Olá! Aqui estou eu de novo com mais um relato. Obrigada a todos que entraram em contato pedindo histórias novas. Sei que tô devendo várias e tô tentando terminar tudo que ficou pendente. Por enquanto, trago uma aventura com minha amiga Elena.
Pra quem não leu meus relatos anteriores, vou contar: meu nome é Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma mina que curte ao máximo a vida sexual e adora escrever sobre isso. A única coisa que gosto mais do que escrever é saber que vocês leem e, pelo que me disseram, curtem. O único problema de escrever é que acabo me estendendo demais nos relatos. Espero que não achem chato e que tenha valido a espera. Valeu pela paciência.
TRAVESSURAS COM ELENA NO VESTIÁRIO DO SHOPPING
— 'Caralho, Amy... tá saindo tudo os pelos! Kkkkk!' — gritou Elena, e depois se acabou de rir.
— 'Elena!!! Você é horrível!' — respondi, tentando olhar minha virilha pra ver se era verdade o que minha amiga tinha acabado de falar.
— 'Ué, é verdade, tá saindo tudo os pelo da buceta por cima e pelos lados do biquíni' — repetiu Elena, me encarando e tentando rir o mais baixo possível, sem sucesso.
— 'Sério, tá saindo muito?' — falei, levantando meus peitos com as mãos devagar e me olhando. Além dos meus peitos inchados e da barriga meio lisa, vi mesmo uns tufos de pelo escuro saindo da parte de cima do biquíni.
— 'Ah, sim, parece até que tem um macaco querendo pular da sua calcinha. Não deu pra depilar antes de vir comprar nossos maiôs? Tu tem um problema de pelo aí embaixo' — Elena zoou.
Bati no ombro da Elena. A gente tava uma do lado da outra no vestiário da loja de departamento, se olhando no espelho de corpo inteiro. As duas tavam de biquíni pequeno. O da Elena era amarelo, e o meu, branco. O biquíni da Elena combinava com o cabelo castanho dela, enquanto meu cabelo estilo rabo de cavalo ficava show de bola contrastando com meu maiô branco. Infelizmente, meus pelos pubianos escuros apareciam do mesmo jeito na parte de baixo do biquíni e se destacavam ainda mais por causa da minha pele branca. A gente tinha planejado passar o fim de semana na casa da Elena, tomando sol e nadando na piscina, e com o calorão dos últimos dias, tava mais que perfeito. A mãe dela ia estar fora, e o pai provavelmente ocupado com os trampos dele como sempre, então o problema do meu excesso de pelos pubianos não era um bicho de sete cabeças. Afinal, meu namorado Franki gostava assim e eu não tava nem aí pra depilar.
— "Não tenho problema com pelos, porra!" — gritei pra ela, rindo contra a vontade. "Se você não tivesse me convencido a experimentar um biquíni pequeno demais, não taria, tipo, com os pelos aparecendo" — respondi.
— "Bom, a gente prometeu pegar os biquínis mais gostosos que achasse. Menos pano significa mais pele" — falou a Elena, ajustando as tiras que seguravam o biquíni minúsculo dela.
A parte de cima do biquíni da Elena era dois triângulos pequenos de pano amarelo e fininho, ligados por tiras. Os triângulos mal cobriam os bicos dos peitos dela. Elena se sorriu no espelho. Ela adorava ver os peitos cheios dela tão expostos. Embora não fossem tão grandes quanto os meus, eram de um tamanho considerável.
Enfiei meus cachos rebeldes de novo na parte de baixo do maiô, antes de alisar o pano safado por cima do montinho que se formava por causa dos meus pelos volumosos.
— "Pronto! Acho que vou ficar de boa se tomar cuidado" — falei pra Elena, com as mãos na cintura e me admirando. Todo meu esforço na academia e a ajuda da minha amiga Liz tinham dado resultado. A gordinha rechonchuda que eu sempre fui ficou pra trás, dando lugar aos poucos a um corpo mais escultural. Ainda faltava trabalhar mais. No gym, mas o que eu via agora me agradava, e muito.
—"Minha mãe ia se assustar se me visse nesse biquíni. É tão careta e se escandaliza com tudo!" E você? Também tá mostrando os pelos? — falei, olhando de canto pra Elena.
—"Eu?" — Não tenho esse problema. "Viu?" — disse Elena, abaixando a parte da frente do biquíni, revelando até a parte de cima da sua racha. Ela tava depilada e lisinha. Arregalei os olhos de surpresa e olhei em volta, como se alguém pudesse estar nos espionando no vestiário privado.
—"Você... se depila?" — falei sussurrando. De repente, senti uma vontade louca de estender a mão e tocar a pele pálida da minha amiga, mas tive que me segurar.
