Terceira parte do relato, recomendo ler o primeiro pra conhecer os personagens. Depois do acampamento, Carlos e Rafa marcaram um dia pra tomar um café. Porra, Carlos, que acampamento do caralho, passei o dia vendo o vídeo das fodas na burra da Eva. A mina nem percebeu que o diretor tava envolvido na história que a gente armou pra comer ela.
Tonta? O que ela é é uma piranha que gosta mais de um rabo do que criança de doce. Que nada, que nada, a mina é uma inocente. Bom, teremos mais chances de ver quem tá certo. Eu já tô bolando um plano pra continuar comendo ela. Ha, ha, ha, eu também, mas não me veio nada. Pois pra mim veio. Conta, conta, Carlos. Vamos aproveitar o medo dela de bichos e da noite. Também precisamos de um grupinho de moleques novinhos. Isso é fácil, minha galera de amigos é que nem eu, têm entre 22 e 23 anos. Melhor uns de 18, que sejam maiores de idade. Posso falar com meu irmão e os amigos dele, que já tão todos com 18 aninhos recém-completados, e ainda por cima o filho da puta do meu irmão fez cópias do vídeo e espalhou pra todo lado. Quantos precisamos? Acho que uns 5, com nós dois dá sete. Acho que sete rabos são suficientes — disse Carlos entre gargalhadas. — Bom, conta, conta, por favor. Carlos contou a Rafa a ideia dele, e o último ficou encantado, então resolveu ligar pra ela. — Fala, Rafa — disse Eva ao atender a ligação. — Oi, tudo bem? Já descansou do acampamento? — Sim, obrigada, dormi pra caramba e agora tô super ocupada com os preparativos do meu casamento… aliás, precisamos marcar de te entregar o convite pra você conhecer meu noivo. — Vale, tô doido pra conhecer esse sortudo que conseguiu conquistar uma noiva tão maravilhosa. — Que bobo você é — disse Eva entre risadinhas.
- Pô, não sei se te falei que tô como voluntário numa ONG com adolescentes problemáticos. - Não me disse nada, cara, adoro que você dedique seu tempo livre pra educar os moleques, você é um cara gente boa pra caralho, dedicando seu tempo pros outros. O que você precisa? Espero que não seja uma doação, porque com o casamento tô dura. - Então, quero fazer um acampamento de fim de semana e a outra monitora me deixou na mão, e como acho tão importante eles terem uma referência feminina, pensei em você. Claro que não pagam nada, então não sei se vai te interessar. Eva tava enrolada com o casamento, mas ficou puta do amigo Rafa achar que ela não iria porque não pagavam, então topou. - Depende da data, quando é? - Bom, quando você puder, são poucos moleques e eles têm todo o tempo do mundo, como são de famílias pobres, mal têm grana, então não saem de férias. - Esse fim de semana meu namorado tá trampando, aliás, esse e o mês inteiro, então quando você quiser. - Então vamos nesse, vamos nesse – disse Rafa, ansioso. - Preparo alguma coisa? - Não, não se preocupa, a gente tem tudo pronto. Vamos nos divertir pra caralho (principalmente a gente, pensou Rafa). Passo te buscar sexta à tarde às 18h, te dou um toque e você desce. Leva saco de dormir e mais nada. - Beleza, nos vemos sexta, beijinhos. Na ponta da pica quero os beijinhos, pensou Rafa, mas claro que não falou. - Igualmente, beijos. Depois de desligar - Carlos, já temos plano pra esse fim de semana. - Monta a parada do teu irmão, mas lembra, todos com 18 anos, embora pra puta da Eva vão ter 16. Chegou o fim de semana e Rafa foi buscar Eva. Eva se surpreendeu ao descer de casa e encontrar Carlos, o cozinheiro seboso do acampamento, de certa forma ela era grata a ele por ter ajudado durante o acampamento com a prisão de ventre, mas não conseguia evitar um certo nojo ao lembrar daqueles dedos curtos e gordinhos tocando os peitos dela enquanto metia no cu dela.. deu um calafrio ao lembrar.
