Ela se chama Florencia e atualmente mora nos EUA. Tem 32 anos. Baixinha, 1,55m, peito pequeno, e uma bunda de novela: empinada, macia, durinha. Sempre me dei bem com ela porque é uma mina muito simpática e desde o início a gente se entrosou pra caralho. Era só mais uma cliente, e eu fazia o simpático porque fazia parte do trampo. Mas teve uma parada que mudou minha visão sobre ela: por acaso entrei no Facebook dela e vi aquela bunda. Uma bunda linda. A partir dessa descoberta, toda vez que a gente conversava, eu colocava muito mais molejo do que antes. Eu sabia que ela ia direto dançar no Rose Bar, então organizei o Dia do Amigo pra passar lá com meus melhores amigos. Pra isso, pedi pra Flor me arrumar um contato pra entrar. E ela conseguiu. Naquele Dia do Amigo, eu tava "solteiro" porque minha mulher tinha ido pra um Congresso de Medicina no exterior. Passei a noite trocando ideia com ela, esperando e torcendo pra ela aparecer por lá, mas não deu. Isso foi numa terça. No dia seguinte, a gente continuou conversando e ela disse que precisava ir perto do meu prédio devolver uma parada pra uma amiga. Já no meio-dia a gente tinha combinado que ela passaria na casa da amiga e depois viria no meu apê dar um oi. Mas à tarde os planos foram pro saco porque ela falou que eu era casado e que era errado o que ia rolar. Bom, não consegui convencer ela. Aí, de noite, quando eu tava quase comendo uma pizza com cerveja, o porteiro do prédio me liga falando que a Florencia tava lá embaixo. Mandei subir. Quando abri a porta, achei que ia me apaixonar. Ela tava maravilhosa! Com uma calça jeans super justa, umas botas e uma blusa meio de seda.
negra. Dei um beijo na bochecha dela e perguntei se tinha comido. Ela disse que não, então ofereci uns pedaços de pizza e abri uma garrafa de vinho.
Passei pra sala de jantar e começamos o jantar. Ela tava muito gostosa e minha vontade de dar um beijo nela só aumentava. Depois do jantar, continuamos conversando, e sugeri irmos pro meu quarto pra fazer uma massagem nela. Quando ela topou, já era partido ganho. Ela tirou a camiseta e ficou só de sutiã preto, bem fininho. Peguei um pote de creme e espalhei nas costas dela. Que pele macia! Quando a massagem foi esquentando, desabotoei o sutiã, tirei e continuei massageando, passando pelos lados dos peitos, buscando os mamilos. Nessa altura, a massagem já era puro carinho. Não aguentei, segurei o rosto dela e dei um beijo. Ali começou tudo. Com o beijo veio o apalpação, o roçar. Virei ela e lambi os mamilos. Depois, tirei o jeans dela. O tesão era evidente. Tirei meu jeans e fiquei só de cueca. A ereção tava descomunal. Agarrei a bunda dela e comecei a bombar. Subi pra chupar os peitos de novo e, ao mesmo tempo, passar a mão na buceta por cima da calcinha. Devagar fui masturbando ela, enfiando uns dedos, tava muito molhada. Dos peitos, fui descendo pro umbigo, passando a língua pela barriga e ventre. Tirei a calcinha dela e me apaixonei pela segunda vez... uma buceta linda, macia, toda depilada. Sem pensar, passei a língua por toda a racha, subi na ponta, chupei os lados e lambi e beijei o clitóris. Ela me segurava forte pela cabeça e gemia. Fiquei um bom tempo chupando a buceta dela, até que ela se levantou e começou a chupar minha pica. Que prazer, que boquete gostoso. Me conhecendo, pedi pra ela parar, que queria comer ela. Coloquei uma camisinha e penetrei. Comi ela com força, no ritmo. Depois, ela sentou na minha pica e começou a subir e descer, acelerou o ritmo e gozou. Na sequência, coloquei ela de quatro e meti fundo. Não demorei muito pra gozar. Depois, fui pro banheiro me higienizar. Quando voltei pra cama, ficamos conversando pelados. Depois de um tempo de conversa, voltamos a nos pegar, minha pica começou a endurecer. Novamente. Chupei ela por um tempinho. De olhos fechados, lembrei da buceta linda dela, falei que queria chupar ela e fazer ela gozar. Fiquei uns 10 ou 15 minutos chupando ela. Até ela chegar ao orgasmo!
