Baseado em fatos reais, espero que gostem.
Naquela época eu tinha 27 anos, aconteceu com uma amiga e o namorado dela, por iniciativa da minha amiga, que vou chamar de Angélica, 25 anos. Ela me propôs realizar a fantasia de casal dela, me propôs um ménage. Nos meses anteriores, decidimos experimentar pela internet, um breve chat erótico no Skype, minha amiga completamente nua, enquanto o namorado dela e eu observávamos pelos nossos notebooks cada milímetro da pele dela que a webcam dela deixava ver. Nós três conversávamos, na verdade só nós dois. O namorado dela, que vou chamar de Nicolau, 27 anos, pedia pra namorada se masturbar, e ao mesmo tempo eu fazia meus próprios pedidos. Lembro de escrever: "Angélica, queria ver você se masturbando, deita de costas, abre as pernas, se masturba", e ela fazia sem hesitar. Talvez o momento mais excitante foi quando ela me disse: "Quero ver você pelado, Camilo". Com medo, porque era a primeira vez que me mostrava nu nessa situação, não só pra uma mulher, mas pra um homem, lentamente tirei minha roupa, deixando meu pau ereto visível pra Angélica e Nicolau. Falei pra Angélica sem pensar: "Quero ver sua raba, queria ver você de quatro, faz isso e se toca". Com habilidade, ela se preparou pra fazer o que pedi, a conversa pela câmera continuou, eventualmente com Nicolau também pelado. Dias depois, planejamos sem sucesso um encontro pra aquele ménage proposto. Apesar de querer muito, eu tinha medo, talvez vergonha de ficar nu na frente de outro homem. Então, uma noite saí pra comer com Angélica, ela me convidou com a desculpa de me ver pra conversar um pouco, comemos asinhas na Zona T, depois fomos pra casa dela tomar cerveja. Lembro que, uma vez lá no quarto dela, ela disse: "Camilo, vamos fazer o ménage, aproveita que você já tá aqui". Eu concordei, ela ligou pro namorado, que não demorou a chegar. O que Nicolau não sabe é que, enquanto ele vinha, mesmo sendo pouco tempo, a gente aproveitou com Angélica. Eu falei pra ela: "Angélica, enquanto ele não chega, quero te beijar". deixa eu te tocar - ela disse - não pense que já fiz isso antes, só com você - comecei a beijá-la, sentindo devagar na minha boca os lábios dela, sua língua quente, beijava devagar, mas com determinação. Minha ereção cresceu rápido, tava tesudo, ela também, passei minha mão pelas costas dela, por baixo da roupa, até chegar nos peitos dela, acariciando os mamilos agora duros, enquanto nosso beijo continuava; - Angélica, falei, tira a calça, quero fazer isso com você agora mesmo. - Camilo - ela disse - minha namorada tá chegando - eu respondi - então deixa eu te fazer um oral - ela concordou, se deitou na cama de barriga pra cima, eu tirei a calça dela na hora, fiquei olhando com todo o tesão a calcinha dela, uma fio dental preta e transparente, dava pra ver a ppk, os lábios, a buceta através dela. Não quis tirar na hora, coloquei minha boca perto da buceta dela, afastei a calcinha com as mãos, expondo toda a xota molhada, minha língua passava devagar pelo clitóris dela, dava pra sentir a excitação dela na minha língua, em círculos eu continuava movendo minha língua pelo clitóris, Angélica gemia junto, levantava a barriga a cada gemido de prazer, não resisti e passei minhas mãos firmes pelos peitos dela, pelos mamilos enquanto minha tarefa oral continuava entre as pernas dela. - Camilo - disse Angélica - você tem que ensinar meu namorado a fazer oral, você faz gostoso pra caralho - eu respondi - agora é minha vez - abaixei minha calça e cueca, mostrei meu pau duro e pulsando, me deitei de barriga pra cima, ela disse de novo - Só com você, Camilo - pegou meu pau ereto na mão dela, senti a umidade da boca dela no meu pau, os lábios deslizando ao longo do meu pau, a língua massageando, lembro de ter