— Olá, Carlos — disse Eva, dando dois beijinhos nele. — Oi, Eva, e aí, essa bunda já tá boa? — falou ele, dando um tapa sonoro na bunda dela. — Tudo ótimo, obrigada. Não sabia que você vinha. — Como você bem sabe, eu gosto de ajudar e quero que esses moleques comam bem pelo menos num fim de semana. — Beleza, vamos que a gente já levou os guris e deixou eles montando as barracas sozinhos. — No final vieram os cinco, o perfil é que são de famílias desestruturadas e muito carentes de amor e carinho. Eva conheceu os moleques e gostou muito deles. Eram uns jovens encantadores e todos muito gostosos, magrinhos mas musculosos, com uns piercings, mas nada muito chamativo. — Vocês devem ter um monte de namoradas no bairro. — Imagina, nenhuma nos quer — disseram os guris, rindo. A tarde foi muito agradável e Eva não parava de comentar com Rafa que ele fazia um trabalho fantástico, que os moleques pareciam muito educados, e isso que ela achava que seriam uns delinquentes. — Você deixou eles doidos, eles só fazem mostrar as tatuagens e andar sem camisa pra chamar sua atenção. — Novidade. — Não, Eva, é que você é uma grande educadora. — Você gosta do lugar? É lindo, mas pra mim não ter um chuveiro e um banheiro é terrível. Com o medo que tenho de bichos, e aqui deve ter um monte. Estava muito calor, mas Carlos tinha preparado limonada bem geladinha e Eva não parava de beber, sem saber que tinha umas gotinhas de um remédio pra evitar retenção de líquido… tipo, pra mijar mais. À noite, o cozinheiro, Rafa e Eva foram pra barraca deles, e os guris pra deles. Foram cedo porque Carlos e Rafa diziam que estavam se sentindo mal, tontos, e queriam deitar. O resto estava perfeito. Lá pelas duas da manhã, Eva acordou. — Rafa, desculpa… tô morrendo de vontade de mijar. — Então vai mijar, ué. — Tenho medo de ir sozinha. — Qual é, não vai acontecer nada, me deixa dormir, ainda tô me sentindo mal, por favor. E virando de lado, fingiu que dormia. — Carlos? Acorda, acorda, por favor. — O que foi? — Tô morrendo de vontade de mijar, não aguento mais e tenho medo de ir sozinha. — Então fala com o Rafa. — Já falei, mas ele não quer ir comigo. — Porra, mulher, tô ouvindo os meninos acordados. Pede pra um deles te acompanhar, porque eu tô muito ferrado. — E virou de lado pra dormir de novo. Eva saiu da barraca, vestindo um pijaminha verde curto de duas peças, folgado, e foi até a barraca dos caras. — Oi, meninos. — A gente vai dormir agora, — disse o Anjinho, achando que ela ia dar bronca. — Tudo bem, mas preciso pedir um favor. Tô morrendo de vontade de mijar e tô com medo. Alguém pode me acompanhar? — Claro, gata, — disse o irmão do Rafa. — Vamos, Juan, pega a lanterna. Os dois saíram dos sacos de dormir só de cueca e acompanharam Eva até uma parte do mato, uns 25 metros pra lá. — Por favor, olha se não tem bicho ou cobra. Os dois começaram a pular e bater o pé no chão. — Se tinha algum, já foi. Vamos virar de costas. — Não, por favor, fiquem perto e iluminem a área, não vá aparecer uma cobra. Prefiro que vocês me vejam mijando do que ser atacada por um bicho. Como quem leu as histórias anteriores sabe, Eva não ligava de ser vista pelada, já que desde pequena ia pra praias e resorts nudistas, então não tinha vergonha nenhuma. — É, o perigo aqui é algum bicho subir na sua calça se você deixar no chão e, quando vestir, te picar. Eva tirou a calça do pijama e ficou nua, só com a camiseta do pijama que batia no umbigo. Rapidamente entregou a calça pro Juan e se agachou pra mijar. — Porra, tava com vontade mesmo. — Se esperasse mais, explodia.
Comentavam os dois enquanto não perdiam detalhe do corpo nu da Eva. Quando a Eva se levantou depois de mijar e pediu um lenço de papel. — Juan foi buscar papel higiênico — E o Juan saiu correndo, com a calcinha da Eva na mão. — Não precisa, mas o Juan já tinha ido — Essa tarde vocês encheram o saco com essa história de higiene na loja que a gente divide com mais gente, e agora quer voltar com a buceta cheia de mijo… olha se tem umas gotinhas nos pelinhos — disse Alberto enquanto iluminava e aproximava o rosto a menos de cinco centímetros da buceta bem cuidada da Eva. Nessa hora ela foi se cobrir com a mão, mas Alberto segurou. — Vai se encher de mijo… espera o papel. Os dois ficaram em silêncio enquanto Alberto não tirava os olhos de lá, e a Eva começou a sentir vergonha, principalmente vendo que da cueca do Alberto saía uma ereção fortíssima. — Parece que ele tá demorando um pouco, disse a Eva. Vamos voltar? — Ele não vai achar, disse Alberto enquanto dava voltas ao redor da Eva e não perdia detalhe daquele rabão. — O que você tá fazendo? — Ora, garantindo que não tem nenhum bicho perto de você. — Ah, desculpa — pensou a Eva. Ainda por cima o moleque se preocupa comigo e garante que não tem bicho nenhum, e eu aqui pensando mal, achando que ele queria ver minha bunda. No fundo, são uns caras legais.
— Sem beijos. — Ilumina, ouvi um barulho. — Eu não ouvi nada. — Embora tivesse ouvido e soubesse que todos os amigos não tinham perdido detalhe. Juan chegou correndo, após mais de cinco minutos eternos para Eva, com o papel higiênico. — Desculpa — disse com a voz ofegante — não achei, a gente tinha colocado no fundo da nossa barraca. E, como se fosse a coisa mais normal do mundo, começou a limpar a bucetinha. Eva deu um pulo ao sentir a mão de Juan no seu sexo, e Juan, com tom surpreso: — Foi mal, nem percebi. Vim tão rápido pra não te deixar aí toda mijada que nem me toquei e comecei a limpar eu mesmo. — Relaxa, mas eu dou conta sozinha, valeu. — Pegou um pouco de papel e se limpou. — E agora a gente vai com o papelzinho pro acampamento pra não sujar o mato — disse Eva, satisfeita com a lição de ecologia que deu. — Me dá minha calça. — Merda — disse Juan, levando a mão à cabeça — deixei no acampamento quando fui pegar o papel. Vou buscar? — Não, deixa, vamos pro acampamento. — Eva não ia esperar mais tempo na frente de um adolescente de pau duro enquanto ele voltava com a calça, com o risco de os bichos comerem ela. Ao chegar no acampamento iluminado, os caras disseram pra Eva que iam mijar, mas ela tinha certeza de que iam bater uma punheta e tava pouco se fodendo, já que tinha visto vários punheteiros nas praias de nudismo. Do lado de fora da barraca dos caras, que tava acesa, e tampando a xota com a mão, disse: — Vocês podem pegar minha calça do pijama? — Ela tinha certeza de que não ia dormir pelada perto do seboso do Carlos. Não teve resposta de dentro; na real, não se ouvia nada. — Caras, vocês não tão dormindo, né?... Deixaram o fogão de acampamento aceso, é perigoso. Continuou sem resposta, então enfiou a cabeça pra dentro da barraca: — Caras, se vocês tão acordados, não vou brigar. — Mas ninguém abriu os olhos, então ela decidiu entrar com cuidado, engatinhando. Assim que chegou... No final da loja, ouviu um grito e várias pessoas se jogaram em cima dela. — Tão nos atacando — Sou a Eva… sou eu… calma — dizia Eva, completamente imobilizada com os três adolescentes em cima dela.
