Juego con mi compañera

Não sou um cara muito popular, mas também não sou solitário, só tô no meio termo. Entrei na sala de aula e sentei numa das cadeiras, mas o que me chamou a atenção foi uma das minas que tava me olhando. A blusa dela não podia estar mais justa, nem a saia mais curta, e os peitões dela também eram enormes. Desviei o olhar dela pra outro lugar, peguei meu celular e comecei a ver uns vídeos. A professora entrou na sala pra dar bom dia, e a aula começou. A mesma mina sentou do meu lado. Fiquei nervoso, mas não deixei transparecer e continuei olhando pro quadro. — Me chamo Paula. — ela sorriu e continuou escrevendo. — Prazer, Benjamin. — sorri de volta com um tom nervoso. A professora escreveu no quadro: "Trabalho de Biologia". Tamo estudando biologia humana. — Então, esse trabalho vai ser em dupla, então quero que vocês façam um esquema e também um arquivo de PowerPoint sobre o corpo masculino e feminino. — ela escreveu tudo isso e depois falou. Olhei pra Paula e ela parecia estar prestando atenção em mim. — Se quiser, a gente pode fazer junto. — ela disse, tomando a iniciativa em todas as conversas. — Beleza. — falei, olhando diretamente nos olhos azuis dela. — Vocês vão me entregar depois de amanhã. — Pensei que nesses dias não tenho nada pra fazer. — Que tal depois da aula na minha casa? — falei como um convite, já que meus pais tão viajando a trabalho. — Beleza. — ela sorriu. O sinal tocou e ela foi embora, mas se aproximou de mim e eu vi os peitões dela, o que fez eu ficar de pau duro. O dia na escola passou rápido, e ela, de uma desconhecida, virou mais que uma amiga. Foi reconfortante perceber que ela é quase igual a mim nos gostos. Fomos caminhando pra minha casa, continuando a conversar sobre tudo da nossa vida. Entramos em casa e peguei um pacote de biscoitos e um refri pra subir pro meu quarto. — O primeiro quarto à direita. — fiz ela subir primeiro e vi a calcinha dela e as marcas da lingerie. Ela deixou a bolsa no chão, e eu fiz o mesmo, mas tropecei no meu... Mochila e me joguei nela, caí em cima do corpo dela, e a gente se olhou nos olhos. — Foi mal. — falei pra me levantar. — Relaxa. — Ela sentou na cama, pegou os livros e a gente começou a fazer isso. — Por que a gente não faz melhor? — Ela falou, ficou na minha frente e me deu um beijo, meu pau ficou duro na hora. — Como assim? — perguntei, enquanto tocava os peitos dela. Ela tirou a blusa e mostrou o sutiã azul. — Vamos fazer, mas na vida real. Eu sou boa em desenhar e você parece ter um corpo legal. — É verdade, como não tenho muitos amigos, comecei a malhar pra ter tanquinho. — Legal, gostei. — Tirei a camisa pra mostrar o abdômen e meu pau duro, que tava apertado dentro da calça e da cueca. Ela começou a me desenhar, marcando cada parte do meu corpo. — Agora a parte de baixo. — Tirei a calça e meu pauzão apareceu, ela ficou surpresa, mas não demorou nada pra desenhar. Cheguei perto e ela me deu um beijo no pescoço e na boca, e com a mão agarrou meu pau. — Minha vez. — Sentei e ela tirou o sutiã, os peitos grandes dela com auréolas rosas eram lindos, e meu pau cresceu mais ainda. Não sou bom em desenhar, então fiz o melhor que pude. Ela tirou a calcinha, a buceta dela tinha pelos, então não foi difícil desenhar, e as pernas depiladas. A gente anotou tudo que tinha que fazer e terminou o trabalho. — Vamos fazer. — falei, tirei as coisas da cama e deitei nela. Vou perder minha virgindade com a pessoa que acabei de conhecer. A gente continuou se beijando, fios de saliva se formavam, cada vez mais descendo pelo corpo. Mordi os mamilos dela, lambi as pontas e chupei como um bebê mamando. Dei um beijo na barriga dela, lambi meus dedos e enfiei nela. Ela deu um gemido de prazer que me deixou mais excitado. Tirei os dedos e um líquido quente e pegajoso escorreu. Lambi meus dedos, o gosto era salgado, e depois lambi a buceta dela e enfiei minha língua. Tenho isso aqui.—Peguei uma camisinha que estava perto na bolsa.—Perfeito.—Coloquei e enfiei, mas ela deu um gritinho com aquilo e eu continuei me movendo rápido. Ela arranhou minhas costas, eu me afastei um pouco e ela se jogou em mim. Segurei ela pela cintura e agora era ela quem começava a se mexer, me dando um puta prazer. Agarrei os peitos dela e apertei, ela se curvou e a gente se beijou. Tirei o pau e coloquei ela de quatro, a camisinha com lubrificante vaginal. Enfiei o pau no cu dela, pareceu doer, mas ela não disse nada, eu só me mexia com muita alegria.—Vou gozar.—Uma porrada de porra apareceu na camisinha quando tirei.—Foi bom.—Tirei a camisinha cheia de porra e joguei no lixo, mas ela lambeu. A gente se jogou na cama e se abraçou.—Se você quiser, isso pode ser mais frequente, e a gente se conhecer melhor.—Gosto da ideia, assim conheço o lugar, e você me mostra o lugar.—Ela me deu um abraço e me beijou..... Isso é novo pra mim, essa história eu amei cada palavra que coloquei. A história anterior foi uma que vi há um tempo e não lembrava, mas quero continuar escrevendo essa história do corno do Carlos e os anexos do interesse dele. Se quiserem participar disso, me digam e posso fazer uma história com vocês e em qual das histórias que tenho: essa, a da Jéssica, corno ou outra. Ou James e a amante Jéssica e o amigo Peter, que vai sair do lugar pra ficar os dois, isso vai acontecer nos próximos episódios e vocês vão saber do sexo das crianças. E essa história é nova e se gostarem, deem pontos e comentem, que me faz fazer com mais detalhe. Se leram minha história de elementos, parei ali, mas não tenho o que escrever, se alguém quiser que me diga.

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