dito - Você é expert em oral, Angélica, acho que ninguém nunca fez igual você - sentia a boca quente e molhada no meu pau, quase saboreando os lábios dela, igual ela, eu levantava a barriga como sinal de prazer a cada boquete. O prazer não durou muito, a campainha do apartamento tocou, Levantamos na hora, nos vestimos, ela correu pra entrada, eu fui pro banheiro me arrumar. Esperei um pouco antes de sair porque não conseguia disfarçar minha ereção. No fim, saí do banheiro e no quarto nos encontramos os três. Angélica nos apresentou, trocamos um aperto de mão. Nicolau um pouco mais alto que eu, uns 1,80m, definitivamente mais encorpado que eu, disse — Angélica te escolheu, essa é nossa fantasia de casal — depois dessa breve introdução, ele continuou, em sintonia com Angélica, as regras do jogo — Pode tocar ela, beijar onde quiser, fazer o que quiser e ela permitir, só te proíbo de beijar ela na boca (coisa que eu já tinha feito antes), e tentar algo comigo — acrescentou — nós dois contra ela. Então, nós três no quarto sentados na cama da Angélica, senti medo, sentia uma tensão no meu corpo, dura, mas ao mesmo tempo prazerosa. De repente, me despi, mostrando meu pau ereto pra ambos. Angélica se despiu completamente, Nicolau ainda com a roupa disse — quero que você faça sexo oral nela — Angélica, bem obediente, se deitou na cama de barriga pra cima, abriu as pernas, e de novo minha boca estava à mercê da buceta dela. O ritual da minha língua em círculos no clitóris dela recomeçou, ela gemia e levantava a barriga de prazer, disse na hora — Nicolau, você tem que aprender a fazer igual ele — eu continuei na minha tarefa, com minha boca, meu rosto, minha atenção no clitóris dela, podia imaginar a cara do Nicolau observando a cena, imaginei a cara de tesão dele, imaginei estar no lugar dele. Percebi logo que Nicolau se despia, se aproximava da Angélica, pude ver com minha visão periférica que ele aproximava a pélvis da cabeça dela, imediatamente os gemidos dela pararam, agora a boca dela estava ocupada com o pau do Nicolau. Angélica deitada na cama, eu entre as pernas dela e Nicolau com o sexo na boca dela, continuamos por uns minutos, é difícil saber quantos, na real, minha excitação me fez perder a noção do tempo. Nicolau disse —Levanta agora, você faz sexo oral nele— eu me deitei de barriga pra cima na cama dele, Angélica de novo entre minhas pernas, os lábios dela descendo pelo comprimento do meu pau, a língua massageando minha rola, e Nicolau de novo observando a cena. Pensei que não aguentava mais, queria gozar, então concentrei toda minha força pra atrasar meu êxtase, levantei a cara pra olhar a cena e pude ver, pela primeira vez com clareza, Nicolau pelado, o pau dele ereto. Senti curiosidade de ver, era grosso, muito mais largo que o meu, um pouco comprido, senti um pouco de inveja ao ver o tamanho do pau dele. Angélica, com habilidade, trocava na boca dela meu pau pelo sexo do namorado, uma vez e outra, masturbando com as mãos o pau que não tava entre os lábios dela. De repente, notei que ela mudou de posição, então agora de quatro ela continuava no meu pau com um oral excitante, e o namorado dela começou a penetrar. Nicolau metia com força na namorada de quatro, a cama, meu corpo tremia a cada estocada de Nicolau na buceta da Angélica, ela só parava o oral pra soltar um grito de prazer. Não sei quanto tempo continuamos nessa posição, até que Angélica disse —Quero que o Camilo me meta agora— então eu e Nicolau trocamos de lugar. Eu, que tava quase gozando, aproveitei a pausa enquanto trocávamos de posição pra observar a cena. Nicolau deitado de barriga pra cima, Angélica de quatro fazendo um oral gostoso nele. Eu me coloquei atrás da bunda da Angélica, bati com firmeza, acariciei, e como ainda