Luxuriosa e puta que sou

Procurei ocupar meu tempo livre com alguma atividade, então pesquisei na internet e encontrei uma que se encaixava no que eu queria. Um pintor (de quadros) estava procurando uma modelo para o ateliê dele. Fui ao encontro que tinha marcado por telefone, fui atendida pelo dono, um cara de uns 50 anos. Quando me viu, ele me examinou com cuidado, me fez girar e, de início, aprovou meu corpo, que não detalhei antes, mas vou fazer agora: Loira, Olhos Verdes, 1,71m de altura, 87/61/93. Na rua, vivo cheia de cantadas, então acho que sou bem gostosa de corpo.

O pintor começou a explicar qual seria meu trabalho como modelo: posar pelada na frente dos alunos do ateliê e dele também. Ele pediu que eu tirasse a roupa, e eu topei, já meio excitada. Ele saiu do quarto, me deixando à vontade para fazer isso sem pressão. Depois de um tempo, ele voltou, e os olhos dele me pareceram cheios de luxúria, foi a impressão que tive. Ele se aproximou, pediu que eu girasse devagar de novo e, com um olhar de quem examina tudo, foi reparando em cada pedaço da minha pele.

Depois de uns 15 minutos me observando completamente nua, ele pediu que eu colocasse a calcinha e o sutiã. Para a entrevista, eu tinha comprado lingerie nova: um conjunto bem excitante de cetim azul celeste, um sutiã lindo que deixa ver parte da auréola e marca bem o biquinho do peito, enquanto a calcinha é só um triângulo na frente que, por ser tão fina, deixa transparecer meus lábios da buceta depilados; de costas, é só um fio dental que entra no meio da minha bunda e praticamente parece que estou mostrando a raba nua. Quando comprei a lingerie, cheguei em casa, experimentei na frente de um espelho de corpo inteiro e, ao me ver tão gostosa, fiquei com tesão e molhei a calcinha fio dental. Tive que me masturbar para aliviar a vontade. Quando fui para a entrevista, sabia muito bem que, ao me ver com uma roupa tão pequena, o entrevistador ia me aprovar na hora.

No momento em que ele me viu de lingerie... interior, acho que impressionou mais o pintor do que quando me viu pelada.
Ele passou um tempão me admirando e elogiando a dureza dos meus peitos e, principalmente, da minha bunda bem formada e redonda. Já estava começando a sentir frio, tão sem roupa, e avisei ele, que reagiu e mandou eu me vestir. Preciso deixar claro que, tanto quando eu estava nua quanto de lingerie, ele tirou um monte de fotos com meu consentimento, que, segundo ele, serviriam — se eu autorizasse por escrito — para colocar nos folhetos da escola de pintura. Não criei obstáculos pra isso rolar, e ele pediu que eu voltasse na semana seguinte pra assinar o contrato de modelo e a autorização das fotos.
Depois de me despedir com dois beijos nas bochechas, fui pra casa totalmente satisfeita e com a autoestima lá em cima. Meu marido não estava, e eu não ia contar absolutamente nada pra ele — "ele não precisava saber no que eu ocupava meu tempo livre".

E chegou o dia, depois de assinar o contrato, de encarar uma plateia cheia de aprendizes de pintura, num palco, totalmente pelada. Uns 60% eram homens. Quando saí como Deus me trouxe ao mundo, de trás de uma cortina, os caras, empolgados, soltaram uma salva de palmas, e cheguei a ouvir comentários tipo "finalmente o professor trouxe uma modelo que é super gostosa". Me senti muito satisfeita com a aprovação dos alunos e alunas.
Apoiada num banquinho, fiquei na pose que o professor mandou, deixando bem à mostra meus peitos duros e quase meus lábios da buceta, já molhados pela situação — coisa que nas sessões seguintes aprendi a controlar. Meus olhos começaram a examinar os presentes, e parecia que eu via nos olhos dos caras uma expressão de desejo reprimido, enquanto nas mulheres, talvez um olhar de inveja do corpo escultural que eu estava exibindo. De repente, fixei o olhar num cara, de uns 35 anos, meio bronzeado pelo sol, olhos claros, que me Olhava de um jeito estranho. Fiquei encarando ele por um tempo, depois desviei o olhar, porque achei que tava sendo atrevida da minha parte. Depois de uma hora modelando, me retirei, virando as costas naquele momento pra plateia, que se manifestou com assobios, palmas e palavras que a gente chama de "galanteadoras" ao ver ao vivo e a cores minha bunda bem definida. Me senti muito orgulhosa de ter uma rabeta daquelas e pensei: será que eles sabem que é o meu marido que come ela, que desde os meus 19 anos me penetram e, depois de tantas vezes que me foderam, sempre elogiaram pra caralho?

Fui feliz pra casa por causa do sucesso na minha primeira apresentação nua.

Como meu marido não ia voltar tão cedo, fiz um jantar leve, tomei um banho de espuma e, durante ele, me acariciei a buceta, focando no clitóris, pensando e criando na minha cabeça uma novela de que tava transando com aquele aluno moreno e de olhos verdes. Foi assim que cheguei a me satisfazer com um orgasmo maravilhoso. Não pensei nada na figura do meu marido, aquele garoto me esquentava. Deitei nua na cama, peguei o maior dildo que tinha e comecei a imaginar que tava fodendo com aquele que tanto me marcou. Como sou multiorgásmica, os orgasmos foram vindo um atrás do outro e, em vez de aliviar meu tesão, ele só aumentava. Não faço ideia de quantas "gozadas" eu tive naquela noite, só sei que num momento me senti exausta, mas feliz. Adormeci com um sorrisão na cara.