— Ei, colegas, é a Eva, calma aí. — Que susto, a gente tava dormindo e eu acordei, e quando te vi, pensei que alguém queria roubar nossos tênis. — Então não — disse Eva — era eu procurando uma coisa — e começou a se levantar, mas como não cabia dentro da barraca, ficou com metade do corpo inclinado, então os dois de trás tinham uma bela visão da bunda e da rachinha dela, e o da frente, da buceta. — Ela tá pelada — disse um, apontando pra xereca dela. — Deve ser uma puta, só quer é pica. Eva não sabia como, mas de repente tinha seis mãos passando por todo o corpo dela, agarrando com força os peitos, a bunda. — Não, me soltem, me soltem — gritava Eva. Tentava soltar as mãos, mas se soltava uma, outra se agarrava. — Para, galera… para… soltem ela — gritava Rafa, o que vocês tão fazendo? Todos soltaram ela e se viraram pra entrada da barraca, onde estavam Rafa e Carlos, momento que Eva aproveitou pra se levantar e se abraçar no Rafa. — Eles me atacaram do nada. — Não, essa puta entrou pelada procurando pica e a gente ia dar pra ela. — Não, não, eu entrei pra pegar minha calça de pijama. — Mas que porra de buceta você tá fazendo pelada na barraca? Te enfiaram à força? — Nós? Se ela entrou rebolando a bunda e enfiando a xota na nossa cara. — Bom, vamos nos acalmar e resolver isso — sentenciou Rafa — Eva, se veste e vai pra nossa barraca. — Não — disse Alberto, que já tinha voltado com Juan. — Como assim não? Agora você manda? — disse Rafa, puto. — Essa gostosa ficou nos provocando e a gente é de menor, M E N O R E S, assim que chegar em casa, vou meter uma queixa ou chamo a Guarda Civil agora. — E eu, e eu, todo mundo vai meter uma queixa… já tô vendo as manchetes dos jornais: "Assédio sexual a menores", "Monitores pelados na frente de menores"… vocês vão se ferrar. — Vocês são uns cuzões, não esperava isso de vocês, caras. — Carlos, Eva, é verdade, eles nos pegaram pelos colhões. — O que vocês querem? — Queremos ter um fim de semana inesquecível, então, de repente, tira a camiseta. Eva. Ela olhou horrorizada para Rafa, que fitando os olhos dela, disse: — Faz isso ou esses filhos da puta vão nos afundar pra sempre. — Mas… — disse Eva, hesitante — a gente pode fazer alguma coisa, não pode? — Infelizmente não, disse Carlos — ou a gente aceita essa chantagem ou explica o inexplicável pra polícia… Eva, cheia de raiva, levantou a camiseta e ficou completamente nua enquanto todos a observavam. Os adolescentes soltaram gritos de empolgação.
— Vamos te foder todos, várias vezes e até a gente cansar.
— Não se preocupa, disse com deboche o cozinheiro seboso, esses pivetes não aguentam nem um minuto… você nem vai sentir.
— Olha aqui, seu gordo filho da puta, a gente vai ver quem aguenta mais. Cada trepada comigo, Rafa e vocês vão comer ela também, e no fim do fim de semana a gente vê quem é mais macho.
— Vadia, agradece a esse porco que agora não vão te comer cinco, vão ser sete caras.
— Isso, isso, seu gordo desgraçado, continua falando que a gente chama uns amigos pra vir comer de graça.
Rafa segurou ela pelos ombros e, olhando nos olhos dela, disse:
— Esses arrombados nos pegaram, mas é você quem tem que decidir. Você que nos meteu nessa, e as consequências podem ser terríveis, principalmente pra você… mas você precisa pensar se é melhor dar um pouco ou passar vergonha pública, sua e nossa, e talvez um problema na justiça. Decide, Evita. Eu chamo a guarda civil ou a gente se diverte?
Eva não disse nada. Deitou de barriga pra cima e abriu as pernas.
Boa garota, muito boa garota. Gordo, olha só como um moleque transa. Rafa, certeza que você tem camisinha no carro… seja bonzinho e vai buscar, não quero que essa rabuda me passe alguma coisa. Ele baixou a cueca e o pau ereto apontava direto pra Eva. A verdade é que o pau dele era grande, com uma cabeça bem rosada e, em outras circunstâncias, Eva teria achado atraente. Piranha, viu como não sou tão ruim? Te poupo as preliminares, já venho com o dever de casa feito — disse Alberto, apontando pro próprio pau e rindo enquanto colocava a camisinha. Ele subiu em cima, penetrando direto na bucetinha, que naquele momento não estava lubrificada, e na boca beijava ela com avidez enquanto metia com força. Eva sentia muita dor e estava toda dura. — Rabuda, se mexe, parece que tô fodendo uma morta. Mas Eva não se moveu e aguentou as 27 estocadas do Alberto até que ele finalmente gozou. No fim, ela decidiu fechar os olhos, porque pra onde quer que olhasse, encontrava os olhares dos adolescentes.