sentia a necessidade de uma gozada iminente, decidi curtir a rabeta dela. Passei meus lábios, minha boca, minha língua pelos glúteos dela, acariciava meu clitóris com a mão direita, até que ela disse —Mete em mim, Camilo—, meio que obrigado me ajeitei e comecei a meter devagar, porque tinha que me segurar. Decidi morder meu antebraço, senti dor, mas na hora minha vontade de gozar passou. Aí pude meter forte, a Eu tava metendo nela igual um animal sem controle, penetrando a Angélica como nunca tinha feito com outra. De novo, um orgasmo iminente me alertou, então parei as metidas e arrisquei. Passei minha língua na buceta dela, senti um prazer infinito, pensei na mistura de fluidos na minha língua — não tinha só a Angélica na minha boca, agora também o Nicolas, cujo gozo transbordava da buceta dela. Mas não foi suficiente. Me aventurei a colocar a língua direto no cu da Angélica, ela respondeu levantando a raba e disse: — Camilo, ei, o que cê tá fazendo? — Eu continuei com meu beijo grego, e quando a vontade de gozar passou, recomecei as metidas, de novo como um bicho sem cérebro, penetrando ela de quatro, batendo com tesão na bunda dela, enquanto ela, toda obediente, continuava ocupando a boca no pau do Nicolas. Uns minutos nessa posição e ela se levantou, falou pra ele: — Quero que você meta em mim, só você penetra. — Eles se afastaram, o Nicolas deitou por cima dela e começou a meter. Eu olhava atento pra cena rolando na minha frente, me senti parte de um filme pornô, é difícil descrever o tesão da situação. A pausa me ajudou porque acalmou meu êxtase, agora tava pronto pra uma nova série de penetração. Mas a Angélica levantou e disse: — Quero que vocês dois me penetrem. — Eu respondi na hora: — Cê tem lubrificante? — Porque sabia que um de nós teria que meter no cu dela. Angélica foi no banheiro, trouxe óleo mineral e falou: — Nicolas, quero que o Camilo meta na minha raba, seu pau é muito grosso e dói. — Senti um pouco de ciúme ao ouvir aquilo. Agora a cena parecia mais do que nunca um pornô: Nicolas deitado de costas na cama, deixou a namorada sentar no pau dele, ele meteu. Eu me preparei pra ficar atrás da Angélica, passei bastante óleo mineral no meu pau e no cu dela, e devagar, mas decidido, comecei a penetrar. Enquanto minha mão guiava meu pau pra dentro do cu dela... Angelica, foi impossível não sentir com as costas da minha mão o pau do Nicolás, senti uma certa excitação, e depois consegui conquistar a bunda da Angelica. Isso foi o começo do fim do ménage. Um ménage, embora planejado, inesperado. O Nicolás e eu penetrávamos a namorada dele ao mesmo tempo, ela gemia, meu pau já não precisava mais da guia da minha mão, porque meu sexo agora estava dentro do cu da Angelica, nunca estive tão excitado. Três corpos se movendo em uníssono, três sexos satisfeitos, três indivíduos tesudos, todos gemendo de prazer. De repente, o Nicolás terminou suas estocadas, percebi que ele tinha gozado, e eu respondi com meu próprio orgasmo, depositando minha porra, mesmo que na camisinha, no cu da Angelica. Ficamos os três unidos pelo corpo da Angelica por alguns minutos, era como se todos meditássemos sobre o que tinha acabado de acontecer. O Nicolás de repente tirou o pau da buceta da Angelica, e ainda ereto, acabou encostando o pau na parte interna da minha coxa, senti o pau dele ainda duro contra minha pele, molhado, quente, pensei naquilo por alguns segundos e decidi me retirar, tirei meu pau do cu da Angelica e fui para o banheiro me lavar. Saí logo depois, nu, e a Angelica entrou para tomar um banho. O Nicolás e eu, nus os dois, cansados mas satisfeitos, trocamos olhares, ambos confirmamos o prazer sentido. Me vesti, assim que a Angelica saiu do banho, me despedi e fui para meu apartamento de táxi.