Adorei minha nova atividade, que de agora em diante seria um doce segredo só meu (não tão só meu, mas compartilhado com quem frequenta a escola).

Já nas modelagens seguintes, não consegui parar de olhar pro garoto que me abalou e com quem, com a imagem dele noite após noite, eu me masturbava. Eu desejava ele e queria ter "algo" com ele. Esperava que em algum momento ele se aproximasse pra conversar, e foi o que aconteceu uma noite, depois de modelar. Eu já tava vestida e ele veio falar uma besteira comigo. Depois de papear de boa, me convidou pra tomar um café, e eu, fazendo um pouco de charme, aceitei — não era pra dar moleza tão fácil.
Já no bar, a gente falou sobre vários assuntos; em um momento da conversa, ele pegou na minha mão, como quem não quer nada. Como não viu nenhum sinal de rejeição da minha parte, segurou ela ali. Ao sentir o calor da mão dele, comecei a reagir, e senti meus sucos vaginais escorrendo devagar — tava ficando com tesão, coisa lógica, já que eu não transava há mais de um mês e, sendo tão sexual como sou, era muito natural que a safadeza tomasse conta de mim.
Ele pagou a conta e, como a noite estava calma, se ofereceu pra me acompanhar a pé até em casa, mas eu recusei por causa das pessoas conhecidas que a gente podia encontrar no caminho. Expliquei que era casada e qual seria o problema de fazer aquilo. Ele entendeu, e decidimos caminhar — era andar por andar em boa companhia. Num momento, a gente parou, e ele aproveitou a chance pra me beijar; eu tava morrendo de vontade e não recusei. Nossas línguas se enroscaram sem pudor, as mãos dele apertaram meus peitos, enfiou elas por baixo do decote e do sutiã, apertando direto, os dedos beliscaram meus mamilos, me fazendo tremer. A outra mão levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental e, ajudado pelos meus fluidos, me enfiou — primeiro um, depois dois e até três dedos na minha buceta. Eu não fiquei parada: massageei o pau dele por cima da calça. Num momento de clareza, vendo que a gente ia acabar transando na rua, com todo o risco que isso tem, tirei as mãos dele que estavam me fazendo gozar pra caralho. E pedi pra gente sair dali. Ele, me vendo tão molhada e já entregue, me levou pra um hotel na região de Palermo. Eu não resisti. Lá dentro, ele tirou a calça e a cueca, exibindo um membro dos maiores que já provei — e olha que não foram poucos. Enquanto ele tirava a parte de cima, eu me ajoelhei e me preparei pra dar o melhor boquete da vida. A cabeça do pau dele ocupava quase toda minha boca, com a Minha língua percorria principalmente a cabecinha do pau dele, de onde saía um monte de líquido pré-gozo, que eu engolia com gosto. Enquanto eu tava nessa, ele tirou minha blusa e o sutiã, amassando meus peitos com uma mão, enquanto com a outra guiava minha cabeça no ritmo. Minha buceta tava escorrendo, acho que por causa da minha abstinência de pica.

Quando o pau do cara tava prestes a estourar, parei de chupar, tirei a saia e a calcinha fio dental, me deitei na cama de pernas abertas e falei: "vem pra cá e me penetra do jeito que você sabe."

Ele apoiou a cabeça enorme do pau dele na minha vulva, esfregou, e eu soltei um suspiro profundo. Ele procurou minha entrada e, de uma só vez, enfiou a glande inteira. Parou ali e, devagar, foi me perfurando centímetro por centímetro. Que delícia!

Quanto tempo fazia que eu não sentia uma rola desse tamanho dentro de mim? Começou uma bombada gostosa de entra e sai. Ele sabia como tratar uma mulher no cio. Tirava o tronco, deixando só a glande dentro, e depois enfiava tudo de novo, fazendo os colhões dele baterem na minha bunda. Me deu uma porrada de orgasmos dos mais gostosos. Quando senti o gozo quente dele inundar minha xota, tive um orgasmo sem fim, que me fez tremer e chorar de prazer.

Tomamos banho juntos e ficamos nos pegando, nos preparando pra mais uma rodada de sexo. Foi aí que ele confessou que era apaixonado pela minha bunda e que tava morrendo de vontade de me comer no cu. Respondi que não tinha problema, desde que usássemos a pomada anestésica que tinha ali e que ele fosse delicado na penetração. Ele passou a pomada no meu cu com um dedo, depois dois, e no terceiro dedo senti que já tava pronta pra receber ele. Avisei, e de quatro ele enfiou quase a pica toda de uma vez. Senti uma leve queimação, nada demais, e pedi pra ele ir até o fundo, o que ele fez na hora. Aquele entra e sai me levou ao paraíso das fodas. Sobre orgasmos, ela defende que existem três tipos: o orgasmo vaginal (ponto G), o orgasmo clitoriano e o orgasmo anal. Esse último, quando bem feito pelo garanhão, faz a mulher gozar como se o orgasmo fosse sentido nos três pontos ao mesmo tempo.

Eu me desmanchei igual a uma puta no cio e, depois que ele encheu meu cu de porra, eu não conseguia parar de transar, lembrando também daquele ditado: "a cabra puxa pro mato e a puta puxa pra cama".

Mas como é bom ser puta, arrumar um macho bom e foder como se fosse o último dia. Sempre digo: "A LUXÚRIA NÃO É PECADO, É PRAZER".Luxuriosa e puta que sou

4 comentários - Luxuriosa e puta que sou

Te felicito.. los gustos en vida.. encima termine re alzado.. besos
Amo las mujeres con ese grado de putez !!! Me volviste loco, ¿podés mandarme por priv alguna foto con menos ropa? asi te lecheo toda, me encantás !
Muy buen relato caliente cada vez mas trola me encanta!