— E aí, mano? — perguntaram os colegas dele. — A melhor buceta que já comi, bem apertadinha, parecia virgem. Agora o gordo que quero ver como fode a foca, e depois você — apontando para Rafa. — Gordo, chupa a buceta dela antes de foder, que com certeza ainda tá com cheiro do meu pau. Rafa se aproximou da orelha de Eva e quase num sussurro: — Querida, isso é inevitável, não podemos fazer nada, por que você não tenta relaxar e curtir um pouco… vai ser mais suportável. Mal tinha terminado de falar, Eva já sentia a nojenta língua de Carlos lambendo ela desajeitadamente, longe de excitá-la, com a buceta dolorida do jeito que tava, cada passada era um tormento. No fim das contas, tinha sido culpa dela, pensou, e considerou que a melhor forma de humilhar os moleques era, se não gozar, pelo menos parecer que com Carlos e Rafa ela tava curtindo. Aqueles demônios de pivetes pelo menos iam pensar que Carlos e Rafa transavam tão bem que conseguiam fazê-la gozar. Então começou a gemer e dar gritinhos de prazer assim que sentiu o pau de Carlos dentro dela. Começou a acariciar a careca dele e evitou mostrar o nojo que sentia ao tocar naqueles poucos cabelos também ensebados e na pressão dos 120 quilos que ele devia pesar. Mexia os quadris o mais rápido que aquele peso permitia e, assim que sentiu a gozada de Carlos, simulou um orgasmo.
Depois chegou a vez do Rafa, e a Eva, que gostava dele, decidiu imaginar que estava com o namorado. Rafa foi bem cuidadoso e começou percorrendo o corpo dela com beijinhos rápidos enquanto acariciava o cabelo dela. — Vamos lá, caralho, faltam quatro, mete a direta. — Po, eu já não aguento mais. — Calma, galera, meio Alberto, que ainda tem sábado e domingo, a gente vai encher o saco de foder essa Promíscua. Rafa focou em lamber os peitos enquanto enfiava devagar um dedo na buceta da Eva e, pela primeira vez na noite toda, Eva não fingiu o orgasmo e tava doida pra ser penetrada pelo Rafa. Pra ela foi gostoso, ele meteu devagar enquanto continuava lambendo os mamilos dela e, antes da penetração acabar, ela teve outro orgasmo forte. Decidiu que aqueles moleques não iam humilhar ela, iam foder ela, mas já que tinha que aguentar, ia tentar gozar ao máximo. Apesar da decisão de tentar curtir o fim de semana, foi longo pra ela: só saía da barraca pra se lavar no rio, os caras entravam direto um por um, ou vários de uma vez, e sempre que Alberto comia ela ou ela tinha que chupar ele, o Carlos e o Rafa tinham que entrar na barraca e foder ela também.
No domingo à tarde, já não lembrava quantas vezes tinha sido fodida, sete ou oito vezes cada um?. Todos os buracos dela doíam, mas tinha que admitir que em vários momentos sentiu muito prazer, embora outros parecessem eternos. Nos poucos momentos em que não estavam fodendo ela, tinha que andar pelada pelo acampamento e era raro o instante em que um ou outro não estava passando a mão na bunda dela ou beliscando um peito… Rafa e Carlos, na presença da Eva, pareciam tristes, mas sem a Eva estavam encantados com o resultado do plano deles e se cagando de rir que a Eva achasse que ela estava transando com menores.
No caminho de volta no carro, Carlos, Rafa e Eva quase não falaram, e quando já deixavam Carlos em casa, ele quebrou o silêncio. — Foi duro, mas nos livramos da denúncia daqueles delinquentes. Até mais — disse, fechando a porta do carro. — Eva, tô muito triste por você, me sinto tão culpado por ter te trazido no fim de semana — disse Rafa, sem conseguir olhar na cara dela. — Sei que nunca mais vai querer me ver na vida… sinto muito de verdade. Eva estava emocionada, não achava que era culpa dele, mas sim dela por ser tão confiante e medrosa. — Não foi culpa de ninguém, no máximo dos garotos, mas vamos ver o lado positivo: demos uma boa educação sexual pra eles. — Ohh, Eva, você é maravilhosa, nunca perca essa alegria de viver. Mas me sinto tão culpado e quero te compensar, e vou fazer isso, já vai ver. (Rafa já tinha uma nova ideia pra continuar comendo Eva.) Chegaram na casa de Eva e encontraram comigo, que estava descendo o lixo. — Oi, amor — disse Eva, me abraçando. — Te apresento o Rafa. — Rafa… te apresento meu namorado, de quem tanto falei. — Prazer em te conhecer — disse ele, estendendo a mão pra mim. Aí conheci o Rafa, de quem só sabia que era o amigo da minha namorada, e eu ainda não fazia ideia do que tinha acontecido nem do que rolaria nos meses seguintes, quando Rafa se tornou um dos nossos melhores amigos… maldito o dia em que ela o conheceu. — Bom, Eva, vou indo, te ligo amanhã e a gente conversa, tô doido pra chegar em casa — pra ver as fotos e os vídeos que tiramos de você nesse fim de semana e você nem percebeu, ingênua, pensou Rafa, mas claro que não disse — tô cansado. E Eva e eu fomos pra nossa casa. — Amor, tá com dor? Aconteceu alguma coisa? — Tô dolorida, esses garotos me deram muito trabalho… subimos várias montanhas. — Vai voltar com eles? — Não, acho que não… Obrigado pelos comentários, sabendo que alguém se interessa, continuo a história.