No dia seguinte, quinta-feira, trabalhei o dia inteiro e à tarde marquei de encontrar um amigo no Antares das Cañitas. A Flor ia pro Rose Bar às 20h e passou antes no bar pra me dar um oi. Ela tava mais gostosa que no dia anterior. Tava usando um vestido prateado, curto, justinho, e muito bem maquiada. Uma bomba! Quando veio me cumprimentar na mesa, meu amigo não acreditou. A gente ficou conversando os três, ela foi no banheiro e eu também. Quando saímos e descemos as escadas, no patamar, encostei ela na parede e a gente começou a se pegar, feito adolescentes, por uns 5 minutos. Não tava nem aí se alguém visse, não ligava pra nada. Pedimos a conta e fui pra casa. Fui dormir cedo, porque tava cansado do dia anterior. Umas 2 da manhã, no meio do sono, toca o interfone. Era o segurança, falando que a Florencia tava lá embaixo. Mandei ela subir. Ela tava muito bêbada, assim que abri a porta, se jogou em cima de mim e me beijou. Levei ela pro quarto e tirei a roupa dela. Ela tava mais descontrolada que no dia anterior. Tirou meu short e começou a chupar minha pica. Beijava a cabeça, passava a língua pelo tronco e enfiava tudo na boca. Chupava, cuspia pra lubrificar e chupava de novo. Não demorei muito pra falar que ia gozar. Ela continuou chupando e gozei tudo na boca dela, ela engoliu tudo. A Flor tava muito tarada e me pediu pra chupar a buceta dela. Fiz isso. Quando já tava bem quentinha, levantei a raba dela e chupei o cu dela. Desde a primeira vez que vi aquela raba, falei que tinha que ser minha. Mas isso tinha tempo. Coloquei ela de quatro e comecei a meter na buceta dela. Meus movimentos tinham um bom ritmo. Enquanto metia, ia enfiando um dedo primeiro e depois dois no cu dela. Não aguentei mais e falei que queria comer o cu dela, pra minha surpresa ela disse que sim. Custou pra minha pica entrar, mas depois que entrou, ela começou a gozar igual uma louca. Enquanto eu metia, ela se masturbava. Não demorou pra ela gozar. Eu demorei um Pouco mais, porque era meu segundo sexo. Quando senti que ia gozar, tirei a camisinha e gozei nas costas dela. Ela foi se limpar no banheiro e, quando voltou, ficou 20 minutos dormindo. Quando acordou, ficou pensativa e começou a chorar. Ainda estava meio bêbada. Perguntei o que tinha, e ela disse que estava assim porque estava se apaixonando por um homem casado. Quando se acalmou, falou que ia pra casa dela, era umas 5 da manhã. Falei se ela queria que eu dirigisse o carro dela e depois voltasse de táxi. Ela disse que não.
No dia seguinte, sexta-feira, ela ficou evasiva. Quase não respondia minhas mensagens. Falei pra gente se ver, ela disse que não, que tinha pensado e que preferia não me ver mais.
Assim se encerra essa história, que durou pouco mas foi intensa pra caralho. Uns dias depois ela me bloqueou no Facebook, até uns dois anos atrás quando me desbloqueou. Agora ela já é mãe de uma menina de 2 anos, continua morando nos EUA e tá parecendo muito feliz.
negra. Dei um beijo na bochecha dela e perguntei se tinha comido. Ela disse que não, então ofereci uns pedaços de pizza e abri uma garrafa de vinho.