Naquela época eu tinha 27 anos, aconteceu com uma amiga e o namorado dela, por iniciativa da minha amiga, que vou chamar de Angélica, 25 anos. Ela me propôs realizar a fantasia de casal dela, me propôs um ménage. Nos meses anteriores, decidimos experimentar pela internet, um breve chat erótico no Skype, minha amiga completamente nua, enquanto o namorado dela e eu observávamos pelos nossos notebooks cada milímetro da pele dela que a webcam dela deixava ver. Nós três conversávamos, na verdade só nós dois. O namorado dela, que vou chamar de Nicolau, 27 anos, pedia pra namorada se masturbar, e ao mesmo tempo eu fazia meus próprios pedidos. Lembro de escrever: "Angélica, queria ver você se masturbando, deita de costas, abre as pernas, se masturba", e ela fazia sem hesitar. Talvez o momento mais excitante foi quando ela me disse: "Quero ver você pelado, Camilo". Com medo, porque era a primeira vez que me mostrava nu nessa situação, não só pra uma mulher, mas pra um homem, lentamente tirei minha roupa, deixando meu pau ereto visível pra Angélica e Nicolau. Falei pra Angélica sem pensar: "Quero ver sua raba, queria ver você de quatro, faz isso e se toca". Com habilidade, ela se preparou pra fazer o que pedi, a conversa pela câmera continuou, eventualmente com Nicolau também pelado. Dias depois, planejamos sem sucesso um encontro pra aquele ménage proposto. Apesar de querer muito, eu tinha medo, talvez vergonha de ficar nu na frente de outro homem. Então, uma noite saí pra comer com Angélica, ela me convidou com a desculpa de me ver pra conversar um pouco, comemos asinhas na Zona T, depois fomos pra casa dela tomar cerveja. Lembro que, uma vez lá no quarto dela, ela disse: "Camilo, vamos fazer o ménage, aproveita que você já tá aqui". Eu concordei, ela ligou pro namorado, que não demorou a chegar. O que Nicolau não sabe é que, enquanto ele vinha, mesmo sendo pouco tempo, a gente aproveitou com Angélica. Eu falei pra ela: "Angélica, enquanto ele não chega, quero te beijar". deixa eu te tocar - ela disse - não pense que já fiz isso antes, só com você - comecei a beijá-la, sentindo devagar na minha boca os lábios dela, sua língua quente, beijava devagar, mas com determinação. Minha ereção cresceu rápido, tava tesudo, ela também, passei minha mão pelas costas dela, por baixo da roupa, até chegar nos peitos dela, acariciando os mamilos agora duros, enquanto nosso beijo continuava; - Angélica, falei, tira a calça, quero fazer isso com você agora mesmo. - Camilo - ela disse - minha namorada tá chegando - eu respondi - então deixa eu te fazer um oral - ela concordou, se deitou na cama de barriga pra cima, eu tirei a calça dela na hora, fiquei olhando com todo o tesão a calcinha dela, uma fio dental preta e transparente, dava pra ver a ppk, os lábios, a buceta através dela. Não quis tirar na hora, coloquei minha boca perto da buceta dela, afastei a calcinha com as mãos, expondo toda a xota molhada, minha língua passava devagar pelo clitóris dela, dava pra sentir a excitação dela na minha língua, em círculos eu continuava movendo minha língua pelo clitóris, Angélica gemia junto, levantava a barriga a cada gemido de prazer, não resisti e passei minhas mãos firmes pelos peitos dela, pelos mamilos enquanto minha tarefa oral continuava entre as pernas dela. - Camilo - disse Angélica - você tem que ensinar meu namorado a fazer oral, você faz gostoso pra caralho - eu respondi - agora é minha vez - abaixei minha calça e cueca, mostrei meu pau duro e pulsando, me deitei de barriga pra cima, ela disse de novo - Só com você, Camilo - pegou meu pau ereto na mão dela, senti a umidade da boca dela no meu pau, os lábios deslizando ao longo do meu pau, a língua massageando, lembro de ter dito - Você é expert em oral, Angélica, acho que