Tonta? O que ela é é uma piranha que gosta mais de um rabo do que criança de doce. Que nada, que nada, a mina é uma inocente. Bom, teremos mais chances de ver quem tá certo. Eu já tô bolando um plano pra continuar comendo ela. Ha, ha, ha, eu também, mas não me veio nada. Pois pra mim veio. Conta, conta, Carlos. Vamos aproveitar o medo dela de bichos e da noite. Também precisamos de um grupinho de moleques novinhos. Isso é fácil, minha galera de amigos é que nem eu, têm entre 22 e 23 anos. Melhor uns de 18, que sejam maiores de idade. Posso falar com meu irmão e os amigos dele, que já tão todos com 18 aninhos recém-completados, e ainda por cima o filho da puta do meu irmão fez cópias do vídeo e espalhou pra todo lado. Quantos precisamos? Acho que uns 5, com nós dois dá sete. Acho que sete rabos são suficientes — disse Carlos entre gargalhadas. — Bom, conta, conta, por favor. Carlos contou a Rafa a ideia dele, e o último ficou encantado, então resolveu ligar pra ela. — Fala, Rafa — disse Eva ao atender a ligação. — Oi, tudo bem? Já descansou do acampamento? — Sim, obrigada, dormi pra caramba e agora tô super ocupada com os preparativos do meu casamento… aliás, precisamos marcar de te entregar o convite pra você conhecer meu noivo. — Vale, tô doido pra conhecer esse sortudo que conseguiu conquistar uma noiva tão maravilhosa. — Que bobo você é — disse Eva entre risadinhas.
- Pô, não sei se te falei que tô como voluntário numa ONG com adolescentes problemáticos. - Não me disse nada, cara, adoro que você dedique seu tempo livre pra educar os moleques, você é um cara gente boa pra caralho, dedicando seu tempo pros outros. O que você precisa? Espero que não seja uma doação, porque com o casamento tô dura. - Então, quero fazer um acampamento de fim de semana e a outra monitora me deixou na mão, e como acho tão importante eles terem uma referência feminina, pensei em você. Claro que não pagam nada, então não sei se vai te interessar. Eva tava enrolada com o casamento, mas ficou puta do amigo Rafa achar que ela não iria porque não pagavam, então topou. - Depende da data, quando é? - Bom, quando você puder, são poucos moleques e eles têm todo o tempo do mundo, como são de famílias pobres, mal têm grana, então não saem de férias. - Esse fim de semana meu namorado tá trampando, aliás, esse e o mês inteiro, então quando você quiser. - Então vamos nesse, vamos nesse – disse Rafa, ansioso. - Preparo alguma coisa? - Não, não se preocupa, a gente tem tudo pronto. Vamos nos divertir pra caralho (principalmente a gente, pensou Rafa). Passo te buscar sexta à tarde às 18h, te dou um toque e você desce. Leva saco de dormir e mais nada. - Beleza, nos vemos sexta, beijinhos. Na ponta da pica quero os beijinhos, pensou Rafa, mas claro que não falou. - Igualmente, beijos. Depois de desligar - Carlos, já temos plano pra esse fim de semana. - Monta a parada do teu irmão, mas lembra, todos com 18 anos, embora pra puta da Eva vão ter 16. Chegou o fim de semana e Rafa foi buscar Eva. Eva se surpreendeu ao descer de casa e encontrar Carlos, o cozinheiro seboso do acampamento, de certa forma ela era grata a ele por ter ajudado durante o acampamento com a prisão de ventre, mas não conseguia evitar um certo nojo ao lembrar daqueles dedos curtos e gordinhos tocando os peitos dela enquanto metia no cu dela.. deu um calafrio ao lembrar.
— Olá, Carlos — disse Eva, dando dois beijinhos nele. — Oi, Eva, e aí, essa bunda já tá boa? — falou ele, dando um tapa sonoro na bunda dela. — Tudo ótimo, obrigada. Não sabia que você vinha. — Como você bem sabe, eu gosto de ajudar e quero que esses moleques comam bem pelo menos num fim de semana. — Beleza, vamos que a gente já levou os guris e deixou eles montando as barracas sozinhos. — No final vieram os cinco, o perfil é que são de famílias desestruturadas e muito carentes de amor e carinho. Eva conheceu os moleques e gostou muito deles. Eram uns jovens encantadores e todos muito gostosos, magrinhos mas musculosos, com uns piercings, mas nada muito chamativo. — Vocês devem ter um monte de namoradas no bairro. — Imagina, nenhuma nos quer — disseram os guris, rindo. A tarde foi muito agradável e Eva não parava de comentar com Rafa que ele fazia um trabalho fantástico, que os moleques pareciam muito educados, e isso que ela achava que seriam uns delinquentes. — Você deixou eles doidos, eles só fazem mostrar as tatuagens e andar sem camisa pra chamar sua atenção. — Novidade. — Não, Eva, é que você é uma grande educadora. — Você gosta do lugar? É lindo, mas pra mim não ter um chuveiro e um banheiro é terrível. Com o medo que tenho de bichos, e aqui deve ter um monte. Estava muito calor, mas Carlos tinha preparado limonada bem geladinha e Eva não parava de beber, sem saber que tinha umas gotinhas de um remédio pra evitar retenção de líquido… tipo, pra mijar mais. À noite, o cozinheiro, Rafa e Eva foram pra barraca deles, e os guris pra deles. Foram cedo porque Carlos e Rafa diziam que estavam se sentindo mal, tontos, e queriam deitar. O resto estava perfeito. Lá pelas duas da manhã, Eva acordou. — Rafa, desculpa… tô morrendo de vontade de mijar. — Então vai mijar, ué. — Tenho medo de ir sozinha. — Qual