Passei pra sala de jantar e começamos o jantar. Ela tava muito gostosa e minha vontade de dar um beijo nela só aumentava. Depois do jantar, continuamos conversando, e sugeri irmos pro meu quarto pra fazer uma massagem nela. Quando ela topou, já era partido ganho. Ela tirou a camiseta e ficou só de sutiã preto, bem fininho. Peguei um pote de creme e espalhei nas costas dela. Que pele macia! Quando a massagem foi esquentando, desabotoei o sutiã, tirei e continuei massageando, passando pelos lados dos peitos, buscando os mamilos. Nessa altura, a massagem já era puro carinho. Não aguentei, segurei o rosto dela e dei um beijo. Ali começou tudo. Com o beijo veio o apalpação, o roçar. Virei ela e lambi os mamilos. Depois, tirei o jeans dela. O tesão era evidente. Tirei meu jeans e fiquei só de cueca. A ereção tava descomunal. Agarrei a bunda dela e comecei a bombar. Subi pra chupar os peitos de novo e, ao mesmo tempo, passar a mão na buceta por cima da calcinha. Devagar fui masturbando ela, enfiando uns dedos, tava muito molhada. Dos peitos, fui descendo pro umbigo, passando a língua pela barriga e ventre. Tirei a calcinha dela e me apaixonei pela segunda vez... uma buceta linda, macia, toda depilada. Sem pensar, passei a língua por toda a racha, subi na ponta, chupei os lados e lambi e beijei o clitóris. Ela me segurava forte pela cabeça e gemia. Fiquei um bom tempo chupando a buceta dela, até que ela se levantou e começou a chupar minha pica. Que prazer, que boquete gostoso. Me conhecendo, pedi pra ela parar, que queria comer ela. Coloquei uma camisinha e penetrei. Comi ela com força, no ritmo. Depois, ela sentou na minha pica e começou a subir e descer, acelerou o ritmo e gozou. Na sequência, coloquei ela de quatro e meti fundo. Não demorei muito pra gozar. Depois, fui pro banheiro me higienizar. Quando voltei pra cama, ficamos conversando pelados. Depois de um tempo de conversa, voltamos a nos pegar, minha pica começou a endurecer. Novamente. Chupei ela por um tempinho. De olhos fechados, lembrei da buceta linda dela, falei que queria chupar ela e fazer ela gozar. Fiquei uns 10 ou 15 minutos chupando ela. Até ela chegar ao orgasmo!
No dia seguinte, quinta-feira, trabalhei o dia inteiro e à tarde marquei de encontrar um amigo no Antares das Cañitas. A Flor ia pro Rose Bar às 20h e passou antes no bar pra me dar um oi. Ela tava mais gostosa que no dia anterior. Tava usando um vestido prateado, curto, justinho, e muito bem maquiada. Uma bomba! Quando veio me cumprimentar na mesa, meu amigo não acreditou. A gente ficou conversando os três, ela foi no banheiro e eu também. Quando saímos e descemos as escadas, no patamar, encostei ela na parede e a gente começou a se pegar, feito adolescentes, por uns 5 minutos. Não tava nem aí se alguém visse, não ligava pra nada. Pedimos a conta e fui pra casa. Fui dormir cedo, porque tava cansado do dia anterior. Umas 2 da manhã, no meio do sono, toca o interfone. Era o segurança, falando que a Florencia tava lá embaixo. Mandei ela subir. Ela tava muito bêbada, assim que abri a porta, se jogou em cima de mim e me beijou. Levei ela pro quarto e tirei a roupa dela. Ela tava mais descontrolada que no dia anterior. Tirou meu short e começou a chupar minha pica. Beijava a cabeça, passava a língua pelo tronco e enfiava tudo na boca. Chupava, cuspia pra lubrificar e chupava de novo. Não demorei muito pra falar que ia gozar. Ela continuou chupando e gozei tudo na boca dela, ela engoliu tudo. A Flor tava muito tarada e me pediu pra chupar a buceta dela. Fiz isso. Quando já tava bem quentinha, levantei a raba dela e chupei o cu dela. Desde a primeira vez que vi aquela raba, falei que tinha que ser minha. Mas isso tinha tempo. Coloquei ela de quatro e comecei a meter na buceta dela. Meus movimentos tinham um bom ritmo. Enquanto metia, ia enfiando um dedo primeiro e depois dois no cu dela. Não aguentei mais e falei que queria comer o cu dela, pra minha surpresa ela disse que sim. Custou pra minha pica entrar, mas depois que entrou, ela começou a gozar igual uma louca. Enquanto eu metia, ela se masturbava. Não demorou pra ela gozar. Eu demorei um Pouco mais, porque era meu segundo sexo. Quando senti que ia gozar, tirei a camisinha e gozei nas costas dela. Ela foi se limpar no banheiro e, quando voltou, ficou 20 minutos dormindo. Quando acordou, ficou pensativa e começou a chorar. Ainda estava meio bêbada. Perguntei o que tinha, e ela disse que estava assim porque estava se apaixonando por um homem casado. Quando se acalmou, falou que ia pra casa dela, era umas 5 da manhã. Falei se ela queria que eu dirigisse o carro dela e depois voltasse de táxi. Ela disse que não.
No dia seguinte, sexta-feira, ela ficou evasiva. Quase não respondia minhas mensagens. Falei pra gente se ver, ela disse que não, que tinha pensado e que preferia não me ver mais.
Assim se encerra essa história, que durou pouco mas foi intensa pra caralho. Uns dias depois ela me bloqueou no Facebook, até uns dois anos atrás quando me desbloqueou. Agora ela já é mãe de uma menina de 2 anos, continua morando nos EUA e tá parecendo muito feliz.
1 comentários - Flor do Polvão