ninguém nunca fez igual você - sentia a boca quente e molhada no meu pau, quase saboreando os lábios dela, igual ela, eu levantava a barriga como sinal de prazer a cada boquete. O prazer não durou muito, a campainha do apartamento tocou, Levantamos na hora, nos vestimos, ela correu pra entrada, eu fui pro banheiro me arrumar. Esperei um pouco antes de sair porque não conseguia disfarçar minha ereção. No fim, saí do banheiro e no quarto nos encontramos os três. Angélica nos apresentou, trocamos um aperto de mão. Nicolau um pouco mais alto que eu, uns 1,80m, definitivamente mais encorpado que eu, disse — Angélica te escolheu, essa é nossa fantasia de casal — depois dessa breve introdução, ele continuou, em sintonia com Angélica, as regras do jogo — Pode tocar ela, beijar onde quiser, fazer o que quiser e ela permitir, só te proíbo de beijar ela na boca (coisa que eu já tinha feito antes), e tentar algo comigo — acrescentou — nós dois contra ela. Então, nós três no quarto sentados na cama da Angélica, senti medo, sentia uma tensão no meu corpo, dura, mas ao mesmo tempo prazerosa. De repente, me despi, mostrando meu pau ereto pra ambos. Angélica se despiu completamente, Nicolau ainda com a roupa disse — quero que você faça sexo oral nela — Angélica, bem obediente, se deitou na cama de barriga pra cima, abriu as pernas, e de novo minha boca estava à mercê da buceta dela. O ritual da minha língua em círculos no clitóris dela recomeçou, ela gemia e levantava a barriga de prazer, disse na hora — Nicolau, você tem que aprender a fazer igual ele — eu continuei na minha tarefa, com minha boca, meu rosto, minha atenção no clitóris dela, podia imaginar a cara do Nicolau observando a cena, imaginei a cara de tesão dele, imaginei estar no lugar dele. Percebi logo que Nicolau se despia, se aproximava da Angélica, pude ver com minha visão periférica que ele aproximava a pélvis da cabeça dela, imediatamente os gemidos dela pararam, agora a boca dela estava ocupada com o pau do Nicolau. Angélica deitada na cama, eu entre as pernas dela e Nicolau com o sexo na boca dela, continuamos por uns minutos, é difícil saber quantos, na real, minha excitação me fez perder a noção do tempo. Nicolau disse —Levanta agora, você faz sexo oral nele— eu me deitei de barriga pra cima na cama dele, Angélica de novo entre minhas pernas, os lábios dela descendo pelo comprimento do meu pau, a língua massageando minha rola, e Nicolau de novo observando a cena. Pensei que não aguentava mais, queria gozar, então concentrei toda minha força pra atrasar meu êxtase, levantei a cara pra olhar a cena e pude ver, pela primeira vez com clareza, Nicolau pelado, o pau dele ereto. Senti curiosidade de ver, era grosso, muito mais largo que o meu, um pouco comprido, senti um pouco de inveja ao ver o tamanho do pau dele. Angélica, com habilidade, trocava na boca dela meu pau pelo sexo do namorado, uma vez e outra, masturbando com as mãos o pau que não tava entre os lábios dela. De repente, notei que ela mudou de posição, então agora de quatro ela continuava no meu pau com um oral excitante, e o namorado dela começou a penetrar. Nicolau metia com força na namorada de quatro, a cama, meu corpo tremia a cada estocada de Nicolau na buceta da Angélica, ela só parava o oral pra soltar um grito de prazer. Não sei quanto tempo continuamos nessa posição, até que Angélica disse —Quero que o Camilo me meta agora— então eu e Nicolau trocamos de lugar. Eu, que tava quase gozando, aproveitei a pausa enquanto trocávamos de posição pra observar a cena. Nicolau deitado de barriga pra cima, Angélica de quatro fazendo um oral gostoso nele. Eu me coloquei atrás da bunda da Angélica, bati com firmeza, acariciei, e como ainda sentia a necessidade de uma gozada iminente, decidi