—"Sim" — disse Elena com indiferença, enquanto se virava e olhava por cima do ombro, tentando ver como tava a parte de trás. "Desde o mês passado, quando comecei a sair com o Pepe. Ele gosta da minha buceta sem nenhum pelo" — disse sorrindo. "Às vezes é o Pepe quem depila pra mim."
Senti meu rosto corar. Até senti minha buceta ficar molhada. Me imaginei a Elena deitada na cama dela, de pernas abertas, enquanto o namorado depilava os cachinhos meio escuros da buceta dela.
—"Aaah, não fode!. O Pepe faz isso com você??"
—"Sim, gostoso, né? Deixo crescer um pouquinho pra ele antes de sairmos ou quando ele vem em casa. Ele mete a mão na minha calcinha, e fica tateando com os dedos. Depois subimos pro meu quarto, eu deito na cama, e ele me depila, depois me enxágua" — disse Elena. Um sorriso safado cresceu no rostinho bonito dela. "Enquanto ainda tô de pernas abertas... sabe o que ele faz?"
—"Não me conta, não me conta! Não me conta!... Ok, me conta" — falei, já morrendo de curiosidade e com o tesão crescendo.
—"Ele me chupa. Faz o melhor oral que você pode imaginar. Até outro dia, quando você tava de visita na minha casa, a gente fez, enquanto você tava besta vendo TV" — disse Elena, soltando um gritinho.
—"Não fode, sério?? Eu lá, babando... nem me liguei. Neta que não, Elena' — falei sentindo minha bucetinha vazar mais líquidos só de imaginar a cena.
—'Bom, você se ligaria se não estivesse na girl olhando pro meu padrasto. Ei, como tá minha raba?' — disse Elena toda sem vergonha..
—'Hahaha Claro que nãooo! Eu nunca olho pro seu padrasto, não enche o saco Elena' — falei corando com o comentário sobre o padrasto dela, e baixando o olhar pra raba da minha amiga. O biquíni amarelo era tão pequeno e, mesmo não sendo fio dental, ainda assim deixava as duas bandas da bunda dela quase completamente de fora. Além disso, a fenda do cu da Elena tava quase aparecendo.
'Ficou incrível! O Pepe vai amar esse biquíni' — falei admirada.
—'O seu também ficou super gostoso. Porra, essas tetonas que você tem mal cabem no sutiã. Agora sim, certeza que você vai deixar o pau do meu padrasto duro assim que ele te ver hahaha' — disse Elena tirando sarro. Tava já umas duas semanas sem transar e só de pensar que o padrasto da Elena ia ficar excitado me vendo de biquíni, me esquentou.
—'Para de falar isso, girl! E deixa seu padrasto fora disso. Acho que ele é um senhor muito gato, só isso. Mas que eu fico de olho nele ou tenho outros pensamentos, isso não' — falei fingindo raiva.
Ela inclinou a cabeça e me deu um olhar de lado. 'Sim, claro. E esses bicos ficaram duros pensando em... quê?'
—'Elena! — falei cobrindo meus peitos com as mãos. Sem perceber, meus bicos tinham endurecido só de imaginar o padrasto da Elena ficando excitado me vendo. Dom Miguel era daqueles senhores que o tempo só deixava mais gostosos, e mesmo tendo idade pra ser meu pai, ele se cuidava pra caralho e os cabelos grisalhos faziam ele parecer ainda mais interessante. Pelos meus cálculos, ele devia ter uns 50 anos, mais ou menos.
—'Falando no Sr. Gato, ele vai chegar aqui logo pra nos pegar. Então, acho melhor ficarmos com esses biquínis. São perfeitos!' — disse Elena sem mostrar desagrado ou repulsa pelos comentários sobre o padrasto dela.
— "Então... seu namoradinho Pepe te faz o melhor sexo oral que você já teve?" — falei pra Elena, enquanto tirávamos os biquínis.
— "Isso mesmo, o melhor!" — disse Elena, se olhando no espelho pela última vez.
— "Acho que não é melhor do que eu te fiz" — falei.
— "Hahaha, desculpa, gatinha, mas ele é melhor que você no oral. Na verdade, ele enfia a língua mais fundo. Atrás e na frente" — respondeu Elena, encarando meu comentário como um desafio.
— "Nada, não acredito, e se quiser, eu te mostro!" — respondi com o ego ferido.