é, não vai acontecer nada, me deixa dormir, ainda tô me sentindo mal, por favor. E virando de lado, fingiu que dormia. — Carlos? Acorda, acorda, por favor. — O que foi? — Tô morrendo de vontade de mijar, não aguento mais e tenho medo de ir sozinha. — Então fala com o Rafa. — Já falei, mas ele não quer ir comigo. — Porra, mulher, tô ouvindo os meninos acordados. Pede pra um deles te acompanhar, porque eu tô muito ferrado. — E virou de lado pra dormir de novo. Eva saiu da barraca, vestindo um pijaminha verde curto de duas peças, folgado, e foi até a barraca dos caras. — Oi, meninos. — A gente vai dormir agora, — disse o Anjinho, achando que ela ia dar bronca. — Tudo bem, mas preciso pedir um favor. Tô morrendo de vontade de mijar e tô com medo. Alguém pode me acompanhar? — Claro, gata, — disse o irmão do Rafa. — Vamos, Juan, pega a lanterna. Os dois saíram dos sacos de dormir só de cueca e acompanharam Eva até uma parte do mato, uns 25 metros pra lá. — Por favor, olha se não tem bicho ou cobra. Os dois começaram a pular e bater o pé no chão. — Se tinha algum, já foi. Vamos virar de costas. — Não, por favor, fiquem perto e iluminem a área, não vá aparecer uma cobra. Prefiro que vocês me vejam mijando do que ser atacada por um bicho. Como quem leu as histórias anteriores sabe, Eva não ligava de ser vista pelada, já que desde pequena ia pra praias e resorts nudistas, então não tinha vergonha nenhuma. — É, o perigo aqui é algum bicho subir na sua calça se você deixar no chão e, quando vestir, te picar. Eva tirou a calça do pijama e ficou nua, só com a camiseta do pijama que batia no umbigo. Rapidamente entregou a calça pro Juan e se agachou pra mijar. — Porra, tava com vontade mesmo. — Se esperasse mais, explodia.
Comentavam os dois enquanto não perdiam detalhe do corpo nu da Eva. Quando a Eva se levantou depois de mijar e pediu um lenço de papel. — Juan foi buscar papel higiênico — E o Juan saiu correndo, com a calcinha da Eva na mão. — Não precisa, mas o Juan já tinha ido — Essa tarde vocês encheram o saco com essa história de higiene na loja que a gente divide com mais gente, e agora quer voltar com a buceta cheia de mijo… olha se tem umas gotinhas nos pelinhos — disse Alberto enquanto iluminava e aproximava o rosto a menos de cinco centímetros da buceta bem cuidada da Eva. Nessa hora ela foi se cobrir com a mão, mas Alberto segurou. — Vai se encher de mijo… espera o papel. Os dois ficaram em silêncio enquanto Alberto não tirava os olhos de lá, e a Eva começou a sentir vergonha, principalmente vendo que da cueca do Alberto saía uma ereção fortíssima. — Parece que ele tá demorando um pouco, disse a Eva. Vamos voltar? — Ele não vai achar, disse Alberto enquanto dava voltas ao redor da Eva e não perdia detalhe daquele rabão. — O que você tá fazendo? — Ora, garantindo que não tem nenhum bicho perto de você. — Ah, desculpa — pensou a Eva. Ainda por cima o moleque se preocupa comigo e garante que não tem bicho nenhum, e eu aqui pensando mal, achando que ele queria ver minha bunda. No fundo, são uns caras legais.
— Sem beijos. — Ilumina, ouvi um barulho. — Eu não ouvi nada. — Embora tivesse ouvido e soubesse que todos os amigos não tinham perdido detalhe. Juan chegou correndo, após mais de cinco minutos eternos para Eva, com o papel higiênico. — Desculpa — disse com a voz ofegante — não achei, a gente tinha colocado no fundo da nossa barraca. E, como se fosse a coisa mais normal do mundo, começou a limpar a bucetinha. Eva deu um pulo ao sentir a mão de Juan no seu sexo, e Juan, com tom surpreso: — Foi mal, nem percebi. Vim tão rápido pra não te deixar aí toda mijada que nem me toquei e comecei a limpar eu mesmo. — Relaxa, mas eu dou conta sozinha, valeu. — Pegou um pouco de papel e se limpou. — E agora a gente vai com o papelzinho pro acampamento pra não sujar o mato — disse Eva, satisfeita com a lição de ecologia que deu. — Me dá minha calça. — Merda — disse Juan, levando a mão à cabeça — deixei no acampamento quando fui pegar o papel. Vou buscar? — Não, deixa, vamos pro acampamento. — Eva não ia esperar mais tempo na frente de um adolescente de pau duro enquanto ele voltava com a calça, com o risco de os bichos comerem ela. Ao chegar no acampamento iluminado, os caras disseram pra Eva que iam mijar, mas ela tinha certeza de que iam bater uma punheta e tava pouco se fodendo, já que tinha visto vários punheteiros nas praias de nudismo. Do lado de fora da barraca dos caras, que tava acesa, e tampando a xota com a mão, disse: — Vocês podem pegar minha calça do pijama? — Ela tinha certeza de que não ia dormir pelada perto do seboso do Carlos. Não teve resposta de dentro; na real, não se ouvia nada. — Caras, vocês não tão dormindo, né?... Deixaram o fogão de acampamento aceso, é perigoso. Continuou sem resposta, então enfiou a cabeça pra dentro da barraca: — Caras, se vocês tão acordados, não vou brigar. — Mas ninguém abriu os olhos, então ela decidiu entrar com cuidado, engatinhando. Assim que chegou... No final da loja, ouviu um grito e várias pessoas se jogaram em cima dela. — Tão nos atacando — Sou a Eva… sou eu… calma — dizia Eva, completamente imobilizada com os três adolescentes em cima dela.