curtir a rabeta dela. Passei meus lábios, minha boca, minha língua pelos glúteos dela, acariciava meu clitóris com a mão direita, até que ela disse —Mete em mim, Camilo—, meio que obrigado me ajeitei e comecei a meter devagar, porque tinha que me segurar. Decidi morder meu antebraço, senti dor, mas na hora minha vontade de gozar passou. Aí pude meter forte, a Eu tava metendo nela igual um animal sem controle, penetrando a Angélica como nunca tinha feito com outra. De novo, um orgasmo iminente me alertou, então parei as metidas e arrisquei. Passei minha língua na buceta dela, senti um prazer infinito, pensei na mistura de fluidos na minha língua — não tinha só a Angélica na minha boca, agora também o Nicolas, cujo gozo transbordava da buceta dela. Mas não foi suficiente. Me aventurei a colocar a língua direto no cu da Angélica, ela respondeu levantando a raba e disse: — Camilo, ei, o que cê tá fazendo? — Eu continuei com meu beijo grego, e quando a vontade de gozar passou, recomecei as metidas, de novo como um bicho sem cérebro, penetrando ela de quatro, batendo com tesão na bunda dela, enquanto ela, toda obediente, continuava ocupando a boca no pau do Nicolas. Uns minutos nessa posição e ela se levantou, falou pra ele: — Quero que você meta em mim, só você penetra. — Eles se afastaram, o Nicolas deitou por cima dela e começou a meter. Eu olhava atento pra cena rolando na minha frente, me senti parte de um filme pornô, é difícil descrever o tesão da situação. A pausa me ajudou porque acalmou meu êxtase, agora tava pronto pra uma nova série de penetração. Mas a Angélica levantou e disse: — Quero que vocês dois me penetrem. — Eu respondi na hora: — Cê tem lubrificante? — Porque sabia que um de nós teria que meter no cu dela. Angélica foi no banheiro, trouxe óleo mineral e falou: — Nicolas, quero que o Camilo meta na minha raba, seu pau é muito grosso e dói. — Senti um pouco de ciúme ao ouvir aquilo. Agora a cena parecia mais do que nunca um pornô: Nicolas deitado de costas na cama, deixou a namorada sentar no pau dele, ele meteu. Eu me preparei pra ficar atrás da Angélica, passei bastante óleo mineral no meu pau e no cu dela, e devagar, mas decidido, comecei a penetrar. Enquanto minha mão guiava meu pau pra dentro do cu dela... Angelica, foi impossível não sentir com as costas da minha mão o pau do Nicolás, senti uma certa excitação, e depois consegui conquistar a bunda da Angelica. Isso foi o começo do fim do ménage. Um ménage, embora planejado, inesperado. O Nicolás e eu penetrávamos a namorada dele ao mesmo tempo, ela gemia, meu pau já não precisava mais da guia da minha mão, porque meu sexo agora estava dentro do cu da Angelica, nunca estive tão excitado. Três corpos se movendo em uníssono, três sexos satisfeitos, três indivíduos tesudos, todos gemendo de prazer. De repente, o Nicolás terminou suas estocadas, percebi que ele tinha gozado, e eu respondi com meu próprio orgasmo, depositando minha porra, mesmo que na camisinha, no cu da Angelica. Ficamos os três unidos pelo corpo da Angelica por alguns minutos, era como se todos meditássemos sobre o que tinha acabado de acontecer. O Nicolás de repente tirou o pau da buceta da Angelica, e ainda ereto, acabou encostando o pau na parte interna da minha coxa, senti o pau dele ainda duro contra minha pele, molhado, quente, pensei naquilo por alguns segundos e decidi me retirar, tirei meu pau do cu da Angelica e fui para o banheiro me lavar. Saí logo depois, nu, e a Angelica entrou para tomar um banho. O Nicolás e eu, nus os dois, cansados mas satisfeitos, trocamos olhares, ambos confirmamos o prazer sentido. Me vesti, assim que a Angelica saiu do banho, me despedi e fui para meu apartamento de táxi.
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