— "Você tem 5 minutos pra provar, ou até o segurança vir nos tirar do vestiário. O que acontecer primeiro, hahaha!" — disse Elena, enquanto se jogava em mim, me envolvendo com os braços e me dando um beijo agressivo, que retribuí do mesmo jeito. Um beijo longo, com nossas línguas lutando dentro pra invadir a boca uma da outra. Logo a saliva começou a escorrer pelos nossos queixos, deixando o beijo mais molhado, mais sujo e mais obsceno.
Estávamos peladas, e isso facilitava apalpar à vontade. Nos beijávamos de língua como loucas enquanto eu segurava as nádegas dela, apertando e puxando pra perto de mim. Elena pegava meus peitos, amassando, apertando, me causando uma dor gostosa.
Lembrando do limite de tempo que minha amiga tinha imposto, desci meus lábios pelo pescoço dela, lambendo, chupando e deixando minha saliva no caminho até a parte de baixo do corpo dela.
— "Assim, assim, Amy... me morde, me chupa... tira meu leite" — dizia Elena enquanto eu passava pelos peitos lindos dela, chupando os bicos com raiva, como se realmente pudesse tirar leite deles. Pra minha tristeza, não podia perder muito tempo e abandonei os peitos gostosos dela, não sem antes dar uma mordidinha em cada bico.
— "Awww... não seja má, continua, Amy... continuaaaa" — ouvi minha amiga reclamar, enquanto minha língua passava rápido pela barriga lisa dela, fazendo círculos pequenos no umbigo. umbigo.
—"Não dá. Você tem uma coisa aqui embaixo que precisa da minha atenção" — falei enquanto separava as pernas dela com as mãos.
—"Me come, sua gostosa! Me come do jeito que você sabe!" — sussurrava Elena, me puxando pelo cabelo e esfregando meu rosto contra a buceta já encharcada dela. Abri a boca pra tentar engolir a vagina dela, enfiando a língua e provando aquele buraquinho delicioso.
—"Slurrrpp, sluuurppp" — minha boca fazia barulhos escandalosos ao entrar em contato com os sucos dela, se misturando com minha saliva numa mistura agridoce gostosa que eu devorava com gula. Da boca da minha amiga começou a sair um discurso de frases, cada uma mais obscena que a anterior, o que me motivava a redobrar os esforços no meu trabalho oral já furioso que eu tava dando nela.
—"Agghhhh, assim, assim. Me come, me morde... mas não para de fazer o que tá fazendo, sua puta!"
—"Mmm... continua, Amy, continua. Não para, filha da sua mãe puta, não para!"
—"Me dá mais, bebê, me dá maaais!"
—"Vou gozar, vou gozaaar! Chupa, sua puta, chupa e me deixa seca!"
Tive que levantar a mão pra tentar fazer um sinal pra ela baixar a voz. A última coisa que eu queria era sermos descobertas transando num vestiário de shopping. Com um aceno de cabeça, Elena baixou a voz e, se afastando um pouco de mim, se virou.
—"Me come o cu, Amy. Enfia a língua o mais fundo que puder e me faz gozar, bebê" — ela disse, abrindo exageradamente as nádegas e me oferecendo aquele rabão enorme.
Embora eu não odiasse a ideia de enfiar minha boca e língua na bunda dela, não era a mesma coisa fazer isso depois de um banho, sabendo que tava limpinha, do que fazer depois de uma manhã de compras e com as obrigatórias visitas aos banheiros públicos. Não dava tempo pra arrependimentos, enfiei meu rosto no meio daquelas nádegas carnudas e comecei a passar a língua no cu apertado dela. Elena, ao sentir minha língua, deu um pulo e tentou se abrir ainda mais. Ela abriu as nádegas dela pra facilitar meu serviço.
- "Agghhhh, assim, assimmm que eu gosto que você faça! Enfia a língua, Amy, enfia mais e me prova! Agghhh!" - eu ouvia a Elena falar, enquanto passava minha língua pela rachadura do cu dela de cima pra baixo como se fosse um picolé, pra depois terminar no ânus dela, que comecei a chupar que nem uma endemoniada, tentando enfiar minha língua dentro do reto quente e fedido dela.
- "Ewwww! Seu cu tem um gosto horrível, girl!" - eu rebati
- "Você continua e não para" - respondeu a Elena, arrastando as palavras como ela sempre fazia.
- "Cê gosta, sua puta? Cê gosta quando eu como teu cu, baby?" - eu perguntava, tirando meu rosto da bunda dela pra depois enterrar de novo.
- "Sim, meu amor, siiiim. Continua que já tô quase lá, continua.....falta pouco" - respondeu a Elena com a voz sem ar, sinal de que o orgasmo tava chegando.