— Ei, colegas, é a Eva, calma aí. — Que susto, a gente tava dormindo e eu acordei, e quando te vi, pensei que alguém queria roubar nossos tênis. — Então não — disse Eva — era eu procurando uma coisa — e começou a se levantar, mas como não cabia dentro da barraca, ficou com metade do corpo inclinado, então os dois de trás tinham uma bela visão da bunda e da rachinha dela, e o da frente, da buceta. — Ela tá pelada — disse um, apontando pra xereca dela. — Deve ser uma puta, só quer é pica. Eva não sabia como, mas de repente tinha seis mãos passando por todo o corpo dela, agarrando com força os peitos, a bunda. — Não, me soltem, me soltem — gritava Eva. Tentava soltar as mãos, mas se soltava uma, outra se agarrava. — Para, galera… para… soltem ela — gritava Rafa, o que vocês tão fazendo? Todos soltaram ela e se viraram pra entrada da barraca, onde estavam Rafa e Carlos, momento que Eva aproveitou pra se levantar e se abraçar no Rafa. — Eles me atacaram do nada. — Não, essa puta entrou pelada procurando pica e a gente ia dar pra ela. — Não, não, eu entrei pra pegar minha calça de pijama. — Mas que porra de buceta você tá fazendo pelada na barraca? Te enfiaram à força? — Nós? Se ela entrou rebolando a bunda e enfiando a xota na nossa cara. — Bom, vamos nos acalmar e resolver isso — sentenciou Rafa — Eva, se veste e vai pra nossa barraca. — Não — disse Alberto, que já tinha voltado com Juan. — Como assim não? Agora você manda? — disse Rafa, puto. — Essa gostosa ficou nos provocando e a gente é de menor, M E N O R E S, assim que chegar em casa, vou meter uma queixa ou chamo a Guarda Civil agora. — E eu, e eu, todo mundo vai meter uma queixa… já tô vendo as manchetes dos jornais: "Assédio sexual a menores", "Monitores pelados na frente de menores"… vocês vão se ferrar. — Vocês são uns cuzões, não esperava isso de vocês, caras. — Carlos, Eva, é verdade, eles nos pegaram pelos colhões. — O que vocês querem? — Queremos ter um fim de semana inesquecível, então, de repente, tira a camiseta. Eva. Ela olhou horrorizada para Rafa, que fitando os olhos dela, disse: — Faz isso ou esses filhos da puta vão nos afundar pra sempre. — Mas… — disse Eva, hesitante — a gente pode fazer alguma coisa, não pode? — Infelizmente não, disse Carlos — ou a gente aceita essa chantagem ou explica o inexplicável pra polícia… Eva, cheia de raiva, levantou a camiseta e ficou completamente nua enquanto todos a observavam. Os adolescentes soltaram gritos de empolgação.
— Vamos te foder todos, várias vezes e até a gente cansar. — Não se preocupa, disse com deboche o cozinheiro seboso, esses pivetes não aguentam nem um minuto… você nem vai sentir.
— Olha aqui, seu gordo filho da puta, a gente vai ver quem aguenta mais. Cada trepada comigo, Rafa e vocês vão comer ela também, e no fim do fim de semana a gente vê quem é mais macho.
— Vadia, agradece a esse porco que agora não vão te comer cinco, vão ser sete caras.
— Isso, isso, seu gordo desgraçado, continua falando que a gente chama uns amigos pra vir comer de graça.
Rafa segurou ela pelos ombros e, olhando nos olhos dela, disse:
— Esses arrombados nos pegaram, mas é você quem tem que decidir. Você que nos meteu nessa, e as consequências podem ser terríveis, principalmente pra você… mas você precisa pensar se é melhor dar um pouco ou passar vergonha pública, sua e nossa, e talvez um problema na justiça. Decide, Evita. Eu chamo a guarda civil ou a gente se diverte?
Eva não disse nada. Deitou de barriga pra cima e abriu as pernas.
Boa garota, muito boa garota. Gordo, olha só como um moleque transa. Rafa, certeza que você tem camisinha no carro… seja bonzinho e vai buscar, não quero que essa rabuda me passe alguma coisa. Ele baixou a cueca e o pau ereto apontava direto pra Eva. A verdade é que o pau dele era grande, com uma cabeça bem rosada e, em outras circunstâncias, Eva teria achado atraente. Piranha, viu como não sou tão ruim? Te poupo as preliminares, já venho com o dever de casa feito — disse Alberto, apontando pro próprio pau e rindo enquanto colocava a camisinha. Ele subiu em cima, penetrando direto na bucetinha, que naquele momento não estava lubrificada, e na boca beijava ela com avidez enquanto metia com força. Eva sentia muita dor e estava toda dura. — Rabuda, se mexe, parece que tô fodendo uma morta. Mas Eva não se moveu e aguentou as 27 estocadas do Alberto até que ele finalmente gozou. No fim, ela decidiu fechar os olhos, porque pra onde quer que olhasse, encontrava os olhares dos adolescentes.
