaginou. Os saiyajins deviam guiar seus filhos no sexo, deviam ser os primeiros a ensiná-los a amar e era isso que estava acontecendo com Bra. Ele garantiria que a primeira vez dela fosse memorável.
- Ela chupa melhor que eu? - Perguntou uma voz conhecida atrás dele.
Vegeta se virou achando que estava alucinando, mas não. Bulma Acendia um cigarro no conforto da cama, relaxada, nua, e soltava a fumaça com sensualidade.
— E então? Não vai me dizer que não percebi nada?
— Bulma… Eu posso explicar, tudo aconteceu muito rápido. — Tentou se desculpar, vendo uma tempestade como nunca tinha visto antes, uma que não podia machucar seu corpo, mas sim seu espírito.
— Notei que algo estranho estava rolando, talvez você tenha esquecido, mas tenho câmeras na casa toda, até na…
— Sala de gravidade. — Percebeu com pavor, sentando na cama, se sentindo derrotado de um jeito que nunca tinha se sentido.
— Vi que demoraram pra subir pra almoçar, e quando olhei a câmera, não encontrei vocês treinando, mas pude ver vocês atrás da parede de vidro, mesmo vendo só as silhuetas borradas, não era difícil sacar o que tava rolando.
— Não vai acontecer de novo, tive uma… fraqueza, fui um inseto, fiquei obcecado com, eu não…
Vegeta se interrompeu, sua esposa sentou do lado dele, parando seus balbucios, passando um braço sobre o ombro dele. Talvez fosse tentar estrangulá-lo. Ia virar uma situação muito chata, ela não podia machucá-lo fisicamente e ele jamais colocaria a mão nela. Esperava que ela conseguisse controlar o gênio.
— Meu Vegeta, depois de tantos anos, depois de viver tanta coisa, não conhecia esse seu lado tão… divertido.
— Divertido? Você devia estar furiosa, não sei como conseguiu ficar tão calma depois de nos ver pela câmera, como agiu esse tempo todo. O que você tá tramando?
— Melhor dizer o que você tá tramando. — Retrucou — E não respondeu minha pergunta. Quem chupa melhor?
Vegeta virou pra olhar nos olhos dela. Sua Bulma brilhava de um jeito único, mal iluminada pela luz que entrava pela janela, não parecia brava, furiosa, agressiva, pelo contrário, parecia interessada, curiosa, quase como ele quando a conheceu. Ela soprou a fumaça no rosto dele, esperando.
— Precisa de umas lições, tem garra e vontade, mas não tem a experiência. — Respondeu por fim. Calmo, percebendo que as coisas não estavam saindo como ele imaginava.
- Dizem que as paredes têm ouvidos, mas eu prefiro a cama. A cama fala. Esses dias você me deu uma surra como não fazia há anos, seu safado. Agora sei por que tanta intensidade.
- Estava pensando em você! Talvez isso tenha me excitado, mas não preciso pensar em…
- Eu sei, idiota. – Ela o interrompeu, colocando um dedo nos lábios dele. – Do meu ponto de vista, todo mundo sai ganhando. Você tem seu fetiche, eu tenho o que preciso à noite, e aquela pequena pervertida mata a vontade dela…
- Você deveria estar furiosa, você é muito ciumenta. – Ele admitiu, surpreso. Tinha sido uma noite cheia de surpresas.
- Era ciumenta. – Ela afirmou. – Fui transformada em chocolate, soube que você se sacrificou por todos, fui espancada por um Deus e fiquei com o coração na boca durante a porra toda do torneio do poder. Você acha que depois de tanta merda eu vou criar esse drama todo?
Vegeta, muito mais calmo com a confissão, contou para Bulma sobre o antigo costume dos saiyajins.
- Você não precisa inventar uma tradição primitiva pra se desculpar, seu filho da puta. – Ela o repreendeu enquanto dava as últimas tragadas no cigarro.