Abri as nádegas dela o máximo que pude com as mãos, pra enfiar minha língua ainda mais fundo. O gosto amargo na minha boca era sinal claro de que eu tinha chegado no fundo do reto dela. O tempo tava acabando, ouvi barulhos fora do vestiário. O medo de sermos pegas deu um plus na minha tesão, e eu redobrei os esforços, acompanhando meu trabalho oral com dois dedos que enfiei de uma vez na buceta encharcada da minha amiga puta.
- "Awwww....sim, siiiim! Enfia mais, maaais!"
- "Aperta meus dedos, quebra eles com sua buceta! Arrebenta eles!" - eu provocava ela pra esquentar mais.
- "Sim, sim...mas não para de me beijar nem de enfiar os dedos. Enfia mais dedos, enfia a mão inteira!!!" - dizia a Elena, aumentando o volume da voz de novo.
Enfiei mais dois dedos, que ficaram apertados. Tava com quatro dedos dentro da buceta dela e ela continuava pedindo mais. Já tinha visto vídeos de fisting na internet, mas nunca tinha tentado. Essa era uma chance que eu não ia deixar passar. Chupei os sucos e a saliva que saíam do cu dela, e cuspi tudo na buceta dela. Sorri divertida ao ver o marrom transparente da minha saliva. escorrer pela sua buceta depilada. Interrompi aquele pensamento e, juntando o quinto dedo, pressionei tentando enfiar dentro da minha amiga, o que não parecia tão fácil.
Segurando meu cotovelo com a outra mão, empurrei com mais agressividade, tendo como resposta um leve gemido que escapou da boca de Elena ao sentir minha mão inteira entrando dentro da sua buceta.
- 'Aghhhhh, já entrouuuu todaaa! Ughhh... dói!' – disse Elena se queixando. Movi minha mão de um lado para o outro como um liquidificador, e depois fiz pequenos movimentos de vai e vem.
- 'Ughhhh, isso, isso... mexe ela. Quero sentir sua mão dentro de mim, bebê'
- 'Você sente minha mão? Sente, sente como sua buceta se abre'
- 'Ufff... sim, sinto que você me abre toda. Você tá me arrebentando, bebê' – falou Elena com uma voz bem gostosa, rouquinha pelo esforço.
- 'Aproveita, mami. Aproveita agora porque depois quero que você faça o mesmo em mim' – falei sabendo que tinha assinado minha sentença. Elena nunca esquecia o que a gente dizia e levava tudo como promessa a cumprir.
- 'Ughhh, é muito grande. Sinto uma delícia, mas dói' – ouvi minha amiga reclamar de novo.
- 'Quer que eu pare?' – perguntei.
- 'Não quero, mas dói e, além disso, se você continuar pressionando, vou acabar me cagando, Amy. Tira. Mas devagar' – disse Elena com uma voz que mostrava decepção.
Aos poucos, fui tirando minha mão, puxando meus dedos devagar, tentando não machucar minha amiga. Elena franziu a bucetinha ao se sentir livre da pressão que minha mão fazia, que saiu encharcada de sucos e saliva.
- TOC TOC!!
- 'Meninas, tudo bem?' – ouviu-se a voz de uma das vendedoras enquanto batia na porta do pequeno provador.
- 'Ahhh, sim, sim! Já estamos terminando, é que estávamos experimentando vários biquínis!' – respondi na hora.
Vestimos rápido enquanto juntávamos os biquínis, entre risadas abafadas pela travessura que acabávamos de fazer.
- 'Hahaha, viu o que você provoca? Quase nos pegam, girl' – falei divertida para Elena.
- 'Pois você, cara, Por que você não se apressa? Além disso, você perdeu, não me fez gozar. O Pepe continua em primeiro lugar" – me provocou Elena, sabendo que mexia com meu orgulho.
– "Pois é, mas o seu namorado te come à vontade, sem ninguém incomodar, e na cama bem tranquilo. Eu só tive 5 minutos e ainda com o perigo de sermos descobertos. Pra mim é empate" – rebati.
– "Empate o meu ovário! Você perdeu, assume, Amy" – disse Elena, me provocando com o dedo.
– "Tá bom, a gente vê depois. Agora vamos embora antes que a vendedora volte. Você consegue andar? Não tá doendo? Quer que eu te ajude?" – me ofereci pra minha amiga. Afinal, eu tinha acabado de enfiar a mão inteira dentro dela.
– "Hahaha Dói um pouquinho, mas não é como se eu tivesse dado à luz. Não exagera, mano! E vamos logo, porque meu padrasto não demora a chegar e ele fica puto se eu demorar pra sair" – disse Elena, se aproximando e me dando um beijo na boca.
Saímos do provador e fomos pagar pelos nossos biquínis. Tudo sob o olhar acusador da vendedora. Mas a gente cagou pra isso, porque nos esperava um fim de semana gostoso na piscina da casa dos pais da Elena.