— E aí, mano? — perguntaram os colegas dele. — A melhor buceta que já comi, bem apertadinha, parecia virgem. Agora o gordo que quero ver como fode a foca, e depois você — apontando para Rafa. — Gordo, chupa a buceta dela antes de foder, que com certeza ainda tá com cheiro do meu pau. Rafa se aproximou da orelha de Eva e quase num sussurro: — Querida, isso é inevitável, não podemos fazer nada, por que você não tenta relaxar e curtir um pouco… vai ser mais suportável. Mal tinha terminado de falar, Eva já sentia a nojenta língua de Carlos lambendo ela desajeitadamente, longe de excitá-la, com a buceta dolorida do jeito que tava, cada passada era um tormento. No fim das contas, tinha sido culpa dela, pensou, e considerou que a melhor forma de humilhar os moleques era, se não gozar, pelo menos parecer que com Carlos e Rafa ela tava curtindo. Aqueles demônios de pivetes pelo menos iam pensar que Carlos e Rafa transavam tão bem que conseguiam fazê-la gozar. Então começou a gemer e dar gritinhos de prazer assim que sentiu o pau de Carlos dentro dela. Começou a acariciar a careca dele e evitou mostrar o nojo que sentia ao tocar naqueles poucos cabelos também ensebados e na pressão dos 120 quilos que ele devia pesar. Mexia os quadris o mais rápido que aquele peso permitia e, assim que sentiu a gozada de Carlos, simulou um orgasmo.
Depois chegou a vez do Rafa, e a Eva, que gostava dele, decidiu imaginar que estava com o namorado. Rafa foi bem cuidadoso e começou percorrendo o corpo dela com beijinhos rápidos enquanto acariciava o cabelo dela. — Vamos lá, caralho, faltam quatro, mete a direta. — Po, eu já não aguento mais. — Calma, galera, meio Alberto, que ainda tem sábado e domingo, a gente vai encher o saco de foder essa Promíscua. Rafa focou em lamber os peitos enquanto enfiava devagar um dedo na buceta da Eva e, pela primeira vez na noite toda, Eva não fingiu o orgasmo e tava doida pra ser penetrada pelo Rafa. Pra ela foi gostoso, ele meteu devagar enquanto continuava lambendo os mamilos dela e, antes da penetração acabar, ela teve outro orgasmo forte. Decidiu que aqueles moleques não iam humilhar ela, iam foder ela, mas já que tinha que aguentar, ia tentar gozar ao máximo. Apesar da decisão de tentar curtir o fim de semana, foi longo pra ela: só saía da barraca pra se lavar no rio, os caras entravam direto um por um, ou vários de uma vez, e sempre que Alberto comia ela ou ela tinha que chupar ele, o Carlos e o Rafa tinham que entrar na barraca e foder ela também.
No domingo à tarde, já não lembrava quantas vezes tinha sido fodida, sete ou oito vezes cada um?. Todos os buracos dela doíam, mas tinha que admitir que em vários momentos sentiu muito prazer, embora outros parecessem eternos. Nos poucos momentos em que não estavam fodendo ela, tinha que andar pelada pelo acampamento e era raro o instante em que um ou outro não estava passando a mão na bunda dela ou beliscando um peito… Rafa e Carlos, na presença da Eva, pareciam tristes, mas sem a Eva estavam encantados com o resultado do plano deles e se cagando de rir que a Eva achasse que ela estava transando com menores.
No caminho de volta no carro, Carlos, Rafa e Eva quase não falaram, e quando já deixavam Carlos em casa, ele quebrou o silêncio. — Foi duro, mas nos livramos da denúncia daqueles delinquentes. Até mais — disse, fechando a porta do carro. — Eva, tô muito triste por você, me sinto tão culpado por ter te trazido no fim de semana — disse Rafa, sem conseguir olhar na cara dela. — Sei que nunca mais vai querer me ver na vida… sinto muito de verdade. Eva estava emocionada, não achava que era culpa dele, mas sim dela por ser tão confiante e medrosa. — Não foi culpa de ninguém, no máximo dos garotos, mas vamos ver o lado positivo: demos uma boa educação sexual pra eles. — Ohh, Eva, você é maravilhosa, nunca perca essa alegria de viver. Mas me sinto tão culpado e quero te compensar, e vou fazer isso, já vai ver. (Rafa já tinha uma nova ideia pra continuar comendo Eva.) Chegaram na casa de Eva e encontraram comigo, que estava descendo o lixo. — Oi, amor — disse Eva, me abraçando. — Te apresento o Rafa. — Rafa… te apresento meu namorado, de quem tanto falei. — Prazer em te conhecer — disse ele, estendendo a mão pra mim. Aí conheci o Rafa, de quem só sabia que era o amigo da minha namorada, e eu ainda não fazia ideia do que tinha acontecido nem do que rolaria nos meses seguintes, quando Rafa se tornou um dos nossos melhores amigos… maldito o dia em que ela o conheceu. — Bom, Eva, vou indo, te ligo amanhã e a gente conversa, tô doido pra chegar em casa — pra ver as fotos e os vídeos que tiramos de você nesse fim de semana e você nem percebeu, ingênua, pensou Rafa, mas claro que não disse — tô cansado. E Eva e eu fomos pra nossa casa. — Amor, tá com dor? Aconteceu alguma coisa? — Tô dolorida, esses garotos me deram muito trabalho… subimos várias montanhas. — Vai voltar com eles? — Não, acho que não… Obrigado pelos comentários, sabendo que alguém se interessa, continuo a história.
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