- Quem dera fosse invenção. Sinto que nesses últimos dias, aquilo que eu sabia mas não era importante, parece que cresceu, como se tivesse despertado.
A esposa dele acendeu a luz, sentou-se para fechar a porta e foi até algumas gavetas. Vegeta notou como as curvas dela eram lindas, sua voluptuosidade, quão sortudo ele tinha sido por, além de ter tudo o que desejava, ela ainda perdoava tamanha putaria, e até incentivava.
- Me deram isso como reconhecimento pelos meus inventos há um ano. – Mostrando dois ingressos. – Não dei importância porque temos nosso cruzeiro, nossa ilha, e além disso você não é muito romântico, mas acho que agora tem alguém com quem aproveitar e pode usar.
Eram dois ingressos para uma viagem de cruzeiro de luxo chamado Neptunia. Vegeta não entendeu direito e olhou para ela confuso.
- São para você. E aí, bra, tonto. Se é uma tradição do teu povo, acho que o mínimo que posso fazer é ajudar. Afinal, você se adaptou às tradições humanas. Aniversários, horários, decoro, tomar banho todo dia…
- Por que você tá fazendo isso? Pensei que ia te dar nojo e nem te desarrumou. – Ele tentou entender, confuso. Ainda achava que tinha alguma pegadinha. – Se o cruzeiro explodir, não vai me matar. – Bulma riu pra caramba.
- Às vezes você é tão tonto quanto o Goku. – Ela comparou, deixando ele puto. – Olha, não achei que você fosse tão...flexível— Entendeu? Quero que você se divirta, enquanto eu vou ter umas aventuras aqui e ali, e quando você voltar, tudo volta ao normal. — Ela sugeriu quase rindo enquanto acendia outro cigarro.
— Não tô entendendo.
A de cabelo azul franziu a testa. Sem dúvida, ele podia ser burro que nem o Kakaroto.
— Vou considerar isso como um passe livre, te perdoo pelo que fez, mas não vou ficar de braços cruzados, e eu também vou me divertir. Agora ficou claro?
— Se você queria incluir um terceiro na diversão ou fazer uma suruba, devia ter me falado. — Ele admitiu, corado. Essa conversa devia ter rolado anos atrás. Embora Vegeta falasse com ela numa boa (na intimidade), tinha uns assuntos que ele custava a expressar.
— Essa é a questão, não achei que você fosse levar numa boa nem que fosse do tipo que tem aventuras. Digamos que você ficou muito mais interessante, e agora você sabe. Ah, e mais uma coisa: quando você voltar da sua aventura, a gente recomeça do zero e conta tudo um pro outro, sem segredos, sem tradições antigas, nem nada. Entendido? — A esposa impôs a condição enquanto se deitava.
Vegeta sorriu.
— Sabe, tanta conversa, tanta surpresa, me tiraram o sono. — Ele disse, olhando pra ela de outro jeito e se aproximando devagar, cheio de malícia.
— Mmmm, gostei da sua atitude. Espera aí que eu apago o cigarro. Vou te lembrar o que é uma profissional…
— Não vai ser necessário. Vou te pedir desculpas por ter segredos do único jeito que sei…
— Boa ideia, esse é o Vegeta com quem eu casei. — Ela sorriu, soltando uma longa baforada de fumaça enquanto seu marido intrépido beijava seu pescoço, seu peito, seus seios, e continuava descendo cada vez mais até seu destino favorito.
— Uma falha dessas no nosso casamento vai te custar, digamos, pra ser generosa, 30 minutos de sexo oral. Combinado?
— Acende outro cigarro, não vou te soltar até o amanhecer…

Valeu por ler! Já tô trabalhando em outra fanfic de DB com outros personagens, não quero dar spoiler, mas uma dupla conhecida e uma milf vão ser as protagonistas (:o)
Se curtiram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês tão afim desse tipo de história!
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.html
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