Pra quem não leu meus relatos anteriores, vou contar: meu nome é Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma mina que curte ao máximo a vida sexual e adora escrever sobre isso. A única coisa que gosto mais do que escrever é saber que vocês leem e, pelo que me disseram, curtem. O único problema de escrever é que acabo me estendendo demais nos relatos. Espero que não achem chato e que tenha valido a espera. Valeu pela paciência.
TRAVESSURAS COM ELENA NO VESTIÁRIO DO SHOPPING
— 'Caralho, Amy... tá saindo tudo os pelos! Kkkkk!' — gritou Elena, e depois se acabou de rir.
— 'Elena!!! Você é horrível!' — respondi, tentando olhar minha virilha pra ver se era verdade o que minha amiga tinha acabado de falar.
— 'Ué, é verdade, tá saindo tudo os pelo da buceta por cima e pelos lados do biquíni' — repetiu Elena, me encarando e tentando rir o mais baixo possível, sem sucesso.
— 'Sério, tá saindo muito?' — falei, levantando meus peitos com as mãos devagar e me olhando. Além dos meus peitos inchados e da barriga meio lisa, vi mesmo uns tufos de pelo escuro saindo da parte de cima do biquíni.
— 'Ah, sim, parece até que tem um macaco querendo pular da sua calcinha. Não deu pra depilar antes de vir comprar nossos maiôs? Tu tem um problema de pelo aí embaixo' — Elena zoou.
Bati no ombro da Elena. A gente tava uma do lado da outra no vestiário da loja de departamento, se olhando no espelho de corpo inteiro. As duas tavam de biquíni pequeno. O da Elena era amarelo, e o meu, branco. O biquíni da Elena combinava com o cabelo castanho dela, enquanto meu cabelo estilo rabo de cavalo ficava show de bola contrastando com meu maiô branco. Infelizmente, meus pelos pubianos escuros apareciam do mesmo jeito na parte de baixo do biquíni e se destacavam ainda mais por causa da minha pele branca. A gente tinha planejado passar o fim de semana na casa da Elena, tomando sol e nadando na piscina, e com o calorão dos últimos dias, tava mais que perfeito. A mãe dela ia estar fora, e o pai provavelmente ocupado com os trampos dele como sempre, então o problema do meu excesso de pelos pubianos não era um bicho de sete cabeças. Afinal, meu namorado Franki gostava assim e eu não tava nem aí pra depilar.
— "Não tenho problema com pelos, porra!" — gritei pra ela, rindo contra a vontade. "Se você não tivesse me convencido a experimentar um biquíni pequeno demais, não taria, tipo, com os pelos aparecendo" — respondi.
— "Bom, a gente prometeu pegar os biquínis mais gostosos que achasse. Menos pano significa mais pele" — falou a Elena, ajustando as tiras que seguravam o biquíni minúsculo dela.
A parte de cima do biquíni da Elena era dois triângulos pequenos de pano amarelo e fininho, ligados por tiras. Os triângulos mal cobriam os bicos dos peitos dela. Elena se sorriu no espelho. Ela adorava ver os peitos cheios dela tão expostos. Embora não fossem tão grandes quanto os meus, eram de um tamanho considerável.
Enfiei meus cachos rebeldes de novo na parte de baixo do maiô, antes de alisar o pano safado por cima do montinho que se formava por causa dos meus pelos volumosos.
— "Pronto! Acho que vou ficar de boa se tomar cuidado" — falei pra Elena, com as mãos na cintura e me admirando. Todo meu esforço na academia e a ajuda da minha amiga Liz tinham dado resultado. A gordinha rechonchuda que eu sempre fui ficou pra trás, dando lugar aos poucos a um corpo mais escultural. Ainda faltava trabalhar mais. No gym, mas o que eu via agora me agradava, e muito.
—"Minha mãe ia se assustar se me visse nesse biquíni. É tão careta e se escandaliza com tudo!" E você? Também tá mostrando os pelos? — falei, olhando de canto pra Elena.
—"Eu?" — Não tenho esse problema. "Viu?" — disse Elena, abaixando a parte da frente do biquíni, revelando até a parte de cima da sua racha. Ela tava depilada e lisinha. Arregalei os olhos de surpresa e olhei em volta, como se alguém pudesse estar nos espionando no vestiário privado.
—"Você... se depila?" — falei sussurrando. De repente, senti uma vontade louca de estender a mão e tocar a pele pálida da minha amiga, mas tive que me segurar.
—"Sim" — disse Elena com indiferença, enquanto se virava e olhava por cima do ombro, tentando ver como tava a parte de trás. "Desde o mês passado, quando comecei a sair com o Pepe. Ele gosta da minha buceta sem nenhum pelo" — disse sorrindo. "Às vezes é o Pepe quem depila pra mim."
Senti meu rosto corar. Até senti minha buceta ficar molhada. Me imaginei a Elena deitada na cama dela, de pernas abertas, enquanto o namorado depilava os cachinhos meio escuros da buceta dela.
—"Aaah, não fode!. O Pepe faz isso com você??"
—"Sim, gostoso, né? Deixo crescer um pouquinho pra ele antes de sairmos ou quando ele vem em casa. Ele mete a mão na minha calcinha, e fica tateando com os dedos. Depois subimos pro meu quarto, eu deito na cama, e ele me depila, depois me enxágua" — disse Elena. Um sorriso safado cresceu no rostinho bonito dela. "Enquanto ainda tô de pernas abertas... sabe o que ele faz?"
—"Não me conta, não me conta! Não me conta!... Ok, me conta" — falei, já morrendo de curiosidade e com o tesão crescendo.
—"Ele me chupa. Faz o melhor oral que você pode imaginar. Até outro dia, quando você tava de visita na minha casa, a gente fez, enquanto você tava besta vendo TV" — disse Elena, soltando um gritinho.
—"Não fode, sério?? Eu lá, babando... nem me liguei. Neta que não, Elena' — falei sentindo minha bucetinha vazar mais líquidos só de imaginar a cena.
—'Bom, você se ligaria se não estivesse na girl olhando pro meu padrasto. Ei, como tá minha raba?' — disse Elena toda sem vergonha..
—'Hahaha Claro que nãooo! Eu nunca olho pro seu padrasto, não enche o saco Elena' — falei corando com o comentário sobre o padrasto dela, e baixando o olhar pra raba da minha amiga. O biquíni amarelo era tão pequeno e, mesmo não sendo fio dental, ainda assim deixava as duas bandas da bunda dela quase completamente de fora. Além disso, a fenda do cu da Elena tava quase aparecendo.
'Ficou incrível! O Pepe vai amar esse biquíni' — falei admirada.
—'O seu também ficou super gostoso. Porra, essas tetonas que você tem mal cabem no sutiã. Agora sim, certeza que você vai deixar o pau do meu padrasto duro assim que ele te ver hahaha' — disse Elena tirando sarro. Tava já umas duas semanas sem transar e só de pensar que o padrasto da Elena ia ficar excitado me vendo de biquíni, me esquentou.
—'Para de falar isso, girl! E deixa seu padrasto fora disso. Acho que ele é um senhor muito gato, só isso. Mas que eu fico de olho nele ou tenho outros pensamentos, isso não' — falei fingindo raiva.
Ela inclinou a cabeça e me deu um olhar de lado. 'Sim, claro. E esses bicos ficaram duros pensando em... quê?'
—'Elena! — falei cobrindo meus peitos com as mãos. Sem perceber, meus bicos tinham endurecido só de imaginar o padrasto da Elena ficando excitado me vendo. Dom Miguel era daqueles senhores que o tempo só deixava mais gostosos, e mesmo tendo idade pra ser meu pai, ele se cuidava pra caralho e os cabelos grisalhos faziam ele parecer ainda mais interessante. Pelos meus cálculos, ele devia ter uns 50 anos, mais ou menos.
—'Falando no Sr. Gato, ele vai chegar aqui logo pra nos pegar. Então, acho melhor ficarmos com esses biquínis. São perfeitos!' — disse Elena sem mostrar desagrado ou repulsa pelos comentários sobre o padrasto dela.
— "Então... seu namoradinho Pepe te faz o melhor sexo oral que você já teve?" — falei pra Elena, enquanto tirávamos os biquínis.
— "Isso mesmo, o melhor!" — disse Elena, se olhando no espelho pela última vez.
— "Acho que não é melhor do que eu te fiz" — falei.
— "Hahaha, desculpa, gatinha, mas ele é melhor que você no oral. Na verdade, ele enfia a língua mais fundo. Atrás e na frente" — respondeu Elena, encarando meu comentário como um desafio.
— "Nada, não acredito, e se quiser, eu te mostro!" — respondi com o ego ferido.
— "Você tem 5 minutos pra provar, ou até o segurança vir nos tirar do vestiário. O que acontecer primeiro, hahaha!" — disse Elena, enquanto se jogava em mim, me envolvendo com os braços e me dando um beijo agressivo, que retribuí do mesmo jeito. Um beijo longo, com nossas línguas lutando dentro pra invadir a boca uma da outra. Logo a saliva começou a escorrer pelos nossos queixos, deixando o beijo mais molhado, mais sujo e mais obsceno.
Estávamos peladas, e isso facilitava apalpar à vontade. Nos beijávamos de língua como loucas enquanto eu segurava as nádegas dela, apertando e puxando pra perto de mim. Elena pegava meus peitos, amassando, apertando, me causando uma dor gostosa.
Lembrando do limite de tempo que minha amiga tinha imposto, desci meus lábios pelo pescoço dela, lambendo, chupando e deixando minha saliva no caminho até a parte de baixo do corpo dela.
— "Assim, assim, Amy... me morde, me chupa... tira meu leite" — dizia Elena enquanto eu passava pelos peitos lindos dela, chupando os bicos com raiva, como se realmente pudesse tirar leite deles. Pra minha tristeza, não podia perder muito tempo e abandonei os peitos gostosos dela, não sem antes dar uma mordidinha em cada bico.
— "Awww... não seja má, continua, Amy... continuaaaa" — ouvi minha amiga reclamar, enquanto minha língua passava rápido pela barriga lisa dela, fazendo círculos pequenos no umbigo. umbigo.
—"Não dá. Você tem uma coisa aqui embaixo que precisa da minha atenção" — falei enquanto separava as pernas dela com as mãos.
—"Me come, sua gostosa! Me come do jeito que você sabe!" — sussurrava Elena, me puxando pelo cabelo e esfregando meu rosto contra a buceta já encharcada dela. Abri a boca pra tentar engolir a vagina dela, enfiando a língua e provando aquele buraquinho delicioso.
—"Slurrrpp, sluuurppp" — minha boca fazia barulhos escandalosos ao entrar em contato com os sucos dela, se misturando com minha saliva numa mistura agridoce gostosa que eu devorava com gula. Da boca da minha amiga começou a sair um discurso de frases, cada uma mais obscena que a anterior, o que me motivava a redobrar os esforços no meu trabalho oral já furioso que eu tava dando nela.
—"Agghhhh, assim, assim. Me come, me morde... mas não para de fazer o que tá fazendo, sua puta!"
—"Mmm... continua, Amy, continua. Não para, filha da sua mãe puta, não para!"
—"Me dá mais, bebê, me dá maaais!"
—"Vou gozar, vou gozaaar! Chupa, sua puta, chupa e me deixa seca!"
Tive que levantar a mão pra tentar fazer um sinal pra ela baixar a voz. A última coisa que eu queria era sermos descobertas transando num vestiário de shopping. Com um aceno de cabeça, Elena baixou a voz e, se afastando um pouco de mim, se virou.
—"Me come o cu, Amy. Enfia a língua o mais fundo que puder e me faz gozar, bebê" — ela disse, abrindo exageradamente as nádegas e me oferecendo aquele rabão enorme.
Embora eu não odiasse a ideia de enfiar minha boca e língua na bunda dela, não era a mesma coisa fazer isso depois de um banho, sabendo que tava limpinha, do que fazer depois de uma manhã de compras e com as obrigatórias visitas aos banheiros públicos. Não dava tempo pra arrependimentos, enfiei meu rosto no meio daquelas nádegas carnudas e comecei a passar a língua no cu apertado dela. Elena, ao sentir minha língua, deu um pulo e tentou se abrir ainda mais. Ela abriu as nádegas dela pra facilitar meu serviço.
- "Agghhhh, assim, assimmm que eu gosto que você faça! Enfia a língua, Amy, enfia mais e me prova! Agghhh!" - eu ouvia a Elena falar, enquanto passava minha língua pela rachadura do cu dela de cima pra baixo como se fosse um picolé, pra depois terminar no ânus dela, que comecei a chupar que nem uma endemoniada, tentando enfiar minha língua dentro do reto quente e fedido dela.
- "Ewwww! Seu cu tem um gosto horrível, girl!" - eu rebati
- "Você continua e não para" - respondeu a Elena, arrastando as palavras como ela sempre fazia.
- "Cê gosta, sua puta? Cê gosta quando eu como teu cu, baby?" - eu perguntava, tirando meu rosto da bunda dela pra depois enterrar de novo.
- "Sim, meu amor, siiiim. Continua que já tô quase lá, continua.....falta pouco" - respondeu a Elena com a voz sem ar, sinal de que o orgasmo tava chegando.
Abri as nádegas dela o máximo que pude com as mãos, pra enfiar minha língua ainda mais fundo. O gosto amargo na minha boca era sinal claro de que eu tinha chegado no fundo do reto dela. O tempo tava acabando, ouvi barulhos fora do vestiário. O medo de sermos pegas deu um plus na minha tesão, e eu redobrei os esforços, acompanhando meu trabalho oral com dois dedos que enfiei de uma vez na buceta encharcada da minha amiga puta.
- "Awwww....sim, siiiim! Enfia mais, maaais!"
- "Aperta meus dedos, quebra eles com sua buceta! Arrebenta eles!" - eu provocava ela pra esquentar mais.
- "Sim, sim...mas não para de me beijar nem de enfiar os dedos. Enfia mais dedos, enfia a mão inteira!!!" - dizia a Elena, aumentando o volume da voz de novo.
Enfiei mais dois dedos, que ficaram apertados. Tava com quatro dedos dentro da buceta dela e ela continuava pedindo mais. Já tinha visto vídeos de fisting na internet, mas nunca tinha tentado. Essa era uma chance que eu não ia deixar passar. Chupei os sucos e a saliva que saíam do cu dela, e cuspi tudo na buceta dela. Sorri divertida ao ver o marrom transparente da minha saliva. escorrer pela sua buceta depilada. Interrompi aquele pensamento e, juntando o quinto dedo, pressionei tentando enfiar dentro da minha amiga, o que não parecia tão fácil.
Segurando meu cotovelo com a outra mão, empurrei com mais agressividade, tendo como resposta um leve gemido que escapou da boca de Elena ao sentir minha mão inteira entrando dentro da sua buceta.
- 'Aghhhhh, já entrouuuu todaaa! Ughhh... dói!' – disse Elena se queixando. Movi minha mão de um lado para o outro como um liquidificador, e depois fiz pequenos movimentos de vai e vem.
- 'Ughhhh, isso, isso... mexe ela. Quero sentir sua mão dentro de mim, bebê'
- 'Você sente minha mão? Sente, sente como sua buceta se abre'
- 'Ufff... sim, sinto que você me abre toda. Você tá me arrebentando, bebê' – falou Elena com uma voz bem gostosa, rouquinha pelo esforço.
- 'Aproveita, mami. Aproveita agora porque depois quero que você faça o mesmo em mim' – falei sabendo que tinha assinado minha sentença. Elena nunca esquecia o que a gente dizia e levava tudo como promessa a cumprir.
- 'Ughhh, é muito grande. Sinto uma delícia, mas dói' – ouvi minha amiga reclamar de novo.
- 'Quer que eu pare?' – perguntei.
- 'Não quero, mas dói e, além disso, se você continuar pressionando, vou acabar me cagando, Amy. Tira. Mas devagar' – disse Elena com uma voz que mostrava decepção.
Aos poucos, fui tirando minha mão, puxando meus dedos devagar, tentando não machucar minha amiga. Elena franziu a bucetinha ao se sentir livre da pressão que minha mão fazia, que saiu encharcada de sucos e saliva.
- TOC TOC!!
- 'Meninas, tudo bem?' – ouviu-se a voz de uma das vendedoras enquanto batia na porta do pequeno provador.
- 'Ahhh, sim, sim! Já estamos terminando, é que estávamos experimentando vários biquínis!' – respondi na hora.
Vestimos rápido enquanto juntávamos os biquínis, entre risadas abafadas pela travessura que acabávamos de fazer.
- 'Hahaha, viu o que você provoca? Quase nos pegam, girl' – falei divertida para Elena.
- 'Pois você, cara, Por que você não se apressa? Além disso, você perdeu, não me fez gozar. O Pepe continua em primeiro lugar" – me provocou Elena, sabendo que mexia com meu orgulho.
– "Pois é, mas o seu namorado te come à vontade, sem ninguém incomodar, e na cama bem tranquilo. Eu só tive 5 minutos e ainda com o perigo de sermos descobertos. Pra mim é empate" – rebati.
– "Empate o meu ovário! Você perdeu, assume, Amy" – disse Elena, me provocando com o dedo.
– "Tá bom, a gente vê depois. Agora vamos embora antes que a vendedora volte. Você consegue andar? Não tá doendo? Quer que eu te ajude?" – me ofereci pra minha amiga. Afinal, eu tinha acabado de enfiar a mão inteira dentro dela.
– "Hahaha Dói um pouquinho, mas não é como se eu tivesse dado à luz. Não exagera, mano! E vamos logo, porque meu padrasto não demora a chegar e ele fica puto se eu demorar pra sair" – disse Elena, se aproximando e me dando um beijo na boca.
Saímos do provador e fomos pagar pelos nossos biquínis. Tudo sob o olhar acusador da vendedora. Mas a gente cagou pra isso, porque nos esperava um fim de semana gostoso na piscina da casa dos pais da Elena.
3 comentários - Artes com a Elena no provador - conto 12